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MARCAP
MARCAP
ASSO
ASSO
CARDÍACO
CARDÍACO
Prof.
Prof. Dr
Dr. . Antônio
Antônio Quevedo
Quevedo
Alunas:
Alunas:
Amparo Diaz
Amparo Diaz
Valeria Garcia
Valeria Garcia
Yamile Gomez
Yamile Gomez
2° emestre 2!1" 2° emestre 2!1"n!trumentação Biomédica " A#$%
n!trumentação Biomédica " A#$%
2
2
Faculdade de Engenharia Elétrica e de
Faculdade de Engenharia Elétrica e de ComputaçãoComputação
&'pico!
&'pico!
#ntrodu$%o
#ntrodu$%o
&ist'rico
&ist'rico
(isiolo)ia do *ora$%o
(isiolo)ia do *ora$%o
*omponentes do +arcapassos
*omponentes do +arcapassos
*lassifica$%o
*lassifica$%o
#ndica$,es
#ndica$,es
Pro-lemas
Pro-lemas
ormas t/cnicas aplic0veis
ormas t/cnicas aplic0veis
eferncias -i-lio)r0ficas
eferncias -i-lio)r0ficas
ntrodução
ntrodução
(ue
é
o
marcapa!!o
(ue
é
o
marcapa!!o
card)aco*
card)aco*
4m marcapasso / um dispositivo 4m marcapasso / um dispositivo pro5etado para tratar um ritmo pro5etado para tratar um ritmo card6aco lento."
"
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ntrodução
ntrodução
Para +ue !er,e o
Para +ue !er,e o
marcapa!!o card)aco* marcapa!!o card)aco* u-stitui o marcapasso u-stitui o marcapasso natural do cora$%o 7n' natural do cora$%o 7n'
sinusal8 9uando este
sinusal8 9uando este
apresenta
apresenta al)um al)um pro-lema.pro-lema. u 9uando e;iste al)um u 9uando e;iste al)um -lo9ueio na propa)a$%o do -lo9ueio na propa)a$%o do impulso el/trico natural.
ntrodução
X
Di-erença entre o marcapa!!o card)aco e o
de!-i.rilador interno*
%o =0 )rande diferen$a visual entre o marcapasso e o desfi-rilador implant0vel
%o compostos por um sistema eletrônico e uma -ateria de lon)a dura$%o encapsulados em uma carca$a de tit>nio
?
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ntrodução
Di-erença entre o marcapa!!o card)aco e o
de!-i.rilador implantado*
Desfi-rilador implantado
@ um dispositivo implantado dentro do peito do paciente 9ue a5uda a restaurar o ritmo natural do cora$%o caso ele sofra parada card6aca ou arritmia ou -atimento irre)ular peri)oso.
*ome$a a atuar apenas 9uando recon=ece 9ue o cora$%o est0 em peri)o e responde com um impulso el/trico.
+arcapasso:
*ontrola continuamente os -atimentos do cora$%o e impede 9ue ele -ata muito deva)ar.
/i!torico
012% 3 s pes9uisadores suecos Clm9uist e ennin) realizam o primeiro implante de marcapasso totalmente implant0vel. +arcapasso vedado com resina de ep';i. A fonte de ener)ia / uma -ateria de n69uelc0dmio recarre)0vel e;ternamente
0145 3 +arcapassos com -aterias de ';ido de zinco e mercErio com vida Etil de 1" meses
0140 3 Primeiro implante de marcapasso -em sucedido na Aleman=a.
0146 3 Primeiro prot'tipo de um marcapasso de duas c>maras.
014630142 3 Desenvolvimento e utiliza$%o de eletrodo
F
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/i!torico
01#6 3 As -aterias l6tioiodo aumentam si)nificativamente a vida Etil. marcapasso tam-/m pode ser pro)ramado e;ternamente por telemetria.
01#6301#1 3 A redu$%o do taman=o e do peso do marcapasso ocorreu com o au;6lio da tecnolo)ia microeletrônica para aumentar o conforto do paciente.
01#1 3 A telemetria possi-ilita ao m/dico verificar o estado da -ateria e o funcionamento dos eletrodos sem necessidade de interven$%o cirEr)ica.
0116 3 Primeiro marcapasso 9ue utiliza a re)ula$%o natural do sistema cardiovascular 7estimula$%o em mal=a fec=ada8.
0112 3 Cstimula$%o de duas c>maras com um eletrodo.
0111 3 A estimula$%o em trs c>maras / utilizada pela primeira vez.
Anatomia -i!iol'gica do mu!culo card)aco
cora$%o / um mEsculo oco tem 9uatro cavidades: duas superiores denominadas 0trios e duas inferiores denominadas ventr6culos. 0trio direito comunicase com o ventr6culo direito atrav/s da v0lvula tricEspide. 0trio es9uerdo por sua vez comunicase com o ventr6culo es9uerdo atrav/s da v0lvula -icEspide ou mitral. A fun$%o das v0lvulas card6acas / )arantir 9ue o san)ue si)a uma Enica dire$%o sempre dos 0trios para os ventr6culos.
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Anatomia -i!iol'gica do mu!culo card)aco
A traves de uma se9uencia re)ular de contra$%o e rela;amento o mEsculo card6aco -om-e0 san)ue pelo corpo.
Para coletar e -om-ear san)ue no sistema circulat'rio o cora$%o precisa ser estimulado por pe9uenos pulsos el/tricos intr6nsecos 9ue se deslocam da c>mara superior H c>mara inferior.
cora$%o cont/m dois tipos de c/lulas c/lulas mioc0rdicas 7as 9uais s%o as c/lulas do mEsculo respons0vel pela contra$%o e rela;amento do cora$%o 9ue faz poss6vel o -om-eamento do san)ue8 e as fi-ras musculares e;citat'rias e condutoras.
O mu!c7lo cardiaco como um !inc)cio
Potencial de ação
Sinc)cio Di!co! intercalado!
*/lulas capazes de )erar est6mulos 7 A AV e fi-ras
de PurIin5e8
Jun$,es comunicantes perme0veis 9ue permitem
uma r0pida passa)em de 6ons
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Anatomia -i!iol'gica do mu!culo card)aco
Propiedade! da! Fi.ra! Cardiaca!
Capacidade do m7!culo card)aco de !e contrair
Contrati.ilidade
Capacidade do m7!culo card)aco de !e e8citar +uando é e!timulado
E8cita.ilidade
/a.ilidade de gerar um potencial de ação a um ritmo determinado /a.ilidade de gerar um potencial de ação a um ritmo determinado
Automati!mo
Capacidade do m7!culo card)aco de condu9ir e!t)mulo!
Re!po!ta da! Célula! Card)aca!
E8i!tem .a!icamente doi! tipo! de célula! card)aca!: célula! de re!po!ta lenta e a! célula! de re!po!ta r;pida< =o coração todo acontece com uma cinética de -i.ra r;pida e8ceto pelo n'dulo AS e o n'dulo A>< ='dulo Atrio,entricular Fei8e de /i! ='dulo Sinu!al M7!culo Auricular &ipo de re!po!ta &ipo de
re!po!ta Potencialimiar m> >elocidad de condução m! Cam.io de >oltagem >! Duração !
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Re!po!ta da! célula! r;pida!
Fa!e 5 o! canai! r;pido! de !'dio cau!am a de!polari9ação< O! canai! de )on de !'dio na! mem.rana! da! célula! !e a.rem e o in-lu8o de )on! po!iti,o! de !'dio a@uda a de!polari9ar< O! canai! r;pido! de !'dio !ão dependente! do ,oltagem.
Fa!e 0 a de!polari9ação inicial !e origina por uma a-luncia de pot;!!io< E!te in-lu8o !e origina por cau!a do! canai! dependente! de ,oltagem +ue !e a.rem como re!po!ta G de!polari9ação para depoi! !e inati,ar< Em e!ta -a!e tam.ém entra um pouco de cloro<
Fa!e 6 !e produ9e um platH +ue dura de 655 a $55 m!< A primeira parte do platH é gerada por um -lu8o de c;lcio de longa duração +ue -lui até adentro da -i.ra: i!to e,ita a r;pida de!polari9ação da -i.ra<
Fa!e I o! canai! lento! de pot;!!io !e empe9am a.rir< Em tanto !e a.rem o -lu8o cre!ce gradualmente<
Re!po!ta da! célula! r;pida!
Repolari9ação Repou!o De!polari9ação PlatH imiaro per6odo refrat0rio a-soluto o cora$%o n%o pode ser reestimulado a se contrair independente mente da for$a do estimulo el/trico
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Re!po!ta da! célula! lenta!
Kimiar de e;cita$%o "! mV volta)em mais ne)ativa ?<mV
Di-erença! entre célula! de re!po!ta
r;pida e lenta
Fa!e Célula! de re!po!ta r;pida Célula! de re!po!ta lenta
+Esculo atrial ventricular e fei;e
&isPurIin5e 'dulos A AV
! Apertura dos canais de aL Amplitude de 1!!13! mV Velocidade de despolariza$%o 2!! M 1!!! mVNs
Gera um potencial r0pido
Apertura dos canais de *aL Amplitude de "!F< mV
Velocidade de despolariza$%o 2 M 1< mVNs
Gera um potencial lento 1 #nativa$%o dos canais de aL e
apertura -reve de canais de OL %o possuem (ase 1 e 2
2 Plato
Cntrada de aL e apertura de canais *a2L
3 #nativa$%o da entrada de *a2L e
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Corre!pondncia entre o eletrocardiogr;-ico e a
re!po!ta da! -i.ra! r;pida! do coração
Fa!e 5 e 0 J (RS
Fa!e 6 J S&
Fa!e I J &
Fa!e $ J K
O mu!c7lo cardiaco como um !inc)cio
mEsculo card6aco / um sinc6cio formado por muitas c/lulas musculares card6acas. Cstas c/lulas est%o interli)adas de tal modo 9ue 9uando um pulso el/trico entra no sistema card6aco este via5a rapidamente de uma at/ outra c/lula saltando atrav/s de discos intercalados estes discos a5udam a aumentar a velocidade do flu;o de ener)ia el/trica de modo 9ue um impulso el/trico 9ue entra no cora$%o move se r0pidamente a traves do tecido do cora$%o.
cora$%o / formado por dois sinc6cios: o sinc6cio atrial 79ue forma as paredes de dois 0trios8 e o sinc6cio ventricular 7forma as paredes dos dois ventr6culos8. s 0trios ficam separados dos ventr6culos por um tecido fi-roso.
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Si!tema de condução do coração
='dulo Atrio,entricular
Fi.ra! de Pur?in@e< &rato intermodal po!terior
='dulo Sinu!al
&rato intermodal médio &rato intermodal Anterior
Fei8e de /i!
Ramo condução Dereito
&rato intermodal médio &rato intermodal médio
Ramo de condução E!+uerdo Fei8e de Batchman
='dulo Sinu!al
='dulo Sinu!al
n'dulo sinoatrial est0 localizado na re)i%o superior do 0trio direito imediatamente a-ai;o da veia cava superior. n'dulo A / uma cole$%o de c/lulas altamente especializadas este pode )erar espontaneamente um potencial de a$%o com um ritmo determinado. Pelo 9ue tem a fun$%o de marcapasso do cora$%o isto / comanda o ritmo e fre9uncia do cora$%o.
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Ritmo ='dulo Sinu!al em condiçLe!
normai!
(re9uncia atrial: ?!1!! -pm
#ntervalo P: 12!2!! ms 7!12 a !2! s8 #ntervalo Q: ?!1!! ms 7!!?!1! s8 #ntervalo Q: 3?!""! ms 7!3?!"" s8
&rato intermodal anterior: médio e
po!terior
&rato intermodal po!terior &rato intermodal médio &rato intermodal Anterior
&rato intermodal médio &rato intermodal médio
As termina$,es das fi-ras do nodo sinusal se fundem com as fi-ras musculares atriais circundantes 9ue formam os tratos e os potenciais de a$%o ori)inados no n'dulo A passam para essas fi-ras. Assim o potencial de a$%o se propa)a por toda a massa muscular atrial at/ o nodo 0trio ventricular.
2"
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='dulo Atriu,entricular
n'dulo atrioventricular est0 localizado no assoal=o do 0trio direito seu principal fun$%o / transmitir o estimulo el/trico desde aur6culas at/ os ventr6culos de fato / Enica cone;%o entre as duas estruturas 7e;ceto se e;iste uma via acess'ria8 tra-al=a como uma esta$%o de repeti$%o. am-/m / respons0vel por pausar por um corto tempo o flu;o de ener)ia el/trica est0 pausa es medida em mil/simas de se)undo mas est0 fra$%o de se)undos permite 9ue os 0trios esvaziem seu conteEdo de san)ue nos ventr6culos antes 9ue comece a contra$%o ventricular.
Ramo de condução E!+uerdo 3 Dereito
Ramo condução Dereito
fei;e de &is / uma estrutura de -ifurca$%o 7direita e es9uerda8 9ue finaliza nas fi-ras de PurIin5e as 9uais permitem 9ue o impulso card6aco atin5a 9uase todas as re)i,es dos ventr6culos dentro de um pe9ueno intervalo de tempo. #sso faz com 9ue todas as por$,es do mEsculo ventricular 7nos dois ventr6culos8 comecem a se contrair 9uase ao mesmo tempo. -om-eamento eficaz pelas duas c>maras ventriculares e;i)e essa contra$%o sincronizada.
2?
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Componente! do !i!tema
marcapasso / um sistema de estimula$%o el/trica 9ue
consiste em um )erador de pulsos e um ou mais eletrodos.
Eletrodo!
Componente! do !i!tema
os sistemas definitivos o )erador / constitu6do de:
4ma fonte de ener)ia )eralmente uma -ateria de K6tio#odo.
4m circuito eletrônico acondicionados em um inv'lucro =ermeticamente fec=ado de tit>nio ou outro metal -ioinerte.
Conector A Conetor > Conector Circuito Electronico Diodo de !egurança Conden!adore! Relogio de +uart9o nterruptor magnetico
2F
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Componente! do !i!tema
circuito eletrHnico compreende m'dulos respons0veis pelas
se)uintes fun$,es:
&elemetria transmiss%o -idirecional de informa$,es entre o m/dico e o aparel=o atrav/s de um aparel=o c=amado pro)ramador.
O!cilHmetro! ou tempori9adore! respondem pelo controle das v0rias temporiza$,es realizadas pelo aparel=o.
Mem'ria onde s%o armazenados eou modificados par>metros do )erador.
Circuito de !a)da respons0vel pela )era$%o das esp6culas do marcapasso.
M'dulo de !egurança )arante par>metros m6nimos de estimula$%o em caso de falncia do sistema.
3!
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*omponentes do sistema
O! eletrodo!
%o filamentos condutores revestidos de material isolante )eralmente silicone ou poliuretano.
Cncarre)ados de levar ao marcapasso os sinais el/tricos correspondentes aos eventos intr6nsecos do paciente e carrear na outra dire$%o as esp6culas )eradas pelo aparel=o.
FNAO DO EE&RODO =o m7!culo cardiaco
*lassifica$%o de +arcapassos
Knipolare! Bipolare! =7mero de p'lo! Monocameral:Bicameral: Multicamara< CQmara! e!timulada!Endoc;rdico implante ,ia tran!,eno!a Epic;rdico implante ,ia toracotomia
&ipo de ca.o
&ipo de .ateria )tio Merc7rio 3 inco: Outro!
Fi8o!
Program;,ei!
Fre+ncia de e!timulação
A!!incrHnico! ou competiti,o!
SincrHnico! ou não competiti,o! ou de demanda<
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*lassifica$%o de +arcapassos
Cndoc0rdicos 7implante via transvenosa8
Cpic0rdicos 7implante viatoracotomia8.
Endoc;rdico implante ,ia tran!,eno!a Epic;rdico implante ,ia toracotomia
*lassifica$%o de +arcapassos
PK=O DA >EA
=SER=DO KA
Endoc;rdico implante ,ia tran!,eno!a
3"
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*lassifica$%o de +arcapassos
Knipolare!
9uando somente um p'lo )eralmente o
ne)ativo entra em contato com o mioc0rdio
Bipolare!
9uando os dois p'los est%o em contato como o
mioc0rdio.
Knipolar Bipolar
Knipolare! Bipolare!
*lassifica$%o de +arcapassos
Monocameral istema de estimula$%o em camara Enica
Bicameralistema de estimula$%o limitado a atrio e ventriculo MulticQmara7+ultusitioVentriculo dereito e es9uerdo8
Monocameral:Bicameral: Multicamara<
3?
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*lassifica$%o de +arcapassos
s marcapassos s%o c=amados de competiti,o ou
a!!incrHnico 9uando o sistema de estimula$%o n%o recon=ece a presen$a de atividade el/trica card6aca intr6nseca do paciente. De maneira oposta9uando respeitam o ritmo pr'prio do
paciente ele / denominado de demanda ou não competiti,o!.
A!!incrHnico! ou competiti,o!
SincrHnico! ou não competiti,o! ou de demanda<
*lassifica$%o de +arcapassos
+icrocontrolador
*ircuito de Atua$%o *ircuito )erenciador
e fornecedor de ener)ia
Cletrodo
A!!incrHnico! ou competiti,o!
Modo de e!timulação
@ o tipo mais simples de marcapasso.
%o possui circuito de sensi-ilidade e n%o =0 a preocupa$%o com consumo de ener)ia competi$%o ou sincronismo.
3F
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*lassifica$%o de +arcapassos
%o marcapassos mais completos possuindo circuito de sensi-ilidade e )arantindo a n%o estimula$%o artificial 5unto H natural ou at/ mesmo em per6odos vulner0veis.
*onsiste de um circuito temporizador )erador de pulsos circuito de sa6da circuito de sensi-ilidade e os ca-oseletrodos.
+icrocontrolador
*ircuito de Atua$%o *ircuito )erenciador
e fornecedor de ener)ia
Cletrodo
aida do pulso el/trico
*ircuito de ensi-ilidade
Cntrada do potencial intracavitario
SincrHnico! ou não competiti,o! ou de demanda<
*lassifica$%o de +arcapassos
+uitos marcapassos podem ade9uar automaticamente a fre9uncia com a 9ualeles envia mpulsos el/tricosem resposta as altera$,es das necessidades e atividades do paciente.
Cssas fun$,es de adapta$%o de fre9uncia do marcapasso s%o poss6veis devido a um sensor especial no marcapasso 9ue rea)e Hs altera$,es das circunst>ncias.ecessidades f6sicas alteradas pore;emplo ao correr nadar s%o compensados pelo marcapasso comum aumento na fre9uncia card6aca.
Fi8o!
Program;,ei!
Fre+ncia de e!timulação
"!
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*lassifica$%o de +arcapassos
&empor;rio De-initi,o =ece!!idade cl)nica O marcapa!!o e8terno @ usado em casos de emer)ncia. 4tiliza 2 almofadas em lados opostos do corpo para estimular.Pode causar desconforto para o paciente.
O marcapa!!o implant;,el
@ usado como tratamento prolon)ado.
4tiliza eletrodos dentro do cora$%o.
Geralmente o paciente n%o se sente nada.
*lassifica$%o de +arcapassos
#mplantado atrav/s da veia su-clavia Veia cava superior
De-initi,o
"2
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*lassifica$%o de +arcapassos
De-initi,o
=ece!!idade cl)nica
A maioria dos marcapassos utiliza -aterias de l6tio 9ue )arantem autonomia por al)uns anos M cerca de < a F anosR
Cste )erador de pulso el/trico / implantado atrav/s de procedimento cirEr)ico no 9ual / realizado o a5uste el/trico do marcapasso no paciente de acordo com a desordem card6aca. 4tilizado por um lon)o per6odo de tempo e fica localizado no interior do corpo =umano.
Paciente com distEr-io no ritmo card6aco.
implante promove uma prote$%o contra possi-ilidade de infec$%o e contra danos acidentais.
*lassifica$%o de +arcapassos
De-initi,o
=ece!!idade cl)nica
A maioria dos marcapassos utiliza -aterias de l6tio 9ue )arantem autonomia por al)uns anos M cerca de < a F anosR
Cste )erador de pulso el/trico / implantado atrav/s de procedimento cirEr)ico no 9ual / realizado o a5uste el/trico do marcapasso no paciente de acordo com a desordem card6aca. 4tilizado por um lon)o per6odo de tempo e fica localizado no interior do corpo =umano.
Paciente com distEr-io no ritmo card6aco.
implante promove uma prote$%o contra possi-ilidade de infec$%o e contra danos acidentais.
""
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*lassifica$%o de +arcapassos
&emporario
=ece!!idade cl)nica
4tilizado para estimula$%o tempor0ria do cora$%o
+uito utilizado ap's uma cirur)ia card6aca at/ a recupera$%o provendo pulsos de -acIup durante o per6odo p'soperat'rio
am-/m utilizados em emer)ncia at/ 9ue o implant0vel se5a colocado
contato com o cora$%o / feito atrav/s da introdu$%o de um eletrodo tempor0rio at/ uma das c>maras podendo ser unicameral ou -icameral
c'di)o
=B
=B " C'digo de Marcapa!!o
Para identificar os v0rios modos de estimula$%o atualmente dispon6veis o ort= American ocietS of Pacin) and
Cletrop=Ssiolo)S =ASPE e o Tritis= Pacin) and
Cletrop=isiolo)S Group BPE propuseram o c'di)o =B
"?
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=B " C'digo de Marcapa!!o
=B " C'digo de Marcapa!!o
AOO " Vtrio e!timulado:não !entido !em re!po!ta<
AA " Vtrio e!timulado: Vtrio !entido: re!po!ta ini.ida
AA& 3Vtrio e!timulado: Vtrio !entido: re!po!ta !incroni9ada
>OO 3
>entr)culo e!timulado: ,entr)culo não !entido: !em re!po!ta>> 3
>entr)culo e!timulado: >entr)culo !entido:re!po!ta ini.ida"F
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=B " C'digo de Marcapa!!o
➢
marcapasso pro)ram0vel mais utilizado desi)nado por
DDD M se9uncial
'timo tem eletrodos sensores e
estimuladores em am-as as c>maras do cora$%o 7ventr6culo e
0trio8 e pode tra-al=ar no modo Utri))ered ou ini-ido.
MARCAPASSO CARDÍACO =DCAWES
As diretrizes Trasileiras de Dispositivos *ard6acos Cletrônicos #mplant0veis 7D*C#8 tem uns crit/rios para as tomadas de decis%o 9uanto H classifica$%o das indica$,es assim como seu n6vel de evidencia cientificas
<!
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MARCAPASSO CARDÍACO =DCAWES
A implanta$%o de marcapassos definitivo / su)erida nos se)uintes casos
Doen$a n' sinusal
6ndrome do eio *arot6deo Tlo9ueio Atrioventricular
Tlo9ueio #ntraventricular
*ardiomiopatia &ipertr'fica -strutiva
+A*APA *ADWA*: #D#*AXC
Doença do =' Sinu!al ' inusal / o respons0vel pelo ritmo card6aco 9uando =0 m0 fun$%o do n' sinusal diferentes anormalidades do ritmo podem ser detectadas :
itmo card6aco pode tornarse muito lento 7 -radicardia 8 itmo card6aco pode ser muito r0pido mesmo em repouso itmo card6aco pode apresentar (* r0pida e lenta
alternadamente 7s6ndrome -radita9uicardia8
<2
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Doença! do =' Sinu!al D=S
Blo+ueio !ino3atrial Bradicardia Sinu!al
Parada !inu!al
S)ndrome de Bradi3ta+uicardia
Tradicardia persistente do . s par>metros desta forma de onda incluem:
(re9Zncia [ << -pm
#ntervalo P [ 1F! ms 7!1F s8s
a incapacidade do n' A )erar est6mulos n%o =0 despolariza$%o atrial ocorrendo per6odos de assistolia ventricular
(*[ B< -pm #ntervalo P [ 1F! ms Pausa de 2F s Tlo9ueio tempor0rio dos est6mulos provenientes do (* [ <2 -pm
#ntervalo P [ 1F! ms 7!1F s8 Pausa de 21 s
Cpis'dios de -radicardia e ta9uicardia intermitentes provenientes do ou do 0trio
(re9Zncia durante a -radicardia [ "3 -pm (re9Zncia durante a ta9uicardia [ 13! -pm
ndicaçLe!
● a presen$a de condu$%o retr')rada o uso de marcapassos
unicamerais ventriculares ndicaçLe!
RecomendaçLe! para a e!colha do tipo de
e!timulação na D=S
Cla!!e
● +arcapassos unicamerais atriais com ou sem resposta em
fre9Zncia na presen$a de condu$%o AV normal
● +arcapassos de duplac>mara com ou sem resposta em
fre9Zncia na presen$a de TAV avan$ado
● +arcapassos unicamerais atriais com ou sem sensor de
fre9Zncia com revers%o autom0tica para duplac>mara na presen$a de TAV avan$ado intermitente.
Cla!!e os idosos sem condu$%o retr')rada uso do marcapasso
unicameral ventricular.
<"
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*ardiomiopatia =ipertr'fica o-strutiva
7*+&8
Pacientes com *+& apresentam um )radiente de press%o intraventricular elevado devido H dificuldade de e5e$%o do san)ue da cavidade ventricular es9uerda causada pela =ipertrofia septal e por vezes efeito ventura 9ue provoca re)ur)ita$%o mitral.
corre em um de cada <!! adultos. Cm crian$as e adolescentes / a causa mais comum de morte sE-ita.
ndicaçLe!
RecomendaçLe! para a e!colha do tipo de
e!timulação na CM/O
Cla!!e .
Cla!!e
+arcapassos unicamerais ventriculares com ou sem resposta em fre9Zncia
+arcapassos unicamerais atriais.
=enhuma Cla!!e a
Cla!!e
● +arcapassos de duplac>mara com fun$%o Uate Drop
esponse 7estimula$%o de reta)uarda em resposta a epis'dios de -radicardia a-rupta e si)nificante8
●+arcapassos de duplac>mara ini-ido 7n%o totalmente
<?
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6ndromes euromediadas 7+8 ou
Vasova)ais
Perda da conscincia tempor0ria mediada pelo sistema nervoso. A contra$%o card6aca ocorre ao redor de uma c>mara ventricular relativamente vazia ativando as fi-ras card6acas mecanorreceptoras 9ue estimulam o refle;o da medula e suprimem a atividade simp0tica 7refle;o de TezoldJaris=8.
Pode ser ocasionada por: +edo ansiedade
Dor f6sica ou antecipa$%o de traumasdores (icar em p/ por per6odos prolon)ados
s sintomas incluem: ontura
Vis%o turva (ra9ueza
0usea desconforto a-dominal uor e;cessivo
RecomendaçLe! de implante de MP de-initi,o
em paciente! com S=M
ndicaçLe!
+arcapasso definitivo 7ate Drop esponse8 para s6ncopes recorrentes por =ipersensi-ilidade do seio carot6deo 7forma cardioini-it'ria8.
Cla!!e
Cla!!e a
+arcapasso definitivo na s6ncope associada a um importante componente cardioini-it'rio de preferncia detectado durante condi$%o cl6nica espont>nea 7loop recorder8 claramente refrat0ria ao tratamento com medidas )erais e farmacol')icas.
Cla!!e . =enhuma
<F
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Blo+ueio! ;trio3,entriculare!
s -lo9ueios 0trioventriculares 7AV8 representam distEr-ios da condu$%o do impulso el/trico 9ue ocorrem entre a despolariza$%o atrial e ventricular ou se5a entre a onda P e o comple;o Q do C*G. %o principalmente produzidos por altera$,es no n' AV ou no fei;e de &is em-ora pode ser causado por fal=as em outras estruturas cardiacas. Podem ser classificados eletrocardio)raficamente em trs tipos:
1° )rau 2° )rau
● +o-itz #7\encIe-ac=8 ● +o-itz ##
Blo+ueio! ;trio3,entriculare!
Blo+ueio ;trio3,entricular de 0X grau
Blo+ueio ;trio3,entricular de 6X grau 3 Mo.it9 ou Yenc?e.ach
Blo+ueio ;trio3,entricular de 6X grau 3 Mo.it9
Blo+ueio ;trio3,entricular de IX grau
● A condu$%o AV / retardada e o intervalo P prolon)ado
7] 2!! ms ou !2 se)undos8
●(re9Zncia [ B -pm
●#ntervalo P [ 3"! ms 7!3" se)undos8
●(al=as re)ulares na condu$%o AV caracterizado pela
ausncia da despolariza$%o ventricular correspondente
●Tlo9ueio 2:1 72 ondas P para cada comple;o Q8R 3:2
etc.
●(re9Zncia [ ?! -pm 7ventricular8 11! -pm 7atrial8
●Prolon)amento pro)ressivo do intervalo P at/ 9ue uma
despolariza$%o atrial n%o se5a se)uida da ventricular.
●(re9Zncia ventricular [ irre)ular ●(re9Zncia atrial rate [ ! -pm
●#ntervalo P [ pro)ressivamente maior at/ 9ue a condu$%o de
?!
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RecomendaçLe! para a e!colha da e!timulação
em paciente! com BA>
ndicaçLe! +arcapassos duplac>mara com ou sem resposta de fre9Zncia na presen$a de D e 0trio est0vel
+arcapassos duplac>mara com ou sem resposta em fre9Zncia na presen$a de condu$%o retr')rada
+arcapassos unicamerais ventriculares com ou se resposta em fre9Zncia na presen$a de (A permanente.
Cla!!e
Cla!!e a
+arcapassos duplac>mara com ou sem resposta em fre9Zncia com fun$%o sinusal normal sem condu$%o retr')rada VA
+arcapassos unicamerais ventriculares com ou sem resposta em fre9Zncia nos casos sem condu$%o retr')rada VA
+arcapassos com estimula$%o ventricular e capacidade de sentir 0trio e ventr6culo 7VDD*8 com 0trio com fun$%o sinusal normal
Cla!!e . =enhuma
Cla!!e
ContraindicaçLe!
●+arcapassos unicamerais atriais ou unicamerais ventriculares
em presen$a de condu$%o retr')rada VA
Blo+ueio! ntra,entriculare!
A estimula$%o e o sincronismo do mioc0rdio ventricular s%o )arantidos por trs ramos 7fasc6culos8 principais no sistema de condu$%o intraventricular. Csses ramos funcionam de maneira complementar de forma 9ue a estimula$%o ventricular persiste por 9ual9uer dos ramos isoladamente no -lo9ueio dos outros dois. Cm realidade e;iste um sistema de condu$%o trifascicular constitu6do pelos fasc6culos >ntero superior e p'steroinferior ori)in0rios do ramo es9uerdo e pelo ramo direito do fei;e de &iss. Assim os -lo9ueios fasciculares n%o reduzem a fre9Zncia card6aca desde 9ue um dos fasc6culos se manten=a conduzindo o est6mulo. e =ouver -lo9ueio dos trs fasc6culos ao mesmo tempo sur)em -lo9ueios 0trioventriculares de 2° e 3°)raus. C*G / o e;ame pelo 9ual esta-elecemos o dia)n'stico dos -lo9ueios de ramo uni -i ou trifascicular. e =0 dEvidas estas devem ser esclarecidas pelo estudo eletrofisiol')ico.
?2
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Blo+ueio do Ramo Dereito
Duração do (RS Z 065 m!
Onda S com duração maior +ue R em D e >4 n,er!ão de onda & em >03>6
Blo+ueio do Ramo E!+uerdo
Duração (RS Z 065 m!
Onda S pro-unda e alargada [ R au!ente ou pe+uena em >03>6
Onda R alargada [ au!ncia de ( em >23,4
?"
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RecomendaçLe! para a e!colha do modo de
e!timulação para paciente! con B>
ndicaçLe!
●+arcapassos duplac>mara com ou sem resposta em fre9Zncia
com fun$%o sinusal normal sem condu$%o retr')rada VA
●+arcapassos unicamerais ventriculares em casos sem condu$%o
retr')rada VA
●+arcapassos VDD* com 0trio est0vel e fun$%o sinusal normal.
●+arcapassos unicamerais atriais com ou sem resposta em
fre9Zncia
●+arcapassos unicamerais ventriculares na presen$a de
condu$%o retr')rada VA
●+arcapassos VDD* com 0trio inst0vel ou D.
● +arcapassos unicamerais ventriculares em presen$a de (A
permanente
● +arcapassos duplac>mara com ou sem resposta em
fre9Zncia na presen$a de D
● +arcapassos duplac>mara com ou sem resposta em
fre9Zncia com condu$%o retr')rada VA
Cla!!e Cla!!e a Cla!!e . Cla!!e ContraindicaçLe! =enhuma
6ndrome do eio *arot6deo 7*8
&ipersensi-ilidade do o seio carot6deo 7uma estrutura localizada no pesco$o 9ue participa do controle do -atimento card6aco e da press%o arterial / uma doen$a rara aonde certos movimentos -ruscos do pesco$o ou por uma compress%o deste podem levar a 9uedas do -atimento card6aco e da press%o arterial.
Pode ser induzido por:
Aumento da press%o da re)i%o pr';imo ao * Tar-ear
+ovimenta$%o do pesco$o C;erc6cios
??
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RecomendaçLe! para a e!colha do modo de
e!timulação para paciente! com SSC
● +arcapassos unicamerais atriais.
● +arcapassos de duplac>mara com fun$%o Uate Drop
esponse 7estimula$%o de reta)uarda em resposta a epis'dios de -radicardia a-rupta e si)nificante8
● +arcapassos de duplac>mara ini-ido 7n%o totalmente
autom0tico8 com ou sem resposta em fre9uncia. ndicaçLe! Cla!!e Cla!!e a Cla!!e . Cla!!e ContraindicaçLe!
● +arcapassos unicamerais ventriculares com ou sem resposta
em fre9Zncia en=uma
*omplica$,es ap's a cirur)ia
As complica$,es mais fre9uentes ap's o implante de um marcapasso definitivo s%o:
Pneumot'ra; acEmulo de ar no espa$o pleural 7mem-rana 9ue envolve os pulm,es8
&emot'ra; acEmulo de ar no espa$o pleural &ematomas
an)ramentos #nfec$,es
Deslocamento do ca-oeletrodo
?F
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*omplica$,es ap's a cirur)ia
paciente costuma ser li-erado no dia da cirur)ia ou na man=% se)uinte
a primeira semana recomendase n%o me;er o -ra$o pr';imo ao local em 9ue o marcapasso foi implantado e no ms se)uinte evitar )randes movimenta$,es com o mem-ro o- certas circunst>ncias / poss6vel sentir li)eiras dores no local do implante. Cm pouco tempo o paciente 9uase n%o sente mais o seu marcapasso.
Cuidados após o implante
portador de marcapasso dever0 fazer acompan=amentos re)ulares pelo resto da vida.
as consultas ser%o feitas avalia$,es do marcapasso com computadores 7pro)ramadores8
As avalia$,es promovem um mel=or aproveitamento do marcapasso e a identifica$%o de al)um pro-lema em seu funcionamento.
As avalia$,es indicam o mel=or momento para troca do )erador 7A -ateria n%o dura para sempre8
B!
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Cuidados após o implante
*V(DA primeira avalia$%o / realizada ap's 3! dias da cirur)ia. Geralmente as avalia$,es su-se9uentes s%o realizadas a cada ? meses.
A avalia$%o / feita com o paciente com uma posi$%o confort0vel colocandose um aparel=o em cima do marcapasso 9ue capta suas informa$,es.
Csse aparel=o / conectado a um computador 7pro)ramador8 9ue permite ao m/dico avaliar a 9uantidade de ener)ia da -ateria a inte)ridade dos eletrodos a presen$a de arritmias a porcenta)em de uso do aparel=o e se o funcionamento est0 ade9uado ou n%o.
Para tal avalia$%o tornase necess0rio desacelerar e acelerar a sua fre9uncia card6aca durante poucos minutos
Cuidados após o implante
*arre)ar sempre a carteira
7cart%o8 do portador de
marcapasso 9ue / fornecida pelo =ospital.
Cm caso de atendimento m/dico de emer)ncia ela ser0 muito importante.
B2
B2
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Faculdade de Engenharia Elétrica e de ComputaçãoComputação
Cuidados com o marcapasso
Cuidados com o marcapasso
Cvitar traumatismos so-re a cai;a do )erador como esportes Cvitar traumatismos so-re a cai;a do )erador como esportes violentos a)ress,es f6sicas etc
violentos a)ress,es f6sicas etc
portador de marcapasso pode utilizar 9ual9uer aparel=o portador de marcapasso pode utilizar 9ual9uer aparel=o eletrodom/stico 7V r0dio c=uveiro cafeteira aspirador de p' eletrodom/stico 7V r0dio c=uveiro cafeteira aspirador de p' etc8
etc8
*aso sinta al)um mal estar durante a utiliza$%o de 9ual9uer *aso sinta al)um mal estar durante a utiliza$%o de 9ual9uer aparel=o afastese dele e os sintomas desaparecem aparel=o afastese dele e os sintomas desaparecem imediatamente
imediatamente
Cstas interferncias 9uando ocorrem alteram transitoriamente o Cstas interferncias 9uando ocorrem alteram transitoriamente o funcionamento do marcapasso 9ue volta ao normal assim 9ue funcionamento do marcapasso 9ue volta ao normal assim 9ue voc se afastar do aparel=o 9ue est0 causando a interferncia. voc se afastar do aparel=o 9ue est0 causando a interferncia.
Cuidados com o marcapasso
Cuidados com o marcapasso
Cm condi$,es normais de funcionamento e ade9uado Cm condi$,es normais de funcionamento e ade9uado aterramento da rede domiciliar a )rande maioria dos aparel=os aterramento da rede domiciliar a )rande maioria dos aparel=os eletrodom/sticos n%o )eram interferncia nos marcapassos.
eletrodom/sticos n%o )eram interferncia nos marcapassos.
Cntretanto deve ser evitado o contato direto da re)i%o do corpo Cntretanto deve ser evitado o contato direto da re)i%o do corpo onde est0 o )erador com
B"
B"
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Faculdade de Engenharia Elétrica e de ComputaçãoComputação
Cuidados com o marcapasso
Cuidados com o marcapasso
Forno! de microonda! Forno! de microonda!
Cram anti)amente 9uestionados como causadores de Cram anti)amente 9uestionados como causadores de interferncias H custa de ^fu)a de ener)ia^ por ineficiente interferncias H custa de ^fu)a de ener)ia^ por ineficiente veda$%o do sistema.
veda$%o do sistema.
s avan$os tecnol')icos dos marcapassos e a -linda)em s avan$os tecnol')icos dos marcapassos e a -linda)em atual dos fornos de microondas tornam essa possi-ilidade de atual dos fornos de microondas tornam essa possi-ilidade de interferncia -astante remota.
interferncia -astante remota.
essa situa$%o a possi-ilidade de interferncia pode ser essa situa$%o a possi-ilidade de interferncia pode ser evitada mantendose o paciente afastado dois metros do evitada mantendose o paciente afastado dois metros do microondas 9uando em funcionamento.
Cuidados com o marcapasso
Cuidados com o marcapasso
Colchão magnético Colchão magnético
Cst0 contraindicado para o paciente portador de marcapasso Cst0 contraindicado para o paciente portador de marcapasso devido H possi-ilidade de revers%o para o modo assincrônico devido H possi-ilidade de revers%o para o modo assincrônico de estimula$%o mudando sua fre9uncia para a ma)n/tica de estimula$%o mudando sua fre9uncia para a ma)n/tica 9uando o im% entrar em
9uando o im% entrar em contato com o )erador.contato com o )erador. Aparelho! Sonoro! dotado! de mã! Potente! Aparelho! Sonoro! dotado! de mã! Potente!
odo manuseio de aparel=os com im%s potentes e;i)em odo manuseio de aparel=os com im%s potentes e;i)em cuidados.
cuidados.
Aparel=os sonoros como altofalantes dotados de im%s Aparel=os sonoros como altofalantes dotados de im%s potentes podem causar pro-lemas se estiverem em contato potentes podem causar pro-lemas se estiverem em contato direto com a lo5a do )erador.
B?
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Cuidados com o marcapasso
&ran!-ormadore! e linha! de Alta &en!ão
Podem determinar ini-i$,es ou defla)ra$,es nos marcapassos sendo recomendado aos pacientes n%o transitarem pr';imo destes locais.
&ele-onia Celular
sistema di)ital dependendo da pro;imidade do aparel=o ao marcapasso pode determinar interferncias mais si)nificativas =avendo relatos at/ mesmo de mudan$a da pro)rama$%o.
#ndependente da tecnolo)ia utilizada recomendase manter o aparel=o sempre 9ue li)ado a uma dist>ncia superior a 1< cm do marcapasso e seu uso no ouvido contralateral al/m de n%o portalo pr';imo ao )erador 7n%o mantlo nos -olsos de camisas e palet's por e;emplo8.
Cuidados com o marcapasso
Pr;tica! de E!porte e E!-orço! -)!ico! em eral
Qual9uer esfor$o f6sico 9ue re9ueira a participa$%o da musculatura pr';ima do )erador de pulso pode causar interferncias do tipo ini-i$%o defla)ra$%o eou revers%o assincrônica nos marcapassos unipolares devido H a$%o dos potenciais el/tricos dos mEsculos es9uel/ticos sendo 9ue os marcapassos -ipolares s%o menos suscet6veis a este tipo de interferncia.
BF
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Normas técnicas
T #C* ?!?!11 71B8 emenda n_ 1 M C9uipamento Cletrom/dico M Parte 1 M Prescri$,es Gerais de e)uran$a
T 1!33? 1!33B e 1!33F. +arcapassos card6acos artificiais implant0veis )eradores de pulso
T #C* ?!112 71B8 M C9uipamento Cletrom/dico M Parte 1 M Prescri$,es Gerais de e)uran$a 2 orma *olateral: *ompati-ilidade Cletroma)n/tica M Prescri$,es e Cnsaios
T #C* ?!?!1231 71F8 M C9uipamento Cletrom/dico M Parte 2 M Prescri$,es Particulares para e)uran$a de marcapassos card6acos e;terno com fonte de alimenta$%o interna
Referências
PA*C+AOC Sstem pecification*opSri)=t °c 2!!B Toston cientific JanuarS 3 2!!B
=e uts and Tolts of *ardiac Pacin) om OennS Vice President *linical Cducation ` rainin) t Jude +edical Austin e;as
ratado de (isiolo)ia +edica 4nidad ### *apitulo cora$%o GuSton S &all12.ed
*ardiac PacemaIers and esSnc=ronization tep -S tep An #llustrated Guide
F!
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