Ementa e Acórdão
21/08/2012 PRIMEIRA TURMA
EMB.DECL. NO AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 479.818 SÃO
PAULO
RELATOR : MIN. MARCO AURÉLIO
EMBTE.(S) :COMPANHIA SIDERÚRGICA BELGO MINEIRA
ADV.(A/S) :GUILHERME PIERUCCETTI DE LIMA
EMBDO.(A/S) :UNIÃO
ADV.(A/S) :PFN- AFONSO GRISI NETO
EMBARGOS DECLARATÓRIOS – OMISSÃO. Uma vez verificada omissão quanto ao exame de certa matéria, impõe-se o provimento dos embargos declaratórios.
EMBARGOS DECLARATÓRIOS – EFEITO MODIFICATIVO – CONTRIBUIÇÕES PREVISTAS NA LEI COMPLEMENTAR Nº 110/2001 – AUSÊNCIA DE VULNERAÇÃO DA CARTA DA REPÚBLICA. Os pronunciamentos do Supremo são pela constitucionalidade e pela natureza tributária das contribuições previstas na Lei Complementar nº 110/2001.
A C Ó R D Ã O
Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal em acolher os embargos de declaração no agravo regimental no recurso extraordinário, nos termos do voto do relator e por unanimidade, em sessão presidida pelo Ministro Dias Toffoli, na conformidade da ata do julgamento e das respectivas notas taquigráficas.
Brasília, 21 de agosto de 2012.
MINISTRO MARCO AURÉLIO – RELATOR
Supremo Tribunal Federal
DJe 06/09/2012
Supremo Tribunal Federal
Relatório
21/08/2012 PRIMEIRA TURMA
EMB.DECL. NO AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 479.818 SÃO
PAULO
RELATOR : MIN. MARCO AURÉLIO
EMBTE.(S) :COMPANHIA SIDERÚRGICA BELGO MINEIRA
ADV.(A/S) :GUILHERME PIERUCCETTI DE LIMA
EMBDO.(A/S) :UNIÃO
ADV.(A/S) :PFN- AFONSO GRISI NETO
R E L A T Ó R I O
O SENHOR MINISTRO MARCO AURÉLIO - A Primeira Turma negou acolhida a pedido formulado em agravo, ante fundamentos assim resumidos (folha 218):
RECURSO EXTRAORDINÁRIO – CONTRIBUIÇÃO PREVISTA NA LEI COMPLEMENTAR Nº 110/2001 – AUSÊNCIA DE VULNERAÇÃO DA CARTA DA REPÚBLICA. Os pronunciamentos do Supremo são pela constitucionalidade da contribuição prevista na Lei Complementar nº 110/2001, servindo decisão proferida em ação direta de inconstitucionalidade, embora no âmbito precário e efêmero da cautelar, como sinalização da óptica dos integrantes da Corte.
RECURSO EXTRAORDINÁRIO –
PREQUESTIONAMENTO. Não se julga tema pela vez primeira em sede extraordinária. Há de estar versado na decisão impugnada, cumprindo à parte articular, negada a entrega aperfeiçoada da prestação jurisdicional, a nulidade do ato.
A embargante, na peça de folha 221 a 226, sustenta existir omissão no julgado. Salienta estarem as razões do extraordinário lastreadas em argumento único, consistente na afronta ao princípio da anterioridade,
Supremo Tribunal Federal
21/08/2012 PRIMEIRA TURMA
EMB.DECL. NO AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 479.818 SÃO
PAULO
RELATOR : MIN. MARCO AURÉLIO
EMBTE.(S) :COMPANHIA SIDERÚRGICA BELGO MINEIRA
ADV.(A/S) :GUILHERME PIERUCCETTI DE LIMA
EMBDO.(A/S) :UNIÃO
ADV.(A/S) :PFN- AFONSO GRISI NETO
R E L A T Ó R I O
O SENHOR MINISTRO MARCO AURÉLIO - A Primeira Turma negou acolhida a pedido formulado em agravo, ante fundamentos assim resumidos (folha 218):
RECURSO EXTRAORDINÁRIO – CONTRIBUIÇÃO PREVISTA NA LEI COMPLEMENTAR Nº 110/2001 – AUSÊNCIA DE VULNERAÇÃO DA CARTA DA REPÚBLICA. Os pronunciamentos do Supremo são pela constitucionalidade da contribuição prevista na Lei Complementar nº 110/2001, servindo decisão proferida em ação direta de inconstitucionalidade, embora no âmbito precário e efêmero da cautelar, como sinalização da óptica dos integrantes da Corte.
RECURSO EXTRAORDINÁRIO –
PREQUESTIONAMENTO. Não se julga tema pela vez primeira em sede extraordinária. Há de estar versado na decisão impugnada, cumprindo à parte articular, negada a entrega aperfeiçoada da prestação jurisdicional, a nulidade do ato.
A embargante, na peça de folha 221 a 226, sustenta existir omissão no julgado. Salienta estarem as razões do extraordinário lastreadas em argumento único, consistente na afronta ao princípio da anterioridade,
Relatório
RE 479.818 AGR-ED / SP
Evoca o precedente formalizado no julgamento da cautelar nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade nos 2.556-2/DF e 2.568-6/DF. Assevera que, considerado o referido princípio, o Supremo suspendeu os efeitos do artigo 14, cabeça e incisos I e II, da Lei Complementar nº 110/2001, relativamente à locução “produzindo efeitos”. Salienta não ter alegado, em nenhum momento, violação ao artigo 195, § 7º, do Diploma Maior.
A União apresentou as contrarrazões de folhas 231 e 232, ressaltando o acerto do julgado e a impossibilidade de acolhimento da pretensão da embargante.
É o relatório.
2
Supremo Tribunal Federal
RE 479.818 AGR-ED / SP
Evoca o precedente formalizado no julgamento da cautelar nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade nos 2.556-2/DF e 2.568-6/DF. Assevera que, considerado o referido princípio, o Supremo suspendeu os efeitos do artigo 14, cabeça e incisos I e II, da Lei Complementar nº 110/2001, relativamente à locução “produzindo efeitos”. Salienta não ter alegado, em nenhum momento, violação ao artigo 195, § 7º, do Diploma Maior.
A União apresentou as contrarrazões de folhas 231 e 232, ressaltando o acerto do julgado e a impossibilidade de acolhimento da pretensão da embargante.
É o relatório.
2
Voto - MIN. MARCO AURÉLIO
21/08/2012 PRIMEIRA TURMA
EMB.DECL. NO AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 479.818 SÃO
PAULO
V O T O
O SENHOR MINISTRO MARCO AURÉLIO (RELATOR) – Na interposição destes embargos, atendeu-se aos pressupostos de recorribilidade. A peça, subscrita por profissional da advocacia regularmente constituído (folhas 14 e 15), foi protocolada no prazo legal. Conheço.
Procede o que articulado nas razões dos embargos. Atentem para o que decidido pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (folhas 126 e 127):
[…]
O STF consagrou o entendimento da natureza não tributária do FGTS em vários julgados ao longo dos anos (RE 100.249-2/SP, RE 226.855/RS, RE 120.189/SC). Porém, ao apreciar liminar na ADI n.º 2.556/DF, relativa à L.C. n.º 110/01, pelo voto do Min. Moreira Alves, enquadrou as obrigações criadas como contribuições sociais do artigo 149 da Constituição, ou seja, tributos. Além de reverterem posicionamento consolidado, espera-se que provisoriamente, foram adotados fundamentos com os quais, salvo melhor juízo, não concordo.
[…]
Descaracterizadas as obrigações criadas pela L.C. n.º 110/01 como tributárias, todas as invectivas relativas à tal natureza não subsistem (artigo 217 do CTN, artigos 149, 145, § 1º, 149, 154, I, 157, II, 167, IV, 195, 5º, LIV, CF).
[...]
Supremo Tribunal Federal
21/08/2012 PRIMEIRA TURMA
EMB.DECL. NO AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 479.818 SÃO
PAULO
V O T O
O SENHOR MINISTRO MARCO AURÉLIO (RELATOR) – Na interposição destes embargos, atendeu-se aos pressupostos de recorribilidade. A peça, subscrita por profissional da advocacia regularmente constituído (folhas 14 e 15), foi protocolada no prazo legal. Conheço.
Procede o que articulado nas razões dos embargos. Atentem para o que decidido pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (folhas 126 e 127):
[…]
O STF consagrou o entendimento da natureza não tributária do FGTS em vários julgados ao longo dos anos (RE 100.249-2/SP, RE 226.855/RS, RE 120.189/SC). Porém, ao apreciar liminar na ADI n.º 2.556/DF, relativa à L.C. n.º 110/01, pelo voto do Min. Moreira Alves, enquadrou as obrigações criadas como contribuições sociais do artigo 149 da Constituição, ou seja, tributos. Além de reverterem posicionamento consolidado, espera-se que provisoriamente, foram adotados fundamentos com os quais, salvo melhor juízo, não concordo.
[…]
Descaracterizadas as obrigações criadas pela L.C. n.º 110/01 como tributárias, todas as invectivas relativas à tal natureza não subsistem (artigo 217 do CTN, artigos 149, 145, § 1º, 149, 154, I, 157, II, 167, IV, 195, 5º, LIV, CF).
[...]
Voto - MIN. MARCO AURÉLIO
RE 479.818 AGR-ED / SP
O Plenário, apreciando pedidos de concessão de liminar nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade nºs 2.556-2/DF e 2.568-6/DF, concluiu pela constitucionalidade das novas contribuições sociais criadas pelos artigos 1º e 2º da Lei Complementar nº 110, de 29 de junho de 2001. Assentou, também, que aos mencionados tributos, por terem natureza jurídica de contribuição social geral, não se aplica o princípio da anterioridade mitigada, mas o previsto no artigo 150, inciso III, alínea “b”, da Constituição Federal. É certo que o fez sob o ângulo acautelador. O exame, todavia, afigurou-se aprofundado, como geralmente ocorre, muito embora atuando o Colegiado Maior no campo precário e efêmero. Aliás, ultimamente, para evitar verdadeiro duplo julgamento, vem-se acionando, nas ações diretas de inconstitucionalidade, o artigo 12 da Lei nº 9.868/99, partindo-se para a apreciação definitiva da ação. É de frisar que, no processo objetivo, o Tribunal atua sem vinculação à causa de pedir constante da petição inicial. Na oportunidade em que analisado o tema, afastada a problemática ligada à anterioridade, fui voz isolada, o que bem revela a impossibilidade de evolução. Eis como o Plenário assentou o enquadramento constitucional da contribuição:
A natureza jurídica das duas exações criadas pela lei em causa, neste exame sumário, é a de que são elas tributárias, caracterizando-se como contribuições sociais que se enquadram na subespécie “contribuições sociais gerais” que se submetem à regência do artigo 149 da Constituição, e não à do artigo 195 da Carta Magna.
Não-ocorrência de plausibilidade jurídica quanto às alegadas ofensas aos artigos 145, § 1º, 154, I, 157, II e 167, IV da Constituição.
Também não apresentam plausibilidade jurídica suficiente para a concessão de medida excepcional como é a liminar as alegações de infringência ao artigo 5º, LIV, da Carta Magna e ao artigo 10, I, de seu ADCT (Relator ministro Moreira Alves, Diário da Justiça de 8 de agosto de 2003).
Há, porém, plausibilidade jurídica no tocante à argüição
2
Supremo Tribunal Federal
RE 479.818 AGR-ED / SP
O Plenário, apreciando pedidos de concessão de liminar nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade nºs 2.556-2/DF e 2.568-6/DF, concluiu pela constitucionalidade das novas contribuições sociais criadas pelos artigos 1º e 2º da Lei Complementar nº 110, de 29 de junho de 2001. Assentou, também, que aos mencionados tributos, por terem natureza jurídica de contribuição social geral, não se aplica o princípio da anterioridade mitigada, mas o previsto no artigo 150, inciso III, alínea “b”, da Constituição Federal. É certo que o fez sob o ângulo acautelador. O exame, todavia, afigurou-se aprofundado, como geralmente ocorre, muito embora atuando o Colegiado Maior no campo precário e efêmero. Aliás, ultimamente, para evitar verdadeiro duplo julgamento, vem-se acionando, nas ações diretas de inconstitucionalidade, o artigo 12 da Lei nº 9.868/99, partindo-se para a apreciação definitiva da ação. É de frisar que, no processo objetivo, o Tribunal atua sem vinculação à causa de pedir constante da petição inicial. Na oportunidade em que analisado o tema, afastada a problemática ligada à anterioridade, fui voz isolada, o que bem revela a impossibilidade de evolução. Eis como o Plenário assentou o enquadramento constitucional da contribuição:
A natureza jurídica das duas exações criadas pela lei em causa, neste exame sumário, é a de que são elas tributárias, caracterizando-se como contribuições sociais que se enquadram na subespécie “contribuições sociais gerais” que se submetem à regência do artigo 149 da Constituição, e não à do artigo 195 da Carta Magna.
Não-ocorrência de plausibilidade jurídica quanto às alegadas ofensas aos artigos 145, § 1º, 154, I, 157, II e 167, IV da Constituição.
Também não apresentam plausibilidade jurídica suficiente para a concessão de medida excepcional como é a liminar as alegações de infringência ao artigo 5º, LIV, da Carta Magna e ao artigo 10, I, de seu ADCT (Relator ministro Moreira Alves, Diário da Justiça de 8 de agosto de 2003).
Há, porém, plausibilidade jurídica no tocante à argüição
2
Voto - MIN. MARCO AURÉLIO
RE 479.818 AGR-ED / SP
de inconstitucionalidade do artigo 14, "caput", quanto à expressão "produzindo efeitos", e seus incisos I e II da Lei Complementar objeto desta ação direta, sendo conveniente, dada a sua relevância, a concessão da liminar nesse ponto. Liminar deferida em parte, para suspender, "ex tunc" e até final julgamento, a expressão "produzindo efeitos" do "caput" do artigo 14, bem como seus incisos I e II, todos da Lei Complementar federal nº 110, de 29 de junho de 2001.
No mais, as Ações Diretas de Inconstitucionalidade nº 2.556-2/DF e 2.568-6/DF foram definitivamente julgadas pelo Pleno em 13 de junho de 2012. Na ocasião, reconheceu-se o prejuízo quanto ao artigo 2º da Lei Complementar nº 110/2001 e, por maioria, julgou-se parcialmente procedente o pedido, assentando-se a inconstitucionalidade do artigo 14, cabeça e incisos I e II, do referido diploma no tocante à expressão “produzindo efeitos”.
Ante o quadro, provejo estes embargos declaratórios, emprestando-lhes efeitos modificativos. Faço-o para dar provimento parcial ao extraordinário a fim de, reformando o acórdão do Tribunal de origem, assentar que a exigibilidade da contribuição social instituída pelo artigo 1º da Lei Complementar nº 110 exclui a cobrança no exercício financeiro de 2001, em respeito ao princípio da anterioridade.
Supremo Tribunal Federal
RE 479.818 AGR-ED / SP
de inconstitucionalidade do artigo 14, "caput", quanto à expressão "produzindo efeitos", e seus incisos I e II da Lei Complementar objeto desta ação direta, sendo conveniente, dada a sua relevância, a concessão da liminar nesse ponto. Liminar deferida em parte, para suspender, "ex tunc" e até final julgamento, a expressão "produzindo efeitos" do "caput" do artigo 14, bem como seus incisos I e II, todos da Lei Complementar federal nº 110, de 29 de junho de 2001.
No mais, as Ações Diretas de Inconstitucionalidade nº 2.556-2/DF e 2.568-6/DF foram definitivamente julgadas pelo Pleno em 13 de junho de 2012. Na ocasião, reconheceu-se o prejuízo quanto ao artigo 2º da Lei Complementar nº 110/2001 e, por maioria, julgou-se parcialmente procedente o pedido, assentando-se a inconstitucionalidade do artigo 14, cabeça e incisos I e II, do referido diploma no tocante à expressão “produzindo efeitos”.
Ante o quadro, provejo estes embargos declaratórios, emprestando-lhes efeitos modificativos. Faço-o para dar provimento parcial ao extraordinário a fim de, reformando o acórdão do Tribunal de origem, assentar que a exigibilidade da contribuição social instituída pelo artigo 1º da Lei Complementar nº 110 exclui a cobrança no exercício financeiro de 2001, em respeito ao princípio da anterioridade.
Decisão de Julgamento
PRIMEIRA TURMA
EXTRATO DE ATA
EMB.DECL. NO AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 479.818
PROCED. : SÃO PAULO
RELATOR : MIN. MARCO AURÉLIO
EMBTE.(S) : COMPANHIA SIDERÚRGICA BELGO MINEIRA ADV.(A/S) : GUILHERME PIERUCCETTI DE LIMA
EMBDO.(A/S) : UNIÃO
ADV.(A/S) : PFN- AFONSO GRISI NETO
Decisão: A Turma acolheu os embargos de declaração, nos termos
do voto do Relator. Unânime. Ausente, justificadamente, a Senhora Ministra Cármen Lúcia. Presidência do Senhor Ministro Dias Toffoli. 1ª Turma, 21.8.2012.
Presidência do Senhor Ministro Dias Toffoli. Presentes à Sessão os Senhores Ministros Marco Aurélio, Luiz Fux e Rosa Weber. Ausente, justificadamente, a Senhora Ministra Cármen Lúcia.
Subprocurador-Geral da República, Dr. Edson Oliveira de Almeida.
Carmen Lilian Oliveira de Souza Secretária da Primeira Turma
Supremo Tribunal Federal
PRIMEIRA TURMA
EXTRATO DE ATA
EMB.DECL. NO AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 479.818
PROCED. : SÃO PAULO
RELATOR : MIN. MARCO AURÉLIO
EMBTE.(S) : COMPANHIA SIDERÚRGICA BELGO MINEIRA ADV.(A/S) : GUILHERME PIERUCCETTI DE LIMA
EMBDO.(A/S) : UNIÃO
ADV.(A/S) : PFN- AFONSO GRISI NETO
Decisão: A Turma acolheu os embargos de declaração, nos termos
do voto do Relator. Unânime. Ausente, justificadamente, a Senhora Ministra Cármen Lúcia. Presidência do Senhor Ministro Dias Toffoli. 1ª Turma, 21.8.2012.
Presidência do Senhor Ministro Dias Toffoli. Presentes à Sessão os Senhores Ministros Marco Aurélio, Luiz Fux e Rosa Weber. Ausente, justificadamente, a Senhora Ministra Cármen Lúcia.
Subprocurador-Geral da República, Dr. Edson Oliveira de Almeida.
Carmen Lilian Oliveira de Souza Secretária da Primeira Turma