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RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014.

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RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014.

APROVA NOVO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU - MESTRADO EM

ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, ASSOCIAÇÃO AMPLA ENTRE A UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE – UNICENTRO E A UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA – UEPG.

O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, no uso de suas atribuições legais e estatutárias;

CONSIDERANDO o expediente protocolado sob nº 18353 de 11.10.2013, que foi analisado pela Câmara de Pesquisa e Pós-Graduação, através do Parecer deste Conselho nº 010/2014;

CONSIDERANDO a aprovação plenária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, datada de 25.02.2014, eu, Reitor, sanciono a seguinte Resolução:

Art. 1º Fica aprovado o Novo Regulamento do Programa de Pós-Graduação

Stricto Sensu - Mestrado em Engenharia Sanitária e Ambiental,

Associação Ampla entre a Universidade Estadual do Centro-Oeste –

UNICENTRO e a Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG, na

conformidade do respectivo Anexo, o qual passa a integrar este ato

legal.

Art. 2º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, com efeitos retroativos a 01 de abril de 2013.

Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário, em especial a Resolução UNIV nº 13/2012.

CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO. Dê-se Ciência e Cumpra-se.

Carlos Luciano Sant’Ana Vargas REITOR

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ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 1 DE 19.

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: SANEAMENTO AMBIENTAL E RECURSOS HÍDRICOS.

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

Art. 1º O presente Regulamento subordina-se às normas de caráter geral, estabelecidas nos Estatutos e Regimentos Vigentes dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Estadual de Ponta

Grossa – UEPG e Universidade Estadual do Centro-Oeste –

UNICENTRO e aplica-se, naquilo que é próprio, ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Engenharia Sanitária e Ambiental. Art. 2º O Programa de Mestrado Acadêmico em Engenharia Sanitária e

Ambiental, Área de Concentração em “Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos” é constituído de atividades integradas de ensino e pesquisa que têm por objetivos formar recursos humanos qualificados para a docência, a pesquisa e tecnologia e conduzir profissionais à obtenção do título de Mestre em Engenharia Sanitária e Ambiental.

CAPÍTULO II

DA COORDENAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO

Art. 3º A Coordenação e Administração do Programa de Mestrado em Engenharia Sanitária e Ambiental serão exercidas por um único Colegiado de Curso, sob a presidência do Coordenador, contando ainda com o Vice-Coordenador.

Art. 4º O Colegiado exercerá a coordenação administrativa, didática e pedagógica do Curso e terá os seguintes membros:

I - Coordenador e Vice-Coordenador, docentes credenciados como professores permanentes, eleitos pelos docentes do Programa, por voto direto e obrigatório, segundo o critério da maioria simples. A coordenadoria e vice-coordenadoria deverão ser alternadas entre representantes da UEPG e da UNICENTRO em mandatos subsequentes. O coordenador deverá ser de uma das Instituições de Ensino Superior – IES e o vice-coordenador da outra, de tal forma que fique assegurada representação legal e responsável nas duas instituições sede. São considerados eleitores todos os professores credenciados no Programa.

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ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 2 DE 19.

Em caso de vacância do cargo de Coordenador ou Vice-Coordenador, o outro assume a coordenação até o final do mandato em vigência, não implicando em alteração na alternância de representatividade entre as IES;

II - 2 (dois) representantes docentes credenciados como

professores permanentes, sendo 1 (um) representante de cada IES, eleitos pelos docentes do Programa por voto direto e obrigatório, segundo critério da maioria simples. O mandato será de 2 (dois) anos, sendo permitida uma recondução;

III - 1 (um) representante discente, eleito pelos discentes regularmente matriculados no Programa, por voto direto e obrigatório, segundo critério da maioria simples. O mandato será de 1 (um) ano, sendo permitida uma recondução;

§ 1º A suplência do Colegiado de Curso será composta por 3 (três) membros, sendo 2 (dois) professores permanentes, um de cada Instituição, e 1 (um) representante discente.

§ 2º A candidatura de Coordenador e Vice-Coordenador será expressa mediante inscrição de Chapa. O mandato será de 2 (dois) anos, sendo permitida uma recondução. O Coordenador do Programa será substituído pelo Vice-Coordenador em suas faltas, impedimentos ou em caso de vacância da função.

Art. 5º As reuniões do Colegiado ocorrerão em caráter ordinário, sendo realizadas alternadamente entre a UEPG e a UNICENTRO e, em caráter extraordinário, quando se fizer necessário.

§ 1º A convocação para reuniões extraordinárias pode ser de iniciativa do Coordenador ou da maioria simples dos membros do Colegiado, respeitando um prazo mínimo de 48 (quarenta e oito) horas.

§ 2º As decisões do Colegiado serão tomadas por maioria qualificada dos votos.

Art. 6º Compete ao Colegiado do Programa:

I - proceder à organização didático-científica curricular,

reestruturação do Curso e demais atividades, submetendo-as

para análise da Comissão de Pós-Graduação – CPG e às

Pró-Reitorias de Pesquisa e Pós-Graduação – PROPESP das IES;

II - analisar e decidir sobre aproveitamento e equivalência de

créditos, dispensa e convalidação de disciplinas/atividades;

III - propor normas para o funcionamento do Programa e/ou

modificações necessárias, encaminhando-as para análise da CPG e da PROPESP das IES;

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ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 3 DE 19.

IV - aprovar o Plano de Dissertação de Mestrado;

V - aprovar o calendário de atividades do Curso, ao qual serão

anexadas as ementas das várias disciplinas e as propostas de outras atividades;

VI - indicar docentes para compor comissões responsáveis pela seleção dos candidatos ao ingresso no Programa;

VII - aprovar a participação de docentes de outras Instituições para desenvolverem, temporariamente, atividades no Programa e encaminhá-las à CPG da IES em que o docente irá participar/credenciar;

VIII - aprovar a troca de orientador mediante solicitação justificada das partes interessadas;

IX - definir, anualmente, o número de vagas a serem ofertadas em cada uma das linhas de pesquisa, de acordo com a disponibilidade de orientação, bem como das disciplinas a serem ministradas;

X - aprovar pedidos de suspensão, cancelamento ou

trancamento de matrícula solicitada por membro do corpo discente, encaminhando-os à PROPESP das IES;

XI - analisar e decidir sobre solicitações de matrícula em disciplinas como aluno especial;

XII - aprovar pedidos de cancelamento de matrícula em disciplina/atividade, encaminhando-os à PROPESP das IES; XIII - comunicar à PROPESP das IES o desligamento de alunos

inadimplentes com o Programa;

XIV - deliberar sobre pedidos de readmissão de alunos desistentes ou desligados do Programa;

XV - autorizar, mediante solicitação fundamentada do orientador, o preparo da dissertação realizada parcialmente ou totalmente fora das Instituições;

XVI - aprovar Bancas de Exame de Qualificação e de Defesa da Dissertação;

XVII - aprovar o estabelecimento, cumprimento e a rescisão de convênios, acordos ou protocolos de colaboração com Instituições ou Órgãos diretamente ligados ao Programa; XVIII - constituir uma comissão de bolsas, conforme requisitos

estabelecidos nos Regulamentos das Agências de Fomento; XIX - estabelecer as normas para o credenciamento, manutenção e

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ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 4 DE 19.

XX - estabelecer as metas de produtividade para a manutenção de docentes no Programa;

XXI - propor o descredenciamento, mediante parecer

fundamentado, de docentes no Programa;

XXII - estabelecer a Matriz Curricular do Curso e encaminhar à PROPESP das IES via relatório DATA CAPES;

XXIII - propor a contratação/credenciamento e descredenciamento de docentes técnicos e especialistas para participarem do Programa e encaminhar à CPG para homologação;

XXIV - decidir sobre os planos de utilização de recursos vinculados ao Programa;

XXV - definir e divulgar, a cada período, as ofertas das disciplinas/atividades necessárias para o funcionamento do Programa;

Art. 7º Compete ao Coordenador do Programa:

I - presidir o Colegiado e convocar as reuniões do Colegiado;

II - propor ao Colegiado as disciplinas a serem oferecidas, o

Calendário de Atividades do Programa e suas eventuais alterações, bem como outras medidas relativas ao ensino;

III - cumprir e fazer cumprir o Calendário das Atividades previstas;

IV - encaminhar à Secretaria dos Programas de Pós-Graduação

Stricto Sensu, nos prazos estabelecidos, os documentos

relativos à vida acadêmica e ao aproveitamento dos alunos matriculados;

V - encaminhar à PROPESP das IES os resultados das defesas

públicas de Dissertação de Mestrado;

VI - preparar documentação relativa ao Programa que possa vir a ser solicitada para fins de credenciamento, financiamento ou equivalente;

VII - coordenar a comissão de bolsas, responsável pela seleção e acompanhamento do desempenho dos acadêmicos bolsistas; VIII - planejar a execução das dotações de verbas destinadas ao

Programa;

IX - coordenar os processos de avaliação do Programa;

X - marcar as datas dos Exames de Qualificação dos alunos que

as solicitem, por proposta do Orientador;

XI - dar ciência ao Colegiado do conteúdo do Relatório Anual das Atividades do Programa e encaminhá-lo à PROPESP das IES

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ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 5 DE 19.

para análise e envio a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES.

CAPÍTULO III

DO PROCESSO DE SELEÇÃO

Art. 8º Para ser admitido no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental, Curso de Mestrado (Área de Concentração: Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos), o candidato deve possuir Graduação em Engenharia Civil, Engenharia Sanitária, Engenharia Ambiental, ou em áreas afins, em Curso reconhecido pelo

Ministério da Educação – MEC. O Colegiado deverá analisar,

homologar e publicar o deferimento das inscrições antes do início do processo de seleção.

Art. 9º Os candidatos à seleção deverão apresentar à Secretaria do Programa, dentro dos prazos estabelecidos.

I - ficha de inscrição devidamente preenchida e assinada pelo

candidato;

II - diploma de Graduação devidamente registrado, certificado de

conclusão ou atestado que concluirá o Curso de Graduação até a data da matrícula, acompanhado de Histórico Escolar;

III - Curriculum Vitae, modelo Lattes, devidamente atualizado e

comprovado; IV - 1 (uma) foto 3×4;

V - prova de quitação com o Serviço Militar, no caso de candidatos

do sexo masculino;

VI - comprovante de recolhimento da taxa de inscrição;

VII - fotocópia da Carteira de Identidade e Cadastro de Pessoa Física;

VIII - ficha de indicação de 2 (dois) possíveis orientadores em ordem de preferência com proposta do tema de trabalho;

§ 1º A aceitação de Diplomas Expedidos por Instituições Estrangeiras dependerá da validação dos mesmos.

§ 2º Caberá ao Colegiado avaliar a afinidade da área de Graduação do candidato para o deferimento da inscrição.

Art. 10 A Coordenação deverá divulgar, em época apropriada, Edital de Abertura de inscrição, ao processo de seleção que será ofertado em conjunto pela UEPG e UNICENTRO, no qual deverá constar:

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ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 6 DE 19.

II - número de vagas oferecidas;

III - prazo e local de inscrição;

IV - os critérios de seleção;

V - outras disposições regulamentares de interesse dos

candidatos, definidas pelo Colegiado.

Art. 11 A seleção dos candidatos será realizada pela Comissão de seleção designada pelo Colegiado do Programa composta por 3 (três) docentes permanentes.

Art. 12 O processo de seleção dos candidatos que tiveram suas inscrições homologadas constará das seguintes etapas:

I - prova escrita de caráter eliminatório, a partir de bibliografia

básica indicada pela Comissão de seleção;

II - análise do Curriculum Vitae, modelo Lattes, de caráter

classificatório;

III - entrevista individual de caráter eliminatório, a ser aplicada pela

Comissão de seleção. Na entrevista a Comissão julgará o candidato segundo alguns critérios, tais como experiência profissional, produção científica, conhecimento técnico-científico, afinidade à área, proposta de trabalho, dentre outros. § 1º Os critérios de avaliação das etapas do processo de seleção serão estabelecidos em normas internas aprovadas pelo Colegiado.

§ 2º Opcionalmente, a critério do Colegiado de Programa, o processo de seleção também poderá constar de outras provas e/ou exame de proficiência em inglês.

§ 3º As etapas do processo de seleção poderão ser realizadas nas duas IES.

Art. 13 A Coordenação deverá divulgar a relação dos candidatos aprovados no processo de seleção.

Art. 14 É assegurada a matrícula aos candidatos aprovados no processo de seleção, obedecendo ao número de vagas.

Parágrafo único: No momento da matrícula o aluno deverá assinar

um termo de concordância em cursar as disciplinas no Campus onde forem ofertadas, seja UEPG ou UNICENTRO, bem como, a realização de atividades práticas (experimentais) e de orientação.

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ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 7 DE 19.

CAPÍTULO IV DO CORPO DOCENTE

Art. 15 O corpo docente será credenciado junto ao Programa e classificado nas seguintes categorias.

I - Professores Permanentes: são aqueles que atuam no

Programa de forma direta, intensa e contínua, formando núcleo principal de docentes do Programa. Integram essa categoria, docentes que atendam simultaneamente aos pré-requisitos; desenvolvem as atividades de ensino, na Graduação e/ou Pós-Graduação; participem de projetos de pesquisas do Programa; orientem alunos de Mestrado ou Doutorado do Programa; tenham vínculo funcional com a UEPG ou em caráter excepcional, consideradas as especificidades de áreas; recebam bolsa de fixação de docentes ou pesquisadores, de Agências de Fomento Federais ou Estaduais, ou na qualidade de professores ou pesquisadores aposentados tenham firmado com a UEPG e UNICENTRO, termo de compromisso de participação como docentes do Programa ou tenham sido cedidos, por convênio formal, para atuarem como docentes do Programa;

II - Docentes Visitantes: caracterizam-se por serem docentes ou

pesquisadores vinculados à outra Instituição de Ensino ou Pesquisa, no Brasil ou no Exterior, que sejam liberados das atividades correspondentes a tal vínculo, para colaborarem, por durante um período contínuo de tempo e em regime de dedicação integral, em projeto de pesquisa e/ou atividades de ensino no Programa, permitindo-se que atuem como orientadores e em atividades de extensão;

III - Docentes Colaboradores: são os demais membros do corpo

docente do Programa que não atendam a todos os requisitos para serem enquadrados como docentes permanentes ou

visitantes, mas participem de forma sistemática do

desenvolvimento de Projetos de Pesquisa ou atividades de ensino ou extensão e/ou da orientação de estudantes, independentemente do fato de possuírem ou não vínculo com a Instituição.

Parágrafo único: Situações não previstas neste Regulamento,

obedecerão às Resoluções de Pós-Graduação de cada IES.

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ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 8 DE 19.

Art. 16 Os critérios para credenciamento, recredenciamento e

descredenciamento de docentes do Programa serão estabelecidos pelo Colegiado em atendimento aos critérios divulgados pela CAPES no relatório atual da avaliação trienal para a área Engenharias I, e homologados pela PROPESP da IES.

§ 1º O credenciamento será em fluxo contínuo.

§ 2º O docente será descredenciado se não atingir as metas definidas pelo Colegiado do Programa.

§ 3º O recredenciamento de professores do Programa será feito a cada período de avaliação trienal pela CAPES, devendo ser aprovado pelo Colegiado do Programa.

Art. 17 Os professores candidatos ao credenciamento deverão encaminhar sua proposta ao Coordenador do Programa.

Parágrafo único: A qualificação mínima exigida para o corpo

docente será o título de Doutor.

Art. 18 Os membros do corpo docente permanente terão as seguintes atribuições.

I - ministrar aulas teóricas e práticas;

II - promover seminários;

III - orientar e co-orientar trabalhos de Dissertação;

IV - acompanhar o desempenho de seus orientados;

V - fazer parte de Bancas Examinadoras;

VI - participar de atividades de pesquisa;

VII - participar do Colegiado do Programa e Comissões para as quais forem eleitos ou designados;

VIII - elaborar Relatório Anual de suas atividades acadêmicas encaminhando-as para a Coordenação;

IX - manter seu currículo Lattes atualizado.

Parágrafo único: O número de orientandos por orientador,

considerados conjuntamente os níveis de

Mestrado e Doutorado, deverá ser no máximo 8 (oito).

Art. 19 São atribuições do orientador:

I - elaborar, de comum acordo com seu orientado e com o

co-orientador (quando existir), o plano de atividades e submetê-lo para aprovação do Colegiado;

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ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 9 DE 19.

II - aprovar as alterações propostas no plano de atividades e no

cancelamento de disciplinas, de acordo com as normas estabelecidas no presente Regulamento;

III - observar o desempenho do aluno, orientando-o em todas as

questões referentes ao bom desenvolvimento de suas atividades;

IV - solicitar ao Coordenador do Programa as providências

necessárias para o Exame de Qualificação, e após aprovação, solicitar providências para a Defesa Pública da Dissertação de Mestrado;

V - participar, como membro nato e presidente, das Bancas

Examinadoras de Qualificação e Dissertação de Mestrado;

VI - justificar pedido de aproveitamento de créditos obtidos fora do

Programa;

VII - encaminhar sugestões de nomes de docentes e/ou

pesquisadores para comporem as Bancas das Defesas de Qualificação e de Dissertação de Mestrado;

VIII - solicitar, ao Colegiado do Programa, a substituição de orientação mediante justificativa;

IX - solicitar, ao Colegiado do Programa, o desligamento de aluno

que não tenha um rendimento satisfatório durante a orientação.

Parágrafo único: Em casos excepcionais, devidamente justificados

pelo orientador, poderá ser indicado um co-orientador aprovado pela CPG.

CAPÍTULO V DO CORPO DISCENTE

Art. 20 O corpo discente do Programa será constituído por alunos regulares e especiais, portadores de Diploma de Curso Superior.

§ 1º Considerar-se-á aluno regular aquele aprovado em processo seletivo e devidamente matriculado no Programa, portadores de Diploma de Curso Superior, ou certificado de integralização do Curso Superior.

§ 2º Considerar-se-á aluno especial àquele que não sendo aluno regular, teve sua matrícula em disciplina(s) isolada(s) deferida pelo Colegiado.

§ 3º Em caráter excepcional e facultativo, o aluno de Graduação que esteja cursando o último ano de seu Curso de Graduação

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ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 10 DE 19.

poderá inscrever-se como aluno especial em disciplinas isoladas.

Art. 21 A critério do Colegiado do Programa será aceita a matrícula em disciplinas isoladas, na qualidade de aluno especial.

§ 1º As vagas para aluno especial serão definidas pelo Colegiado, ouvido o docente responsável pela disciplina antes do período de inscrição, e divulgadas com antecedência em Edital.

§ 2º A critério do Colegiado do Programa, será aceita a matrícula, em até 3 (três) disciplinas, de aluno vinculado a outro Programa de Pós-Graduação desta ou de outra Instituição. Art. 22 O candidato selecionado como aluno regular terá um orientador e/ou

co-orientador (quando necessário) que poderá ser indicado pelo Colegiado do Programa.

Parágrafo único: O orientador deverá formalizar a aceitação dos

respectivos orientados em expediente

encaminhado à Coordenação.

Art. 23 É permitido trocar de orientador, mediante requerimento com justificativa a ser dirigido ao Coordenador do Programa, sujeito à aprovação do Colegiado.

Art. 24 O aluno definirá em comum acordo com o seu orientador, o elenco de disciplinas a serem cursadas em cada semestre letivo, até completar o número de créditos em disciplinas exigidos pelo Programa.

Parágrafo único: O aluno que tiver completado todos os créditos em

disciplinas deverá matricular-se em atividades de

pesquisa, visando ao desenvolvimento da

Dissertação.

Art. 25 Poderá ser concedido, após cursar o 1º (primeiro) semestre, o trancamento de matrícula no Programa, por prazo não superior a 6 (seis) meses, ao aluno que o requeira, ouvidos o orientador e o Colegiado.

§ 1º O trancamento de matrícula no Programa implicará na interrupção, pelo tempo que durar, da contagem do prazo fixado para integralização dos créditos.

§ 2º Poderá ser concedido um 2º (segundo) período de trancamento de matrícula em até 6 (seis) meses, desde que a justificativa seja aceita pelo Colegiado e este período não seja superior a 1 (um) semestre letivo.

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ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 11 DE 19.

I - a seu pedido;

II - em caso de conclusão do Curso, abandono ou morte;

III - em decorrência de processo disciplinar;

IV - em decorrência de rendimento insatisfatório, caracterizado

pela:

a) obtenção de conceito “C” em mais de duas disciplinas ou;

b) obtenção de dois conceitos “D” ou;

c) obtenção de dois conceitos “C” e um conceito “D” em

disciplinas.

V - em decorrência do decurso de prazo para conclusão do Curso,

ressalvadas eventuais prorrogações autorizadas pelo

Colegiado.

Parágrafo único: O reingresso no Programa de aluno desligado

somente é permitido em caso de aprovação em novo processo de seleção.

CAPÍTULO VI DO REGIME DIDÁTICO

Art. 27 As disciplinas do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental, Curso de Mestrado (Área de Concentração: Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos) poderão ser oferecidas durante os períodos letivos ou não letivos, de forma concentrada, para atender as necessidades discentes ou para o maior aproveitamento das presenças de professores nacionais ou estrangeiros que visitem a Instituição.

§ 1º O Colegiado do Programa poderá aprovar calendário especial para uma determinada disciplina, desde que solicitado, por escrito, pelo professor responsável.

§ 2º As disciplinas serão ministradas nos Campi da UEPG e UNICENTRO.

Art. 28 É obrigatória a frequência dos alunos às atividades previstas no Programa.

§ 1º O mínimo de frequência que o aluno deverá cumprir em cada disciplina não poderá ser inferior a 75% (setenta e cinco por cento).

§ 2º Será facultado ao aluno regular, sempre que houver anuência do orientador ou do Coordenador do Programa, o cancelamen-

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ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 12 DE 19.

to de matrícula em qualquer disciplina, desde que o requerimento seja apresentado à Secretaria antes de decorrido 1/3 (um terço) da duração prevista para o desenvolvimento da disciplina em questão.

Art. 29 O aproveitamento nas disciplinas, avaliado por meio de diferentes instrumentos, será expresso em níveis de acordo com a escala de cada IES:

A = Excelente – com direito aos créditos. B = Bom – com direito aos créditos. C = Regular – com direito aos créditos. D = Reprovado – sem direito aos créditos.

I = Incompleto, atribuído ao aluno que deixar de completar, por motivo justificado, uma pequena parcela do total de trabalhos ou provas exigidas. Este nível provisório deverá ser transformado em nível definitivo, após a conclusão dos trabalhos; caso estes trabalhos não sejam completados no prazo máximo de 3 (três) meses, será atribuído conceito D. T = Transferência, atribuído as disciplinas cursadas fora do

Programa, aceitas pelo orientador e aprovadas pelo Colegiado do Programa para contagem de créditos até os limites fixados neste Regulamento. Cada disciplina aprovada pelo Colegiado do Programa deverá constar no Histórico Escolar do aluno como transferência, mantendo-se a avaliação obtida no curso externo e explicitando-se a equivalência de números de créditos a ela atribuída.

§ 1º Disciplinas cursadas fora do Programa podem ser

reconhecidas para a integralização de créditos, desde que cursadas no máximo até 2 (dois) anos antes da matrícula no Programa.

§ 2º Os conceitos finais obtidos pelo aluno devem constar do Histórico Escolar.

§ 3º Será desligado do Programa, o aluno que:

I - obtiver, no seu 1º (primeiro) período letivo, rendimento médio inferior a 2,25 (dois inteiros e vinte e cinco centésimos), e nos períodos seguintes em que cursar disciplina(s), rendimento acumulado médio menor que 2,50 (dois inteiros e cinquenta centésimos);

II - obtiver nível inferior a C em disciplina cursada pela 2ª (segunda) vez;

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ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 13 DE 19.

III - desistir do curso pela não realização da matrícula, salvo o previsto no Art. 26;

IV - for reprovado por uma 2ª (segunda) vez no exame de qualificação ou na apresentação de seminário;

V - for reprovado no exame de Dissertação ou Tese ou trabalho final;

VI - a média a que se refere o inciso I deste artigo será a média ponderada (MP) dos valores (Ni) atribuídos aos níveis A, B, C e D, conforme explicitado abaixo, tomando-se por pesos os respectivos números (ni) de créditos das disciplinas: A = 4; B = 3; C = 2 e D = 1, isto é:

§ 4º Disciplinas com características específicas (tais como: Estágio Orientado de Docência, Atividades Programadas e Pesquisa Orientada) poderão, quando previsto em projeto, se valer de outro instrumento de avaliação, que considere apenas duas categorias – Suficiente e Não Suficiente.

S = Suficiente – suficiência, ficando a critério de cada

Programa o direito a crédito;

NS = Não Suficiente – reprovação, sem direito a crédito. § 5º Para efeito de registro acadêmico adotar-se-á a seguinte

equivalência em notas:

I - A = 8,5 (oito vírgula cinco) a 10,0 (dez);

II - B = 7,0 (sete) a 8,4 (oito vírgula quatro); III - C = 6,0 (seis) a 6,9 (seis vírgula nove); IV - D = 0 (zero) a 5,9 (cinco vírgula nove).

CAPÍTULO VII

DA PROFICIÊNCIA EM IDIOMA

Art. 30 O aluno deverá comprovar proficiência em inglês, no prazo máximo de 1 (um) ano após a realização de sua matrícula.

Parágrafo único: O processo do Exame de Proficiência será

definido pelo Colegiado e será acompanhado pelo Coordenador do Programa. A definição do processo do Exame de Proficiência em Inglês

i i i

n

N

n

MP

(15)

ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 14 DE 19.

deverá ser publicado em edital específico antes da inscrição do candidato ao processo seletivo do Mestrado.

CAPÍTULO VIII DOS CRÉDITOS

Art. 31 A integralização das atividades necessárias à obtenção do Título de Mestre será expressa em unidades de créditos.

§ 1º Cada unidade de crédito corresponderá a 15 (quinze) horas de atividades programadas.

§ 2º O tempo máximo para integralização dos créditos será de 18 (dezoito) meses.

Art. 32 O aproveitamento de créditos relativos às disciplinas cursadas na condição de aluno especial, no mesmo Programa, será, no máximo, de 50% (cinquenta por cento) dos créditos exigidos para integralização.

Parágrafo único: O aluno deverá solicitar no momento da matrícula

como regular, a validação dos créditos cursados como aluno especial.

Art. 33 O aproveitamento de créditos obtidos em disciplinas e outras atividades cursadas e desenvolvidas em outros Programas de Pós-Graduação será, no máximo, de 50% (cinquenta por cento) dos créditos exigidos para integralização.

Parágrafo único: O aluno deverá solicitar no momento da matrícula,

a validação dos créditos cursados em outros Programas, respeitando o período máximo de 2 (dois) anos da conclusão dos créditos externos ao Programa.

Art. 34 O aluno deverá totalizar 24 (vinte e quatro) unidades de créditos em disciplinas obrigatórias e eletivas, além da obrigatoriedade de conclusão da Dissertação de Mestrado que valerá 66 (sessenta e seis) créditos.

CAPÍTULO IX

DA QUALIFICAÇÃO E DO TRABALHO FINAL DA DISSERTAÇÃO

Art. 35 O pedido de Exame de Qualificação deve ser encaminhado pelo estudante com anuência do orientador, mediante requerimento ao

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ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 15 DE 19.

Colegiado acompanhado de (4) quatro cópias do trabalho, sendo 3 (três) para os indicados pelo orientador com anuência do Colegiado para compor a banca e 1 (uma) para o membro suplente, no prazo máximo de 90 (noventa) dias após a integralização dos créditos exigidos pelo Programa.

§ 1º O Exame de Qualificação deve ser feito das seguintes formas: I - presencialmente, pela arguição oral sobre o texto

resultante da pesquisa apresentado pelo candidato; II - pela avaliação por escrito do texto de qualificação.

§ 2º No exame, a avaliação é feita por banca de 2 (dois) doutores reunidos com o mestrando e seu orientador, ocasião em que os avaliadores apresentam suas observações sobre o trabalho, fornecendo ao mestrando oportunidade de resposta, e procedem a arguição. A banca contará com pelo menos 1 (um) docente como suplente.

§ 3º O texto da qualificação deve ser encaminhado, pela secretaria, para apreciação dos examinadores pelo menos 30 (trinta) dias antes da data da realização do exame.

§ 4º Os examinadores emitem Parecer Circunstanciado atribuindo à qualificação os mesmos conceitos definidos no Art. 29 deste Regulamento.

§ 5º Em caso de conceito C, é permitida apenas 1 (uma) repetição do Exame de Qualificação, num prazo nunca superior a 1 (um) período letivo, equivalente a 1 (um) semestre.

Art. 36 O pedido de agendamento da Defesa de Dissertação deve ser encaminhado pelo estudante, mediante requerimento ao Colegiado acompanhado dos documentos relacionados no Art. 39, §1º.

§ 1º A dissertação é apresentada, pelo mestrando, a uma Banca Examinadora, frente à qual este faz a respectiva defesa, em sessão pública, de acordo com os seguintes critérios:

I - a banca examinadora é composta de 3 (três) membros aprovados pelo Colegiado, funcionando sob a presidência do orientador do mestrando, seu membro nato;

II - pelo menos 1 (um) membro da banca examinadora deve ser externo ao Programa;

III - deve constar da Banca Examinadora pelo menos um suplente;

IV - os membros da Banca Examinadora devem possuir, no mínimo, o Título de Doutor.

(17)

ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 16 DE 19.

§ 2º Para constituição da Banca Examinadora, o orientador deverá encaminhar ao Colegiado do Programa uma lista com os nomes dos membros titulares e suplentes para apreciação e aprovação;

§ 3º O candidato terá de 30 (trinta) a 40 (quarenta) minutos para realizar a apresentação de seu trabalho.

§ 4º Será de 60 (sessenta) minutos o tempo de arguição e resposta do candidato para cada examinador.

Art. 37 Aluno e orientador, em comum acordo, farão escolha do tema para o trabalho de Dissertação.

§ 1º O plano de pesquisa deverá ser encaminhado pelo aluno com anuência do seu orientador ao Colegiado de Programa para a devida análise, aprovação e registro.

§ 2º O prazo de apresentação do plano de pesquisa expirará 6 (seis) meses após a matrícula no Programa.

§ 3º Os estudos, pesquisas e trabalhos necessários ao preparo da dissertação poderão ser executados parcial ou totalmente fora das IES, mediante autorização do orientador e ouvido o Colegiado do Programa.

§ 4º Caberá ao orientador acompanhar a realização do trabalho de pesquisa em todas as suas fases, devendo submeter ao Colegiado do Programa eventual pedido de alteração ou substituição do plano de pesquisa.

Art. 38 O prazo máximo para apresentação e Defesa da Dissertação será de 24 (vinte e quatro) meses após a matrícula no Programa.

Parágrafo único: Poderá ser concedida uma prorrogação no prazo

para a apresentação e defesa da dissertação, por

no máximo 6 (seis) meses, desde que

devidamente justificada pelo orientador e

aprovada pelo Colegiado do Programa.

Art. 39 A dissertação deverá ser redigida e composta de acordo com as Normas de Elaboração de Dissertação e Tese, aprovadas pelo Colegiado e PROPESP das IES.

§ 1º O candidato deverá entregar antes da defesa 5 (cinco) cópias da Dissertação na versão definitiva na Secretaria do Programa de Pós-Graduação, sendo 3 (três) para os membros efetivos da Comissão Examinadora e 2 (duas) para membros suplentes. As cópias da versão definitiva da Dissertação de Mestrado além de aprovadas pelo orientador, deverão estar homologadas pelo Colegiado de Curso.

(18)

ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 17 DE 19.

§ 2º O candidato deverá entregar junto com os exemplares da Dissertação definitiva, uma carta de ciência do orientador atestando o recebimento de 1 (uma) cópia digital de 1 (um) artigo científico submetido a um periódico classificado no Qualis CAPES, no mínimo como B2 da Área de Engenharias I. § 3º Ao orientador caberá rever e aprovar a redação final do

trabalho, bem como proceder à submissão e acompanhar todo o trâmite para a publicação do(s) artigo(s).

§ 4º O aluno deverá entregar ao Coordenador do Programa e ao orientador uma declaração em que permite que o orientador, caso julgue necessário, faça reformulações no texto e re-submeta o trabalho a outros periódicos e/ou outras publicações, desde que o inclua como co-autor.

Art. 40 No julgamento da Dissertação são atribuídos os conceitos de “Aprovado” ou “Reprovado”.

§ 1º No caso de aprovação, a banca pode sugerir reformulação da Dissertação, a qual deve ser acompanhada pelo orientando e orientador. A versão final da dissertação deve ser entregue na Secretaria do Programa em 5 (cinco) cópias da versão definitiva da Dissertação de Mestrado aprovadas pelo orientador e homologadas pelo Colegiado de Curso, sendo 3 (três) para os membros efetivos da Comissão Examinadora e 1 (uma) para o acervo das Bibliotecas de cada uma das IES, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias após a defesa;

§ 2º No caso de reprovação e respeitados os limites dos prazos estabelecidos nesse Regulamento, o candidato pode requerer, uma só vez, nova oportunidade de Defesa de Dissertação em prazo não inferior a 6 (seis) meses a partir da data da 1ª (primeira) defesa.

§ 3º O parecer final da Banca Examinadora deverá ser homologado pelo Colegiado, após a entrega dos exemplares da Dissertação aprovada, na Secretaria do Programa.

Art. 41 Conforme decisão em Colegiado, as Defesas de Dissertação poderão ocorrer alternadamente nos Campi das IES associadas.

Art. 42 O Título de Mestre é concedido ao aluno que cumprir todas as exigências, a saber:

I - concluir o número de créditos exigidos pelo Programa,

constante de seu plano de atividades;

II - for aprovado em Exame de Proficiência em Inglês;

III - for aprovado no Exame de Qualificação;

(19)

ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 18 DE 19.

Art. 43 Os órgãos competentes da UEPG e da UNICENTRO homologarão o Título de Mestre.

Art. 44 Em processo específico de cada candidato, a UEPG e a UNICENTRO conferem o Título de Mestre ao aluno que cumprir todas as exigências do Programa.

§ 1º O Diploma é assinado pelo Reitor da IES em que o aluno se matriculou.

§ 2º Os Diplomas são expedidos pelas respectivas Seções de Expedição de Diplomas de cada uma das IES e seguem os trâmites particulares de cada Instituição em que o aluno se matriculou.

CAPÍTULO X

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 45 O presente Regulamento pode ser modificado, mediante deliberação, em assembleia, por 2/3 (dois terços) no mínimo, da totalidade dos professores permanentes do Programa e aprovado pelas instâncias competentes em cada IES associada.

Art. 46 A prestação de contas relativas à captação externa de recursos financeiros ou de bolsas para o Programa é de responsabilidade da Coordenação do Colegiado.

Art. 47 O Programa contará com uma assembleia de que trata este Regulamento, composta pelo conjunto dos professores do Programa e será convocada pelo Coordenador para eleições, para discutir dissolução do Programa ou sempre que necessário.

Parágrafo único: É resguardado o direito de convocação da

assembleia por 2/3 (dois terços) de seus membros.

Art. 48 A dissolução do caráter associado do Programa só poderá ser efetuada mediante:

I - a aprovação, em assembleia convocada especificamente para

esse fim, pela maioria (mínimo de 70% (setenta por cento)) dos membros do corpo docente permanente;

II - em caso de aprovação da dissolução pela assembleia, será

assegurada a conclusão do Curso aos alunos regularmente matriculados;

III - em caso de aprovação da dissolução pela assembleia, todos

(20)

ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE Nº 008, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014. FL. 19 DE 19.

da CAPES, serão divididos em partes iguais para as IES associadas.

Art. 49 Os casos omissos serão resolvidos em 1ª (primeira) instância, pelo Colegiado do Programa, tendo como instância de recursos os Conselhos Superiores de ambas as IES associadas.

Art. 50 O presente Regulamento entrará em vigor na data de sua publicação, após aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão de ambas as Universidades.

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