HISTÓRIA
Prof. Flávio Coelho
ANTECEDENTES
ILUMINISMO
SÉCULO XVIII.
* PROPOSTA POLÍTICA LIBERAL:
LIMITES AOS PODERES DOS REIS.
* FIM DO ABSOLUTISMO = PODER
LIMITA O PODER = TRIPARTIÇÃO DE
MONTESQUIEU.
* OS REIS DEVEM SEGUIR A
CONSTITUIÇÃO E A LEI DEVE SER VÁLIDA
PARA TODOS.
* NÃO INTERVENÇÃO DO ESTADO NA
ECONOMIA.
Liberalismo é uma filosofia política e moral
baseada na liberdade, consentimento dos governados e igualdade diante da lei. Os liberais defendem uma ampla gama de pontos de vista, dependendo da sua compreensão desses princípios, mas em geral, apoiam ideias como um governo
limitado, direitos individuais (incluindo
direitos civis e humanos), livre mercado,
democracia, secularismo, igualdade de
gênero, igualdade racial, liberdade de
expressão, de imprensa e religiosa.
Amarelo é a cor política mais comumente associada com o liberalismo
ANTECEDENTES
- INDEPENDÊNCIA DOS EUA:1776.
- REVOLUÇÃO FRANCESA: 1789/1799.
- ERA NAPOLEÔNICA: 1799/1815.
- INDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA HISPÂNICA.
- REVOLTAS SEPARATISTAS.
✓ INCONFIDÊNCIA MINEIRA: 1789
✓ CONJURAÇÃO BAIANA: 1798
PERÍODO JOANINO
MEDIDAS DE DOM JOÃO.
- 1808: Decreto de Abertura dos Portos.
- 1810: Acordos de Comércio com a Inglaterra.
- 1815: Elevação do Brasil à condição de Reino
Unido de Portugal.
- Inversão Brasileira: o Rio de Janeiro (Brasil) passa
a ter uma importância maior que Lisboa (Portugal).
Aclamação do rei Dom João VI no Rio de Janeiro. Debret, Jean Baptiste
REVOLUÇÃO DO PORTO: 1820
- SITUAÇÃO DE PORTUGAL:
* POBREZA, MISÉRIA, FOME.
* PERDEU O STATUS DE CENTRO.
* DOMÍNIO: LORD BERESFORD.
-
OBJETIVOS DA REVOLUÇÃO:
* EXPULSAR OS INGLESES...
* EXIGÊNCIA DO RETORNO DA FAMÍLIA REAL.
* ACABAR O ABSOLUTISMO: LIMITAR O PODER DO REI.
* CONVOCAR AS “CORTES”: FAZER A CONSTITUIÇÃO.
* RECONDUZIR O BRASIL À CONDIÇÃO DE COLÔNIA.
CARÁTER: LIBERAL, BURGUESA, MAÇÔNICA, CONSTITUCIONALISTA E
RETORNO DO REI... CORTES DE LISBOA
A INDEPENDÊNCIA
INDEPENDÊNCIA DO BRASIL.
- IMPOSIÇÕES DAS CORTES DE LISBOA.
- TENTATIVA DE RECOLONIZAR O BRASIL.
- LIMITES À ATUAÇÃO DE DOM PEDRO.
- DOM PEDRO RECEBE APOIO DAS ELITES BRASILEIRAS...
- LIDERANÇA DE DOM PEDRO NA RUPTURA:
* DIA DO FICO.
* CUMPRA-SE.
* EXPULSÃO DAS TROPAS LUSAS.
* CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA NACIONAL CONSTITUINTE.
* GRITO DO IPIRANGA...
GRITO DO IPIRANGA
A PROCLAMAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA. François-René Moreaux. 1844
GRITO DO IPIRANGA
Independência ou Morte
1. (F. Coelho) A princesa Leopoldina, filha da Casa dos Habsburgo, foi a
primeira esposa de Dom Pedro. Filha do imperador Francisco I, da Áustria,
escreveu ao pai em junho de 1821 afirmando:
“O meu esposo, Deus nos
valha, ama as novas ideias.”
A “desconfiança” da princesa Leopoldina, refere-se
a) à teoria do direito divino dos reis, em voga no Antigo Regime.
b) ao modelo nacionalista e liberal das potencias centrais.
c) aos novos valores políticos constitucionais e liberais.
d) à proposta autoritária e absolutista de Dom Pedro.
e) aos preceitos democráticos e igualitários.
- UNIDADE CULTURAL.
* MESMOS DEUSES.
* JOGOS OLÍMPICOS.
* LÍNGUA COMUM.
* HUMANISMO.
NUNCA NA
GRÉCIA ANTIGA
SEMPRE NA
GRÉCIA ANTIGA
- UNIDADE POLÍTICA.
* NÃO ERA UM PAÍS.
* CIDADES-ESTADO.
* AUTONOMIA $, SÓCIO.
* CIDADANIA RESTRITA.
GRÉCIA
ANTIGA
UNIÃO MILITAR: INIMIGOS EM COMUM
6. (Bernoulli) [...] Antes da Guerra de Troia, [os habitantes da] Hélade
(Grécia) nada [realizaram] em comum. Este nome mesmo não era
empregado para designá-la no seu conjunto. [...] O que fica bem
comprovado [nos livros de] Homero: ele que viveu numa época bem
posterior à Guerra de Troia, não utilizou a designação [de helenos]
para o conjunto [dos gregos]. [...] Não utilizou, também, a expressão
“bárbaros” porque, na minha opinião, os gregos não se encontravam
ainda reunidos [...] sob um único nome que [lhes] permitisse
[diferenciar-se de outros povos]. De qualquer forma, aqueles que
receberam [mais tarde] o nome de Helenos [...] nada fizeram
conjuntamente antes da Guerra de Troia. [...] Essa expedição mesma os
reuniu apenas num momento, naquele em que a navegação marítima
encontrava-se mais desenvolvida.
Ao analisar a Grécia Antiga, Tucídides evidencia a
A) unidade cultural vivenciada pelos povos helenos.
B) aversão grega em relação aos povos estrangeiros.
C) autonomia política das comunidades da Grécia.
D) natureza anticívica das guerras para os helenos.
E) interdependência comercial dos povos gregos.
GRANDES
FINAL DA IDADE MÉDIA
EXPANSÃO MARÍTIMA EURÓPÉIA
- AS GRANDES NAVEGAÇÕES TORNAM-SE A “SOLUÇÃO” PARA A CRISE COMERCIAL E DEMOGRÁFICA QUE A EUROPA ENFRENTAVA DESDE O SÉCULO XIV (PESTE NEGRTA, GUERRAS, FOME, REVOLTAS...).
- ANTES DE MAIS NADA, FOI UMA EXPANSÃO MATERIAL E CULTURAL DOS EUROPEUS...
- A BUSCA DE RIQUEZAS (METAIS PRECISOS, ESPECIARIAS, TECIDOS FINOS...) FOI UM
EMPUXO PARA ENCORAJAR OS EUROPEUS A SAIR PELO “MAR OCEANO”.
- CLERO, NOBREZA, BURGUESIA E ESTADO: TODOS INTERESSADOS NAS CONQUISTAS TERRITORIAIS...
GRANDES NAVEGAÇÕES
EXPANSÃO MARÍTIMO COMERCIAL
SOLUÇÃO PARA A
CRISE EUROPÉIA
TERRITORIAL
COMERCIAL
MATERIAL
CULTURAL
ATRAVÉS DOS
OCEANOS
ATLÂNTICO, E
ÍNDICO
VISANDO O
LUCRO E O
FORTALECER A
BURGUESIA
EXPANSÃO MARÍTIMO EURÓPÉIA
INTERESSES ENVOLVIDOS (“FATORES”):
• ENCONTRAR: “VIA ALTERNATIVA” PARA O ORIENTE. • BUSCA DE RIQUEZAS: ESPECIARIAS, OURO, PRATA... • EXPANDIR OS DOMÍNIOS EUROPEUS.
• AMPLIAR OS PODERES DOS ESTADOS (REIS). • CONVERSÃO/CATEQUESE DOS NATIVOS.
• COMBATER OS MUÇULMANOS.
• HISTORIAS/RELATOS DAS RIQUEZAS ORIENTAIS.
https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/rota-valiosa-especiarias-somam-us-26-milhoes-por-ano-as-exportacoes-baianas/
EXPANSÃO MARÍTIMA EURÓPÉIA
FATORES DECISIVOS:
• CENTRALIZAÇÃO DO PODER (ESTADOS = REIS). • “PATROCÍNIO”: ESTADO (REI) + BURGUESIA. • APRIMORAMENTO DAS ARTE MARÍTIMA. • NOVOS INSTRUMENTOS + TÉCNICAS...
• ENSINAMENTOS DE ÁRABES E ITALIANOS...
• “DESVIAR” DO MONOPÓLIO COMERCIAL ITALIANO... • TOMADA DE CONSTANTINOPLA PELOS TURCOS...
http://www.historialivre.com/moderna/port_brasil.htm
http://paduacampos.com.br/2012/2016/04/22/charge-em-clima-de-impeachment/
CABRAL PASSA PELO “BRASIL”
Charge de Laerte
CONSEQUÊNCIAS DAS GRANDES NAVEGAÇÕES
- EXPANSÃO DO HORIZONTE GEOGRÁFICO: “TERRA É GRANDE”. - EIXO ECONÔMICO: MEDITERRÂNEO > OCEANO ATLÂNTICO. - RUÍNA DAS CIDADES ITALIANAS + DECLÍNIO ÁRABE.
- EUROPEIZAÇÃO DO MUNDO (EUROCENTRISMO). - EXPANSÃO DO CRISTIANISMO...
- CONSOLIDAÇÃO DOS ESTADOS EUROPEUS. - AFLUXO DE RIQUEZAS PARA A EUROPA.
CONSEQUÊNCIAS DAS GRANDES NAVEGAÇÕES
- DOMÍNIO E EXPLORAÇÃO DE POVOS NATIVOS.
- TRABALHO COMPULSÓRIO + ESCRAVIDÃO MODERNA (ÉTNICA). - ACUMULO DE CAPITAIS NA EUROPA.
- DESENVOLVIMENTO TÉCNICO/CIENTÍFICO (EUROPA). - DIVERSIFICAÇÃO: CONSUMOS, COSTUMES, DOENÇAS. - É A PRIMEIRA GLOBALIZAÇÃO.
- DISPUTAS ENTRE AS POTENCIAS EUROPÉIAS.
O “Theatrum Orbis Terrarum ("Teatro do Globo Terrestre") de Abraham Ortelius , publicado em 1570 em Antuérpia (HOL)
3. (ENEM) O processamento da mandioca era uma atividade já realizada pelos nativos que viviam no Brasil antes da chegada de portugueses e africanos. Entretanto, ao longo do processo de colonização portuguesa, a produção de farinha foi aperfeiçoada e ampliada, tornando-se lugar-comum em todo o território da colônia portuguesa na América. Com a consolidação do comércio atlântico em suas diferentes conexões, a farinha atravessou os mares e chegou aos mercados africanos.
BEZERRA, N. R. Escravidão, farinha e tráfico atlântico: um novo olhar sobre as relações entre o Rio de Janeiro e Benguela (1790-1830). Disponível em: www.bn.br. Acesso em: 20 ago. 2014 (adaptado).
Considerando a formação do espaço atlântico, esse produto exemplifica historicamente a
a) difusão de hábitos alimentares. b) disseminação de rituais festivos. c) ampliação dos saberes autóctones. d) apropriação de costumes guerreiros. e) diversificação de oferendas religiosas.
BAIXA IDADE MÉDIA
CONSEQUÊNCIAS DAS CRUZADAS:
- REABERTURA DO COMÉRCIO MEDITERRÂNEO. - EXPLENDOR DAS CIDADES ITALIANAS.
- REATIVAÇÃO DO COMÉRCIO ORIENTE-OCIDENTE. - ESTÍMULO AO COMÉRCIO NA EUROPA.
- RUÍNA DE MUITOS NOBRES. - FORTALECIMENTO DOS REIS.
- CONTATO COM PRODUTOS ORIENTAIS.
CRUZADAS: CONSEQUÊNCIAS
CONTEXTO/CONTRIBUINTES:
- AUMENTO PRODUTIVO NOS FEUDOS. - REABERTURA DO MEDITERRÂNEO. - PRODUÇÃO DO CAMPO = CIDADES.
➢ SINAIS DESSE “RENASCIMENTO” COMERCIAL. - COMÉRCIO AQUECIDO: FEIRAS & MERCADOS. - USO MAIOR DE MOEDAS.
- RELAÇÕES BANCÁRIAS/MONETÁRIAS.
- CLASSE SOCIAL MERCANTIL: BURGUESIA.
RENASCIMENTO URBANO
ONDE “RENASCIAM” AS CIDADES?
- LOCAIS DE PEREGRINAÇÃO = FLUXO DE FIÉIS. - PORTOS, CRUZAMENTO DE ESTRADAS.
- PRÓXIMO: IGREJAS, ABADIAS, CASTELOS... ➢ CASTELO FEUDAL: FORTALEZA (BURGO). - BURGO CRESCENDO = FORISBURGO.
OBS.: MOVIMENTO COMUNAL (DOS CITADINOS). - DEFESA/LUTA: AUTONOMIA DAS CIDADES.
- CARTAS DE FRANQUIA: BURGOS, REPÚBLICAS, COMUNAS...OU ENTÃO...
RENASCIMENTO URBANO
FON TE D AS IMAGEN S: IN TE RN ETÓbidos, Portugal
RENASCIMENTO URBANO
Carcassone, no Sul da França
Dubrovnik, na Croácia
RENASCIMENTO URBANO
RENASCIMENTO URBANO
4. (ENEM) A cidade medieval é, antes de mais nada, uma sociedade da abundância, concentrada num pequeno espaço em meio a vastas regiões pouco povoadas. Em seguida, é um lugar de produção e de trocas, onde se articulam o artesanato e o comércio, sustentados por uma economia monetária. É também o centro de um sistema de valores particular, do qual emerge a prática laboriosa e criativa do trabalho, o gosto pelo negócio e pelo dinheiro, a inclinação para o luxo, o senso da beleza. É ainda um sistema de organização de um espaço fechado com muralhas, onde se penetra por portas e se caminha por ruas e praças e que é guarnecido por torres. LE GOFF, J.; SCHMITT, J.-C. Dicionário temático do Ocidente Medieval. Bauru: Edusc, 2006.
No texto, o espaço descrito se caracteriza pela associação entre a ampliação das atividades urbanas e a
a) emancipação do poder hegemônico da realeza. b) aceitação das práticas usurárias dos religiosos.
c) independência da produção alimentar dos campos. d) superação do ordenamento corporativo dos ofícios.