1 1 Institui o Código de Institui o Código de Edificações do Município de Edificações do Município de Marechal Deodoro e dá outras Marechal Deodoro e dá outras providencias.
providencias.
A CÂMARA MUNICIPAL DE MARECHAL DEODORO decreta e eu A CÂMARA MUNICIPAL DE MARECHAL DEODORO decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
sanciono a seguinte Lei:
CAPÍTULO I CAPÍTULO I Disposições Gerais Disposições Gerais
Art. 1º - Fica instituído o Código de Edificações do município de Art. 1º - Fica instituído o Código de Edificações do município de Marechal Deodoro.
Marechal Deodoro.
Art. 2º - Nenhuma edificação pode ser efetivada se não apresentar Art. 2º - Nenhuma edificação pode ser efetivada se não apresentar Projetos aprovado de Arquitetura, e demais projetos exigidos com o presente Projetos aprovado de Arquitetura, e demais projetos exigidos com o presente Código.
Código.
Art. 3º - Considera-se em condições de inicio de obra aquela Art. 3º - Considera-se em condições de inicio de obra aquela edificação que possua alvará de Construção ou de nivelamento e alinhamento, edificação que possua alvará de Construção ou de nivelamento e alinhamento, quando for o caso, ou ainda alvará especial.
quando for o caso, ou ainda alvará especial.
Art. 4º - incluem-se nas exigências especificadas nos artigos Art. 4º - incluem-se nas exigências especificadas nos artigos anteriores os casos de reforma, demolição e acréscimos.
anteriores os casos de reforma, demolição e acréscimos.
Art. 5º - Consideram-se válidas, para efeito do presente Código de Art. 5º - Consideram-se válidas, para efeito do presente Código de Edificações, todas as determinações contidas na Lei Municipal nº. 919/2006 no Edificações, todas as determinações contidas na Lei Municipal nº. 919/2006 no Plano Diretor Municipal de Marechal Deodoro e no código de Posturas deste Plano Diretor Municipal de Marechal Deodoro e no código de Posturas deste Município, as Normas vigentes da Associação Brasileira de Normas técnicas assim Município, as Normas vigentes da Associação Brasileira de Normas técnicas assim como as disposições de concessionárias de serviços públicos e órgãos estaduais ou como as disposições de concessionárias de serviços públicos e órgãos estaduais ou federais em cujas diretrizes e construção de edificações tenha que se enquadrar. federais em cujas diretrizes e construção de edificações tenha que se enquadrar.
Art. 6º - Somente profissionais legalmente habilitados poderão Art. 6º - Somente profissionais legalmente habilitados poderão projetar, calcular e construir.
projetar, calcular e construir.
Art. 7º - São partes integrantes do Código de Edificações os Art. 7º - São partes integrantes do Código de Edificações os seguintes elementos anexos:
2 2 I – Exigências para Aprovação de projetos;
I – Exigências para Aprovação de projetos; II – Projetos necessários e obrigatórios; II – Projetos necessários e obrigatórios; III – Modelo
III – Modelo de consulta para requerer Alvará de Construção.de consulta para requerer Alvará de Construção. IV – Determinações para concessão de alvarás;
IV – Determinações para concessão de alvarás;
V – Condições das edificações residenciais – compartimentos privativos; V – Condições das edificações residenciais – compartimentos privativos; VI – Condições das edificações residenciais – partes comuns;
VI – Condições das edificações residenciais – partes comuns; VII -
VII - Condições das edificações comerciais;Condições das edificações comerciais; VIII -
VIII - Condições das edificações industriais;Condições das edificações industriais; IX -
IX - Condições das edificações hospitalares e congêneres;Condições das edificações hospitalares e congêneres; X - Condições das edificações escolares;
X - Condições das edificações escolares;
CAPÍTULO II CAPÍTULO II
Das condições para elaboração de Projetos, aprovação e concessão de Alvará Das condições para elaboração de Projetos, aprovação e concessão de Alvará para Construções.
para Construções.
Art.8º -
Art.8º - Para efeito de aprovação de Para efeito de aprovação de projetos a Prefeitura Municipalprojetos a Prefeitura Municipal adota o anexo I onde estão especificadas as exigências quanto os desenhos adota o anexo I onde estão especificadas as exigências quanto os desenhos memoriais e assinaturas de responsáveis em cada um dos documentos.
memoriais e assinaturas de responsáveis em cada um dos documentos.
Parágrafo Único – Além dos desenhos e memoriais exigidos no Parágrafo Único – Além dos desenhos e memoriais exigidos no anexo I, os interessados deverão apresentar no ato da entrada de projetos para anexo I, os interessados deverão apresentar no ato da entrada de projetos para aprovação, títulos de domínio pleno ou útil de posse, sob
aprovação, títulos de domínio pleno ou útil de posse, sob qualquer modalidade, doqualquer modalidade, do bem imóvel e as
bem imóvel e as certidões negativas de imposto municipais relativos ao imóvel.certidões negativas de imposto municipais relativos ao imóvel. Art.9º - Cabe ao Departamento de Engenharia da Prefeitura, exigir, Art.9º - Cabe ao Departamento de Engenharia da Prefeitura, exigir, além do previsto no anexo I, as informações que se fizeram necessárias para a além do previsto no anexo I, as informações que se fizeram necessárias para a demonstração da perfeita funcionalidade da edificação, para os fins a que se demonstração da perfeita funcionalidade da edificação, para os fins a que se destina.
destina.
Art.10º - De acordo com o tipo de edificação a prefeitura Municipal Art.10º - De acordo com o tipo de edificação a prefeitura Municipal exigirá projetos de conformidade com o Anexo II, onde os projetos são exigirá projetos de conformidade com o Anexo II, onde os projetos são classificados em obrigatórios e necessários.
classificados em obrigatórios e necessários.
§ 1º - Projetos obrigatórios são aqueles que, de acordo com o Anexo § 1º - Projetos obrigatórios são aqueles que, de acordo com o Anexo II, os proprietários não podem se eximir
II, os proprietários não podem se eximir de apresentar à Prefeitura.de apresentar à Prefeitura.
§ 2º - Projetos necessários são aqueles que se recomendam do ponto § 2º - Projetos necessários são aqueles que se recomendam do ponto de vista segurança e correção da obra a ser executada e que, a critério do de vista segurança e correção da obra a ser executada e que, a critério do Departamento de Engenharia encarregado da aprovação de projetos, podem ser Departamento de Engenharia encarregado da aprovação de projetos, podem ser exigidos a sua apresentação.
2 2 I – Exigências para Aprovação de projetos;
I – Exigências para Aprovação de projetos; II – Projetos necessários e obrigatórios; II – Projetos necessários e obrigatórios; III – Modelo
III – Modelo de consulta para requerer Alvará de Construção.de consulta para requerer Alvará de Construção. IV – Determinações para concessão de alvarás;
IV – Determinações para concessão de alvarás;
V – Condições das edificações residenciais – compartimentos privativos; V – Condições das edificações residenciais – compartimentos privativos; VI – Condições das edificações residenciais – partes comuns;
VI – Condições das edificações residenciais – partes comuns; VII -
VII - Condições das edificações comerciais;Condições das edificações comerciais; VIII -
VIII - Condições das edificações industriais;Condições das edificações industriais; IX -
IX - Condições das edificações hospitalares e congêneres;Condições das edificações hospitalares e congêneres; X - Condições das edificações escolares;
X - Condições das edificações escolares;
CAPÍTULO II CAPÍTULO II
Das condições para elaboração de Projetos, aprovação e concessão de Alvará Das condições para elaboração de Projetos, aprovação e concessão de Alvará para Construções.
para Construções.
Art.8º -
Art.8º - Para efeito de aprovação de Para efeito de aprovação de projetos a Prefeitura Municipalprojetos a Prefeitura Municipal adota o anexo I onde estão especificadas as exigências quanto os desenhos adota o anexo I onde estão especificadas as exigências quanto os desenhos memoriais e assinaturas de responsáveis em cada um dos documentos.
memoriais e assinaturas de responsáveis em cada um dos documentos.
Parágrafo Único – Além dos desenhos e memoriais exigidos no Parágrafo Único – Além dos desenhos e memoriais exigidos no anexo I, os interessados deverão apresentar no ato da entrada de projetos para anexo I, os interessados deverão apresentar no ato da entrada de projetos para aprovação, títulos de domínio pleno ou útil de posse, sob
aprovação, títulos de domínio pleno ou útil de posse, sob qualquer modalidade, doqualquer modalidade, do bem imóvel e as
bem imóvel e as certidões negativas de imposto municipais relativos ao imóvel.certidões negativas de imposto municipais relativos ao imóvel. Art.9º - Cabe ao Departamento de Engenharia da Prefeitura, exigir, Art.9º - Cabe ao Departamento de Engenharia da Prefeitura, exigir, além do previsto no anexo I, as informações que se fizeram necessárias para a além do previsto no anexo I, as informações que se fizeram necessárias para a demonstração da perfeita funcionalidade da edificação, para os fins a que se demonstração da perfeita funcionalidade da edificação, para os fins a que se destina.
destina.
Art.10º - De acordo com o tipo de edificação a prefeitura Municipal Art.10º - De acordo com o tipo de edificação a prefeitura Municipal exigirá projetos de conformidade com o Anexo II, onde os projetos são exigirá projetos de conformidade com o Anexo II, onde os projetos são classificados em obrigatórios e necessários.
classificados em obrigatórios e necessários.
§ 1º - Projetos obrigatórios são aqueles que, de acordo com o Anexo § 1º - Projetos obrigatórios são aqueles que, de acordo com o Anexo II, os proprietários não podem se eximir
II, os proprietários não podem se eximir de apresentar à Prefeitura.de apresentar à Prefeitura.
§ 2º - Projetos necessários são aqueles que se recomendam do ponto § 2º - Projetos necessários são aqueles que se recomendam do ponto de vista segurança e correção da obra a ser executada e que, a critério do de vista segurança e correção da obra a ser executada e que, a critério do Departamento de Engenharia encarregado da aprovação de projetos, podem ser Departamento de Engenharia encarregado da aprovação de projetos, podem ser exigidos a sua apresentação.
3 3 Art.11º - Cabe ao Departamento de Engenharia da Prefeitura Art.11º - Cabe ao Departamento de Engenharia da Prefeitura aprovar os projetos de
aprovar os projetos de edificaçõeedificações.s.
Art.12º - Para efeito de aprovação os projetos, memoriais e Art.12º - Para efeito de aprovação os projetos, memoriais e documentos exigidos devem ser apresentados sem rasuras.
documentos exigidos devem ser apresentados sem rasuras.
§ 1º - Poderão ser feitas correções nas peças gráficas que compõem § 1º - Poderão ser feitas correções nas peças gráficas que compõem os projetos, mediante a presença dos profissionais responsáveis pela elaboração os projetos, mediante a presença dos profissionais responsáveis pela elaboração dos mesmos ou pela retirada desses projetos da prefeitura pelos mesmos dos mesmos ou pela retirada desses projetos da prefeitura pelos mesmos profissionais.
profissionais.
§ 2º - As correções previstas no parágrafo anterior somente serão § 2º - As correções previstas no parágrafo anterior somente serão feitas quando autorizadas pelo Departamento de Engenharia da aprovação de feitas quando autorizadas pelo Departamento de Engenharia da aprovação de projetos, havendo necessidade de rubricar
projetos, havendo necessidade de rubricar as rasuras.as rasuras.
§ 3º - Serão comunicados aos interessados os casos em que o § 3º - Serão comunicados aos interessados os casos em que o número de correções nas peças gráficas dos projetos justifique a substituição por número de correções nas peças gráficas dos projetos justifique a substituição por desenhos sem rasuras. § 4º - A comunicação prevista no parágrafo anterior e, as desenhos sem rasuras. § 4º - A comunicação prevista no parágrafo anterior e, as exigências ficarão a critério do
exigências ficarão a critério do órgão encarregado da aprovação dos projetos.órgão encarregado da aprovação dos projetos.
Art. 13º - A aprovação de projetos deverá ocorrer no prazo máximo Art. 13º - A aprovação de projetos deverá ocorrer no prazo máximo de 30 (trinta) dias, contados da data de entrada do requerimento dos interessados de 30 (trinta) dias, contados da data de entrada do requerimento dos interessados na Prefeitura.
na Prefeitura.
§ 1º - Quando for necessário o comparecimento do interessado ao § 1º - Quando for necessário o comparecimento do interessado ao Departamento de Engenharia, o prazo de aprovação ficará acrescido do período Departamento de Engenharia, o prazo de aprovação ficará acrescido do período entre a expedição de convite e a do seu comparecimento, o qual não poderá entre a expedição de convite e a do seu comparecimento, o qual não poderá exceder de 5 (cinco) dias.
exceder de 5 (cinco) dias.
§ 2º - Quando se fizer necessária à retirada de projetos para efeitos § 2º - Quando se fizer necessária à retirada de projetos para efeitos de correção ou substituições de desenhos o prazo de aprovação ficará acrescido do de correção ou substituições de desenhos o prazo de aprovação ficará acrescido do período da data da notificação e a de devolução dos desenhos pelo interessado, período da data da notificação e a de devolução dos desenhos pelo interessado, não podendo o prazo para correções ou substituições de desenhos exceder de 15 não podendo o prazo para correções ou substituições de desenhos exceder de 15 dias.
dias.
§ 3º - O prazo de aprovação será dilatado dos dias que se fizerem § 3º - O prazo de aprovação será dilatado dos dias que se fizerem necessários para obtenção de eventuais vistos de outras esferas ou repartições necessários para obtenção de eventuais vistos de outras esferas ou repartições estranhas à
estranhas à Prefeitura.Prefeitura.
Art. 14 – Uma vez expirados os prazos de vigência dos alvarás Art. 14 – Uma vez expirados os prazos de vigência dos alvarás estabelecidos, e conseqüente cassação, a prefeitura considera sem efeito a estabelecidos, e conseqüente cassação, a prefeitura considera sem efeito a aprovação dos respectivos projetos;
4 Parágrafo Único – Se a construção não for concluída dentro do prazo, fixado nos alvarás, os interessados deverão requerer a prorrogação dos prazos. A prorrogação de prazos é automática para os casos de pintura e pequenas obras de acabamento, pelo prazo de três meses.
Art. 15 – os projetos de caráter público para obras de qualquer natureza deverão ser aprovados pela Prefeitura Municipal, de acordo com as disposições deste Código.
Art. 16 – As obras de qualquer natureza em próprios municipais ou junto aos mesmos, somente poderão ser executadas mediante parecer técnico do órgão competente da Prefeitura.
Art. 17 – Serão permitidas reformas ou reconstruções parciais, se forem apenas para melhorar as condições de higiene, comodidade e seguranças ou ainda para melhorar a capacidade de utilização.
Art. 18 – Nas edificações sujeitas a obedecerem a novos alinhamentos, por alargamentos de logradouros ou recuos regulamentares, as reformas ou reconstruções parciais não deverão atingir as partes a serem eventualmente cortadas nem ter área superior a 20% (vinte por centro) da edificação.
Art. 19 – As demolições de muros fechamento até 3 metros da altura, independem da licença;
Art. 20 – A demolição de edificações com mais de uma pavimentação bem como das que estejam no alinhamento do logradouro ou sobre as diversas dos lotes, deverão estar sob a responsabilidade do profissional habilitado.
Art. 21 – Um projeto poderá ser modificado, mesmo durante a execução das obras, quanto ao seu destino ou demais detalhes, desde que aprovado pela Prefeitura.
Parágrafo Único – Quando for o caso, a Prefeitura solicitará ao interessado os necessários vistos junto aos órgãos públicos e entidades competentes, ou concessionárias, solicitando, também os demais projetos complementares julgados necessários.
5 Art. 22 – A Prefeitura manterá um cadastro dos profissionais habilitados, firmas e profissionais licenciados, de acordo com a 1ª legislação pertinente.
CAPÍTULO III Das Edificações
SEÇÃO I Disposições Gerais
Art. 23 – Na elaboração de projetos e execução de fundações devem ser atendidas as prescrições das Normas para Projetos e Execução de Fundações da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos, oficialmente estabelecidas pela ABNT.
Parágrafo Único – Qualquer que seja o seu tipo, as fundações, devem ser executadas de forma a não prejudicar as edificações vizinhas, ficando totalmente situadas dentro dos limites do lote.
Art. 24 – Seja qual for a estrutura da edificação, o projeto, estrutural e sua execução devem observar rigorosamente as prescrições, normalizadas pela ABNT.
§ 1º - As edificações que tiverem mais de dois pavimentos e as destinadas a fins industriais, recreativas e especiais devem ter estrutura de concreto, ou metálica ou outra equivalente a critério do órgão competente.
§ 2º - Todas as edificações com estrutura de concreto devem ter projetos arquivados no Departamento de Engenharia.
Art. 25 – Nas coberturas, seja qual for a sua estrutura, o projeto deverá observar as prescrições normalizadas pela ABNT.
Parágrafo Único – Qualquer que seja tipo de cobertura, o escoamento de águas pluviais devem se dar exclusivamente para o interior do lote.
Art. 26 – As instalações de água, esgoto. Elétricas, para telefone, gás de recepção de correspondência a proteção contra incêndios, deverão seguir as normas da ABNT, em vigor na ocasião da aprovação do projeto.
6 § 1º - Qualquer edificação deve contar com pelo menos um reservatório de água.
§ 2º - Todas as edificações deverão possuir tubulação para telefones.
Art. 27 – Somente as instalações sanitárias ligadas à fossa séptica ou rede poderão fazer parte da edificação principal, caso contrário, deverá ser exterior a edificação.
Parágrafo Único – No caso de instalações sanitárias interiores à edificação, estas não poderão comunicar-se diretamente com cozinhas, despensas e salas de refeições.
Art. 28 – Nos edifícios construídos no alinhamento do logradouro, nenhuma saliência será permitida na fachada do pavimento térreo.
Parágrafo Único – Acima do pavimento térreo, qualquer saliência, não poderá ser superior a 0,30m (trinta centímetro) em relação ao plano vertical que passa pelo referido alinhamento.
Art. 29 – Todo e qualquer beiral existente nas edificações não poderão avançar sobre os recuos estabelecidos na Lei do Plano Diretor Físico, além de 1/3 (um terço) da dimensão do recuo respectivo;
Parágrafo Único – Em edificações situadas no alinhamento do 1º logradouro, as edificações não poderão apresentar beirais com largura superior a 0,50m (cinqüenta centímetros).
Art. 30 – Nos edifícios construídos em lotes onde é obrigatório o recuo frontal, serão permitidos balanços acima do pavimento térreo de forma a avançar no máximo 1,20 (um metro e vinte centímetros), além do limite estabelecido pelo recuo. O avanço em questão não poderá ultrapassar 25% (vinte e cinco por cento) do total da largura do prédio, podendo alcançar até 1,50 (um metro e cinqüenta centímetros), quando se tratar de varanda aberta.
Art. 31 – As edificações poderão ser dotadas de marquises obedecendo a ás seguintes condições.
7 7 II – Deverão ter balanço máximo de 3,00m (três metros), ficando II – Deverão ter balanço máximo de 3,00m (três metros), ficando sempre recuadas 0,50 (cinqüenta centímetros) do meio fio;
sempre recuadas 0,50 (cinqüenta centímetros) do meio fio;
III – A altura unificada será de 3,50 (três metros e cinqüenta III – A altura unificada será de 3,50 (três metros e cinqüenta centímetros);
centímetros);
IV – Deverão permitir escoamento de água pluvial, exclusivamente IV – Deverão permitir escoamento de água pluvial, exclusivamente para dentro dos limites do edifício ou do lote.
para dentro dos limites do edifício ou do lote.
Art. 32 – Os pisos assentados diretamente sobre o solo deverão ter Art. 32 – Os pisos assentados diretamente sobre o solo deverão ter por base camada impermeabilidade de concreto com espessura mínima de 0,80m por base camada impermeabilidade de concreto com espessura mínima de 0,80m (oito
(oito centímetros)centímetros)..
Parágrafo Único – Ficam isentas de obediência a este artigo as Parágrafo Único – Ficam isentas de obediência a este artigo as edificações em taipa.
edificações em taipa. Art. 33 –
Art. 33 – As paredes externas das edificações serem impermeáveis.As paredes externas das edificações serem impermeáveis. Parágrafo Único – As paredes comuns a duas unidades Parágrafo Único – As paredes comuns a duas unidades independentes deverão proporcionar isolamento térmico e acústico, a critério do independentes deverão proporcionar isolamento térmico e acústico, a critério do órgão competente.
órgão competente.
Art. 34 – Os elevadores e escadas rolantes deverão obedecer às Art. 34 – Os elevadores e escadas rolantes deverão obedecer às normas da ABNT, em vigor na ocasião ou utilização.
normas da ABNT, em vigor na ocasião ou utilização.
Parágrafo Único – os elevadores ou escadas rolantes não poderão Parágrafo Único – os elevadores ou escadas rolantes não poderão ser o único meio de acesso aos pavimentos superiores e subsolos, devendo todas os ser o único meio de acesso aos pavimentos superiores e subsolos, devendo todas os pisos serem interligados por escadas ou
pisos serem interligados por escadas ou rampas.rampas.
Art. 35 – As escadas e rampas devem ser construídas em material Art. 35 – As escadas e rampas devem ser construídas em material incombustível.
incombustível.
§ 1 º - Os degraus das escadas terão dimensão constante de pisos e § 1 º - Os degraus das escadas terão dimensão constante de pisos e espelhos de acordo com as seguintes especificações:
espelhos de acordo com as seguintes especificações: a)
a) Largura mínima de piso Largura mínima de piso de 0,25m(vinte e de 0,25m(vinte e cinco centímetros);cinco centímetros); b)
b) Altura máxima de espelho de 0,18m(dezoito centímetros);Altura máxima de espelho de 0,18m(dezoito centímetros); c)
c) A cada 19 degraus será intercalado patamar com comprimentoA cada 19 degraus será intercalado patamar com comprimento mínimo igual à largura da escada,
mínimo igual à largura da escada,
§ 2 º - Os degraus das escadas em leque terão largura mínima de § 2 º - Os degraus das escadas em leque terão largura mínima de piso de 0.80m (oito centímetros), sendo que a 0.50m (cinqüenta centímetros), do piso de 0.80m (oito centímetros), sendo que a 0.50m (cinqüenta centímetros), do bordo interno, deverão apresentar largura mínima de 0.25m (vinte e cinco bordo interno, deverão apresentar largura mínima de 0.25m (vinte e cinco centímetros).
8 8 § 3º - As escadas ou rampas circulares social terão raio mínimo de § 3º - As escadas ou rampas circulares social terão raio mínimo de 0,90m (noventa centímetros) em relação a seu eixo.
0,90m (noventa centímetros) em relação a seu eixo.
§ 4º - As rampas terão declividade máxima de 12ª. § 4º - As rampas terão declividade máxima de 12ª.
§ 5º - As escadas e rampas terão proteção lateral de acordo com § 5º - As escadas e rampas terão proteção lateral de acordo com especificações do órgão competente.
especificações do órgão competente.
Art. 36 – Todos os edifícios de 2 (dois) ou mais pavimentos e/ ou Art. 36 – Todos os edifícios de 2 (dois) ou mais pavimentos e/ ou área construída igual ou maior de
área construída igual ou maior de 750 m² a 750 m² a serem construídos, reconstruídoserem construídos, reconstruídos, serãos, serão dotados de instalações contra incêndio.
dotados de instalações contra incêndio.
§ 1º - Essa edifícios serão dotados de um reservatório de § 1º - Essa edifícios serão dotados de um reservatório de capacidade de 20.000 litros, pelo menos, localizado no último pavimento, caso não capacidade de 20.000 litros, pelo menos, localizado no último pavimento, caso não venha a ser exigida maior capacidade em conseqüência de outras disposições este venha a ser exigida maior capacidade em conseqüência de outras disposições este código ou de exigência do Corpo de Bombeiros e
código ou de exigência do Corpo de Bombeiros e de outro reservatório subterrâneode outro reservatório subterrâneo de capacidade igual a 2 (duas) vezes, pelo menos, a capacidade do reservatório de capacidade igual a 2 (duas) vezes, pelo menos, a capacidade do reservatório elevado.
elevado.
§ 2 º - O reservatório elevado será alimentado pelo reservatório § 2 º - O reservatório elevado será alimentado pelo reservatório subterrâneo por meio de bomba elétrica de funcionamento automático e terá uma subterrâneo por meio de bomba elétrica de funcionamento automático e terá uma reserva de incêndio de 5.000 litros
reserva de incêndio de 5.000 litros para o corpo de Bombeiros.para o corpo de Bombeiros.
§ 3º - O reservatório de que trata o parágrafo anterior, deverá ser § 3º - O reservatório de que trata o parágrafo anterior, deverá ser construído de forma a que cesse o consumo normal, ao ser atingido o nível construído de forma a que cesse o consumo normal, ao ser atingido o nível calculado de reserva de incêndio.
calculado de reserva de incêndio.
§ 4º - Os prédios de Apartamentos exclusivamente residencial, até § 4º - Os prédios de Apartamentos exclusivamente residencial, até 3 (três) pavimentos poderão ter as instalações de que tratam os artigos desta seção, 3 (três) pavimentos poderão ter as instalações de que tratam os artigos desta seção, substituídos por outros meios de prevenção contra incêndios, a juízo do Corpo de substituídos por outros meios de prevenção contra incêndios, a juízo do Corpo de Bombeiros.
Bombeiros.
Art. 37 – Deverão observar ainda as especificações do Corpo de Art. 37 – Deverão observar ainda as especificações do Corpo de Bombeiros quaisquer edifícios destinados às
Bombeiros quaisquer edifícios destinados às seguintes atividades.seguintes atividades.
I – Fabricação de explosivos, inflamáveis ou combustível coma I – Fabricação de explosivos, inflamáveis ou combustível coma temperatura de combustão espontânea (ignição) inferior a 500º C, ou em que se temperatura de combustão espontânea (ignição) inferior a 500º C, ou em que se utilizam esses materiais na fabricação ou
utilizam esses materiais na fabricação ou processo industrial,processo industrial,
II – Comércio ou armazenamento de explosivos, inflamáveis ou II – Comércio ou armazenamento de explosivos, inflamáveis ou combustíveis com temperatura de combustão espontânea (ignição) inferior a 500º combustíveis com temperatura de combustão espontânea (ignição) inferior a 500º C;
C;
III – Garagens coletivas, oficinas em geral, dando que a área III – Garagens coletivas, oficinas em geral, dando que a área construída seja superior a 200 m²;
construída seja superior a 200 m²; VI – Postos de
9 9 V – Prédios de reunião pública, tais como cinemas, teatros, salões V – Prédios de reunião pública, tais como cinemas, teatros, salões de bailes, auditórios e outros de ocupação semelhantes para mais de 100 (cem) de bailes, auditórios e outros de ocupação semelhantes para mais de 100 (cem) pessoas.
pessoas.
Art. 38 – Deverá obrigatoriamente ser servido de elevador toda Art. 38 – Deverá obrigatoriamente ser servido de elevador toda edificação com mais de
edificação com mais de quatro pavimentos inclusive o térreo.quatro pavimentos inclusive o térreo.
§ 1º - O plano de acesso da Edificação é considerado como origem § 1º - O plano de acesso da Edificação é considerado como origem para a contagem do número de pavimentos a que se refere o presente artigo para a contagem do número de pavimentos a que se refere o presente artigo havendo girau, o mesmo será contado como pavimento.
havendo girau, o mesmo será contado como pavimento.
§ 2º - As edificações residenciais deverão contar com dois § 2º - As edificações residenciais deverão contar com dois elevadores, sendo um para uso de serviço.
elevadores, sendo um para uso de serviço.
§ 3º - Quando a edificação tiver mais de 8 (oito) pavimentos, será § 3º - Quando a edificação tiver mais de 8 (oito) pavimentos, será obrigatório a instalação de dois elevadores, no mínimo.
obrigatório a instalação de dois elevadores, no mínimo.
§ 4º - Todas as unidades independentes de uma mesma edificação § 4º - Todas as unidades independentes de uma mesma edificação deverão ter acesso aos
deverão ter acesso aos elevadores.elevadores.
§ 5º - No caso de elevadores de portas fronteiras a distância § 5º - No caso de elevadores de portas fronteiras a distância mínima livre entre as portas será de 3,00m (três metros).
mínima livre entre as portas será de 3,00m (três metros).
Art. 39 – Nas edificações que, por projeção dos pavimentos Art. 39 – Nas edificações que, por projeção dos pavimentos superiores tiverem passeios cobertos formado galerias, estas deverão obedecer às superiores tiverem passeios cobertos formado galerias, estas deverão obedecer às seguintes condições:
seguintes condições:
I – Largura mínima de 5.00m (cinco metros); I – Largura mínima de 5.00m (cinco metros); II – Pé direito mínimo de 5,00 (cinco metros); II – Pé direito mínimo de 5,00 (cinco metros);
Art. 40 – Todas as edificações deverão possuir equipamento para Art. 40 – Todas as edificações deverão possuir equipamento para gás liquefeito de Petróleo, de acordo com as normas para instalações prediais de gás liquefeito de Petróleo, de acordo com as normas para instalações prediais de gás combustível do C.N.P. do Ministério de Minas e Energia excetuando-se as gás combustível do C.N.P. do Ministério de Minas e Energia excetuando-se as constituídas de um só aparelho de consumo.
constituídas de um só aparelho de consumo.
§ 1º - Os tubos de queda deverão desembocar, obrigatoriamente, § 1º - Os tubos de queda deverão desembocar, obrigatoriamente, em um recinto fechado com pé direito mínimo de 2,20 m (dois metros e vinte em um recinto fechado com pé direito mínimo de 2,20 m (dois metros e vinte centímetros).
centímetros).
Art. 41 – No plano de acesso das edificações com mais de 04 Art. 41 – No plano de acesso das edificações com mais de 04 (quatro) pavimentos, inclusive o térreo, as circulações de serviços e social deverão (quatro) pavimentos, inclusive o térreo, as circulações de serviços e social deverão ser
10 Art. 42 – Em qualquer edificação o teto da garagem será de material incombustível quando houver pavimento superposto á garagem.
SEÇÃO II
Das condições de Iluminação e ventilação
Art. 43 – As abertura de iluminação e ventilações deverão comunicar-se diretamente com o logradouro público ou com área livre dentro do lote.
Art. 44 – Os vãos dos dormitórios deverão permitir escurecimentos dos mesmos.
Art. 45 – Nas aberturas de iluminação a distância entre a parte inferior das vergas e o forro não poderá ser superior a 1/8 (um oitavo) do pé direito.
Art. 46 – no mínimo a metade da área das aberturas de iluminação deverá servir para ventilação.
Art. 47 – Não poderão existir aberturas em paredes levantadas sobre as divisas do lote com os lotes contíguos, bem a menor de 1,50 m (um metro e cinqüenta centímetros) das divisas.
Art. 48 – Para os efeitos deste código os compartimentos serão classificados em:
I – Compartimentos de permanência prolongada (diurno ou noturno);
II – Compartimento de utilização transitória; III - Compartimentos de utilização especial
§ 1º - são considerados compartimentos de permanência prolongada: 1- Bibliotecas; 2- Consultórios; 3- Dormitórios; 4- Estúdios; 5- Escritórios; 6- Gabinetes de trabalho; 7- Lojas e Sobrelojas;
11 8- Quartos;
9- Refeitórios; 10- Sala de Estar;
11- Salões para fins comerciais ou industriais diversos; 12- Ginásios e outros com destinos semelhantes
§ 2º - São considerados compartimentos de utilização transitória; 1 – Banheiros; 2 - Copas; 3 – Cozinhas; 4 – Corredores; 5 – Caixas de escada; 6 - Depósitos; 7 – despensas; 8 – Gabinetes sanitários; 9 – Garagens particulares; 10 – Hall; 11 – Sala de espera;
12 – Vestíbulos e outros de destino semelhante.
§ 3º - São considerados compartimentos de utilização especial, aqueles que pela sua finalidade específica, dispensem abertura o vão para o exterior, tais como;
1 – Adegas; 2 – Armários; 3 – Câmaras Fortes; 4 – Caixas Fortes; 5 – Cavas; 6 – Frigoríficos;
12 POÇOS CENTRAIS DE VENTILAÇÃO – Edifício Comercial
Dimensões Mínimas das secções dos Prismas ao nível do ultimo pavimento
NÚMEROS DE
PAVIMENTOS Prisma de Iluminação e
Ventilação M X M = M² Prisma de Ventilação M X M– M² Até 4 pavimentos 3,00 x 3,00 = 9 m² 1,50 x 3,00 = 4,50 m² Até 5 pavimentos 3,80 x 3,80 = 14,44 m² 1,90 x 3,80 = 7,00 m² Até 6 pavimentos 4,60 x 4,60 = 21,16 m² 2,30 x 4,60 = 10,58 m² Até 7 Pavimentos 5,40 x 5,40 = 29,16 m² 2,70 x 5,40 = 14,58 m² Até 8 pavimentos 6,20 x 6,20 = 38,44 m² 3,10 x 6,20 = 19,22 m² Até 9 pavimentos 7,00 x 7,00 = 49,00 m² 3,50 x 7,00 = 24,50 m² Até 10 pavimentos 7,80 x 7,80 = 60,84 m² 3,90 x 7,80 = 30,42 m² Até 11 pavimentos 8,60 x 8,60 = 73,96 m² 4,30 x 8,60 = 36,98 m² Até 12 pavimentos 9,40 x 9,40 = 88,36 m² 4,70 x 9,40 = 44,18 m² Acima de 12 pav. * *
* Os prismas de iluminação e ventilação acima de 12º (décimo segundo) pavimentos, terão as dimensões da secção horizontal aumentada, respectivamente em 0,80 m e 0,80 m por pavimento acrescido; nos prismas de ventilação o aumento será de 0,40 m e 0,80 m para cada pavimento acrescido.
13 POÇOS CENTRAIS DE VENTILAÇÃO – Edifício Comercial
EDIFÍCIO COMERCIAL
Dimensões Mínimas das secções dos Prismas ao nível do ultimo pavimento
NÚMEROS DE
PAVIMENTOS Prisma de Iluminação e Ventilação M X M = M² Prisma de Ventilação M X M – M² Até 4 pavimentos 1,50 x 3, 00 = 4,50 m² 1, 50 x 1, 50 = 2,25 m² Até 5 pavimentos 1,90 x 3, 80 = 7,00 m² 1,90 x 1,90 = 3,61 m² Até 6 pavimentos 2,30 x 4, 60 = 10,58 m² 2,30 x 2,30 = 5,29 m² Até 7 Pavimentos 2,70 x 5, 40 = 14,58 m² 2,70 x 2,70 = 7,29 m² Até 8 pavimentos 3,10 x 6, 20 = 19,22 m² 3,10 x 3,10 = 9,61 m² Até 9 pavimentos 3, 50 x 7, 00 = 24, 50 m2 3,50 x 3,50 = 12,25 m² Até 10 pavimentos 3, 90 x 7, 80 = 30 ,45 m2 3,90 x 3,90 = 15,21 m² Até 11 pavimentos 4,30 x 8, 60 = 36, 98 m² 4,30 x 4,30 = 18,49 m² Até 12 pavimentos 4,70 x 9,40 = 44,18 m² 4,70 x 4,70 = 22,09 m² Acima de 12 pav. * *
Os prismas de iluminação e ventilação acima do 12º (décimo segundo) pavimentos, terão as dimensões da secção horizontal aumentadas, respectivamente em 0,40 m e 4 0,80m, por pavimento acrescido; nos prisma de ventilação o aumento será de 0,40 m para cada dimensão da secção horizontal, para cada pavimento acrescido.
OBS: Os poços de ventilação lateral de preferência deverão ficar situados ao lado dos poços de ventilação do prédio vizinho, quando estes existir
POÇOS CENTRAIS DE VENTILAÇÃO E ILUMINAÇÃO EDIFÍCIO RESIDENCIAL
Dimensões Mínimas das secções horizontais dos Prismas ao nível do ultimo pavimento
NÚMEROS DE
PAVIMENTOS Prisma de Iluminação e
Ventilação M X M = M² Prisma de Ventilação M X M– M² Até 4 pavimentos 3,00 x 6,00 = 18,00 m² 3,00 x 3,00 = 9,00 m² Até 5 pavimentos 3,80 x 6,80 = 25,84 m² 3,80 x 3,80 = 14,44 m² Até 6 pavimentos 4,60 x7,60 = 34,96 m² 4,60 x 4,60 = 21,16 m² Até 7 Pavimentos 5,40 x 8,40 = 45,36 m² 5,40 x 5,40 = 29,10 m² Até 8 pavimentos 6,20 x 9,20 = 57,04 m² 6,20 x 6,20 = 38,44 m² Até 9 pavimentos 7,00 x 10,00 = 70,00 m² 7,00 x 7,00 = 49,00 m² Até 10 pavimentos 7,80 x 10,80 = 84,24m² 7,80 x 7,80 = 60,84 m² Até 11 pavimentos 8,60 x 11,60 = 99,76 m² 8,60 x 8,60 = 73,96 m² Até 12 pavimentos 9,40 x 12,40 = 116,56m² 9,40 x 9,40 = 88,36 m² Acima de 12 pav. * *
* Os prismas de iluminação e ventilação acima do 12º (décimo segundo) pavimento terão as dimensões da secção horizontal aumentadas, respectivamente 0,80 m e 0,80 m, por pavimento acrescido; nos prismas de ventilação o aumento será de 0,80 m e 0,80m para cada dimensão da secção horizontal, para cada pavimento acrescido.
POÇOS LATERAIS DE VENTILAÇÃO EDIFÍCIO RESIDENCIAL
Dimensões Mínimas das secções dos Prismas ao nível do ultimo pavimento
NÚMEROS DE
PAVIMENTOS Prisma de Iluminação e
Ventilação M X M = M² Prisma de Ventilação M X M– M² Até 4 pavimentos 3,00 x 3,00 = 9,00 m² 1,50 x 3, 00 = 4,50 m² Até 5 pavimentos 3,80 x 3,80 = 14,44 m² 1,90 x 3, 80 = 7,00 m² Até 6 pavimentos 4,60 x 4,60 = 21,16 m² 2,30 x 4, 60 = 10,58 m² Até 7 Pavimentos 5,40 x 5,40 = 29,10 m² 2,70 x 5, 40 = 14,58 m² Até 8 pavimentos 6,20 x 6,20 = 38,44 m² 3,10 x 6, 20 = 19,22 m² Até 9 pavimentos 7,00 x 7,00 = 49,00 m² 3, 50 x 7, 00 = 24, 50 m2 Até 10 pavimentos 7,80 x 7,80 = 60,84 m² 3, 90 x 7, 80 = 30 ,45 m2 Até 11 pavimentos 8,60 x 8,60 = 73,96 m² 4,30 x 8, 60 = 36, 98 m² Até 12 pavimentos 9,40 x 9,40 = 88,36 m² 4,70 x 9,40 = 44,18 m² Acima de 12 pav. * *
* Os prismas de iluminação e ventilação do 12º (décimo segundo) pavimento terão as dimensões da secção horizontal aumentadas, respectivamente em 0,80 e 0,80m, por pavimento acrescido; nos prismas de ventilação o aumento será de 0,40 m e 0, 80 para cada dimensão da secção horizontal, para cada pavimento crescido.
Art. 49 – nos vestíbulos, sanitários, despensas, lavanderias, sótãos, porões, corredores e “halls”, será permitidas a iluminação zenital, obedecidos os níveis de aclaramento fixados pela ABNT, a ventilação zenital, bem como a ventilação por meio de dutos horizontais e chaminés ligados diretamente ao exterior.
§ 1º - Nos demais compartimentos serão tolerados iluminação de ventilação zenital quando, a mesma concorrer com até 50% (cinqüenta por cento) da iluminação e ventilação requeridas, cuja complementação deverá ser feita por meio de aberturas diretas para o exterior, no plano vertical.
§ 2º - Onde for permitida ventilação por meio de dutos horizontais ou chaminés de ventilação ligadas diretamente ao exterior, deverá ser obedecidas as seguintes condições:
A) – As chaminés deverão ser visitadas na base, permitindo as inscrições de um circulo de 0,50m (cinqüenta centímetro) de diâmetro e tendo revestimento interno liso;
B) Os dutos horizontais terão a altura mínima livre de 0,20 (vinte centímetros), não ultrapassando um comprimento máximo de 6,00 m (seis metros), exceto no caso de serem abertos nas duas extremidades quando não haverá limitação para seu comprimento.
§ 3º - Poços de ventilação e iluminação (ver tabelas).
§ 4º - Os dutos horizontais terão ainda, proteção na fase exterior, de modo a evitar penetração de águas pluviais, insetos pequenos animais.
§ 5º - Nas edificações escolares e hospitalares ou congêneres, os sanitários terão a iluminação e ventilação natural.
Art. 50 – Nenhuma abertura será considerada como iluminando e ventilando partes de compartimento que dela ficarem à distancia de mais de 3 vezes o pé direito respectivo.
§ 1 º - Se uma abertura der para a área fechada em todo o perímetro a distancia a que se refere o presente artigo ficará reduzida a metade.
§ 2 º - No caso de compartimento cujas aberturas derem para as áreas cobertas, a distancia que se refere o presente artigo será, no máximo, igual a largura das áreas.
Art. 51º - Quando a iluminação de um compartimento se verificar unicamente por uma de suas faces, a cada profundidade equivalente a um pé direito deverá corresponder vão aberto de um 1/3 (um terço), no mínimo, na área da face iluminante.
Art. 52º - Os vãos de portas deverão apresentar as seguintes dimensões mínimas:
I – 2,10m (dois metros e dez centímetros) de alturas;
II – 0,90m (noventa centímetros) de largura quando forem de entrada principal de edificações unifamiliares;
III – 1,10 ( hum metro e dez centímetros) de largura quando forem de entrada principal de edificações multifamiliares;
IV – 0,70m (setenta centímetros) de largura quando forem de entrada de serviços;
V – 0,80m (oitenta centímetros) de largura quando forem de acesso a salas, cozinhas, dormitórios e gabinetes de trabalho;
VI – 0,60m (sessenta centímetros) de largura quando forem de acesso a banheiros e sanitários.
Parágrafo Único – Em qualquer caso as portas deverão permitir abertura mínima de 90º.
SECÇÃO III
Da Classificação das Edificações
Art. 53º - Para efeito de aplicações do presente código as edificações serão classificadas das seguintes formas:
I – Edificações residência;
II – Edificações não residenciais;
§ 1º - As edificações residenciais são subdivididas nas seguintes categorias:
A) Edificações unifamiliares, quando abrigam uma unidade residencial.
B) Edificações multifamiliares, quando abrigam mais unidade residencial
C) – Edificações coletivas, quando as atividades residenciais se desenvolvem em compartimentos de uso comum as exemplo de hotéis e azilos.
§ 2 º - As Edificações não residenciais são subdivididas nas seguintes categorias:
A) – Edificações mistas quando obrigarem unidades residenciais em conjunto com unidades não residenciais; B) Edificações comerciais quando abrigarem unidade
comerciais e – ou de prestação de serviços profissionais, incluindo restaurantes e congêneres;
C) Edificações industriais, incluindo oficinas;
D) Edificações recreativas, compreendendo estádios, auditórios, ginásios esportivos, salões e exposições, cinemas, teatros, clubes noturnos, parque de diversões e circos;
E) Edificações especiais, que não se enquadrem nas classificações anteriores a exemplo de escolas, hospitais, locais de estacionamento e guarda de veículos, posto de abastecimento e serviços de veículos e edificações destinadas a armazenagem;
F) Edificações públicas (vide Lei Plano Diretor Físico). CAÍTULO IV
Das Edificações Residenciais SEÇÃO I
Das Edificações Unifamiliares
Art. 54 – As edificações unifamiliares serão constituídas no mínimo dos seguintes compartimentos: cozinha, banheiro, sala e quarto.
Art. 55 – Os diversos compartimentos das edificações unifamiliares deverão obedecer às condições contidas no anexo V, deste código.
Art. 56 – No caso de existirem porões e sótãos deverá ser especificado um memorial a atividade a que se destinem, sendo que obedecerão as condições exigidas para esses fins.
Art. 57 – As habitações construídas em taipa deverão satisfazer os seguintes requisitos:
I – ter área mínima de 24,00m²;
II – contar no mínimo com dois compartimentos: sala, cozinha conjugadas e quarta.
Art. 58 – As residências poderão ter compartimentos conjugados, desde que o compartimento resultante tenha, no mínimo, a soma das dimensões mínimas de cada um.
Art. 59 – As áreas de serviços deverão ser vedadas de modo a garantir sua indevassabilidade, a partir dos logradouros públicos.
Art. 60 – Nas edificações unifamiliares conjugadas, entendidas como unidades habitacionais que possuam uma parede comum, esta deverá alcançar a altura da cobertura.
Art. 61 – No caso de residenciais superpostas deverão ser respeitados os seguintes requisitos:
I – Os acessos deverão ser independentes;
II – deverá existir para uso de residência superior um vestíbulo de acesso entre o primeiro degrau da escada e a porta de entrada, com área mínima de 3,00m² (três metros quadrados), sendo que a distância entre a porta de entrada e o primeiro degrau da escada será no mínimo de 2,00m (dois metros);
III – a residência superior deverá possuir um patamar de largura igual a da escada e comprimento mínimo de 2,00m (dois metros) localizado entre o último degrau da escada e qualquer abertura existente.
SEÇÃO II
Das Edificações Multifamiliares
Art. 62 – Os diversos compartimentos que compõem as unidades residenciais das edificações multifamiliares deverão obedecer às condições do anexo V.
Art. 63 – As partes de uso comum das edificações multifamiliares deverão obedecer às condições do anexo VI.
Art. 64 – Nas edificações com mais de cinco unidades residenciais é obrigatória à instalação de antena coletiva de televisão.
Art. 65 – Nenhuma unidade residencial poderá ter área útil inferior a 40,00 m² (quarenta metros quadrados).
Art. 66 – As áreas livres, eventualmente existentes na cobertura dos edifícios poderão ser utilizadas para uso comum ou privativo das unidades residenciais, desde que estejam isoladas dos reservatórios de água e casas de máquina.
Art. 67 – As edificações multifamiliares deverão ter área livre do térreo ajardinada.
SEÇÃO III
Das Edificações Coletivas
Art. 68 – Os compartimentos de uso privativo e partes comuns das edificações coletivas obedecem no que lhes for aplicável, às determinações dos Anexos V e VI.
Art. 69 – As edificações coletivas deverão além do disposto no artigo anterior satisfazer às seguintes condições:
I – Terem lavatórios com água corrente nos dormitórios que não dispuserem de instalações sanitárias próprias;
II – terem locais apropriados para serviços de portaria, recepção, administração e guarda de utensílios de uso cotidiano;
III – Terem instalações coletoras de lixo sem comunicação sem os locais de uso comum, copas e cozinha;
IV – Terem circulações independentes, horizontal e vertical, destinadas para usuários e para serviços;
V – Terem locais para guardar de bagagens e volumes, quando for o caso;
VI – Terem instalações sanitárias compostas de um lavatório, uma bacia sanitária e um chuveiro, por cada grupo de quatro quartos que não tenham instalações privativas;
VII – No caso de haver serviço de refeições, as instalações devem obedecer às disposições especificadas para serviços de refeições.
CAPITULO V
Das Edificações Não Residenciais SEÇÃO I
Das Edificações Mistas
Art. 70 – os diversos compartimentos que compõem as edificações mistas deverão obedecer às condições dos anexos V, VI e VII e as demais disposições referentes a edificações unifamiliares, multifamiliares e comercias no que lhe forem aplicáveis.
Art. 71 – O acesso às unidades residenciais deverá ser independente de acesso ás unidades não residenciais.
Art. 72 – Toda edificações mista deverá possuir elevador e escada independente para utilização das unidades residenciais e das unidades
Art. 73 – Não será permitida a utilização mista no mesmo pavimento.
SEÇÃO II
Das edificações comercias
Art. 74 – Os diversos compartimentos que compões as edificações comerciais deverão obedecer às condições do anexo. VII.
Art. 75 – As edificações comerciais deverão ter no mínimo um elevador destinado à carga, além dos destinados a passageiros.
Art. 76 – As edificações comerciais deverão contar com alongamento para faxineiros.
§ 1º - O alojamento para os faxineiros deverá contar com sanitários e vestiários independente para ambos os sexos além de deposito de materiais de limpeza.
Art. 77 – Alem das disposições referidas nos artigos 75,76,77, no que lhes for aplicável as edificações para serviços de refeições devem obedecer ás restrições das autoridades sanitárias competentes, além dos seguintes:
I – terem salas de refeições com área equivalente a 1,00m² (um metro quadrado) por usuário considerando a lotação completa;
II – Terem copas, cozinhas, locais para guarda e conservação de alimentos e dependências para funcionários, com um total de área equivalente á metade da área, estabelecida para sala de refeição, no mínimo;
III – As instalações sanitárias não podem ter comunicação direta com as salas de refeições, copas e cozinhas;
IV – As janelas das cozinhas, copas e locais parta guarda de alimentos devem ser protegidas por meio de telas.
SEÇÃO III
Das Edificações Industriais
Art. 78 – Os diversos compartimentos das edificações industriais deverão obedecer às condições contidas no anexo VIII.
Art. 79 – As edificações industriais quando construídas junto ás diversas do lote deverão ter as paredes confinantes do tipo corta-fogo elevadas 1,00m (um metro) no mínimo acima da calha.
Art. 80 – Toda edificação industrial de mais de dois pavimentos deverá ser datada no mínimo de duas escadas.
Art. 81 – As portas ou acesso das edificações industriais terão largura mínima de 2,00m (dois metros).
Art. 82 – Será permitida a construção de giraus com pés-direitos mínimos de 2,50m (dois metros e cinqüenta centímetros).
Parágrafo Único – Os giraus não ocuparão área superior a 30% (trinta por cento) da área do piso dos compartimentos.
Art. 83 – Os compartimentos de instalações sanitárias não poderão ter comunicação direta com os locais de trabalho, devendo haver entre eles antecâmaras com abertura para o exterior.
Parágrafo Único – No caso de sanitários externos, estes deverão ser servidos por acessos cobertos, a partir dos locais de trabalho, com largura mínima de 1,20m (um metro e vinte centímetros).
Art. 84 – Nos estabelecimentos industriais em que trabalham mais de 10 (dez) operários deverá existir compartimentos para ambulatórios, destinados aos primeiros socorros de urgências.
Art. 85 – Nos estabelecimentos industriais em que trabalham mais de 30 (trinta) mulheres, deverá existir local apropriado à assistência de seus filhos no período de amamentação.
Art. 86 – Nos estabelecimentos industriais em que trabalham mais de 50 (cinqüenta) operários será obrigatório a existência do refeitório.
Parágrafo Único – os Refeitórios serão dotados obrigatoriamente de lavatórios. Art. 87 – nos estabelecimentos industriais em que trabalham mis de 300 (trezentos) operários será obrigado a existência de refeitório com cozinha.
Art. 88 – Os estabelecimentos industriais deverão possuir bebedouros de água potável, na proporção de um para cada 30 (trinta) operários.
Art. 89 – Os dormitórios ou residências eventualmente existentes não poderão ter comunicação direta com os locais de trabalhos, a não ser através de antecâmaras com abertura para o exterior.
Art. 90 – As edificações industriais deverão possuir instalações contra incêndios.
Art. 91 – deverá haver sinalização de advertência contra perigo, dentro e fora do edifício.
Art. 92 – Não será permitido o lançamento de gases, vapores, fumaças na atmosfera, sem tratamento adequado, quando nocivos ou incômodos a vizinhança, a critério do órgão competente.
Art. 93 – os compartimentos destinados a depósitos de combustíveis e manipulação de inflamáveis deverão possuir portas do tipo corta-fogo, obedecendo ainda ás de mais determinações das autoridades competentes.
Art. 94 – Os compartimentos e áreas destinadas a escritórios, atividades comerciais e ou recreativas obedecerão às disposições deste código que lhes forem aplicáveis.
Art. 95 – Os estabelecimentos industriais destinados à fabricação de produtos de qualquer espécie, destinados á alimentação, deverão obedecer além das disposições deste Código, as prescrições especificas das autoridades sanitárias competentes.
SEÇÃO IV
Das Edificações Recreativas SUB-SEÇÃO I
Disposições Gerais
Art. 96 – As edificações recreativas deverão satisfazer os seguintes requisitos:
II – Serem dotadas de instalações para renovação de ar quando tiverem capacidade inferior a 300 (trezentos) pessoas, e comportarem recintos fechados;
III – Serem dotadas de sistema de ar condicionado quando a capacidade for superior a 300 (trezentas) pessoas, e comportarem recintos fechados;
IV – possuir instalação contra incêndios.
Art. 97 – As edificações deverão possuir sanitário, separados por sexos, tanto para funcionários como para uso publico, nas seguintes proporções: I – um lavatório e um mictório para cada 100 (cem) pessoas e vaso sanitário para cada 200 (duzentas) pessoas considerando a lotação completa, em ambos os casos, para o sexo masculino;
II – um lavatório e um vaso sanitário para cada 200 (duzentas) pessoas, considerando a lotação completa, para o sexo feminino;
III – um lavatório e um vaso sanitário para cada 10 (dez) funcionários de cada sexo.
Art. 98 – A largura mínima dos corredores, portas e escadas ou rampas será de 0,01m (um centímetro) por pessoa, considerando a capacidade total, não podendo ser inferior a 2,00m (dois metros).
§ 1º - Toda edificação recreativa devera possuir portas de
emergência, abrindo para fora;
§ 2º - Os degraus das escadas de edificações recreativas
obedecerão as seguintes condições:
a) Largura mínima do piso de 0.30m (trinta centímetros);
b) Altura máxima do espelho de 0.18m (dezoito centímetros);
c) A cada 16 (dezeseis) degraus será intercalado patamar com comprimento mínimo igual a largura da escada;
d) Nas escadas em leque a largura mínima dos degraus será de 0,10m (dez centímetros) devendo a 0,50m (cinqüenta centímetros) do bordo interno apresentarem largura mínima de 0.30m (trinta centímetros).
§ 3º - as edificações recreativas com capacidade de lotação
prevista para mais de 5.000 (cinco mil) pessoas, devem obedecer aos seguintes requisitos:
a) As circulações verticais deverão ser feitas através de rampas;
b) As larguras das portas, corredores e rampas serão dimensionados considerando-se uma largura de 0.50m (cinqüenta centímetros) acrescida de 1.50m (um metro e cinqüenta centímetros) para cada 1.000 (mil) espectadores, ou fração, de acréscimo na lotação.
Art. 99 - As circulações de entrada e saída de publico deverão ser independentes.
Art. 100 – As edificações recreativas que agregam compartimentos destinados a outras utilizações, devem obedecer às disposições cabíveis deste Código.
SUB-SEÇÃO II
Das Edificações para Auditórios, Cinemas, Teatros e Congêneres.
Art. 101 – Alem das especificações estabelecidas, para edificações recreativas em geral, os auditórios deverão satisfazer ainda os seguintes requisitos:
I – As portas de entrada e saída deverão ser independentes abrindo para fora;
II – Devera haver sala de espera com área proporcional a 1,00 m² (um metro quadrado) para cada 10 (dez) pessoas considerada a lotação completa, excetuando-se os auditórios para fins comerciais com capacidade inferior a 200 (duzentas) pessoas;
III – Terem pé-direito mínimo de 3m (três metros) em qualquer ponto da platéia, quando não existir balcão;
IV – No caso de existir balcão o pé-direito mínimo será de 2,50m (dois metros e cinqüenta centímetros) junto a parede do fundo e 3,00m (três metros) na extremidade aberta do balcão;
V – Os balcões deverão ter parapeitos com altura mínima de 1,00m (um metro);
VI – A platéia devera ter passagens com largura mínima de 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros) sendo que os desníveis deverão ser vencidos por meio de rampas;
VII – As poltronas deverão ser dispostas em filas de 15 (quinze) no máximo quando intercaladas entre duas passagens, e em filas de 7 (sete) no máximo quando encostadas a parede;
VIII – A distancia mínima entre as duas filas de poltrona e palco será de 4,00m (quatro metros) exceto no caso de auditórios para fins comerciais onde a distancia mínima será de 2,00m (dois metros);
IX – A distancia mínima entre a primeira fila de poltronas e palco será de 4,00m (quatro metros) exceto no caso de auditórios para fins comerciais onde a distancia mínima será de 2,00m (dois metros);
X - Possuir área no interior do lote, proporcional a 1,00m (um metro) para cada 20 (vinte) espectadores, considerada a lotação completa, destinada a abrigar o publico e dar acesso a bilheteria;
XI – As bilheterias deverão corresponder a uma, no mínimo, para cada 1.000 (mil) espectadores, considerada a lotação completa.
Art. 102 – Alem da especificação estabelecida no artigo anterior os cinemas deverão satisfazer ainda os seguintes requisitos:
I – O piso do balcão deverá guardar em qualquer ponto a distancia mínima de 2,50m (dois metros e cinqüenta centímetros) do feixe luminoso de projeção;
II – Deverão possuir cabine de projeção observando as exigências das autoridades competentes;
Art. 103 – Alem das especificações estabelecidas no artigo 102, os teatros deverão satisfazer ainda os seguintes requisitos:
I – Possuir camarins para os artistas com sanitários na proporção de um chuveiro, um lavatório, uma bacia sanitária para cada 5 (cinco) camarins;
II – O deposito de cenários e outros apetrechos utilizados nos espetáculos deverão ser construídos inteiramente de material incombustível;
III – A boca de cena, quando existir, será vedada com material incombustível, capaz de interromper em caso de incêndio, as comunicações entre os publico e os bastidores.
SEÇAO V
Das Edificações Especiais SUB-SEÇÃO II
Das Edificações para Hospitais e Congêneres
Art. 104 – Os compartimentos dos hospitais deverão satisfazer as condições estabelecidas pelo Anexo IX.
hospitais deverão ter arredondados todos os ângulos formados com as paredes pisos e tetos.
Art. 106 – O numero de escadas nos hospitais será condicionado pela localização destas. De tal forma que nenhum paciente tenha de percorrer mais de 30m (trinta metros), para alcançá-la.
Parágrafo Único – os degraus das escadas nas edificações hospitalares e congêneres obedecerão as seguintes condições:
a) Largura mínima do piso de 0.30m (trinta centímetros); b) Altura máxima de espelho de 0.15m (quinze centímetros) c) A cada 10 (dez) degraus será intercalado patamar com
comprimento mínimo igual a largura da escada.
Art. 107 – os hospitais e estabelecimentos congêneres com mais de um pavimento deverão dispor de rampas ou elevadores para transporte de macas ou leitos.
Art. 108 – será obrigatória a instalação de elevador nos hospitais com mais de 3 (três) pavimentos, obedecidos os seguintes requisitos mínimos:
I – um elevador em edificações ate 4 (quatro) pavimentos;
II – dois elevadores nas edificações que tiverem mais de 4 (quatro) pavimentos;
Parágrafo Único – é obrigatória a instalação de elevadores de serviços, independentes dos demais, para uso das cozinhas situadas acima do 2º pavimento.
Art. 109 – os compartimentos destinados a enfermarias conterão um máximo de 8 (oito) leitos.
Art. 110 – as enfermarias e quartos não poderão ser isolados, ventilados e iluminados por meio de áreas internas.
Art. 111 – os hospitais deverão possuir quartos individuais ou enfermarias exclusivas para isolamento.
§ 1º - As janelas dos compartimentos de isolamento serão
§ 2º - para efeito deste artigo os quartos ou enfermarias deverão
contar em anexo com compartimento sanitário exclusivo.
Art. 112 – nos pavimentos em que haja quartos para doentes ou enfermarias deverá haver, pelo menos, uma copa com área mínima de 0.35m² (trinta e cinco decímetros quadrados) por leito, com um mínimo de 4,00m² (quatro metros quadrado).
Art. 113 – os compartimentos sanitários, em cada pavimento, deverão contar no mínimo:
I – uma bacia sanitária e um lavatório para cada 8 (oito) leitos; II – um chuveiro para cada 12 (doze) leitos.
§ 1º - na contagem dos leitos não se computam os pertencentes a
quartos que disponham de instalações sanitárias privativas;
§ 2º - o numero de compartimentos sanitários será condicionado
pela localização destes, de tal forma que nenhum paciente tenha de percorrer mais de 25,00m (vinte e cinco metros) para alcançar a bacia sanitária e lavatório ou mais de 40,00m (quarenta metros) para alcançar o chuveiro.
Art. 114 – em cada pavimento deverá haver, pelo menos, compartimentos com bacia sanitária e lavatório, para empregados e visitantes, independentes para cada sexo.
Art. 115 – as cozinhas dos hospitais devem obedecer aos seguintes requisitos:
I – terem janelas teladas;
II - terem instalações que permitam a esterilização de louças e talheres;
III – não se comunicarem diretamente com passagens obrigatórias de pacientes e visitantes.
Art. 116 – as lavanderias deverão observar as seguintes áreas mínimas por leito:
I – 1,20m² (um metro e vinte decímetros quadrados) por paciente para os de até 50 (cinqüenta) leitos;
III – 0,85 m² (oitenta e cinco decímetros quadrados) para os de ate 200 (duzentos) leitos;
IV – 0,75 m² (setenta e cinco decímetros quadrados) para os de mais de 200 (duzentos) leitos.
Parágrafo Único – é obrigatória a instalação para desinfecção e esterilização de roupa, colchões e travesseiros.
Art. 117 – É obrigatória a instalação de reservatório de água com capacidade mínima de 250 (duzentos e cinqüenta) litros por leito.
Art. 118 – é obrigatória a instalação de incinerador de lixo séptico ou cirúrgico.
Art. 119 – as salas de operações, de partos, de anestesias, e depósitos de aparelhos de anestesia, gases anestésicos ou oxigênio, deverão ter o piso revestido de material que possibilite a descarga de eletricidade estática.
Parágrafo Único – Nestes compartimentos, as tomadas de correntes, interruptores ou aparelhos elétricos localizados até a altura de 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros) a contar do piso, deverão ser a prova de faísca.
Art. 120 – as maternidades e hospitais que mantenham seção de maternidade deverão ter:
I - uma sala pré-parto, acusticamente isolado, para cada 15 (quinze) leitos;
II – uma sala de parto para cada 25 (vinte e cinco) leitos;
III – sala de operações, mesmo no caso do hospital já possuir outra para o mesmo;
IV – quarto exclusivo para parturientes operadas;
V – quarto individual para isolamento das doentes infectadas; VI – Seção de berçário com tantos leitos quantos forem os das parturientes, com previsão de compartimentos isolados para casos especiais.
Art. 121 – Além das disposições deste Código em compartimentos e instalações hospitalares deverão obedecer ‘as restrições estabelecidas pelas autoridades sanitárias competentes, CEAL e CORPO DE BOMBEIROS.
SUB-SEÇÃO II
Das Edificações Escolares
Art. 122 – Os compartimentos das edificações escolares deverão satisfazer as condições estabelecidas no Anexo X.
Art. 123 – Nas salas de aula a iluminação deverá ser unilateral esquerda de quem ler ou escreve.
Art. 124 – As aberturas de iluminação e ventilação das salas de aula deverão ser dispostas em apenas uma das paredes.
Art. 125 – As portas das celas em que estiverem situadas as bacias sanitárias deverão deixar vãos livres mínimos de 0,2m (vinte centímetros) na parte inferior a 03,0m (trinta centímetros) na parte superior.
Art. 126 – As instalações sanitárias destinadas a alunos deverão ser independentes das destinadas a administração e professores.
Art. 127 – Será obrigatória a instalação de bebedouros na proporção de um para cada 50 (cinqüenta) alunos para escolas destinadas a alunos de ate 12 (doze) anos e de um bebedouro para cada 35 (trinta e cinco) alunos nas demais escolas.
Art. 128 – No caso de haver armários al longo do corredor será exigido o acréscimo de 0,50m (cinqüenta centímetros) por lado utilizado, alem dos mínimos previstos.
Art. 129 – No caso de internatos os dormitórios deverão ter área correspondente a 6,00 m² (seis metros quadrados) por aluno.
Art. 130 – Os degraus das escadas nas edificações escolares obedecerão as seguintes condições:
a) Largura mínima de piso de 0,30m; b) Altura máxima de espelho de 0,15 m;
c) A cada 16 degraus será intercalado patamar com comprimento no mínimo igual a largura das escada.
Art. 131 – A declividade máxima das rampas será de 10 % (dez) por cento.
Art. 132 – As edificações escolares devem obedecer, alem das disposições deste Código, as prescrições das autoridades sanitárias e outros órgãos competentes.
SUB-SEÇÃO III Das Demais Edificações
Art. 133 – As edificações para armazenagem em geral devem obedecer às normas das autoridades competentes para cada caso.
Parágrafo Único – As edificações destinadas a depósito de munições explosivas e inflamáveis deverão obedecer as Normas do Ministério do exercito e autoridades competentes.
Art. 134 – As edificações destinadas a Estacionamento e Guarda de veículos deverão obedecer além das normas das autoridades de trânsito, aos seguintes requisitos:
I – Terem pisos impermeáveis que permitam escoamento de água;
II – Terem pé direito mínimo de 2,30m (dois metros e trinta centímetros);
III – Possuírem passagens cobertas para pedestres com largura mínima de 1,20m (um metro e vinte centímetros);
IV – Terem aberturas para ventilação permanente correspondente a 1/20 (um vinte avos) da área construída;
V - No caso de haver vários pavimentos, as rampas entre estes deverá ter largura mínima de 3,00 (três metros) havendo trechos curvos um raio mínimo de 5,50m (cinco metros e cinqüenta centímetros);
VI – A declividade máxima das rampas será de 15% (quinze por cento);
VII – Nas garagens automáticas, os elevadores deverão estar 7,00m (sete metros) afastados do alinhamento do logradouro;
VIII – Alem dos elevadores, as garagens automáticas deverão estar providas de escadas entre todos os pavimentos;
IX – Os vãos para entrada e saída de veículos, deverão medir em conjunto 6,00m (seis metros) no mínimo;
X – Deverão possuir sinalização adequada para veículos e pedestres;
XI – Deverão possuir sanitários para funcionários na proporção de um lavatório, um chuveiro e uma bacia sanitária para cada 15 (quinze) pessoas;