OS SACRAMENTOS DA UMBANDA OS SACRAMENTOS DA UMBANDA
A Umbanda trabalha com alguns sacramentos que são parecidos com os da Igreja Católica, que A Umbanda trabalha com alguns sacramentos que são parecidos com os da Igreja Católica, que são:são: casamento, funeral e batismo.
casamento, funeral e batismo.
O casamento reali!ado pelo guia chefe
O casamento reali!ado pelo guia chefe da casa ou pelo da casa ou pelo sacerdote respons"#el p$lo centro, e nãosacerdote respons"#el p$lo centro, e não pertence só aos mdiuns d
pertence só aos mdiuns da casa, qualquer um que deseja casa, qualquer um que deseje casar%se na Umbanda pode casar%se na Umbanda podee pedir este sacramento.
pedir este sacramento.
O funeral reali!ado pelo sacerdote do
O funeral reali!ado pelo sacerdote do terreiro e sofre altera&'es de acordo com terreiro e sofre altera&'es de acordo com a condi&ão doa condi&ão do morto, se iniciado na Umbanda
morto, se iniciado na Umbanda ou não.ou não. O batismo reali!ado sempre pelo
O batismo reali!ado sempre pelo guia chefe do terreiro e pode guia chefe do terreiro e pode ser para crian&as ou adultos eser para crian&as ou adultos e tambm não se restringe apenas aos mdiuns da
tambm não se restringe apenas aos mdiuns da casa.casa.
Os outros sacramentos da Umbanda são referentes aos graus de
Os outros sacramentos da Umbanda são referentes aos graus de inicia&ão dos mdiuns da casa, sãoinicia&ão dos mdiuns da casa, são eles:
eles:
Amaci:Amaci: ritual de la#agem da cabe&a ritual de la#agem da cabe&a do mdium, j" desen#ol#ido, com er#as e do mdium, j" desen#ol#ido, com er#as e outrosoutros
elementos rituais, que consiste na prepara&ão da #ibra&ão deste mdium para
elementos rituais, que consiste na prepara&ão da #ibra&ão deste mdium para encorporar oencorporar o seu guia protetor de umbanda, que se
seu guia protetor de umbanda, que se manifestar" no ritual e dir" qual o manifestar" no ritual e dir" qual o trabalho que aqueletrabalho que aquele mdium ir" desen#ol#er na umbanda.
mdium ir" desen#ol#er na umbanda.
Confirmação:Confirmação: ritual para mdiuns que completam () ritual para mdiuns que completam () anos de idade carnal, e anos de idade carnal, e j" pertencemj" pertencem
a umbanda e possuem o amaci. a umbanda e possuem o amaci.
Deitadas:Deitadas: ritual em que o mdium da casa recolhido com oferendas para o seu ori*" e ritual em que o mdium da casa recolhido com oferendas para o seu ori*" e
e*+s para fortalecer a sua
e*+s para fortalecer a sua mediunidade.mediunidade.
Feitura:Feitura: ritual de inicia&ão na umbanda ritual de inicia&ão na umbanda que consiste em #"rios rituais de limpe!a e que consiste em #"rios rituais de limpe!a e em umem um
recolhimento, que pode #ariar de a - dias, de acordo com o ori*" da pessoa, e sada do recolhimento, que pode #ariar de a - dias, de acordo com o ori*" da pessoa, e sada do ori*" principal e do guia protetor do mdium.
ori*" principal e do guia protetor do mdium.
Coroação:Coroação: para mdiuns j" com feitura e que possuem a missão de se tornarem !eladores para mdiuns j" com feitura e que possuem a missão de se tornarem !eladores
de umbanda. de umbanda. /
/odos estes rituais são odos estes rituais são reali!ados pelo !elador do terreiro reali!ados pelo !elador do terreiro acompanhado pelo pai pequeno da acompanhado pelo pai pequeno da casa.casa. Apresentação das Entidades
Apresentação das Entidades 01orma e apresenta&ão dos 2spritos na Umbanda0
01orma e apresenta&ão dos 2spritos na Umbanda0
Ao penetrarmos neste assunto, sabemos, de antemão, que #amos
Ao penetrarmos neste assunto, sabemos, de antemão, que #amos contrariar uma grande parte docontrariar uma grande parte do mo#imento umbandista, ainda aferrada a antigas #is'es, porm, nosso objeti#o separar o
mo#imento umbandista, ainda aferrada a antigas #is'es, porm, nosso objeti#o separar o joio dojoio do trigo, pela estranha confusão que o fanatismo, irmão do
trigo, pela estranha confusão que o fanatismo, irmão do feiticismo, fa! das 1ormas ou 3oupagensfeiticismo, fa! das 1ormas ou 3oupagens 1ludicas que os Ori*"s,
1ludicas que os Ori*"s, 4uias e 5rotetores usam 4uias e 5rotetores usam nosso mo#imento U67A89I/nosso mo#imento U67A89I/A.A. 8ão de#emos, em absoluto
8ão de#emos, em absoluto, aceitar as descri&'es fant"s, aceitar as descri&'es fant"sticas que 0#identes0, intticas que 0#identes0, into*icados deo*icados de animismo, fa!em de
animismo, fa!em de supostas entidades Algsupostas entidades Alguns #$em Oguns uns #$em Oguns ;aponeses, 6ongóis, /ib;aponeses, 6ongóis, /ibetanos e atetanos e at 3omanos, de coura&as, espadas ou cimitarras flamejantes, quando não
3omanos, de coura&as, espadas ou cimitarras flamejantes, quando não um 0<ang=0 chin$s, naum 0<ang=0 chin$s, na apar$ncia de um #elho mandarim...Outras #e!es, afirmam
apar$ncia de um #elho mandarim...Outras #e!es, afirmam que O*ossi um jo#em hindu ou que O*ossi um jo#em hindu ou italiano,italiano, de cabelos semicompridos, com um manto p+rpura ou
de cabelos semicompridos, com um manto p+rpura ou um homem de cor mum homem de cor morena%jambo, com umaorena%jambo, com uma fai*a na cinta e tr$s
fai*a na cinta e tr$s flechas enfiadas no corpo, tal e qual flechas enfiadas no corpo, tal e qual o modelo fabricado pelos fabricantes deo modelo fabricado pelos fabricantes de santo.
santo.
A umbanda a >ei regida por princpios e regras
A umbanda a >ei regida por princpios e regras em harmonia que não podemos alterar pelaem harmonia que não podemos alterar pela simples #ontade? todos os que
simples #ontade? todos os que conscientemente, tentaram alter"%la, sofreram diferentes dissabores.conscientemente, tentaram alter"%la, sofreram diferentes dissabores. 3epetimos e afirmamos: a Umbanda
3epetimos e afirmamos: a Umbanda o mo#imento do Crculo Inicial do /ri@ngulo e este, oo mo#imento do Crculo Inicial do /ri@ngulo e este, o /
/ern"rio ou a /rade, que ern"rio ou a /rade, que e*teriori!a suas #ibra&'es atra#s das /r$s 1ormas ordenadas pela e*teriori!a suas #ibra&'es atra#s das /r$s 1ormas ordenadas pela >ei,>ei, que são msticas pois
que são msticas pois simboli!am:simboli!am: A pure!a, que nega o #cio, o egosmo e
A pure!a, que nega o #cio, o egosmo e a ambi&ão?a ambi&ão? A simplici
A simplicidade, que o dade, que o oposto da #aidade, do lu*o e da oposto da #aidade, do lu*o e da ostenta&ão?ostenta&ão? A humildad
A humildade, que encerra os e, que encerra os 5rincpios do amor, do sacrifcio, e da paci$ncia, ou seja, 5rincpios do amor, do sacrifcio, e da paci$ncia, ou seja, a nega&ão doa nega&ão do poder temporal...
poder temporal... As tr$s formas
As tr$s formas que simboli!am estas #irtudes são que simboli!am estas #irtudes são as de Crian&as, as de Crian&as, Caboclos e 5retos%Caboclos e 5retos%elhos, queelhos, que ainda tradu!em: o 5rincpio ou 8ascer, o 6eio ou a
isto a consci$ncia em
isto a consci$ncia em calma, o abandono das coisas materiais...o esquecimento do ilusório para ocalma, o abandono das coisas materiais...o esquecimento do ilusório para o come&o da realidade.
come&o da realidade. 8o entanto, o 2spri
8o entanto, o 2sprito, o nosso eu 3eal, jamais re#elto, o nosso eu 3eal, jamais re#elou, nem re#elar", a sua #erdadeira essou, nem re#elar", a sua #erdadeira ess$ncia e$ncia e 0forma0, compreenda%se bem, sua 0forma%essencial0.
0forma0, compreenda%se bem, sua 0forma%essencial0. 2le e*terna sua consci$ncia, seu li#re arbtrio, por sua
2le e*terna sua consci$ncia, seu li#re arbtrio, por sua alma, pelo corpo mental, que engendra osalma, pelo corpo mental, que engendra os elementos para a forma&ão do denominado Corpo Astral ou 5erisprito, que uma
elementos para a forma&ão do denominado Corpo Astral ou 5erisprito, que uma 0forma dur"#el0,0forma dur"#el0, fi*a, podemos di!er.
fi*a, podemos di!er. /
/entaremos então e*plicarentaremos então e*plicar, que o , que o esprito não tem 5"tria, porm, conser#a em esprito não tem 5"tria, porm, conser#a em si ou forma a si ou forma a suasua alma pelos caracteres psquicos de #"rios renascimentos, em diferentes 5"trias.
alma pelos caracteres psquicos de #"rios renascimentos, em diferentes 5"trias. 8o entretanto, o conjun
8o entretanto, o conjunto desses caracteres psqto desses caracteres psquicos e*perimentais couicos e*perimentais contribui para formar a suantribui para formar a sua personalidade moral e ment
personalidade moral e mental, influindo decisial, influindo decisi#amente na 0forma0 de seu corpo as#amente na 0forma0 de seu corpo astral e mesmo natral e mesmo na fsica quando encarnado.
fsica quando encarnado.
5oder", pelo resgate, ele#ar%se ou e#oluir tanto, espiritualmente, que sua imediata condi&ão estando 5oder", pelo resgate, ele#ar%se ou e#oluir tanto, espiritualmente, que sua imediata condi&ão estando de tal forma purificada, anula completamente os caracteres pessoais de
de tal forma purificada, anula completamente os caracteres pessoais de sua +ltima encarna&ão, e osua +ltima encarna&ão, e o seu corpo astral pode tomar uma
seu corpo astral pode tomar uma 0forma etrica0 que apaga, em 0forma etrica0 que apaga, em apar$ncia, aquela que caracteri!ouapar$ncia, aquela que caracteri!ou esta passagem pelo 0mundo da forma humana0.
esta passagem pelo 0mundo da forma humana0.
Assim, de#emos concluir que e*iste maior quantidade de formas astrais feias, bai*as, de
Assim, de#emos concluir que e*iste maior quantidade de formas astrais feias, bai*as, de aspectosaspectos brutais, re#eladoras do
brutais, re#eladoras do atraso mental de seus ocupanatraso mental de seus ocupantes espirituais, do qutes espirituais, do que formas belas quee formas belas que e*pressam a >UB, a consci$ncia e#oluti#a.
e*pressam a >UB, a consci$ncia e#oluti#a. Os ocupantes das formas que re#elam um
Os ocupantes das formas que re#elam um arma limpo, uma ilumina&ão interior, que sãoarma limpo, uma ilumina&ão interior, que são chamados a cumprir missão na >ei
chamados a cumprir missão na >ei de Umbanda, e por seus conhecimentos e de Umbanda, e por seus conhecimentos e afinidades, sãoafinidades, são ordenados em uma das /r$s 1ormas j" citadas... #elando assim suas próprias #estimentas ordenados em uma das /r$s 1ormas j" citadas... #elando assim suas próprias #estimentas Darm@nicas.
Darm@nicas.
2sta metamorfose comum aos
2sta metamorfose comum aos que tomam a fun&ão de que tomam a fun&ão de Ori*"s ou 4uias que assim procedem,Ori*"s ou 4uias que assim procedem, escolhendo por afinidade uma dessas formas em que m
escolhendo por afinidade uma dessas formas em que muito sofreram e e#oluram numa encarna&ãouito sofreram e e#oluram numa encarna&ão passada.
passada.
5ara os que estão classificados como 5rotetores, em
5ara os que estão classificados como 5rotetores, em quase maioria, não se fa! quase maioria, não se fa! necess"rio essanecess"rio essa transforma&ão, porque conser#am ainda uma das tr$s formas em
transforma&ão, porque conser#am ainda uma das tr$s formas em seus corpos astrais, quais sejam:seus corpos astrais, quais sejam: CA7OC>O,C3IA8EA e 532/O% 2>FO.
CA7OC>O,C3IA8EA e 532/O% 2>FO. aibam todos que tudo isso não
aibam todos que tudo isso não mera concep&ão nossa? obedece a lógica, ao mera concep&ão nossa? obedece a lógica, ao estudo e aestudo e a e*peri$ncia, #erificadas em centenas de
e*peri$ncia, #erificadas em centenas de aparelhosGmdiunsH, atra#s das respostas de suas aparelhosGmdiunsH, atra#s das respostas de suas entidadesentidades sobre o assunto.
sobre o assunto.
enão, #ejamos na mais simples e
enão, #ejamos na mais simples e clara das pro#as: perguntem, atra#s de um bomclara das pro#as: perguntem, atra#s de um bom aparelhoGmdiumH que não seja do qualificado de 0consciente0 a qualquer 4uia, quer
aparelhoGmdiumH que não seja do qualificado de 0consciente0 a qualquer 4uia, quer de <ang=,de <ang=, Ogum, Ori*al",
Ogum, Ori*al", emanj", etc, se emanj", etc, se ele japon$s, ele japon$s, chin$s, ingl$s ou italiano...chin$s, ingl$s ou italiano... 8a certa responder" que não, po
8a certa responder" que não, pois, no momento, est" ordenado is, no momento, est" ordenado por uma dessas #ibra&'epor uma dessas #ibra&'es ou linhas,s ou linhas, e dir" por e*emplo: sou um
e dir" por e*emplo: sou um ogum, ori*" e caboclo ou dir", ogum, ori*" e caboclo ou dir", Caboclo < da 1alange de Caboclo < da 1alange de Ogum Ogum ara,ara, Ogum 6eg$ ou Ogum de >ei, etc...
Ogum 6eg$ ou Ogum de >ei, etc... e forem
e forem entidades que se apresentam entidades que se apresentam como Crian&as, responderão por como Crian&as, responderão por e*emplo: sou e*emplo: sou ariri, ori*"ariri, ori*" da #ibra&ão ou
da #ibra&ão ou linha de linha de ori, ou então, ori, ou então, sou 0<0 da sou 0<0 da falange de falange de ariri, 9oum ou ariri, 9oum ou Ori, etc.5erguntem,Ori, etc.5erguntem, ainda, a um que
ainda, a um que se apresente como 5reto%se apresente como 5reto%elho, e ele dir" elho, e ele dir" que 5ai 0<0, que 5ai 0<0, por afinidade, um Congo,por afinidade, um Congo, um Angola, um Cambinda, etc.
um Angola, um Cambinda, etc. 9a ibra&ão de 9a ibra&ão de orim", ou orim", ou da 1alange de da 1alange de um 5ai%Arruda, 5ai%um 5ai%Arruda, 5ai% 4uin, 5ai%/
4uin, 5ai%/om que são ori*"s, isto , om que são ori*"s, isto , chefiam >egião ou 1alange.chefiam >egião ou 1alange.
Como poderão compreender, tudo gira e se e*pressa nas /r$s 1ormas, ou seja, na
Como poderão compreender, tudo gira e se e*pressa nas /r$s 1ormas, ou seja, na /rade/rade, que, por, que, por analogia, o
analogia, o refle*o da /rilogia agrada, o /ern"rio Fumano, sinteti!ado na Unidade que refle*o da /rilogia agrada, o /ern"rio Fumano, sinteti!ado na Unidade que aa manifesta&ão de 92U.
manifesta&ão de 92U. 0O n+mero tr$s reina por
0O n+mero tr$s reina por toda parte no Uni#erso0 disse BO3OA/3O, e este Uni#erso /rplicetoda parte no Uni#erso0 disse BO3OA/3O, e este Uni#erso /rplice em suas tr$s esferas conc$ntricas ? o
em suas tr$s esferas conc$ntricas ? o 6undo 8atural, o 6undo Fumano, e o 6undo 8atural, o 6undo Fumano, e o 6undo 9i#ino. At6undo 9i#ino. At no no homem são tr$s as partes que
homem são tr$s as partes que o formam: Corpo, Alma, 2sprito. 5orque foi da combina&ão de /r$so formam: Corpo, Alma, 2sprito. 5orque foi da combina&ão de /r$s 1or&as 5rimordiais G2sprito, A
1or&as 5rimordiais G2sprito, Alma, 6atriaH que surgiu a forma lma, 6atriaH que surgiu a forma dos seres que po#oam osdos seres que po#oam os Uni#ersos dentro do Cosmo, limitado e ilimitado em si mesmo.
Ainda a for&a sagrada do n+mero tr$s que forma os cultos trinit"rios. 2*emplos: na Jndia com 73AF6A, I8U e FIA? a própria unidade do cristianismo com o 5AI, o 1I>FO e o 25J3I/O A8/O? no 24I/O OJ3I, J3I e Fó3O? na CFI8A, 73AF6A, FIA e 7U9A? na 5K3IA de BO3OA/3O, era OB6U9, A3IF6A8 e 6I/3A? na primiti#a 4236L8IA, era O/A6, 13I4A e 9I8A3? os O31JCO, na 4rcia, apelida#am de B2U, 926K/23 e 9IO8IIU? na antiga CA8AA6 era 7AA>, A/A3/M e A9O8I 2CF26U8...e os CA7I3A, po#os de inconceb#el AntigNidade, regiam seus mistrios de forma trinit"ria, com 2A GpaiH, I/A3 GmãeH e /A6UB GfilhoH e por fim #amos chegar Umbanda com
IA67GBA67H 26A8;P e O3I<A>P Gou O<A>PH.
Citamos tudo isso, para que possa conceber, com pro#as comparadas, que as formas na Umbanda de Crian&as, Caboclos e 5retos%elhos, obedecem a uma >ei. 8ão simples imagina&ão de A ou 7. egue o mistrio do n+mero tr$s... a confirma&ão de uma trilogia religiosa.
Quando chamada apresenta&ão desses 2spritos, cremos ter ficado patente que o fa!em sempre e in#aria#elmente dentro dessas tr$s roupagens fludicas como Ori*"s, 4uias e grande percentagem dos que chamamos de 5rotetores, porque, parte destes, não necessita dessa adapta&ão, por j" conser#arem como próprias.
8esta altura, fa!%se necess"rio uma elucida&ão: sabemos, pelos ensinamentos dos Ori*"s, que essa >ei, essa Umbanda, #i#ente em outros pases, tal#e! não definida ainda com este nome, porm, os princpios e regras serão os mesmos. Quanto s 0formas0 são ou poderão ser as tr$s que simboli!em,
nestes pases, os mesmos qualificati#os que os nossos, ou sejam os mesmos no 7rasilG5ure!a,implicidade e FumildadeH.
Agora por suas apresenta&'es nos aparelhos GmdiumH de#emos compreender como:caractersticas trplices das manifesta&'es chamadas incorporati#as, que se e*ternam:
5elas fle*'es fision=micas, #ocais e psquicas? 5elo ponto cantado ou prece?
5elos sinais riscados, ou pontos de pemba?
2 essas caractersticas, sal#o situa&'es especiais, são inalter"#eis em qualquer aparelhos, cujo 9om real o qualifique como InconscienteGtotalmente dirigidoH ou emi%InconscienteGparcialmente
dirigidoH.
2ntão #amos passar a identificar, de um modo geral, os sinais e*teriores, os fludos atuantes e as tend$ncias principais dos Ori*"s, 4uias e 5rotetores, atra#s de suas 0m"quinas transmissoras0 pelas ibra&'es ou >inhas, em n+mero de 2/2:
!N"A OU #!BRA$%O DE OR!&A' ( 2stas 2ntidades usam roupagem de Caboclos. ão as mais perfeitas nas manifesta&'es. 8ão fumam, mesmo no grau de 5rotetores, e não gostam de ser solicitadas sem um moti#o imperioso alm das () horas. uas #ibra&'es fludicas come&am se fi*ando pela cabe&a, por cima, na altura da gl@ndula pineal e #ai at aos ombros, com uma sensa&ão de friagem pelo rosto, tóra*, e certo ner#osismo que se comunica de le#e ao 5le*o olar. A
respira&ão fa!%se quase somente pela narina direita, entrecortada de suspiros longos. O mo#imento que indica o controle na matria #em com um sacolejo quase que geral no corpo.
1alam calmo, compassado e se e*pressam sempre com ele#a&ão, conser#ando a cabe&a do aparelhoGmdiumH, ora bai*a ora semi le#antada...
eus pontos cantados são #erdadeiras in#oca&'es de grande misticismo, dificilmente escutados hoje em dia, pois raro assumirem uma 0chefia de cabe&a0 e quase nunca uma fun&ão au*iliar efeti#a Gum dos Ori*"s Chefes, senão o mais antigo, o Caboclo Urubatão? o autor, em seu eterno
0peregrinar0 em incont"#eis 0terreiros0, te#e momentos de #erdadeira 0agonia mental0 quando era obrigado a cumprimentar 0aparelhos0 com 0encosto0 de 2*u, di!endo%se, por #aidade ou puro animismo, ser aquela entidade. 2sta 0agonia0 era por #er as tremendas falhas da 0representa&ão0, #istas e sentidas por seus próprios companheiros, que olha#am a 0cena0 di#ertidos e ir=nicosH. 7ai*am raras #e!es e só o fa!em a mi+do, quando encontram a mediunidade de um ou outro em e*celente estado mental, e moral.
eus sinais riscados são quase sempre cur#os e formam desenhos de grande bele!a: dão a 1lecha, Cha#e e 3ai!.
As entidades apresentam%se in#aria#elmente calmas, quase não falam, consultam pouco e não assumem 0chefia de cabe&a0, porm são sempre au*iliares.
!N"A OU #!BRA$%O DE )EMAN*' ( 1a!em sentir seus fludos de liga&ão pela cabe&a, bra&os e joelhos. 7alan&am o corpo do aparelho GmdiumH sua#emente, le#antando os bra&os em
sentido hori!ontal, fle*ionando e tremulando as mãos, arfando um pouco o tóra*, pela ele#a&ão respiratória e balan&ando a cabe&a, tomam o controle do mdium. 8ão dão gemidos lancinantes nem fa!em corrupios com um copo de "gua seguro pelas mãos no alto da cabe&a como se esti#essem em e*ibi&ão circense.
4ostam, isso sim, de trabalhar com "gua salgada ou de mar, fi*ando #ibra&'es, porm serenos sem encena&'es. uas preces cantadas ou 0pontos0 tem o ritmo triste, falam sempre no mar e em Ori*"s de sua linha. eus pontos riscados são de contornos longos e dão a 1lecha, a Cha#e e a 3ai!.
!N"A OU #!BRA$%O DE )OR! ( 2ssas entidades, altamente e#oludas, e*ternam pela m"quina fsica, maneiras e #o!es infantis, mas de modo sereno, s #e!es apenas um pouco #i#as. 8unca essas ridicularias, onde certos 0ca#alos0, usando e abusando do chamado 9om 0consciente0,
e*pelem seus subconscientes atulhados de superti&'es e #cios de origens, com gritos e 0 representa&'es f+teis.0
Atiram seus fludos sacudindo ligeiramente os bra&os e as pernas e tomam rapidamente o aparelho pelo mental.
4ostam quando no plano de 5rotetores, de sentar no chão e comer coisas doces, mas sem desmandos.
9ão consultas profundas e são os +nicos que adiantam algumas pro#a&'es que ainda temos que passar, se insistirmos nisso. /ornamos a lembrar, isso, apenas se esti#erem em aparelhosGmdiunsH
de e*celente grau medi+nico.
uas preces cantadas falam muito em 5apai e 6amãe do Cu e em mantos sagrados. ão melodias alegres, umas #e!es, tristes , e não esses ritmos estili!ados que comum ou#irmos.
eus pontos riscados são curtos e bastante cru!ados pela 1lecha, Cha#e e 3ai!.
!N"A OU #!BRA$%O DE &AN+, ( 2ssas entidades usam a forma de Caboclos, e se entrosam no Corpo Astral de maneira semibrusca, refletindo%se em arrancos no fsico? suas #ibra&'es atingem logo o consciente do aparelho GmdiumH, for&ando%o do tóra* a cabe&a, em mo#imentos de meia rota&ão e pela insufla&ão de suas #eias do pesco&o, com acelera&ão pronunciada do ritmo cardaco, na respira&ão ofegante, at normali!arem seu domnio fsico.
2mitem não um urro histrico alucinado que tradu!em como 0A%R0, acentuando as slabas, e sim uma espcie de som sil#ado, da garganta para os l"bios, que parece e*ternar o rudo de uma
cachoeira ou de um surdo tro#ejar...
8ão gostam de falar muito. eus pontos cantados são srias in#oca&'es, de imagens fortes e podem ser cantados em #o!es bai*as.
eus pontos de pemba ou sinais riscados fi*am o mistrio da 1lecha, Cha#e e da 3ai!.
!N"A OU #!BRA$%O DE O+UM ( /$m a forma de Caboclos. 2stas entidades #ibram tambm com for&a sobre o Corpo Astral, fi*ando seus fludos pelas costas e cabe&as, precipitam a respira&ão e tomam o controle do fsico, quando o alteram para um porte desempenado.4eralmente dão uma espcie de 0brado0 que, num bom aparelho, se entende bem as duas slabas da pala#ra O4%U6, como in#oca&ão ibra&ão que o ordena.
;amais esses brados podem ser confundidos com certos 0ui#os e latidos0 que se escutam em 0alguns0 lugares, em pessoas que se di!em mediuni!adasGencorporadasH, com esgar e olhos injetados de #ermelho, que indicam bebida alcoólica ou auto sugestão.
2sses espritos gostam de andar de um lado para outro e falam de maneira forte, #ibrante e em todas suas atitudes demonstram #i#acidade. uas preces cantadas ou pontos tradu!em in#oca&'es para a luta da f, demandas, etc.
!N"A OU #!BRA$%O DE O&OSS! ( /$m a forma de Caboclos? os Ori*"s, 4uias e 5rotetores são sua#es em suas apresenta&'es ou incorpora&'es. ;ogam seus fludos pelas pernas, com tremores e ligeiras fle*'es das mesmasGnesta altura daremos um alerta aos irmãos de todos os graus que forem aparelhos em fun&ão de chefia: de propor&ão assustadora que se obser#a na maioria dos aparelhos que di! incorporar caboclos, principalmente de O*ossi , um #cio ou uma propensão oriunda do subconsciente, fortemente influenciado por 0conhecimentos e*ternos0, em simularem um aleijão da perna, geralmente a esquerda, como se todos os espritos, na forma de caboclos, fossem ou ti#essem sido defeituosos da dita perna. Um Ori*" de lu!, um 4uia e#oludo, não
conser#a em sua forma astral, essa ma!ela, que dei*ou atra#s do resgate purificador dos erros que geraram aquela encarna&ão, que ficou apenas como e*peri$ncia de uma fase escura de seu
passado...tal#e! que, um ou outro, no grau de 5rotetores, por necessidade de seu próprio A36A, conser#e essa conseqN$ncia, mas da generali!ar o h"bito, não passa de infantilidade, ou então, acham que de#em conser#ar uma perna fle*ionada, conforme a tem a imagem de . ebastião, supondo que todos os caboclos são seus en#iados e obrigados a manter a mesma postura...H
Assim, como #nhamos di!endo, essas entidades fluem sua#emente pela cabe&a at a posse total ou parcial.
1alam de maneira serena e seus passes são calmos, assim como seus conselhos e trabalhos.
uas preces cantadas tradu!em bele!a nas imagens e na m+sica: são in#oca&'es, geralmente tristes, as for&as da 2spiritualidade e da 8ature!a.
Os pontos riscados são de sinais elegantes, pela 1lecha, Cha#e e 3ai!.
!N"A OU #!BRA$%O DE )OR!M' ( 2ssas entidades são #erdadeiros magos, senhores da e*peri$ncia e do conhecimento em toda espcie de magia. ão os Ori*"s%elhos da >ei de Umbanda % ão donos dos mistrios da 05emba0 nos sinais riscados, da nature!a e da Alma Fumana.
/$m a forma de pretos%#elhos e se apresentando humildemente, falando um pouco embrulhado, mas, sendo necess"rio, usam a linguagem correta do aparelhoGmdiumH ou do consulente.
4eralmente gostam de trabalhar e consultar sentados, fumando cachimbo, sempre numa a&ão de fi*a&ão e elimina&ão, atra#s de sua fuma&a.
1alam compassados e pensando bem no que di!em. 3arssimamente assumem chefia de cabe&a, mas in#aria#elmente são os au*iliares dos outros 4uias, ou seja, o 0bra&o%direito0.
eus fludos são fortes , porque fa!em questão de 0pegar bem0 o aparelhoGmdiumH. Come&am suas #ibra&'es fludicas de chegada, sacudindo com certa #iol$ncia a cabe&a.
Cansam muito o corpo fsico, pela parte dos rins e membros inferiores, com a posse do aparelho, conser#ando%o sempre cur#ado. eus fludos de presen&a #em como uma espcie de choque ner#oso sobre a matria e emitem um resmungado da garganta aos l"bios, quando se consideram firmes na incorpora&ão.
Os pontos cantados são os mais tristes entre todos e re#ela um ritmo compassado, dolente, melancólico? tradu!em #erdadeiras preces de humildade.
Os pontos riscados obedecem a uma srie de sinais entrela&ados, as #e!es reto, outros em @ngulo. /emos encontrados neles, semelhantes a certas letras dos alfabetos primiti#os ou templ"rios e dão logo os tr$s sinais riscados e*pressi#os da 1lecha, Cha#e e 3ai!.
Outrossim: nas 0formas0 de pretos e pretas%#elhas, e*istem os que se apresentam, por afinidade, como um angola, um cambinda, um congo,etc, e costumam at conser#ar em sua 0forma astral0, certa reprodu&ão de caractersticas que identifica#am chefia, fun&ão,etc, entre os po#os da ra&a negra, muito comum entre os que são qualificados como 5rotetores.
2stas afinidades tambm são semelhantes nos espritos que t$m a forma de caboclos, comum aos que possuem ainda o e#oluti#o de protetores.
Quanto a 0forma0 ser no#a ou #elha, não altera a ess$ncia da coisa, pois no fundo, o mesmo. 2ssas são, em sntese, a 0milonga0 das /r$s 1ormas em suas apresenta&'es na U67A89A.
omente os 2/2 O3I<P principais de cada linha são não incorporantes... porm, j" o dissemos algumas #e!es, e*cepcionalmente, conferem suas #ibra&'es diretas sobre U6 ou no m"*imo 2/2
aparelhosGmdiunsH, quando, dos espa&os siderais, eles obser#am a >ei sendo chafurdada e confundida na idolatria, como o est" sendo nos tempos presentes...
Certa maioria continua 0re#erenciando0 est"tuas a granel, de bru*os e bru*as e de supostas representa&'es de 2<U com serpentes, ferrão, cornos, capas pretas ou #ermelhas do suposto 9IA7O da 6I/O>O4IA...
/udo isso, em crescendo assustador e deprimente, pois que, j" são e*istentes em de!enas e de!enas de 0terreiros0, sendo cultuados com 0comes e bebes...0
2 então que essas #ibra&'es diretas se fa!em ou#ir atra#s das #o!es dos pequeninos que se tornam grandes, quando se trata de recompor as 239A92 5239I9A que refletem a própria >2I do 237O.
Obs: 2ste Captulo, pertence a 5ortentosa obra U67A89A de /O9O 8S, terceira 2di&ão de )TT, escrita pelo 4rande 6estre e profundo conhecedor dos 6I/K3IO de U67A89A, V.V. da 6A//A e I>A.
ejam, caros irmãos, a quantos anos foi escrita esta obra que continua atuali!adissma. 8ós não poderamos nos furtar de colocar este captulo, para discernimento e estudo de nossos irmãos, que
tanto anseiam por conhecimento e lu!, esperando ter contribudo um pouco , le#ando estes conhecimentos a todos os irmãos.
e algum irmão, desejar estudar, aconselhamos se for poss#el as obras de V.V. da 6atta e il#a, que se encontram para #ender, assim como de seu discpulo 1. 3i#as 8etto, assim como outros. Agradecemos a leitura destas p"ginas e esperamos que muitos possam tirar pro#eito, pedindo a O<A>P, que ilumine todos os nossos passos, derramando sobre nós a sua >u! 9i#ina.
Caboclos
ão geralmente espritos de ci#ili!a&'es primiti#as, tais como ndios: Jncas, 6aias, Astecas e afins. 1oram espritos de terras recm formadas e descobertas, eles formaram sociedades Gtribos e
aldeiasH, com perfeita organi!a&ão estrutural, tudo era fabricados por eles, desde o culti#o de alimentos at a moradia.
Como foram primiti#os conhecem bem tudo que #em da terra, assim caboclos são os melhores guias para ensinar a import@ncia das er#as e dos alimentos #indos da terra, alm de sua utili!a&ão. Assim como os 5reto%#elhos, possuem grande ele#a&ão espiritual, e trabalham 0incorporados0 a seus mdiuns na Umbanda, dando passes e consultas, em busca de sua ele#a&ão espiritual.
ão subordinados aos Ori*"s, o que lhes concede uma for&a mestra na sua personalidade e forma de trabalho, igual aos 5reto%#elhos.
Quando falamos na personalidade de um caboclo ou de qualquer outro guia, estamos nos referindo a sua forma de trabalho.
Costumam usar durante as giras, penachos e fumam charutos. 1alam de forma r+stica lembrando sua forma primiti#a de ser, dessa forma mostram atra#s de suas dan&as muita bele!a, própria dessa linha.
eus 0brados0, que fa!em parte de uma linguagem comum entre eles, representam quase uma 0senha0 entre eles. Cumprimentos e despedidas são feitas usando esses sons.
Costumamos di!er que as diferen&as entre eles estão nos lugares que eles di!em pertencer. 9ando como origem ou habitat natural, assim podemos ter:
Ca-oc.os da mata % 2sses #i#eram mais pró*imos da ci#ili!a&ão ou ti#eram contato com elas. Ca-oc.os da mata /ir0em % 2sses #i#eram mais interiori!ado nas matas, sem nenhum contato com outros po#os.
Assim #"rios caboclos se acoplam dentro dessa di#isão.
/orna%se de grande import@ncia conhecermos esses detalhes para compreendermos porque alguns falam mais e*plicados que outros. 6ais ainda e*iste as particularidades de cada um, que permitem diferenciarmos um dos outros.
A primeira a 0especialidade0 de cada um, são elas: curandeiros, re!adeiros, guerreiros, os que culti#a#am a terra GagricultoresH, parteiras, entre outros.
A segunda diferen&a criada pela 0for&a da nature!a0 que os rege. K o Ori*" para quem eles trabalham.
5ara nós da Umbanda, importantssimo saber que a 0personalidade0 de um caboclo se d" pela jun&ão de sua 0origem0, 0especialidade0 e 0for&a da nature!a0 que o rege.
2 nessa 0personalidade0 que centramos nossos estudos. Assim como os 5reto%#elhos, eles podem dar passe, consulta e correntes de energi!a&ão ou participarem de descarrego, contudo sua pr"tica da caridade se d" principalmente com a manipula&ão.
Quando falamos em manipula&ão, estamos nos referindo desde preparo de remdios feitos com er#as, emplastos, compressas e banhos em geral at manipula&ão fsica, como por re!ar 0espinhela cada0.
2sses guias por conhecerem bem a terra, acreditam muito no #alor terap$utico das er#as e de tudo que #em da terra, por isso as usam mais que qualquer outro guia.
9esen#ol#eram com isso um conhecimento qumico muito grande para fa!er remdios naturais. Como são espritos da mata propriamente dita, todos recebem forte influ$ncia de O*ossi, no sentido apenas do conhecimento qumico das er#as, independente do Ori*" que trabalhe.
ão espritos que tambm trabalham muito com passe. Acreditamos ser pela facilidade de locomo&ão, j" que normalmente trabalham em p.
ão tambm bastante necess"rios na hora de um descarrego, pois conseguem acoplar no mdium em qualquer posi&ão.
1ormas incorporati#as e especialidade de caboclos:
CABOCOS DE O&UM
4eralmente são sua#es e costumam rodar, a incorpora&ão acontece primeiro ou quase simult@neo no cora&ão GinternoH.
/rabalham mais para ajuda de doen&as psquicas, como: depressão, desanimo entre outras. 9ão bastante passe tanto de dispersão quanto de energi!a&ão.
Aconselham muito, tendem a dar consultas que fa&am pensar? eus passes quase sempre são de al#io emocional.
CABOCOS DE O+UM
ua incorpora&ão mais r"pida e mais compactada ao chão, não rodam. Consultas diretas, geralmente gostam de trabalhos de ajuda profissional. eus passes são na maioria das #e!es para doar for&a fsica, para dar @nimo.
CABOCOS DE )EMAN*'
Incorporam de forma sua#e, porm mais r"pidos do que os de O*um, rodam muito, chegando a dei*ar o mdium tonto.
/rabalham geralmente para desmanchar trabalhos, com passes, limpe!a espiritual, condu!indo essa energia para o mar.
CABOCOS DE &AN+,
ão guias de incorpora&'es r"pidas e contidas, geralmente arriando o mdium no chão. /rabalham para : emprego? causas na justi&a? imó#el e reali!a&ão profissional.
9ão tambm muito passe de dispersão. ão diretos para falar. CABOCOS DE NAN%
Assim como os 5reto%#elhos são mais raros, mas geralmente trabalham aconselhando, mostrando o carma e como ter resigna&ão.
9ão passes onde le#am eguns que estão pró*imos. ua incorpora&ão igualmente contida, pouco dan&am.
CABOCOS DE !N"AS% ão r"pidos e deslocam muito o mdium.
ão diretos para falar e r"pidos tambm, muitas das #e!es pegam a pessoa de surpresa.
4eralmente trabalham para empregos e assuntos de prosperidade, pois Inhasã tem grande liga&ão com <ang=. 8o entanto sua maior fun&ão o passe de dispersão GdescarregoH.
CABOCOS DE O&A'
Quase não trabalham dando consultas, geralmente dão passe de energi!a&ão.
ão 0compactados0 para incorporar e se mantm locali!ado em um ponto do terreiro sem deslocar% se muito.
CABOCOS DE O&1SS! ão os que mais se locomo#em, são r"pidos e dan&am muito.
/rabalham com banhos e defumadores, não possuem trabalhos definidos, podem trabalhar para di#ersas finalidades.
2sses caboclos geralmente são chefes de linha.
CABOCOS DE OBAUA2
ão raros, pois são espritos dos antigos 0bru*os0 das tribos indgenas. ão perigosos, por isso só filhos de Omul+ de primeira coroa possuem esses caboclos.
ua incorpora&ão parece um 5reto%#elho, locomo#em%se apoiados em cajados. 6o#imentam%se pouco.
1a!em trabalhos de magia, para #"rios fins.
COMANDOS E RE3RESENTA$4ES DAS !N"AS DE UMBANDA 5or serem um conjunto de #ibra&'es que atuam sobre todos os seres encarnados, as >inhas de Umbanda t$m Comandos definidos e 3epresentantes junto s outras linhas, para e#itar entre choques e harmoni!ar melhor as freqN$ncias, sendo o seu principal escopo o bem estar do ser encarnado. 9itos 3epresentantes, comparam%se 9iplomatas com suas imunidades, e ascend$ncia direta sobre os seus afins. A seguir damos a rela&ão dos Comandos e 3epresentantes entre as ->inhas da Umbanda.
!N"A DE O&A' Caboclo /upi % 3epresentante de O*al" na >inha das Almas Caboclo 4uarani % 3epresentante de O*al" na >inha de O*óssi Caboclo AWmor % 3epresentante de O*al" na >inha de Ogum Caboclo 4uaracW % 3epresentante de O*al" na >inha de <ang= Caboclo Ubiratã % 3epresentante de O*al" na >inha de Ibeji
Caboclo Ubirajara % 3epresentante de O*al" na >inha de enhoras Caboclo Urubatão da 4uia % Comando da >inha de O*al"
!N"A DAS SEN"ORAS Cabocla ;anaina % 3epresentante das enhora na >inha das Almas Cabocla ;upissiara % 3epresentante das enhoras na >inha de O*óssi Cabocla ;upiara % 3epresentante das enhoras na >inha de Ogum Cabocla ;ussara % 3epresentante das enhoras na >inha de <ang= Cabocla ;acira % 3epresentante das enhoras na >inha de Ibeji Cabocla ;andira % Comando da >inha das enhoras
Cabocla ;upira % 3epresentante das enhoras na >inha de O*al" !N"A DE !BE*! arir % 3epresentante de Ibeji na >inha das Almas
Crispiniano % 3epresentante de Ibeji na >inha de O*óssi Crispim % 3epresentante de Ibeji na >inha de Ogum Or % 3epresentante de Ibeji na >inha de <ang=. 9oum % Comando da >inha de Ibeji
9amião % 3epresentante de Ibeji na >inha das enhoras Cosme % 3epresentante de Ibeji na >inha de O*al"
!N"A DE &AN+, <ang= Abomi % 3epresentante de <ang= na >inha das Almas <ang= Aganj+ % 3epresentante de <ang= na >inha das Almas <ang= Alafim % 3epresentante de <ang= na >inha de Ogum <ang= a= % Comando da >inha de <ang=
<ang= Agojo % 3epresentante de <ang= na >inha de Ibeji
<ang= Alufam % 3epresentante de <ang= na >inha das enhoras <ang= Agod= % 3epresentante de <ang= na >inha de O*al"
!N"A DE O+UM Ogum 6eg$ % 3epresentante de Ogum na >inha das Almas
Ogum 3ompe 6ato % 3epresentante de Ogum na >inha de O*óssi Ogum 4uerreiro % Comando da >inha de Ogum
Ogum de 8ag= % 3epresentante de Ogum na >inha de <ang= Ogum 9il$ % 3epresentante de Ogum na >inha de Ibeji
Ogum 7eira 6ar % 3epresentante de Ogum na >inha das enhoras Ogum de 6al$ % 3epresentante de Ogum na >inha de O*al"
!N"A DE O&1SS! Caboclo Arruda % 3epresentante de O*óssi na >inha das Almas Caboclo 5ena erde % Comando da >inha de O*óssi
Caboclo Araribóia % 3epresentante de O*óssi na >inha de Ogum Caboclo Cobra Coral % 3epresentante de O*óssi na >inha de <ang= Caboclo 4uin % 3epresentante de O*óssi na >inha de Ibeji
Cabocla ;urema % 3epresentante de O*óssi na >inha das enhoras Caboclo 5ena 7ranca % 3epresentante de O*óssi na >inha de O*al"
!N"A DAS AMAS o#ó 6aria Conga % Comando da >inha das Almas
o#ó Arruda % 3epresentante das Almas na >inha de O*óssi 5ai 7enedito % 3epresentante das Almas na >inha de Ogum 5ai /om % 3epresentante das Almas na >inha de <ang= 5ai ;oaquim % 3epresentante das Almas na >inha de Ibeji 3ei Congo % 3epresentante das Almas na >inha das enhoras 5ai 4uin % 3epresentante das Almas na >inha de O*al"
A linha de 2*us, outra linha independente, assim como Ibeji, engloba%se no plano n+mero ) da Umbanda, atra#s do qual tem se acesso aos planos positi#os, por mrito e e#olu&ão, conseguidos atra#s do trabalho de sapa.
2*+ a 5olcia de Choque da Umbanda, quem cobra na hora e tambm quem tem maior liga&ão com os seres encarnados. 2*istem tr$s tipos de 2*u, saber:
E&U 3A+%O: aquele que não sabe distinguir o 7em do 6al, trabalha para quem pagar mais. 8ão confi"#el, pois se pego, castigado pelas falanges do 7em, então #olta%se contra quem o
mandou.
E&U BAT!5ADO: todo aquele que j" conhece o 7em e o 6al, praticando os dois
conscientemente? são os capangueiros ou empregados das entidades, cujo ser#i&o e#oluem na pr"tica do bem, porm conser#ando suas for&as de cobran&a.
E&U COROADO: aquele que após grande e#olu&ão como empregado das 2ntidades do 7em, recebem por mrito, a permissão de se apresentarem como elementos das linhas positi#as,
Caboclos, 5retos elhos, Crian&as, Oguns, <ang=s e at como enhoras. 2lemento e for&a da nature!a: fogo
9ia da semana: segunda%feira ChaDra atuante: b"sico ou sacro 5laneta regente: aturno e 5lutão 8ota musical: dó
Cor representati#a: #ermelho e preto, branco e preto, preto e amarelo G#ide nota especial no final do captulo XH
Cor do colar GguiaH: #ermelho e preto, branco e preto, preto e amarelo, como acima auda&ão: Aru$%2*u, Ar=%2*u ou >aroi$%2*u
8egati#o: Quiumbas
Amal": carne de porco ou de boi crua, cabrito, galinha preta, farofa com a!eite de dend$, pimenta da costa, pipoca sem sal e sem a&+car, banana dY"gua
Ot: cacha&a para os machos e champanhe ou anis para as f$meas
>ocal de entregas: encru!ilhadas, cemitrios, praias, lodo, pedreiras, etc. 2ncru!ilhadas abertas: para todos 2*us GindistintamenteH
2ncru!ilhadas fechadas: para todos os 2*us GindistintamenteH 5orteira de Curral: 2*u das ete 5orteiras
2ncru!ilhadas 6istas: 2*us mirins, etc...
2ncru!ilhadas em 00 ou cur#as: 2*u /ira%teima 2ncru!ilhadas em p de galinha: 9ona 5omba%gira 2ncru!ilhadas de estrada de ferro: 9ona 6aria 5adilha 2ncru!ilhadas de caminho do mato: 9ona 6aria 6olambo
8O/A: 8as cur#as em nunca se caminha pelo lado do @ngulo da cur#a. 8unca se de#e atra#essar as encru!ilhadas em diagonal, principalmente as de dentro do cemitrio. Ao utili!ar%se uma porteira de curral, entra%se pelo lado direito e sai%se pelo esquerdo.
8ota especial da cor representati#a e dos colares GguiasH X ermelho e preto: para todos os 2<U de encru!ilhadas.
5reto e branco: 5ara todos 2<U com chefia, independente do local a que perten&a. 5reto e amarelo: 2*clusi#as para os 2<U da Calunga 5equena GcemitrioH.
Fa6ina astra. da casa
Rituais para fa6ina astra.( procure fa7er no dia 89;< =uando a ua entra na fase Min0uante>
6udar os mó#eis de lugar
7orrifar "gua com sal grosso e alfa!ema em todos os cantos da casa
Colocar ( espadas de ão ;orge, cru!adas, e amarradas com fita #ermelha, embai*o da
cama
Acender incenso de arruda em todos os ambientes da casa
/irar os sapatos antes de entrar em casa e la#ar a sola com "gua e sal grosso
Colocar em um prato branco os nomes dos moradores da casa e cobrir com mel. 2sse ritual
ser#ir" para acalmar as pessoas e unir a todos Oração para a-ençoar o .ar
9eus pai todo poderoso, aben&oai este lar e todos que nele moram.
Afastai desta casa todo mal, e en#iai em nosso socorro os #ossos santos anjos, para guard"%la e defend$%la.
eja esta casa senhor, preser#ada de roubos, #iol$ncias e espritos que perturbam o sono da noite. Que a #ossa mão protetora, paire dia e noite sobre esta casa e que a #ossa infinita bondade penetre em todos os cora&'es que nela residem.
Que neste lar reine pa! e união entre todos.
Que esta casa seja aben&oada por ;esus, 6aria e ;os. 2m nome do 5ai, do 1ilho e do 2sprito anto.
AmmZ
2ste ritual permite criar ao redor do corpo uma barreira de energia positi#a que impede a energia negati#a de entrar. ua dura&ão de ([ horas e de#e ser usado quando a pessoa sabe que estar" em contato com pessoas\situa&'es negati#as.
Ingredientes: )> "gua fer#ente ]) pitada de sal - cra#os modos
8o dia anterior, coloque os cra#os na "gua fer#ente. 6e*a bastante. 8o dia do banho, jogar o sal e me*er. 2ncher uma banheira com "gua morna e joga o banho de prote&ão. 1icar por - minutos. 9urante este tempo, fa!er uma ora&ão de sua prefer$ncia Gpedindo prote&ãoH.
5essoas com problemas de pele não de#em tomar o banho. 3ela&ão de er#as e suas propriedades:
X Arnica % afasta a negati#idade X Abre Caminho % no#as for&as X A&+car % aceita&ão
X Alho GpalhaH % prote&ão X Alecrim % clare!a mental X Alpiste % prosperidade X Arruda % prote&ão
X Anis 2strelado % aumenta a auto%estima X Pgua%de%arro! % calmante
X Pgua%marinha GplantaH % limpe!a X Alfa!ema % mudan&a
X 7ulbo de cebolinha % tira o cansa&o X Comigo%ningum%pode % defesa X Camomila % limpe!a GbactericidaH X Canela % limpe!a, for&a e prosperidade X Cra#o da Jndia % estimulante
X Cri!@ntemo branco % calmante
X Crista%de%4alo GsementesH % calmante GhipertensãoH X Contas de 3os"rio % concentra&ão
X Cenoura GfolhasH % fraque!a
X 9ente%de%>eão % triste!a e anti%tó*ico X 2r#a doce % boas energias
X 2spada de ão ;orge % prote&ão X 1olha de 5inheiro % limpe!a
X 1olhas de 5$ssego % dissol#e densidades acumuladas X 1olhas de >imão % corta energias negati#as
X 1olhas de 6anga % prosperidade X 1olhas de >ouro % prosperidade X 1umo % prote&ão
X 1lor de sabugueiro % calmante X 4uin % prote&ão e for&a
X 4irassol GsementesH % acelera as mudan&as X 4uaran" % aumenta as energias
X Fortelã % aceita&ão X Inhame % for&a e limpe!a
X >e#ante % for&a, melhorar a auto%estima X >osna % corta a negati#idade Grai#asH X 6acela % calmante Gbom para ins=niaH
X 6anjericão % equilbrio, reno#a as clulas do organismo X 5itanga GfolhasH % melhora a circula&ão
X 3osas brancas % limpe!a X 3osas #ermelhas % energia
X ementes de tangerina % para dores na coluna X "l#ia % reju#enecimento 9icas de 7anhos Aumentar a Auto(Estima % cal$ndula % anis estrelados % manjericão 3rosperidade % alpiste % folha de louro % manjericão
Densidades Acumu.adas sentido dor na costa % folhas de p$ssego ou limão
% guin
% palha de alho
Fra=ue7a =uando nos sentimos sem forças % folhas de cenoura
% galhos de arruda % rosas #ermelhas
Tirar M0oas =uando não conse0uimos nos .i/rar de uma triste7a % ) ma&ã cortada em ^ partes
% ) colher de a&+car
A-re Camin?o =uando =ueremos mudar a.0uma coisa na nossa /ida % - folhas de loro
% - galhos de manjericão % - sementes de girassol
Descarre0o =uando nos sentimos muito irritados ou e6tremamente desanimados % galhos de arruda
% galhos de guin % galhos de alecrim % ) espada de ão ;orge
% ) folha de comigo%ningum%pode % fumo de corda
3RECE DE ABERTURA DOS TRABA"OS MED!N!COS
5ai misericordioso e justo, criador do uni#erso, lan&ai as #ossas b$n&ãos sobre os trabalhos que os #ossos filhos em #osso sagrado nome #ão e*ecutar neste terreiro, em benefcio dos seus irmãos e tambm #ossos filhos.
5ai misericordioso e justo, da a permissão aos espritos de lu!, superiores aos Anjos, antos, Ori*"s e chefes de falanges e seus comandados, aos Caboclos e 5retos elhos, espritos do mar, dos rios, fontes e cachoeiras, a todos os espritos puros e purificados, que lancem sobre este terreiro suas irradia&'es salutares, seus fludos regeneradores em benefcio daqueles que aqui #$m em busca de al#io socorro e cura para suas dores morais e fsicas.
O*al", poderoso e cheio de bondade, derramai sobre nós os #ossos efl+#ios, infundindo em todos nós a resigna&ão, boa #ontade para desempenharmos bem a nossa tarefa. Anjo de 4uarda, guias e protetores nossos, derramai a #ossa influ$ncia sobre os mdiuns aqui presentes a fim de que possudos da #ossa energia possam transmiti%la aos irmão necessitados de amparo.
2spritos de lu! da aos mdiuns a #ossa for&a para que eles a transmitam aos irmãos que dela necessitem. Que as energias do uni#erso sob a&ão dos espritos de lu!, guias e protetores, anjos de guarda, derramem%se luminosas, benficas e fortes neste ambiente, purifiquem%no, ilumine%o afastando os maus elementos do espa&o e da /erra.
2spritos superiores defendei este terreiro, impedindo a apro*ima&ão de espritos perturbadores. 5ai misericordioso e justo, lou#ado seja o #osso santo nome para todo o sempre.
3RECE DE C'R!TAS
92U, 8OO 5AI, QU2 OI /O9O 5O923 2 7O89A92, 9AI A 1O3EA _QU2>2 QU2 5AA 52>A 53OAE`O, 9AI A >UB AQU2>2 QU2 53OCU3A A 239A92, 5O892 8O CO3AE`O 9O FO626 A CO65AI<`O 2 A CA3I9A92.
92UZ 9AI AO IA;O3 A 2/32>A 4UIA, AO A1>I/O A CO8O>AE`O, AO 9O28/2 325OUO.
5AIZ 9AI AO CU>5A9O O A3325289I628/O, AO 25J3I/O A 239A92, _ C3IA8EA O 4UIA, AO S31`O O 5AI.
28FO3Z QU2 OA 7O89A92 2 2/289A O732 /U9O O QU2 C3IA/2. 5I29A92, 28FO3, 5A3A AQU2>2 QU2 O 8`O CO8F2C26? 2523A8EA 5A3A AQU2>2 QU2 O1326. QU2 OA 7O89A92 5236I/A AO 25J3I/O
CO8O>A9O32 9233A6A326 5O3 /O9A A 5A3/2 A 5AB, A 2523A8EA 2 A 1K. 92U, U6 3AIO, U6A 1AJCA 92 OO A6O3 5O92 A73AA3 A /233A? 92I<AI% 8O 72723 A 1O8/2 92A 7O89A92 12CU89A 2 I81I8I/A 2 /O9A A
>P43I6A 2CA3`O, /O9A A 9O32 2 ACA>6A3`O. U6 S CO3AE`O, U6 S 528A628/O U7I3P A/K S, CO6O U6 43I/O 92 32CO8F2CI628/O 2 92
A6O3. CO6O 6OIK O732 A 6O8/A8FA, 8S O 2523A6O CO6 O 73AEO A723/O OFZ 7O89A92, OFZ 72>2BA, OFZ 52312IE`O 2 QU2326O 92 A>4U6A O3/2 6232C23 OA 6I23ICS39IA.
92U, 9AI%8O A 1O3EA 92 A;U9A3 O 53O432O, A 1I6 92 U7I36O A/K S? 9AI%8O A CA3I9A92 5U3A? 9AI%8O A 1K 2 A 3AB`O? 9AI%8O A I65>ICI9A92 QU2 1A3P 9A 8OA A>6A O 252>FO O892 9223P 2 321>2/I3 A OA I6A426.
3A! NOSSO DE UMBANDA
5ai nosso que estais nos cus, nos mares, nas matas e em todos os mundos habitados, santificado seja o teu nome, pelos teus filhos, pela nature!a, pelas "guas, pela lu! e pelo ar que respiramos.
Que o teu reino, reino do bem, do amor e da fraternidade nos una a todos e a tudo que criaste, em torno da sagrada cru!, aos ps do di#ino sal#ador e redentor.
Que a tua #ontade nos condu!a sempre para o culto do amor e da caridade, dai%nos hoje e sempre a #ontade firme para sermos #irtuosos e +teis aos nossos semelhantes, dai%nos hoje o pão do corpo, o fruto das matas e a "gua das fontes para o nosso sustento material e espiritual.
5erdoa, se merecemos, as nossas faltas, e d$ o sublime sentimento do perdão para os que nos ofendam, não nos dei*ei sucumbir ante a luta, dissabores, ingratid'es, tenta&'es dos maus espritos e ilus'es pecaminosas da matria.
2n#iai 5ai, um raio da tua di#ina complac$ncia, lu! e misericórdia para os teus filhos, pecadores que aqui labutam pelo bem da humanidade.
Que assim seja.
AOS ES3R!TOS 3ROTETORES
25J3I/O P7IO 2 7282O>28/2, 628A42I3O 92 92U QU2 2<23C2I A U7>I62 6I`O 92 AI/I3 AO 28CA38A9O 2 28I8A3%>F2 O CA6I8FO 9O 53O432O QU2 K O 726 2 A 239A92,
% U/28/AI%62 8A 53OAE2 92/A I9A?
AU<I>IAI%62 A CU653I3 O 92J48IO 9A ;U/IEA 92 92U 2 A 5U3I1ICA3 O 62U 28/I628/O?
92IAI 92 6I6 O 6AU 528A628/O 5A3A QU2 2U 8`O 9 AC2O AO 25J3I/O QU2, 5O3 2U A/3AO, 5236A82C26 8A 6A>9A92 2 I89UB26 O FO628 AO 6A>.
I>U6I8AI A 6I8FA CO8CI8CIA, A 1I6 92 CO8F2C23 A 6I8FA 1A>/A 2
A1A/AI 9O 62U O>FO O KU 9O O34U>FO 2 9A AI9A92 QU2 62 I6529I3IA 92 523C27%>A 2 CO812P%>A A 6I6 626O.
25J3I/O QU2 O I8/232AI 5O3 6I6 2, O732/U9O, S, 62U A8;O 9A 4UA39A, QU2 6AI 5A3/ICU>A3628/2 5O3 6I6 2>AI, 1AB2I CO6 QU2 2U 2;A 9I48O 92 OA 7282O>8CIA. CO8F2C29O32 CO6O OI 9A 6I8FA
82C2I9A92, AU<I>IAI%62, 2U O 3O4O, 5A3A QU2 2>A 5OA6 23 A/I12I/A 24U89O A O8/A92 92 92U.
3RECE DE ENCERRAMENTO
28FO3, 9A CA3I9A92 1IB2/2 U6A >2I 2<532A 5A3A /O9O 8S? 6A A
CA3I9A92 8`O CO8I/2 O628/2 26 AI/I3 AO 8OO 262>FA8/2 8A UA 82C2I9A92, 28`O /A67K6 8O 2QU2CI628/O 2 8O 5239`O 9A O128A. 9AI%8O S 62U 92U, 1O3EA 5A3A U1OCA3, 8A 8OA A>6A 3228/I628/O, S9IO 2 3A8CO32. 5236I/I QU2 A 6O3/2 8`O 8O
U3532289A CO6 922;O 92 I84A8EA 8O CO3AE`O, QU2 A 8OA >/I6A 5A>A3A 5OA6 23 92 I89U>48CIA 2 92 5239`O A /O9A A O128A
32C27I9A, A728EOA89O O QU2 8O 123I3A6 2 FU6I>FA3A6, 5O3QU2 A CO8/U2 9O CO35O 1O3/I1ICA3A6 A A>6A, 2 A FU6I>9A92 8O 2<A>/A. I81U892, 62U 92U, 8O CO3AE`O 92 /O9O O QU2 I26 AI89A 8A C24U2I3A 9A I48O3L8CIA 2 24U3A8EA 92 OO 5239`O 2 9A OA 6I23ICS39IA? I>U6I8AI%8O CO6 A I33A9IAE2 9O OO 321>2<O 5U3I1ICA9O A 1I6 92 QU2, 92 CO8CI8CIA I65AJ2>, 32I48A9O 2 U76IO, 5OA6
CA6I8FA3 5A3A S, CF2IO 92 A6O3 2 A96I3AE`O 52>A OA O8I5O/8CIA. AI6 2;A.
O&A'
Er/as para o Ban?o de Descarre0o
5oejo, Camomila, Chapu de Couro, 2r#a de 7icho, Cra#o, Coentro, 4er@nio 7ranco, Arruda, 2r#a Cidreira, 2r#a de .;oão, Alecrim do 6ato, Fortelã, Ale#ante, 2r#a de O*al" G7oldoH, 1olhas de 4irassol, 1olhas de 7ambu.
Ama.
)[ #elas brancas, "gua mineral, canjica branca dentro de alguidar de lou&a branca, e flores brancas. oca. de entre0a: de#e ser muito bonito e cheio de pa!, como uma colina limpa, ou junto de uma entrega para Iemanj", na praia.
O+UM
Er/as para o Ban?o de Descarre0o Aroeira, 5ata de aca,Carqueja,>osna, Comigo 8ingum 5ode, 1olhas de 3omã, 2spada de . ;orge, 1lecha de Ogum, Cinco 1olhas, 6aca, 1olhas de ;urubeba.
Ama.
)[ #elas branca e #ermelha ou brancas e #ermelhas, cer#eja branca ser#ida em coit, -charutos, pei*e de escama e de "gua doce, ou camarão seco, amendoins
e frutas, de prefer$ncia, dentre elas, uma manga Gmelhor a espadaH.
oca. de entre0a:uma campina. !EMAN*'
Er/as para o Ban?o de Descarre0o 5ata de aca, 1olhas de >"grima de
8.enhora, 2r#a Quaresma, /re#o e chapu de couro, Alfa!ema.
Ama.
- #elas brancas e - a!uis, champanhe, manjar branco, rosas brancas ou outrO tipo de flor branca.
oca. de entre0a:na praia. O&1SS!
Er/as para o Ban?o de Descarre0o 6al#a 3osa, 6il 1olhas, ete angrias, 1olhas de Aroeira, 1olhas de fa#a de
Quebrante, 1olhas de amambaia, 1olhas de 5almeira, 1olhas de >aranjeira, 2r#a Cidreira, 1olhas de ;urema, 1olhas de 6aracuj",
1olhas de 5almito, 1olhas de Abacateiro. Ama.
- #elas #erdes e - brancas, Cer#eja branca ser#ida em coit, - charutos,
pei*e com escama de "gua doce ou uma moganga bem assada com milho dentro coberto com mel.
oca. de entre0a:na entrada da mata. &AN+,
Er/as para o Ban?o de Descarre0o
1olhas de >imoeiro, 2r#a 6oura, 2r#a >rio, 1olhas de Caf, 1olhas de 6angueira, 2r#a de <ang=, Ale#ante, Quebra%5edra.
Ama.
- #elas marrons e - #elas brancas,
- charutos, cer#eja preta ser#ida em coit, camarão, quiabo.
oca. de entre0a:na pedreira ou sobre uma pedra grande e bonita.
O&UM
Er/as para o Ban?o de Descarre0o 2r#a Cidreira, 4engibre, Camomila, Arnica,/re#o A!edo ou 4rande, Chu#a de Ouro, 6anjericão, 2r#a ta. 6aria, 4engibre, Cal$ndula, Alfa!ema.
Ama.
- #elas brancas e - amarelo claro, 1lores Amarelas, "gua mineral canjica amarela, fitas amarelo claro e branca.
oca. de entre0a:ao lado de uma cascata.
!ANS%
Er/as para o Ban?o de Descarre0o
Catinga de mulata, Cordão de frade, 4er@nio cor%de%rosa ou #ermelho, A&ucena, 1olhas de 3osa 7ranca , 2r#a de anta 7"rbara.
Ama.
- #elas brancas e - amarelo escuro, "gua mineral, acaraj ou milho em espiga coberto com mel ou ainda canjica amarela. >ocal de entrega em pedra ao lado de um rio.
F!RME5AS
1irme!as são, toda e qualquer forma material de magneti!a&ão, em determinado local, de freqN$ncias adequadas prote&ão do ambiente.
As firme!as se di#idem em tr$s grandes grupos, saber:
Interna 2*terna
Contra terceiros
F!RME5A !NTERNA % K toda aquela que feita no interior do recinto de trabalho, saber:
1irme!a do tadium GterreiroH % 5onto feito esquerda GentradaH e outro direita GsadaH 1irme!a do 5egi Gmaterial e espiritualH
1irme!a dos trabalhos G9efumadorH
F!RME5A E&TERNA % K toda aquela destinada a barrar fora do terreiro as influ$ncias espirituais negati#as.
Cru!eiro das Almas
Casa dos 2mpregados G2*us em geralH /ronqueira Gfirme!a para os 2*us da casaH
F!RME5A CONTRA TERCE!ROS % 5ara e#itar interfer$ncia espiritual de terceiros G#isitantes, #i!inhos, etc..H
5ortas e ;anelas Assist$ncia Ambiental
Firme7a !nterna % Colocada no 5eji, ) GumH copo com "gua GcalunguinhaH e uma #ela? para não permitir a entrada de cargas negati#as e tambm firme!a para o Anjo de 4uarda dos participantes.
Alm disso tem tambm a Quartilha e a firme!a dos Ori*"s Go atabaqueH, que os representa. Firme7a e6terna
3ua % 2ntrada % A tronqueira situa%se do lado esquerdo do portão principal, de quem entra em um terreiro e destina%se magneti!a&ão de freqN$ncias especiais, para que o 2mpregado da casa possa dar a sua parcela de trabalho, tomando conta de quem entra. 8este local, normalmente são
colocados os pontos riscados do 2*+ da casa, copos e\ou ta&as com as bebidas preferidas e #elas, para iluminar a #igil@ncia dos sentinelas.
Firme7a contra terceiros % K distribuda e praticada, desde a tronqueira, at o 5eji, a saber: 5ortas, janelas, entrada e sada do tadium, todas firmadas pelo Chefe do /erreiro G7abalori*"\Ialori*"H
antes da abertura inicial dos trabalhos do terreiro.
Firme7a da Assistncia % K feita atra#s do 9efumador e ser#e para magneti!ar todos numa freqN$ncia positi#a e unssona. 5or isso não se de#e entrar num terreiro depois de come&ados os trabalhos.
Firme7a Am-ienta. % K feita em partes iguais, pelo defumador, pelo calunguinha do 5eg e pelo cru!eiro das almas.
Er/as Uti.i7adas na Um-anda
2r#as Utili!adas na Umbanda ER#AS
!N"A DE O&A' : arruda, arnica, laranja da terra GfolhasH, hortelã, poejo, girassol, #assoura branca, er#a de O*al", er#a cidreira, alecrim do campo, le#ante, alecrim mi+do, bambu GfolhasH,
er#a quaresma.
!N"A DAS SEN"ORAS: l"grimas de 8ossa enhora GfolhasH, mastru&o, rosa branca GfolhasH, pariparoba, orir de O*um, er#a%de%santa%lu!ia, espada%de%santa%b"rbara, tre#o GfolhasH, quina ro*a,
abóbora dantas, #itória%rgia, a&ucena, er#a%de%santa%b"rbara, mal#a rosa, suma ro*a. !N"A DE !BE*!: amoreira GfolhasH, alfa!ema, salsaparrilha, manjericão, ipecacuanha, anil
GfolhasH, capim p%de%galinha, arranha gato.
!N"A DE &AN+,: limoeiro GfolhasH, er#a lrio, caf GfolhasH, saião GfolhasH, er#a%de%são%joão, abre caminho, quebra mandinga, er#a de <ang=, quebra%pedra, 3ui 7arbo, louro, aperta ruã, 6aria
8era, er#a 6oura, 6aria 5reta, er#a de bicho.
!N"A DE O+UM: comigo ningum pode, espada de Ogum, lan&a de Ogum, flecha de Ogum, cinco folhas, jurupitã GfolhasH, jurubeba GfolhasH, musgo GmarinhoH, ip$ GfolhasH, losna, romã
GfolhasH, sabugueiro, er#a%de%coelho.
!N"A DE O&1SS!: picão do mato, cipó caboclo, barba de milho, mil folhas, funcho, fa#a de quebranto, ger#ão ro*o, tamarindo GfolhasH, alecrim do mato, boldo, mal#arisco, sete sangrias, unha de #aca, a!edinha, chapu de couro, grama barbante.
!N"A DAS AMAS: caf GgrãoH, guin pipu, arruda GfolhasH, cambar", sete folhas, aroeira GfolhasH, er#a grossa, #assoura preta, cra#o de defunto, mal com tudo, cipó cabeludo.
AGU!M!A UMBANDA
8a Alquimia da Umbanda, utili!a%se deri#ados de reinos, saber:
3eino 6ineral
3eino egetal
3eino Animal
! RE!NO M!NERA: ão utili!ados, a pedra #i#a GOt"H, ferro, cobre, latão, alumnio, !inco,
assim como uma srie de metalóides.
!! RE!NO #E+ETA: K utili!ado um n+mero incalcul"#el de 23A, sendo que as principais j"
foram #istas acima.
!!! RE!NO AN!MA: Atra#s de sacrifcios e tambm com os animais #i#os, são efetuados na Umbanda di#ersos rituais. K um engano pensar que na Umbanda só utili!amos animais sacrificados, muito pelo contr"rio a maior parte dos rituais de uma Umbanda 3acional, utili!a o animal #i#o, que permanece #i#o, sendo de mais ou menos G\%H ) o n+mero de animais sacrificados.
A+RADO CR!AN$AS
Ingredientes: ) 6anjar?
) 7oneca ou ) Carrinho ou Ambos? 1rutas di#ersas. Local de oferta: 8uma pra&a? 8a praia? 8a cachoeira? 2m frente a um colgio? Ou dentro de casa.
"!ERARGU!A EM UM TERRE!RO DE UMBANDA
A hierarquia de um /erreiro de Umbanda subdi#idida em dois comandos distintos, saber:
CHpu.a Espiritua. CHpu.a Materia.
C3UA ES3!R!TUA: a C+pula 2spiritual formada por tr$s 2ntidades cong$neres,
semelhantes ou afins quanto missão terr"quea. 2*iste entre eles uma hierarquia singular, formando um tri@ngulo equil"tero perfeito, sendo que a 2ntidade do #rtice superior do tri@ngulo o
Orientador, que ser" substitudo, em caso de necessidade, primeiro pela 2ntidade do angulo direito da base do tri@ngulo e depois, na sua falta, pela 2ntidade do angulo esquerdo da base.
As demais 2ntidades incorporadas, assim como todos os participantes do terreiro, acatam e fa!em cumprir as ordens emanadas da C+pula 2spiritual.
C3UA MATER!A: a C+pula 6aterial comandada pela Mãe 3e=uena. C3UA ES3!R!TUA
"!ERARGU!A MATER!A NO TERRE!RO DE UMBANDA
M%E 3EGUENA ou 3ai 3e=ueno: o respons"#el material pelas ordens, quer espirituais, quer materiais, emanadas da C+pula 2spiritual. K quem controla todos os mdiuns, quer na disciplina, quer na pontualidade, quer nos uniformes, quer na organi!a&ão de obriga&'es, festi#idades, enfim toda a parte material dos rituais de um terreiro. K tambm o Cambone 2special do 4uia Chefe GOrientador 2spiritual ou seu substitutoH, tendo sempre uma !A,, a que ti#er melhores aptid'es, para substitu%la , em caso de necessidade.
CAMBONE DE EB1: subordinado diretamente 6ãe 5equena, sendo o +nico respons"#el, por todas as entregas negati#as do /erreiro.
!AB': a respons"#el pela co!inha do terreiro, pela confec&ão dos ageuns, amal"s, e toda e qualquer comida necess"ria nos trabalhos.
COTA: subordinada e substituta da IA7P Gsó utili!ada nos terreiros de 8a&ãoH. SAMBA: mdium GmulherH em desen#ol#imento.
!A,: mdium GmulherH com feitura no anto.
M%O DE FACA: mdium preparado especialmente para efetuar toda e qualquer matan&a de animais, quando necess"rio Gmuito usado em 8a&ãoH
M%O DE OF': mdium preparado especialmente para fa!er a colheita e a quinagem das er#as usadas na Umbanda, para amacs, confirma&'es, assim como para remdios e banhos de descarga. O+% CAOFI: o respons"#el por toda a corimba ser pu*ada no terreiro, tambm instrutor de
toques de atabaque, assim como respons"#el, abai*o da 6ãe pequena, pelo desen#ol#imento do 3J de Dança, mdium preparado especificamente para isto.
O+% DE ATABAGUE: mdium preparado, e*clusi#amente para os toques de atabaque. O+% DE COR!MBA: mdium preparado, e*clusi#amente para a pu*ada da corimba Gpontos cantadosH, respondendo diretamente ao Ogã Calof, 6ãe 5equena, ou em +ltima inst@ncia, ao chefe do terreiro.
CAMBONE: mdium GhomemH em desen#ol#imento. CASSUTIS: mdiuns GhomensH com feitura no anto.
NOTA: nos terreiros de 8a&ão todos os mdiuns, quer homens quer mulheres, com 1eitura no anto, chamam%se!A,S.
D!STR!BU!$%O !NTERNA DE UM TERRE!RO
Um terreiro, para a pr"tica da Umbanda, de#e ter distintos os seguintes locais prefi*ados: o
tadium, o 5eg ou 4ong", Ala de Atabaques, >ocal da Assist$ncia, 3oncó, Casa de 2*us, Cru!eiro das Almas, /ronqueira, e Casas ou Quartos dos Ori*"s, assim como Casa de matan&as Gopcionais só na 8a&ãoH.
O STAD!UM: o local onde os mdiuns Gca#alinhosH fa!em suas e#olu&'es, e quando
incorporados, os atendimentos. K nesse local que são efetuadas as 9an&as de anto Gtambm as brincadeiras para o antoH, o desen#ol#imento, os atendimentos e as aulas, quando hou#er esco.a,
dirigida pelo Orientador 2spiritual.
O 3E+: o altar sagrado dos rituais GO3PCU>OH
O RONC1: altar ou 5eg particular do chefe do terreiro, onde são feitos todos os 3ituais Fermticos dos seus filhos de terreiro, tais como: amacs, bati!ados, confirma&'es e as demais obriga&'es. K e*clusi#o, para a troca de roupa do chefe do terreiro, e nele tambm são praticados os trabalhos de 3ituais 2speciais, quando necess"rio no atendimento de assistentes.
CASA DE MATAN$AS: o local de uso e responsabilidade do Mão de Faca para fa!er as matan&as de animais, quando necess"rio. G8a&ãoH
CASA DE E&U: o local destinado guarda dos apetrechos dos Compadres, das obriga&'es dos mesmos, e da troca de roupa dos mdiuns, quando incorporados com os 2*us.
CRU5E!RO DAS AMAS: uma l"pide de m"rmore ou madeira, com degraus, encimada por uma Cru!, aCru7 das A.mas, e destina%se queima de #elas para as Almas, pro#enientes de promessas, compromissos, etc.
TRONGUE!RA: local destinado ser feita a se0urança primeira do terreiro e locali!a%se de frente para a rua, do lado esquerdo de quem entra.
5or direito, do lado direito do terreiro de#em ser erigidas tantas salas ou quartos quantos sejam os Ori*"s, onde de#erão ser implantados as for&as I73A/S3IA e 3I/UA>J/ICA de cada um, assim como, apetrechos e ferramentas, etc. K nestas salas, que se fa!em os trabalhos especiais, com os mdiuns ou para assistentes necessitados, de acordo com a necessidade #ibratória.
8a Umbanda, não se de#e utili!ar Imagens ou 2st"tuas de outras religi'es, apenas #ultos de 5reto% #elhos, Caboclos, Crian&as e 2*us?
Quanto aos O3I<P, são representados pelas for&as da nature!a em que atuam. 2*emplo:
<A84R pedra O4U6 ferro e assim por diante
Isto de#e%se ao fato de que um Ori*" um esprito que nunca te#e forma material, os que j" a ti#eram, são conhecidos como E+UNS.
A +nica e*ce&ão simbólica a de O&A', e tem%se sempre um #ulto do 9i#ino 6estre no centro do 5eg, do tadium, pois foi o +nico que te#e por missão, usar um corpo material, conforme determinado pela Administra&ão ideral.