Teste t
• Assuma que a vari´avel aleat´oria de interesse X tem distribui¸c˜ao normal; especificamente,
X ∼ N(µ, σ2)
• Em um teste de hip´oteses para a m´edia populacional µ, para
hip´oteses nulas do tipo
H0 : µ = µ0, H0 : µ ≤ µ0 ou H0 : µ ≥ µ0,
temos que a estat´ıstica de teste T = X − µ0
S /√n
tem distribui¸c˜ao t de Student com n − 1 graus de liberdade, sob H0
Teste t
• Assuma que a vari´avel aleat´oria de interesse X tem distribui¸c˜ao normal; especificamente,
X ∼ N(µ, σ2)
• Em um teste de hip´oteses para a m´edia populacional µ, para
hip´oteses nulas do tipo
H0 : µ = µ0, H0 : µ ≤ µ0 ou H0 : µ ≥ µ0,
temos que a estat´ıstica de teste T = X − µ0
S /√n
tem distribui¸c˜ao t de Student com n − 1 graus de liberdade, sob H0
Teste t
• Assim, se ao observarmos os valores da amostra aleat´oria, x1, . . . , xn, e calcularmos
t = x − µ0 s/√n ,
este valor “cair”muito distante de onde se esperaria que ele “ca´ısse”caso H0 fosse verdadeira, ent˜ao dizemos que temos
evidˆencias para rejeitar H0
• O teste de hip´oteses (neste contexto, o teste t) ´e o crit´erio
Teste t
• Assim, se ao observarmos os valores da amostra aleat´oria, x1, . . . , xn, e calcularmos
t = x − µ0 s/√n ,
este valor “cair”muito distante de onde se esperaria que ele “ca´ısse”caso H0 fosse verdadeira, ent˜ao dizemos que temos
evidˆencias para rejeitar H0
• O teste de hip´oteses (neste contexto, o teste t) ´e o crit´erio
Teste t
• Exemplo: Considere uma popula¸c˜ao de indiv´ıduos que possuem um determinado trabalho em que est˜ao constantemente sob press˜ao
• Sabe-se que estes indiv´ıduos tˆem n´ıvel m´edio de ansiedade de
20 pontos, de acordo com um determinado teste
• Assuma que a distribui¸c˜ao normal ´e adequada para modelar o
n´ıvel de ansiedade
• Para verificar se um tratamento terapˆeutico tem efeito sobre
este n´ıvel m´edio, uma pesquisa mensurou o n´ıvel de 20 participantes
• Para esta particular amostra, obteve-se m´edia de 17,7 e desvio
padr˜ao de 5,1 pontos
• H´a evidˆencias, ao n´ıvel de 5% de significˆancia, de que o
Teste t
• Exemplo: Considere uma popula¸c˜ao de indiv´ıduos que possuem um determinado trabalho em que est˜ao constantemente sob press˜ao
• Sabe-se que estes indiv´ıduos tˆem n´ıvel m´edio de ansiedade de
20 pontos, de acordo com um determinado teste
• Assuma que a distribui¸c˜ao normal ´e adequada para modelar o
n´ıvel de ansiedade
• Para verificar se um tratamento terapˆeutico tem efeito sobre
este n´ıvel m´edio, uma pesquisa mensurou o n´ıvel de 20 participantes
• Para esta particular amostra, obteve-se m´edia de 17,7 e desvio
padr˜ao de 5,1 pontos
• H´a evidˆencias, ao n´ıvel de 5% de significˆancia, de que o
Teste t
• Exemplo: Considere uma popula¸c˜ao de indiv´ıduos que possuem um determinado trabalho em que est˜ao constantemente sob press˜ao
• Sabe-se que estes indiv´ıduos tˆem n´ıvel m´edio de ansiedade de
20 pontos, de acordo com um determinado teste
• Assuma que a distribui¸c˜ao normal ´e adequada para modelar o
n´ıvel de ansiedade
• Para verificar se um tratamento terapˆeutico tem efeito sobre
este n´ıvel m´edio, uma pesquisa mensurou o n´ıvel de 20 participantes
• Para esta particular amostra, obteve-se m´edia de 17,7 e desvio
padr˜ao de 5,1 pontos
• H´a evidˆencias, ao n´ıvel de 5% de significˆancia, de que o
Teste t
• Exemplo: Considere uma popula¸c˜ao de indiv´ıduos que possuem um determinado trabalho em que est˜ao constantemente sob press˜ao
• Sabe-se que estes indiv´ıduos tˆem n´ıvel m´edio de ansiedade de
20 pontos, de acordo com um determinado teste
• Assuma que a distribui¸c˜ao normal ´e adequada para modelar o
n´ıvel de ansiedade
• Para verificar se um tratamento terapˆeutico tem efeito sobre
este n´ıvel m´edio, uma pesquisa mensurou o n´ıvel de 20 participantes
• Para esta particular amostra, obteve-se m´edia de 17,7 e desvio
padr˜ao de 5,1 pontos
• H´a evidˆencias, ao n´ıvel de 5% de significˆancia, de que o
Teste t
• Exemplo (cont.): As hip´oteses a serem testadas s˜ao
H0 : µ = 20
H1 : µ < 20
• Sob H0, temos que a estat´ıstica de teste
T = X − 20 S /√n
tem distribui¸c˜ao t de Student com 20 − 1 = 19 graus de liberdade
Teste t
• Exemplo (cont.): As hip´oteses a serem testadas s˜ao
H0 : µ = 20
H1 : µ < 20
• Sob H0, temos que a estat´ıstica de teste
T = X − 20 S /√n
tem distribui¸c˜ao t de Student com 20 − 1 = 19 graus de liberdade
Teste t
• Exemplo (cont.): Se fixarmos o n´ıvel de significˆancia
α = 0, 05, temos que
P(Erro tipo I) = P(Rejeitar-se H0 | H0 verdadeira)
= P(T ≤ c | µ = 20) = 0, 05
Teste t
• Exemplo (cont.): Se fixarmos o n´ıvel de significˆancia
α = 0, 05, temos que
P(Erro tipo I) = P(Rejeitar-se H0 | H0 verdadeira)
= P(T ≤ c | µ = 20) = 0, 05
Teste t
Exemplo (cont.): t f ( t ) −4 −1.729 0 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 Distribuição de T sob H 0: t com 19 g.l. 0.05 Rejeita−se H0 Aceita−se H0Teste t
• Em nosso caso, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e
t = 17, 7 − 20
5, 1/√20 = −2, 017
• Logo, como −2, 017 < −1, 729, rejeitamos H0, ou seja, ao
n´ıvel de 5% de significˆancia, temos evidˆencias de que o tratamento funciona
Teste t
• Em nosso caso, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e
t = 17, 7 − 20
5, 1/√20 = −2, 017
• Logo, como −2, 017 < −1, 729, rejeitamos H0, ou seja, ao
n´ıvel de 5% de significˆancia, temos evidˆencias de que o tratamento funciona
Teste t
• Em nosso caso, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e
t = 17, 7 − 20
5, 1/√20 = −2, 017
• Logo, como −2, 017 < −1, 729, rejeitamos H0, ou seja, ao
n´ıvel de 5% de significˆancia, temos evidˆencias de que o tratamento funciona
Teste t
• Exemplo (cont.): Neste caso, temos que
P(Erro tipo I) = P(Rejeitar-se H0 | H0 verdadeira)
= P(T ≤ c | µ = 20) = 0, 01
Teste t
• Exemplo (cont.): Neste caso, temos que
P(Erro tipo I) = P(Rejeitar-se H0 | H0 verdadeira)
= P(T ≤ c | µ = 20) = 0, 01
Teste t
Exemplo (cont.): t f ( t ) −4 −2.539 0 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 Distribuição de T sob H 0: t com 19 g.l. 0.01 Rejeita−se H0 Aceita−se H0Teste t
• Neste caso, como −2, 017 > −2, 539, n˜ao rejeitamos H0, ou
seja, ao n´ıvel de 1% de significˆancia, n˜ao temos evidˆencias de que o tratamento funciona
• Dependendo da situa¸c˜ao, a escolha do n´ıvel de significˆancia
pode afetar a decis˜ao
• Uma outra forma de testar hip´oteses ´e, em vez de fixarmos
um ponto de corte (valor cr´ıtico) com base em um n´ıvel de significˆancia fixado, podemos calcular a probabilidade (´area) deixada pelo valor observado da estat´ıstica de teste
Teste t
• Neste caso, como −2, 017 > −2, 539, n˜ao rejeitamos H0, ou
seja, ao n´ıvel de 1% de significˆancia, n˜ao temos evidˆencias de que o tratamento funciona
• Dependendo da situa¸c˜ao, a escolha do n´ıvel de significˆancia
pode afetar a decis˜ao
• Uma outra forma de testar hip´oteses ´e, em vez de fixarmos
um ponto de corte (valor cr´ıtico) com base em um n´ıvel de significˆancia fixado, podemos calcular a probabilidade (´area) deixada pelo valor observado da estat´ıstica de teste
p-valor
• O p-valor´e definido como o menor n´ıvel de significˆancia que
leva `a rejei¸c˜ao de H0 com base na amostra observada
• Ou seja, se fixarmos qualquer n´ıvel de significˆancia menor que o p-valor, aceitar´ıamos H0
• Exemplo: Voltando ao exemplo anterior, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e
t = 17, 7 − 20
p-valor
• O p-valor´e definido como o menor n´ıvel de significˆancia que
leva `a rejei¸c˜ao de H0 com base na amostra observada
• Ou seja, se fixarmos qualquer n´ıvel de significˆancia menor que o p-valor, aceitar´ıamos H0
• Exemplo: Voltando ao exemplo anterior, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e
t = 17, 7 − 20
p-valor
• O p-valor´e definido como o menor n´ıvel de significˆancia que
leva `a rejei¸c˜ao de H0 com base na amostra observada
• Ou seja, se fixarmos qualquer n´ıvel de significˆancia menor que o p-valor, aceitar´ıamos H0
• Exemplo: Voltando ao exemplo anterior, o valor observado da
estat´ıstica de teste ´e
t = 17, 7 − 20
p-valor
• Exemplo (cont.): Como a regi˜ao de rejei¸c˜ao ´e “abaixo”, neste
caso, o p-valor ser´a a probabilidade (´area) abaixo do valor observado da estat´ıstica de teste, sob H0
• Ou seja, o p-valor ´e
p-valor
• Exemplo (cont.): Como a regi˜ao de rejei¸c˜ao ´e “abaixo”, neste
caso, o p-valor ser´a a probabilidade (´area) abaixo do valor observado da estat´ıstica de teste, sob H0
• Ou seja, o p-valor ´e
p-valor
Exemplo (cont.): t f ( t ) −4 −2.017 0 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 Distribuição de T sob H 0: t com 19 g.l. 0.029p-valor
• Exemplo (cont.): Em vez de verificar se o valor t = −2, 017 “caiu”ou n˜ao na regi˜ao de rejei¸c˜ao, podemos tomar a decis˜ao diretamente a partir do p-valor
• p-valor pequeno leva `a rejei¸c˜ao de H0 • p-valor grande leva `a n˜ao rejei¸c˜ao de H0
• Valores pequenos do p-valor indicam que o valor da estat´ıstica de teste caiu perto da cauda, dando evidˆencias que suportam H1
• Valores grandes do p-valor indicam que o valor da estat´ıstica
de teste caiu perto da m´edia, longe das caudas, n˜ao dando evidˆencias que suportam H1
p-valor
• Exemplo (cont.): Em vez de verificar se o valor t = −2, 017 “caiu”ou n˜ao na regi˜ao de rejei¸c˜ao, podemos tomar a decis˜ao diretamente a partir do p-valor
• p-valor pequeno leva `a rejei¸c˜ao de H0 • p-valor grande leva `a n˜ao rejei¸c˜ao de H0
• Valores pequenos do p-valor indicam que o valor da estat´ıstica de teste caiu perto da cauda, dando evidˆencias que suportam H1
• Valores grandes do p-valor indicam que o valor da estat´ıstica
de teste caiu perto da m´edia, longe das caudas, n˜ao dando evidˆencias que suportam H1
p-valor
• Exemplo (cont.): Em vez de verificar se o valor t = −2, 017 “caiu”ou n˜ao na regi˜ao de rejei¸c˜ao, podemos tomar a decis˜ao diretamente a partir do p-valor
• p-valor pequeno leva `a rejei¸c˜ao de H0 • p-valor grande leva `a n˜ao rejei¸c˜ao de H0
• Valores pequenos do p-valor indicam que o valor da estat´ıstica de teste caiu perto da cauda, dando evidˆencias que suportam H1
• Valores grandes do p-valor indicam que o valor da estat´ıstica
de teste caiu perto da m´edia, longe das caudas, n˜ao dando evidˆencias que suportam H1
p-valor
• Exemplo (cont.): O p-valor ´e pequeno ou grande com rela¸c˜ao
a um n´ıvel de significˆancia que fixarmos
• Aqui, ao n´ıvel de 5% de significˆancia, rejeitamos H0 (p-valor
= 0,029 ´e pequeno comparado a 0,05)
• Ao n´ıvel de 1% de significˆancia, n˜ao rejeitamos H0 (p-valor =
p-valor
Exemplo (cont.): t f ( t ) −4 −1.729 0 4 0.0 0.3 0.05 t f ( t ) −4 −2.539 0 4 0.0 0.3 0.01 t f ( t ) −4 −2.017 0 4 0.0 0.3 0.029p-valor
Se H1 : µ < µ0, o p-valor ´e P(T ≤ t | µ = µ0) t f ( t ) −4 t 0 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5Distribuição de T sob H0: t com n−1 g.l.
p-valor
Se H1 : µ > µ0, o p-valor ´e P(T ≥ t | µ = µ0) t f ( t ) −4 0 t 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 Distribuição de T sob H 0: t com n−1 g.l. p−valorp-valor
Se H1 : µ 6= µ0, o p-valor ´e P(T ≤ −|t| | µ = µ0) + P(T > |t| | µ = µ0) = 2P(T ≥ |t|) t f ( t ) −4 −|t| 0 |t| 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 Distribuição de T sob H 0: t com n−1 g.l. p−valor/2 p−valor/2Teste t para amostras pareadas
• Em muitos contextos, uma mesma vari´avel ´e medida em um
mesmo elemento da popula¸c˜ao
• Podemos estar interessados em saber se a m´edia da vari´avel ´e
maior ou menor em uma condi¸c˜ao do que em outra
• Nesse caso, podemos fazer um teste para as diferen¸cas entre
as medidas, assumindo que essas diferen¸cas comp˜oem uma amostra aleat´oria da distribui¸c˜ao normal
• S˜ao os chamados teste t pareados
• Costumam ocorrer, por exemplo, em
• observa¸c˜oes do tipo antes e depois em mesmas unidades;
• compara¸c˜ao de diferentes m´etodos de medi¸c˜ao de uma vari´avel
em mesmas unidades;
• compara¸c˜ao de diferentes tratamentos aplicados em mesmas
Teste t para amostras pareadas
• Em muitos contextos, uma mesma vari´avel ´e medida em um
mesmo elemento da popula¸c˜ao
• Podemos estar interessados em saber se a m´edia da vari´avel ´e
maior ou menor em uma condi¸c˜ao do que em outra
• Nesse caso, podemos fazer um teste para as diferen¸cas entre
as medidas, assumindo que essas diferen¸cas comp˜oem uma amostra aleat´oria da distribui¸c˜ao normal
• S˜ao os chamados teste t pareados
• Costumam ocorrer, por exemplo, em
• observa¸c˜oes do tipo antes e depois em mesmas unidades;
• compara¸c˜ao de diferentes m´etodos de medi¸c˜ao de uma vari´avel
em mesmas unidades;
• compara¸c˜ao de diferentes tratamentos aplicados em mesmas
Teste t para amostras pareadas
• Em muitos contextos, uma mesma vari´avel ´e medida em um
mesmo elemento da popula¸c˜ao
• Podemos estar interessados em saber se a m´edia da vari´avel ´e
maior ou menor em uma condi¸c˜ao do que em outra
• Nesse caso, podemos fazer um teste para as diferen¸cas entre
as medidas, assumindo que essas diferen¸cas comp˜oem uma amostra aleat´oria da distribui¸c˜ao normal
• S˜ao os chamados teste t pareados
• Costumam ocorrer, por exemplo, em
• observa¸c˜oes do tipo antes e depois em mesmas unidades;
• compara¸c˜ao de diferentes m´etodos de medi¸c˜ao de uma vari´avel
em mesmas unidades;
• compara¸c˜ao de diferentes tratamentos aplicados em mesmas
Teste t para amostras pareadas
• Em muitos contextos, uma mesma vari´avel ´e medida em um
mesmo elemento da popula¸c˜ao
• Podemos estar interessados em saber se a m´edia da vari´avel ´e
maior ou menor em uma condi¸c˜ao do que em outra
• Nesse caso, podemos fazer um teste para as diferen¸cas entre
as medidas, assumindo que essas diferen¸cas comp˜oem uma amostra aleat´oria da distribui¸c˜ao normal
• S˜ao os chamados teste t pareados
• Costumam ocorrer, por exemplo, em
• observa¸c˜oes do tipo antes e depois em mesmas unidades;
• compara¸c˜ao de diferentes m´etodos de medi¸c˜ao de uma vari´avel
em mesmas unidades;
• compara¸c˜ao de diferentes tratamentos aplicados em mesmas
Teste t para amostras pareadas
• Assim, este ´e apenas um caso particular dos teste t em que o
valor da m´edia a ser testado ´e µ0 = 0
• Exemplo: Cinco pacientes foram acompanhados antes e
depois de um tratamento para redu¸c˜ao de ansiedade
• As pontua¸c˜oes no teste de ansiedade antes e depois, assim
como as diferen¸cas foram
Paciente Clark Diana Bruce Arthur Kara
Antes 15,0 19,0 14,2 20,9 20,0
Depois 11,4 15,6 20,4 18,4 15,3 Diferen¸ca 3,6 3,4 -6,2 2,5 4,7
• Queremos testar se o tratamento diminuiu significativamente
a ansiedade dos pacientes, ou seja, se h´a evidˆencias de que o tratamento funciona
Teste t para amostras pareadas
• Exemplo (cont.): Assumindo que as diferen¸cas seguem uma distribui¸c˜ao normal com m´edia µ, queremos testar
H0 : µ = 0
H1 : µ > 0
• Sob H0, a estat´ıstica de teste
T =X − 0 S /√5 =
X S /√5
tem distribui¸c˜ao t de Student com 5 − 1 = 4 graus de liberdade
Teste t para amostras pareadas
• Exemplo (cont.): Assumindo que as diferen¸cas seguem uma distribui¸c˜ao normal com m´edia µ, queremos testar
H0 : µ = 0
H1 : µ > 0
• Sob H0, a estat´ıstica de teste
T = X − 0 S /√5 =
X S /√5
tem distribui¸c˜ao t de Student com 5 − 1 = 4 graus de liberdade
Teste t para amostras pareadas
• Exemplo (cont.): Temos, a partir da amostra das diferen¸cas,
que x = 1, 6 e s = 4, 43
• Assim, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e t = 1, 6
4, 43/√5 = 0, 8076
• O p-valor do teste pode ser calculado como
P(T ≥ t | µ = 0) = P(T ≥ 0, 8076 | µ = 0) = 0, 2323
• Como o p-valor ´e grande, n˜ao temos evidˆencias para dizer que
Teste t para amostras pareadas
• Exemplo (cont.): Temos, a partir da amostra das diferen¸cas,
que x = 1, 6 e s = 4, 43
• Assim, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e t = 1, 6
4, 43/√5 = 0, 8076
• O p-valor do teste pode ser calculado como
P(T ≥ t | µ = 0) = P(T ≥ 0, 8076 | µ = 0) = 0, 2323
• Como o p-valor ´e grande, n˜ao temos evidˆencias para dizer que
Teste t para amostras pareadas
• Exemplo (cont.): Temos, a partir da amostra das diferen¸cas,
que x = 1, 6 e s = 4, 43
• Assim, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e t = 1, 6
4, 43/√5 = 0, 8076
• O p-valor do teste pode ser calculado como
P(T ≥ t | µ = 0) = P(T ≥ 0, 8076 | µ = 0) = 0, 2323
• Como o p-valor ´e grande, n˜ao temos evidˆencias para dizer que
Teste t para amostras pareadas
• Exemplo (cont.): Temos, a partir da amostra das diferen¸cas,
que x = 1, 6 e s = 4, 43
• Assim, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e t = 1, 6
4, 43/√5 = 0, 8076
• O p-valor do teste pode ser calculado como
P(T ≥ t | µ = 0) = P(T ≥ 0, 8076 | µ = 0) = 0, 2323
• Como o p-valor ´e grande, n˜ao temos evidˆencias para dizer que
Teste t para amostras pareadas
Exemplo (cont.): t f ( t ) −4 0 0.8076 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5Distribuição de T sob H0: t com 4 g.l.
Teste t para amostras pareadas
• Exemplo: Larson Dworkin e Verma (2001) em Men’s work
and family lives in India: The daily organization of time and emotions no Journal of Family Psychology analisaram aspectos da vida no trabalho e em casa de homens que s˜ao pais na ´India
• Testes foram aplicados de forma a mensurar a escala
psicol´ogica dos participantes nas duas esferas: no trabalho e em casa
Teste t para amostras pareadas
• Exemplo: Larson Dworkin e Verma (2001) em Men’s work
and family lives in India: The daily organization of time and emotions no Journal of Family Psychology analisaram aspectos da vida no trabalho e em casa de homens que s˜ao pais na ´India
• Testes foram aplicados de forma a mensurar a escala
psicol´ogica dos participantes nas duas esferas: no trabalho e em casa
Teste t para amostras pareadas
Exemplo (cont.): A tabela abaixo ´e uma reprodu¸c˜ao de uma tabela do artigo
Esfera
Escala Intervalo Trabalho Casa Trabalho vs. casa
Importante 0-9 5.98 5.06 6.86∗∗∗
Aten¸c˜ao 0-9 6.15 5.13 7.96∗∗∗
Desafio 0-9 4.11 2.41 11.49∗∗∗
Escolha 0-9 4.28 4.74 -3.38∗∗∗
Vontade de fazer outra coisa 0-9 1.50 1.44 0.61
Apressado 0-3 1.80 1.39 3.21∗∗
Ansiedade social 0-3 0.81 0.64 3.17∗∗
Afeto 1-7 4.84 4.98 -2.64∗∗
Clima social 1-7 5.64 5.95 4.17∗∗∗
Nota: valores da ´ultima coluna s˜ao t scores; gl = 99 para todos os testes t ∗∗
p < .01 ∗∗∗
Teste t para amostras pareadas
• Exemplo: Um teste t pareado foi feito para cada aspecto
comparando as duas esferas
• Em cada escala, a partir das m´edias das diferen¸cas x
(equivalente `a diferen¸ca entre as m´edias), calculou-se os valores das estat´ısticas de teste
t = x
s/√100
• Como a amostra ´e composta por 100 pessoas, os p-valores
s˜ao calculados a partir da distribui¸c˜ao t de Student com 99 graus de liberdade
Teste t para amostras pareadas
• Exemplo: Um teste t pareado foi feito para cada aspecto
comparando as duas esferas
• Em cada escala, a partir das m´edias das diferen¸cas x
(equivalente `a diferen¸ca entre as m´edias), calculou-se os valores das estat´ısticas de teste
t = x
s/√100
• Como a amostra ´e composta por 100 pessoas, os p-valores
s˜ao calculados a partir da distribui¸c˜ao t de Student com 99 graus de liberdade
Teste t para amostras pareadas
• Exemplo: Um teste t pareado foi feito para cada aspecto
comparando as duas esferas
• Em cada escala, a partir das m´edias das diferen¸cas x
(equivalente `a diferen¸ca entre as m´edias), calculou-se os valores das estat´ısticas de teste
t = x
s/√100
• Como a amostra ´e composta por 100 pessoas, os p-valores
s˜ao calculados a partir da distribui¸c˜ao t de Student com 99 graus de liberdade
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Considere uma amostra aleat´oria de tamanho n, (X1, . . . , Xn),
de uma popula¸c˜ao
• Considere uma amostra aleat´oria de tamanho m,
(Y1, . . . , Ym), de outra popula¸c˜ao
• Suponha que as vari´aveis aleat´oria de interesse em cada caso
s˜ao, respectivamente,
X ∼ N(µ1, σ2) e Y ∼ N(µ2, σ2)
• Queremos testar hip´oteses a respeito das m´edias das duas
popula¸c˜oes, µ1 e µ2
• Inicialmente, assumimos que a variˆancia populacional σ2 ´e a
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Considere uma amostra aleat´oria de tamanho n, (X1, . . . , Xn),
de uma popula¸c˜ao
• Considere uma amostra aleat´oria de tamanho m,
(Y1, . . . , Ym), de outra popula¸c˜ao
• Suponha que as vari´aveis aleat´oria de interesse em cada caso s˜ao, respectivamente,
X ∼ N(µ1, σ2) e Y ∼ N(µ2, σ2)
• Queremos testar hip´oteses a respeito das m´edias das duas
popula¸c˜oes, µ1 e µ2
• Inicialmente, assumimos que a variˆancia populacional σ2 ´e a
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Considere uma amostra aleat´oria de tamanho n, (X1, . . . , Xn),
de uma popula¸c˜ao
• Considere uma amostra aleat´oria de tamanho m,
(Y1, . . . , Ym), de outra popula¸c˜ao
• Suponha que as vari´aveis aleat´oria de interesse em cada caso s˜ao, respectivamente,
X ∼ N(µ1, σ2) e Y ∼ N(µ2, σ2)
• Queremos testar hip´oteses a respeito das m´edias das duas
popula¸c˜oes, µ1 e µ2
• Inicialmente, assumimos que a variˆancia populacional σ2 ´e a
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Considere uma amostra aleat´oria de tamanho n, (X1, . . . , Xn),
de uma popula¸c˜ao
• Considere uma amostra aleat´oria de tamanho m,
(Y1, . . . , Ym), de outra popula¸c˜ao
• Suponha que as vari´aveis aleat´oria de interesse em cada caso s˜ao, respectivamente,
X ∼ N(µ1, σ2) e Y ∼ N(µ2, σ2)
• Queremos testar hip´oteses a respeito das m´edias das duas
popula¸c˜oes, µ1 e µ2
• Inicialmente, assumimos que a variˆancia populacional σ2 ´e a
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Exemplo: 20 estudantes foram aleatoriamente atribu´ıdos a um grupo experimental que participar´a de um programa
educacional
• Outros 30 estudantes foram atribu´ıdos a um grupo controle:
que n˜ao participar´a do programa
• Depois de seis meses, os estudantes ter˜ao seus conhecimentos
testados
• Observou-se para o grupo experimental uma m´edia amostral
de 38,1 com desvio padr˜ao de 3,2 pontos no teste
• Para o grupo controle, observou-se uma m´edia amostral de
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Exemplo: 20 estudantes foram aleatoriamente atribu´ıdos a um grupo experimental que participar´a de um programa
educacional
• Outros 30 estudantes foram atribu´ıdos a um grupo controle:
que n˜ao participar´a do programa
• Depois de seis meses, os estudantes ter˜ao seus conhecimentos
testados
• Observou-se para o grupo experimental uma m´edia amostral
de 38,1 com desvio padr˜ao de 3,2 pontos no teste
• Para o grupo controle, observou-se uma m´edia amostral de
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Exemplo: 20 estudantes foram aleatoriamente atribu´ıdos a um grupo experimental que participar´a de um programa
educacional
• Outros 30 estudantes foram atribu´ıdos a um grupo controle:
que n˜ao participar´a do programa
• Depois de seis meses, os estudantes ter˜ao seus conhecimentos
testados
• Observou-se para o grupo experimental uma m´edia amostral
de 38,1 com desvio padr˜ao de 3,2 pontos no teste
• Para o grupo controle, observou-se uma m´edia amostral de
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Exemplo (cont.): Queremos testar se a participa¸c˜ao no
programa educacional aumenta a pontua¸c˜ao m´edia no teste, ou seja, queremos testar se a diferen¸ca observada entre as m´edias ´e significativa
• Assumindo que as pontua¸c˜oes de quem participa do programa educacional e de quem n˜ao participa seguem uma distribui¸c˜ao normal com respectivas m´edias µ1 e µ2, queremos testar
H0 : µ1= µ2
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Exemplo (cont.): Queremos testar se a participa¸c˜ao no
programa educacional aumenta a pontua¸c˜ao m´edia no teste, ou seja, queremos testar se a diferen¸ca observada entre as m´edias ´e significativa
• Assumindo que as pontua¸c˜oes de quem participa do programa educacional e de quem n˜ao participa seguem uma distribui¸c˜ao normal com respectivas m´edias µ1 e µ2, queremos testar
H0 : µ1= µ2
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Exemplo (cont.): As hip´oteses anteriores s˜ao equivalentes `as
hip´oteses
H0 : µ1− µ2= 0
H1 : µ1− µ2> 0
• Sejam X e Y as m´edias amostrais dos grupos experimental
controle, respectivamente
• Al´em disso, sejam S2
1 e S22 as variˆancias amostrais dos grupos
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Exemplo (cont.): As hip´oteses anteriores s˜ao equivalentes `as
hip´oteses
H0 : µ1− µ2= 0
H1 : µ1− µ2> 0
• Sejam X e Y as m´edias amostrais dos grupos experimental
controle, respectivamente
• Al´em disso, sejam S2
1 e S22 as variˆancias amostrais dos grupos
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Exemplo (cont.): As hip´oteses anteriores s˜ao equivalentes `as
hip´oteses
H0 : µ1− µ2= 0
H1 : µ1− µ2> 0
• Sejam X e Y as m´edias amostrais dos grupos experimental
controle, respectivamente
• Al´em disso, sejam S2
1 e S22 as variˆancias amostrais dos grupos
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• De forma geral, pode ser mostrado que, sob H0, a estat´ıstica
de teste definida como T = √ n + m − 2(X − Y ) q 1 n+ 1 m (SQX + SQY)
tem distribui¸c˜ao t de Student com n + m − 2 graus de liberdade • Aqui, SQX = n X i =1 (Xi − X )2 e SQY = m X i =1 (Yi − Y )2
• Portanto, temos que
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• De forma geral, pode ser mostrado que, sob H0, a estat´ıstica
de teste definida como T = √ n + m − 2(X − Y ) q 1 n+ 1 m (SQX + SQY)
tem distribui¸c˜ao t de Student com n + m − 2 graus de liberdade • Aqui, SQX = n X i =1 (Xi − X )2 e SQY = m X i =1 (Yi − Y )2
• Portanto, temos que
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• De forma geral, pode ser mostrado que, sob H0, a estat´ıstica
de teste definida como T = √ n + m − 2(X − Y ) q 1 n+ 1 m (SQX + SQY)
tem distribui¸c˜ao t de Student com n + m − 2 graus de liberdade • Aqui, SQX = n X i =1 (Xi − X )2 e SQY = m X i =1 (Yi − Y )2
• Portanto, temos que
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
Exemplo: Voltando ao exemplo, temos que T = √ 20 + 30 − 2(X − Y ) q 1 20 + 1 30 (SQX + SQY)
tem distribui¸c˜ao t de Student com 20 + 30 − 2 = 48 graus de liberdade, sob H0
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Exemplo (cont.): Os desvios padr˜oes amostrais observados
para os grupos experimental e controle foram, respectimamente,
s1 = 3, 2 e s2= 4, 8
• Logo, as variˆancias amostrais s˜ao
s12 = 3, 22= 10, 24 e s22 = 4, 82= 23, 04
• Por fim, temos que
SQX = (20 − 1) × 10, 24 = 194, 56
e
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Exemplo (cont.): Os desvios padr˜oes amostrais observados
para os grupos experimental e controle foram, respectimamente,
s1 = 3, 2 e s2= 4, 8
• Logo, as variˆancias amostrais s˜ao
s12 = 3, 22= 10, 24 e s22 = 4, 82= 23, 04
• Por fim, temos que
SQX = (20 − 1) × 10, 24 = 194, 56
e
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Exemplo (cont.): Os desvios padr˜oes amostrais observados
para os grupos experimental e controle foram, respectimamente,
s1 = 3, 2 e s2= 4, 8
• Logo, as variˆancias amostrais s˜ao
s12 = 3, 22= 10, 24 e s22 = 4, 82= 23, 04
• Por fim, temos que
SQX = (20 − 1) × 10, 24 = 194, 56
e
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Exemplo (cont.): Assim, o valor observado da estat´ıstica de
teste ´e t =
√
20 + 30 − 2(38, 1 − 34, 9)
p(1/20 + 1/30)(194, 56 + 668, 16) = 2, 615
• O p-valor pode ser calculado como
P(T ≥ t | µ1 = µ2) = P(T ≥ 2, 615 | µ1= µ2) = 0, 0059 • Este p-valor ´e relativamente pequeno
• Ao n´ıvel de 1% de significˆancia, por exemplo, rejeitamos H0,
ou seja, h´a evidˆencias de que as m´edia do grupo experimental ´
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
• Exemplo (cont.): Assim, o valor observado da estat´ıstica de
teste ´e t =
√
20 + 30 − 2(38, 1 − 34, 9)
p(1/20 + 1/30)(194, 56 + 668, 16) = 2, 615
• O p-valor pode ser calculado como
P(T ≥ t | µ1 = µ2) = P(T ≥ 2, 615 | µ1= µ2) = 0, 0059 • Este p-valor ´e relativamente pequeno
• Ao n´ıvel de 1% de significˆancia, por exemplo, rejeitamos H0,
ou seja, h´a evidˆencias de que as m´edia do grupo experimental ´
Teste t para amostras n˜
ao pareadas
Exemplo (cont.): t f ( t ) −4 0 2.615 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 Distribuição de T sob H 0: t com 48 g.l. 0.0059Teste t (de Welch) para amostras n˜
ao
pareadas
• Para fazer o teste t no exemplo anterior, supomos que as variˆancias das duas popula¸c˜oes s˜ao iguais, σ2
• Esta suposi¸c˜ao nem sempre ´e adequada
• N˜ao existe um teste exato para quando para esta suposi¸c˜ao n˜ao ´e adequada
• Entretanto, um m´etodo aproximado foi proposto por Welch (1938, 1947, 1951)
Teste t (de Welch) para amostras n˜
ao
pareadas
• Para fazer o teste t no exemplo anterior, supomos que as variˆancias das duas popula¸c˜oes s˜ao iguais, σ2
• Esta suposi¸c˜ao nem sempre ´e adequada
• N˜ao existe um teste exato para quando para esta suposi¸c˜ao n˜ao ´e adequada
• Entretanto, um m´etodo aproximado foi proposto por Welch (1938, 1947, 1951)
Teste t (de Welch) para amostras n˜
ao
pareadas
Teste t (de Welch) para amostras n˜
ao
pareadas
A estat´ıstica de teste do teste t de Welch ´e dada por T = q X − Y SQX n(n−1)+ SQY m(m−1) ,
que tem distribui¸c˜ao aproximada pela distribui¸c˜ao t de Student com graus de liberdade dados por
ν = SQX n(n−1)+ SQY n(n−1) 2 1 (n−1)3 SQX n 2 +(m−1)1 3 SQY m 2 quando µ1= µ2
Teste t (de Welch) para amostras n˜
ao
pareadas
• Exemplo: Voltando ao exemplo anterior, vamos fazer o teste t
de Welch para testar as mesmas hip´oteses
• Neste caso, abandonamos a suposi¸c˜ao de variˆancias
populacionais iguais
• A estat´ıstica de teste, sob H0, tem distribui¸c˜ao t de Student
com ν = 194,56 20×19 + 668,16 30×29 2 1 (20−1)3 194,56 20 2 +(30−1)1 3 668,16 30 2 = 47, 996
Teste t (de Welch) para amostras n˜
ao
pareadas
• Exemplo: Voltando ao exemplo anterior, vamos fazer o teste t
de Welch para testar as mesmas hip´oteses
• Neste caso, abandonamos a suposi¸c˜ao de variˆancias
populacionais iguais
• A estat´ıstica de teste, sob H0, tem distribui¸c˜ao t de Student
com ν = 194,56 20×19 + 668,16 30×29 2 1 (20−1)3 194,56 20 2 +(30−1)1 3 668,16 30 2 = 47, 996
Teste t (de Welch) para amostras n˜
ao
pareadas
• Exemplo: Voltando ao exemplo anterior, vamos fazer o teste t
de Welch para testar as mesmas hip´oteses
• Neste caso, abandonamos a suposi¸c˜ao de variˆancias
populacionais iguais
• A estat´ıstica de teste, sob H0, tem distribui¸c˜ao t de Student
com ν = 194,56 20×19 + 668,16 30×29 2 1 (20−1)3 194,56 20 2 +(30−1)1 3 668,16 30 2 = 47, 996
Teste t (de Welch) para amostras n˜
ao
pareadas
• Exemplo (cont.): O valor observado da estat´ıstica de teste ´e t = q38, 1 − 34, 9 194,56 20×19 + 668,16 30×29 = 2, 828
• Neste caso, o p-valor ´e dado por
P(T ≥ t | µ1 = µ2) = P(T ≥ 2, 828 | µ1= µ2) = 0, 0034 • Este p-valor ´e relativamente pequeno
• Ao n´ıvel de 1% de significˆancia, por exemplo, rejeitamos H0,
ou seja, h´a evidˆencias de que as m´edia do grupo experimental ´
Teste t (de Welch) para amostras n˜
ao
pareadas
• Exemplo (cont.): O valor observado da estat´ıstica de teste ´e t = q38, 1 − 34, 9 194,56 20×19 + 668,16 30×29 = 2, 828
• Neste caso, o p-valor ´e dado por
P(T ≥ t | µ1 = µ2) = P(T ≥ 2, 828 | µ1= µ2) = 0, 0034 • Este p-valor ´e relativamente pequeno
• Ao n´ıvel de 1% de significˆancia, por exemplo, rejeitamos H0,
ou seja, h´a evidˆencias de que as m´edia do grupo experimental ´
Teste t (de Welch) para amostras n˜
ao
pareadas
Exemplo (cont.): t f ( t ) −4 0 2.828 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.40.5 Distribuição de T sob H0: t com 47.996 g.l.
Teste t (de Welch) para amostras n˜
ao
pareadas
• Exemplo: Gibbons, Wilson e Rufener (2006) em Gender
attitudes mediate gender differences in attitudes towards adoption in Guatemala no Sex roles fizeram uma pesquisa com 152 estudantes da Guatemala
• Nesta pesquisa, perguntaram sobre as cren¸cas dos alunos com
respeito a trˆes aspectos: machismo, atitude em rela¸c˜ao `as mulheres (AWSA) e ado¸c˜ao
• O objetivo era saber se homens pensavam diferente das mulheres com rela¸c˜ao a estes aspectos
• As trˆes escalas foram mensuradas de forma que maiores valores correspondem, respectivamente, a atitudes positivas quanto ao machismo, mais cren¸cas em igualdade de gˆenero e cren¸cas favor´aveis a ado¸c˜ao
Teste t (de Welch) para amostras n˜
ao
pareadas
• Exemplo: Gibbons, Wilson e Rufener (2006) em Gender
attitudes mediate gender differences in attitudes towards adoption in Guatemala no Sex roles fizeram uma pesquisa com 152 estudantes da Guatemala
• Nesta pesquisa, perguntaram sobre as cren¸cas dos alunos com
respeito a trˆes aspectos: machismo, atitude em rela¸c˜ao `as mulheres (AWSA) e ado¸c˜ao
• O objetivo era saber se homens pensavam diferente das mulheres com rela¸c˜ao a estes aspectos
• As trˆes escalas foram mensuradas de forma que maiores valores correspondem, respectivamente, a atitudes positivas quanto ao machismo, mais cren¸cas em igualdade de gˆenero e cren¸cas favor´aveis a ado¸c˜ao
Teste t (de Welch) para amostras n˜
ao
pareadas
• Exemplo: Gibbons, Wilson e Rufener (2006) em Gender
attitudes mediate gender differences in attitudes towards adoption in Guatemala no Sex roles fizeram uma pesquisa com 152 estudantes da Guatemala
• Nesta pesquisa, perguntaram sobre as cren¸cas dos alunos com
respeito a trˆes aspectos: machismo, atitude em rela¸c˜ao `as mulheres (AWSA) e ado¸c˜ao
• O objetivo era saber se homens pensavam diferente das mulheres com rela¸c˜ao a estes aspectos
• As trˆes escalas foram mensuradas de forma que maiores
valores correspondem, respectivamente, a atitudes positivas quanto ao machismo, mais cren¸cas em igualdade de gˆenero e cren¸cas favor´aveis a ado¸c˜ao
Teste t (de Welch) para amostras n˜
ao
pareadas
• Exemplo (cont.): A tabela abaixo ´e uma reprodu¸c˜ao de uma
tabela do artigo Mulheres Homens (n = 64) (n = 88) t p Machismo 1.17 ± .15 1.32 ± .20 4.77 < .001 AWSA 3.26 ± .31 2.98 ± .35 5.00 < .001 Ado¸c˜ao 3.10 ± .39 2.85 ± .41 3.07 < .01