• Nenhum resultado encontrado

Estatística para Psicologia

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Estatística para Psicologia"

Copied!
90
0
0

Texto

(1)

Estat´ıstica para Psicologia

Testes t

Jo˜ao Batista M. Pereira DME - UFRJ [email protected]

(2)

Teste t

• Assuma que a vari´avel aleat´oria de interesse X tem distribui¸c˜ao normal; especificamente,

X ∼ N(µ, σ2)

Em um teste de hip´oteses para a m´edia populacional µ, para

hip´oteses nulas do tipo

H0 : µ = µ0, H0 : µ ≤ µ0 ou H0 : µ ≥ µ0,

temos que a estat´ıstica de teste T = X − µ0

S /√n

tem distribui¸c˜ao t de Student com n − 1 graus de liberdade, sob H0

(3)

Teste t

• Assuma que a vari´avel aleat´oria de interesse X tem distribui¸c˜ao normal; especificamente,

X ∼ N(µ, σ2)

Em um teste de hip´oteses para a m´edia populacional µ, para

hip´oteses nulas do tipo

H0 : µ = µ0, H0 : µ ≤ µ0 ou H0 : µ ≥ µ0,

temos que a estat´ıstica de teste T = X − µ0

S /√n

tem distribui¸c˜ao t de Student com n − 1 graus de liberdade, sob H0

(4)

Teste t

• Assim, se ao observarmos os valores da amostra aleat´oria, x1, . . . , xn, e calcularmos

t = x − µ0 s/√n ,

este valor “cair”muito distante de onde se esperaria que ele “ca´ısse”caso H0 fosse verdadeira, ent˜ao dizemos que temos

evidˆencias para rejeitar H0

O teste de hip´oteses (neste contexto, o teste t) ´e o crit´erio

(5)

Teste t

• Assim, se ao observarmos os valores da amostra aleat´oria, x1, . . . , xn, e calcularmos

t = x − µ0 s/√n ,

este valor “cair”muito distante de onde se esperaria que ele “ca´ısse”caso H0 fosse verdadeira, ent˜ao dizemos que temos

evidˆencias para rejeitar H0

O teste de hip´oteses (neste contexto, o teste t) ´e o crit´erio

(6)

Teste t

• Exemplo: Considere uma popula¸c˜ao de indiv´ıduos que possuem um determinado trabalho em que est˜ao constantemente sob press˜ao

Sabe-se que estes indiv´ıduos tˆem n´ıvel m´edio de ansiedade de

20 pontos, de acordo com um determinado teste

Assuma que a distribui¸ao normal ´e adequada para modelar o

n´ıvel de ansiedade

Para verificar se um tratamento terapˆeutico tem efeito sobre

este n´ıvel m´edio, uma pesquisa mensurou o n´ıvel de 20 participantes

Para esta particular amostra, obteve-se m´edia de 17,7 e desvio

padr˜ao de 5,1 pontos

a evidˆencias, ao n´ıvel de 5% de significˆancia, de que o

(7)

Teste t

• Exemplo: Considere uma popula¸c˜ao de indiv´ıduos que possuem um determinado trabalho em que est˜ao constantemente sob press˜ao

Sabe-se que estes indiv´ıduos tˆem n´ıvel m´edio de ansiedade de

20 pontos, de acordo com um determinado teste

Assuma que a distribui¸ao normal ´e adequada para modelar o

n´ıvel de ansiedade

Para verificar se um tratamento terapˆeutico tem efeito sobre

este n´ıvel m´edio, uma pesquisa mensurou o n´ıvel de 20 participantes

Para esta particular amostra, obteve-se m´edia de 17,7 e desvio

padr˜ao de 5,1 pontos

a evidˆencias, ao n´ıvel de 5% de significˆancia, de que o

(8)

Teste t

• Exemplo: Considere uma popula¸c˜ao de indiv´ıduos que possuem um determinado trabalho em que est˜ao constantemente sob press˜ao

Sabe-se que estes indiv´ıduos tˆem n´ıvel m´edio de ansiedade de

20 pontos, de acordo com um determinado teste

Assuma que a distribui¸ao normal ´e adequada para modelar o

n´ıvel de ansiedade

Para verificar se um tratamento terapˆeutico tem efeito sobre

este n´ıvel m´edio, uma pesquisa mensurou o n´ıvel de 20 participantes

Para esta particular amostra, obteve-se m´edia de 17,7 e desvio

padr˜ao de 5,1 pontos

a evidˆencias, ao n´ıvel de 5% de significˆancia, de que o

(9)

Teste t

• Exemplo: Considere uma popula¸c˜ao de indiv´ıduos que possuem um determinado trabalho em que est˜ao constantemente sob press˜ao

Sabe-se que estes indiv´ıduos tˆem n´ıvel m´edio de ansiedade de

20 pontos, de acordo com um determinado teste

Assuma que a distribui¸ao normal ´e adequada para modelar o

n´ıvel de ansiedade

Para verificar se um tratamento terapˆeutico tem efeito sobre

este n´ıvel m´edio, uma pesquisa mensurou o n´ıvel de 20 participantes

Para esta particular amostra, obteve-se m´edia de 17,7 e desvio

padr˜ao de 5,1 pontos

a evidˆencias, ao n´ıvel de 5% de significˆancia, de que o

(10)

Teste t

Exemplo (cont.): As hip´oteses a serem testadas s˜ao

H0 : µ = 20

H1 : µ < 20

Sob H0, temos que a estat´ıstica de teste

T = X − 20 S /√n

tem distribui¸c˜ao t de Student com 20 − 1 = 19 graus de liberdade

(11)

Teste t

Exemplo (cont.): As hip´oteses a serem testadas s˜ao

H0 : µ = 20

H1 : µ < 20

Sob H0, temos que a estat´ıstica de teste

T = X − 20 S /√n

tem distribui¸c˜ao t de Student com 20 − 1 = 19 graus de liberdade

(12)

Teste t

Exemplo (cont.): Se fixarmos o n´ıvel de significˆancia

α = 0, 05, temos que

P(Erro tipo I) = P(Rejeitar-se H0 | H0 verdadeira)

= P(T ≤ c | µ = 20) = 0, 05

(13)

Teste t

Exemplo (cont.): Se fixarmos o n´ıvel de significˆancia

α = 0, 05, temos que

P(Erro tipo I) = P(Rejeitar-se H0 | H0 verdadeira)

= P(T ≤ c | µ = 20) = 0, 05

(14)

Teste t

Exemplo (cont.): t f ( t ) −4 −1.729 0 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 Distribuição de T sob H 0: t com 19 g.l. 0.05 Rejeita−se H0 Aceita−se H0

(15)

Teste t

Em nosso caso, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e

t = 17, 7 − 20

5, 1/√20 = −2, 017

Logo, como −2, 017 < −1, 729, rejeitamos H0, ou seja, ao

n´ıvel de 5% de significˆancia, temos evidˆencias de que o tratamento funciona

(16)

Teste t

Em nosso caso, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e

t = 17, 7 − 20

5, 1/√20 = −2, 017

Logo, como −2, 017 < −1, 729, rejeitamos H0, ou seja, ao

n´ıvel de 5% de significˆancia, temos evidˆencias de que o tratamento funciona

(17)

Teste t

Em nosso caso, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e

t = 17, 7 − 20

5, 1/√20 = −2, 017

Logo, como −2, 017 < −1, 729, rejeitamos H0, ou seja, ao

n´ıvel de 5% de significˆancia, temos evidˆencias de que o tratamento funciona

(18)

Teste t

Exemplo (cont.): Neste caso, temos que

P(Erro tipo I) = P(Rejeitar-se H0 | H0 verdadeira)

= P(T ≤ c | µ = 20) = 0, 01

(19)

Teste t

Exemplo (cont.): Neste caso, temos que

P(Erro tipo I) = P(Rejeitar-se H0 | H0 verdadeira)

= P(T ≤ c | µ = 20) = 0, 01

(20)

Teste t

Exemplo (cont.): t f ( t ) −4 −2.539 0 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 Distribuição de T sob H 0: t com 19 g.l. 0.01 Rejeita−se H0 Aceita−se H0

(21)

Teste t

Neste caso, como −2, 017 > −2, 539, n˜ao rejeitamos H0, ou

seja, ao n´ıvel de 1% de significˆancia, n˜ao temos evidˆencias de que o tratamento funciona

Dependendo da situa¸ao, a escolha do n´ıvel de significˆancia

pode afetar a decis˜ao

Uma outra forma de testar hip´oteses ´e, em vez de fixarmos

um ponto de corte (valor cr´ıtico) com base em um n´ıvel de significˆancia fixado, podemos calcular a probabilidade (´area) deixada pelo valor observado da estat´ıstica de teste

(22)

Teste t

Neste caso, como −2, 017 > −2, 539, n˜ao rejeitamos H0, ou

seja, ao n´ıvel de 1% de significˆancia, n˜ao temos evidˆencias de que o tratamento funciona

Dependendo da situa¸c˜ao, a escolha do n´ıvel de significˆancia

pode afetar a decis˜ao

Uma outra forma de testar hip´oteses ´e, em vez de fixarmos

um ponto de corte (valor cr´ıtico) com base em um n´ıvel de significˆancia fixado, podemos calcular a probabilidade (´area) deixada pelo valor observado da estat´ıstica de teste

(23)

p-valor

O p-valor´e definido como o menor n´ıvel de significˆancia que

leva `a rejei¸c˜ao de H0 com base na amostra observada

• Ou seja, se fixarmos qualquer n´ıvel de significˆancia menor que o p-valor, aceitar´ıamos H0

• Exemplo: Voltando ao exemplo anterior, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e

t = 17, 7 − 20

(24)

p-valor

O p-valor´e definido como o menor n´ıvel de significˆancia que

leva `a rejei¸c˜ao de H0 com base na amostra observada

• Ou seja, se fixarmos qualquer n´ıvel de significˆancia menor que o p-valor, aceitar´ıamos H0

• Exemplo: Voltando ao exemplo anterior, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e

t = 17, 7 − 20

(25)

p-valor

O p-valor´e definido como o menor n´ıvel de significˆancia que

leva `a rejei¸c˜ao de H0 com base na amostra observada

• Ou seja, se fixarmos qualquer n´ıvel de significˆancia menor que o p-valor, aceitar´ıamos H0

Exemplo: Voltando ao exemplo anterior, o valor observado da

estat´ıstica de teste ´e

t = 17, 7 − 20

(26)

p-valor

Exemplo (cont.): Como a regi˜ao de rejei¸c˜ao ´e “abaixo”, neste

caso, o p-valor ser´a a probabilidade (´area) abaixo do valor observado da estat´ıstica de teste, sob H0

Ou seja, o p-valor ´e

(27)

p-valor

Exemplo (cont.): Como a regi˜ao de rejei¸c˜ao ´e “abaixo”, neste

caso, o p-valor ser´a a probabilidade (´area) abaixo do valor observado da estat´ıstica de teste, sob H0

Ou seja, o p-valor ´e

(28)

p-valor

Exemplo (cont.): t f ( t ) −4 −2.017 0 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 Distribuição de T sob H 0: t com 19 g.l. 0.029

(29)

p-valor

• Exemplo (cont.): Em vez de verificar se o valor t = −2, 017 “caiu”ou n˜ao na regi˜ao de rejei¸c˜ao, podemos tomar a decis˜ao diretamente a partir do p-valor

p-valor pequeno leva `a rejei¸ao de H0p-valor grande leva `a n˜ao rejei¸ao de H0

• Valores pequenos do p-valor indicam que o valor da estat´ıstica de teste caiu perto da cauda, dando evidˆencias que suportam H1

Valores grandes do p-valor indicam que o valor da estat´ıstica

de teste caiu perto da m´edia, longe das caudas, n˜ao dando evidˆencias que suportam H1

(30)

p-valor

• Exemplo (cont.): Em vez de verificar se o valor t = −2, 017 “caiu”ou n˜ao na regi˜ao de rejei¸c˜ao, podemos tomar a decis˜ao diretamente a partir do p-valor

p-valor pequeno leva `a rejei¸c˜ao de H0p-valor grande leva `a n˜ao rejei¸c˜ao de H0

• Valores pequenos do p-valor indicam que o valor da estat´ıstica de teste caiu perto da cauda, dando evidˆencias que suportam H1

Valores grandes do p-valor indicam que o valor da estat´ıstica

de teste caiu perto da m´edia, longe das caudas, n˜ao dando evidˆencias que suportam H1

(31)

p-valor

• Exemplo (cont.): Em vez de verificar se o valor t = −2, 017 “caiu”ou n˜ao na regi˜ao de rejei¸c˜ao, podemos tomar a decis˜ao diretamente a partir do p-valor

p-valor pequeno leva `a rejei¸c˜ao de H0p-valor grande leva `a n˜ao rejei¸c˜ao de H0

• Valores pequenos do p-valor indicam que o valor da estat´ıstica de teste caiu perto da cauda, dando evidˆencias que suportam H1

Valores grandes do p-valor indicam que o valor da estat´ıstica

de teste caiu perto da m´edia, longe das caudas, n˜ao dando evidˆencias que suportam H1

(32)

p-valor

Exemplo (cont.): O p-valor ´e pequeno ou grande com rela¸ao

a um n´ıvel de significˆancia que fixarmos

• Aqui, ao n´ıvel de 5% de significˆancia, rejeitamos H0 (p-valor

= 0,029 ´e pequeno comparado a 0,05)

• Ao n´ıvel de 1% de significˆancia, n˜ao rejeitamos H0 (p-valor =

(33)

p-valor

Exemplo (cont.): t f ( t ) −4 −1.729 0 4 0.0 0.3 0.05 t f ( t ) −4 −2.539 0 4 0.0 0.3 0.01 t f ( t ) −4 −2.017 0 4 0.0 0.3 0.029

(34)

p-valor

Se H1 : µ < µ0, o p-valor ´e P(T ≤ t | µ = µ0) t f ( t ) −4 t 0 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5

Distribuição de T sob H0: t com n−1 g.l.

(35)

p-valor

Se H1 : µ > µ0, o p-valor ´e P(T ≥ t | µ = µ0) t f ( t ) −4 0 t 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 Distribuição de T sob H 0: t com n−1 g.l. p−valor

(36)

p-valor

Se H1 : µ 6= µ0, o p-valor ´e P(T ≤ −|t| | µ = µ0) + P(T > |t| | µ = µ0) = 2P(T ≥ |t|) t f ( t ) −4 −|t| 0 |t| 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 Distribuição de T sob H 0: t com n−1 g.l. p−valor/2 p−valor/2

(37)

Teste t para amostras pareadas

Em muitos contextos, uma mesma vari´avel ´e medida em um

mesmo elemento da popula¸c˜ao

Podemos estar interessados em saber se a m´edia da vari´avel ´e

maior ou menor em uma condi¸c˜ao do que em outra

Nesse caso, podemos fazer um teste para as diferen¸cas entre

as medidas, assumindo que essas diferen¸cas comp˜oem uma amostra aleat´oria da distribui¸c˜ao normal

• S˜ao os chamados teste t pareados

Costumam ocorrer, por exemplo, em

• observa¸c˜oes do tipo antes e depois em mesmas unidades;

• compara¸c˜ao de diferentes m´etodos de medi¸c˜ao de uma vari´avel

em mesmas unidades;

compara¸ao de diferentes tratamentos aplicados em mesmas

(38)

Teste t para amostras pareadas

Em muitos contextos, uma mesma vari´avel ´e medida em um

mesmo elemento da popula¸c˜ao

Podemos estar interessados em saber se a m´edia da vari´avel ´e

maior ou menor em uma condi¸c˜ao do que em outra

Nesse caso, podemos fazer um teste para as diferen¸cas entre

as medidas, assumindo que essas diferen¸cas comp˜oem uma amostra aleat´oria da distribui¸c˜ao normal

• S˜ao os chamados teste t pareados

Costumam ocorrer, por exemplo, em

• observa¸c˜oes do tipo antes e depois em mesmas unidades;

• compara¸c˜ao de diferentes m´etodos de medi¸c˜ao de uma vari´avel

em mesmas unidades;

compara¸ao de diferentes tratamentos aplicados em mesmas

(39)

Teste t para amostras pareadas

Em muitos contextos, uma mesma vari´avel ´e medida em um

mesmo elemento da popula¸c˜ao

Podemos estar interessados em saber se a m´edia da vari´avel ´e

maior ou menor em uma condi¸c˜ao do que em outra

Nesse caso, podemos fazer um teste para as diferen¸cas entre

as medidas, assumindo que essas diferen¸cas comp˜oem uma amostra aleat´oria da distribui¸c˜ao normal

• S˜ao os chamados teste t pareados

Costumam ocorrer, por exemplo, em

• observa¸c˜oes do tipo antes e depois em mesmas unidades;

• compara¸c˜ao de diferentes m´etodos de medi¸c˜ao de uma vari´avel

em mesmas unidades;

compara¸ao de diferentes tratamentos aplicados em mesmas

(40)

Teste t para amostras pareadas

Em muitos contextos, uma mesma vari´avel ´e medida em um

mesmo elemento da popula¸c˜ao

Podemos estar interessados em saber se a m´edia da vari´avel ´e

maior ou menor em uma condi¸c˜ao do que em outra

Nesse caso, podemos fazer um teste para as diferen¸cas entre

as medidas, assumindo que essas diferen¸cas comp˜oem uma amostra aleat´oria da distribui¸c˜ao normal

• S˜ao os chamados teste t pareados

Costumam ocorrer, por exemplo, em

• observa¸c˜oes do tipo antes e depois em mesmas unidades;

• compara¸c˜ao de diferentes m´etodos de medi¸c˜ao de uma vari´avel

em mesmas unidades;

• compara¸c˜ao de diferentes tratamentos aplicados em mesmas

(41)

Teste t para amostras pareadas

Assim, este ´e apenas um caso particular dos teste t em que o

valor da m´edia a ser testado ´e µ0 = 0

Exemplo: Cinco pacientes foram acompanhados antes e

depois de um tratamento para redu¸c˜ao de ansiedade

As pontua¸c˜oes no teste de ansiedade antes e depois, assim

como as diferen¸cas foram

Paciente Clark Diana Bruce Arthur Kara

Antes 15,0 19,0 14,2 20,9 20,0

Depois 11,4 15,6 20,4 18,4 15,3 Diferen¸ca 3,6 3,4 -6,2 2,5 4,7

Queremos testar se o tratamento diminuiu significativamente

a ansiedade dos pacientes, ou seja, se h´a evidˆencias de que o tratamento funciona

(42)

Teste t para amostras pareadas

• Exemplo (cont.): Assumindo que as diferen¸cas seguem uma distribui¸c˜ao normal com m´edia µ, queremos testar

H0 : µ = 0

H1 : µ > 0

Sob H0, a estat´ıstica de teste

T =X − 0 S /√5 =

X S /√5

tem distribui¸c˜ao t de Student com 5 − 1 = 4 graus de liberdade

(43)

Teste t para amostras pareadas

• Exemplo (cont.): Assumindo que as diferen¸cas seguem uma distribui¸c˜ao normal com m´edia µ, queremos testar

H0 : µ = 0

H1 : µ > 0

Sob H0, a estat´ıstica de teste

T = X − 0 S /√5 =

X S /√5

tem distribui¸c˜ao t de Student com 5 − 1 = 4 graus de liberdade

(44)

Teste t para amostras pareadas

Exemplo (cont.): Temos, a partir da amostra das diferen¸cas,

que x = 1, 6 e s = 4, 43

• Assim, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e t = 1, 6

4, 43/√5 = 0, 8076

O p-valor do teste pode ser calculado como

P(T ≥ t | µ = 0) = P(T ≥ 0, 8076 | µ = 0) = 0, 2323

Como o p-valor ´e grande, n˜ao temos evidˆencias para dizer que

(45)

Teste t para amostras pareadas

Exemplo (cont.): Temos, a partir da amostra das diferen¸cas,

que x = 1, 6 e s = 4, 43

• Assim, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e t = 1, 6

4, 43/√5 = 0, 8076

O p-valor do teste pode ser calculado como

P(T ≥ t | µ = 0) = P(T ≥ 0, 8076 | µ = 0) = 0, 2323

Como o p-valor ´e grande, n˜ao temos evidˆencias para dizer que

(46)

Teste t para amostras pareadas

Exemplo (cont.): Temos, a partir da amostra das diferen¸cas,

que x = 1, 6 e s = 4, 43

• Assim, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e t = 1, 6

4, 43/√5 = 0, 8076

O p-valor do teste pode ser calculado como

P(T ≥ t | µ = 0) = P(T ≥ 0, 8076 | µ = 0) = 0, 2323

Como o p-valor ´e grande, n˜ao temos evidˆencias para dizer que

(47)

Teste t para amostras pareadas

Exemplo (cont.): Temos, a partir da amostra das diferen¸cas,

que x = 1, 6 e s = 4, 43

• Assim, o valor observado da estat´ıstica de teste ´e t = 1, 6

4, 43/√5 = 0, 8076

O p-valor do teste pode ser calculado como

P(T ≥ t | µ = 0) = P(T ≥ 0, 8076 | µ = 0) = 0, 2323

Como o p-valor ´e grande, n˜ao temos evidˆencias para dizer que

(48)

Teste t para amostras pareadas

Exemplo (cont.): t f ( t ) −4 0 0.8076 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5

Distribuição de T sob H0: t com 4 g.l.

(49)

Teste t para amostras pareadas

Exemplo: Larson Dworkin e Verma (2001) em Men’s work

and family lives in India: The daily organization of time and emotions no Journal of Family Psychology analisaram aspectos da vida no trabalho e em casa de homens que s˜ao pais na ´India

Testes foram aplicados de forma a mensurar a escala

psicol´ogica dos participantes nas duas esferas: no trabalho e em casa

(50)

Teste t para amostras pareadas

Exemplo: Larson Dworkin e Verma (2001) em Men’s work

and family lives in India: The daily organization of time and emotions no Journal of Family Psychology analisaram aspectos da vida no trabalho e em casa de homens que s˜ao pais na ´India

Testes foram aplicados de forma a mensurar a escala

psicol´ogica dos participantes nas duas esferas: no trabalho e em casa

(51)

Teste t para amostras pareadas

Exemplo (cont.): A tabela abaixo ´e uma reprodu¸c˜ao de uma tabela do artigo

Esfera

Escala Intervalo Trabalho Casa Trabalho vs. casa

Importante 0-9 5.98 5.06 6.86∗∗∗

Aten¸c˜ao 0-9 6.15 5.13 7.96∗∗∗

Desafio 0-9 4.11 2.41 11.49∗∗∗

Escolha 0-9 4.28 4.74 -3.38∗∗∗

Vontade de fazer outra coisa 0-9 1.50 1.44 0.61

Apressado 0-3 1.80 1.39 3.21∗∗

Ansiedade social 0-3 0.81 0.64 3.17∗∗

Afeto 1-7 4.84 4.98 -2.64∗∗

Clima social 1-7 5.64 5.95 4.17∗∗∗

Nota: valores da ´ultima coluna s˜ao t scores; gl = 99 para todos os testes t ∗∗

p < .01 ∗∗∗

(52)

Teste t para amostras pareadas

Exemplo: Um teste t pareado foi feito para cada aspecto

comparando as duas esferas

Em cada escala, a partir das m´edias das diferen¸cas x

(equivalente `a diferen¸ca entre as m´edias), calculou-se os valores das estat´ısticas de teste

t = x

s/√100

Como a amostra ´e composta por 100 pessoas, os p-valores

s˜ao calculados a partir da distribui¸c˜ao t de Student com 99 graus de liberdade

(53)

Teste t para amostras pareadas

Exemplo: Um teste t pareado foi feito para cada aspecto

comparando as duas esferas

Em cada escala, a partir das m´edias das diferen¸cas x

(equivalente `a diferen¸ca entre as m´edias), calculou-se os valores das estat´ısticas de teste

t = x

s/√100

Como a amostra ´e composta por 100 pessoas, os p-valores

s˜ao calculados a partir da distribui¸c˜ao t de Student com 99 graus de liberdade

(54)

Teste t para amostras pareadas

Exemplo: Um teste t pareado foi feito para cada aspecto

comparando as duas esferas

Em cada escala, a partir das m´edias das diferen¸cas x

(equivalente `a diferen¸ca entre as m´edias), calculou-se os valores das estat´ısticas de teste

t = x

s/√100

Como a amostra ´e composta por 100 pessoas, os p-valores

s˜ao calculados a partir da distribui¸c˜ao t de Student com 99 graus de liberdade

(55)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Considere uma amostra aleat´oria de tamanho n, (X1, . . . , Xn),

de uma popula¸c˜ao

Considere uma amostra aleat´oria de tamanho m,

(Y1, . . . , Ym), de outra popula¸c˜ao

Suponha que as vari´aveis aleat´oria de interesse em cada caso

s˜ao, respectivamente,

X ∼ N(µ1, σ2) e Y ∼ N(µ2, σ2)

Queremos testar hip´oteses a respeito das m´edias das duas

popula¸c˜oes, µ1 e µ2

Inicialmente, assumimos que a variˆancia populacional σ2 ´e a

(56)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Considere uma amostra aleat´oria de tamanho n, (X1, . . . , Xn),

de uma popula¸c˜ao

Considere uma amostra aleat´oria de tamanho m,

(Y1, . . . , Ym), de outra popula¸c˜ao

• Suponha que as vari´aveis aleat´oria de interesse em cada caso s˜ao, respectivamente,

X ∼ N(µ1, σ2) e Y ∼ N(µ2, σ2)

Queremos testar hip´oteses a respeito das m´edias das duas

popula¸c˜oes, µ1 e µ2

Inicialmente, assumimos que a variˆancia populacional σ2 ´e a

(57)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Considere uma amostra aleat´oria de tamanho n, (X1, . . . , Xn),

de uma popula¸c˜ao

Considere uma amostra aleat´oria de tamanho m,

(Y1, . . . , Ym), de outra popula¸c˜ao

• Suponha que as vari´aveis aleat´oria de interesse em cada caso s˜ao, respectivamente,

X ∼ N(µ1, σ2) e Y ∼ N(µ2, σ2)

Queremos testar hip´oteses a respeito das m´edias das duas

popula¸c˜oes, µ1 e µ2

Inicialmente, assumimos que a variˆancia populacional σ2 ´e a

(58)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Considere uma amostra aleat´oria de tamanho n, (X1, . . . , Xn),

de uma popula¸c˜ao

Considere uma amostra aleat´oria de tamanho m,

(Y1, . . . , Ym), de outra popula¸c˜ao

• Suponha que as vari´aveis aleat´oria de interesse em cada caso s˜ao, respectivamente,

X ∼ N(µ1, σ2) e Y ∼ N(µ2, σ2)

Queremos testar hip´oteses a respeito das m´edias das duas

popula¸c˜oes, µ1 e µ2

Inicialmente, assumimos que a variˆancia populacional σ2 ´e a

(59)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

• Exemplo: 20 estudantes foram aleatoriamente atribu´ıdos a um grupo experimental que participar´a de um programa

educacional

Outros 30 estudantes foram atribu´ıdos a um grupo controle:

que n˜ao participar´a do programa

Depois de seis meses, os estudantes ter˜ao seus conhecimentos

testados

Observou-se para o grupo experimental uma m´edia amostral

de 38,1 com desvio padr˜ao de 3,2 pontos no teste

Para o grupo controle, observou-se uma m´edia amostral de

(60)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

• Exemplo: 20 estudantes foram aleatoriamente atribu´ıdos a um grupo experimental que participar´a de um programa

educacional

Outros 30 estudantes foram atribu´ıdos a um grupo controle:

que n˜ao participar´a do programa

Depois de seis meses, os estudantes ter˜ao seus conhecimentos

testados

Observou-se para o grupo experimental uma m´edia amostral

de 38,1 com desvio padr˜ao de 3,2 pontos no teste

Para o grupo controle, observou-se uma m´edia amostral de

(61)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

• Exemplo: 20 estudantes foram aleatoriamente atribu´ıdos a um grupo experimental que participar´a de um programa

educacional

Outros 30 estudantes foram atribu´ıdos a um grupo controle:

que n˜ao participar´a do programa

Depois de seis meses, os estudantes ter˜ao seus conhecimentos

testados

Observou-se para o grupo experimental uma m´edia amostral

de 38,1 com desvio padr˜ao de 3,2 pontos no teste

Para o grupo controle, observou-se uma m´edia amostral de

(62)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Exemplo (cont.): Queremos testar se a participa¸ao no

programa educacional aumenta a pontua¸c˜ao m´edia no teste, ou seja, queremos testar se a diferen¸ca observada entre as m´edias ´e significativa

• Assumindo que as pontua¸c˜oes de quem participa do programa educacional e de quem n˜ao participa seguem uma distribui¸c˜ao normal com respectivas m´edias µ1 e µ2, queremos testar

H0 : µ1= µ2

(63)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Exemplo (cont.): Queremos testar se a participa¸ao no

programa educacional aumenta a pontua¸c˜ao m´edia no teste, ou seja, queremos testar se a diferen¸ca observada entre as m´edias ´e significativa

• Assumindo que as pontua¸c˜oes de quem participa do programa educacional e de quem n˜ao participa seguem uma distribui¸c˜ao normal com respectivas m´edias µ1 e µ2, queremos testar

H0 : µ1= µ2

(64)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Exemplo (cont.): As hip´oteses anteriores s˜ao equivalentes `as

hip´oteses

H0 : µ1− µ2= 0

H1 : µ1− µ2> 0

Sejam X e Y as m´edias amostrais dos grupos experimental

controle, respectivamente

Al´em disso, sejam S2

1 e S22 as variˆancias amostrais dos grupos

(65)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Exemplo (cont.): As hip´oteses anteriores s˜ao equivalentes `as

hip´oteses

H0 : µ1− µ2= 0

H1 : µ1− µ2> 0

Sejam X e Y as m´edias amostrais dos grupos experimental

controle, respectivamente

Al´em disso, sejam S2

1 e S22 as variˆancias amostrais dos grupos

(66)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Exemplo (cont.): As hip´oteses anteriores s˜ao equivalentes `as

hip´oteses

H0 : µ1− µ2= 0

H1 : µ1− µ2> 0

Sejam X e Y as m´edias amostrais dos grupos experimental

controle, respectivamente

Al´em disso, sejam S2

1 e S22 as variˆancias amostrais dos grupos

(67)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

De forma geral, pode ser mostrado que, sob H0, a estat´ıstica

de teste definida como T = √ n + m − 2(X − Y ) q 1 n+ 1 m (SQX + SQY)

tem distribui¸c˜ao t de Student com n + m − 2 graus de liberdade • Aqui, SQX = n X i =1 (Xi − X )2 e SQY = m X i =1 (Yi − Y )2

Portanto, temos que

(68)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

De forma geral, pode ser mostrado que, sob H0, a estat´ıstica

de teste definida como T = √ n + m − 2(X − Y ) q 1 n+ 1 m (SQX + SQY)

tem distribui¸c˜ao t de Student com n + m − 2 graus de liberdade • Aqui, SQX = n X i =1 (Xi − X )2 e SQY = m X i =1 (Yi − Y )2

Portanto, temos que

(69)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

De forma geral, pode ser mostrado que, sob H0, a estat´ıstica

de teste definida como T = √ n + m − 2(X − Y ) q 1 n+ 1 m (SQX + SQY)

tem distribui¸c˜ao t de Student com n + m − 2 graus de liberdade • Aqui, SQX = n X i =1 (Xi − X )2 e SQY = m X i =1 (Yi − Y )2

Portanto, temos que

(70)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Exemplo: Voltando ao exemplo, temos que T = √ 20 + 30 − 2(X − Y ) q 1 20 + 1 30 (SQX + SQY)

tem distribui¸c˜ao t de Student com 20 + 30 − 2 = 48 graus de liberdade, sob H0

(71)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Exemplo (cont.): Os desvios padr˜oes amostrais observados

para os grupos experimental e controle foram, respectimamente,

s1 = 3, 2 e s2= 4, 8

• Logo, as variˆancias amostrais s˜ao

s12 = 3, 22= 10, 24 e s22 = 4, 82= 23, 04

• Por fim, temos que

SQX = (20 − 1) × 10, 24 = 194, 56

e

(72)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Exemplo (cont.): Os desvios padr˜oes amostrais observados

para os grupos experimental e controle foram, respectimamente,

s1 = 3, 2 e s2= 4, 8

• Logo, as variˆancias amostrais s˜ao

s12 = 3, 22= 10, 24 e s22 = 4, 82= 23, 04

• Por fim, temos que

SQX = (20 − 1) × 10, 24 = 194, 56

e

(73)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Exemplo (cont.): Os desvios padr˜oes amostrais observados

para os grupos experimental e controle foram, respectimamente,

s1 = 3, 2 e s2= 4, 8

• Logo, as variˆancias amostrais s˜ao

s12 = 3, 22= 10, 24 e s22 = 4, 82= 23, 04

• Por fim, temos que

SQX = (20 − 1) × 10, 24 = 194, 56

e

(74)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Exemplo (cont.): Assim, o valor observado da estat´ıstica de

teste ´e t =

20 + 30 − 2(38, 1 − 34, 9)

p(1/20 + 1/30)(194, 56 + 668, 16) = 2, 615

O p-valor pode ser calculado como

P(T ≥ t | µ1 = µ2) = P(T ≥ 2, 615 | µ1= µ2) = 0, 0059 • Este p-valor ´e relativamente pequeno

Ao n´ıvel de 1% de significˆancia, por exemplo, rejeitamos H0,

ou seja, h´a evidˆencias de que as m´edia do grupo experimental ´

(75)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Exemplo (cont.): Assim, o valor observado da estat´ıstica de

teste ´e t =

20 + 30 − 2(38, 1 − 34, 9)

p(1/20 + 1/30)(194, 56 + 668, 16) = 2, 615

O p-valor pode ser calculado como

P(T ≥ t | µ1 = µ2) = P(T ≥ 2, 615 | µ1= µ2) = 0, 0059 • Este p-valor ´e relativamente pequeno

Ao n´ıvel de 1% de significˆancia, por exemplo, rejeitamos H0,

ou seja, h´a evidˆencias de que as m´edia do grupo experimental ´

(76)

Teste t para amostras n˜

ao pareadas

Exemplo (cont.): t f ( t ) −4 0 2.615 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 Distribuição de T sob H 0: t com 48 g.l. 0.0059

(77)

Teste t (de Welch) para amostras n˜

ao

pareadas

• Para fazer o teste t no exemplo anterior, supomos que as variˆancias das duas popula¸c˜oes s˜ao iguais, σ2

• Esta suposi¸c˜ao nem sempre ´e adequada

• N˜ao existe um teste exato para quando para esta suposi¸c˜ao n˜ao ´e adequada

• Entretanto, um m´etodo aproximado foi proposto por Welch (1938, 1947, 1951)

(78)

Teste t (de Welch) para amostras n˜

ao

pareadas

• Para fazer o teste t no exemplo anterior, supomos que as variˆancias das duas popula¸c˜oes s˜ao iguais, σ2

Esta suposi¸c˜ao nem sempre ´e adequada

• N˜ao existe um teste exato para quando para esta suposi¸c˜ao n˜ao ´e adequada

• Entretanto, um m´etodo aproximado foi proposto por Welch (1938, 1947, 1951)

(79)

Teste t (de Welch) para amostras n˜

ao

pareadas

(80)

Teste t (de Welch) para amostras n˜

ao

pareadas

A estat´ıstica de teste do teste t de Welch ´e dada por T = q X − Y SQX n(n−1)+ SQY m(m−1) ,

que tem distribui¸c˜ao aproximada pela distribui¸c˜ao t de Student com graus de liberdade dados por

ν =  SQX n(n−1)+ SQY n(n−1) 2 1 (n−1)3  SQX n 2 +(m−1)1 3  SQY m 2 quando µ1= µ2

(81)

Teste t (de Welch) para amostras n˜

ao

pareadas

Exemplo: Voltando ao exemplo anterior, vamos fazer o teste t

de Welch para testar as mesmas hip´oteses

Neste caso, abandonamos a suposi¸ao de variˆancias

populacionais iguais

• A estat´ıstica de teste, sob H0, tem distribui¸c˜ao t de Student

com ν =  194,56 20×19 + 668,16 30×29 2 1 (20−1)3  194,56 20 2 +(30−1)1 3  668,16 30 2 = 47, 996

(82)

Teste t (de Welch) para amostras n˜

ao

pareadas

Exemplo: Voltando ao exemplo anterior, vamos fazer o teste t

de Welch para testar as mesmas hip´oteses

Neste caso, abandonamos a suposi¸c˜ao de variˆancias

populacionais iguais

• A estat´ıstica de teste, sob H0, tem distribui¸c˜ao t de Student

com ν =  194,56 20×19 + 668,16 30×29 2 1 (20−1)3  194,56 20 2 +(30−1)1 3  668,16 30 2 = 47, 996

(83)

Teste t (de Welch) para amostras n˜

ao

pareadas

Exemplo: Voltando ao exemplo anterior, vamos fazer o teste t

de Welch para testar as mesmas hip´oteses

Neste caso, abandonamos a suposi¸c˜ao de variˆancias

populacionais iguais

• A estat´ıstica de teste, sob H0, tem distribui¸c˜ao t de Student

com ν =  194,56 20×19 + 668,16 30×29 2 1 (20−1)3  194,56 20 2 +(30−1)1 3  668,16 30 2 = 47, 996

(84)

Teste t (de Welch) para amostras n˜

ao

pareadas

• Exemplo (cont.): O valor observado da estat´ıstica de teste ´e t = q38, 1 − 34, 9 194,56 20×19 + 668,16 30×29 = 2, 828

Neste caso, o p-valor ´e dado por

P(T ≥ t | µ1 = µ2) = P(T ≥ 2, 828 | µ1= µ2) = 0, 0034 • Este p-valor ´e relativamente pequeno

Ao n´ıvel de 1% de significˆancia, por exemplo, rejeitamos H0,

ou seja, h´a evidˆencias de que as m´edia do grupo experimental ´

(85)

Teste t (de Welch) para amostras n˜

ao

pareadas

• Exemplo (cont.): O valor observado da estat´ıstica de teste ´e t = q38, 1 − 34, 9 194,56 20×19 + 668,16 30×29 = 2, 828

Neste caso, o p-valor ´e dado por

P(T ≥ t | µ1 = µ2) = P(T ≥ 2, 828 | µ1= µ2) = 0, 0034 • Este p-valor ´e relativamente pequeno

Ao n´ıvel de 1% de significˆancia, por exemplo, rejeitamos H0,

ou seja, h´a evidˆencias de que as m´edia do grupo experimental ´

(86)

Teste t (de Welch) para amostras n˜

ao

pareadas

Exemplo (cont.): t f ( t ) −4 0 2.828 4 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4

0.5 Distribuição de T sob H0: t com 47.996 g.l.

(87)

Teste t (de Welch) para amostras n˜

ao

pareadas

Exemplo: Gibbons, Wilson e Rufener (2006) em Gender

attitudes mediate gender differences in attitudes towards adoption in Guatemala no Sex roles fizeram uma pesquisa com 152 estudantes da Guatemala

Nesta pesquisa, perguntaram sobre as cren¸cas dos alunos com

respeito a trˆes aspectos: machismo, atitude em rela¸c˜ao `as mulheres (AWSA) e ado¸c˜ao

• O objetivo era saber se homens pensavam diferente das mulheres com rela¸c˜ao a estes aspectos

• As trˆes escalas foram mensuradas de forma que maiores valores correspondem, respectivamente, a atitudes positivas quanto ao machismo, mais cren¸cas em igualdade de gˆenero e cren¸cas favor´aveis a ado¸c˜ao

(88)

Teste t (de Welch) para amostras n˜

ao

pareadas

Exemplo: Gibbons, Wilson e Rufener (2006) em Gender

attitudes mediate gender differences in attitudes towards adoption in Guatemala no Sex roles fizeram uma pesquisa com 152 estudantes da Guatemala

Nesta pesquisa, perguntaram sobre as cren¸cas dos alunos com

respeito a trˆes aspectos: machismo, atitude em rela¸c˜ao `as mulheres (AWSA) e ado¸c˜ao

• O objetivo era saber se homens pensavam diferente das mulheres com rela¸c˜ao a estes aspectos

• As trˆes escalas foram mensuradas de forma que maiores valores correspondem, respectivamente, a atitudes positivas quanto ao machismo, mais cren¸cas em igualdade de gˆenero e cren¸cas favor´aveis a ado¸c˜ao

(89)

Teste t (de Welch) para amostras n˜

ao

pareadas

Exemplo: Gibbons, Wilson e Rufener (2006) em Gender

attitudes mediate gender differences in attitudes towards adoption in Guatemala no Sex roles fizeram uma pesquisa com 152 estudantes da Guatemala

Nesta pesquisa, perguntaram sobre as cren¸cas dos alunos com

respeito a trˆes aspectos: machismo, atitude em rela¸c˜ao `as mulheres (AWSA) e ado¸c˜ao

• O objetivo era saber se homens pensavam diferente das mulheres com rela¸c˜ao a estes aspectos

As trˆes escalas foram mensuradas de forma que maiores

valores correspondem, respectivamente, a atitudes positivas quanto ao machismo, mais cren¸cas em igualdade de gˆenero e cren¸cas favor´aveis a ado¸c˜ao

(90)

Teste t (de Welch) para amostras n˜

ao

pareadas

Exemplo (cont.): A tabela abaixo ´e uma reprodu¸ao de uma

tabela do artigo Mulheres Homens (n = 64) (n = 88) t p Machismo 1.17 ± .15 1.32 ± .20 4.77 < .001 AWSA 3.26 ± .31 2.98 ± .35 5.00 < .001 Ado¸c˜ao 3.10 ± .39 2.85 ± .41 3.07 < .01

Referências

Documentos relacionados

Em relação aos dados disponibilizados pela Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Santa Catarina, pode-se observar, conforme a Tabela 1, que os números aumentaram

Como eles não são caracteres que possam ser impressos normalmente com a função print(), então utilizamos alguns comandos simples para utilizá-los em modo texto 2.. Outros

Em sua situação onde não havia fornecimento de poder divino de Scarlet (seu espírito contratado), mesmo para Claire, que era superior, para produzir uma pequena chama, levou toda

Com relação ao CEETEPS, o tema desta dissertação é interessante por se inserir no Programa de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA), sob a tutela da Coordenação de

Sendo assim, a automação residencial pode prover meios para controlar todos os sistemas da residência como sistema de ar condicionado e aquecimento, home- office, contemplando

[r]

Os sistemas de cogeração para indústrias também estão com elevada demanda de instalação devido ao aumento de custos e riscos de fornecimento de energia elétrica, além

Código Descrição Atributo Saldo Anterior D/C Débito Crédito Saldo Final D/C. Este demonstrativo apresenta os dados consolidados da(s)