Agrupamento de Escolas Dr. Vieira de Carvalho
A
NOL
ETIVO2017/2018
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS
PLANIFICAÇÃO ANUAL DE GEOGRAFIA A
–
10
º ANO
TEMAS UNIDADES DIDÁTICAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS CCOONNCCEEIITTOOSS AVALIAÇÃO
MÓDULO
INICIAL
A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO - A constituição do território nacional. -A posição geográfica de Portugal Continental e Insular. -A inserção de Portugal em diferentes espaços.-
Conhece a constituição das diferentes unidades territoriais portuguesas.- Conhece a posição de Portuga Continental e Insular na Europa e no Mundo,
- Reconhece a importância da posição geográfica de Portugal.
- Reconhece a importância da integração de Portugal no contexto da União Europeia.
- Reconhece a importância do espaço lusófono;
- Reconhece a importância das relações privilegiadas de Portugal com as comunidades portuguesas e com a CPLP.
- Reconhece a importância da integração de Portugal em várias organizações internacionais.
- Concelho. - Distrito. - Localização relativa*. - Latitude*. - Longitude*; - Localização Absoluta*. - Espaço Schengen. -Freguesia. - Mercado Comum*. - NUT. - Região Autónoma*. -Território. - Tratado de Maastricht*. -Tratado de Roma*. - Tratado de Lisboa*. - União Europeia*. - Cidadania Europeia. - Moeda única*. - Integração europeia. - Espaço Lusófono. - CPLP - ONU, OTAN, OCDE, OSCE,OMC (…)
o
Avaliação
cognitiva
e
procedimental
:
Diagnóstica Leitura e interpretação de documentos geográficos : - Textos - imagens - gráficos - mapas Utilização do vocabulário específico da disciplina. Fichas de trabalho sobre procedimentos e conteúdos.
Capacidade de reflexão, argumentação e síntese.
MÓDULO I
“ A
POPULAÇÃO
UTILIZADORA
DE RECURSOS
E
ORGANIZADO-RA DE
ESPAÇOS”
A POPULAÇÃO: EVOLUÇÃO E DIFERENÇAS REGIONAIS -A evolução da população na 2.ª metade do séc. XX. A população portuguesa. As variáveis demográficas. A mobilidade da população. -As estruturas e comportamentos sóciodemográficos. Estrutura etária- Conhece as características da população portuguesa; - Relaciona a evolução da população portuguesa, na 2.ª metade do séc. XX com o comportamento das variáveis demográficas:
▪ Utiliza corretamente conceitos demográficos; ▪Analisa as variáveis demográficas: natalidade, fecundidade, mortalidade;
▪ Interpreta representações gráficas e cartográficas; ▪Analisa a distribuição dos indicadores demográficos nas regiões de NUT II e III e nos países da União Europeia;
▪ Explica a evolução do crescimento natural;
▪Explica o comportamento das variáveis demográficas;
▪ Reconhece que a evolução da população depende do comportamento de variáveis demográficas e socioeconómicas.
- Relaciona a evolução da população portuguesa, na 2.ª metade do séc. XX com a mobilidade da população:
▪ Analisa o saldo migratório;
▪ Deteta as disparidades a nível regional e nacional do crescimento natural;
▪ Explica a desigual distribuição das variáveis demográficas no espaço português.
- Caracteriza a estrutura etária da população portuguesa: ▪ Interpreta diferentes pirâmides etárias;
- Recenseamento.* - Indicadores Demográficos:* .Taxa de Natalidade. . Taxa de Mortalidade. . Taxa de Mortalidade infantil. .Taxa de Fecundidade. . Índice de Renovação de Gerações. - Emigração.* - Imigração.* - Saldo migratório.* - Êxodo rural.* - Crescimento natural.* - Crescimento efetivo.* - Envelhecimento demográfico.* - Índice sintético de fecundidade.* - Estrutura Etária.* - Índice de envelhecimento da população. - Pirâmide etária.*
Expressão verbal geográfica
Documentos escritos sobre a Inter-relação entre os fenómenos geográficos. Pesquisa, seleção, organização, análise, tratamento, apresentação e comunicação da informação relativa a assuntos geográficos.
Qualidade dos trabalhos realizados na aula, em casa e em grupo.
Ficha de etapa / Avaliação específica de
Estrutura ativa. Nível de instrução e qualificação profissional. -Os principais problemas demográficos. Envelhecimento e declínio da fecundidade. Baixo nível educacional e situação perante o emprego. -O rejuvenescimento e a valorização da população. Incentivos à natalidade e qualificação da mão de obra.
▪ Relaciona a estrutura etária da população com o comportamento das variáveis demográficas e movimentos migratórios;
▪ Aponta razões que expliquem as diferenças regionais da estrutura etária.
- Caracteriza a estrutura ativa da população portuguesa: ▪ Analisa a evolução da população nos diferentes setores de atividade económica;
▪ Explica a repartição da população nos diferentes setores de atividade económica;
▪ Analisa a evolução da taxa de atividade e do emprego por setores de atividade económica. - Caracteriza o nível de instrução e qualificação
profissional da população.
- Refere o declínio da fecundidade como um dos problemas demográficos da população portuguesa. - Identifica o envelhecimento como um dos problemas
demográficos da população portuguesa.
- Discute o problema do envelhecimento nas relações causa-efeito.
- Analisa o baixo nível educacional como sendo um dos problemas sociodemográficos da população portuguesa.
- Aponta as políticas natalistas como solução para o problema.
- Avalia as consequências do desemprego nas condições de vida da população.
- Debate medidas passíveis de contribuir para o aumento da qualificação dos recursos humanos.
- Reconhece a importância do ordenamento do território na melhoria da qualidade de vida da população.
- Índice de dependência dos idosos. - Índice de dependência dos jovens. - Índice de dependência total. - População ativa e inativa.* - Estrutura ativa.* -Taxa de atividade. - Nível de instrução. - Taxa de alfabetização e analfabetismo. - Envelhecimento demográfico.* - Índice de envelhecimento. -Nível de qualificação profissional. -Taxa de Desemprego e emprego. - Emprego temporário. - Qualidade de vida. - Medidas natalistas.* - Desenvolvimento sustentável.* - PDM. - Planeamento. - Ordenamento do território.
o Avaliação atitudinal:
Participação/Empenho -Comunicabilidade quando solicitado(a), -Intervenção oportuna e voluntária, -Apresentação de trabalhos solicitados. Responsabilidade -Assiduidade e pontualidade, -Apresentação do material necessário e organizado. Comportamento -Colaboração no trabalho grupo/turma,-Respeito pelo trabalho dos outros. -Aceitação de críticas. Autonomia - Iniciativa, -Capacidade de superação de dificuldades, -Capacidade de auto e heteroavaliação.
MÓDULO II
“ OS
RECURSOS
NATURAIS DE
QUE A
POPULAÇÃO
DISPÕE: USOS,
LIMITES E
POTENCIALI-DADES”
A DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO. - Os condicionantes da distribuição da população: ▪ Fatores naturais ▪ Fatores humanos - Os problemas na distribuição da população: ▪ A litoralização do povoamento/o despovoamento do interior. -Soluções para atenuar a desigual distribuição da população portuguesa. OS RECURSOS DO SUBSOLO. -As áreas de exploração dos recursos minerais. Os recursos minerais. Os recursos hidrominerais: as águas.-Analisa mapas de diferentes escalas espaciais representativos da distribuição geográfica da população portuguesa.
- Aponta os fatores naturais e humanos que contribuem para a desigual distribuição da população.
-Explica a desigual distribuição geográfica da população. -Deteta as assimetrias regionais.
-Relaciona a litoralização e a bipolarização com o despovoamento do interior.
-Reflete sobre os custos económicos e sociais das assimetrias.
-Compara a densidade populacional do nosso país com a de outros países da UE.
- Debate medidas passíveis de atenuar as assimetrias regionais na distribuição espacial da população.
- Reconhece a importância do ordenamento do território na melhoria da qualidade de vida da população.
- Classifica os recursos minerais.
- Carateriza as Unidades geomorfológicas portuguesas. - Descreve a evolução e a importância económica da indústria extrativa.
- Carateriza o comércio externo da indústria extrativa.
- População absoluta.* - População relativa.* - Capacidade de carga humana. - Despovoamento.* - Litoralização.* - Bipolarização.* - Assimetrias regionais.* - Qualidade de vida.* - PDM. - Unidades geomorfológicas - Era geológica. - Recurso renovável e não renovável. - Combustíveis fósseis.* - Indústria extrativa.* - Energia primária e secundária.* - Águas minerais naturais. - Águas da nascente. - Águas termais. (continuação da avaliação cognitiva, procedimental e avaliação atitudinal das unidades didáticas anteriores)
-Exploração e distribuição dos recursos energéticos. Exploração e distribuição dos recursos energéticos não renováveis. Exploração e distribuição dos recursos energéticos renováveis. As desigualdades na distribuição do consumo de energia. Os setores hidrelétrico e termelétrico. – Os problemas na exploração dos recursos do subsolo – Novas perspetivas de exploração e utilização dos recursos do subsolo
- Conhece a localização geográfica dos recursos do subsolo de maior valor económico.
- Compreende as desigualdades na distribuição e consumo de energia.
- Relaciona as desigualdades no consumo de energia com os níveis de desenvolvimento das regiões.
-Compreende os principais condicionalismos na exploração dos recursos do subsolo.
- Explica a dependência de Portugal relativamente aos recursos do subsolo, em particular os energéticos. - Reconhece os impactos ambientais da extração de minérios.
- Compreende as desigualdades na distribuição e consumo de energia.
- Relaciona as desigualdades no consumo de energia com os níveis de desenvolvimento das regiões.
- Compreende a localização em Portugal Continental das principais centrais hidroeléticas e termoeléticas.
- Explica os principais condicionalismos na exploração dos recursos do subsolo.
- Reconhece a necessidade de valorizar os recursos endógenos
- Reconhece a importância das termas no desenvolvimento de atividades de turismo e de lazer. - Equaciona as implicações financeiras e ambientais da introdução e/ou intensificação das energias renováveis. -Reconhece a importância da integração de Portugal na Política Energética Comum.
- Jazida. - Mineral (energético, metálico, e não metálico).* - Recurso (endógeno e exógeno). - Rochas (industriais e ornamentais). - Recurso endógeno e exógeno. - Rochas (industriais e ornamentais). - Recurso endógeno e exógeno. - Poluição visual. - Turismo termal. - Eficiência energética.
A RADIAÇÃO SOLAR – A variabilidade da radiação solar em Portugal Continental e Insular. A atmosfera e a radiação solar. O Balanço energético do sistema Terra – Atmosfera. Variação diurna da radiação solar. Fatores explicativos para a variação da radiação solar diurna. Variação da radiação solar anual. Fatores explicativos para a variação da radiação solar anual.
- Explica o papel da atmosfera na variação da radiação solar.
-Relaciona a variação da radiação solar com o movimento de rotação.
-Explica a variação dos valores de temperatura diurna com os respetivos fatores influentes.
-Relaciona a variação da radiação solar com o movimento de translação.
-Explica a variação dos valores de temperatura anual com os respetivos fatores influentes.
- Atmosfera. - Radiação solar. - Equilíbrio térmico. - Albedo. - Difusão, reflexão e absorção. -Energia Solar. - Ângulo de incidência.* - Massa atmosférica.* - Radiação difusa. - Dia natural.* - Constante solar. - Radiação (solar, terrestre e global); - Movimento de rotação.* - Movimento diurno aparente do sol.* - Movimento de translação.* - Movimento anual aparente do sol.* -Insolação. - Isotérmica.* - Regime térmico.* - Temperatura média mensal e anual.* - isotérmicas.* -Nebulosidade* - Latitude.* - Altitude.* (continuação da avaliação cognitiva, procedimental e avaliação atitudinal das unidades didáticas anteriores)
– A Distribuição da temperatura no território nacional. Distribuição da radiação solar e insolação em Portugal.
Fatores explicativos para a distribuição da radiação solar e insolação em Portugal. A variação da insolação, radiação solar e temperatura nos arquipélagos. – A valorização Solar. Utilizações da energia solar. O turismo. OS RECURSOS HÍDRICOS - A especificidade do clima português. Introdução ao tema dos recursos hídricos.-Compara o número de horas de sol descoberto em Portugal com outros países da Europa.
-Analisa as diferenças de duração e intensidade da radiação solar da insolação no território nacional.
-Explica as diferenças de duração e intensidade da radiação solar no território nacional.
-Explica a variação anual da temperatura nos arquipélagos.
-Reconhece a existência de condições de insolação favoráveis ao uso da energia solar.
-Reconhece a existência de condições diferentes sistemas de aproveitamento de energia solar
-Problematiza o uso da energia solar, relacionado com as assimetrias económicas e demográficas.
-Reconhece a importância da duração da insolação na valorização de vários tipos de turismo no território nacional.
- Reconhece a importância da água para o Homem.
- Vertentes soalheiras. - Vertentes umbrias. - Relevos concordantes e discordantes. -Continentalidade.* - Correntes marítimas.* - Amplitude térmica.* - Energia térmica ativa e passiva. - Dependência energética. - Turismo Balnear. - Recurso hídrico.* - Ciclo hidrológico.* -Precipitação atmosférica.* - Evaporação* -Evapotranspiração. (continuação da avaliação cognitiva, procedimental e avaliação atitudinal das unidades didáticas anteriores)
A importância da água no planeta. Importância do ciclo hidrológico na transferência de água no planeta. Importância da água na atmosfera Importância da pressão atmosférica. Estados de tempo associados aos centros barométricos. Distribuição dos centros barométricos e circulação geral da atmosfera. Massas de ar e evolução das superfícies frontais.
- Reconhece o papel do ciclo hidrológico na manutenção do equilíbrio na Terra:
compreende os mecanismos que levam à condensação do vapor de água.
conhece os principais reservatórios de água no planeta.
compreende os fatores, principais e secundários que permitem a transferência de água, durante o ciclo hidrológico
- Relaciona o vapor de água com a temperatura, o ponto de saturação, humidade relativa e precipitação.
- Reconhece diferentes centros barométricos.
-Conhece a circulação geral da atmosfera na zona temperada do Hemisfério Norte;
-Explica os estados de tempo associados aos centros barométricos.
- Conhece os principais tipos de ventos em latitude. -Conhece a distribuição dos centros barométricos nas diferentes latitudes.
-Relaciona a variabilidade da precipitação com a deslocação, em latitude, das cinturas de altas e baixas pressões.
-Compreende a origem dos centros barométricos às diferentes latitudes.
- Reconhece:
diferentes massas de ar, diferentes frentes.
-Esquematiza a superfície frontal e respetivas frentes em corte horizontal.
- Carateriza o estado de tempo na passagem da perturbação frontal.
- Diferencia os diferentes tipos de precipitações na passagem das diferentes frentes.
- Isóbara.* - Anticiclone.* - Depressão barométrica.* - Força de coriolis. - Massa de ar.* - Frente. - Sistema frontal. - Superfície frontal polar - Perturbação frontal. - Frontogénese. - Frontólise. - Convergência intertropical (CIT) - Período seco estival. - Precipitação (convectiva, frontal e orográfica). - Situação meteorológica.* - Nortada. - Vento de levante.
Estados de tempo característicos de Portugal. Tipos de precipitação mais frequentes. Irregularidade intra-anual e interanula da precipitação. Clima de Portugal continental e arquipélagos. - As Disponibilidades Hídricas. Principais elementos associados aos cursos de água. As águas superficiais: as caraterísticas da rede hidrográfica nacional. Fatores condicionantes do regime dos rios portugueses. As águas subterrâneas.
-Analisa as quatro situações meteorológicas que mais frequentemente afetam o estado de tempo em Portugal.
-Explica os tipos de precipitação mais frequentes em Portugal e a outras latitudes.
- Explica a existência da variabilidade temporal.
-Analisa gráficos termopluviométricos. -Calcula os indicadores climáticos.
-Relaciona a variação da precipitação com a altitude, a disposição do relevo, proximidade marítima, (e outros fatores)
- Caracteriza os climas de Portugal Continental e Insular.
- Identifica os vários elementos geomorfológicos constituintes dos rios.
- Relaciona as disponibilidades hídricas com a quantidade e o tipo de precipitação.
- Caracteriza a rede hidrográfica.
- Carateriza as bacias hidrográficas nacionais.
- Relaciona o regime dos rios com a irregularidade da precipitação.
-Conhece os fatores que interferem na variação do caudal dos rios.
-Equaciona a necessidade de armazenamento das águas superficiais;
-Conhece os fatores que condicionam a produtividade aquífera. - Precipitação orográfica.* - Precipitação convetiva.* - Precipitação frontal.* - Barreira de Condensação. - Disponibilidade hídrica. -Efluente. - Escorrência. - Eutrofização. - Infiltração. - Permeabilidade. - POBH. - POA. - Produtividade aquífera. - Rede hidrográfica.* - Regime do rio.* - Salinização.* - Toalha freática.*
-A gestão dos recursos hídricos. Planeamento e gestão dos recursos hídricos. OS RECURSOS MARÍTIMOS - As potencialidades do litoral. As principais caraterísticas da costa portuguesa. A Plataforma Continental. - A atividade piscatória; As principais áreas de pesca. As infraestruturas portuárias e a frota.
-Reconhece que as atividades humanas interferem na quantidade e qualidade das águas.
- Equaciona os riscos na gestão dos recursos hídricos.
- Infere a necessidade de estabelecer acordos internacionais na gestão dos recursos hídricos.
- Debate medidas conducentes ao controlo e quantidade e qualidade da água.
- Debate a importância do ordenamento das albufeiras e das bacias hidrográficas.
- Compreende a ação erosiva do mar sobre a linha de costa;
- Compreende a evolução dos acidentes de relevo de Portugal continental.
- Relaciona a localização dos portos com a direção dos ventos, das correntes marítimas e a configuração da linha de costa.
- Relaciona as disponibilidades de recursos piscatórios da ZEE com a extensão da plataforma continental e com as correntes marítimas.
- Carateriza a ZEE portuguesa.
- Problematiza a aplicação da Política Comum das Pescas na atividade piscatória portuguesa.
- Compreende a necessidade da gestão racional dos stocks.
- Compreende que a existência da atividades piscatória induz o desenvolvimento de outras atividades.
-Abrasão marinha.* - Erosão marinha.* - Arriba.* - Praia.* - Águas territoriais. -Corrente Marítima.* - Acidente litoral.* - Estuário.* -Plataforma continental.* - “Ria”.* - Restinga.* - Talude continental.* - Planície abissal.* - Upwelling.* - ZEE.* - Maré negra.* - Quotas de pesca.* - Frota.* -POOC.
(
continuação da avaliação cognitiva, procedimental e avaliação atitudinal das unidades didáticas anteriores) A qualificação da mão-de-obra. - A gestão do espaço marítimo. - A rentabilização do litoral e dos recursos marítimos.
- Compreende a importância de acordos bilaterais na diversificação das áreas de pesca.
- Relaciona a mão-de-obra com a evolução da atividade piscatória.
- Relaciona a extensão da ZEE com os problemas que se colocam à sua gestão e controlo.
- Equaciona medidas passíveis de potencializar o uso do espaço marítimo e das áreas do litoral.
- Debate a importância do ordenamento das orlas costeiras. - Stock. - Plâncton.* - Recurso piscícola.* -TAB. - TAC. - Aquacultura.* * termos relativos a unidades didáticas lecionadas no 3º ciclo.
Competências gerais comuns a todas as unidades didáticas:
- Relacionar conceitos geográficos, aplicando os mesmos na compreensão dos vários fenómenos geográficos.
- Formular e responder a questões utilizando diversos documentos geográficos.
- Utilizar o vocabulário geográfico em descrições orais e escritas de lugares, regiões e distribuições de fenómenos geográficos.
- Comunicar de forma diversificada adequando linguagens e técnicas aos contextos e às necessidades geográficas.
- Responsabilizar-se por realizar integralmente as várias tarefas propostas.
- Organizar os documentos geográficos elaborados para a elaboração do dossiê individual.
- Promover o respeito pelo seu trabalho, assim como aceitar as experiências e ideias sobre as interpretações geográficas dos outros.
- Participar em atividades interpessoais e de grupo, respeitando normas, regras e critérios de atuação, de convivência e de trabalho em vários contextos.
- Cooperar em trabalhos de grupo, no sentido de interiorizar e aplicar regras básicas de convivência de modo a compreender a particularidade do conhecimento geográfico.