• Nenhum resultado encontrado

GESTÃO DE CUSTOS EM PROJETOS UMA APLICAÇÃO PRATICA DO USO DO EVMS

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "GESTÃO DE CUSTOS EM PROJETOS UMA APLICAÇÃO PRATICA DO USO DO EVMS"

Copied!
11
0
0

Texto

(1)

IDAAM EDUCAÇÃO SUPERIOR

PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

POSITION PAPER

GESTÃO DE CUSTOS EM PROJETOS UMA APLICAÇÃO

PRATICA DO USO DO EVMS

Trabalho de conclusão de curso para obtenção do título pós-graduação em Engenharia de Produção, apresentado pela aluna Fabiana Marques da Silva, Turma NC74A / PL72A.

Orientador: Prof. José Carlos Reston Filho

Manaus /AM Agosto/2017

(2)

SUMÁRIO Listas de Tabelas 1 Introdução...1 2 Desenvolvimento ...2 3 Conclusão ...7 4 Referências bibliográficas...9 1 . INTRODUÇÃO

O gerenciamento de projetos se tornou fundamental para que se obtenha sucesso na execução e conclusão destes. Sendo um dos pilares deste gerenciamento, o custo é fundamental para um projeto. Portanto, este estudo visa contribuir com alguns pontos importantes ligados à gestão de custos com base em um comparativo entre duas metodologias distintas de gerenciamento de projetos.

O sucesso somente é garantindo quando se atingem os objetivos previstos de prazo, custo, escopo e qualidade. Segundo Valeriano (2001), o fato crítico para o sucesso de projetos é alcançado através da “aplicação de conhecimentos, habilidades e recursos, nas atividades de um projeto, com o objetivo de atingir e até exceder às necessidades e às expectativas das partes interessadas”.

Miccoli (2004), cita que “O gerenciamento de projetos se torna cada vez mais

um fato internacional. Na comunidade de gerenciamento de projetos globais, existem iniciativas organizacionais com o objetivo de embutir práticas de gerenciamento de projeto nas economias nacional e regional”.

Neste Position-Paper será feito uma análise de conceitos associados voltados a uma das áreas de Gerenciamento de Projetos, Gerenciamento de Custos, e da metodologia do EVMS voltada ao (AFP) - Avanço Físico do Projeto.

(3)

O interessante é que atualmente, há uma necessidade imediata de resposta aos riscos e oportunidades de um projeto. Esta agilidade só é possível com a aplicação de ferramentas e técnicas de gestão. Esta frequente necessidade é global, o que acaba por difundir ainda mais este tema, o de gerenciamento de projetos.

(4)

2 . DESENVOLVIMENTO

Ao introduzir uma metodologia, é esperado um ganho de rendimento nas atividades envolvidas e um suporte a sua estratégia. Melhoria na comunicação com o uso de terminologias padrão, melhoria na qualidade de gerenciamento dos projetos, identificação de forças e fraquezas são alguns exemplos de mudanças geradas a partir desta implantação.

Segundo Crawford (2007), a importância de uma metodologia se baseia no fato de que há uma direta relação entre sua aplicação e utilização e o desempenho geral de uma organização.

Para estas, a escolha de uma metodologia a seguir se torna um dilema, visto que será gasto muita energia e investimento para apoiar esta decisão.

A metodologia definida neste trabalho, de Percentual Completo, foi aplicada em um projeto de engenharia de Sinalização e Controle na área de Transportes Metro-Ferroviária. Com a aplicação desse método nas atividades componentes de cada pacote de trabalho, tem-se: uma melhor precisão no cálculo do andamento do AFP, um melhor monitoramento e controle dos índices de desempenho do projeto, associados aos prazos, custos e qualidade, e a possibilidade de analisar, através dos indicadores e dos gráficos gerados, os resultados obtidos.

O objetivo deste trabalho é o de consolidar de uma forma prática os processos de Gerenciamento de Custo e de Tempo do projeto e principalmente, da implementação dessa nova metodologia de cálculo do Avanço Físico do Projeto, num projeto industrial, similar ao de um projeto em desenvolvimento. Segundo o (PMBOK, 2004), a área de conhecimento em Gerenciamento de Integração do Projeto inclui os processos e as atividades necessárias para identificar, definir, combinar, unificar e coordenar os diversos processos e atividades de gerenciamento de projetos dentro dos grupos de processos de gerenciamento de projetos e também define o “Project Charter” (Termo de abertura do projeto) como sendo o documento inicial do projeto assinado pela alta direção da empresa, que formalmente reconhece a existência e o início do projeto. O Termo de Abertura do Projeto deve ser emitido por um dirigente externo ao projeto e de nível apropriado às necessidades do projeto. Ele supre o gerenciador do projeto da autoridade para aplicar recursos organizacionais às atividades do projeto. Quando um produto ou serviço é executado mediante contrato celebrado, a descrição inicial do produto é geralmente fornecida pelo comprador.

(5)

Se o trabalho a ser executado é em si um projeto, a descrição do produto do comprador é uma declaração de trabalho (Statement of Work – SOW), a qual deverá conter: A necessidade do negócio para o qual o projeto foi empreendido; A descrição do produto ou do projeto a ser desenvolvido; A Indicação do Gerente do Projeto, dando poderes para iniciar o Planejamento do Projeto. É apresentado a seguir o Termo de Abertura do Projeto ou Project Charter do projeto, adotado como objeto de estudo neste trabalho.

Termo de Abertura ou “Project Charter” do Projeto da Linha Alfa

Nome do Projeto: Projeto da Linha Alfa

Informamos, que no dia 15 de Março de 2005, firmamos contrato com a empresa Alfa Ferrovias de São Paulo, para o fornecimento de um Sistema de Supervisão e Controle de Tráfego e Energia para a Linha Alfa, necessária para atender a demanda hoje existente de transporte de passageiros no eixo entre São Paulo e Campinas, em razão do crescente aumento da demanda de passageiros,

decorrente da transferência de famílias para as cidades ao longo desse trecho compreendido entre a cidade de São Paulo e a cidade de Campinas

Projeto: Elaboração de Projeto, fabricação de equipamentos, instalação, testes e

comissionamento do sistema, envolvendo basicamente os seguintes equipamentos e serviços:

· Planejamento e Gerenciamento do Projeto;

· Execução do Projeto Básico e Detalhado dos Sistemas de Sinalização e do Sistema de Controle Centralizado de Controle de Tráfego e de Energia; · Fabricação e Aquisição de equipamentos de sinalização, contemplando: Equipamentos de Controle da Movimentação de Trens;

Equipamentos de Sinalização de via;

Equipamentos para os Postos Locais e Centro de Controle;

· Projeto de Instalação e Supervisão de montagem e comissionamento; · Testes de Integração e Aceitação em Fábrica e Campo;

· Treinamento dos Sistemas de Sinalização e de Controle de Tráfego e Energia; · Comissionamento do Sistema de Sinalização e de Controle de Tráfego e Energia;

· Documentação “As-built” do projeto;

· Garantia de 24 meses de todo o fornecimento.

Responsabilidades: O projeto estará sob responsabilidade da Diretoria de Projetos; sendo designado como Gerente do Projeto, o Sr. Sergio Morelli.

Valor do fornecimento: R$ 8.934.660,25

Prazo de Fornecimento: 24 meses a partir de 15 de Março de 2005.

(6)

Diretor Superintendente de Transporte Brasil São Paulo, 03 de Março de 2005.

Tabela 01 - Termo de Abertura do Projeto ou Project Charter do Projeto

É na demonstração dos cálculos do EVMS através de Tabelas e de Gráficos do Projeto. As mesmas tabelas e gráficos podem ser geradas para cada um dos pacotes de trabalho, permitindo assim, uma análise mais detalhada do desempenho pelos responsáveis técnicos dos pacotes de trabalho, são apresentadas às tabelas e os gráficos contendo os recursos de mão de obra de engenharia, de aquisição de materiais e equipamentos e da contratação de serviços de terceiros, distribuídos durante os meses de execução do projeto, necessários para a elaboração do planejamento inicial do projeto. No Planejamento dos recursos iniciais de mão de obra do projeto (PV) na figura a seguir, são apresentados mensalmente os custos dos recursos previstos em cada uma das atividades a serem gastos no projeto até a sua conclusão. Estes recursos são gerados através do uso do aplicativo MSProject, nos quais estão definidas todas as atividades, as durações (em dias) e os custos de cada um dos recursos da mão de obra, da aquisição de materiais e equipamentos e dos serviços de terceiros.

jan/06 fev/06 mar/06 abr/06 mai/06 jun/06 jul/06 ago/06 set/06 out/06 nov/06

ROJ0120-2.1 Gerenciamento do Projeto 388.000 8.435 16.870 16.870 16.870 16.870 16.870 16.870 16.870 16.870 16.870 16.870 PROJ0120-2.1.1 Gerenciamento do Projeto 194.000 4.217 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 PROJ0120-2.1.2 Planejamento & Controle 194.000 4.217 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 PROJ0120-2.1.3 Gerenciamento da Qualidade 194.000 4.217 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 PROJ0120-2.1.4 Gerenciamento da Configuração 194.000 4.217 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 PROJ0120-2.1.5 Controle dos Custos 194.000 4.217 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 8.435 PROJ0120-2.2 Elaboração das ETEs do Projeto Básico

PROJ0120-2.2.1 Dos Postos Locais (PLO), + Análise 41.600 18.720 20.800 2.080 PROJ0120-2.2.2 Do Centro de Controle Operacional (CCO), 51.200 11.520 12.800 14.720 12.160 PROJ0120-2.2.3 De Sinalização, + Anal.Aprov.Cliente 51.200 11.520 12.800 14.720 12.160 PROJ0120-2.3

Elaboração das ETEs Funcionais dos Equipamentos

ROJ0120-2.3.1 Dos PCLs (Servidores,Redes,IHM) 8.400 560 7.840 ROJ0120-2.3.2 Do CCO 8.400 560 7.840 ROJ0120-2.3.3

Sinalização(CLPs,Maq.Chave,Sinaleiros,C

a bos,PDF,No-Break) 48.000 1.200 27.600 19.200 PROJ0120-2.4 Elaboração Esp. Requisitos Software - ERSs

PROJ0120-2.4.1 Software CLPs 32.000 3.840 13.440 14.720 PROJ0120-2.4.2 IHM e Funcionalidades PLO´s 48.000 20.160 19.200 8.640 16.800 PROJ0120-2.4.3 IHM e Funcion. Tráfego CCO 168.000 1.520 34.960 33.440 31.920 34.960 15.200 PROJ0120-2.4.4 IHM e Funcional Energia CCO 152.000

Identificação da Atividade

Descrição das Atividades

Total Orçado

R$ BCWS

(7)

Nesta planilha do Cálculo do Avanço Físico do Projeto (EV) os valores são atualizados automaticamente quando é realizado o andamento físico de cada uma das atividades. Na atividade PROJ0120-2.1.1 - Coordenação do projeto, no mês de Jan/06 tem-se um avanço físico de 2,78% (3%), que multiplicado pelo custo total desta atividade de R$. 388.000,00 (na coluna Total Orçado R$.) da tabela equivale a um custo de R$. 10.777,78.

ATIVIDADE dez/05 % jan/06 % fev/06 % mar/06 % abr/06 % mai/06

PROJ0120-2.1 Gerenciamento do Projeto

PROJ0120-2.1.1 Coordenação do Projeto 3% 10.778 4% 17.244 4% 15.089 4% 15.089 0% 0

PROJ0120-2.1.2 Planejamento & Controle 2% 3.233 4% 8.622 4% 8.622 4% 8.622 0% 0

PROJ0120-2.1.3 Gerenciamento da Qualidade 2% 4.311 4% 8.622 4% 8.622 4% 8.622 0% 0

PROJ0120-2.1.4 Gerenciamento da Qualidade 2% 4.311 4% 8.622 4% 8.622 4% 8.622 0% 0

PROJ0120-2.1.5 Gerenciamento da Configuração 2% 4.311 4% 8.622 4% 8.622 4% 8.622 0% 0

PROJ0120-2.2 Elaboração das ETEs do Projeto Básico

PROJ0120-2.2.1 Dos Postos Locais (PLO), + Análise Aprov.Cliente 25% 10.400 50% 20.800 25% 10.400 0% 0 0% 0 PROJ0120-2.2.2 Do Centro de Controle Operacional (CCO), + Anal.Aprov.Cliente 25% 12.800 25% 12.800 25% 12.800 25% 12.800 0% 0 PROJ0120-2.2.3 De Sinalização, + Anal.Aprov.Cliente 25% 12.800 25% 12.800 25% 12.800 25% 12.800 0% 0

PROJ0120-2.3 Elaboração das ETEs Funcionais dos Equipamentos 0 0% 0 0% 0 0 0% 0

PROJ0120-2.3.1 Dos PCLs (Servidores,Redes,IHM) 0% 0 0% 0 0% 0 60% 5.040 0% 0

PROJ0120-2.3.2 Do CCO (Servidores,Redes,IHM,Consoles,Painéis) 0% 0 0% 0 0% 0 60% 5.040 0% 0

PROJ0120-2.3.3 Sinalização(CLPs,Maq.Chave,Sinaleiros,Cabos,PDF,No-Break) 0% 0 0% 0 0% 0 50% 24.000 0% 0

PROJ0120-2.4 Elaboração Esp. Requisitos Software - ERSs

PROJ0120-2.4.1 Software CLPs 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0 0% 0

PROJ0120-2.4.2 IHM e Funcionalidades PLO´s 0% 0 0% 0 0% 0 60% 28.800 0% 0

PROJ0120-2.4.3 IHM e Funcion. Tráfego CCO 0% 0 0% 0 20 9.600 60% 25.200 0% 0

PROJ0120-2.4.4 IHM e Funcional Energia CCO 0% 0 0% 0 0% 0 15% 22.800 0% 0

Total mês 0 77.824 98.133 95.178 189.738

Total acumulado 0 77.824 175.958 271.136 460.873 460.873

ATIVIDADE dez/05 jan/06 % fev/06 % mar/06 % abr/06 % mai/06

GASTOS

Aquisição Material e Fabricação CLPs 0 0 0 0 0 0 0 10% 6.500

Aquisição Material e Fabricação do SMCT 0 0 0 0 0 0 0 0

Aquisição Material Gabinetes Servidores 0 0 0 30% 16.800

Aquisição/Insp/Testes Serv/Works/Est.Trab/etc 0 0 0 20% 50.000

Aquisição Redes/Periféricos 0 0 0 25% 195.00 20% 15.000

Aquisição/Entrega Consoles e Painéis 0 0 0 0

Aquisição/Entrega No-Break CCO e PLOs 0 0 0 12% 0 0

Aquisição/Entrega Maq. Chave/Sinaleiros e CDVs 0 0 0 104.60 0

Aquisição/Entrega Cabos Eletricos/Controle 0 0 0 0 0

Aquisição/Entrega Painel Distrib. Energia (PDF) 0 0 0 15% 0 0

Elaboração Projeto Construção do CCO 0 0 0 2% 9.750 0

Contratação Seguros e Despesas Administração 4% 10.600 4% 10.600 4% 10.600 4% 10.600 0

Sub-Total 0 10.600 4% 10.600 4% 10.600 58% 331.510 80% 88.300

Total 0 10.600 21.200 31.800 363.310 451.610

(8)

No Resumo Geral do Projeto, são apresentados todos os indicadores calculados para o projeto da Linha Alfa, com a data de corte em abril de 2006, para a realização das análises dos indicadores e índices de desempenho do projeto

PV = Planned Value = 386.210,00 Trabalho Orçado

EV = Earned Value = 460.873,34 Trabalho realizado é MAIOR que o Orçado AC = Actual Cost = 386.700,00 Trabalho Incorrido é MAiOR que o Orçado CV = Cost Variance = EV - AC = 74.173,34 Trabalho Realizado é MAIOR que o Incorrido SV = Schedule Variance = EV - PV = 74.663,34 O Cronograma está ADIANTADO SV = Schedule Variance = EV - PV = 16,09

CV% = Cost Variance = CV / EV = 19,33 SV% = Schedule Variance = SV / PV = 1,19 CPI = Cost Performance Index = EV / AC = 1,19 SPI = Schedule Performance Index = EV / PV = 1,19

CR = Critical Ratio = SPI x CPI = 1,42 Perigo para melhor PV = Planned Value = 362.086,96

EV = Earned Value = 363.310,00 Gastos realizados é MAIOR que o Orçadas AC = Actual Cost = 294.500,00 Gastos Incorridos é MENOR que o orçadas CV = Cost Variance = EV - AC = 68.810,00 Gastos Incorridos está MENOR que as realizados SV = Schedule Variance = EV - PV = 1.223,04 O Cronograma está ADIANTADO CV% = Cost Variance = CV / EV = 18,94

SV% = Schedule Variance = SV / PV = 0,34 CPI = Cost Performance Index = EV / AC = 1,23 SPI = Schedule Performance Index = EV / PV = 1

CR = Critical Ratio = SPI x CPI = 1,24 Alerta para melhor PV = Planned Value = 748.296,96

EV = Earned Value = 824.183,34 Trabalho + Despesas realizadas é MAIOR que o Orçado AC = Actual Cost = 681.200,00 Trabalho + Despesas Incorridas é MENOR que o orçado CV = Cost Variance = EV - AC = 142.983,34 Trabalho + Despesas realizadas é MAIOR que o Incorrido SPI = Schedule Performance Index = EV / PV = 75.886,38 O Cronograma está ADIANTADO

CV% = Cost Variance = CV / EV = 17,35 SV% = Schedule Variance = SV / PV = 10,14 CPI = Cost Performance Index = EV / AC = 1,21 SPI = Schedule Performance Index = EV / PV = 1,1

CR = Critical Ratio = SPI x CPI = 1,33 Perigo para melhor

GASTOS TOTAIS ( RH + GASTOS AQUISIÇÕES GASTOS COM AQUISIÇÃO MATERIAIS, EQUIPAMENTOS, SEGUROS

GASTOS COM RECURSOS HUMANOS

EARNED VALUE MEASUREMENT SYSTEM - EVMS - LINHA ALFA

(9)

3 CONCLUSÃO

Para este Position Paper, não se tornar extenso e repetitivo, optei por apresentar algumas tabelas, é extremamente importante que as tabelas, as figuras e o resumo sejam implementadas para cada um dos Pacotes de Trabalho, torna-se mais fácil à interpretação do desempenho do projeto, e a definição do plano de ação a ser elaborado, dependendo dos resultados apresentados.

Após realizar algumas demonstrações com a implementação dessa nova metodologia em um projeto, pode-se então concluir que, esta metodologia é mais eficiente do que a atualmente utilizada, porém não se pode garantir que ela é 100% eficiente, pois ainda depende de certo grau, porém agora menor do que anteriormente, da subjetividade dos envolvidos no processo, o gerente de projetos tem uma visão mais precisa do andamento de todo o projeto.

As organizações tem a necessidade de se manterem competitivas no mercado atual, e a implantação correta de uma metodologia de gerenciamento de projetos de acordo com o perfil e natureza da empresa, tem uma ligação direta com a eficácia de sua atuação no mercado.

Este assunto tem tido cada vez mais expressão visto a necessidade constante de se obter sucesso nos projetos iniciados. Nesta questão, o custo, junto ao escopo e prazo, forma o tripé de elementos essenciais na busca deste sucesso.

Para tanto, o profissional responsável pelos custos em projetos tem a necessidade de buscar diversas fontes de informações e conhecimentos complementares a fim de adequar atender os requisitos do projeto.

O material de pesquisa para gerenciamento de projeto é encontrado de maneira satisfatória, no entanto em sua maioria, O EVMS destaca-se pelo seu detalhamento de conceitos, ferramentas e técnicas das características de gerenciamento de custos. Inclusive, os processos de Estimar Custos, Determinar o Orçamento e Controlar os Custos possuem um nível de detalhe.

Observamos que o EVMS é estruturado como um fluxograma de processos, determinando inclusive a ordem em que devem ser executados. Por apresentar os dados necessários nos processos, acaba por ser tornar uma referência mais homogênea para o nosso tema.

(10)

Nesta pesquisa observamos que existem outras metodologias de gerenciamento de projetos difundidas no mundo, como por exemplo: AIPM – Australian Institute of Project Management, PRINCE2 – Projects In Controlled Environments e o Project Cycle Management Guidelines.

Como sugestão para trabalhos futuros, indicamos um comparativo entre estas metodologias baseado em uma outra área específica de gerenciamento, ou ainda, como cada um destes aborda, de forma geral, o gerenciamento de projeto.

Espera-se que este Position Paper tenha contribuído com a geração de novos conhecimentos, não apenas quanto ao resultado apresentado, mas aprofundando alguns conceitos de desenvolvimento da pesquisa no tema Gestão de Custos em projetos uma Aplicação na pratica do uso do Evms.

(11)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS:

MOTTA, REGIS DA ROCHA & CALÔBA, GUILHERME MARQUES. Análise de

Investimentos, Tomada de decisão em Projetos Industriais. 1. ed. São Paulo:

Editora Atlas, 2002.

CHRISTENSEN, D. S. Using the Earned Value Cost Management Report to

Evaluate the Contractor’s Estimate at Completion. Journal of Cost Analysis and

Management. P.283-295,1999.

PMI Project Management Institute, Inc. Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de

Projetos Guia PMBOK®. 4. ed. Global Standard, Pensilvânia, 2008.

MULCAHY, Rita. Gerenciamento de Projeto Exame Preparatório PMP, RMC Rubns Inc, 2009.

HELDMAN, Kim. Gerenciamento de Projeto Guia para o exame oficial do PMI, 3. ed. Tradução Luciana do Amaral Teixeira. Rio de Janeiro: Campus, 2005.

DISNMORE, P. C.; Cavaliere, A. Gerenciamento de Projetos: como se tornar um profissional. 2 ed. São Cristovão-RJ: Qualitymark, 2005

DINSMORE, PAUL CAMPBELL, Como se tornar um Profissional em

Gerenciamento de Projetos. Qualitymark Editora Ltda, Rio de Janeiro, 2004.

Gerenciamento de Custos em Projetos. Disponível em:

<http://www.slideshare.net/renneralves/gerenciamento-de-custos-em-projetos>. Acesso em 03 Ago. 2011.

O Blog da Gerência de Projetos: Gerenciando Custos no Projeto. Disponível em: <http://gerenciapratica.blogspot.com/2008/04/gerenciando-custos-no-projeto.html>. Acesso em 03 Ago. 2011.

Gerência de Projetos. Disponível em:

<http://projetospmi.blogspot.com/2010/12/gerenciamento-de-custos-aonde-projetos.html>. Acesso em 03 Ago. 2011.

Referências

Documentos relacionados

Identificar a produção do conhecimento em enfermagem no período pós-parto imediato período Greenberg, nos últimos 5 anos, de 2005 a 2009;Demonstrar os resultados da

Dessa maneira, os resultados desta tese são uma síntese que propõe o uso de índices não convencionais de conforto térmico, utilizando o Índice de Temperatura de Globo Negro e

Por fim, na terceira parte, o artigo se propõe a apresentar uma perspectiva para o ensino de agroecologia, com aporte no marco teórico e epistemológico da abordagem

No final, os EUA viram a maioria das questões que tinham de ser resolvidas no sentido da criação de um tribunal que lhe fosse aceitável serem estabelecidas em sentido oposto, pelo

O relatório encontra-se dividido em 4 secções: a introdução, onde são explicitados os objetivos gerais; o corpo de trabalho, que consiste numa descrição sumária das

regras básicas de segurança” (ALEVATE, 2014, p. Os riscos aumentaram ainda mais com a expansão e dispersão geográfica observada no Enem, pois à medida que o exame

Para solucionar ou pelo menos minimizar a falta ou infrequência dos alunos dos anos finais inscritos no PME, essa proposta de intervenção pedagógica para o desenvolvimento

Nessa perspectiva, na intenção de fortalecer as ações de gestão da escola por meio de uma possível reestruturação mais consistente e real do PPP; na busca