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Academic year: 2021

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REVISTA LIBERUM ACCESSUM

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1Graduanda do curso de Enfermagem. Unidesc, Luziânia, Brasil. E-mail: [email protected] 2Graduanda do curso de Enfermagem. Unidesc, Luziânia, Brasil. E-mail: [email protected] 3Graduando do curso de Enfermagem. Unidesc, Luziânia, Brasil. E-mail: [email protected]

4Biomédica. Doutora em Engenharia de Sistemas Eletrônicos e Automação. Docente do curso de Enfermagem do Unidesc, Luziânia, Brasil. E-mail: [email protected]

Santos, JAS. Pereira, JS. Rabelo, LM. Rodrigues, GMM. Obesidade infantil: um grave problema que necessita de prevenção. Revista Liberum Accessum 2021 Abr.; 9(2):9-20.

OBESIDADE INFANTIL: UM GRAVE PROBLEMA QUE NECESSITA DE

PREVENÇÃO

1Jéssica Araújo Santana dos Santos 2Jhullya Souza Pereira 3Leonardo Moreira Rabelo 4Gabriela Meira de Moura Rodrigues

Resumo:

Introdução: a obesidade infantil é um sério problema de saúde global, com milhões de acometidos

e a previsão para os próximos anos é que a quantidade aumente, dessa forma, é fundamental pôr em prática ações que visem a prevenção dessa grave patologia. Objetivo: descrever as medidas profiláticas da obesidade infantil. Metodologia: artigo realizado por meio de Revisão Integrativa (RI). As buscas foram realizadas nos bancos de dados: Biblioteca Central da UnB (BCE), Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIREME) e o Google Acadêmico. O intervalo das datas de publicação dos estudos foi de 2010 a 2020. Foram utilizados na realização das buscas os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS/MeSH) da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Criança; Enfermagem; Obesidade e a palavra “Prevenção”. Resultados: ao término das buscas obteve-se 7 resultados de um total de 15.596. A maior parte são pesquisas brasileiras realizadas no ambiente estudantil e apenas 1 discutiu o tema “Educação Alimentar” com os responsáveis pela criança. Conclusão: interpretando os achados, são necessários mais estudos que foquem na prevenção da obesidade infantil com a participação da família e comunidade, devido a influencia que essas esferas, principalmente a familiar, possuem nos hábitos alimentares dos menores. Portanto, na prevenção da doença, todos ao redor da criança precisam ser orientados.

Palavras-chave: Prevenção; Criança; Enfermagem; Obesidade.

Abstract:

Introduction: Childhood obesity is a serious global health problem, with millions of people affected

and the forecast for the coming years is that the amount will increase, so it is essential to put into practice actions aimed at preventing this serious pathology. Objective: to describe the prophylactic measures of childhood obesity. Objective: describe the prophylactic measures of childhood obesity.

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Methodology: article carried out through Integrative Review (IR). The searches were carried out in

the databases: Central Library of UnB (BCE), Latin American and Caribbean Center for Health Sciences Information (BIREME) and Google Scholar. The range of publication dates of the studies was from 2010 to 2020. The Health Sciences Descriptors (DeCS / MeSH) of the Virtual Health Library (VHL) were used in the searches: Child; Nursing; Obesity and the word "Prevention".

Results: at the end of the searches, there were 7 results out of a total of 15.596. Most of them are

Brazilian surveys carried out in the student environment and only 1 discussed the topic "Food Education" with those responsible for the child. Conclusion: interpreting the findings, more studies are needed that focus on preventing childhood obesity with the participation of the family and community, due to the influence that these spheres, especially the family, have on the eating habits of minors. Therefore, in preventing the disease, everyone around the child needs to be guided.

Keywords: Prevention; Child; Nursing; Obesity.

Introdução

A obesidade na 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID), foi classificada como uma patologia endócrina, nutricional e metabólica, sendo definida como o excesso de massa gorda. Para a realização do seu diagnóstico é indicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) o uso do Índice de Massa Corporal (IMC), com a utilização da fórmula IMC= peso (kg)/altura² (cm), resultando nas seguintes classificações: IMC 18-25 (normal); IMC 25-30 (sobrepeso); IMC 30-35 (obesidade grau I); IMC 35-40 (obesidade grau II); IMC >40 (obesidade grau III) [1-2].

O excesso de massa gordurosa é um problema de saúde complexo e de difícil enfrentamento, pois apresenta etiologia com múltiplos fatores. As condições genéticas podem causar desequilíbrios energéticos, os fatores ambientais estão relacionados a uma elevada ingestão de alimentos processados, de baixo custo e de grande concentração energética. Somam-se a esses fatores os costumes sociais e culturais que influenciam na ingesta de alimentos prejudiciais, bem como na falta de atividade física, resultando no excesso de peso [3].

A quantidade de crianças e adolescentes obesos ou com peso elevado aumentou para 42 milhões no ano de 2013. Se a situação atual permanecer igual nos próximos anos, o número de crianças no mundo com excesso de massa gorda aumentará para 70 milhões até 2025 [4].

Portanto, o presente artigo visa descrever profilaxias da obesidade infantil. Dessa forma, sintetizando a literatura sobre o assunto, tornando possível que as informações sejam mais facilmente localizadas, e como consequência da utilização das medidas de prevenção que serão apresentadas, mudando esse futuro preocupante.

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Materiais e métodos

O presente artigo foi realizado utilizando-se a metodologia de Revisão Integrativa. A RI inclui a avaliação de estudos que auxiliam a tomada de providências e a melhoria da prática clínica, sintetizando as informações sobre determinada temática e informando sobre quais assuntos são pouco abordados pelos pesquisadores. Essa metodologia possui grande valor para a área da enfermagem, tendo em vista, que os profissionais não possuem muitas horas disponíveis para a realização da leitura de todos os trabalhos disponíveis na literatura científica [5].

A revisão do presente artigo foi realizada de acordo com os componentes estabelecidos por Mendes, Silveira e Galvão [5], que são: 1º Passo - estabelecimento da hipótese ou questão de pesquisa; 2º Passo - Amostragem ou busca na literatura; 3º Passo - Categorização dos estudos; 4º Passo - Avaliação dos estudos incluídos na revisão; 5º Passo - Interpretação dos resultados; 6º Passo - Síntese do conhecimento ou apresentação da revisão.

Para o desenvolvimento da pergunta de pesquisa do presente estudo, utilizou-se a estratégia PICO (P–population, I-intervention, C–comparison e O–outcome) que com a tradução fica respectivamente: P-população, I-intervenção, C-comparação e O-resultados esperados [6].

Dessa forma, o PICO é o seguinte: P: crianças, I: intervenções, C: não se aplica, O: identificar as profilaxias da obesidade infantil. Resultando na seguinte pergunta norteadora: ‘’ Quais as intervenções podem ser utilizadas na prevenção da obesidade infantil?’’

Para a realização das buscas nos bancos de dados foram utilizados os DeCS/MeSH da BVS: Criança; Enfermagem; Obesidade e a palavra “Prevenção”. Os bancos de dados utilizados foram a BCE, BIREME e o Google Acadêmico.

Os critérios utilizados para a inclusão são: estudos originais, publicados entre o ano de 2010 e 2020, disponibilizados integralmente e gratuitamente. Já os critérios de exclusão são: estudos de revisão e que não estejam com o seu texto disponibilizado na íntegra.

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A amostra total foi de 15.596 estudos, destes, 7 se adequaram aos critérios e foram escolhidos para compor o quadro relacionado ao objetivo do trabalho (quadro 1). As quantidades de pesquisas encontradas em cada banco de dados estão descritas logo abaixo (figura 1).

Figura 1 - Quantidade de resultados encontrados e utilizados.

Quadro 1 – Profilaxias da obesidade infantil

Autor e Ano Medida de Prevenção Resultado Obtidos pelo Estudo

Neto et al., 2014 [7].

1ª etapa: interação com os alunos através da música “conhecendo os alimentos”, que abordou a relevância da alimentação saudável para o desenvolvimento;

2ª etapa: teatro com fantoches, relatando uma história de “João Pedro e o Arroz”, na qual era exposta a má alimentação dos personagens;

3ª etapa: utilizado o tabuleiro das frutas para verificar o que foi apreendido. O tabuleiro era formado por um percurso e os estudantes

- Implantação do conhecimento sobre a alimentação saudável;

- Estimulação da curiosidade e vontade das crianças em aprender acerca da temática.

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deveriam dizer os nomes das frutas. Friedrich,

2015 [8].

Programa TriAtiva: educação, alimentação e atividade física. - Programa desenvolvido por 6 meses.

- Eram realizadas atividades intercaladas a cada 15 dias.

- Educação nutricional: abordados assuntos como a história, meios de produção, grupos e os alimentos saudáveis.

- Atividade física: desenvolvida na área externa do centro de ensino, por meio de exercícios recreativos e esportivos.

Diminuição do IMC e da prevalência de excesso de peso e obesidade.

Nascimento et al., 2016 [9].

1º momento: dinâmica sobre supermercado;

2º momento: palestra fundamentada na pirâmide alimentar do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos;

3º momento: encenação teatral com a utilização de fantoches.

- Realização das atividades semanalmente, com duração total de 1 mês.

Por meio de um questionário pós-avaliação foi observado que 76,8% das crianças foram capazes de classificar os alimentos saudáveis e 75,5% os não saudáveis.

Silva, Ferraz e Sampaio, 2017 [10].

Aplicação de 5 atividades de Educação Alimentar e Nutricional (EAN).

- Atividades:

1. Nutri amigos: vídeo a respeito de alimentação saudável que aborda

Os autores do estudo explicam que intervenções de curta duração, como a que foi aplicada por eles, causam mudanças no conhecimento nutricional e causam alterações positivas na alimentação das crianças.

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ainda a necessidade de comer alimentos de todos os grupos alimentares;

2. Higiene da comida: destaca a importância da correta lavagem dos alimentos;

3. Música – lava as mãos: com a utilização de música infantil as crianças foram ensinadas sobre a forma correta de higienizar as mãos; 4. Caixa de frutas: o estudante retira uma fruta de uma caixa, em seguida identifica a fruta, diz se gosta de come-la e um benefício da mesma para a saúde;

5. Pintura de desenhos: a criança após receber uma folha com desenhos de alimentos precisa colorir os que acredita serem saudáveis.

Saraiva, Medeiros e Araujo, 2018 [11].

Álbum seriado nomeado de “De Olho no Peso”. O álbum aborda temas como: costumes alimentares e exercícios físicos; avaliação do IMC por uma personagem enfermeira; fatores de risco que podem causar peso elevado; questões psicológicas, como a pouca autoestima; alimentos saudáveis e a quantidade de refeições diárias; comidas com muitas calorias e pouco nutritivas e vantagens da ingesta hídrica e da prática de

O álbum foi validado por diversos especialistas do campo de tecnologias de educação em excesso de peso infantil.

É dito pelos autores do artigo que o instrumento desenvolvido por eles pode ser utilizado para que as crianças adquiram conhecimentos sobre o controle do peso.

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exercícios físicos. Lopes et al.,

2019 [12].

Ações educativas executadas por meio de oficinas e rodas de conversas.

- Encontros com tempo médio de 1 hora;

- Orientações acerca da importância da seleção de alimentos disponibilizados na área;

- Conversa sobre a conservação e preparação da comida;

- Utilizado um caça-palavras de frutas e em seguida foi feito um debate sobre os benefícios das mesmas.

O aprendizado das crianças, relativo a boa alimentação e prevenção de enfermidades nutricionais de saúde, foi evidente e aumentado depois de cada atividade.

Alves, 2019 [13].

8 atividades:

1. roda dos alimentos: ensinar sobre alimentos que são saudáveis e os que não são e incentivar a redução do consumo de produtos ricos em açúcar;

2. cartaz de divulgação dos resultados do projeto;

3. sessão de esclarecimento aos pais: explicar para os educadores e para as famílias sobre costumes alimentares saudáveis;

4. fruta e hortícolas divertidas: elevar a quantidade de crianças que consomem hortícolas e frutas; 5. menu semanal de lanches saudáveis: elevar a quantidade de

Ocorreu um aumento do consumo de hortícolas e frutas nos lanches dos estudantes. Verificou-se também, aumento de ingesta hídrica, porém as metas propostas pela autora para esses itens não foram alcançadas.

A ingesta de comidas açucaradas nos lanches reduziu.

A autora expõe que a intervenção utilizada colaborou com a aprendizagem das crianças e familiares.

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crianças que consomem hortícolas e frutas; aumentar a quantidade de alunos que ingerem água; reduzir o número de crianças que comem alimentos açucarados e ensinar sobre as comidas classificadas como saudáveis e não saudáveis;

6. divulgação de folhetos dos “Menu Semanal de Lanches Saudáveis” aos educadores”;

7. exposição “Menu Semanal de Lanches Saudáveis” e das fotografias da sessão “Fruta e Hortícolas Divertidas”;

8. cartaz de divulgação de reavaliação dos lanches escolares.

Das fontes, 5 são artigos [7,9-12], uma é dissertação de mestrado [13] e uma é tese de doutorado [8]. No quesito nacionalidade, 6 foram publicadas no Brasil [7-12] e 1 em Portugal [13]. Relativo aos bancos de dados, na BIREME foi selecionada 1 publicação [11], na BCE 1 [10] e no Google Acadêmico 5 [7-9,12-13].

Já no que refere-se a metodologia adotada pelos estudos, 1 é uma descrição de experiência [10], outro é uma pesquisa descritiva [11], 2 são de natureza descritiva, do tipo relato de experiência [7,12], 1 utilizou o método quantitativo, descritivo, prospectivo de intervenção e de natureza analítica [9], 1 fez uso do Projeto de intervenção com base no Planejamento em Saúde [13] e apenas 1 utilizou a randomização por conglomerado [8].

Discussão

Das intervenções utilizadas, 6 [7-10,12-13] foram realizadas no ambiente escolar. Tradicionalmente os centros estudantis são espaços utilizados para o desenvolvimento de técnicas de saúde e o mais importante, elaboração de medidas de controle e prevenção de fatores de risco e doenças [14], no entanto, é necessário que as condutas educativas sejam realizadas mais rotineiramente e que façam parte do currículo escolar [10].

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precisa ser citado, o Programa Saúde na Escola (PSE), criando em 2007 por meio do decreto presidencial nº 6.286. O PSE visa combater os fatores de vulnerabilidade das crianças e dos adolescentes e o enfermeiro pode fazer uso desse programa para prevenir e controlar a obesidade nas crianças [9,15].

O enfermeiro, em união com a escola e comunidade, desempenha atividades de prevenção e promoção à saúde com o objetivo de informar as crianças, os pais e os educadores sob a grande prevalência da obesidade infantil e sobre os riscos que essa enfermidade pode causar. Realiza ainda no ambiente escolar, ações educativas, como palestras, para a prevenção do sobrepeso na criança [16-17].

Dos resultados, todos [7-13] abordaram o tema “Educação Alimentar” e apenas 2 [8,11] a orientação e realização de “Atividade Física”. Essa baixa quantidade de estudos precisa ser mudada, uma vez que a prática de exercícios físicos apresenta benefícios na prevenção da obesidade infantil, na regularização da homeostase e sistema cardiovascular e aumenta a ativação metabólica [18-19].

É necessário citar que apenas 1 estudo [13] abordou a “Educação Alimentar” com os pais. Esse fato é preocupante pois estudos expõem que os hábitos da família, como o consumo de alimentos ricos em gordura e sal, pouca ingestão de frutas e hortaliças e a não realização de exercícios, influenciam as crianças nas suas ações e na preferência alimentar [20-21].

A prevenção da obesidade começa no âmbito familiar e o profissional de saúde, no momento que for discutir esse tema, não pode apenas orientar sobre a seleção de alimentos melhores, necessita abordar os costumes alimentares da família [21].

Nesse contexto, a enfermagem deve trabalhar em parceria com toda a família na prevenção da obesidade infantil. O enfermeiro deve orientar sobre os alimentos saudáveis, mas também é necessário informar os pais e até mesmo a comunidade, a respeito das complicações que a obesidade pode causar nos seus filhos, como a hipercolesterolemia, Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e diabetes mellitus tipo 2 (DM2), explicar sobre o grande valor que uma boa qualidade de vida possui, estimular a prática de exercícios físicos e verificar as medidas antropométricas [16,22]. O enfermeiro necessita abordar a realização de hábitos saudáveis com a mãe já na gestação, ao longo das consultas de pré-natal, estimulando a mãe a fazer o aleitamento materno exclusivo até o 6º mês e complementar até os 2 anos, pois é importante que o cuidado com a prevenção da obesidade se mantenha após o parto [16,23-25].

A enfermagem, em sua essência, exerce um cuidado direcionado à profilaxia de doenças, além de promoção, proteção e recuperação da saúde [26]. Assim, torna-se fundamental que o enfermeiro desempenhe o seu papel na prevenção da obesidade infantil, pois como visto esse é um sério

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problema de saúde global.

Uma limitação da presente revisão é a baixa quantidade de estudos internacionais utilizados, apenas 1. Estudos que apresentavam relevância foram encontrados, porém o seu acesso era pago, tornando-se uma dificuldade para a leitura.

Conclusão

Mediante os resultados obtidos foi possível constatar que a maior parte dos estudos foram realizados no contexto escolar, sendo necessário que mais pesquisas abordem também o ambiente familiar, já que a família desempenha papel importante na alimentação da criança. Portanto, estudos futuros precisam focar nessa temática, intervindo não somente com as crianças, mas criando medidas preventivas nos quais os pais e até mesmo a comunidade, tenham participação.

É importante ainda a realização de estudos que investiguem se os profissionais de saúde, em particular o enfermeiro, praticam a prevenção da obesidade infantil desde do pré-natal, pois como visto, essa ação traz resultando, e o quanto antes ações sejam tomadas para prevenir a doença, melhor.

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