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ManualdeProcedimentos Veiculares

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ManualdeProcedimentos

Veiculares

DETRAN/RO 2015

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II- TERMOS JURÍDICOS III- E ABREVIATURAS SIGLAS IV - NORMAS GERAIS

V - REGISTRO E LICENCIAMENTO DE VEÍCULOS 1. VISTORIA

2. PROCEDIMENTO DE CONFIRMAÇAO DE VISTORIA ELETRONICA

3. REGISTRO DE VEÍCULOS NOVOS NACIONAIS (PRIMEIRO EMPLACAMENTO) 4.TRANSFERÊNCIA DE PROPRIEDADE DE VEÍCULO DA BASE DE RONDÔNIA (2 OU 3 LETRAS)

5. TRANSFERÊNCIA DE PROPRIEDADE DE VEÍCULO DE OUTRO ESTADO (2 OU 03 LETRAS) 6.MUDANÇA DE CATEGORIA DE PARTICULAR PARA ALUGUEL

7. MUDANCA DE CATEGORIA DE ALUGUEL PARA PARTICULAR

8. MUDANCA DE CATEGORIA DE PARTIC. P/ APRENDIZAGEM OU DE APREND. P/ PARTICULAR

9. REGISTRO DE REBOQUE - FABRICAÇÃO PRÓPRIA

10. REGISTRO DE VEÍCULO ARREMATADO EM LEILÃO PÚBLICO 11.LICENCIAMENTO ANUAL

12. LICENCIAMENTO PROVISORIO

13. 2ª VIA DO CERTIFICADO DE LICENCIAMENTO ANUAL (CLA) 14. 2ª VIA DO CERTIFICADO DE REGISTRO DE VEÍCULO (CRV)

15.MUDANÇA DE MUNICÍPIO DE VEÍCULO DA BASE DE RONDÔNIA (2 OU 3 LETRAS) 16. REGISTRO DE VEÍC. DE OUTRO ESTADO SEM TRANSFERÊNCIA DE PROPRIEDADE 17. GRAVAME FINANCEIRO

18. REGISTRO DE VEÍCULOS IMPORTADOS NOVOS (IMPORTADORA)

19. REGISTRO DE VEÍCULOS IMPORTADOS NOVOS (Diretamente pelo Consumidor) 20. VEICULO DE COLEÇAO

21. CADASTRAMENTO DO NÚMERO DO MOTOR

22. TROCA DO MOTOR (COM O MESMO COMBUSTÍVEL) 23. GRAVAÇÃO DO NÚMERO DO MOTOR

24. REGRAVAÇÃO DO NIV

25. TROCA DO QUADRO DO CHASSI VI -ALTERAÇÃO DE CARACTERÍSTICA

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2.TROCA DO COMBUSTÍVEL DE ALCOOL PARA GASOLINA (COM OU SEM TROCA DE MOTOR)

3. ADAPTAÇÃO DE EIXO 4. EXCLUSAO DE EIXO 5. TROCA DE CARROCERIA

6. ADAPTAÇÃO DE TANQUE SUPLEMENTAR

7. ADAPTAÇÃO DE COMANDO DUPLO (SISTEMA DE FREIOS) 8. EXCLUSÃO DE COMANDO DUPLO

9. ALONGAMENTO DE CHASSI 10. ALTERAÇÃO DE COR

11. INCLUSÃO DE GNV (GÁS NATURAL VEICULAR) 12. EXCLUSÃO DE GNV (GÁS NATURAL VEICULAR)

13. ADAPTAÇAO PARA PORTADOR DE NECESSIDADE ESPECIAL VII- OUTROS SERVIÇOS

1.DESBLOQUEIO DE MÉDIA MONTA VEÍCULO DA FROTA DE RONDÔNIA

2. TRANSFORMAÇAO DE BLOQUEIO DE GRANDE MONTA EM BLOQUEIO DE MEDIA MONTA

3. BAIXA DE VEÍCULO REGISTRADO NO DETRAN-RO 4.BAIXA PARA OUTRO PAÍS

5.DUPLICIDADE DE CHASSI

6.MENSAGENS DE IMPEDIMENTO DE TRANSFERÊNCIA DE ESTADO

7.ATUALIZACÃO DE ENDERECO NO MESMO MUNICIPIO

8.CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITOS PARA FINS DE SEGURO

9.DECLARAÇÃO DE PROPRIEDADE DE VEÍCULO, CADEIA DOMINIAL E OUTRAS

10.RELACRE DE PLACAS

11. EXPEDIÇÃO DE CÓPIA AUTENTICA DO CRLV (VEÍCULO DA FROTA DE RONDÔNIA) 12.PLACAS ESPECIAIS (EXPERIÊNCIA)

13.AUTORIZAÇÃO DE EMBARQUE (TRANSPORTE DE VEÍCULO POR OUTRO) 14.AUTORIZAÇÃO ESPECIAL DE TRÂNSITO (LICENÇA DE PARABRISA) 15. FORNECIMENTO DE INFORMAÇÕES DO CADASTRO DO VEÍCULO

(PROP./DADOS/ENDEREÇO)

16. INCLUSÃO DE BLOQUEIO JUDICIAL - (impede a transferência)

17. INCLUSÃO DE COMUNICAÇÃO DE VENDA

18. INCLUSÃO DE RESTRIÇÃO ADMINISTRATIVA

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20. EXCLUSAO (CANCELAMENTO) DE COMUNICADO DE VENDA 21. EXCLUSAO DE COMUNICADO DE VENDA ELETRONICO 22. INCLUSAO RESTRIÇAO ADMINISTRATIVA

23. AUTORIZAÇAO PARA VEICULO ESCOLAR DE OUTRO MUNICIPIO VIII - LIBERAÇÃO DE VEÍCULOS APREENDIDOS

IV - ACESSO AO SISTEMA RENAVAM X - PROCEDIMENTOS

1- ENTRADA DE PROCESSOS EMISSAO DE CRV

2-ENTRADA DE PROCESSOS PARA EMISSÃO DE CRLV

XI - MULTAS DE TRÂNSITO 1-TABELA DE INFRAÇÕES

2-TABELA DE PARCELAMENTO DE MULTAS DO ESTADO DE RONDÔNIA

XII - ANEXOS

ANEXO I - TABELA DE CÓDIGO ALFANUMÉRICO

ANEXO II - DECLARAÇÃO DE RESPONSABILIDADE CIVEL E CRIMINAL ANEXO III - COMUNICADO DE VENDA

ANEXO IV - FORMULARIO DE ALTERAÇÃO DE ENDEREÇO ANEXO V - IDENTIFICAÇÃO DO CONDUTOR INFRATOR

ANEXO VI - FORMULARIO DE SOLICITAÇAO DE COPIA AUTENTICA ANEXO VII – AUTORIZAÇÃO PRÉVIA

ANEXO VIII - DECLARAÇÃO PARA TROCA DE MOTOR

ANEXO IX - LAUDO DE VISTORIA PARA TRANSPORTE ESCOLAR ANEXO X - AUTORIZAÇÃO PARA TRANSPORTE ESCOLAR

ANEXO XI- PROCURAÇÃO PARTICULAR

ANEXO XII- REQUERIMENTO PARA 2ª VIA CRV/CLA

ANEXO XIII - REQUERIMENTO PARA AUTORIZAÇÃO DE EMBARQUE ANEXO - DECLARAÇAO DE RESPONSABILIDADE - MEDIA MONTA ANEXO - DECLARAÇAO DE RESPONSABILIDADE - TROCA DE MOTOR ANEXO - AUTORIZAÇAO DE EMBARQUE

ANEXO - LICENÇA PARA TRANSITO - ANTES DO PRIMEIRO REGISTRO ANEXO - CERTIDAO NEGATIVA DE MULTAS

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I - C O N C E I T O S

ALIENACÃO FIDUCIÁRIA

É o contrato mediante o qual o devedor fiduciário transfere ao credor fiduciário o domínio resolúvel de uma coisa móvel, em garantia de dívida assumida, que lhe será restituída depois de cumprida a obrigação, permanecendo o devedor com a posse do bem e colocando-se na posição de depositário. No caso de inadimplência o credor fiduciário poderá vender o bem para ser ressarcido dos prejuízos.

ADULTERAÇÃO

É o ato de dificultar o reconhecimento da situação anterior. Em relação a veículos, podem ser adulterados: placas, chassi, lacres, documentos de transferência de propriedade de veículos, nota fiscal, comprovantes de endereços, documentos pessoais.

ANTT

Agência Nacional de Transporte Terrestre, responsável pela emissão do RNTRC (Registro Nacional de Transporte Rodoviário de carga). Todos os veículos de carga, categoria aluguel e com capacidade de carga superior a meia tonelada, devem apresentar o RNTRC à ANTT no momento da vistoria. O RNTRC é expedido para o proprietário do veículo (CPF ou CNPJ) e não para o veículo. (Consultar legislações em vigor no site da ANTT, em www.antt.gov.br)

ARRENDAMENTO (Leasing)

Financiamento de veículos realizado por uma instituição financeira. Neste tipo de financiamento, cabe ao cliente ou arrendatário a opção de compra no final do contrato. No arrendamento está prevista a inclusão da restrição junto ao sistema eletrônico de gerenciador de dados entre as financeiras e o Detran, ao qual cabe a responsabilidade pelos dados informados.

ARRENDANTE

É a pessoa jurídica (financeira ou banco) responsável pelo financiamento de veículos. Cabe a ela a propriedade do bem durante a vigência do contrato.

ARRENDATÁRIO

Pessoa física ou jurídica que, por meio de contrato de arrendamento mercantil ou leasing, recebe o veículo, pagando pelo seu uso e tendo a opção de compra, no final do contrato, mediante pagamento do saldo devedor ou residual.

AUTARQUIA

As Autarquias são entidades da Administração Indireta criadas por lei específica, com personalidade jurídica, patrimônio e receitas próprias, para executar atividades típicas da Administração Pública que requeiram, para seu melhor funcionamento, gestão administrativa e financeira descentralizada.

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AUTENTICIDADE

Indicativo de ser autêntico, ou de ser verdadeiro.

AUTORIZAÇÃO PARA ALTERAÇÃO DE CARACTERÍSTICA

Autorização para que uma empresa credenciada junto ao DENATRAN emita o Certificado de Segurança veicular para um veículo que sofreu alteração em suas características físicas originais. Deve ser requerida pelo proprietário junto ao DETRAN de registro do veículo, com posterior emissão de um novo Certificado de Registro de Veículo - CRV e Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo – CLA.

BAIXA DO REGISTRO CADASTRAL DE VEÍCULO

O registro cadastral de um veículo será baixado em caso do mesmo deixar de circular definitivamente em decorrência de acidente ou transformação em sucata. A baixa será sempre definitiva, irrevogável e irreversível.

BIN - BASE ÍNDICE NACIONAL

É uma base de dados informatizada e centralizada, onde estão armazenadas as principais informações dos veículos pertencentes à frota nacional, bem como aquelas que deram origem ao veículo.

BENEFÍCIO TRIBUTÁRIO

É a isenção de impostos - IPI e/ou ICMS - ou parte deles. Em determinadas condições, a isenção restringe a transferência de propriedade por determinado período. E em alguns casos somente para veículos adquiridos dentro da Amazônia ocidental. O benefício tributário incide sobre:

Veículos utilitários, utilizados no transporte de cargas Ônibus utilizados no transporte de passageiros

Motocicletas, ciclomotores e triciclos, adquiridos dentro da Amazônia ocidental. Veículos de entidades filantrópicas, devidamente comprovadas

Veículos de aluguel (táxis) Reboques e similares

Veículos adaptados a portadores de deficiência física.

Podem haver outras situações, desde que amparadas por Lei.

INCIDÊNCIA SOBRE IPVA ISENÇÃO

TRIBUTÁRIA

RESTRIÇÃO À VENDA

INTRANSF. DA AMAZ.OCIDENTAL

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Deficientes físicos Isento Sim/Não 2 anos Não

Veículos utilitários p/ transporte de carga

Isento/Não Sim/Não Não 3 Anos/Não

Ônibus utilizado no transporte de passageiro.

Isento/Não Sim/Não Não 3 Anos/Não

Ambulância, utilidade pública. Isento Sim/Não Não Sim/Não

Veículos oficiais, entidades

filantrópicas.

Isento Sim/Não Não 3 Anos/Não

Motocicletas, Ciclomotores e Triciclos.

Isento/Não Sim/Não Não Somente Com

Liberação da RF/Não

CAMINHÃO-TRATOR - Veículo automotor destinado a tracionar ou arrastar outro

CAMINHONETE - Veículo destinado ao transporte de carga com peso bruto total de até três mil e quinhentos quilogramas.

CAMIONETA - Veículo misto destinado ao transporte de passageiros e carga no mesmo compartimento.

CARROCERIA - Parte do veículo destinada ao transporte de passageiros ou de carga. O termo não se aplica a automóveis, ônibus, micro-ônibus, motocicletas e veículos cuja espécie seja mista. Em veículos tipo caminhão e caminhonete existem vários tipos de carroceria (ex: aberta, fechada, basculante.)

CARROCERIA-BAÚ - Parte do caminhão destinada à carga. CAT (Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito)

É um certificado exigido pelo Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), por meio de Resolução, e obrigatório quando há mudanças nas características originais do veículo. Segundo resolução, os veículos fabricados, montados e encarroçados, nacionais ou importados, devem ter código de marca/modelo/versão específico. Esse código é emitido pelo Órgão Máximo Executivo de Trânsito da União, junto com o Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito (CAT).

CARTA DO FABRICANTE (CARTA LAUDO)

Documento expedido pelo fabricante do veículo, informando sobre a numeração dos principais componentes mecânicos agregados de um dado veículo, a fim de subsidiar sua perícia.

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Documento de segurança que comprova que o veículo com as características nele descritas está registrado no DETRAN. Com o verso preenchido, assinado pelo proprietário e com a firma reconhecida habilita a transferência da propriedade do veículo.

CERTIFICADO DE REGISTRO E LICENCIAMENTO DE VEÍCULO – CRLV

Documento de segurança que comprova que o veículo com as características nele descritas está com o licenciamento do exercício regularizado. É documento de porte obrigatório.

CERTIFICADO DE SEGURANCA VEICULAR – CSV

Certificado é emitido por entidades credenciadas pelo DENATRAN, que atesta que o veículo nele identificado sofreu perícia sobre qualquer tipo de modificação, principalmente quanto a sua estrutura, sistemas de freios, direção, suspensão, capacidade de carga e dirigibilidade ou reparo em sua estrutura original de fábrica e, nos que se envolveram em acidentes de grande ou média monta, para voltarem a circular.

CESSÃO DE DIREITOS

Contrato pelo qual, o cedente (proprietário) transfere a terceiro (cessionário), créditos ou bens de sua propriedade. A financeira á anuente (credora). É obrigatório o reconhecimento de firma do cedente e anuente.

CIRETRAN

Circunscrição Regional de Trânsito. Unidades que representam o Departamento de Trânsito do Estado nos municípios do interior.

CHASSI

Estrutura composta por longarinas e travessas que formam um conjunto resistente, independentemente da carroçaria, onde se fixam esta e os sistemas, conjuntos ou mecanismos de propulsão, suspensão, direção freios e demais elementos de um veículo. Esta estrutura contém a identificação alfanumérica. Quanto à sua essência (natureza, idoneidade, credibilidade), a numeração pode ser:

 Original: Aquela gravada, manual ou mecanicamente, pela fábrica, para individualizar o veículo e que nunca sofreu nenhum tipo de alteração.

 Remarcada: Aquela, igual à codificação original gravada no veículo, danificada por motivo alheio à vontade do proprietário. O dano pode ser proveniente de corrosão, acidente ou fraude (após o qual se recuperou o veículo). A remarcação deve ser autorizada pela autoridade competente, que indicará o local de regravação e informará o procedimento a ser tomado para a regularização da documentação do veículo.

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numeração; colocação de solda sobre a superfície onde se encontra a numeração e gravação posterior sobre esta solda; colocação de chapa metálica sobre a superfície onde se encontra a numeração original e, sobre esta chapa, gravação de outra numeração; recorte parcial da superfície do chassi onde está inserida a numeração original e soldagem de outro recorte com outra numeração; recobrimento da numeração original e colocação de recorte com outra numeração em local diferente, próximo ao original.

Os tipos mais comuns de numeração adulterada são:

Transplantada – Aquela numeração de chassis inserida no veículo em substituição à sua numeração original. É geralmente fixada através de solda, após recorte e retirada de igual segmento da peça-suporte da numeração. Há também casos de substituição da própria peça-suporte.

Rebatida – Aquela em que um ou mais caracteres sofre alteração em sua configuração original, por meio de sobreposição, modificando sua leitura. É o caso da alteração do algarismo “1” para “7”, de “1” para “4”, de “3” para “8”, de “5” para “6”, de “9” para “0”, da

letra “E” para “F” e da letra “P” para “R” ou vice-versa etc.

Enxertada ou implantada – Aquela, de gravação original ou não, sobreposta à numeração do veículo. Pode ser soldada ou colada na peça-suporte da codificação de modo a esconder a verdadeira identidade do veículo.

CÓDIGO FONÉTICO INTERNACIONAL

Conjunto de palavras padronizadas em todo o mundo, visando à transmissão oral de letras e números para evitar eventuais falhas na sua compreensão.

COMODATO

É o empréstimo gratuito de coisas não fungíveis. COMPROVACÃO DE PODERES

Comprovação de que determinada pessoa física tem poderes para assinar por uma empresa. Deverão constar poderes específicos para a venda de bens móveis ou veículos. São documentos hábeis para a comprovação de poderes: o contrato social, o estatuto e a ata de eleição, o extrato da Junta Comercial o Cartório Especial de Títulos e Documentos, conforme o caso.

DECLARACÃO DE IMPORTAÇÃO- DI

Documento expedido pela Receita Federal que comprova a importação de um determinado veículo, bem como data e local de desembaraço aduaneiro.

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ERRATA OU CARTA DE CORREÇÃO

É o documento que corrige uma Nota Fiscal quando houver divergência quanto a endereço ou outra informação. É emitida pela revendedora ou concessionária. Não pode ser alterado o comprador (nome e CPF). Neste caso deve ser apresentada nova nota fiscal.

FORMAL DE PARTILHA

Documento legal que apresenta a repartição dos bens de uma herança, com a devida homologação do juiz.

IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES – IPVA

De responsabilidade da Secretaria de Estado de Fazenda, é tributo que incide sobre a propriedade de veículos automotores, qualquer que seja a sua natureza; alcança, portanto, veículos rodoviários, aeroviários e aquaviários (marítimos, fluviais e lacustres). É o imposto incidente sobre a propriedade de qualquer veículo automotor. É devido a quem detiver a sua propriedade no dia primeiro de janeiro do exercício e deve ser pago no Estado em que o mesmo está registrado.

IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) - É o imposto federal que incide sobre produtos industrializados nacionais e estrangeiros. Embora emitido na fonte de produção, se nacional, ou no desembaraço alfandegário, se estrangeiro, quem o paga é o consumidor, pois esse tributo é repassado para o preço final da mercadoria. O valor do IPI varia segundo a natureza dos artigos à venda: os considerados supérfluos ou de luxo são mais taxados do que os de primeiro necessidade. Estes, em alguns casos, chegam a ser isentos.

JARI (Junta Administrativa de Recursos de Infrações) - Órgão responsável pelo julgamento de recursos interpostos contra penalidades impostas pelos órgãos e entidades executivos ou rodoviários de trânsito. Compete à Jari: julgar os recursos interpostos pelos infratores; solicitar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários informações complementares relativas aos recursos; encaminhar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários informações sobre problemas observados nas autuações, e apontados em recursos, e que se repitam sistematicamente. Depois de receber o recurso, a Jari tem 30 (trinta) dias para julgá-lo. Caso o recurso seja deferido, a imposição da penalidade será cancelada. Se o requerente tiver pago a multa, pode solicitar ressarcimento. Se o recurso for negado, pode-se recorrer ao Conselho Estadual de Trânsito (Cetran), em Segunda Instância. Mas, neste caso, é necessário depositar o valor da multa junto ao órgão que impôs a penalidade.

LAUDO DE PERÍCIA TÉCNICA EM VEÍCULO

É o documento expedido pela Polícia Técnica do Estado através do Instituto de Criminalística, referente a exame pericial realizado em veículo com suspeita de adulteração ou para subsidiar

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Documento expedido por vistoriador do DETRAN/RO, atestando as características e a existência e funcionamento dos equipamentos obrigatórios, além do decalque do número do NIV e motor.

LEILÃO

Caracteriza-se por exprimir a venda pública que se realiza sob pregões e se efetiva a quem mais der. Nele, a venda é disputada, mediante licitação entre vários interessados à mesma coisa a ser vendida.

No leilão, a arrematação é o ato pelo qual a venda pública se perfaz. Assim sendo, o leilão se dá por concluído, quando a venda se efetiva ao ofertante, ou licitante pelo maior lanço/preço.

LOCAÇÃO

É o contrato em que uma das partes se obriga a ceder à outra, por tempo determinado ou não, o uso e gozo de coisa não fungível, mediante certa retribuição.

NOTA FISCAL

Documento que especifica o veículo adquirido, com indicação dos dados pessoais do comprador, características do veículo, condições de venda e preço.

NUMERO DE CHASSI (NIV)

Conjunto de sinais, gravados sobre o chassi ou sobre o monobloco, que identifica um veículo. PLACA DE IDENTIFICACÃO DO VEÍCULO – MODELO SETE DÍGITOS

É a placa nacional única, com três letras e quatro números, definida por Resolução do CONTRAN. Depois de aplicada a um dado veículo o acompanhará até a sua baixa total, não podendo em hipótese alguma ser reaplicada. Na mudança do local de registro será substituída apenas a plaqueta de identificação do município. Somente pode ser confeccionada por fabricante credenciado pelo DETRAN/RO, após a expedição da autorização para confecção de placas pelo DETRAN/CIRETRAN.

PLACA DE EXPERIÊNCIA

É um serviço oferecido aos estabelecimentos que executam reforma, recuperação, compra, venda, montagem e desmontagem de veículos, visando ao teste de material. Tem sua utilização restrita ao território sob jurisdição da autoridade de trânsito expedidora. A placa de experiência diferencia-se das demais pela cor verde e caracteres brancos.

PLACA DE FABRICANTE - É um serviço oferecido a montadoras e fabricantes de veículos automotores ou de pneumáticos, e destinado à realização de testes para o aprimoramento de um produto. Sua utilização independe de horário, situação geográfica ou qualquer outra restrição, desde que não contrarie a legislação de trânsito vigente. Esta placa é da cor azul e caracteres brancos.

PLAQUETA DE IDENTIFICAÇÃO - Pequenas placas de alumínio onde constam os caracteres do chassi gravados em alto-relevo.

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PRÉ-CADASTRO

Registro executado na BIN – Base índice Nacional, antes do primeiro emplacamento, de todas as informações relativas a veículo nacional ou importado, suas características, componentes e possíveis restrições. É feito pelas montadoras quando de seu faturamento, e/ou quando de seu desembaraço aduaneiro, pela Secretaria da Receita Federal – SRF.

PENHOR

Direito real que recai sobre bens móveis para garantir o pagamento de uma dívida de forma privilegiada dentre os demais credores.

RECONHECIMENTO DE FIRMA

Declaração de que uma dada assinatura pertence a uma pessoa. Somente é válido nos documentos tramitados pelo DETRAN/RO, o reconhecimento de firma “por autêntico ou verdadeiro”, quando o autógrafo é colocado no documento na presença do tabelião ou cartorário. Quando o reconhecimento de firma for realizado em outro Estado ou município será exigido o sinal público. Os municípios que não tem cartório devem acatar sinal público do cartório mais próximo. REGISTRO DE VEÍCULOS

Ato de cadastrar um conjunto de informações de determinado veículo e de seu proprietário em arquivos informatizados/Base de dados.

RESERVA DE DOMÍNIO

É venda feita sob contrato, cuja posse do bem se transmite desde logo ao referido adquirente, mas que só adquire a propriedade depois de haver quitado o contrato. Com o pagamento total consolida-se o domínio.

RESTRIÇÃO DE FURTO

Em caso de furto, o registro fica suspenso, não sendo realizado qualquer serviço pelo DETRAN/RO, sendo automaticamente liberada em sistema após a retirada a queixa junto a Delegacia de Furtos e Roubos, quando recuperado.

RENAINF (Registro Nacional de Infrações)

É o sistema que registra e possibilita a notificação da autuação e da penalidade para as multas cometidas em unidade da federação diferente de registro do veículo. Por exemplo: um veículo de Minas Gerais comete uma infração em Goiás. O órgão autuador de Goiás, por meio do RENAINF, consegue notificar o proprietário do veículo e garantir que esta multa seja paga, cumprindo o que determina o Código de Trânsito Brasileiro.

RENAVAM (Registro Nacional de Veículos Automotores)

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de circulação. O RENAVAM compõe-se de uma base nacional (DENATRAN) e das bases estaduais (DETRANs), todas elas integradas e em comunicação constante.

RESTRIÇÃO

É o registro incluído no cadastro informatizado do Detran-RO ou na Base de Índice Nacional, que impede qualquer transação com o veículo, devido a problemas com benefício tributário, arresto, penhora, alienação fiduciária, reserva de domínio, roubo/furto, estelionato, arrendamento etc.

RESTRIÇÃO ADMINISTRATIVA

É o registro incluído no cadastro informatizado do DETRAN ou na Base de Índice Nacional, que impede qualquer transação com o veículo, devido a problemas com benefício tributário, arresto, penhora, alienação fiduciária, reserva de domínio, roubo/furto, estelionato, arrendamento etc.

SOLICITACÃO DE SERVIÇO – SS

Requerimento feito pelo cliente para solicitar a realização de qualquer serviço ao DETRAN/RO. É emitido pelo Sistema RENAVAM, com os dados complementados pelo atendente. Deve ser impressa em uma via, com data do recebimento, assinatura do servidor e do requerente/proprietário.

VIN (Vehicle Identification Number)

Numeração do veículo composta de 17 (dezessete) caracteres divididos em 3 (três) seções: A primeira seção, composta de 3 (três) caracteres e chamada de WMI (World Manufacturers Identification) é reservada à identificação do fabricante e seu país de origem. A segunda seção, composta de 6 (seis) caracteres e chamada de VDS (Vehicle Description Section) fornece informações a respeito das características gerais do veículo, como carroceria, quantidade de portas, capacidade do motor, versão etc. A terceira seção, composta dos 8 (oito) últimos caracteres e chamada de VIS (Vehicle Identification Section) fornece os caracteres que efetivamente distinguem um veículo do outro. O VIN sempre é iniciado com um número ou letra que significa a região geográfica ou país onde o veículo foi fabricado.

VISTORIA

É a inspeção das características físicas do veículo - marca modelo, ano de fabricação, cor, chassi etc. - e do funcionamento dos seus componentes mecânicos e elétricos, além dos equipamentos obrigatórios (lembrando que, caso haja algum equipamento opcional instalado no veículo, este deve estar em perfeito funcionamento). O objetivo da vistoria é verificar o cumprimento da legislação vigente, determinada pelo CONTRAN, no tocante à presença e funcionamento dos equipamentos obrigatórios dos veículos. Paralelamente, a vistoria contribui para o aumento da segurança no trânsito, já que os responsáveis pelos veículos – proprietários e condutores – se vêem obrigados a realizar manutenções preventivas, a fim de evitar que seus veículos sejam reprovados, ou até mesmo apreendidas no momento da vistoria.

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I I - T E R M O S J U R Í D I C O S

À PRIORI Refere-se à apresentação de conclusões ou exposição de

pontos de vista sem o respaldo de experiências anteriores.

À ROGO OU ARROGO De arrogar; tomar como se fosse seu.

ACÓRDÃO Decisão proferida por Câmara ou turma de tribunal judiciário,

ou por este, em conjunto.

AÇÃO É o meio legal de reivindicar ou defender em juízo um direito

subjetivo preterido, ameaçado ou violado.

AD HOC Expressão usada para indicar substituição eventual ou

nomeação para determinado ato.

ADJUDICAR Conceder por sentença - dar judicialmente em pagamento

de um credor, a coisa executada.

ADJUDICAÇÃO

Ato de adjudicar – entregar por justiça a qualquer das partes, uma propriedade contestada - entregar em hasta pública (leilão) ao maior licitante – declarar judicialmente que uma coisa pertence a alguém.

AD JUDITIA ET EXTRA Para fins judiciais e extrajudiciais.

AD NEGOTIA Para negócios.

AD NUTUM

Diz-se do ato que pode ser revogado pela vontade de uma só das partes. Diz-se também da demissibilidade do funcionário público não estável, deliberada a juízo de autoridade administrativa competente.

AD REFERENDUM Para a apreciação.

ALVARÁ Provisão especial na qual o juiz autoriza, aprova ou confirma

certo ato, estado ou direito.

AMEAR Dividir ao meio.

ANUÊNCIA Manifestação da vontade favorável à conclusão de um ato

jurídico.

ANUENTE O que anui ou dá seu consentimento ou aprovação.

ARREMATAÇÃO Ato de arrematar – adjudicar em leilão a quem mais deu -

comprar em leilão.

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investigar e procurar, seguido de apoderamento da coisa ou pessoa que é o objeto de diligência judicial ou policial.

CAUÇÃO

Garantia – Segurança - responsabilidade. Valores aceitos ou depositados para garantia de um contrato ou tornar efetiva a responsabilidade de um encargo.

DAÇÃO Entrega de uma coisa em pagamento de outra que se devia.

DATA VÊNIA Com a devida permissão.

DE CUJUS Falecido.

DEFESO Proibido – vedado.

DENÚNCIA VAZIA

É o aviso judicial ou por intermédio do escrivão, da parte do proprietário do imóvel, de que o contrato terminará dentro do prazo fixado por lei, sob pena de ação de despejo.

DILAÇÃO

É o espaço de tempo dentro do qual se devem praticar certos atos judiciais. Em sentido estrito, é o espaço de tempo concedido para produção de provas.

DISTRATO

Ato mediante a qual, por acordo de duas ou mais pessoas, as dissolve a relação jurídica existente entre elas como membros de uma sociedade de natureza especulativa ou se desfazem obrigações anteriormente contraídas.

EVICÇÃO Ação de recuperar a posse de coisa nossa que outrem

adquiriu ilegitimamente, embora de boa fé.

EXORDIAL Que vem de exórdio - preâmbulo - início.

FAC SÍMILE Reprodução de um original.

GRAVAME Ônus ou encargo que recai sobre uma coisa: penhor,

hipoteca, tributo.

INFRAÇÃO É o ato ou efeito de violar, ou transgredir uma lei.

INTERDIÇÃO

Declaração da incapacidade real e efetiva de certas pessoas para desenvolver determinados atos civis. É nomeado um curador, que será o responsável.

INVENTARIANTE

Aquele que mediante compromisso legal, tomado por termo nos respectivos autos, representado por advogado, que guarda e administra a herança até a terminação da partilha dos bens.

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herdeiros e dos bens do morto, com indicação e clareza, a menção dos encargos e a avaliação e a liquidação da herança.

MANDADO Ordem judicial escrita para que se faça uma diligência.

Possui os mais variados objetivos: citar, soltar, prender, etc.

MANDADO DE SEGURANÇA

Ordem Judicial que assegura o exercício de um direito (não protegido por HABEAS-CORPUS, HABEAS-DATA), contra uma ilegalidade ou um abuso de poder cometido por qualquer autoridade.

MEAÇÃO Direito que co-propriedade, se aplica a cada uma das partes

iguais em que se divide a coisa comum.

MEEIRO Que tem direito à metade dos bens, à meação.

MENOR IMPÚBERE Situação do menor até os dezesseis anos de idade.

MENOR PÚBERE Situação do menor entre os dezesseis e vinte e um anos

incompletos.

NOVAÇÃO Renovação de um contrato ou obrigação.

PENHOR

Direito real que recai sobre bens móveis para garantir o pagamento de uma dívida de forma privilegiada dentre os demais credores.

PENHORA-EMBARGO

É o ato pelo qual se apreendeu ao possuidor de quaisquer bens, cuja propriedade se reivindica para o pagamento da dívida. Também é a ação de, provisoriamente, reter coisas que são objetos de contravenção ou podem fornecer provas de crime em um delito.

PURGAR Extinguir – desaparecer.

RESILIÇÃO Rescisão contratual por acordo de todos os contratantes, ou

em virtude de cláusula preestabelecida.

SINE DIE Sem data marcada.

SUB JUDICE Sob apreciação judicial.

SUBSTABELECIMENTO Transferência de poderes para um terceiro.

SUPÉRSTITE Sobrevivente ou sobrevivo.

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chegar a um acordo – conciliar.

I I I - S I G L A S E A B R E V I A T U R A S ABNT ... Associação Brasileira de Normas Técnicas AND ... Associação Nacional dos DETRAN

ANFAVEA ... Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores ANFIR ... Associação Nacional de Fabricantes de Implementos Rodoviários ANTT ... Agência Nacional de Transportes Terrestres

Art. ... Artigo

BIN ... Base Índice Nacional de Veículos do Sistema RENAVAM BINCO ... Base Índice Nacional de Condutores do RENACH

CB5 ... Comitê Brasileiro Numero 5 CEP ... Código de Endereçamento Postal CETRAN ... Conselho Estadual de Trânsito

CFI ... Crédito, Financiamento e Investimento

CGC ... Número de Inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda

CHASSI ... Numeração gravada no veículo que o identifica (ver VIN e NIV) CIC... Cartão de Identificação do Contribuinte (Ministério da Fazenda) CIRETRAN ... Circunscrição Regional de Trânsito

CLA ... Certificado de Licenciamento Anual (veja CLA) CNH ... Carteira Nacional de Habilitação

CNT ... Código Nacional de Trânsito CND ... Certidão Negativa de Débitos

CNPJ ... Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (Ministério da Fazenda) CONTRAN ... Conselho Nacional de Trânsito

CPF ... Número de Inscrição no Cadastro de Pessoa Física do Ministério da Fazenda

CRLV ... Certificado de Registro e de Licenciamento de Veiculo CRV ... Certificado de Registro de Veiculo

CTB ... Código de Trânsito Brasileiro instituído pela Lei Federal 9.503/97. CSV ... Certificado de Segurança Veicular

DARF ... Documento de Arrecadação de Receitas Federais DECEX ... Departamento de Comércio Exterior

(18)

DENATRAN ... Departamento Nacional de Trânsito

DER ... Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (extinto – veja DEVOP) DETRAN ... Departamento Estadual de Trânsito

DEFRVA ... Delegacia Especializada de Furtos e Roubo de Veículos Automotores DNER ... Departamento Nacional de Estradas e Rodagem (extinto – veja DNIT) DNIT ... Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes

DPF ... Departamento de Policia Federal

DPRF ... Departamento de Polícia Rodoviária Federal

DPVAT ... Seguro contra danos provocados por veículo automotor que circula em vias terrestres (Seguro Obrigatório)

DUT ... Documento Único de Trânsito

DEVOP...Departamento Estadual de Viação e Obras Públicas

FENABRAVE ... Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores FENASEG ... Federação Nacional das Seguradoras

INMETRO ... Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial IPVA ... Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores

JARI ... Junta Administrativa de Recursos de Infrações. MME ... Ministério das Minas e Energia

MJ ... Ministério da Justiça

NBR ... Norma Brasileira de Referência NF ... Nota Fiscal

NIV ... Número de Identificação do Veículo PC ... Polícia Civil

PM ... Polícia Militar

PRF ... Polícia Rodoviária Federal

RENAVAM ... Registro Nacional de Veículos Automotores SEFIN ... Secretaria Estadual de Finanças

SNG... Sistema Nacional de Gravame SMR ... Salário Mínimo Regional SNT ... Sistema Nacional de Trânsito

SUFRAMA ... Superintendência da Zona Franca de Manaus SRF ... Secretaria da Receita Federal

(19)

I V - N O R M A S G E R A I S 1. CÓDIGO VIN

De acordo com a NBR 3 nº 6066/80 da ABNT, relativamente ao Código VIN, o décimo (10º) dígito indicará o ano de fabricação dos veículos. No entanto, a partir de primeiro (1º) de janeiro de 1999, de acordo com a Resolução nº 24, de 21/05/1998 do CONTRAN, o décimo (10º) dígito do Código VIN identificará o ano modelo dos veículos produzidos no País e/ou importados.

TABELA DO CÓDIGO VIN - DÉCIMO DÍGITO

ANO CÓDIGO ANO CÓDIGO ANO CÓDIGO ANO CÓDIGO

1971 1 1981 B 1991 M 2001 1 1972 2 1982 C 1992 N 2002 2 1973 3 1983 D 1993 P 2003 3 1974 4 1984 E 1994 R 2004 4 1975 5 1985 F 1995 S 2005 5 1976 6 1986 G 1996 T 2006 6 1977 7 1987 H 1997 V 2007 7 1978 8 1988 J 1998 W 2008 8 1979 9 1989 K 1999 X 2009 9 1980 A 1990 L 2000 Y 2010 A

Obs.: A partir do ano de 2001 repete a sequência.

2. QUEM PODE REQUERER SERVIÇO

2.1. O proprietário, identificado com original de documento oficial com foto;

2.2. O procurador legal com procuração pública, ou procuração particular para serviços já autorizados, com original ou cópia autentica identificado com original de documento oficial com foto; 2.3. O despachante credenciado no DETRAN-RO, com crachá de identificação e autorização ou procuração dada pelo proprietário, conforme portaria em vigência; ou documento de autorização reconhecido pelo DETRAN;

3. PROCURAÇÃO

3.1. Somente é aceita a procuração com amplos poderes, ou com poder expresso para o serviço requerido.

(20)

Para os casos em que o proprietário do veículo, não pode comparecer pessoalmente ao DETRAN para solicitar determinado serviço, poderá fazê-lo através de seu Representante Legal (Procurador).

3.2. PROCURAÇÃO PARTICULAR

 A Procuração precisa ser específica: Discriminar o serviço a ser realizado (pode ser mais de um). Ou seja, constar o objetivo principal. Por exemplo: solicitar 2ª via do CRV/CLA; promover a inclusão de Alienação; etc.

 Na procuração devem constar como dados do veículo, no mínimo a Placa e o Chassi, e reconhecimento de firma por verdadeiro.

Exceto para venda de veículos.

A procuração particular deve ser acompanhada de cópias de:

 Identidade, CPF e comprovante de endereço do Outorgado (procurador);

 A procuração precisa ter a firma do Outorgante (proprietário do veículo) reconhecida em Cartório por autenticidade e, se for o caso, averbação do Tabelião.

3.3. PROCURAÇÃO PÚBLICA

A procuração em termos gerais só confere poderes de administração. (Art. 661 do Código Civil)

Para venda de veículos não é aceita a procuração particular, somente pública com amplos poderes, ou com poderes especiais e expressos.

Copia da procuração: somente será aceita se tiver averbação (sinal publico) do Tabelião que assinou a procuração, quando esta for emitida em outro município, só será aceito autenticação da copia feita em cartório ou pelo servidor quando apresentada à original. Será aceito copia sem autenticação somente quando se tratar de bancos, financeiras e grandes empresas de sociedades anônimas (s.a.).

Confirmação ou certidão: Quando houver suspeita de sua autenticidade ou com mais de um ano de emissão, DETRAN poderá solicitar confirmação ou certidão.

4. CIRCULACÃO DE PROCESSOS

É vedada a circulação de processos depois de recebidos/formalizados pelo DETRAN, em mãos de particulares ou despachantes. Os processos devem circular entre as devidas unidades do DETRAN, apenas por malote e protocolos existentes internamente.

Após o encerramento, não é permitido fornecer cópia de documentos do processo sem autorização formal do proprietário.

(21)

oficiais, postados, contrato de locação com endereço completo (nome, rua, número, bairro, CEP e complemento), ou Declaração de residência assinado pelo proprietário, com firma reconhecida em cartório, ou assinado na presença do servidor;

6. DOCUMENTOS

6.1. Autenticidade: Todo documento anexado a um processo e que suscitar dúvida quanto a sua autenticidade, deverá ter seus termos confirmados junto ao emissor, sendo anexado ao processo cópia do documento que solicitou a confirmação. Caso a consulta comprove que o mesmo é falso ou adulterado, comunicar de imediato a Coordenadoria de CIRETRAN ou Diretoria Executiva de Operações. Nenhum documento rasurado poderá ser aceito para integrar um processo no DETRAN/RO.

6.2. Cópia e autenticação:

Os documentos, cuja retenção do original não é prevista, podem integrar o processo em cópia autenticada. A autenticação da cópia pode ser feita em cartório, ou validada por servidor do DETRAN/RO, devidamente identificado (nome legível e carimbo). O servidor somente deve validar a cópia após conferir o seu conteúdo em relação ao original, EXCETO documentos pessoais, como RG, CPF, CARTEIRA DE TRABALHO e outros estes podem ser copias simples, sem autenticações.

Os processos encaminhados pelas CIRETRANS ou postos de serviços, para a emissão de documentos em outra CIRETRAN, devem estar com todas as cópias legíveis e autenticadas se for o caso.

6.3. Competência para retirar:

Somente poderá retirar um documento emitido pelo DETRAN, seu próprio proprietário ou seu representante sendo, procurador, despachante credenciado ou parente com autorização formal, assinada e reconhecido firma. Os processos protocolados por despachantes somente podem ser retirados pelo mesmo ou seu proprietário, os documentos protocolados por usuários não poderão ser carimbados e retirados por despachantes.

6.4. Certificado de Registro de Veículos:

Para ter valor como autorização para a transferência de propriedade, o verso do CRV não pode ter rasura ou entrelinha, se tal ocorrer, o proprietário deve requerer segunda via do documento para que possa preenchê-lo corretamente.

6.5. Processos para dar continuidade:

Os documentos deverá estar atualizados de acordo com ano vigente. 7. RECONHECIMENTO DE FIRMA POR SERVIDOR

(22)

O servidor do DETRAN/RO, após identificar o proprietário ou procurador legal, pode atestar que a assinatura em documentos como declarações, requerimentos e similares, foi realizada em sua presença. O servidor deve datar, assinar e colocar carimbo de identificação.

Esse procedimento não é válido na assinatura no verso do CRV e requerimento de 2ºvia, sendo somente acatado reconhecimento autêntico, por tabelião.

8. COBRANÇA DE TAXAS

 As taxas de serviços do DETRAN/RO, criadas pelas leis 2942/RO de 26/12/2012, deveram ser obrigatoriamente observadas, cumpridas e aplicadas conforme o serviço solicitado, qualquer exceção somente mediante portaria ou lei.

 A taxa de pendência (devolução documentos pendentes tramitados por despachantes) deverão ser cobradas dos despachantes cujo as pendências foram causadas pelos mesmos, pendências que apareceram após a entrada do processo, como por exemplo:multa, intenção de gravame e outras, não serão devidas.

V - R E G I S T R O E L I C E N C I A M E N T O D E V E Í C U L O S

1. VISTORIA REALIZADA PELO DETRAN OU EMPRESA CREDENCIADA/AUTORIZADA. 1.1 Finalidade:

Vistoriar o veículo para averiguar a autenticidade de sua identificação, documentação e da legitimidade da propriedade. Além disso, confirmar suas características e se dispõe de todos os equipamentos obrigatórios exigidos pela legislação de trânsito e as condições de funcionamento destes.

1.2 Documentos necessários

 CRV e/ou CRLV, exceto no caso de segunda via;  Documento de identificação do requerente. 1.3 Observações

 Laudo de Vistoria é o documento emitido pelo DETRAN ou laudo de vistoria eletrônica expedida pela empresa Credenciada/Autorizada, com o resultado da vistoria do veículo. - As concessionárias credenciadas poderão expedir a vistoria, exclusivamente para veículos zero KM, para fins de emplacamento no município onde estejam sediadas, o formulário de vistoria (laudo de vistoria), poderá ser substituído pelo verso da nota fiscal de venda do veiculo.

- O órgão de transito (DETRAN, CIRETRAN) e as concessionárias credenciadas, utilizarão para o serviço de primeiro emplacamento o verso da nota fiscal, sendo o decalque da numeração do chassi e motor afixado no verso da nota fiscal, carimbado e assinado pelo vistoriador responsável e

(23)

 As vistorias realizadas nos municípios do Estado de Rondônia pelo DETRAN, serão aceitas em qualquer CIRETRAN, mediante confirmação, exceto para os serviços de primeiro emplacamento, recadastramento (veículo de outra UF) e mudança de município. A proibição não se aplica nos casos em que o veículo encontra-se apreendido. Nesse caso, a vistoria será acatada, com a retenção do CRV original, até a apresentação do veículo para vistoria no município que realizou o serviço, o laudo de vistoria poderá ser encaminhado, pelo interessado ou despachante, a CIRETRAN de destino, porem somente em envelope lacrado.

 As vistorias realizadas em outro Estado somente são aceitas no Estado de Rondônia, mediante confirmação, para os serviços de 2ª via de CRV e para alteração de característica, conforme Manual de Procedimentos do DENATRAN.

 Para veículo vistoriado fora de seu Estado de registro/licenciamento, somente é emitido o Laudo de Vistoria, nos casos de Emissão de 2ª via do CRV, licenciamento, desalienação, alienação e alteração de característica no Estado de registro. Nesse caso o Laudo de Vistoria deverá ser enviado ao DETRAN de licenciamento através de ofício em envelope lacrado.

O prazo de validade do Laudo de Vistoria é de 60 dias a partir de sua emissão.

 Na realização das vistorias em veículos deverá ser verificada a compatibilidade do número do motor, comparando-o com:

a) O cadastro informatizado do veículo na Base de Índice Nacional - BIN;

b) O cadastro informatizado do veiculo em campo próprio da Base Estadual ou no campo das Observações do Certificado de Registro de Veículos – CRV e Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos - CRLV; e

c) A documentação física existente nos órgãos executivos de trânsito estaduais ou do Distrito Federal.

 Em vistorias de veículos usados, cuja numeração de motor seja de difícil visualização, conforme cadastro de motores mantidos pelo DENATRAN, deverá ser realizada a desmontagem dos componentes para a coleta por meio ótico (fotografia), com o registro no campo de observação no Laudo de Vistoria.

 Para os veículos contemplados no item acima, que já tenham passado pelo processo de desmontagem e que os motores estejam regularizados, será necessária a gravação em baixo relevo, por empresa credenciada, de uma segunda numeração com os mesmos caracteres da numeração original no bloco do motor, visando facilitar os decalques em futuras vistorias, para fins de fiscalização e ou transferências.

(24)

 Para liberação do laudo de vistoria, o responsável exigirá que o requerente comprove o serviço solicitado.

- Exemplo: recibo preenchido e assinado pelo vendedor e comprador, quando se tratar de transferência de propriedade.

• No município onde existir empresas de vistoria eletrônica autorizada/credenciada, o DETRAN somente aceitara, para serviço de emissão obrigatória de laudo de vistoria, conforme resolução 466/CONTRAN ou resolução que venha substituir, laudo de vistoria eletrônico.

• O laudo de Vistoria Eletrônico, feito em um município do estado de Rondônia, para qualquer serviço, terá validade em todos os municípios do estado.

1.4 Procedimentos, Vistorias executadas pelo DETRAN.

 Emitir via sistema o formulário do Laudo de Vistoria, de acordo com o serviço solicitado (exceto 1º emplacamento).

 Imprimir o registro da Base Estadual e da BIN, arquivando-os para ficar documentada a situação cadastral.

 Realizar conferência entre os dados do cadastro da Base Estadual e da BIN, verificando se há restrições que impeçam que o processo seja acolhido.

 Se houver duplicidade de chassi deverá ser observado o disposto em capítulo específico deste manual.

1.5 Efetuar vistoria no veículo

 Verificar a existência e as condições de funcionamento dos equipamentos obrigatórios;  Confirmar a existência e a numeração das etiquetas e/ou plaquetas e impressões nos

vidros;

 Verificar se as características do veículo (cor, tipo de carroceria, quantidade de eixos, etc.) correspondem às descritas em seu registro e se as mesmas estão de acordo com a legislação vigente;

 Coletar o decalque do chassi, do motor e dos agregados, afixando-o no campo correspondente, As superfícies do NIV e motor devem ser limpas antes da retirada dos decalques;

 Confrontar os dados coletados na identificação do chassi e dos agregados com o pré-cadastro da BIN;

(25)

 Expedir o Laudo de Vistoria, com todos os campos preenchidos, com informação do tipo do

combustível e de que não existe lixamento ou picotam ento nas numerações do NIV e motor;

 Conferir e assinar o Laudo de Vistoria (vistoriador e Chefe da Seção de Vistoria ou Chefe da CIRETRAN).

Para veículo oficial: Identificação expressa por pintura nas portas do nome, sigla ou logotipo do órgão ou entidade em cujo nome o veículo será registrado, exceto os de representação e aqueles autorizados ao uso de placas particulares (art.120 inciso 1º do CTB).

Para veículos destinados ao transporte de escolares: é exigida pintura de faixa horizontal na cor amarela, com o dístico ESCOLAR, tacógrafo, cinto de segurança em numero igual a lotação, além de outros requisitos constantes no art.136 do CTB.

2. PROCEDIMENTOS DE CONFIRMAÇÃO DE VISTORIA, REALIZADAS POR EMPRESAS CREDENCIADAS EM VISTORIA DE VEÍCULOS (ECVs), E EMPRESAS DE VISTORIA AUTORIZADAS PELO DETRAN/RO

( Resolução 466/2013/CONTRAN)

2.1.

Em caso, encaminhar o usuário para a empresa autorizada a realizar o serviço de vistoria de vistoria veicular para transferência de propriedade ou domicilio intermunicipal ou interestadual veicular eletrônica;

2.2.

Receber o laudo de vistoria eletrônico;

2.3.

Verificar se o laudo contém as informações obrigatórias:  Dados completos do veículo;

 Fotos obrigatórios (chassi, motor e veículo);

 Assinaturas dos responsáveis da empresa credenciada/autorizada;  Identificação da empresa de vistoria.

2.4.

Conferir se o s dados do veículo no laudo de vistoria eletrônica conferem com os dados do veículo cadastrado no sistema RENAVAM;

2.5.

Confirmar a veracidade do laudo de vistoria eletrônico, se foi emitido por empesa credenciada/autorizada e se a mesma está com o credenciamento/autorização em dia, através de um link, que será disponibilizado ao DETRAN-RO, pelas empresas de vistoria eletrônica;

 A confirmação se refere somente se a emissão foi feita por empresa credenciada/autorizada, e as informações contidas no laudo de vistoria

eletrônico é de total responsabilidade da empresa

credenciada/autorizada que emitiu e assinou o laudo de vistoria eletrônico, através de carimbo próprio.

(26)

2.6.

Caso seja necessário, o DETRAN poderá solicitar que o veículo retorne para que sejam sanadas as pendências;

2.7.

Se por motivo de inconsistência, sendo pela falta ou divergência da numeração do motor, deverá ser seguida a ordem abaixo, e depois de cumprida todas as formalidades, encaminhar novamente o veículo a mesma ECV:

 Cadastramento de motor:

 Abrir processo de acerto de características.  Marcar opção motor.

 Informar no campo o número do motor.  Executar e confirmar o processo.

 Na confirmação, atualiza a BIN ampliada e encerra o processo.  Troca e gravação de motor:

 Abrir o processo de troca ou gravação de motor.  Informar no campo próprio o novo número do motor.  Executar e confirmar o processo.

 Na confirmação, atualização a BIN ampliada, mas não encerra o processo.  Devendo se adicionador a este processo, o serviço solicitado, no retorno do

usuário ao DETRAN.

2.8.

Abertura de processo no sistema RENAVAM para o serviço solicitado;

2.9.

Marcar a opção de vistoria eletrônica na tela de abertura de processo;

2.10.

Criar processo;

2.11.

Confirmar em sistema que a vistoria foi efetuada por empresa credenciada/autorizada, e que as informações do laudo de vistoria eletrônico conferem com as informações cadastradas no sistema RENAVAM;

2.12.

Dar continuidade ao processo com procedimento já padronizado.

3.

REGISTRO DE VEÍCULOS NOVOS NACIONAIS (PRIMEIRO EMPLACAMENTO) Finalidade:

Efetuar o registro inicial do veículo no cadastro do DETRAN/RO e no RENAVAM, e expedir o Certificado de Registro de Veículo (CRV) e Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV).

Documentos Necessários:  Solicitação de Serviço;

(27)

 Cópia da Carteira de Identidade e CPF, ou CNH (modelo com foto) ou outro documento reconhecido pelo DETRAN em portaria própria, se pessoa física, ou Cópia autenticado Contrato Social ou alteração, que conste a alteração da sociedade e Cartão do CNPJ, se pessoa jurídica; Consultar na BIN (Veiculo sem primeiro emplacamento) CPF/CNPJ do faturado, que o mesmo

seja obrigatoriamente igual ao do emissor da Nota Fiscal, no caso de venda direta o CNPJ/CPF será o do adquirente. (Conforme oficio circular nº 11/2009/Gab/Denatran de 17/04/2009).

 Consulta ao cadastro da Receita Federal, para comprovação do CPF/CNPJ, se for o caso de qualquer suspeita, ou não apresentação do documento;

Comprovante de residência de acordo com o item IV- 5, ou declaração de residência atual, devidamente assinado, com o município preenchido de acordo com o descrito na nota fiscal, e obrigatório informar telefone para contato.

Laudo de Vistoria original, realizado de acordo com o item V -1. Ou decalque do chassi anexado no verso da nota fiscal, devidamente assinado pelo vistoriador e por quem mais for exigido;  Primeira via da Nota Fiscal de Venda do Veículo;

Para Veículos do Governo, Aceitara a Copia Legível da Nota Fiscal;

 Declaração de Venda, quando não fizer parte corpo da Nota Fiscal, exceto para compra direto da fábrica e Nota Fiscal Eletrônica.

 Copia da Nota Fiscal de fábrica;

 Comprovação de inclusão ou baixa de alienação reserva de domínio ou arrendamento mercantil: confirmar na tela (consulta ao Sistema Nacional de Gravame - SNG).

 Cópia do comprovante do pagamento do IPVA;

 Pagar taxas do licenciamento atrasado por cada ano que o veículo não foi registrado.

Quando for possível a confirmação, através do sistema RENAVAM, esta confirmação substitui as copias de pagamentos das taxas do DETRAN.

Taxas a serem pagas:  Emissão de CRV;  Vistoria;

 Lacre de placa e tarjeta;

 Autorização p/confecção de placas e tarjetas;

 Multa de nota fiscal vencida (se emitida há mais de 30 dias) Além da documentação acima, serão exigidos:

(28)

Para veículo tipo ônibus - Nota Fiscal da carroceria, quando adquirida separadamente do NIV, comprovante de inscrição na ANTT para veiculo de transporte de passageiros interestadual e internacional;

Para veículo de missões diplomáticas, repartições consulares de carreira e representações de organismos internacionais acreditados junto ao Governo Brasileiro: Autorização expedida pelo Cerimonial do Ministério das Relações Exteriores;

Para veículo importado: Documento de importação fornecido pela Secretaria da Receita Federal Para veículo para transporte de contêineres: Apresentação do Certificado de Garantia do fabricante;

Para veículo de aluguel para transporte individual ou coletivo de passageiros:

 Autorização do poder público concedente/Prefeitura, somente quando o mesmo fizer transporte municipal, a autorização devera estar no mesmo nome do proprietário do veiculo;  Autorização da arrendadora no caso de veículo adquirido pelo sistema de Leasing;

 Comprovante de inscrição na ANTT para veiculo de transporte de passageiros interestadual e internacional;

Para veículo de aluguel empregado no transporte de carga:

 RNTRC, para veículos de transporte intermunicipais e interestaduais;

 Autorização do poder público concedente/Prefeitura, somente quando o mesmo fizer transporte municipal remunerado, a autorização devera estar no mesmo nome do proprietário do veiculo;

 Autorização da arrendadora no caso de veículo adquirido pelo sistema de Leasing Observações

 Todo veículo novo (zero km), nacional ou importado, deverá estar, obrigatoriamente, pré-cadastrado na BIN (Base Índice Nacional), para consecução do Primeiro Registro e Licenciamento na esfera dos Órgãos de Trânsito integrados ao Sistema RENAVAM.

 Nota Fiscal de Demonstração, e/ou Entrega Futura, não pode ser utilizada em processo, quando não constar o valor da mercadoria, “PARA EFEITO DE REGISTRO DE VEÍCULO”.  Os veículos de transporte de carga e os coletivos de passageiros devem possuir a inscrição

em local bem visível da TARA, PBT, PBTC, CMT (art. 117 CTB). Além disso, faz-se necessário a comprovação do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga - RNTRC expedida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, para os veículos de transporte de carga e transporte coletivo interestadual e internacional de passageiros.

(29)

 Para veículos destinados ao transporte de escolares é exigida pintura de faixa horizontal na cor amarela, com o dístico ESCOLAR, tacógrafo, cinto de segurança em numero igual à lotação, além de outros requisitos constantes no art.136 do CTB.

 Para veículos classificados na categoria aprendizagem: verificar o item 7

 Para veículos com CMT superior a 19 toneladas, PBT superior a 4.536 kg e de transporte de cargas perigosas, exigir tacógrafo.

 No caso de veículos que necessitem ser encarroçados (caminhões e caminhonetes), verificar se a montagem do veículo, no pré-cadastro, conste como COMPLETA. Se constar incompleta, o interessado deve ser instruído a procurar o encarroçador do veículo para que este providencie a complementação do pré-cadastro;

 No caso de veículos dos tipos ônibus, microônibus, caminhão e caminhonete encarroçados por instaladores/fabricantes de equipamentos veiculares (carroceria nova) devem ser homologados pelo DENATRAN.

4.

TRANSFERÊNCIA DE PROPRIEDADE DE VEÍCULO DA BASE DE RONDÔNIA (2 OU 3 LETRAS).

4.1.

Finalidade:

 Efetuar o registro da transferência de propriedade do veículo, no cadastro do DETRAN/RO e no RENAVAM, e expedição do Certificado de Registro de Veículo (CRV) e Certificado de Licenciamento de Veículo (CRLV)

4.2.

Documentos Necessários:

 Solicitação de Serviço;

 CRV original, devidamente preenchido e assinado e datado, sem rasuras, emendas ou ressalvas. Com firma do vendedor reconhecida por autenticidade;

 Comprovação de poderes específicos (procuração pública), quando assinatura do vendedor não for do proprietário que consta no CRV;

 Reconhecimento da firma do tabelião (Sinal público), no caso de documento com reconhecimento de firma feito em outro;

 Lei que autorizou a venda do veículo, quando pertencente a órgão público e não tratar-se de leilão público;

 Cópia da Carteira de Identidade e do CPF ou CNH, com foto ou outro documento reconhecido pelo DETRAN através de portaria própria;

 Comprovante de residência, nos termos do ITEM IV- 5, e obrigatório informar telefone para contato.

(30)

 Laudo de Vistoria original, realizado de acordo com o item V -1;

 Inclusão ou baixa de alienação, reserva de domínio ou arrendamento mercantil: confirmar na tela (consulta ao Sistema Nacional de Gravame - SNG).

 Licenciamento anual atualizado (comprovação em sistema).

Quando for possível a confirmação, através do sistema RENAVAM, esta confirmação substitui as copias de pagamentos das taxas do DETRAN.

Vendedor Pessoa Jurídica (direito privado):

 Cópia autenticada do Contrato Social atualizado ou outro documento equivalente constitutivo da empresa, conferindo poderes para o firmatário do CRV vender o veículo;  Certidão Negativa de Débitos – CND do INSS, quando vendido por valor igual ou superior

ao estabelecido em Instrução Normativa do INSS, atualizado periodicamente. Taxas a serem pagas:

 Emissão de CRV;

 Vistoria, ou autorização previa para laudo de ECV (cod. 189);  Lacre de placa e tarjeta;

 Autorização p/confecção de placas e tarjetas;

 Multa de recibo vencido (se reconhecido há mais de 30 dias);

Determinação Judicial: documento judicial que determine a venda do veículo: Decisão Judicial, Carta de Arrematação Judicial;

Doação Ente público: documento comprobatório da doação, com comprovação de que o signatário/doador possui poder para alienação de bens móveis;

Doação Ente privado: Termo de doação registrado em cartório contendo as firmas reconhecidas por autenticidade do doador e donatário.

Em se tratando de veículo aluguel, acrescentar os documentos conforme item 5 deste manual. Obs.: Quando o veículo for blindado, solicitar autorização da SESDEC para novo proprietário.

5.

TRANSFERÊNCIA DE PROPRIEDADE DE VEÍCULO DE OUTRO ESTADO (2 OU 03

LETRAS).

5.1.

Finalidade:

 Registrar a mudança de propriedade com troca de UF.

5.2.

Documentos Necessários:

 Solicitação de Serviço;

 CRV original, devidamente preenchido, assinado pelo comprador, vendedor e datado, sem rasuras, emendas ou ressalvas. Com firma reconhecida por autenticidade, em se tratando

(31)

 Comprovação de poderes específicos (procuração pública), quando assinatura do vendedor não for do proprietário que consta no CRV;

 Reconhecimento da firma do tabelião (Sinal público), no caso de documento com reconhecimento de firma feito em outro Estado ou município;

 Licenciamento anual atualizado na origem ou comprovante de pagamento das taxas (com baixa em sistema);

 Lei que autorizou a venda do veículo, quando pertencente a órgão público e não tratar-se de leilão público;

 Cópia da Carteira de Identidade e do CPF ou CNH com foto ou outro documento reconhecido pelo DETRAN através de portaria própria;

 Comprovante de residência, nos termos do ITEM IV- 5, e obrigatório informar telefone para contato.

 Laudo de Vistoria original, realizado de acordo com o item V -1;

 Inclusão ou baixa de alienação reserva de domínio ou arrendamento mercantil: confirmar na tela (consulta ao Sistema Nacional de Gravame - SNG).

Quando for possível a confirmação, através do sistema RENAVAM, esta confirmação substitui as copias de pagamentos das taxas do DETRAN.

5.3.

Vendedor Pessoa Jurídica

 Cópia autenticada do Contrato Social atualizado ou outro documento equivalente constitutivo da empresa, conferindo poderes para o firmatário do CRV vender o veículo;  Certidão Negativa de Débitos – CND do INSS, quando vendido por valor igual ou superior

ao estabelecido em Instrução Normativa do INSS, atualizado periodicamente. Taxas a serem pagas:

 Emissão de CRV;

 Vistoria, ou autorização previa para laudo de ECV (cod. 189);  Lacre de placa e tarjeta;

 Autorização p/confecção de placas e tarjetas;

 Multa de recibo vencido (se reconhecido há mais de 30 dias)

Determinação Judicial: documento judicial que determine a venda do veículo: Decisão Judicial, Carta de Arrematação Judicial;

Doação Ente público: documento comprobatório da doação, com comprovação de que o signatário/doador possui poder para alienação de bens móveis

Doação Ente privado: Termo de doação registrado em cartório contendo as firmas reconhecidas por autenticidade do doador e donatário.

(32)

 Em se tratando de veículo aluguel, acrescentar os documentos conforme item 5 deste manual.

 Obs.: Quando o veículo for blindado, solicitar autorização da SESDEC para novo proprietário.

6.

MUDANÇA DE CATEGORIA DE PARTICULAR PARA ALUGUEL

6.1.

Finalidade:

 Registrar a alteração da classificação do veículo quanto à sua categoria por solicitação de seu proprietário, e a conseqüente emissão do Certificado de Registro de Veículo/CRV e Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo/CRLV.

6.2.

Documentos Necessários:

 Solicitação de Serviço;

 Certificado de Registro de Veículo (CRV) original;

 Laudo de Vistoria original, realizado de acordo com o item V -1;

 Inclusão ou baixa de alienação, reserva de domínio ou arrendamento mercantil: confirmar na tela (consulta ao Sistema Nacional de Gravame - SNG);

 Licenciamento anual atualizado (comprovação em sistema);

Quando for possível a confirmação, através do sistema RENAVAM, esta confirmação substitui as copias de pagamentos das taxas do DETRAN.

 Autorização da arrendadora no caso de veículo adquirido pelo sistema de Leasing,

Para veículos utilitários (caminhões, caminhonetes, reboque, semi-reboque): Autorização, emitida pelo órgão competente, a autorização devera estar no mesmo nome do proprietário do veiculo, e Registro Nacional de Transportador Rodoviário de Cargas (RNTRC) emitido pela ANTT, conforme portaria 011/2006 do DENATRAN;

6.3.

Para Ônibus: Autorização e concessão, emitida pelo órgão competente/prefeitura, para veículos de transporte municipal, e comprovante de inscrição na ANTT para veiculo de transporte interestadual e internacional de passageiros, exceto de transporte municipal e intermunicipal;

Para veículo táxi: Autorização e concessão municipal, a autorização devera estar no mesmo nome do proprietário do veiculo. Com marcação de opção de veículo táxi na realização do serviço.

6.4.

Para veículo de Transporte escolar:

a) Autorização e concessão municipal, Informando Veiculo Escolar, a autorização devera estar no mesmo nome do proprietário do veiculo;

(33)

c) Inclusão da observação “VEÍCULO ESCOLAR” no CRV (Tabela de exceção)

d) Expedição da Autorização para Transporte Escolar, com validade de 06 meses, após a expedição do CRV (modelo, anexo).

Taxas a serem pagas:  Emissão de CRV;

 Vistoria, ou autorização previa para laudo de ECV (cod. 189);  Lacre de placa e tarjeta;

 Autorização p/confecção de placas e tarjetas;

7.

MUDANCA DE CATEGORIA DE ALUGUEL PARA PARTICULAR.

7.1.

Finalidade:

 Registrar a alteração da classificação do veículo quanto à sua categoria por solicitação de seu proprietário, e a conseqüente emissão do Certificado de Registro de Veículo/CRV e Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo/CRLV

7.2.

Documentos Necessários:

 Solicitação de Serviço;

 Certificado de Registro de Veículo original;

 Laudo de Vistoria original, realizado de acordo com o item V -1;

 Inclusão ou baixa de alienação, reserva de domínio ou arrendamento mercantil: confirmar na tela (consulta ao Sistema Nacional de Gravame - SNG);

Autorização da Receita Federal para veículos dentro do prazo de incentivo fiscal; Licenciamento anual atualizado (comprovação em sistema).

Quando for possível a confirmação, através do sistema RENAVAM, esta confirmação substitui as copias de pagamentos das taxas do DETRAN.

8.

MUDANCA DE CATEGORIA DE PARTICULAR PARA APRENDIZAGEM OU DE APRENDIZAGEM PARA PARTICULAR.

8.1.

Finalidade:

 Registrar a alteração da classificação do veículo quanto à sua categoria por solicitação de seu proprietário, e a conseqüente emissão do Certificado de Registro de Veículo/CRV e Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo/CRLV.

Referências

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