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Programa de Mestrado e Doutorado em Administração - PMDA

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Programa de Mestrado e Doutorado em Administração -

PMDA

Mestrado em Administração

Disciplina: ANÁLISE INSTITUCIONAL E ORGANIZAÇÕES

Carga horária: 45 horas-aula – Créditos: 3

PROGRAMA DA DISCIPLINA

I. Objetivos

Nas últimas décadas a teoria institucional, em especial aquela de tradição sociológica, vem ocupando espaço crescente nos estudos organizacionais. Em suas proposições as idéias de sistemas de crenças e representações coletivas, de instituições e institucionalização, de isomorfismo e legitimidade, de estabilidade e mudança de padrões culturais são fundamentais para se entender o comportamento organizacional. Nesse contexto, destaque especial deve ser dado às diferentes concepções de instituições e institucionalização, bem como aos fenômenos de desinstitucionalização e reinstitucionalização. Desse modo, o objetivo geral desta disciplina é contribuir para o desenvolvimento do universo conceitual e da capacidade analítica dos participantes relativamente ao processo de estruturação organizacional, as razões pelas quais as organizações surgem, as formas que assumem e as estratégias que adotam, e as relações interorganizacionais. Em suma: a imersão social das organizações em um contexto institucionalizado.

II. Ementa

Origens da teoria institucional: ciência política, economia e sociologia. O velho e o novo institucionalismo: fases ou facetas. Desenvolvimento da teoria institucional na sociologia. A teoria institucional e o estudo das organizações. Racionalidade e sistemas socioculturais: concepções e controvérsias. Organizações como sistemas socioculturais. Imersão social das organizações: Estado, mercado, sociedade e cultura. Organizações e ambiente: ambiente técnico e institucional, níveis de análise, campo organizacional. Pilares institucionais: regulativo, normativo e cultural-cognitivo. Mecanismos isomórficos: coercitivo, normativo e mimético. Legitimidade, dominação e poder. Atores sociais, agência e instituições. Persistência e mudança

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2 | empreendedorismo institucional e institutional work. Institucionalização e mudança institucional. Lógica e complexidade institucional. Institucionalismo e política.

III. Metodologia

O programa será desenvolvido com base em aulas dialogadas, apresentações e debates. A interação e a troca de ideias entre os participantes da disciplina são consideradas especialmente relevantes. A cada aula serão discutidos os respectivos temas, que poderão ser articulados em atividades dirigidas.

Verificação de leituras: Para todas as aulas, os alunos, individualmente,

discorrerão acerca da leitura obrigatória indicada no plano de ensino. A atividade será realizada sempre no início de cada aula a partir de questões elaboradas pelo(s) docente(s). Não haverá possibilidade de consulta ao material durante essa atividade. Os trabalhos poderão ou não ser considerados válidos, a critério dos professores e de acordo com a qualidade das respostas apresentadas. Tarefas adicionais poderão ser solicitadas a qualquer tempo pelo(s) professor(es) no decorrer na disciplina.

Leituras e apresentação de textos: Para cada aula, espera-se que os alunos

façam a leitura prévia dos textos indicados, com prioridade para aqueles indicados como leitura obrigatória. A cada aula, um ou mais alunos poderá ser escolhido para apresentar e comentar os textos indicados como leitura recomendada. Cada apresentação deverá ter duração de até 15 minutos, devendo os responsáveis: (i) expor de maneira organizada os aspectos centrais do(s) texto(s) indicado(s); (ii) atender às questões orientadoras quando demandadas pelos professores; (iii) promover questionamentos que incentivem o debate em sala e, (iv) indicar pontos de reflexão referentes à associação do(s) texto(s) indicado(s) e o conteúdo da disciplina. Instruções mais detalhadas serão informadas no decorrer do curso.

Participação nos debates: A participação nos debates é critério de avaliação e

dela depende a qualidade da aula. Por isso, recomenda-se que os alunos venham preparados para a aula, munidos de questões provocativas acerca da leitura e que poderão ser utilizadas para o debate sobre o tema.

Presença: A presença nas aulas reflete o comprometimento do aluno com a

disciplina, além de ser fundamental para o bom andamento das leituras e atividades correspondentes às aulas. Ausências impactarão negativamente o desempenho e o conceito final na disciplina.

Ensaios, réplica e tréplica: Na metade e ao final da disciplina, os alunos deverão

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3 | posicionamento fundamentado acerca do tema escolhido. O ensaio, posteriormente, será alvo de réplica elaborada por outro aluno integrante da turma. Fechando o ciclo, a réplica retornará ao autor do ensaio que deverá redigir tréplica com base nos comentários recebidos e no posicionamento defendido no ensaio. A qualidade dos trabalhos levará em consideração a capacidade de o aluno incorporar e articular textos lidos nas aulas precedentes. O ensaio deverá ter entre 2500 a 3500 palavras. As réplicas e tréplicas deverão ter de 1500 a 2000 palavras. É desejável que se façam citações a textos indicados para a disciplina, os quais deverão estar referenciados ao final do trabalho (obs.: as referências não são contabilizadas na contagem de palavras dos trabalhos). Não haverá possibilidade de entrega após as datas indicadas.

Seminários: Em aulas específicas um ou mais alunos ficará responsável pela

apresentação de seminário temático. Cada apresentação deverá ter duração aproximada de 60 minutos, podendo variar em função das intervenções. O seminário deverá: (i) assegurar exposição organizada dos aspectos centrais do tema, consolidados a partir da literatura indicada no programa; (ii) promover questionamentos que incentivem o debate em sala e, (iii) indicar outros trabalhos de natureza teórico-empírica sobre o respectivo tema. Sempre que um grupo de alunos ficar responsável pelo seminário, outro grupo deverá trazer questões para serem debatidas ao longo da apresentação.

IV. Avaliação

A avaliação será realizada com base nos seguintes critérios: a) Presença em aula: (de -5 pontos a zero)

b) Contribuição aos debates, apresentação de textos e outras atividades em sala: até 10 pontos.

c) Verificação de leitura: até 15 pontos. d) Ensaio, réplica e tréplica: até 60 pontos. e) Seminários: até 15 pontos.

Não haverá atividade substitutiva para o caso de ausências em aulas com tarefas previamente designadas ao aluno.

Com relação aos trabalhos escritos e participação em aula, admite-se como sendo efetiva quando houver clareza na mensagem, expressando o entendimento de conceitos e sua articulação com ideias associadas à disciplina ou temas em questão. Além disso, quando indicar domínio, identificação de aspectos chaves e

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4 | capacidade de referenciar adequadamente outros textos, situações de aula, ou ainda, exemplos e ilustrações.

V. Bibliografia Básica

BERGER, P. L. e LUCKMANN, T. A Construção social da realidade. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

BERGER, P. L. Perspectivas sociológicas: uma visão humanística. 21 ed. Petrópolis; Vozes, 2000.

CAMPBELL, J. L. Institutional change and globalization. Princeton: Princeton University Press, 2004.

FLIGSTEIN, N.; McADAM, D. A theory of fields. Oxford: Oxford University Press, 2012.

GIDDENS, A. Dualidade da estrutura: agência e estrutura. Oeiras: Celta, 2000. GREENWOOD, R.; OLIVER, C; SAHLIN, K. SUDDABY, R. The Sage handbook of

organizational institutionalism. Thousand Oaks: Sage, 2008.

LAWRENCE, T. B.; SUDDABY, R.; LECA, B. (eds.). Institutional work: Actors and Agency in Institutional Studies. Cambridge: Cambridge University Press, 2009. POWELL, W. W. and DIMAGGIO, P. J. (Ed.) The new institutionalism in

organizational analysis. Chicago: The University of Chicago Press, 1991.

SCOTT, W. R. Institutions and organizations: ideas and interests. 3. ed. Thousand Oaks: Sage, 2008. Observação: há duas edições anteriores deste livro, cada uma delas menos elaborada/evoluída em relação à posterior: 1. ed. (1995) e 2. ed. (2001).

Bibliografia complementar - livros (não exaustiva)

ALDRICH, H. Organizations evolving. London: Sage, 1999.

BRINTON, M. C.; NEE, V. The new institutionalism in sociology. California: Stanford University Press, 1998.

BRUBAKER, R. The limits of rationality: an essay on the social and moral thought of Max Weber. London: Routledge, 1984.

CAMPBELL, J.; PEDERSEN, O. K. (Eds.). The rise of neoliberalism and

institutional analysis. New Jersey: Princeton University Press, 2001.

DAVIS, G. F.; McADAM, D.; SCOTT, W. R.; ZALD, M. N. Social movements and

organization theory. Cambridge: Cambridge University Press, 2005.

DEMERS, C. Organizational change theories: a synthesis. Los Angeles: Sage, 2007. FREIDSON, E. Professional powers: a study of the institutionalization of formal knowledge. Chicago: The University of Chicago Press, 1986.

FREIDSON, E. Professionalism, the third logic: on the practice of knowledge. Chicago: The University of Chicago Press, 2001.

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5 | FURUBOTN, E. G.; RICHTER, R. Institutions and economic theory: the

contribution of the new institutional economics. Ann Arbor: The University of Michigan Press, 2000.

GARDNER, H. A nova ciência da mente: uma história da revolução cognitiva. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 1996.

GIDDENS, A. A constituição da sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 1989. GIDDENS, A.; BECK, U.; LASH, S. Modernização reflexiva. São Paulo: Unesp, 1997.

GIDDENS, A.; TURNER, J. (Orgs.). Teoria social hoje. São Paulo: Editora UNESP, 1999.

HALL, P. A.; SOSKICE, D. M. (Eds.). Varieties of capitalism: the institutional foundations of comparative advantage. New York: Oxford University Press, 2001. HINNINGS, C. R.; GREENWOOD, R. The dynamics of strategic change. New York: Basil Blackwell, 1988.

HOFFMAN, A. J.; VENTRESCA, M. J. Organizations, policy, and the natural

environment: institutional and strategic perspectives. Stanford: Stanford University

Press, 2002.

LUHMANN, N. Social systems. Stanford: Stanford University Press, 1995.

MARCH, J. G.; SCHULZ, M.; ZHOU, X. The dynamics of rules: change in written organizational codes. Stanford: Stanford University Press, 2000.

MEYER, J. W.; SCOTT, W. R. (Eds.) Organizational environments: ritual and rationality. ed. rev. atual. London: Sage, 1992.

NORTH, D. C. Institutions, institutional change and economic performance. Cambridge: Cambridge University Press, 1990.

RUTHERFORD, M. Institutions in economics: the old and the new institutionalism. New York: Cambridge University Press, 1996.

SCOTT, W. R. and MEYER, J. W. Institutional environments and organizations. Thousands Oaks: Sage, 1994.

SCOTT, W. R.; CHRISTENSEN, S. (Eds.). The institutional construction of

organizations: international and longitudinal studies. London: Sage, 1995.

SCOTT, W. R.; RUEF, M.; MENDEL, P. J.; CARONNA, C. A. Institutional change

and healthcare organizations: from professional dominance to managed care.

Chicago: The University of Chicago Press, 2000.

TRICE, H. M.; BEYER, J. M. The cultures of work organizations. New York: Prentice Hall, 1993.

SELZNICK, P. Leadership in administration. Evanston: Row, Peterson and Company, 1957.

SELZNICK, P. TVA and the grass roots. New York: Harper & Row, 1966. SELZNICK, P. The moral commonwealth: social theory and the promise of community. Berkeley: University of California Press, 1992.

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6 | VIEIRA, M. M. F.; CARVALHO, C. A. Organizações, instituições e poder no

Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2003.

WEBER, M. Economia y sociedade. 6. ed. México: Fondo de Cultura Económica, 1983.

WEICK, K. Sensemaking in organizations. London: Sage, 1995

WEICK, K. E. Making sense of the organization. Malden: Blackwell Publishing, 2001.

WILLIAMSON, O. E. Markets and hierarchies. New York: Free Press, 1975. WILLIAMSON, O. E. The economic institutions of capitalism. New York: The Free Press, 1985.

Bibliografia complementar – artigos e capítulos de livros (não exaustiva)

ABRAHAMSON, E. Management fashion. Academy of Management Review, v. 21, n. 1, p. 254-285, 1996.

ALDRICH, H.; FIOL, C. M. Fools rush in? The institutional context of industry creation. Academy of Management Review, v. 19, n. 4, p. 645-670, 1994.

ALVESSON, M. Organization: from substance to image? Organization Studies, v. 11, n. 3, p. 373-394, 1990.

BARLEY, S. R.; TOLBERT, P. S. Institutionalization and structuration: studying the links between action and institution. Organization Studies, v. 18, n. 1, p. 93-117, 1997.

BARTUNEK, J. M. Changing interpretive schemes and organizational restructuring: an example of a religious order. Administrative Science Quarterly, v. 29, n. 3, p. 355-372, 1984.

BECK, U. Subpolitics: ecology and the disintegration of institutional power.

Organization & Environment, v. 10, n. 1, p. 52-65, 1997.

BECK, U. World risk society as cosmopolitan society? Ecological questions in a framework of manufactured uncertainties. Theory, Culture & Society, v. 13, n. 4, p. 1-32, 1996.

BECKERT, J. Agency, entrepreneurs, and institutional change: the role of strategic choice and institutionalized practices in organizations. Organization Studies, v. 20, n. 5, p. 777-799, 1999.

BECKERT, J. Institutional Isomorphism Revisited Convergence and Divergence in Institutional Change. Sociological Theory, v. 28, n. 2, 2010, p. 150-166.

BOWRING, M. A. De/constructing theory: a look at the institutional theory that positivism built. Journal of Management Inquiry, v. 9, n, 3, p. 258-270, 2000. BRINT, S.; KARABEL, J. Institutional origins and transformations: the case of American community colleges. In: Powell, W. W.; DiMaggio, P. J. (Ed.). The new

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7 |

institutionalism in organizational analysis. Chicago: The University of Chicago

Press, 1991, p. 337-360.

BROWN, A. Politics, symbolic action and myth making in pursuit of legitimacy.

Organization Studies, v. 15, n. 6, p. 861-878, 1994.

BURGELMAN, R. A. Corporate entrepreneurship and strategic management:

insights from a process study. Management Science, v. 29, n. 12, December, 1983. CALDAS, M. P.; VASCONCELOS, F. C. Ceremonial behavior in organizational

intervention: the case of ISO 9000 diffusion in Brazil. In: XXVI Encontro Anual da ANPAD (2002: Salvador). Anais eletrônicos. Salvador: ANPAD, 2002.

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Administração Contemporânea, Edição Especial, v. 8, p. 11-35, 2004.

COCHIA, C. B. R.; MACHADO-DA-SILVA, C. L. Ambiente, Interpretação e

Estratégia em Organizações Paranaenses dos Setores de Vestuário e de Alimentos.

Revista de Administração Contemporânea, v. 8, (Edição Especial), p. 11-35,

2004.

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DACIN, T.; GOODSTEIN, J.; SCOTT, W. R. Institutional theory and institutional change: introduction to the special research forum. Academy of Management

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DILL, W. R. Environment as an influence on managerial autonomy. Administrative

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(8)

8 | DIRSMITH, M.; TIMOTHY, F.; GUPTA, P. Institutional pressures and symbolic

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EMIRBAYER, M.; MISCHE, A. What is agency? The American Journal of

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embeddedness. American Journal of Sociology, v. 91, n. 3, p. 481-510, 1985. GREENWOOD, R.; HININGS, C. R Understanding radical organizational change: bringing together the old and the new institutionalism. Academy of Management

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HERACLEOUS, L.; HENDRY, J. Discourse and the study of organization: toward a structurational perspective. Human Relations, v. 53, n. 10, p. 1251-1286, 2000. HEUGENS, P. P. M. A. R; LANDER, M. W. Structure! Agency! (and other quarrels): a meta-analysis of institutional theories of organization. Academy of Management

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9 | HOLM, P. The dynamics of institutionalization: transformation processes in

Norwegian fisheries. Administrative Science Quarterly, 40, p. 398-422, 1995. HREBINIAK, L. G.; JOYCE, W. F. Organizational adaptation: strategic choice and environmental determinism. Administrative Science Quarterly, v. 30, n. 3, p. 336-349, 1985.

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JONES, G. R.; BUTLER, J. E. Managing internal corporate entrepreneurship: an agency theory perspective. Journal of Management, v. 18, n. 4, p. 733-749, 1992. LANE, C.; QUACK, S. The social dimensions of risk: bank financing of SMEs in Britain and Germany. Organization Studies, v. 20, n. 6, p. 987-1010, 1999. LAWRENCE, T. B. Institutional strategy. Journal of Management, v. 25, p. 161-188, March-April, 1999.

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MACHADO-DA-SILVA, C. L.; GUARIDO FILHO, E. R.; NASCIMENTO, M. R.;

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MACHADO-DA-SILVA, C. L.; GUARIDO FILHO, E. R.; ROSSONI, L. Campos

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MACHADO-DA-SILVA, C.L.; GONÇALVES, S. A. Mudança organizacional,

esquemas interpretativos e contexto institucional: dois casos ilustrativos. Revista de

(11)

11 | MARUCCI, J. C.; MACHADO-DA-SILVA, C. L. Análise da mudança do

posicionamento estratégico de bancos comerciais no Brasil. Revista de

Administração Mackenzie, v. 2, n. 2, p. 55-81, 2001.

MEYER, J. W.; JEPERSON, R. L. The “actors” of modern society: the cultural construction of social agency. Sociological Theory, v. 18, n. 1, p. 100-120, 2000. MEYER, J.; ROWAN, B. Institutionalized organizations: formal structure as myth and ceremony. American Journal of Sociology, v. 83, n. 2, p. 340-363, 1977.

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