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DIÁRIO DE NATAL 05.05.1947

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m M M S

mm

:Òffíàõ dos "Diários Associados" Fundado em IS de Setembro de 1939

NATAL — Segumla-feirat 5 d« Maio de 1947

( D * u m observador social) O velho ChurchilK

provi-Acn\ç

e corajoso, há mais dc iim ano que vem apontando o perigo da expansão comu-íiista, que não sc ctá pela for-ça das idéias, pcJa evolução social, pela convicção cioulri-nária, mas por u m a politica maquiavélica íeita dc golpes de força, de simulação e dis-simulação. Foi assim que no seu famoso discurso de Ful-ton, ele disse que de SUetin, n o Báltico, a Trieste, no Adriático, desceu uma corti-n a de ferro sobre o cocorti-nlicorti-necorti-n- j te europeu. E, por deiraz des. sa cortina, ficavam os prmei- ' pais centros da Europa

cen-tral, inteiramente isoladas;: do mundo e iniêiramento su-5 bordmadas ú ditadura sovié-;| tica. E mostrou então neces-J: sidade de uma politica de resuá guardo na Grécia, uma : v e i | quei bandos comunisías^ar^f mados tiveram a auciaciá;dei

chegar ás portas tis Aterias J

para golpe de m ã o dcriniüVõ® Tudo o que disse C h u r c h i i i | foi plenamente co!nprovadò;|Í E as nações que não queíramí? por ccnvenicneia poiiâca, ;di^

zer o que viam com.çar:rri;

então a dizer. E o mundo ês^í tá realmcn-e. tcm.mdo conhe-:: cimento dos processos usados: pela*~£erie®açãtrr ctóiunisia^

E foi justamente para servir

a essa penetração que o ca-marada . Moleiov, quer nas

conferencias preparatórias d;1 paz, quer na Conformai a de Paz, quer m s reun.òcs havi-das ultimamente cm Moscou, tem entravado, pov Uaici* cs

meios a seu alcance, as pos-sibilidades de uma paz iran-quila.

E o americano cf m çiui a ( sentir na pr< pria carne as c n sequencia;; dessa poliiica in.-ías^a. Não v só a U-imosi:* comunista no Oriente MucLo. n ã o é só o rcCurçamenlc) ds; cortina de aço cm torno d rs países da Europa" cenlral, é só a guerra na China, '-u u Politica da Core i ou, por fim. a politica de ocupação da Alemanha, mas a própria vi-da americana afeUvi-da na tu;: ordem social pelo in roiu^li-m e n l o ílo coroiu^li-munisroiu^li-mo na ori-entação de seu proletariado.

A i n d a agora o Senador de-mocrático James Es ti; nd. dis-cursando sebre programa do presidente Truman, aíirmou que a paz do mundo esíá sen-do ameaçada pela ditadura comunista da Uriiao Soviética, • como fora ameaçada pela d K

tadúra de Hitler. Para ele, .. . sé a politica expansionista da

•i;;:;>.ltòião Soviética não for de • fái6, barrada, u m a guerra en-yàiítré^a^IUissia ;e ;os Estados Uni.

acres» íl^lP o k tü^ 1 iih otii ò: — o !|ifpCTigo |qüeJnò^-;®;;omÔaça é o ^ ^ f í ^ õ à p c i 6/f n ah

mÊÈtammmrn ^ ^ *

WKiS^^KÊmÊmKM.

ANO VIII

PAUIS, 5 ÍIJ.IM — 1-lstn aberta a crise no gahineU» de roa!lsfu> d aKram;a. Os comunistas abandonarão o gahiiaeit\ em virfude de sua opo-sição ao voto de confiança governo pelo m\ Paul lia nnulier Jístan a rcaiiy.ar-se. no moas ro-to, intensas coincrsacoes políticas tios diversos grupos parlamentares. O voto de coníhuiça foi dado, ontem, por a M votas de Hocilb.tns e

caloií-í os progressitas.

a t i t u n k t>o í.:c};%skli í o

PAUIS, 5 (IU\> — Por íivberi King — A Assembléia Nacional aprovou o programa Ha-madier, a respeito dos falarios e preços. ICSí5 tie-putados comunistas ínram contrários ao voto de confiança solicitado peK> 1.° minis! ro

Em conseiuienc j \ o rÍ;.1 "itíip/íAíros

a>>ro-vou unta resoh";;\; j iv>s inem-Ur- s ^ ' ^v.M-.::-? f ^ c ccisnaiii os

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« tra o Partido

Comunis-ta para a sessão de niiui tfeira próxima. K a-creseentou que tomou essa deliberarão em virtude de lhe haver in-formado o desembar-í/í-dor Rocha Lagoa que já

encontrava em con-dições de prMeru- o seu voto. A sessão de «um-tr-íeirr seiT; ordinaria - torá inicio na hora ha-bitua 1.

RIO..5 ( M J — Abrin-loí Eleitoral, o ministro trados que havia marca do os trabalhos de;sábâ|j;Lafàyèttfc|gdó ;: Andrada do o reinicio do julga do do T r i b u n a l I S Ü J i é n ^ ô n i ^ mento do processo con

.Wl-R I O . 5 (Meridional) Um ] rs a tu ti no noticia qiit, iicis altas esferas poli Liças, tem-se como certo (jiie a semana

cor-rente marcará transfor-mações politicas impor-tantes, entre élas a sai-dn do Ministro da Jus-tiça, sr. Qssta Neto, a mudança dn direção do Loide e da Central, bem como cla possibilidade do sr. Bias Fortes ocu-par uma das pastas ci-vis. Também se fala que o sr. Otaeiiio Me-arão de Lima, que foi Ministro do Trabalho no 1.° Ministério do

ee-m^ê

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coriJcal Corei-i roa Aosocíddc;>'\ -v"co ti LI A G Hl P R O V I D O M A I S U M R E C U R S O D A S O F O S1CÕES D O l t í O C-. 1)0 NORTI-;

cxpan^ion;smo sovilmii-o. x-u* prí^cura ^lí este-ntior pelos povos rirganizadi-s parii

p]o'.ar-su tio mu;is vanlagfns. Ele: precisa m a n t w ^ e na Alo. mi nha, p.ira esgotá-la até os o«so.s. Ele precisa da Europa Central para, com suas ri-quezas o produções, abaste-cer o povo organizado

o i^obre. Ele prccísa oferceer paí to a OH seus imensos exér-citos. v a saLi^fu^r n t.oda*. aí ex vencias cie sua poli lie a tl<*

guerra. J

A p a v e r d a d e i r a imped rá Uh!o isr>o. A Rússia recolhida cm si mesma, amparada lã:» son^enle na inc ipucidade or-fanica do comunismo, nfr» tdrá, como rey'tne ciununístu, minto.tempo <kr vida. E' pre-èiSo;-:pbrUinto. para o cama-íaci a f Mol ot ov ; q i i é e à p i ri t o

ene i íi ••: pc n!iLré;j'.rí 6 ü ii

A S S U N Ç Ã O , 4 (U.F.) i o mesmo — Na qualidade de cu- .lui^.,; ; c l i c o u

declara-mandante em chefe, o çoes ioi;auladas no Rio «onerai Morinifío dir;- de Janeiro pelo

embai-fíiu uma proclamação ás xador paraguaio, de-Forças Armadas. E a- sautorizando o texto da firmou que a revolta de suposta carta redigida Concepcion constituo por Morinigc, que

a-um atentado inqttnlifica nunciava existir alguns vel contra a Republica, navios com armas no contra a economia na- Brasil.

cionol e contra a unida- G O V E R N I S T A S PA-de o o prestigio das mes- r A G ü A I O S

mas b orças Armadas. j^j j j

R I O , 5 (M.) — Noticiase A S S U N Ç Ã O , 5 (ÜP.) que chegaram aqui, pro-— Segundo o jornal 4ÍE1 cedente de Assunção,

PaiVV a aviácão tem ti- viajando em avião da do: um - papel >importan- Emprelsa Union Ail

te rias Jutas ricentóspa- Company, a qual opera ra debèlãr^álSéVõltài• ha no Paraguai o capitão pouco;sür^idafa^üitè:pa- Cabàlero Alvares, e o

r a i S è t e i f . t e n e n t e Ayala que A^êm: ü a i l l i l i i l i i g i l - ãô^Rio ém missãó iéâpe^ d i « ^ t ^ i s i i p ^ a i p ' íciâlidollgó^

il é M f é l ^ e M Í i ^ i ® l i a i M ^ ^ ^ M W i f t l ÊíWlÊíMÊ^

H i b t ;> víuj —

ses-são de sábado, do T.S.E. d professor Sá Filho re-latou mais um recurso

do Rio Grande do Nor-te, em que as Oposições Coligadas, pleiteavam a apuração da 2'J.a secção,

da 2.a zona, em NataL

a qual fora anulada pe-lo Regional daquele Es-tado, sob a alegação de incoiacirfcnciu.

O Tribunal deu-lhe provimento, para

man-dar que a urna seja rea-berta, a fim de serem separados os votos dos eleitores de outras

see-eòes.

L O N D R E S , 5 <Ui\)

— Em discurso que

pro-nunciou perante grande assistência do upc^rios,

comemoi^indo o Dia

Tra bailio, o sr. Aülee declarou, enlro cnúrns

coisas .o seguinte: %,

Ve-mo- n os o br i gac! os a f a-zor muitas coisas que nào sào populares mas, devemos ler sempre em mente os nossos ideais. A n a e ion a I i z n c o das industrias basieas, os planos de seguras

so-ciais, a divisão equitati-va cias riquesas e ou-tros são. apenas, meios cie alcaucar o nosso ob-jelivo (J:1 ej'iacâo de

uma *:eiodado de lio-(v mulÍK-res que

desín ilein de mais li-berdade o que pessnm ter melhor vida. lista-mos resoividos a empre-gar os imensos recursos da ciência para uso da humanidrde. os quais serão utilizados para o seu bem gemi, não para destruir o sim para edi-ficar. para edificar uma a! ta ci vi li zaeão."

A-.POSSE. DO GAL, G O I S I ^ N O :•• S E N A D O - ,„.:.

i l M i l f f f f i l i l fiSll iBiffliittlil de X l i i l

i l i l i f f l l i l i M l l B i l i f f l í M ü I MB - fil

(2)

'í-, / ' . * * . 11)11 MJN V-USMot Ano Si'iiuMr Alra/a<l A\ \\Ui) • I 11 « « •I » « • • »1 « • » • 11 * * « » ' • • • « • • • • • • • • • • • • I 4 • • • » » M 100, nu 'JIMiO 1.1)0 0.3U Sueurs-us: — Sc\K - «U; lirjirniMi J.UK, itra 7 de Abril, 241 São Pau)". — Serviços de Imprcn.

«a Lltln. Ed, Qdcon (saía 802), Ri» tio Janeiro,

— . . . ' . . .

-A itftiMX/cvüu (lo. -ATH-AYDE

os "D. A.")

Não se justifica a atitude de alguns deputa-dos quo assinalam o seu protesto contra a aposi-ção da imagem dc Cristo nas Assembléias Esta-duais. exigindo que ali se entronizem igualmente

bustos de Buda e Macmé.

Suponhamos que as três figuras de •fundado-res de religião se encontrem no mesmo plano, desoindo-.se o Cristo da sua divindade. «

Nem por isso seria lógica que a homenayem prestada aquele que, na crcmea da imensa maio-lia eles brasileiros, 6 o shnbjlo da Justiça, acar-retasse iu:cessar[arji<Mil.o idoniiro tributo aos 'íois outros.

AUmmhi ainda mie«• j v mun forma de doíumler U liberdade de consciência. Mas onde se viu que a mora presença de uma cruz, reverenciada pela coletividade i.aciona! de um país, possa ferir o toro intimo dt etu>m r.ão tenlui a mesma ie? Por r.caso, os ttrpuU.doí; <|iio imo acreditam sentirão algum ccmMran^imenío aos diieitos da sua cons-ciência, apenas porque no alto de uma parede está, pálido e exangue no madeiro do sacrifício, o Redentor da Humanidade? E não seria então maior constrangimento á consciência da maio-ria acompanhar o Cristo de duas figuras, que por mais respeitáveis que sejam, nada exprimem, do ponto de vista religioso, para a comunidade bra-sileira?

« • • « • »

Há um faio indestrutível que é o sentimento cristão do povo. Enquanto tal sentimento não desaparecer do coraçào da maioria, o anti-demo-cratico é impedir que ele se manifeste.

Não se pejam os chefes das maiores demo-cracias do mundo, um Itoosevelt, um Ciuirchill, um Attlee e um Truman. cm invocar as benções de "Deus e entregar o destino da patria á sua pro-teção,

.j

Abespinham-se, no entanto, uns pobres su-jeitos do Brasil, por propõe que um crucifixo, significando a dignidade do trabalho do legisla-dor. se alteie no muro de uma sala.. .

aJí oi'K&mi/udo pela lTuU

mi) Itrasiloira cie Avitu cIoit* ('ivís, foi a maior reunião de atro-nutitifc civf ate lioiij reidiiwula na América I.nlinu, com a presença i!e mais rir liiHI aviado-res. \ seguir, lev«» lu-íí.u Itourú a inru^u-r.n\.i- da BlStar"\

empre-sa de aviação com li-nhas rurais que se es» tendem daqui até Mato Grosso, Goiaz, Paraná e Minas. Falando por ecasiào da inauguração da <kSlar'\ o si. Assis

Chateaubriand disse, de. improviso, mais ou me-nos as seguintes pala-vras:

li-DESCEND, 1

R E V E I L L É .

uH á seis anos era o

sonl o, Poderemos dizer, corno Victor Hugo, que estamos hoje do outro

lado dele. E acordados pare uma confortadora realidade. Quem imagi-naria, quando o sr. Sa!-< gado Filho deu o toque de i c- v n u* p a r a a Campanha Nacional de Aviação, que dentro de São Paulo assistiríamos, volvido um sex tona to do inicio da jornada, tun espetáculo da mag-nitude do que nos

mos-Ï8S

interessante o cie maior utilidade, quo ainda se organizou na arou

pau-lista. A ouuoíiccio do dr-striu w«tá quase tormi-nneta cm São Paulo, pf-lo roçado. o trilho o a rodovia. Continua o rmu-Oft-s'! cia : ncorpora-ç;.n ao territorio ban-denrante das últimas glebas que restam por desbravar, na Alta Sò-rocabaria* e aqui mes-mo, nesta Noroeste, da qual Bauru é a cabeça* de ponte e Araçatiiba ponta de trilhos.

A "Star" vem part5

cipar da arrancada fi-nal. Ela se propõe con-tribuir para estabelecer' a ocupação do espaço, aéreo, servindo 'nas es-tradas do firmamento, tanto às grandes

rodo-fpotentos, c senpre to-j lados do sentido da hon éa catoniana, que obri-1

Ra o individuo a pagar o tributo ouo deve as s^u sangue ou ao s«.ui credor. Na hioótesc. o crcdor do filho cio por-tuguês ou de alemão é a terra. H á que desbra-vá-la. Eis o que explica, a presença na direção da "Star", como vende-dores de aeon mod ações celestes, do coronel Lu-, tz e do sr. Antonio de Moura Andrade, Qual-5

quer dos dois é um con-vite à ascenção à Via! Lactea.

Regresso da Europa -vias como-às linhas vi- decidido mais do que cinais. Trata-se da

mo-bilização de pequenas máquinas para fazer oi taxi no céu deste ser-; tão, nas suas noites de, luar, quando a onça, cô-< mo dizia >o poeta, esta-| ca, diante da pálida O-1 felifi, e entra logo a sus- (

pira:. ; Ccnno criaturas de;

sangue germânico e!

•nunca a batalhar como, soldado do governo do nosso país -e do presi-i dente de nossa Campa-•nha, o 'senador Salgado

íEilho, que é u m dos iio-| mens de mais desinte-ressado .patriotismo ides-í 'ta terra, pela causa doj

equipamento aeronáuti-co do iBrasil. Nosso che-fe Sc/, 'muito pela aviia-l>ortuguês, a tára do co-r .cão e fará: ainda mais.l nel.ÍAit'/ é a

necessida-de incurável necessida-de bater Irou São Paulo? 243 a- largos espaços vitais, viões civis, de aeroclu-1 ganhando-os, se -possi-bes c de pilotos particu-1 Vel, ou usurpando-os,

•SE UMA RESIDENCE

S U u a u a r*a A v . C a m p o s Sales, 40 me= í r o s d i s í a n i e s d a R u a J u n d i a y , c o m 2 saSas, ú q u a r t e s , 2 b a n h e i r a s , copa, c o s i n h a , dis-p e n s a terraço de frente, a m dis-p l o t e r r a ç o a t r a z , e u m a dcpeiidcncla c o m c ô m o d o s p a r a c r i a d a e a r r u m a ç ã o , c o n s t r u í d a recen-t e m e a recen-t c , e m recen-terreno a m p l o , recen-t o d o -murado. T » a t a r á R u a O c i d e n t a l , 461 —

Tele-fone.

19,:í. l i i h e i r a . I - X P O I Í l A D O k V A 1 ) 1 \ A R T H Al \ R Ï / . S. A .

ASSrMI11,f:i\ (ÍEKAI. i:\rU\riRDINAUlA i'iïJMr:ii-\ ro:>v<)('ACÀO De acordo com os artigos 1(5 o 17 dos nossos Estatutos, convidamos n todos os Sehhores acio-nistas a se reunirem em Assembléia Geral Éx-trnomlinaria no dia 2 de maio de 1947- em nossa Sede social, á rua Cel. Mnrtiniano. nèsta cidade>

lares, se deram "ren-de/.-vou:;", ontem e ho-je, em São Pedro, na estação termal dos y.rs. Antonio e Octávio M-ui-ra AndM-ui-rade, os d; is exiraordinarios anir: -dores da aviação civil em nosso país!

Somente nos Estados Unidos, eu vos afianço, íõra possível, nas "ra-ees" de Flórida, con-templarmos um cená-rio, como o que acabo de de admirar, cheio do uma férvida beatitude, ao constatar o rendi-mento e a utilidade que para o Brasil teve a

campanha iniciada pe-le nosso chefe, o ex-mi-nistro da Aeronáutica. Nem na Inglaterra a

a-viação civil desperta o entusiasmo que ela sus-cita no Brasil, e tam-pouco o seu parque r.e-ronnutivo de máquinas de vôo primário alinha a rica página d«) colori-do com que São Pedro i? São Paulo acabam de nos encantar. Esses dois rochedos da aviação ci-vil são os baluartes, em que ela descansa um momento, afim de em-preender novos e mais ousados "raids" para o

firmamento.

Os lideres da U.B.A. C., srs. Theodoro

Quar-tim Barbosa e Renato Ahrens deverão sentir-:

se ufanos pelos resulta-dos do "meeting" avia-torio, que tão tenaz-mente prepararam para este mcSj áò lado do sr. O c tav i o de Mòu ra An-drada.: : Nâd: é; tão teil/

como^èsüpiôejtrâzere agásálhârMttÊícanípo i

mmmmmmr^

se indisnensavel. Não! os podendo encher

t.o-'•»lmente- na terra, o tu-: itono e o alemão

lan-ooordenando os esfor-;

ços dos seus com pátrio-; tas, em favor de itimai sólida aviação militar,! 'cuio "btcksround" é e| não pode deixar de ser j a cor>sciencia aet?onáu-; tien dos brasileiros. Só; poderemos ser um alia-r

m

mesmo i t r u t t í f à l i M M queessaarcabouce uma s ê l i ^ à ^ t M i ü M politi-ca e Inilitár'. O pôVo qúè liderou a América Lati-na para a sua participa-ção ria guerra deve guardar a herança des-se principado cívico o m o r a l , continuando uma nação débil, des-provida de elementos afim de desempenhar no Atlântico Antártico o papel que lhe toca na defesa desse ponto do oceano, onde se joga a sorte da nossa sobera-nia.

Há uma paz, manca, frustra, precaria m a s que não deixa de ser uma paz.. A s aspirações de um dos nossos alia-dos, ma guerra passada, 'consistem em •tornár^de

novo o mundo incandes-cente, lançando-se à po* drtica da iprovocação. do ;

clesaf io, para, aleançàr I concessoesrsobi^eio.medo ; -•dos- outros •''partners"! .de um terceiro conmli-:

to mundial. . . j Não desejamos incen-j

diar o :mundoT nem dis-í

;pomos xle^recursos se-| quer potencias:para tal.í ï e m contudo' O' Brasil; b dever de cooperar^

mgmm

^ W Í s D t ^ M ^ M M ^ t e l ideia d è A ^ p ^ ^ í » c o m a q t i e l è s âeSòois^tíiÊi pelo/ seu procedííiteâ^, em amença á sobérárii a dos qutròs. Í!idisíK#.savi-l mot í;raj l!ies .que : Ê d f -motraeias 3iVrés ÉI;IU se

arrc ceiam tvo úraa nova guerra^ se íor; ^rt^ciso' íravé-la palia que o pla-neta viva, sem o temor dos perturbadores da

ordem jurídica a ONU se disnóé a nele

irhplantar.,

Livres somos e livres queremos continuar a sê-lo; e porque de.sfja-;mos conservar a

liberdade e ver respei-itada a nossa soberania, e toleradas nosser pró-prias maneiras do sor, deveremos estar

pron-tos para novos sacrifí-cios em favor da preser-vação da estrutura na-cional, na medida «las nossas possibilidades e íonergias.

O fato, que nos con-clama a não pouparmos suor em íavor da pre-paração das reservas aéreas dos brasileiros,

está em que até agora (Continua na Aa pagina) á / Prises ûmMcaafflntes(i)Que r*f;istam a possH>IHdatie; dt covTes, jr.cTîno nu wo de um KC-stg lhvuct>, OlUrtto*T>CU ufrroro. m, ntal(>r

VMH'A IN Uliti lKi I lu I) i I

^ " - • ,fV fly

À primnira visía/o nr>vr> C»illo!t^ TVC11 usKemelha^o ao? rintiftos upiwrt^'^

barbear. Mas, oxprviwnH-o î Ci.11 TECH otoveve maior piott>;;âo <híiU*:i cortes.., dUlende a pc:l<>f anso^uia

assim, um barbrur mais miuvo i* p^i-feito,,. impode a trepidação da Um-nu.,, nHo nrumiOa mpuma e sua lim-peza 6 feito m ds râjmiàrnenle!

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IJUÍOS. CiUi'Ui- TKCit JâvÀ-se < .»m ta:*iílilÊcU?. o ont» permit« fí:jít>i jjtii.îev 'ao tiaib&àr.

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(3)

A classe tios t o n i c r i i u r i o s . u n i a this i|iie payroll m u t u r tribu-t o íí d o e n ç a -• I m p o r tribu-t inicia tribu-t cipoiiimiilailc d o censo l o r ã •\it o m i e o S. S. C . está l e v a n t a n d o - Deficiência de a\m

rvlhniccm n o c o m b a l e n tuberculose - l í o c t j í c 1 1 í f j p W > í >

c leitos sanitários

RECIFE, Kl (Meridional) - de saúde. • V Serviços sociais, dc»!!na-Tclo menos quatro' tubérculo- .COMBATE A', DOENÇA ' dos a amparar o Uilx ivul. so tos morrem pjr din no Kcci-| A aparelhagem dp que po- a sua fain.li:. ei-m auxiiiu* íe, e novc'uu dez em todo o ;de dispor uma organização. monet&rios e mulenal do Estado. 'sanitaria para combater a 1U> qualquer natureza,

eduea:io-As classes quo maior con- bcrcutosc compõose de. diver, mil, ete tigente oferecem a essa cei- 'ses cios. que citaremos

su-fa permanente sâu a dos in- mariamente:

duslxiai-ios e a dos comercia-1 1) Dispensários, localiza- material e insluU«yãu, já con-fiou. Precisamente as mais dos nos postos de higiene estamos cm Pernambuco, com numerosas. Dai a oportunida- centros de saúde, desl nados 'pessoal habilitado para orga-d.« do censo toraxico que em à descoberta dos'doentes, tra- nizar e desenvolver qualquer

caíater sistemático o Servi- tainento, encaminhamento dc (campanha contra a

lubereu-ço Social do Comercio vai pro doentes, cuidados com oh ao- (lnsc. Isto nã0 quer di/.er.

jm-nuiver com âmbito nacional, munieantes, ccUiraçiio r vi- feilo, ínnciornriuo «Wi.la-í^ac, dcdnrijçócs rjue prei- - gilanòii- sanitaria!:;

teu entem á reportagem o ; 2) Sanatórios, para mierua-medieo Vicente Ferrer abor- mento dc dçtprminado:; csóüs.

Considerando adininistrati. vãmente os .1 ilcns de pessoa

Perdidos

Sc Achados

GRATIFICA-SE a quem j d ardi/ação rins rampanlia::, j rnrontrnu unia cadci-nela do

«.M a = ou^vw.^.- — v.. r — t — — ... kUAL.; — yuamo ao lunc o- (Jue não i^i-un mesini

rvali-,lesüa neste nica; [dartaçun rfn» rampanl.«:;, jrnrnntrnu uma cvlcmclu do naJÍ£m(, UlJ IoJuy,:o u.gíl0 Ua Om efe.lo. ha mais

« • l| -3) Abrigo?, rara os caros em centros dc aludo n.a.ores S-mliealo dos 1P6U<0>I» D i u d m,l ( po,. cxulupit). „ l>re. dc 15 mil candidates inwrihu

nlcs obtidos que, cm virtude d,» estado de [como os cursos num'.dos p-- Marmita Mrrcnulc c requis.- vilitn „ suU ;tlJ,OVoitamenlo nuB t.tmCur** d., UAI' em

e a morlali- evolução dn moléstia, pão con lu Departa.nenlo Nacional -lo d? du.s Ao am c.u.gos ^^ d„;. Millis. j u>dn p;ij/. A ,,r ,fu culosu varia siderados incuráveis; . (Sande, ou em oulros no «« L-vrlo Bra^-sr,.. ,>nrlrm.en. > Sl.a,lo q u, ÜS I l i n e t o. '.nuuerosn a.sin, ».TI»

Uioi os nui-i.v |'rs » -landir Lira. Kntrrfcar

As dificuldades qu» se nrsjna A<Iin'nifi'(ragão di> Merca-(Ccnlmua na • 4a parjina) Ido dtj Alcewm.

H O R A

S

fir*

S - c O M

mente capaeiMidoû a dcé-en-vclvürcin o:^ ÔCÜ:» ccnh^cim^n.

e <c identificarem tro^n dou-variai que&tõcs ligadas â^alnda su^cetivcis de cura cli- processus modernos de Mail- I incidência úd mulcstia neste nica;

lotado;

— 4,Os cocíicitnlcs

demonstraram q\i

il.de pcl-i tubereulose

il« acordo ccun as regiões do \ Prcvcntorios, para rcrw EMadü. Considcnuido a cias- ^Uiimcnlos dos filhos sadios siíicavâo ria mortalidade pela dc lubeixulosos;

lubercuiosc, dc menos dc 100 «bitos anuais para 100.000 h^ bitanlcs como moderada, de

100 a 200 obitos como íorlet

200 & 300 obitos muitos íor- ' tes., e aciina de 300 excossu vãmente forte, temos como exemplo da primeira Gara-nhuns, da segunda Vitoria e Limoeiro e da terceira Carua* ru\ Barreiros e Recife, dados estes obtidos quando coope-ramos na confecção de um trabalho do dra. Lessa de An*

drade. publicado . num dos arquivos de Higiene do Inte-rior.

Pode-se dizer sem receio dc .err^r que Pernambuco re-gistra cerca de 3.000 obitos anuais. Lembre-se que para cada óbito- existem 18 casos cl: nicos, dos quids 0 em evo-lução c 9 eslacicnurios.

Ainda c preciso notar que. : 4*Sravundo essas estatistiens, témos os seguinles latoi; a)

%

o - diagnostico da tuberculoso hos certificados de obitos ç frequentemente mascarado cem o de outras afecções put-menares; b) a tuberculose in* fantil é r<«r:menic diagnostica da. entre nós.

O coefich nt<í do H coifo, que ac av:»:nha de 300, é cer-ca de 3\',t majs elevado cie que o dos Estados Unidos nci iuicío do século atual; é

su-perior 5 voses encontrado jà há anos, rm cortas

regi-ões daquele pais, originando Jírovidcncias que fund^menta-ram posterior an ente as medi-das profilaíicus rm diversos países. • A Lendcncia ao declí-nio, da moléstia. entre nós c pouco acentuada em virlude dej estyr dipendindo, pralica itteiite, da melhoria das condições ciais;-, pois que a apârc!|jâgcin de que dispqu a

orsaiviz'.ÇHO • snnituria; '-única dc provocar 'baixng ac-.n tuada cin- poucos anos, è es-:

a, íiâo pènnítindo oílei-tfnçia, \ , . ^ ^ « í ^ f j i l

As^condições ; sociais cría-d^sylüfantb a ultlmu guerra inu^djal e^que se. vêm

acçn-tuando mesmo empois do seu i^nínio s(habitnção higiénica

dificíli-eV dispendiosa, êj^to* seth peias, «tihgihdo

âtírí sciis efeitos ; dtísfà^ràveiâ

il I s v o i: T o s u M A I A K II \ O , i I W Y A I . M .•::;('UN* íía:/. KK / \ t:N;;.\ S O C I I-i o m : - I-inr.s

A\. IViiim- ili* í «xi i', TM

B A R A L H O S 139

Uccobcu a

CASA CAIANA Hun Amaro lUirrclu

A 1 • E C K ! M

ao Presidente Ou tra a extinção do DASP

Segundo fomos informados. SUSPENSA DOS CON*

o'ministro da fazeiulu, tr, CURSOSt — A extinção d;; Corrêa e Castro enviará ao DASP, entretanto, debata Presidente Dutra, ainda cata }atrás de si a grande

interro-semana, uma nova exposição gnç&o; e os concursos? Será-) de- motivos, reiterando a

ne-cessidade da extinção do D. A.S.Pm por motivos de or-dem processual e Iccnictt. A nova exposição dc» motivos

realizados ou suspensos,

A nossa reporUgem não dispõe ainda de elementos para responder a pergunla. Isto porque no proprio DASP do Ministv o Corrêa e Castro ninguém cogita, piv.s. tile dc acordo ainda coin o que

nos iníorinnrain -- e iunça e

enumera d*dos n^.trei^aJites 1 preeni-ào tie devpoi»«:*. cim

justifjcaado. aquela medida. ericei ada pelo J-rc-ukn menlo de c:ncur»sos. Mas, len do em vi:;Ui p<j)ilk*a dr «••.mi DISTRIBUIÇÃO DO

PES-SOAL; — Quanto ao func o-naJismo du fyjuoso crgíio da

te Dulx*a, é de te aoraMar que não :a\i:un mesnu l'val

i-zados. Cs»m cfeilt», ha in;íi

w

mm

^mmmmMm mmmMM t * + Ivulo 011 vo Cnmfir^ ua MrannacÍi Ou/M qi

rn» srii c:nni âbo; v PRECISA-SE c o t n ^ prar uma geladeira, coiil refrigeradores, peque-na, Tratar pelo lelefoiió

I02D, das 0 ás 7 horas da mnnbri

V ' V | D a

/

S

narius encarreg'-dus propria-mente da Seleção e Aperfei-çoamento, serão encaixados no Ministério da Educação c Saúde, onde, foun;;ndo um or ^ão distinto» prosseguirão na

farofa de prescùtav elemen-tos hábeis e competentes pa-ra os cargos públicos.

As funções ' consideradas

(ando fíici&ntes serviços á AdmlnijtryçSo. bevia logico que o poverno. fugindo a di* rclrj/ fjnauceira que traçou, reali/ai-se os concursov^,- para dar üaü:»faç:io noy 15 mil bra :;ilrircs? 'JVida a Nação, fv tçs p"vso?u a^sun seria t.jjiumlia do esforço ingente trsbalhfsn, (h-juandaria nicio|(|0 presidente Dutra para con

ciuo de tralinlho exausUvu v. »;crtar finanças do p^is, do

ananiuizadas pela orgia gc-lulkinu. Se o proprio gover-no dfi tfio dignificante cxejii"

RINOS: — Decididamente, a ocasião não é pura gastos d^ prescindíveis serão includes tal natureza.

Principalmeu-carreiras extintas, ou cm te levando em conta qui» os permanentes, como

excedeu-.es da classe para supressão gradativa.

Das medidas tm apreço

<!c-t o seu relógio NORMA que - Jc<!c-ter-

Jcter-minèndo exatamente 4 função de cêdê

pêrceU do seu tempo - permite que

o sr, pojjj àproveitâ-io ao méximo, NORMA - relógio suíço de precisão

- com IS rubis - vem sendo util zido hi mêis de 80 anos, pelos que sabem . viver bem ês 24 horas do di*.

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•joitcrâ aprcciavel economia dos por pistolão" ou não, mas pura os cofres públicos, (que cm verdade eslâo

pres-C U R S O E U L E R

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E S C O L A DE E N C E N A R I A '

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Prcjjaram-sc candidatos para os

Concursos dc Admissão

Matriculas abertas até o dia 10 dc Maio,

á Rua João Pessoa, n.° 190

" B A S E A E 5 R E A D E N A T A L "

C H A M A D A DE CANDIDATOS A? E. T. AV.

• Os candidatos inscritos para o exame de se-Seção á matricula na E.T.ÀV. deverão compare-cer á Base Aérea dc Natal ás 00,00 horas do

pro-ximo.dia 12, afim dc serem submetidos ao rc-.{'crido.exame".

PEJlSiÜ KIIJEIUO POIITO — teu, I. G. Ajuduntc-Sccrelario Base

sairia altamente custosa pat-j os cofres da Nação imaterial do provas, honor!.rios de exa

minadores, exame medicur, v\0 j;, sacrifício, de

cstoicis-Imo, por que os 15 mil candi. SITUAÇÃO DOS INTE- jda;os não poderão da-lo tam

bem?

Sur.pensos, por ventura os concursos, <ka medida

imedia-ta seria a de se efetivar os interinos", em numero supe* rior a C mil, centenas d->s quais com .mais de tres anos de exercício, mas impossibi-litados de obter acesso ás cias ses superiores.

(Transcrito do "Diário d* Noite" de 15-4-1347)

r cargos públicos vsgos são

em numero reduzido. A maio-ria está preenchida por fun cionarios interinos,

nomea-1/ «MN V » % ( U > Avisam ao Comercio cm geral e á sua nu-merosa freguesia da Cidade e do Interior que, correspondendo aos justos anceios dos seus

cola-boradores, resolveram instituir do próximo mês

de maio cm diante, a "Semana ficando assim o horário do* sabados. alWtado,

obedecen-do ao único expediente da manha de íS ás 12,00 horas.

i

? e i o

O ROttTO pmssn-praça, perfumar as, for «Ha 110 para Bolem, desem-Çaidas: Ontem, pa>*a o nor ragens, artigos de mercearias br.rcaram

produtos químicos, bebidas | Do Rio: Carlos Antunes du te o cargueiro Cahi.

jLOIDE - BRASILEIRO — Os cargueiros Barbacena,

Incon-fidente, .estão .prestes m sair tecidos.de algodão,.carnes bo- Do Recife: Oito Schrcudurs, Machado,

úe Porto. .Alegre, com dosti- vinav campras de ar., pneu- Gerson Harrcp. Jorgií de Sou. Do Recife:

Aguinaldo..Al-no .âò^Aguinaldo..Al-norte. mancos,;louças em. geral..avu. Leão.e.Ernest Mart.n Gü-; Ò cargueiro Caxambu* jmuladorês. artigos de pape- s\n.

gou sexta-feira, desoinbaren- Aguinaldo AIvcr de Morais, ram: | Para o Riu: Calvino

roivi-Du Rii)i Luiz Paes Leme ja da Silva, Geraldo Seabra

em gerai, fslrumentos mu- Oliveira, .William Norman Sá» Olavo João Galvão, Ame- .da.Costa e Luiz Paes Leme sicais, peças de autcmovels, Sales e Zaira Barbalho. jrico Machado e Consianea Sá.

Para Recife: Nilo Frnrnan. De. correio deixou 500 kys., lemou 100.

Aqui nmbJU'car-m:

Paru Mossorô: José Rodol Irria, material de escritor.o.

i i M o ^ vçiuincs dè madeira, tiht9sr produtos

fítfmaceuti-feheg^ còs, moveis de ^madeira, arti- ?f o Fernandes, José do Coutd

^ M ^ S ^ i f í É S ^ ^ - g o s i i c ; ^ ^ Josá.MarceUno FiÜw S^^íSl^^i^qt^tb:^^ jJdà: Fernandes Oliveira, GR

Fernandes ÚàixèVin^ I

ves de Morais, José Pessoa. Leon Maryman, Ademar

.Me-deiros c Guilherme de Mo-rais.

Do Campina Grande: Lun i Frcuo, Francisco Farias.

Sò-nvPAnrscòEs

;rucLïCAS j Á Recobrdoria de Ronctaè

Uma arma esquecida

contra a tuberculose

Durante nno-5 e anos os médí* <<^s possuíram um sòro b^raío, pieventivo contra a tuberm-to.^e. que poderia ter salvo mi-lhares üe vidas. Leia, em Se-leções para Abi II, como este admirável sôro, que provou ser um preventivo altametUe eficaz na Noruega, Ru^ia, Di-namarca e outros países, está finahmMüe a tít apruVHe-üo rne^KM cfn toda

pM t<\ Cuínpi^ Sel€çó'.is intimo,

To/ribcm ictin nove» r»úm?ros COMO ESTIMULAR 0

TRAWtHS-DOft. n* r .'M,Mito íi Utjmçin, i » rou-íTi í «/«to r*, 'ic v i um CjlR.ri"r»j trx.it tHJfí.» que

,ntrm or -n.» e- p«cida^c — e i vr-r> pjoíluzir. Leia como A "tlii cí;^ i\ui:nular?tp" <*>VÍ uiiKi r^Mi.f^uiu

í^-?.' L l1l? >'• U - "iJC ciS I J « <>.« \ 1«i .s r>i-»i.» bc*r» u*-Co.-í tlti tn.Jiuí««. I ^fini íiíl'»,

nipijiio icMip", . n''» h> w % rt« ir^^^jivi < (»ino o pr»ç-i no piofiiU^.

MOZART, MENINO PROOÍGIX r i c e c ^plê-ar J3 . anos, tocava \-ioho-\ e hav^a rompnMo 9 4infon»aí e 9 peqii*-VA? C»P?| «Ü loi 1 UA^iCft InMoiH ri í v aa ü^ yiQi.trl, uiilnor iC'n'1 p »mçn*® ]'.cer,1<»V"(s. H^.X H * ». l\ 9 cyium no Püia^o. ^ÍV-ÔJ * n>o.icii icirtv?l p 0 CRUZEIRO 0A i M9RTE. 16 t»iHvi>- - cnii ios

emüarri-ram p-ii^ s ^ín vn\a p eltuUip^J ô* 11

iti? trers qu » "í tfto Í^lí e.^ta r.-miM^onAiitc i-.e!r'-iiiva

F5ia vi»6 m d-? di; s - mâxS do ví AM t jiij) üUU?-. íoitvo ti UrrojS!Vb> fiç^s^i.rúà».

V, mna <l.is m \rttpc> sSiOu^H..

1í'k hutcinu^ ÇLMIV Ví uus unir, \ pc» íisüd .ruo». \ } São ao todo lí) artigos

sanie.-i e eslírnvi 1 atáõÃ;; m uni

de bfinhò^lfóttf^o.; L vp e s, Fr a n - a rr ccad ou v m nbril: :

a- o. - o -o - •- ^ s

IMO ? J« -íí Í ^

(4)

0-W.iW SS? ^ ^ ^ ^ ^ p ^ A n t o i i i u Soares • • W i t Cu 11 I Vilar/pronrielnriü ^ » d e .

-cuLulo do ror AnUuu-s du St u»n.

-^ Jòâc Botelho,

funciona-do

BivÉUii-ift|uiò Ê^Ünôs> iDrôpríòthriò dâ liràpíéâa Saa Crislovaoj

des-ta capides-tal.

I ^ I M r a d a dc Ferro Ccn- I HOJE Grande do Norte. Jovens

l^^ll^senhor José Alvo» Severino fiamos dc

Olivci-Landim,r^J||aíiò:'da/Cateãrar ra» funcionário deste vespnv i ^ i e i t t t ò t ó dè relevo do cie- tino,

Bttdiorti

r Ííàir1 de Paiva Barreto,

es-Crianças

Maria Vitorio, {ilha do sr, Jose Ribeiro, rcsidenlo

nes-posa do sr. Durval Paiva Fi- ia capital.

lho, socio da firma Paiva &

Freire, desta capital.

Jorras

Francisco Alves da Costa,

auxiliar do comercio.

SmhorUts

Alaura dos Santos, filha do

— Zélia, fi Nia" do sr. Luiz Gonzaga Araujo o de sua es-posn d. Maria de Araujo.

t o chi e s m o moiliM itu p a r a IcíTtU.us c j a r d i n s CiMilorlavcis c o M j ô c x tie m o l a " P U O I l l I I / 1 e m u i t a s n o v i d a d e s i!a época V I S I T K U S I W S N ( ) \ ' A S K S l r ( J i ; S T I Y A S U n a r r r i Mfenc'iiilio, I I J . ! « R M W I R A

Cerca de três mil...

sr« Manoel Isaias <dos Santos mes Bezerra,

(Conclusão da 3." pngina) (^envolvimento dos «nleriorcs, apresentam s5o ins'.a!ayôrs K' descfcjjrradora a tdUiaçfr) insuficientes para a vast dão financeira <h> doente que tem Maria do Socorro, filha u 0 problema, e malcrial cscas. que abandonar as suas

fun-do sr, Arnalfun-do Rodrigues, |s o < Falta mesmo o de primei.\çfm9 em virludc da

trans-sargento do Exercito, e d e .r a necessidade, "indispensável mi^sibilidade da moléstia;

sua esposa, d. Marinete Go- *p a r a a descoberta rio doente

A V I S O

Os dispensários da capilal gento

Eva Maria, filha do sar ajnd a estão com o scrv:çy <ic

Osvaldo Gemes da Sil- c e n s o q u e s e destina á

deaco-A minha distinta cli-iva» e d e s u a c sP °s a d- 0 Ú C- ;rém, que se deixe de enviar

enteia faço ciente, q u e ,l c G o m< * Varela, residentes trangeiro. i I J _ • _ _ j 1 ____

^isBte-v?»

acabo de instalar o con-sultório dentário com Laboratorio organ isado âe Prótese com especia-lidade de Palacril, Pa-ladon e fundições em oufo Á Av. Duque de Caxias, 206 — 1.° An-dar. E X P E D I E N T E S : Diários Das 7 ás 11 c das 14 ás 18 horas. Preço ao alcance dc todos D i . Japiassú M E D I C O S

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'mmÊmmmmm

wmmsfflsmmí

nesta capital. ^ .berla dos lubewulosos na fa-— Aniversaria hoje a pe- ! s e inicial, ainda cursivo!, som

quena Elza. aluna do G i n a s o jíuncionai-, em virtude da au-N . S. das au-Neves, filha do sr. 'sencia dc aparcihsigem apro-Januncio Santa Rosa c dc p vir.da para

roetgcnfolo«ra-sua esposa d. Elódia Mene- f ia e reações de lubercul.nu.

zes Santa Rosa.

•I

M A C A R B A O

" R O Y A L "

Preço para o publico Cr.S 6.20 K.u

D E P O S I T O :

Av. Duque de C»xia«t 174

F O N E — JD55

Despista o tubcrculo^o, i\o meio (ia população, antes mesmo que ele síüb« que es-tá acometido cia moléstia, numa faso ainda reeui>ert»vc.1

com rrerjuencia 6 chefe de família com numerosos filhos menores o que não cnnía com u m serviço ancial que procu-re sanar o infnrlunio que de-sabou stbre d sou lar; sendo que, nas eonu:çòes atuais a organização ilo Estado nâo o permite amparar devidamen-te no tratamento da molés-tia.

•Concluímos: 1) a tubercu-lose ó, entre nós, do meidrn cia desolachra. E nos entris-tece termos que divulgar seus ei »eficiente* de

inoríali-Vende-so unia casa, com mercearia por preço de ocasi» fio u rua Santo Autonio, 782 á tratar na mesma cotri o Sr. Jose Lins.

V A C A R I A —Vende-se uma das melhores do Estado, dis-tando 6 quilómetros da ca-pital por preço de ocasião. O motivo da venda ó o proprie-tário ter que retirar-se do Estado, Tratar na A v . ltio Branco, íiíU.

P O R motivo dc mu<J; nça de ramo, vende-se um pe-queno negocio, sita ú Praça Gentil Ferreira. 1370,

' A tratar no mesmo»

OTIMOS q u a r t i l para ca-sais em casa dc família, Pe de .sc referencias. Ver o t n

CONTINUA...

dado, ombnra se do va ftutm para a coletividade, além do ^ i m , m-rque c» espanto t: a

beneficio fundamental da jeritieu ennamenle eoiicorr«- l a r tt R u a P r I | K, , ,a U ; i b L l ] 4 7 8

aphcaçao precoce das meca-^^o p. ,r n rullita sobro

das prufilatiicas. som as qua s u u;sunto,

de ferma alguma se obsiurâ.»

9 u m serviço de voetyinfoto- i . j •

exemplo, aqueles que Udam ' .U u u.e i s > r s t m.i s i m d ; i s |C ! K n K C A N O A S : Ven.len; se

com ifeneros ahmentieios. , , I. . , ,

-'IMPORTÂNCIA DA ROET» J°hS ? ? ^ n . n i , ^ ,

Cat-r p O T A T A ^ h n » l > "»tj-os vm;:is o Barracas pur pregos (Conclusão da pag.) dio Caio co sobrepuj pela contagem de Gx2. NOVA DERROTA DO B A N G U ' No campo do Bonsu cesso, jogaram Madu

reira e Banfíú, cabendo j" g e n f o t o g r â f i a

a vitoria ao primeiro N o c n t a n í 0 ( esfcim««

infm-peia contagem dc 4x2^ m a d e s qUÜ 0 D S P jfi (inc().

V E N D H = S E mondou siparolhagoin para

T r , rerlgen fotografia, .sufificnlv Um grupo dormitorio'p o n i os q u a l r o c,ntl.u;i ()o

dc imbuía com 10 peças 5;uu]c d a Ciipitíll.

Daremos um exemplo th s consequências da falta desse serviço: num ano, apesar doj esforços do pessoal especiali-zado nos dispensários de tu-berculose, eslanms apenas ma triculando 10'.;. do n r n mo aeonselhavet de Uibercukw.* para qni» se ribsin'vo a

encia ou declínio da moléstia, cunsidcrando como mm imo aconselhável ÎÎ Lubeirulo:u>s matriculados no aiio para ca-da oito ocorrido; porque sem

a aparelhagem mencionada, geralmente a quase totalida-de'das matriculas c efotuavi pela vinda eí-pentanca

os sucessos alcançados

neu-tros paises. 0 K s l a ( l ( J t u l ) l c J. q u aiq u u l

^ a v°al dade, ha no D ^ P e f d e n c i. , h l,b i v a d , ,n ç u

M O V E I S — Família que se V) E' dc todo impassível retira para o Sul tem paru com a aparelhagem que d is- vender por preços mc.dicos:

um dormilorio completo, uma

apl . m m m K I nucuus c, metano, cias

que se dedicam a

determina-das profissões, como por um serviço nas condiçòjs aeon 'spesas tlc nianutcnçào de

sala cie jantar, dois guardroupas e diversos moveis a-vulsos, Ver e tratar â rua Vigário Bartolomeu, ÜÍO.

LONAS, MAQUINAS

SIN-^jmmwmmmms

mtÊÊtÈttr'

completas. Um grupo de sala de jantar

com-pleto com 12 peças dc imbuía. Um grupo de saJa dc visita com 5 pe-cas (poltronas forradas com damasco dc primei-ra qualidade. Dois 12) fi-nos bersos de imbuia ti-üo grande. T r a t a r á Avenida Afonso Pena, 741). CORINTIANS, 10 — MONTAGEM, 1 No feriado dc quinta-feira, ultima, defronta-ram-se no campo das Rocas as equipes juve-nis do Montagem e do Corintians. Foi vence-dor o Corintians, pelo placard arrazador de 10x1, tendo formado com o seguinte quadro: Rivaldo. Juvenal, Neco, Vavá. Chapa. Dedeu, As sis, Valter, Bill, Bebé e Moacir.

: Marcaram nara o ven-cedor, Bill 3, Bebe, 2 Val ter, 2 Juvenal 2 e Moa-cir 1. • . - • . . ; . • •GflANÔE OPORTUNIDADE ISV^hâem-Se: • 1 Escritorío dè ^èireSéntácõès e Comissões tés moveis\ f t do

problemas de grande gravida-de lambem se apresentam; e somente uma eoc.pernçfm ad".

baratas. Vendem-se lambem Maquinas Singer» Geladei-ras, e Canoas dc jorro e ma-quada c ínlelifícnte enlre as.diíiras, tudo barato. A tra-ujiidades e:a .<!ual o nacional lar na Agencia Informadora

poderá «radnlivàmoiue aí ih- Potyguar, Rua Frei Migucii-f j r <i nível de recursos. qm\

rievidanunte dislribuidos e nianlidos, conseguirão ' a vi-toria stibre esso flagelo, quc%

nao é só tlt1 [Vrnambuco, mas

de |ni!,> o Bra:.ir\ nho, 24.. Telefono, 163ü, V. S. precisa tlc um 1 AUTO DE P R A Ç A ? ; Telefone para lí)-í)7 s Praça do Alecrim !

CLASSIFICADO...

ifJonUnsHo da 5!> pag.)

tle lu!a, Ubamna 6 en-ciirrogado du cobrar um hands proximo à gran-de. Dexíere o meia ru-Uvo um sliool rasteiro que depois do tocar num defensor do Treze

j vai ao fundo das rêdes,

tuberculoso" à7\ÍÍspa.'::ario'! í ^ j 0 , , c : i n t, ° d i r e i t o . E r a O l .u goal dos

natalen-so-j,

' bürèáu

mm

MMmSMmÊÊmÊ

quando ele mesmo está conhe cedor do seu estado. Mr.s ele devia ser "pescado*1 no meio

da populaçào sadia, numa fase em que o diagnostico consUtue para o doente, uma surpresa, i m s com diagnosti-co favorável, pelo tratamon-,

to a que vai ser submetido,

PROBLEMA DO LEITO

Os leitos sanatoriais de qtta dispõe o Estado não atingem em numero, 20% do mínimo aconSslhavèl, sendo o mini? m o acònsèlhavel 1 leito por pbitoV Assim, são êncnmihhà-dos pará os léitds sánatcriais, àô/íirivés> de cákos ainda trà*

Aos 3*5 Juinutos, avan-çam os americanos pela direita, Pernambuco centra para a esquerda e dentro da grande área Tico tenta controlar o b a l ã o quando surge, G o r d o e p r a t i c a violento foul no

pon-teiro. rubro. O j u i z marca o penalty contra o que se insurge o qua-dro do Treze recusando a;; prosseguir o jogo./:

: Pérsíâtihdò-o qúüdrò v i s i t a n t e ^

i á b üèáSÍàsMfieá^

ram CavuJa, Geraldo, Nonato, VJniani, Tico.

No quadro do Treze destacaram-se Martelo o Lula, na defesa, o Er-cílio, Esmeraldo e Bu» arque, no ataque.

OS QUADROS

A M E R I C A — Caçula — Geraldo e João

Au-gusto (Leonidas); Nona-to, Piancó (Reinaldo) e Ernâni; Vavá (Xavier), Renato (Vavá)

Pernam-buco, Xavier (Ubarana) c Tico.

Treze — Gordo — Clóvis e Martelo, Lula, Zépequerio e Totota; Nequinho, Peracio Bu-arque, Esmeraldo e Er-cílio,

o J U I Z

Cumpriu boa- atuação p; juiz Léon Markfnarw

da F PiD i Tivemosv dú^ s p á s ^ Ê é s t a ^ à m ^ i á ^

víiyiiu « sun'i^sArin a co)abi>-i-iii,-i»> (]<>h "vidi' ics tlrst'i nho • ciflos". Qui» ío iionlui <i(! ta-ilo os mi injusliiii'ïivuL «uniu ilo rádio, pMo hhíuüs. « no

l'onfjamnrf,

- - rindolui — o Ri»ITi ütMii sõi-tr, i»,4«rá uuvatnrnti», üiii.iüliâ, ci s VXN). na onda citi Kílilin i, I'^so Hjtdiu-Tc

Ivo HoIamp;iyi). priinn'inio ({inii-u«i> cM-liiMvn il.i CJIÍP Miiiu, vi'in sy innintido um exeeJonte e iiKvadavel

prn-® « É É 1 Í

li'. .»'I • V 'iw].»i»:i i-ptirliva Itt.Oft — ViUcIii-M Mcdriros líi.ao — N«ti(iiã'Ho

Radibiô-nica da Agenda Nacional 1§®|8 20.Ü0 -- l'imontoi c sua Or- ( t f

« m i l 1 « qu ostra 20.25 — Joîio Dnnii'isio 1 — Violonista Gil Cnr-be s a ' 21.30 ~ Grnvnçõrs

2i.4:i — "Resenha de Noti' cuw do »la- — SEPÀN 2::.oa — Prefixo —

Knccrrt-^ mento* • Knccrrt-^ Knccrrt-^ S á í Knccrrt-^ S S l S

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F A Ç A SEU APEUKTIVO COM

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Constituo uma garantia ao comerciante e satisfação ao consumidor

S I N D I C A T O D O C O M E R C I O

V A R E J I S T A DE NATAL

\SHEM ÏÏLftlA G E R A L EXTKAORD1NARIA Em 1." e ( onv<M iu;ão

Esto Sindicato convida os seus associados, nira tomarem parte na Assembléia Geral Extra->rdinaria a realizar-se, em sua sede social, à Av. Tavares de Lira — 96 1.° andar, nesta Cidade

•m l.a e 2,a convocação, ás 20 horas do mesmo

lia, afim de tratar de assuntos de interesse da jlasse.

Natal, 2 de Maio de 1947. -, ' 3 * Jessé Pinto Freire

Presiden te

L ' a u t r e coté du réve

(Conclusão da 2il pag.)

3S caminhos da consoli-dação da paz sè acham

>bstruidos. O espirito de mutua cooperação e lolerancia é sabotado por forças que expri-mem os mesmos princi-")ios que as Nações Uni-das derrotaram na guer :-a de 39-45. Na Europa Central e Oriental se formou um bioco, cu jo orograma consiste na expansão da influencia do grande Eslado que o dirige, embora e;;sn ex-oansão venha a conten-der de chapa com os orincipios de liberdade, em que se fundou a

úl-tima cruzada.

E' o mesmo fundo de-mocrático da vitoria há pouco alcançada que nos impõe o dever de defendòr-lhe os frutos, na paz, com o mesmo ar-dor com-que baluarta-mos, na luta armada, os principios do governo livre. Os árbitros dos destinos humanos só po-dem ser as nações li-vres os Estados que re-conhecem 0 direito aos oütros Estados viverem à süa prõòíià^íYidàiídê^ déi dos: éêus^mòdõs de:

O sistema politico e eco-nômico, que não for baseado nos regimes de livre empresa, do soci-al-capitaiismo e do go-verno representativo,, é de essencia totalitaria. Consentir que ele se

a-lastre é ato de suicidio. Assim como, desde 1938 os "Diários Associados" começaram a mobiliza-ção do poder aeronáuti-co para enfrentar os ris-cos da guerra que vi-mos aproximar-se, em

1947 não pretendemos abandonar o programa-do há 9 anos passaprograma-dos.: As mesmas inelutáveis necessidades nos obri? gam a insistir no

desen-volvimento do poder ae-ronáutico do Erasili co-mo uma das pedras an-gulares da sua ihdepén?v

dencia politica é do nos* so prestigio, áo lado dò^ aliados, com quem fpr^: mamos para defesa tlít oaz e segürançá do mâfe: atlântico. i « T A L ÍI A R Iiftl ; ^

w+m^míSÊm

Preço — C i f l l S S K , ^ : D E P O S 1 Ã O i O i í S * » * p Í M f l § » - M ^ f e ^ i

(5)

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P»ill8ft§» II§8fti§Ét.

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i^e cwiira uai

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do, o Treze

nunpida aos 33 minutos da 2o. tempo--0s autores

dos tentos-0 juiz-Outros Maltes

i l É M b l ^ m i

I I '

Não teve o final que ? que decidindo, ainda I rana, sendo que no

pri-sc esperava o segundo dentro das leis do fute- meiro tempo |oão Au-jogo entre o. America ^c joI, desclassificou o gusto íôra substituído o iireze, em disputa da i' r e z e , considerando por Leonidas,

taça "Cidade de iMatal". vencedor do jogo ao Ha inteiro domínio Faltando 12 minutos [quadro do América. Idos rubros e poucos são

para o seu término a 3 J O G O os ataque dos visitantes

partida-que ontem dis- O desenrolar do jogo, c u .j a. preocupação é tavam paraibanos e na-j JOT sua vez, deixou a manter a vantagem con talenscs íoi mterrom-j Jesejar, não se eornpa- seguida no primeiro pida sem. que tivesse) ando no de quinta-fej- tempo,

:a ultima. Logo aos 4 minutos Po de-sc di/er aiiü a ! . , )artida teve duas Une*} ( C c n h m" "«

V primeini favoravel os paraibanos que, gra-' as à sua melhor con-iuta, se avantajaram io marcador por 2x0. A

egunda fase pertenceu 10 America c o onze

vi-imante apenas limitou-c a deliMu\ov limitou-como que entjimlfi gurantir ;i yan-agom cojKscLíiuda no 11 iííHMrO IciDpn.

Ao ser marcado ô pr-íalty que motivou a la-nentavel atitude do Preze, a contagem era Je 2x1 em favor do

qua-Iro paraibano. Francamoni e, preten- OS TICNTOS

der nno reconhecer a O jogo teve início ns extsteucin do penalty 15,45, com a saida dos no caso do estúpido fouí paraibanos, que vâo ao

n o i t o g o

B O T A F O G O — Ari/:,Miícâineriác.--Vcdnse&

M i

mais prosseguimento. E o responsável por ta) situaçao i'oi o quadro visitante, que, com a ati

tude que ontem tomou,

veiu empanar todo o

brilho do Torneio do Nordeste.

Gesto anti-esportivo teve ainda a agravá-lo

o-fato de que nenhuma

razão assistia ao Trezt para que assim

proeos-desse. Punido legal v

justamente com uni

pr-nalty, entenderam

jus-tamente ao contrário, recusando disputar os 12 minutos restantes da luta. \ R I O , 5 (Meridional) — Iniciando a quarta

rodada do Torneio Mu-nicipal, foram .realiza-dos na noite de ante-ontem dois jogos. O principal deles, entre o Botafogo e o São Cris-tovão, foi disputado no campo do Vasco, sob a arbitragem de Mario Viana.

A peleja terminou empatada de 0x0 e os dois quadros jogaram assim Formados:

Gerson e Sarno; Rubi-, impOr-seao Bonsucesso nho, Nilton e Juvenal;

Nilo, Santo Cristo, Otá-vio, Geninho e Isaltino.

S. CRISTOVAO — Louro," Mundinho e Pe-lado; índio, Emanuel o Souza; Cielinho Neca, Bidon, I^estor e Maga-lhães. VITORIA DO FLU" MtNENST-! O seg.indo encontro pela contagem de 3x0,; goal de Simões (2) e A S U R P R E S A DO M U N I C I P A L A «primeira e grande surpresa do Torneio Municipal verificou-se no jogo Canto do .Rio x Flamengf, realizada on-tem em São Januário.

Nesse encontro, o grê -mio niteroiense alca^. roaii'/.ado no ostAdio dejçou .brilhante Iriiinln Caio Marlins, onde o I pel;i contagem'do Mxl.'

minou corri a vantagem do F l á m é i f i g o ^ W i W ^ . goal ;dé Vevc^Nálgase final, ò Canto .dÒjRioíiis-sinalou trer. tentos do autoria de Noronha (2» c Pascoal, de penalty.

O quadro do

.Flamen-go atuou, comjbleto, in-clusive com Biguá, Zi zinho c Jâir.

O VASCO CONTINUA

VENCENDO

Em Niterói, n^ está-rfnnüniia ca 4.» Pi*.>'

e agressão sofridos por Tico é querer demais. Imagine-se que o juiz ainda foi complacente, permitindo a permanên-cia de Gordo em campo.

E' que se não viu o soco

aplicado pelo goleiro do Treze no ponteiro esquerdo do América como afirmaram diver-sas pessoas que esta-vam por traz da met* ocupada por Gordo, ob-servou claramente, co-mo todos que estavam no estádio, a existencia clara e indiscutivel da penalidade.

O que antes competia à equipe do Treze era a catar a decisão do juiz e não querer dissimu-lar, com protestos injus-tificáveis, a gravidade da falta cometida. Er-rou, portaníD. a direção do Treze em adotar a atitude provocada por seus jogadores contra a

itaque sem resultado.

\ov IS minutos, numa

nvestida pela esquerda Srcilio arremata a goal ? Caçula defende lar-'

fando o balão. João

Au-gusto tenta aliviar a .rea com um shoot fra-:o oferecendo ensejo a 3uarque para assinalar

) primeiro tento da tar-je. Acs 36 minutos,

no-vamente Ercílio avançr )ela esquerda "e centra perigosamente. Vários Uacantes do Treze car-regam . sobro o goleiro, sondo marcado o 2."

ai dos paraibanos. E embora se ofereces-sem excelentes oportu-nidades aos atacantes rubros para vasarem a meta paraibana, termi-na o primeiro tempo acusando o placard 2;<0

favoravel ao Treze.

Para a fase comple-mentar o America faz duas substituições, de iSrW l i i P Ä

aM^.

W i

M B H T • É l I g M i S I

falta assinalada p^lo! Piancó e Renato, pelo mediador da partida, médio Reinaldo e

Uba-Valiosa c o o p e r a ç ã o

prestada pelo Alecrim

ao quadro do América

y J á nos referimos aquilgou a entrar cm

enten-^ dificuldades com que dimentos com as dire-ções de alguns co-ir-mãos. Vários elementos, mesmo do ABC, foram postos à sua disposição mas não sendo possível àqueles mais visados submeterem-se ao regi-me de preparo imposto por Acosta, procurou a direção d o : América [o cbhéur^o do;: Alecrim, éheor: tráhdo ? dà; pattò

^üisi d i n ^ ^

ár, i p ô o ^ e ^ ç â o I l Ê ^ m és té í p aMi c lilir ^é-j tis tb ^

V--..VNS-- ^ATT-íivN^ têm lutado Os

dirigen-tes :dò América na

or-ganização da ; equipe qüé ^stá disputando os jojgòs finais dò Torneio V . P i ^ a ä ö i i d e inicio do

çonòilrso do sêu i méiá e l ^ u l p d a i V i i n a B ® föi

>pèlo /Esporte

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uma única ap;kacão da

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Quem poderá negnr íjue as baratas merecem tí pena de morte Como c repugnante o seu contata).«. Quuiitos prejuízos causam nos ali-mentos!... Inimigas declaradas da higiene do seu lar» as baratas devem ser exterminu-d*s de uma VEZ para sempre. Agora isto se tornou muito fácil, com DETEFÒN - O pode-roso inseticida líquido, à basedeD.D.T. Sua aplicação é diferente e seu efeito extraordi-nário. Pulverise DETF.FÒN, corn as bòmbus comuns, no interior dos armários e guarda-comidas; rias paredes; portas, janelas e tudòs os recantos do seu lar. Ba9ta ümi\ aplicaçao: bem-feita por més-pará DETEFÒN-mátári to-' dos os dias, não só as baratas como as mo

pulgas; traças,fperlèjósi^>Éfabsolutamènte^

inofensivo aòKòmèm^ rende mtti toí > porque^sô ^ u ^ l ü ^ a l v è ^ • • 4 « • • * • * • • T S T A B F L E C A U M C O R D Ã O D E I S O L A M E N T O

A|»1!nuR l>KTS«;rOM ctp :ir/ir<to rnin a-í Uh-IfilV^rH t'SCtil W HU laKu l'i'VÜ ílit1* bí-lis

vl-klúlilts l.unUi'in lniiii»i/;iti'iii us Hiiu% Vôiii 1MM KHÍN. IMÚIJVII^M,. »nshil,' um vVViiiMh ini )«(:uhíílw IW i^olftnuMtt«1*

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Referências

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