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DIÁRIO DE NATAL 18.04.1947

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O r g a o d o s " D i á r i o s A s s o c i a d o s " F u n d a d o em 18 de Setembro de 1939

ANO VIU — N A T A L — Sexta-feira, 18 d© Abril de 1947 N* M 7 0

rei a as

organi-materialista

Veemente condenacão de 0. Jaime Camara á

1

nista

"--Abandono das tradições cristãs-Fanatlsmo conduzido

O arcebispo ua Iii« il:- J:»- se neste moini'iilu contra o JH'iro. cnrrlcul Iîmtds

Cuma-v { f n l a n ^ > á imprimai so-b r e i» atiTVidu ;irci;n ív:i 'los

n ^ m l e s sovióíic-os no lirusil <lc ury:m i/arem >\ mocidade cm centros bulcn^v^ía^, tnins miliu a palnvra «1:i l y r r j a so-bre ci as.-unto que e.ilii apai-xonuiulo a i.pinjûo ch; lodu o pais.

Wa verdade, ela nfm ]><:<! n m;m ler-se síIcmch^íi c ra-n h a a ura-ni dt-bair ra-nuc iiiUíci>-f:a viUilinente â Mia n r x ;V\ C'abr-Ihu enmn /'i;ia mi tíran-dc niaioria do novo bra.-aU-j-ro, defender a.s Iradi^n s rs j ii ri i il a ih pa n*r;j$ r;-J itj;i.;

h r u í u l n c n l c iih ; enun-cio:* <|Ue, ás nj <]i ir; r p u hpcndiu tjo Kc ni.nîri i;r <

m-p j v i t a n u n a de .11 ii ;<;âo rln m'U niais p n n o M i pa'rwsii i]Uu c a ji'vcul nui .

J'or is.so. nah.vra d<- Sun ISni meneia ó n-ei-bum v o

aeaiainrnV1 e u de

«pie é niereec dn»-;i «-.â.» p-nl«-il*-ixr de h r nu:.:- .ni.ida J « jx'i ru.:;;:!!? n- ;neic;s que

devi :u P.ju.ir u i ; ; r ; v i a a;; nirdulas n-:ees: ar;. ^ para

JU'iiî v:.\ i/ar a ár» iiud.ieo dn :>i\ Prestes.

o eariîr ri] c 'aniara M11 a JtiaiuJ d.: I • <1

ti.-s-Kiarîi^. ijin< pruLili acnnli-crr a um povu ê a i onJe>c\ iKîmeia com us p ^ n ^ i » (pu r. t c*j -t a i n . O cumuiuM,)') é 'jmi de-Ji'S e força Ó r e c e n i v e e r que sal) a falia a le y • c fi : i du ivs-peUo aos pi inc.p.os da < le

mu-c o i d

K U

-crucia, lemos cendidu com ele,

Deixamos que a peste

viétiea su d o e n v o l v e s s e a ponto de eunrMUur hoje não só uniu g r a v e ameaça á in-dependência de n< ssu pais co-m o da própria A co-m é r i c a , Não vimos os agonies v e r m e l h o s no Brasil se- dirigirem a en-tidades de outres países ame-ricanos para ineilá-los a

lu-tar contra os Estudos Unidos?

N ã o é de toííes os dias u ridi-cula a t i t u d e do s r . Prestes,

dando-se ares de importaneia, B ü U l e s*

ao t e l e g r a f a r a chefes de Es-tado deste h e m i s f e r i o Jazen-do reclamações om prol de c e l e r a d os da sua

envergadu-ra que nos seus países desem-p e n h a m o m e s m o desem-padesem-pel q u e

ele t e m aqui de traidores da n a ç ã o a serviço de u m a cau-sa e s t r a n g e i r a ? E* t e m p o d e a b r i r m o s os o l h os p a r a e n x e r g a r a realid a realid e e m torealida a s u a p l e n i t u -d e .

T e m o s dentro* das nossas f r o n t e i r a s u m a quinta-colu-n a agiquinta-colu-ndo com iquinta-colu-nteira liber-dade n a a r r e g u n e n t a ç a o do

eomanísmu. levada pelo tinto de defesa das suas ins-titujçòes democráticas. Ain-da untem, vimos como os

jor-nais argentinos de maior pro* jeçâo e mais ligados â silua-çây dominante, c l a m a v a m contra oe» v e n u e l h o s que no

viz>nho pais se a g r u p a m c a r r e ^ i m e n t a n : st.b a direçâíj de Museou.

P o r toda a p u l e , os comu-nisias são força«í nn! inacionais e nesle e u n t i n e n l e t a m -bém anli-auKMieanas.

A c a m p a n h a que desenvol cm prrsonlenienle. contra os K^ladoi; Unidos <• o preside

ti-!e Truni" n di\^eoljriu o seu

hipócrita, nu»s|rando ipial ó a sua f = nai n l c u i i o < »r^ani/uçâo politica.

Mii« im Jirasil, a situação está assumindo um tal

caru-i(vr <le ameaça imediata á

p;.z c á segurança das insU-I ua;nci roino acuoumoö de

v cr i" 1:1 u »I :>. <;an da J u \ cutialc ConiuJiisla nos mol-des e com es mej m os

objoli-vmn ti i J u v e j i ! ude li:l lerjst ri e dos 1 »ablas de Mussolini, q u e na«» é ma:s possível

ein-U iM[)i y.a: i* aeuiojilicjar-:e com esse delito contra a paM :a.

A Igreja, como já o Jizc-ram os ministros cl::s pastas luiiilaie?-, deu pela p a l a v r a do arcebispo t do Rio de J a

-neiro, ao qual a nação já de-ve tantos serviços, a sua ir-rest rr. a condenacão ao

aleii-/

tudo du Frostes.

F a l t a que os partidos de« niocralicos. pelos seus lide-res, em Vleclaraçôes oficiais na C a m a r a e no Senado, coad j u v e m esse m o v i m e n t o de salvaçâu n:.cional.

Nao pridemos I inyir por mai^ tempo, que nào esta-mos vendo o perigo. E' a ho-ra de agir paho-ra que o Bho-rasil nào s u c u m b a , v n i m a das con temporizações dos seus

diri-|yj RIO,, abril (Meridional) — Aos o u t r os depoimentos

co-lhidos pela imprensa, nos diversos setores da opinião n a -cional, sobre a organização da " J u v e n t u d e C o m u n i s t a " , j u n l a - s e agora o de D, J a i m e C a m a r a , cardeal, arcebispo do Rio de J a n e i r o . C o m ' a responsabilidade de guia espiritual da ' c o m u n i d a

-de católica brasileira, refle-te D. J a i m e C a m a r a , em su-as p a l a v r a s de serena com-preensão cristã, o p e n t o de vjsta da Igreja, em f a c n ' f l e s -sa tentativa, que se objeti-v a m e n t e , traduz .um golpe politico, m> plano de envolvi->nenjf>7ftlas con:.Xicpcias i n

çSo cristã. S e r i a ' espantoso, p o r t a n t o , que alem do m a l q u e o c o m u n i s m o v e m infiltrando no meio d é nossa g e n -te* efe !£on'jegu!i3se Congre-g a r a nossa mocidade p a r a l h e t r a n s m i t i r , a t r a v é s de u m f a n a t i s m o q u e c e r t á m e n te se h a v i a de criar, o v e n e -no de ideias ' v i s c e r a l m e n t e c o n t r a r i a s á nossa f o r m a ç ã o e ás leis~basicas do pais» DEFESA DA MOCIDADE — À mocidade é o m a i s sa grado p a t r i m o n i o das f a m í -lias e da sociedade. Sc q u e r e m d e s t r u i r esse p a t r i m o n i o , no q u e ele t e m 4 de intangivel — isto n a 'isua' i n t i p i a p s t r u t u r a criiítã

Agitadíssima a sessão de ontem

0 ministro da Justiça esclarece a posição do

gover-no gover-no caso das eleiçOes gover-no Rio Grande do Norte

E d i ç ã o de hoje

Cr. $ 0,50

iro lulu, vai mais fundo, por isso que busca inocular o germeni de um m a t e r i a l i s m o b r u t a l nessas almas p e q u e n i -nas.

K\ pois, contra esse aten-lado as tradições cristãs da f o r m a ç ã o moral de nossa ino eidude que se l a v e n t a a voz autorizada de sua emlnencia o cardeal a r c e b i s p a d o Rio d e J a n e i r o , D. J a i m e de Burros C a m a r a .

OS D E S T I N O S E T E R N O S DO H O M E M

Eis as declaraçòcg de D. Jai me C a m a r a :

— Todas as vozes que se levanta um problema h u m a -no, de q u a l q u e r ordem no mundo, é um direito da Igre-j a analisa-lo, pois tudo que atinge o h o m e m tem reflexos nos seus destinos eternos,

cu-j a segurança é a Igrecu-ja q u e cabe d e f e n d e r .

D e n t r o desse principio ge-ral, se torna i m e d i a t a m e n t e compreensível a posição que as a u t o r i d a d e s eclesiásticas devem t o m a r em f a c e das t e n t a t i v a s de implantação de tudo aquilo que signifique uma vioria do m a t e r i a l i s m o e uma repulsa ás leis da I-lireja.

I M P L A N T A R O M A T E R I A L I S M O

— Ora, n i n g u é m a esta al-tura dos accntecimentos, po-de po-desconhecer que continua sendo objeto do comunismo

i m p l a n t a r e n t r e os povos o Mais rude dos inaterialismos, a fim de fazê-los esquecer Deus e seus augustos ensinamentos, de que sao p o r t a d o res os Evangelhos e d t r a d i

-f a n t i s ou j u v e n i s — por ou- — e n t ã o cabc ás -f a m i i i a s e á sociedade, inspiradas p e l a I* grejü, p r o t e s t a r e impedir o mal, por todos os ' m e i o s liei*

tos c legais. E' u m direito do Episcopado Brasileiro, co~

mo responsável pelas t r a d i -ções' cristãs d e nossa P a t r i a ,

e s p e r a r q u e a Nação e s t e j a s u f i c i e n t e m e n t e a p a r e l h a d a n a s suas leis c t e n h a —» como por certo h á d e t e r — h o m e n s á a l t u r a de aplicá-las, p a r a que, de d e g r a u em degrau, nao t e n h a m o s a desgraça de r o l a r pelo desfiladeiro m o r -tal do Comunismo. S I N A L ALARMANTE — Baseado n e s t e direito é q u e nos j u l g a m o s n a obriga* yao de a s s e g u r a r que a i m -p l a n t a ç ã o da J u v e n t u d e Co-m u n i s t a , eCo-m nossa p a t r i ar se-ria u m dos m a i s a l a r m a n t e s sinais d e nossa c a r r e i r a p a r a o abismo. E' preciso não t o f m e d o de dÍ2er essas* v e r d a -des, da m e s m a f o r m a q u e n ã o

o teve o g r a n d e P o n t í f i c e P I O XI. quando condenou 8 i m p l a n t a ç ã o da J u v e n t u d e Fascista na Italia. Os totalitários n ã o se coa-. d u n a m com as * consciências que se f o r m a r a m á luz do Evangelho, A MAIOR DESGRAÇA — E conclui Sua E m i n ê n -cia: — Estou d e r t o d e q u e c u m p r o o meu dever, a l e r t a n -do mais imTa vez a P a t r i a

Brasileira c o n t r a os perigos que a cercam e c o n t r a a m a i o r de todas as desgra-ças q u e 6 condescender com esses perigos.

RIO; 18 (Meridional)

— A sessão de ontem da

C a m a r a foi realisada

sob a mais i n t e n s a

ex-pectativa» A's 16,30

ho-ras deu e n t r a d a no

re-cinto da C a m a r a o

Mi-nistro da Justiça a quem

foi entregue um questio

• • « 1 1 — — 11111 r»»'»—

ENCONTROU A

PRE-F E I T U R A

ANAR-QUIZADA

MACEIÓ', 17

(Meridional) — O novo P r e

-feito concedeu u m a

en-trevista á "Gazeta de

Alagoas", afirmando ter

encontrado a P r e f e i t u

-ra da capital em

com-pleta desordem. Seu

antecessor contestou,

i-mediatamente, essas

de-clarações, e anunciou já

ter pedido a a b e r t u r a

de um inquérito para

que seja p r o v a d a tal

a-cusação.

Enforcado

mon-senhor

Tiso

..BRATISLAVA, 18 (UP) —

A'b 4,35 horas da manhã de hoje, foi enforcado o Mon-senhor Joseph Tiro, presiden-te da Republica da

Eslova-quia, sob o dominíp n a s U t a .

n a n o p a r a ser

respon-dido e no qual eram for

muladas as acusações do

sr. Café Filho. O

titu-lar dia Justiga ocupou

a t r i b u n a por mais de

u m a hora tanto que a

sessão prolongou-se até

ás 18,30 horas.

Procu-rou o sr. Costa Neto

es-clarecer a atitude do

Ministério da Justiça no

caso das eleições do Rio

G r a n d e do Norte. Foi

focalizado o assunto dos

telegramas ènviados pe

los congressistas das o

-posições e c u j o çiirso

fora proibido. O

Minis-tro da J u s t i ç a demorou

se em considerações

a-fim de justificar a ação

do Governo sobre o

as-sunto.

Toda imprensa do Rio

registra em grandes

tí-tulos o estabelecimento

da pratica

democráti-ca que d e t e r m i n a o com

parecimento dos

Minis-tros p a r a explicações

aos representantes do

povo. .

Sob ordens do

titular

da Justiç

Posição do Partido

Socialista Brasileiro

AINDA O SINISTRO

DE T E X A S CITY

T E X A S CITY, 17 (U.

P.) —' Pouco depois do

Prefeito haver

anuncia-do que passara o perigo,

mais um t a n q u e de

pe-troleo explodiu, nesta

cidade. Contudo

1

desta,

vez, a explosão não

te-ve maiores

consequên-cias. Conforme já foi

noticiado, o P r e f e i t o

in-Eormára á cidade, á

tar-de, que só lavravam

a-inda 4 incêndios» e que

todos estavam sob

con-trole. Mas, logo em

se-guida, cancelou a

entre-vista coletiva á

impren-sa, que já havia sido

marcada.

RIO, 19 (Meridional) O Procurador Geral da Re-publica recebeu u m oficio do Ministro da Jiustica, comu-nicando-lhe a publicação do decreto do governo, suspen-dendo por 6 mesos as ativida-des da União da Juventude Comunista, prato dentro do qual deve ser declarada a sentença judicial de dissolu-ção da referida sociedade, considera d a-^npciy^^aoft i n t e:

resses nacionais tóo

oficio,

o Ministro da Jusllça solici-ta providencias no sentido de t - \ pzjomsvido aqusía ç>jk>-codimento iudicial. Caberá a distribuição ao Procurador da Republica sr. Plinio Tra*

vassos, na proporção compe-tente. Por estes dias. deverá entrar em juizo a petição i-mcial da ação e m apreço.

n i O . 18 'Meridional) ~ O \ 'Volto Mangabttini cteclr.-vou á reportagem qua o pcri" realizar o pia- sameiUo dc seu partklo, o m ã ^ Z & M ' a^u n c i ad ? : Ppl^ í^5^• Pres- I Partido Socialista Brasileiro.

D e m o c r á t i c a ;

cía J u v c n l u d e . Comunista, por q u e a c h a que êle n l o

í é r e a liberdade de -organi-zação pnlitica. ; Acrescentou q u e os menores•• de 18 ários, nâo sendo p6rtadoréÉ ; d è di-rei tos ^politicÕáliriSttíiyèvém

A I N D A NAO LEU O TEXTO DO DECRETO

RIO, 16 (Meridional) — O cardeal Dou J a i m e d c B a r -ros C a m a r a , abordado pela r e p o r t a g e m a propósito do

ato q u e suspendeu o f u n c i o n a m e n t o da União da J u v e n

-t u d e C o m u n i s -t a , declarou o

seguinte:^"Nao dispuz, ainda,

de tempo suficiente p a r a l e r o decreto q u e d e t e r m i n a a suspensão d a s atividades d a J u v e n t u d e C o m u n i s t a e

pos-terior cassação do seu regis» tro. Acho, e n t r e t a n t o , q u e é u m a medida o p o r t u n a , pois tal o r g a n i í s ^ ã o v e m v d e en-c o n t r o a a o s r s e n t i m e n t o s v e ^ a

formação eristâ do: povo

bra-• : ' : : £

. . B E R L I M , 18 (UP) —

Urgente — Informa-se

que as forças britanicas

dinamitaram, na m a d r u

gada de hoje, a

fortale-za. de Heligoland, tida

como baluarte

inexpug-nável nos flancos a

no-roeste da Alemanha. A

explosão foi formidável

e a coluna de f u m a ç a

e-levou-se a dois mil pés

de altura.

L O N D R E S , 17 <UP) —

6.700 toneladas do altos expio staes detonarão. hoje. no

Atlântico n o r t e , p a r a destru«

J u v e n t u d e Comunista.

Ássim

t

ás primeiras

ho-ras de hoje, o Ministro

da Justiça expediu um

texto do decreto a todos

os governadores e

inter-ventores dos Estados jia

ra a adoção das

necessá-rias providencias.

Envi-ou também um oficio

ao Procurador Ge!ral da

Republica, 110 sentido

de que seja iniciada a

ação judicial para a

'cassação do registro da J u

-ventude Comunista.

CONTRA A ARREG1MEN-T A Ç À O D A JUVENARREG1MEN-TUDE O PROCURADOR GERAL DA REPUBLICA RIO, 17 (Meridional) — A r e p o r t a g e m ouviu o P r o c u r a -dor Geral da R e p u b l i c a s r . T e m i s t o d e s Cavalcanti a p r o -jposilo do ato do governo,

sus-PROVIDENCIAS TO-

I p n u l c n d o O f u n c i o n a m e n t o da "União da J u v e n t u d e Co-m u n i c i a " . O s r ? TeCo-mistocles manifcslouM2 contrario à a r -jcgniicnlação du mocidade brasileira t a n t o nos

democráticos como nos blocos q u e obedecem á inspiração totalitaria nazista ou fascista ou uinda comunista» adian-tando que " r e p u g n a fio espi-rito de f o r m a ç ã o politica o á

tradição brasileira t o d a : a

ideia <lc a r r e g i m e n t a r ã o da j u v e n t u d e , E n t e n d o q u e a j u v e n t u d e deve ser livre. NSo deve s o f r e r coação de n e n h u -ma tendencia ou ideia filosó-fica ou politica. Livremente» ela deve f o r m a r sua m e n t a l i dade, g e r a r s u a s ideias, p r o -c u r a r seu destino, -c o n q u i s t a r o seu lugar a o s o P V O repor* ter lembrou, então, q u e o sr.* k

José Américo h a v i a i n f o r m a -do q u e a UDN e s t a v a dispôs-',r t a a responder á a t i t u d e do P C B com a criação d a J u - , v e n t u d e Democratica, respon-dendo o s r . Temistocles: " T a m b é m sou c o n t r a essa iniciativa. Como disse acima» a mocidade d e v e t e r liberda* de dc f o r m a r o seu espirito!, Não devo s o f r e r orienta§6ò compulsoria p a r a buscar s u a:

c u l t u r a " .

MADAS P E L O

MI-NISTRO COSTA NETO

RIO, 17 (Meridional)

— O Ministro da

Jus-tiça, hoje cedo, começou

a tomar as primeiras

providencias determina

chs pelo decreto do

go-< ? ~no suspendendo as

atividades da União da

ir a minúscula ilha forlifica-da do Heligoland» qUe nas ultimas 2 guerras, protegeu o flanco exposto da Alema-nha no noroeste» Pelo manhã, serão retirados da ilha ouiil« limos 400 sapadores alemães» e> depois, um ojiclal aperta-rá um botão n u m navio a 15 quilomeiros de d i s t a n c i a / l a * zendo explodir a tremenda carga. Heligoland que mede, apenas, 1 quilometro * meio de comprimento» por meio de largura, foi u m a das fortale-zas mais poderosas do mun-do.

Não m c o n t i n u a r á esta

processo do

Nas mios J o des. Rocha Lagoa os

RIO, 18 (Meridional) : w N ã o p r o s s e g u i r á « s t a sema* n a n o T r í i i i n a l S u n e r i o r E-l e U ^ r a M o ^ p r o c ^ s o | i e m t torno de c a s s a ç i o d o » gisiro do PtC.B. O desembar gador Rocha • Lagoa} íâlãndo,

h o j ö« á / r e p o r t

terminar,] a n t e s í d a p r ó x i m a •

* - *

semana, o e x a m e do

(2)

« i m

"ÊXÊÊÊmm^imsÊmmmmmiÊ

^y-r- r- wrMmmWMtm —

Ani» . ; .. .

S ^ h i c s í r e . . . I. 'Ati-a/.ad« -/.. . . . A v u l s o . . . . . S u c n r s - r i s : — .7 d e - í;

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^'A'k'h;:^ iiï. imvïi.ivyà .Mtïn,,~ ll\\:\

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iliasil é u h i p a i s

enV/qüé:-":ãóV existe >nenhuiiiâ?

entro á g r á n

-riquosã c a

c:<t

4

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o bre::a i>ondò a:;

n e c e s

cidade para o-Egito e o

j^/iir^l dc citarem" .uma"

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lírasilInlápéíMtíW^^

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— O Uii^o!

golino quo í : .^;

do do car^o de v-^Oi

dor Geral do Tríbir--]

de Sessurançn, rec,ucre!i

ao atual n*:'Vor

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A. I - l .

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_ G O D O C H I

-: i Lr- - j — P r e s t o u

á tardo cie on

t i r > p i J . u c i D L g í . - i n r j e c i a , o n a v o

io. c-;:mpos;la de 11 radi

\

f

::úr> a um clsmocraia.

v^cor:!.-.-)-. :-ssim, os

es-no sc-p.Lido cíe

a-; o.i cornui-istas dr.

l-^overro. Não cbstnnte

_ c o n i u a i s í a s , c o m c

• lar, boiri os liberais.

.• u m a s i t u a ç ã c

•Jo í^nrlidcE, ao mono5

ptij-L-i^linoníOi

governa-i'nt-nl'di;, Pois a pedidr

]\\.^iderjte, pmbor?

^-ûi-'.'r.dos do: gabinete

, c:n£;srvarao seus- car-,

• ! pe- ; r.a administração

r. í A

Todavia, so V. S. prefûrir utilizarão da nossa ca« bina, coniinua a mesma ü iua inteira dispo-Jçáo,'

á

v . ^

Rua Coronel Bonifácio, 223 - Tols. 1617 c 1613 - NaJaf

ri-U

fum ,ainda

Cmâisfsfer^i\ e i s . ós " l i a m e s f d é i p a

-reritescos" qiie fiiérair.

com que, nò Brasil^ S"

tenha acompanhado: i?

ainda se ' acompári

h.»-com a máxima áterição

tudo quanto se pássâ no

Oriente Médio Arabè

Ao f i m de minhá^vi-:

sita — por demais:

bre-ve — posso

sòmente;ili-zer aos meus amigos

egípcios que me, resc

r-varam uma

tão.xaloro-sa recepção: "Obrigado.

Voltarei. Temos airibos

um longo percurso a-per

correr iuntor.".

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Vv vvv Js. * Ç ' C o n i o E c g x s l K t ^ G r Í T . h t c í í l í j y i c r á ^ ^ A c a b a d e a p a r e c e r a r i n i c i r a h i s t o r i a d a s c -Í L i n d a g u e r r a m u n d i a l , i l ' b e m r e s u m i d a : c o u b e : m t r i n t a p a g i n a s , i n • l u s i v e g r a v u r a s . E e n t r e t a n t o c o m p l e t a . Q u e •o r è f é r i r m e a o a p e n d i -d a e -d i ç ã o -d e 1 9 ' I 8 -d ó NToiiveau p e t i t L a r o u s -;e i l u s t r e . . T e m o s t o d o s e v i d e r i ^ : e h í e n t e u m a i d é i a c i a r á l e s ç a . h o r i y e l g u e r r a , , 3 p r q u e a s o f r e m o s ; ; m ã s i o ; ^ m a g o ; d ê n o s s a h i e ^ j i i ó r i a : c é r t d s ; s a c o n t è c i -l i e r i t b s ; j á i f s e X J ^ i i è m !

m B ^ m S m ^ i

> 0 ^ u m è ^ l u i z Q & è i a l í | R é r | i i d à ü m á i ^ i ^ u i c ê n c m C o s t a R E U O ( P u r a os ( D . A . )

guera começara mais de

um. ano antes. O ato

ini-cial de

guerra

pratican-do

pela

Alemanha

foi

a

anexação da Áustria,

em 13 de março de 1938.

Aliás,

s e q u i s e s s e r i i o s

recuar

no

;

témpo, - seria

p o s s í v e l

encontrar Ò

co-meço -da guerra na

reò

c u p a ç ã ò d á R é i i â n c i a ,

q Üé ,vàl(>u

pela

destrui-ção í ' ; d e M á s | .

s a l h e s V

Mà^

1

:; nãd y;

aprb-\

s i i ã : f é i ç ã ô v e ; : ^ i l ^ M l E o ^ c i a r n ^ ^

•msd^^mmimmmM^

• T r~ i á ? s e v d e s q u e # m a ^ : •em s u a s â x c u a a

"ï.' r

t i n i c r i t n - v e r j t o s • V y ' i i i c b a n g e r ó . y o l t s / S l J P ^ ^ " U m R á ü í ô ^ Z e í i È í Í Í Í i » > ? ' * S î o â ' i - é r î B Î ' - è ^ - c ^ - ï S i x a » a m p - l i a d a s

- V S - f c S S S B d ^ í ^ l a c S S l S I l

« W ^ i i *

ou que os ingleses, por

formalismo,

continuas-sem a

i n a o

reconhecer

o

f a c r o

e berrou

quanto

lhe permitiram òs

pul-mões

e n i

12 |de

setem-bro no congresso de Seu

partido : os alemães,

pe-la;

v o r i t a d é

expressa

. d á

Alemanha,

e s t à r i á m ^ n ò s

Südetòs

etn;casà;

4

prop r i a V ; È : a c o m o r ^ d í s -s e -s -s é q u e n a ü a W a Í i a m l Q S s b o n > o i i e i o s ë d e - L i o r a :

nmmímmmmmmm

B I S C O Ü T O S !•: M A C A R R Ã O " R O Y A L "

ENCONTRAM-SE

à VENDA-'.EM

S O C I L F O N E — 1Ó55. A v . D u q u e d e - O v i « ' , 1 7 1

A U M E N T A A

ÜRÕÍL"-CÃO DE

AUTOMOVi:-ÏS E CAMINHÕES

WASHINGTON, 17

í UP) — A

produção de

automoveis de ;

passeio?

nos Estados Unidos,nu:

março ultimo, foi a

mai-or,

desde

o fim

da

gúl:r-;

ra, chegando

a 302,954

carros. E' o que

infor-ma o Bureau de

C o n t r o

les Temporário^,; quo

conta

com

novos

a i i m r a t o s n o s p r o x i m o s B m e

-ses

.

Assim,,

a g ô f a é m a

-bril

deverão fábricár^sc

mais d é 325.000 áütòmo

1

veis. Em maiò; màis li«

330.000 è em junho m a

-is

d é .

338.000.

; T à m b é m à p r ò d ü ò ã o V d e ^ a ^ c j s | é s t a b é l e p e u | n o ^ J e

-zv&t

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mi I t i p ^ ç ^ ^ l ^ ^ ^ ^ g

c ã o i n v u l ç a r . I R M M M f ï W f i i l l i B B ^ ^ S ^ B

W i l l i

dentro da democracia,

não h á salva«

cao»

ÍVCÇOJ;: CrS 3 00. S . L U I S : R u a P r e s i d e n t e R .1 si d f-i ra - - A1 per i m A í, 15,20 a líl.-líi: "Docar. dc- N e w Y o r k " . P r e ç o s : CrS 5 00, e s t u d a n -tes CrS 2;5G, C I N E POFTJLÁE: E s p . Sil-va J a r d i m .

B R A S I L ' - * C Ü Ü B E

MATINAL DANSANTE — ESPORTIVA

A D i r c l o m ik-sU? sinhilicio promoverá no

proxhno d ia 20, doniin^», mais uma animada

A'iatiti;;] Daiwanlo-Iísport iva dedicada aos seus

/issiiciiidus e oxnias. lamilias.

-Nos in.im'alcs da.s dansas, .serão realizadas;

as seguintes provas com prêmios aos vencedores:

— : PUI M Kl KA P i t o VA :—

A CAÍiKA. líqinpe: concurrentes do

se-xo ma.siiílir.o.

1'alronu: João Bastos Santana.

—: SEGUNDA PROVA

A n i l I G A DE GALO. Concurrente: Numero:

ilimitado do sexo masculino." .. " f ^ y S

P a r a n i n f o : Amazüio de Souza Lima.

— : TERCEIRA PROVA :

' A BOLA DA SORTE : Equipe: Numero

ili-mitado de concurrentes do sexo masculino. •

P a r a n i n f o : Lourival A r a u j o Carvalho.

Os prêmios aos vencedores das provas,

se-rão oferecidos pelos respectivos- paraninfos.

Inicio da Matinal: 9 horas.

Términio: 12,30 horas.

T r a j e : Esporte ou passeio. J

Ingresso : Recibo íi° 4.

Natal, 17 de Abril de 1.947.

A M A Z I O O | | Í H : SOUZA LIMA

Secretario Geral ' . .*

A'« 1 : 5 , ( .

"O Cit Jiiisia E s t r a n g u l a -dor" o a 4a série de "Os

Va-l e n t e s da Ouardn >'•'<' Cf^ ' w 1 ' I n í'L' : ' C r í l 2íi. Soirée CrS S,>l(j. T E A T R O Po1:i C i a . dc ' Comedias I r a c e m a ric; A l e n c a r e Rodol-f o A r e n a , a poça cm ;? atos "Ltíz d e G á s " .

- ;•:-» i<a!:!ii:;i> L-vaiilado a o Ci lit du d ít-üiis ;•:• iii:;-i.->iUÍrÍiiK a u t o r t!7.n«;ães '(! ï lüu-i ;;r;itiii::aeáo a u : a u x i l i a r e s

a ti y.;, a f.vi tório da" D i r e t o r i a , iíiiuicu. \ f i í í i e a r k » t::rá a.-, s e g u i n t e s

li.I LíiLÍfni c m iUh: V.'li CllUliUrit-L-atú f «0r'í \ p a r u c o n s t i t u i ç ã o

IT'.SL']-'.;i le«:«! Ii!Ú Mtiii'iir O vi li U- j jt j r ce 111

a ( 'J.

01 v

)

tii j ca -M A C A B R A Ò " R O Y A L " P r e ç o p a r a o p u b l i c o C r . S 6.20 K / ' D E P O S I T O : A v . D u q u e d e O x i a s , ; F O N E — 1 9 3 3

o oiií» pc.{ 1 o lmvi v o t a ç ã o iai í!i'<jito p o r unaíiiniíchrdi1. E

n a d a mui« h a v e n d o li t r i d a r d i v l a r o u o m \ P r e s i d e n t e Mispomrn a í-i.-^ão p a r a a Joiíura closui a l a , R o a b e i i a a 5 í o i lida p o r n u m a p r e s e n t e a l a tju'j íot a p r o v a d a ;sor lodos d:í ncionístus r j r c ^ n U s t ^ n d o eui .seguida d e c l a rado cn*'errada íi Sercâo e eu. S e v e r i n o do M e d e i r o s M a -ri::. s e r v i n d o cív* t i rio. escrevi e a s s i r o a p r e s e n t e j u n t a m e n t e com ns aeiou ih Las q u e p e r f i z e r a m Ljsta

As-iniilòia G e r a l .

REUNIÃO DO HAVAI'

Hoje, ás 19 horas, em

sua séde, à r u a João

P e s s o a ,

reunir-se-á

a

di-retoria do Havaí

Spor-ting Clube. E'

encareci-da a presença de todos

os diretores, dada a

im-port saneia dos assuntos

c i u e

serão tratados.

Tndídros T E fórVSIZ S. A. ) o r m m a r o df> o r d o m llf>4, c n n í o r m e d e n t e ci a si a J i m í a , d a t a d o d e 27 d é •• O P O E T O •• - • ; • ÓXTaqtti ^ . E n t r a r i a s : : o n t e m ò - J ò ^ u i s r i r . h õ r ã ^ ^ a r á ^ ò í í â Í Ê ^ I D a n t a s M a c a u ; I C C ^ M j g ^ K i/;: d o ^ p ^ ü â t ó l ^ sul; j t i i f fân^í^f^ S à i ( l à à : z ú t i t i ü e S N ó ^ l i Y ^ l ^ p í ^ g ò ^ S í d l ^ Ò S t ^ l p â r a A. B n m e o ; v i a g e m para o sul. . . ; . h e j e , o T a q u i , p a r a Forialdza. L A M P O R H O L T: L I N E

EMB...À V E L A — D e . ' Mo- cargueiro. E à l f e chegará , p i o caü e n t r o ü oriíem o i ã t é JDa- c c d e h t e dò- NoVa-. í V b r k i ^ rto tiu iiri;- Danifis^:com10Ò;-sãços "p^5nçlpii);-.de Maio., ' / ;

de sal m o í d o . "Mestre: J t a - § f | l § § i ®

Quhn A n d r é D . n t a s . A V I A Ç Ã O — Do r j D o PP-Í'J3S

b a r c a ç a A r a r i g b ò i a com 150 d ta 16 d«> lito p a r a Bcieiw,

íflles, M a r l e n e i l l l i l l l S i i P á í ^ i ^ l tvlíi, D AbUio X à r i ^ Ê ^ M

rnmmmimiÊÊm^

E m tjransito, I c i l S I m i i i i ^ l ® ! ^ ^ ^ S P P - C B 2 , :/,v A E x p o r l a d a i D i í i í r t a r t / Y B , a p r e ^ o h t ò ü ; coiího-tíniOí! to : •;;;::dc

Róridas Eêtací iih fânci^S; d t í f d é M i i ó y e ^ t r ü z é i í d S t.CrS !> >00 ) r iS^Srï Ï étttí^^rVí bl'^i i rS'r? iit ^^sfe^gt áx: sí^ci Ô x p e ü:

d içiVi ^rt • B t ë i n ' l d | E S |

î radiât Iri tíi^Í 5 i: a tî ^îgfeî^gà ííí í^^tií ë r ccî^â S ^ & F r êWt e ^ W o

m^im&mêm

i S i l i S i l i ^ ^ p i i i i i i i W

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(4)

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^Ssa^Sitg;

K W t M i V f s m ^ a ^ ^ ^ ^ í i ^ S m q u i n . Ä B Ä s ^ S ^ s i r i i i a bu f i h i î e ^ 80, - t e l e f o n e

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.s»««;®« á R u a 3231. ' t e r r e n o em lo^ lo^ M W Ä Ü t ä . f e i r a e do M e r

-l í -l É S

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Ä S ! !

ItlS®

com J o n n s l ^ f e i ^ l i i e d o , ' : á R u a P r e s i

-I M U ^aàdèira, 44.Ï-A —

H f e M H i C O M P R A - F L « m a b o m b a m a n u a l de elevação olé fi m e t r o s . T r a t a r cm C;:'nha & M a i n .

ALUGA-SE um grando.

arm a z é arm , p r o p r i o p a r a q u a l -q u e r r a m o de* negocio. Praçr* Gnntil

P . m . . i n° t.374 —

A l < v r i i n . * • InformaçGcg com Octaeilio M a i a , r u a Chile, ]&4 l e f o n e . J 2íi5. Te-* .

Ü

PRACISTA

S e n h o r . idôneo, pratico, d a n d o r e f e r e n c i a s , oferece s e u s s e r v i ç o s . C a r t a s n e s t a r e d a ç ã o p;-xa Z . T A L H A R I M " R O Y A L " P r e ç o — C r . $ 7,Oft o p a c o t e D K P O S I T O : A v . D n q u e d e O x i a * , 174 F O N E — 1 9 3 5 ANIVhKKAttJÜU 13ÜJH /(•I.ÍKi.^

VuUWr

Pnrnriiiclí-i <!e NMo,

fuMcHinario do fiepin't'.inonin don CúvrcM e Tolcftr. t'o-. .

•ieiihuiM«

Lu.iiu A n u a i s , vi\n *a d.' A n t o n i o A n t u n e s du ^ n i c i v i o rlí\sUi cidade. — Lidiu tialvSü B a r b o s a , p r o f e s s o r a n e s t a capital, o e n h e r i í a s

Adelaide Vasconcelos Lei-te, a l u n a do Colégio

Estadu-al e filha «ia sr. Olavo J o s é L e i t e , 1'uneionar'o federal» e do sua ei-pcjfa d. Matilde de Vasconiclos Leite.

Crianças

J u r u n d i r . filho do Ai11oni«> Mitfiu-l da Silva, comercianU'

nesta cidade» c do r u a espo-sa d. Maria cia Ceneeieão da Silva.

— Eva M a r i a o Maria Eva, rilhas do 2o s a r g e n t o Mandel

Porfírio do Nascimento, «la 7a Região Militar o dc sua

esposa d. M.«ria Jccé do Nas-cimento.

s

I

) . iVi.%. : r«-pnnaln da uniu th» vfc&tps d » habitai;!'« c n n P g u a poip teiUK«

pnrcdrs q u e t v i ; a a In« iilhw;iin do uniu.** e a u m i -d a -d e ila p r ó p r i a ajjua -do' ba-ldio, u mudo uh JiVMinn, á J;dta di tôm^ilíi a d u p n d i . n o u t r a di p^iuíu-nuiü da easft, A única j a n e l a e a da coz; uh.i, q u e dá pai\. a n u . I] á f a l t a do "espaço; os m o r a d o r e s c.rmúm do lado de f o r a g i r a u s dc m a d e i r a , onde l a v a m a

louya e os ulenMlios domes-Uí'1'S, inclusive p/nico^ q u e depois j í / n u a n e c e i n ali em exposição. íi i*oear ao sol, E

ecLis de prisiouuiro in-comunicável, de duas únicas

dvpt ndencias (;<a!.i

(juarto-cc^ínJia-sida de- junfarj

eu«-t a m lüOJK) d e a h ieu«-tui-r peu«-tir MAIS A D I A N T E

Piais adianto, na m e s m a a v c n:d a J o s é Ben lo, ?> ca.::.s

do mesmo p r o p r i e t á r i o cslfiO ei;> con.-lrurao, rin lt»rrr-no '

<jne mal <iaria p nm:i, Hs-s.a:: unidade»» ivLÍiU.ni: .'M:: tem

•unscutinit ntn

I u rteirãtí, q n e ^ ^ ^ ^ ^ p

rm lat'ßtelÄPÄÄ

J;, curtir .il C]He jSiH^frW' ^fr^

3 U Ï R O S " G A I l C A L O ß " O d m alt iK.'uio â c!vili?a-;5o e'ricßfifnífrios , á? Avenida:

Ä an del Miranda* vis-a-vis [jt-ria i

Ipîcî

id rh

'•ner'.'

i do

A l e c r i m , um urry^dd me* tro c moio d^ lar;;ura. < n t r e dois predica, cpruveitadu pn* r a a viela

já se levo nnS.r-ia. V. iá den-tro, no 1'imdo do corre<lor r m subida, cucar;: pitr.ram n a -quela lermopilji i\ c a v e r n a s <le cada Indo, h a b i t a d a s por

Acrich UiiWi* oatao ainda n u vifïi r p?;sitiras tminieipais prui!» udo e: re c ^ i r e i t a m e n t o di' rui'ft e a eMistriição de

uí . r r a r h a - c h á >s" anli

•hifuenj-ces pela cidade, E aqui, con-f: nda na c<.nlv. c:dr> a m o r a t e r r a - b e r e f »in is vc^cs pos-to em evidencia P í T f c k o , que

SC

a pelo a t u a l coibam es>es at «'li*."d is u n o ^ a u r b a -n í s t i c a . Leguemof; ao^ -nossas

filhos, aos filhos <!oq nossos

I i lhos. ta na cidade limpa e b o n i t a .

A-7.YD-5,

de se. s rjrande'* p r o g r a m a s : o "Show l i a y a T . p a i r a c i n i o jdos i\tmo?os produtos a h m e n

-liça),

-lUyur.

wmÊÊMmmm

M E D I C O S

mmjM

WÊÊf0m

D * . M A N O E L V I T O R I N O

& nricir!»

{Aü&os

c s s e x o s )

flo ' tlrtwBa grattai

« « M M H R i

I f M m M e m c e n ü Stt& CeL Bonifácia

A L V A ß O V I E I R A | e Clinica Cirúrgica à< U i g u e i ÒoütoM D F S E N H O R A S O P E R A Ç Õ E S

ADEMEDICA

C a r t a i — E l e t r o - t o * B » l i i i l Q e t r ! o c

o:

i f â Â Â í í

151 < «} » A ^ Geíulin V i

-Iene: 14-9S

i r a i d a

NOH-m

A. TA

ita

iora«

d o u a , 47È D u S E M B A R G A D O R J O Ã O D I O N Í S I O F I L G U E I R A

7.° DIA

Elias Souto g senhora, Dr. Mario Lira, senhora

i filhos, Miguel Faustino do Monto, senhora c

filhos, José D

T

Àvila Souto e Erico Souto Filho

:onvidam seus parentes e amigas para. na

proxi-na segunda-lcira, 21 do eorronío, ás 7 horas, m

Catedral de Natal, assistirem às missas que

la--bo eelebrar por alma do seu inesquecível cu

ihado e tio DESiSAííJAUfíADOR J O Ã O

DIONÍ-SIO FILGUEIRA.

Aos que eotuparecorem, antecipam a^j'ade

amento.

B R A S Í L = C L U n n

CONVOCAÇÃO DO CONSELHO DIRETOR

PPJMEíUA CONVOCACAO

A-fim-dc Cjuo seja pi-occdiüa a eleição da Di

•etoiia quo deverá dirigir os doslinos deslo soda

;

icio no íino corronta, convoco, clü oixlem do Si

^•esitlriUc.', o Conselho Diretor, para uma reuni

'O a rcr.li/ur-se ás 7 horas do proximo domingo

tia 20, nu Sala cbs Sessões desle Clube.

Siso o ssoguintes cíiHyoeioj; componontos dc

"cnroliv.) Diretor:

Sri. Adyjnni' Galhardo Gomo.-;, Amaziiio de

'ru.-.a íjiriia! Antonio Ksmeraldo Rolim, Antonio

i-Ufíii.Mci Ma^alhãos, Antonio Moi-ais Noto,

Ci-anando José do Melo, Felipe Soares do Melo

ornando do Nascimento fiamos, Goorgenor

Ser-íta do Brito. Joüo Tavaros, João Bastos

Santa-.Joaquim Vitor de Holanda, José Estolianc

.^oiíia, Loiirival A r a u j o Carvalho, Ismael

Gua-•••ot:ra. Geraldo Sabino, Mario Barbosa, Nilo

i: -uror.eio. Miguel Dantas da Silva, Rainumdo

^eixoto, Ilomulo: Leite, Oscar Pais de Oliveir

iahuiei Vasconcelos Silva e Porfírio Ferreira

i a Uocha.

Natali? 18" de Abril de 1.047,"

A T>F, 90V? \ I.í^tt

Secretario Gera!

A As:' .('Í:uI;t i* >1 liar

i;fe-rt'i'fU uiii ik'si'ilo < oui i'imi'ii

kl v üuu Oi cjUf.Mra. Viviilini

hlL'iK'irc.^, Ci ojuiitu iU:

Uil-nio v asivla Fniunlul i:tn

so-la:^ ill* piruio. Uiiui ^riiodi

1

i.uiU' ii 11j o n l c a i e ijuu, s»cjn

quulqupr duvuli, iuvi'cl'cu

f.ijupaiai; dos s.ntoiu/cadorui»

dos 1.270 qirloeA'los.

O "Show K o y a T 6 oforcci-<lo l i ' d j s q u i n t a s - f e i r a s , e

m ouv:n>os pedem pedir a misira q u o (li-rojoni ouvir v

t a m b é m dc

preio-r o n c i a . jj y j; ,

- - Um p r o g r a m a quo vnlo i-v d ivido, jM.ji'V O

Hádio-IVai ro-Ri Iamparo,

audi] "Ailao v E v a " .

Nova.*-levo o n t e m u m a v e n t u r a s c n o v a s oncroncas ilu Adão, em mais u m a cena tli? bom humr.rismo.

uAdâo v Eva" ~ hoje, ás

na ZYlJ-ã.

— 'i\ redinha Maia. e a n l a n -hojo. ás I!) h o r a s para os " l a n s " Diiin pai riseinUi da liriUsh Sutilh Amcrioau Air*

v/ay.^

W o y r a m a dc ho]e: S e g u n d a parxe 13,00 — A v e M a r i a 1!M)3 — G r a n d e J o r n a l Poti — 2* edição 13.2ü — C i n e m a do Ar L e v e r 1IJ.20 — Milizza K o r j u s IÜ.5ÍJ — P a n o r a m a esportivo IH.Ü0 - - T o r c / j n h a IMain

UJ.25 - - Kádio-Tnatro Uo-I in;x!.i(u

19.30 - - N i ^ i r i â r l o Kadiofô-níccj da A ^ r n u i a Nacional lilKOO - Jüciuli) Klaia

2o.ur> C a r m i n h a Silva

C'in junto Rivnin

ti»- K(M:Uiii1;aN i r i i i i W i w i :

u

o

«

M O

• I % 4 . ° O D u m « ' d u p i ' o i i r i c i u i m cio i m o K I M O m i m e m <[o î d i u m - I D e m ' i ' ( { i M i i d i i vi* t u o i i í j i u M i -| - ' - t . -| ( i i r d ( i i'.ii (?u:sisl«i w i i | » : ' i ; a n ! l ( i m i ' n s : ; l m î r î l e a l i i . . i i t ' l i* M- o i i H ^ m o É f e s f e p p ® ^ « l i T i d n ijiii1 il (Id. \ ( i»niis»fii» r i n u ' i o n a r â n u r d i f u i o ils»

Piirieilura dar» J 1 á> l."> liora

1

-P r e f c i t u i a M u n i c i p a l d o N ' a l a l v i n 1 7

de Abril de 1947.

v

Silvio Piza Pedro?» — Prefeito. ^

• Ä l

mêM

AVISO

g r a f i a r r o i ? : > C O M ' - I X M Ü P l ' A î t • -1 ^ \ r u

> ft I :.'/i.

!

1

Ä ÍV.V-1

M S

mm

: « S T O H I A DE C A S T R O A L V E S . De iiá m u i t o q u e o publico .feii jiciava u a p a r e c i m e n t o .c u:na bioí;raf.a completa .c ( \ i s i r o Alvo:;, como e>:ta, ;iu> acaba de dar-nos i V d r o -alnu n, na c o m e m o r a ç ã o du cnl.:nâr;o do p o e l a .

"íiislódu Ca.;íro Alves" i n l i l u l a -:>e a obra, incluidà na coleção "O l i o m a n c e <ia .Vida"; nada porém, m a i s distante de tona bio;;r.*fia v^nuuiceadu do q.:e vai hvvo Jiau> de liav-a.s v acuradas p e s q u i / a s n as fontes

escritas e orais e de um pro-f u n d o c o n h e c i m e n t o do «s-?'u) d o. O poeta rins v

'K^era-vosM tem sido p a r a P e d r o

C a h n r n , conto o foi pnra A f r â n i o Peixoto, um assunto p r e f e r i d o . N e n h u m traço de improvisação se e n c o n t r a ria obra e m apreço^ l a r g a m e n t e vivida e t r a b a l h a d a . A s n u -merosíssimas notas, ao .pé cias p á g i n a s i n d i c a m p o r si só. a m í h u c í à das. pesqinzáSY (Nãq

iicmve dòiaíhe (te ; c e r ( a 2 i m - ; p or ian d ia V qu é ; n a o I rrt è r e c essS;

: .us Ú v a â n vesti ga ç aü ;Als| ífxàip v; aíi " • * "v v—'"/"^S^A*«.'>V'V ."»vi'.,vvíy

liO.ilJ

-U-ã

1U . 10 .Tnão Damásio

--- P r o g r a m a MIíôa

Noilu"

- - uR<\f;onh:i do Noti-on I Jia1> - . S KP AN 'lU.fií) --- P r e f i x o - - Knc<-rr;v

ounlo

A empresa LOPES VARELA & CIA.,

pro-prietária do CINEMA SÃO LUIZ, avisa que, a

partir de 1.° de maio próximo, somente gozarão

de abatimento nos ingressos os estudantes que

apresentarem carteiras dos estabelecimentos de

ensino relativas ao ano de 11)47 ou do Centro

Es-íudantal Potiguar, lambem do mesmo ano.

Outrossim, avisa que o referido abatimento

deixará de ser concedido nas sessões dominicais,

à noite.

S i »

s H

mtM

WÊA

mãm

«

WMkí

GINÁSIO 7 DH S E T E M B R O , S. Á.

São convidados os senhores acionistas p a r a

a reunião em Assembléia Geral Ordinária, que

se realizará no dia 30 do corrente mês, ás

cator-ze (14) horas, na séde social, à rua Seridó, 419,

afim de serem discutidos e submetidos á apror

vação e balanço, contas e parecer do Conselho^

Piscai, tudo referente ao exercícia de 1046, bem

como proceder-se à eleição da nova Diretoria e

do Conselho Fiscal,

Natal, 17 de Abril de 1947

José Iiibciro Dantas* — Dir.-Presidente

José Petronio Fernandes — D ir .-Tesoureiro

mif

*

® Ü

Ääli

S M

M l íxkícvSSS;.

M

wM

(5)

r

À Federação Norte-.cientificado das datas

Rio granderise de Des- íixadas para os.jogos do

portos vem tomando

providencias urgentes

para a realização dos

jogos finais do Torneio

do Nordeste, o certame

que inaugurou a

insta-lação de refletores \\o

estádio "Juvenal

La-martine", etn julho do

ano passado.

Como se sabe, a

im-portante competição

pe-bolistica terminou

em-patada entre as equipes

do América, desta

capi-tal, do Treze» de

Campi-na Grande, e do

Forta-leza Sporting Clube, do

Ceará.

A idéia dos

promoto-res do Torneio do

Nor-deste era realizar as

fi-iialissimas ainda este

mês. Atendendo

»entre-tanto« a um pedido do

Treze, o C ap i tào Fe

r-nando Leitão concordou

em que as mesmas f o s

-Treze em Natal, a I

o

e

4 de r.iaio, bem como

das condições oferecidas

peia Mentora, que eram

as seguintes:

transpor-te* por via ferrea, e

hos-pedagem, por conta da

Federação, e trinta por

cento da renda.

Feitr a devida

comu-nicação à xüretoria do

Treze, esta apresentou

uma cnntra-proposta,

em que pede oito mil

cruzeiros pelos dois

jo-gos e designarão de

no-vas datas para depois

de 15 de maio, alem de

transporte e

hospeda-gem.

A ULTIMA

PROPOS-TA DA F.N.D.

Podemos informar,

todavia, que a

Federa-ção já apresentou a

ul-tima proposta que é a

seguinte; passagem e

hospedagem: seis mil

sem levadas a efeito em 'cruzeiros pelos dois

jo-maio proximo, iá tendo 'gos, conservado as

tia-designado as datas de tas de 1.° e 4 de maio.

1.° e 4 da referido nirs.

EMISSÁRIO DO

TRE-ZE NESTA

CA-PITAL

A direção do clube

paraibano, por sua vez.

mandou uni emissário a

esta caoital, o sr.

Fran-cisco Farias, nara

tra-tar do assunto. O Fr.

Farias esteve em

con-tacto c^m os

presiden-tes da F e d e r a d o o da

América, sendo ent^o

pois ja assumira

com-promissos co

1

'.! o

Forta-leza no sentido de que

as finais sejam

disputa-das em maio.

Desde alguns meseí;.

como é do

conhecimen-to do conhecimen-todos, está o

For-taleza empenhado junto

F.N.D. o à d i r e t o r h

do América, na í v l i z p

-rj\n dos joíífíS decisivos

do Torneio do

Nordes-t e

4 % • • % . . • . •M

O

t

interesse dos

diri-gentes do .nosso f u t e b o l

em promover esses

jo-gos em principiosr de

maio visa, tambem, náo

trazer embaraços às

temporadas o f i c i a i s,

quer em Fortaleza, quer

:

nesta capital.

Portanto, está sendo

aguardada, a qualquer

momento, a defcisão do

valoroso clube de 0 a m

-aina Grande quanto à

>ua participação nas

se-mi-finais do Torneio do

Nordeste.

• Esperamos que ela

seja .satisfatória e não

é outro o desejo dos

inú-meros admiradores que

conta, nest

1

* canital, a

turma do "galo",

B I S C O

V

T O S E M A C A R R A O

"ROYÀL"

E N C O N T R A M - S É A V E N D A E M S O C ! L F O N E — 1953 A v . D u q u e d e O x i a * . 171

MO CAMPEONATO

BAII1ANO

SALVADOR, IC (M.i

— Em prosseguimento

:io campeonato bahiano

de futebol foi

disputa-do ontem à noite o

en-contro Ipiranga x

Síio

Crislovâo, que terminou

empatado pela

conta-gem de 4x4.

«

n t S P H M R

a m i s t o s o ;

d o m i n g o e n t r e : es

d r o s i d i i A r i s n r i c a v d o

Àlecrím.

FÃland

sa

te! W l i p a i i B l I i l

i f t ^ i s M i o i a p i i

PEIXOTO &

comunicam ao comercio e «o publròb em geral

nomeados' agentes distribuidores exdus(vps para todo Es=

tado do Rio Grande do Norte, dos afamados cigarros da

.Fá-brica S. Sebastião Ltday e das iá conhecidas marcas: TIO

SAM/.— KOOL — J O H N B Ü L L — P R I M O R O S O S

KIR — D'OURO — »COSMOS — ETC. —simples .emen»

toiados. Exijam e prefiram os insuperáveis cigai-rps sem

nicotina fabricados no sul do pais, e feitos com os melhores

fumos-escolhidos, ;para os mais exigentes fumantes.

Distribuidores: P E I X O T O & SILVA JLTDA.

Travessa Argentina, 38

ís duas rodadas do Camp.

Domingo e2a. feira Jogos em Natal, Macaiba e C e a r á »

m

Prosseguirão nos dias

20 c 21 do corrente as

disputas do

campeona-to suburbano, a cargo

ca 2.

a

Divisão da

Fede-i aeào Norto-RFede-iogran-

Norto-Riogran-c'enscj de Desportos.

Os jogos

programa-dos são os seguintes:

D O M I N G O , D I A 2 0 E j : l > v m o z x L u s i t a

-ria ,prla manhã,

Esta-N l f l *

ft 3

•1 A

Ï

n* f»9

g t j ^ s

cgr e u m

f

-H i ^ t a a m

« r j

•m

ffT/5

m c

dio "Juvenal

Lamarti-ne".

Cruzeiro do Norte x

Mauá. à tarde, Campo

da FND (Preliminar do

Jogo amistoso América

x Alecrim).

Cruzeiro x Havaí, à

l a r d e , em Macaíln,

Campo do Cruzeiro F.C.

Centro Esportivo e

Atlético x Potengi

Re-creativo Clube, em Cea

rá-Mirim, Campo dc

Centro.

SEGUNDA-FEIRA,

DIA 21

Guarani x Onze. pek

manhã. "Estádio

Juve-nal Lamartinc''.

íris x Tirol. à tarde

Cárneo da Fcderaçàc

(Preliminar do jogo

a-mistoso Santa C m / >

Allctic

Torneio Quadrangular

À proposito c!o

Tor-nei'*) Q u a d r a n g u l a r

rea-lizado em beneficio das

obras de construção do

Convento Santo

Anto-nio, recebeu o dr.

Edil-son Varela, Diretor-Gc

rente dos "Diários

As-sociados nesta capital,

a seguinte carta:

Dr. Edilson Varela

NESTA

Havendo concluído

com todo êxito o torneio

quadrangular de

fute-bol, promovido em

be-neficio do Convento

Santo Antonio,

cumpri-mos o grato dever de

a-presentar a V.S. os

nos-sos sinceros

agradeci-mentos pelo apoio que

recebemos de sua parte,

atravez do "Diário de

li, que obedecem á zud

inteligente direção.

O -brilhantismo do

certame deve-se e n

grande parte á sua

coo-peração. motivo porque

nos sentimos bc/n em

testemunhar o no>.so

in-condicional

reconheci-mento.

Atenciosas saudações | ^ e n l e , o de testemu

mmiimÈÊm

- • 'f; v I ' k . i; 1 j

P a r a a tarde; do^ffHia^

21, feriado/ está ^min-;

ciado, também» foutro;

jogo amistoso^ que apre*

senta como adversários

>s times do vSanta Grüz

i do Atlético,

Será u mencontro beir^

promissor e no qiial

en-rarào cm ação novos

'alores em ambas as

e-uupes.

Os aficionados estão

uísiosos por ver jogar

> quadro tricolor,

po-lendo se dizer que a exi

íiçào do quadro

atleti-•ano também interessa

ião só porque o mesmo

istá melhorando de pro

luçào mas, sobretudo,

ela presença de

Cae-ense, que vem se

mos-rando uma das maiores

evelacões do nosso

' U f c b ; l

íeio quadrangular, que

.icaba de finalizar,

de-/c e;n grande -parte o

eu exilo á valiosa

coo-jcraçuo que o ilustre

\migo nos prestou

des-Ue os primeiros

momen-tos.

Atravez de sua

bri-lhante colaboração no

"Diário de Natal" e no

programa Panorama

Esportivo, da Radio

Po-iL pudemos constatar a

nelhor bòa vontade de

.vua parte, que

prçstigi-mi dc mculo decisivo

concroti^acâo do

certa-me, tornando-se» por

is-so, credor de nossa

gra-tidão.

E' um dever que nos

assisto e de que pós

de-sobrigamos

praseirosa-l)r. Jose Ivo

Presidente da Comivsão

:ró-construcào do

Con-vento Santo Antonio.

Carlos Lamas

Organizador do Torneio

Ao nosso redator

es-oortivo foi dirigida. Iam

bem, a carta cujo teor

abaixo transcrevemos:

3 m \ Valdemar A r a u j o

NESTA

Presado Snr.

Natal'' e da Radio Po- I A re^iiz^nqn do

tor-O S SKl/S p r o b l e m a s dc t r a n s p o r t e dc* c a r p i d e s a p a r e c e m » c o m o p o r cncanro, q u a n d o V« põe urn novo ca-niinhao Studebaker a Trabalhar.

Q u a n d o se adquire um Studebukcr, adquire-se um c a m i n h ã o que é mais

•.. i j i

S t u d e b u k c r é c i e n t i f i c a m e n t e ' f e i t o p a r a c o n s e g u i r q o e o s e u c a n q u * ebeio de combustível permita que cio

,i!c. n c e u n a i o»

p r e s s i o n a n t e . E a m a i s e s m e r a d a perícia de fabricaçao conserva a d es« jn-M dc inaniiTcn^lo m c i â n i u

uon-is»

nhar a V.S. o nosso

in-condicional

reconheci-mento e a Kiais viva sim

)atia .formulando

vo-tos pela sua felicidade

oessoal e de sua Exma,

família.

Atenciosas saudações

Dr, José Ivo

Presidente da Comissão

pró-construção do

Con-vento de Santo Antonio

Carlos Lamas

O r c ^ n i ^ d o r do Torneio

i

PARA AS S U A S VIAGF.NS A E R E A S

R E S E R V E LUGAR N O S

»

P O S S A N T E S A V I Õ E S CATALÏNAS

D A

Á e r o G e r a l Ltda.

PASSAGE I ROS CARO A EN CO ME NOAS

N A T A L — RIO DE J A N E I R O E ESCALAS

G R A N D E R E P U Ç Ã O D E T A R I F A S

» •

Passageiros

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Referências

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