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lO r g a o d o s " D i á r i o s A s s o c i a d o s " F u n d a d o em 18 de Setembro de 1939
ANO VIU — N A T A L — Sexta-feira, 18 d© Abril de 1947 N* M 7 0
rei a as
organi-materialista
Veemente condenacão de 0. Jaime Camara á
1
nista
"--Abandono das tradições cristãs-Fanatlsmo conduzido
O arcebispo ua Iii« il:- J:»- se neste moini'iilu contra o JH'iro. cnrrlcul Iîmtds
Cuma-v { f n l a n ^ > á imprimai so-b r e i» atiTVidu ;irci;n ív:i 'los
n ^ m l e s sovióíic-os no lirusil <lc ury:m i/arem >\ mocidade cm centros bulcn^v^ía^, tnins miliu a palnvra «1:i l y r r j a so-bre ci as.-unto que e.ilii apai-xonuiulo a i.pinjûo ch; lodu o pais.
Wa verdade, ela nfm ]><:<! n m;m ler-se síIcmch^íi c ra-n h a a ura-ni dt-bair ra-nuc iiiUíci>-f:a viUilinente â Mia n r x ;V\ C'abr-Ihu enmn /'i;ia mi tíran-dc niaioria do novo bra.-aU-j-ro, defender a.s Iradi^n s rs j ii ri i il a ih pa n*r;j$ r;-J itj;i.;
h r u í u l n c n l c iih ; enun-cio:* <|Ue, ás nj <]i ir; r p u hpcndiu tjo Kc ni.nîri i;r <
m-p j v i t a n u n a de .11 ii ;<;âo rln m'U niais p n n o M i pa'rwsii i]Uu c a ji'vcul nui .
J'or is.so. nah.vra d<- Sun ISni meneia ó n-ei-bum v o
aeaiainrnV1 e u de
«pie é niereec dn»-;i «-.â.» p-nl«-il*-ixr de h r nu:.:- .ni.ida J « jx'i ru.:;;:!!? n- ;neic;s que
devi :u P.ju.ir u i ; ; r ; v i a a;; nirdulas n-:ees: ar;. ^ para
JU'iiî v:.\ i/ar a ár» iiud.ieo dn :>i\ Prestes.
o eariîr ri] c 'aniara M11 a JtiaiuJ d.: I • <1
ti.-s-Kiarîi^. ijin< pruLili acnnli-crr a um povu ê a i onJe>c\ iKîmeia com us p ^ n ^ i » (pu r. t c*j -t a i n . O cumuiuM,)') é 'jmi de-Ji'S e força Ó r e c e n i v e e r que sal) a falia a le y • c fi : i du ivs-peUo aos pi inc.p.os da < le
mu-c o i d
K U
-crucia, lemos cendidu com ele,
Deixamos que a peste
viétiea su d o e n v o l v e s s e a ponto de eunrMUur hoje não só uniu g r a v e ameaça á in-dependência de n< ssu pais co-m o da própria A co-m é r i c a , Não vimos os agonies v e r m e l h o s no Brasil se- dirigirem a en-tidades de outres países ame-ricanos para ineilá-los a
lu-tar contra os Estudos Unidos?
N ã o é de toííes os dias u ridi-cula a t i t u d e do s r . Prestes,
dando-se ares de importaneia, B ü U l e s*
ao t e l e g r a f a r a chefes de Es-tado deste h e m i s f e r i o Jazen-do reclamações om prol de c e l e r a d os da sua
envergadu-ra que nos seus países desem-p e n h a m o m e s m o desem-padesem-pel q u e
ele t e m aqui de traidores da n a ç ã o a serviço de u m a cau-sa e s t r a n g e i r a ? E* t e m p o d e a b r i r m o s os o l h os p a r a e n x e r g a r a realid a realid e e m torealida a s u a p l e n i t u -d e .
T e m o s dentro* das nossas f r o n t e i r a s u m a quinta-colu-n a agiquinta-colu-ndo com iquinta-colu-nteira liber-dade n a a r r e g u n e n t a ç a o do
eomanísmu. levada pelo tinto de defesa das suas ins-titujçòes democráticas. Ain-da untem, vimos como os
jor-nais argentinos de maior pro* jeçâo e mais ligados â silua-çây dominante, c l a m a v a m contra oe» v e n u e l h o s que no
viz>nho pais se a g r u p a m c a r r e ^ i m e n t a n : st.b a direçâíj de Museou.
P o r toda a p u l e , os comu-nisias são força«í nn! inacionais e nesle e u n t i n e n l e t a m -bém anli-auKMieanas.
A c a m p a n h a que desenvol cm prrsonlenienle. contra os K^ladoi; Unidos <• o preside
ti-!e Truni" n di\^eoljriu o seu
hipócrita, nu»s|rando ipial ó a sua f = nai n l c u i i o < »r^ani/uçâo politica.
Mii« im Jirasil, a situação está assumindo um tal
caru-i(vr <le ameaça imediata á
p;.z c á segurança das insU-I ua;nci roino acuoumoö de
v cr i" 1:1 u »I :>. <;an da J u \ cutialc ConiuJiisla nos mol-des e com es mej m os
objoli-vmn ti i J u v e j i ! ude li:l lerjst ri e dos 1 »ablas de Mussolini, q u e na«» é ma:s possível
ein-U iM[)i y.a: i* aeuiojilicjar-:e com esse delito contra a paM :a.
A Igreja, como já o Jizc-ram os ministros cl::s pastas luiiilaie?-, deu pela p a l a v r a do arcebispo t do Rio de J a
-neiro, ao qual a nação já de-ve tantos serviços, a sua ir-rest rr. a condenacão ao
aleii-/
tudo du Frostes.
F a l t a que os partidos de« niocralicos. pelos seus lide-res, em Vleclaraçôes oficiais na C a m a r a e no Senado, coad j u v e m esse m o v i m e n t o de salvaçâu n:.cional.
Nao pridemos I inyir por mai^ tempo, que nào esta-mos vendo o perigo. E' a ho-ra de agir paho-ra que o Bho-rasil nào s u c u m b a , v n i m a das con temporizações dos seus
diri-|yj RIO,, abril (Meridional) — Aos o u t r os depoimentos
co-lhidos pela imprensa, nos diversos setores da opinião n a -cional, sobre a organização da " J u v e n t u d e C o m u n i s t a " , j u n l a - s e agora o de D, J a i m e C a m a r a , cardeal, arcebispo do Rio de J a n e i r o . C o m ' a responsabilidade de guia espiritual da ' c o m u n i d a
-de católica brasileira, refle-te D. J a i m e C a m a r a , em su-as p a l a v r a s de serena com-preensão cristã, o p e n t o de vjsta da Igreja, em f a c n ' f l e s -sa tentativa, que se objeti-v a m e n t e , traduz .um golpe politico, m> plano de envolvi->nenjf>7ftlas con:.Xicpcias i n
çSo cristã. S e r i a ' espantoso, p o r t a n t o , que alem do m a l q u e o c o m u n i s m o v e m infiltrando no meio d é nossa g e n -te* efe !£on'jegu!i3se Congre-g a r a nossa mocidade p a r a l h e t r a n s m i t i r , a t r a v é s de u m f a n a t i s m o q u e c e r t á m e n te se h a v i a de criar, o v e n e -no de ideias ' v i s c e r a l m e n t e c o n t r a r i a s á nossa f o r m a ç ã o e ás leis~basicas do pais» DEFESA DA MOCIDADE — À mocidade é o m a i s sa grado p a t r i m o n i o das f a m í -lias e da sociedade. Sc q u e r e m d e s t r u i r esse p a t r i m o n i o , no q u e ele t e m 4 de intangivel — isto n a 'isua' i n t i p i a p s t r u t u r a criiítã
Agitadíssima a sessão de ontem
0 ministro da Justiça esclarece a posição do
gover-no gover-no caso das eleiçOes gover-no Rio Grande do Norte
E d i ç ã o de hoje
Cr. $ 0,50
iro lulu, vai mais fundo, por isso que busca inocular o germeni de um m a t e r i a l i s m o b r u t a l nessas almas p e q u e n i -nas.
K\ pois, contra esse aten-lado as tradições cristãs da f o r m a ç ã o moral de nossa ino eidude que se l a v e n t a a voz autorizada de sua emlnencia o cardeal a r c e b i s p a d o Rio d e J a n e i r o , D. J a i m e de Burros C a m a r a .
OS D E S T I N O S E T E R N O S DO H O M E M
Eis as declaraçòcg de D. Jai me C a m a r a :
— Todas as vozes que se levanta um problema h u m a -no, de q u a l q u e r ordem no mundo, é um direito da Igre-j a analisa-lo, pois tudo que atinge o h o m e m tem reflexos nos seus destinos eternos,
cu-j a segurança é a Igrecu-ja q u e cabe d e f e n d e r .
D e n t r o desse principio ge-ral, se torna i m e d i a t a m e n t e compreensível a posição que as a u t o r i d a d e s eclesiásticas devem t o m a r em f a c e das t e n t a t i v a s de implantação de tudo aquilo que signifique uma vioria do m a t e r i a l i s m o e uma repulsa ás leis da I-lireja.
I M P L A N T A R O M A T E R I A L I S M O
— Ora, n i n g u é m a esta al-tura dos accntecimentos, po-de po-desconhecer que continua sendo objeto do comunismo
i m p l a n t a r e n t r e os povos o Mais rude dos inaterialismos, a fim de fazê-los esquecer Deus e seus augustos ensinamentos, de que sao p o r t a d o res os Evangelhos e d t r a d i
-f a n t i s ou j u v e n i s — por ou- — e n t ã o cabc ás -f a m i i i a s e á sociedade, inspiradas p e l a I* grejü, p r o t e s t a r e impedir o mal, por todos os ' m e i o s liei*
tos c legais. E' u m direito do Episcopado Brasileiro, co~
mo responsável pelas t r a d i -ções' cristãs d e nossa P a t r i a ,
e s p e r a r q u e a Nação e s t e j a s u f i c i e n t e m e n t e a p a r e l h a d a n a s suas leis c t e n h a —» como por certo h á d e t e r — h o m e n s á a l t u r a de aplicá-las, p a r a que, de d e g r a u em degrau, nao t e n h a m o s a desgraça de r o l a r pelo desfiladeiro m o r -tal do Comunismo. S I N A L ALARMANTE — Baseado n e s t e direito é q u e nos j u l g a m o s n a obriga* yao de a s s e g u r a r que a i m -p l a n t a ç ã o da J u v e n t u d e Co-m u n i s t a , eCo-m nossa p a t r i ar se-ria u m dos m a i s a l a r m a n t e s sinais d e nossa c a r r e i r a p a r a o abismo. E' preciso não t o f m e d o de dÍ2er essas* v e r d a -des, da m e s m a f o r m a q u e n ã o
o teve o g r a n d e P o n t í f i c e P I O XI. quando condenou 8 i m p l a n t a ç ã o da J u v e n t u d e Fascista na Italia. Os totalitários n ã o se coa-. d u n a m com as * consciências que se f o r m a r a m á luz do Evangelho, A MAIOR DESGRAÇA — E conclui Sua E m i n ê n -cia: — Estou d e r t o d e q u e c u m p r o o meu dever, a l e r t a n -do mais imTa vez a P a t r i a
Brasileira c o n t r a os perigos que a cercam e c o n t r a a m a i o r de todas as desgra-ças q u e 6 condescender com esses perigos.
RIO; 18 (Meridional)
— A sessão de ontem da
C a m a r a foi realisada
sob a mais i n t e n s a
ex-pectativa» A's 16,30
ho-ras deu e n t r a d a no
re-cinto da C a m a r a o
Mi-nistro da Justiça a quem
foi entregue um questio
• • « 1 1 — — 11111 r»»'»—
ENCONTROU A
PRE-F E I T U R A
ANAR-QUIZADA
MACEIÓ', 17
(Meridional) — O novo P r e
-feito concedeu u m a
en-trevista á "Gazeta de
Alagoas", afirmando ter
encontrado a P r e f e i t u
-ra da capital em
com-pleta desordem. Seu
antecessor contestou,
i-mediatamente, essas
de-clarações, e anunciou já
ter pedido a a b e r t u r a
de um inquérito para
que seja p r o v a d a tal
a-cusação.
Enforcado
mon-senhor
Tiso
..BRATISLAVA, 18 (UP) —
A'b 4,35 horas da manhã de hoje, foi enforcado o Mon-senhor Joseph Tiro, presiden-te da Republica daEslova-quia, sob o dominíp n a s U t a .
n a n o p a r a ser
respon-dido e no qual eram for
muladas as acusações do
sr. Café Filho. O
titu-lar dia Justiga ocupou
a t r i b u n a por mais de
u m a hora tanto que a
sessão prolongou-se até
ás 18,30 horas.
Procu-rou o sr. Costa Neto
es-clarecer a atitude do
Ministério da Justiça no
caso das eleições do Rio
G r a n d e do Norte. Foi
focalizado o assunto dos
telegramas ènviados pe
los congressistas das o
-posições e c u j o çiirso
fora proibido. O
Minis-tro da J u s t i ç a demorou
se em considerações
a-fim de justificar a ação
do Governo sobre o
as-sunto.
Toda imprensa do Rio
registra em grandes
tí-tulos o estabelecimento
da pratica
democráti-ca que d e t e r m i n a o com
parecimento dos
Minis-tros p a r a explicações
aos representantes do
povo. .
Sob ordens do
titular
da Justiç
Posição do Partido
Socialista Brasileiro
AINDA O SINISTRO
DE T E X A S CITY
T E X A S CITY, 17 (U.
P.) —' Pouco depois do
Prefeito haver
anuncia-do que passara o perigo,
mais um t a n q u e de
pe-troleo explodiu, nesta
cidade. Contudo
1desta,
vez, a explosão não
te-ve maiores
consequên-cias. Conforme já foi
noticiado, o P r e f e i t o
in-Eormára á cidade, á
tar-de, que só lavravam
a-inda 4 incêndios» e que
todos estavam sob
con-trole. Mas, logo em
se-guida, cancelou a
entre-vista coletiva á
impren-sa, que já havia sido
marcada.
RIO, 19 (Meridional) O Procurador Geral da Re-publica recebeu u m oficio do Ministro da Jiustica, comu-nicando-lhe a publicação do decreto do governo, suspen-dendo por 6 mesos as ativida-des da União da Juventude Comunista, prato dentro do qual deve ser declarada a sentença judicial de dissolu-ção da referida sociedade, considera d a-^npciy^^aoft i n t e:
resses nacionais tóo
oficio,
o Ministro da Jusllça solici-ta providencias no sentido de t - \ pzjomsvido aqusía ç>jk>-codimento iudicial. Caberá a distribuição ao Procurador da Republica sr. Plinio Tra*vassos, na proporção compe-tente. Por estes dias. deverá entrar em juizo a petição i-mcial da ação e m apreço.
n i O . 18 'Meridional) ~ O \ 'Volto Mangabttini cteclr.-vou á reportagem qua o pcri" realizar o pia- sameiUo dc seu partklo, o m ã ^ Z & M ' a^u n c i ad ? : Ppl^ í^5^• Pres- I Partido Socialista Brasileiro.
D e m o c r á t i c a ;
cía J u v c n l u d e . Comunista, por q u e a c h a que êle n l o
í é r e a liberdade de -organi-zação pnlitica. ; Acrescentou q u e os menores•• de 18 ários, nâo sendo p6rtadoréÉ ; d è di-rei tos ^politicÕáliriSttíiyèvém
A I N D A NAO LEU O TEXTO DO DECRETO
RIO, 16 (Meridional) — O cardeal Dou J a i m e d c B a r -ros C a m a r a , abordado pela r e p o r t a g e m a propósito do
ato q u e suspendeu o f u n c i o n a m e n t o da União da J u v e n
-t u d e C o m u n i s -t a , declarou o
seguinte:^"Nao dispuz, ainda,
de tempo suficiente p a r a l e r o decreto q u e d e t e r m i n a a suspensão d a s atividades d a J u v e n t u d e C o m u n i s t a e
pos-terior cassação do seu regis» tro. Acho, e n t r e t a n t o , q u e é u m a medida o p o r t u n a , pois tal o r g a n i í s ^ ã o v e m v d e en-c o n t r o a a o s r s e n t i m e n t o s v e ^ a
formação eristâ do: povo
bra-• : ' : : £
. . B E R L I M , 18 (UP) —
Urgente — Informa-se
que as forças britanicas
dinamitaram, na m a d r u
gada de hoje, a
fortale-za. de Heligoland, tida
como baluarte
inexpug-nável nos flancos a
no-roeste da Alemanha. A
explosão foi formidável
e a coluna de f u m a ç a
e-levou-se a dois mil pés
de altura.
L O N D R E S , 17 <UP) —
6.700 toneladas do altos expio staes detonarão. hoje. no
Atlântico n o r t e , p a r a destru«
J u v e n t u d e Comunista.
Ássim
tás primeiras
ho-ras de hoje, o Ministro
da Justiça expediu um
texto do decreto a todos
os governadores e
inter-ventores dos Estados jia
ra a adoção das
necessá-rias providencias.
Envi-ou também um oficio
ao Procurador Ge!ral da
Republica, 110 sentido
de que seja iniciada a
ação judicial para a
'cassação do registro da J u
-ventude Comunista.
CONTRA A ARREG1MEN-T A Ç À O D A JUVENARREG1MEN-TUDE O PROCURADOR GERAL DA REPUBLICA RIO, 17 (Meridional) — A r e p o r t a g e m ouviu o P r o c u r a -dor Geral da R e p u b l i c a s r . T e m i s t o d e s Cavalcanti a p r o -jposilo do ato do governo,sus-PROVIDENCIAS TO-
I p n u l c n d o O f u n c i o n a m e n t o da "União da J u v e n t u d e Co-m u n i c i a " . O s r ? TeCo-mistocles manifcslouM2 contrario à a r -jcgniicnlação du mocidade brasileira t a n t o nosdemocráticos como nos blocos q u e obedecem á inspiração totalitaria nazista ou fascista ou uinda comunista» adian-tando que " r e p u g n a fio espi-rito de f o r m a ç ã o politica o á
•
tradição brasileira t o d a : a
ideia <lc a r r e g i m e n t a r ã o da j u v e n t u d e , E n t e n d o q u e a j u v e n t u d e deve ser livre. NSo deve s o f r e r coação de n e n h u -ma tendencia ou ideia filosó-fica ou politica. Livremente» ela deve f o r m a r sua m e n t a l i dade, g e r a r s u a s ideias, p r o -c u r a r seu destino, -c o n q u i s t a r o seu lugar a o s o P V O repor* ter lembrou, então, q u e o sr.* k
José Américo h a v i a i n f o r m a -do q u e a UDN e s t a v a dispôs-',r t a a responder á a t i t u d e do P C B com a criação d a J u - , v e n t u d e Democratica, respon-dendo o s r . Temistocles: " T a m b é m sou c o n t r a essa iniciativa. Como disse acima» a mocidade d e v e t e r liberda* de dc f o r m a r o seu espirito!, Não devo s o f r e r orienta§6ò compulsoria p a r a buscar s u a:
c u l t u r a " .
MADAS P E L O
MI-NISTRO COSTA NETO
RIO, 17 (Meridional)
— O Ministro da
Jus-tiça, hoje cedo, começou
a tomar as primeiras
providencias determina
chs pelo decreto do
go-< ? ~no suspendendo as
atividades da União da
ir a minúscula ilha forlifica-da do Heligoland» qUe nas ultimas 2 guerras, protegeu o flanco exposto da Alema-nha no noroeste» Pelo manhã, serão retirados da ilha ouiil« limos 400 sapadores alemães» e> depois, um ojiclal aperta-rá um botão n u m navio a 15 quilomeiros de d i s t a n c i a / l a * zendo explodir a tremenda carga. Heligoland que mede, apenas, 1 quilometro * meio de comprimento» por meio de largura, foi u m a das fortale-zas mais poderosas do mun-do.
Não m c o n t i n u a r á esta
processo do
Nas mios J o des. Rocha Lagoa os
RIO, 18 (Meridional) : w N ã o p r o s s e g u i r á « s t a sema* n a n o T r í i i i n a l S u n e r i o r E-l e U ^ r a M o ^ p r o c ^ s o | i e m t torno de c a s s a ç i o d o » gisiro do PtC.B. O desembar gador Rocha • Lagoa} íâlãndo,
h o j ö« á / r e p o r t
terminar,] a n t e s í d a p r ó x i m a •
* - *
semana, o e x a m e do
« i m
"ÊXÊÊÊmm^imsÊmmmmmiÊ
^y-r- r- wrMmmWMtm —
Ani» . ; .. .
S ^ h i c s í r e . . . I. 'Ati-a/.ad« -/.. . . . A v u l s o . . . . . S u c n r s - r i s : — .7 d e - í;: SQ ÍMh\ <
V » « •p
• • « • • . • « í í W W t^'A'k'h;:^ iiï. imvïi.ivyà .Mtïn,,~ ll\\:\
S t » « T * • * CUï i;;iUVJrt). >4. • ^ ' » iT . £.. . vw».-a
*
« pu » »s
fi?
» »
m* •1*8.3.-* v l . o:V j ó n t ^ d ë w i s t â í S ò i c i a ] , Ò E í í j t Ü ; . t á l : ' | Ü á l ^ Ò :iliasil é u h i p a i s
enV/qüé:-":ãóV existe >nenhuiiiâ?
entro á g r á n
-riquosã c a
c:<t
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o bre::a i>ondò a:;
n e c e scidade para o-Egito e o
j^/iir^l dc citarem" .uma"
, i — , y-v'ià scr.i a qual'
.0 i -í i » * / • 1.
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E d u c a «< ÍíO dn (
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•/c d j j i u-i: -líu;
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• • • ; ""i i. • • ' < »" i K
- Cio iíA, (:>uáü —
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^ernMmmmmám mSmâM
r a o s s e s j s ( > . » i il 1*1:l » -I » 1 *<' ' ;í
^•iiCO C d a q u p i r .•
MC'.'.'
c l u i u « . i r a r .;ido aos
Uv/: ó
!.: :da dignidade •
t e r i a ldo In:cr
d o s c o n t i r . u n . 1empenhados c
» . \ s p a c i d sf
KW. A C i o . R c d i o I n í ^ r n a c i o n c l d o E r a s i l t e m a s c f i r i a ^ c o d a p a r H c i p a r h a v e r f i r m a d a um i c o n v é n i o d e t r à í e g o mú^uo c o m a C i a . F o r ç a c L u z N o r d e s t e d o C r a s i í , p e l o q u a l o s a s -s m a n i G -s d e N o t a i n a o m a i -s p r e c i -s a r ã o ir ò s u a c a b i n a p a r a f c J a r c o ; n o R i o o o u t r o s p o n t o s d o B r a s i l e d o o x t e r i o r . D o r o v a n t o , b a s t a c h a m a r " 1 6 1 6 " , p a r a o b t e r a l i g a -ç ã o c ? 3 $ o | c J a , d o p r o p r i o t o l ü í o n o . -- a e r e a ^ i r o t a ^ ^ l » ^lírasilInlápéíMtíW^^
v i r a ' C a m b i o i e n t r e g o ^ G á i í ò í è « ® ^ Q U : T . ; ! Or^'ni.-.in:
r? < ' ' A * 5 \ ' rr *» '-V -'Tr ir;i
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_ G O D O C H I
-: i Lr- - j — P r e s t o uá tardo cie on
t i r > p i J . u c i D L g í . - i n r j e c i a , o n a v oio. c-;:mpos;la de 11 radi
\
f::úr> a um clsmocraia.
v^cor:!.-.-)-. :-ssim, os
es-no sc-p.Lido cíe
a-; o.i cornui-istas dr.
l-^overro. Não cbstnnte
_ c o n i u a i s í a s , c o m c
• lar, boiri os liberais.
.• u m a s i t u a ç ã c
•Jo í^nrlidcE, ao mono5
ptij-L-i^linoníOi
governa-i'nt-nl'di;, Pois a pedidr
]\\.^iderjte, pmbor?
^-ûi-'.'r.dos do: gabinete
, c:n£;srvarao seus- car-,
• ! pe- ; r.a administração
r. í A
Todavia, so V. S. prefûrir utilizarão da nossa ca« bina, coniinua a mesma ü iua inteira dispo-Jçáo,'
á
v . ^
Rua Coronel Bonifácio, 223 - Tols. 1617 c 1613 - NaJaf
ri-U
fum ,ainda
Cmâisfsfer^i\ e i s . ós " l i a m e s f d é i p a
-reritescos" qiie fiiérair.
com que, nò Brasil^ S"
tenha acompanhado: i?
ainda se ' acompári
h.»-com a máxima áterição
tudo quanto se pássâ no
Oriente Médio Arabè
Ao f i m de minhá^vi-:
sita — por demais:
bre-ve — posso
sòmente;ili-zer aos meus amigos
egípcios que me, resc
r-varam uma
tão.xaloro-sa recepção: "Obrigado.
Voltarei. Temos airibos
um longo percurso a-per
correr iuntor.".
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Vv vvv Js. * Ç ' C o n i o E c g x s l K t ^ G r Í T . h t c í í l í j y i c r á ^ ^ A c a b a d e a p a r e c e r a r i n i c i r a h i s t o r i a d a s c -Í L i n d a g u e r r a m u n d i a l , i l ' b e m r e s u m i d a : c o u b e : m t r i n t a p a g i n a s , i n • l u s i v e g r a v u r a s . E e n t r e t a n t o c o m p l e t a . Q u e •o r è f é r i r m e a o a p e n d i -d a e -d i ç ã o -d e 1 9 ' I 8 -d ó NToiiveau p e t i t L a r o u s -;e i l u s t r e . . T e m o s t o d o s e v i d e r i ^ : e h í e n t e u m a i d é i a c i a r á l e s ç a . h o r i y e l g u e r r a , , 3 p r q u e a s o f r e m o s ; ; m ã s i o ; ^ m a g o ; d ê n o s s a h i e ^ j i i ó r i a : c é r t d s ; s a c o n t è c i -l i e r i t b s ; j á i f s e X J ^ i i è m !m B ^ m S m ^ i
> 0 ^ u m è ^ l u i z Q & è i a l í | R é r | i i d à ü m á i ^ i ^ u i c ê n c m C o s t a R E U O ( P u r a os ( D . A . )guera começara mais de
um. ano antes. O ato
ini-cial de
guerra
pratican-do
pela
Alemanha
foi
a
anexação da Áustria,
em 13 de março de 1938.
Aliás,
s e q u i s e s s e r i i o srecuar
no
;témpo, - seria
p o s s í v e l
encontrar Ò
co-meço -da guerra na
reò
c u p a ç ã ò d á R é i i â n c i a ,
q Üé ,vàl(>u
pela
destrui-ção í ' ; d e M á s | .
s a l h e s VMà^
1:; nãd y;
aprb-\
s i i ã : f é i ç ã ô v e ; : ^ i l ^ M l E o ^ c i a r n ^ ^•msd^^mmimmmM^
• T r~ i á ? s e v d e s q u e # m a ^ : •em s u a s â x c u a a"ï.' r
t i n i c r i t n - v e r j t o s • V y ' i i i c b a n g e r ó . y o l t s / S l J P ^ ^ " U m R á ü í ô ^ Z e í i È í Í Í Í i » > ? ' * S î o â ' i - é r î B Î ' - è ^ - c ^ - ï S i x a » a m p - l i a d a s- V S - f c S S S B d ^ í ^ l a c S S l S I l
« W ^ i i *ou que os ingleses, por
formalismo,
continuas-sem a
i n a oreconhecer
o
f a c r oe berrou
quanto
lhe permitiram òs
pul-mões
e n i12 |de
setem-bro no congresso de Seu
partido : os alemães,
pe-la;
v o r i t a d éexpressa
. d á
Alemanha,
e s t à r i á m ^ n ò sSüdetòs
etn;casà;
4prop r i a V ; È : a c o m o r ^ d í s -s e -s -s é q u e n a ü a W a Í i a m l Q S s b o n > o i i e i o s ë d e - L i o r a :
nmmímmmmmmm
B I S C O Ü T O S !•: M A C A R R Ã O " R O Y A L "ENCONTRAM-SE
à VENDA-'.EM
S O C I L F O N E — 1Ó55. A v . D u q u e d e - O v i « ' , 1 7 1A U M E N T A A
ÜRÕÍL"-CÃO DE
AUTOMOVi:-ÏS E CAMINHÕES
WASHINGTON, 17
í UP) — A
produção de
automoveis de ;
passeio?
nos Estados Unidos,nu:
março ultimo, foi a
mai-or,
desde
o fim
da
gúl:r-;
ra, chegando
a 302,954
carros. E' o que
infor-ma o Bureau de
C o n t r oles Temporário^,; quo
conta
com
novos
a i i m r a t o s n o s p r o x i m o s B m e-ses
.
Assim,,
a g ô f a é m a-bril
deverão fábricár^sc
mais d é 325.000 áütòmo
1veis. Em maiò; màis li«
330.000 è em junho m a
-is
d é .
338.000.
; T à m b é m à p r ò d ü ò ã o V d e ^ a ^ c j s | é s t a b é l e p e u | n o ^ J e-zv&t
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c ã o i n v u l ç a r . I R M M M f ï W f i i l l i B B ^ ^ S ^ BW i l l i
dentro da democracia,
não h á salva«
cao»
ÍVCÇOJ;: CrS 3 00. S . L U I S : R u a P r e s i d e n t e R .1 si d f-i ra - - A1 per i m A í, 15,20 a líl.-líi: "Docar. dc- N e w Y o r k " . P r e ç o s : CrS 5 00, e s t u d a n -tes CrS 2;5G, C I N E POFTJLÁE: E s p . Sil-va J a r d i m .B R A S I L ' - * C Ü Ü B E
MATINAL DANSANTE — ESPORTIVA
A D i r c l o m ik-sU? sinhilicio promoverá no
proxhno d ia 20, doniin^», mais uma animada
A'iatiti;;] Daiwanlo-Iísport iva dedicada aos seus
/issiiciiidus e oxnias. lamilias.
-Nos in.im'alcs da.s dansas, .serão realizadas;
as seguintes provas com prêmios aos vencedores:
— : PUI M Kl KA P i t o VA :—
A CAÍiKA. líqinpe: concurrentes do
se-xo ma.siiílir.o.
1'alronu: João Bastos Santana.
—: SEGUNDA PROVA
A n i l I G A DE GALO. Concurrente: Numero:
ilimitado do sexo masculino." .. " f ^ y S
P a r a n i n f o : Amazüio de Souza Lima.
— : TERCEIRA PROVA :
' A BOLA DA SORTE : Equipe: Numero
ili-mitado de concurrentes do sexo masculino. •
P a r a n i n f o : Lourival A r a u j o Carvalho.
Os prêmios aos vencedores das provas,
se-rão oferecidos pelos respectivos- paraninfos.
Inicio da Matinal: 9 horas.
Términio: 12,30 horas.
T r a j e : Esporte ou passeio. J
Ingresso : Recibo íi° 4.
Natal, 17 de Abril de 1.947.
A M A Z I O O | | Í H : SOUZA LIMA
Secretario Geral ' . .*
A'« 1 : 5 , ( .
"O Cit Jiiisia E s t r a n g u l a -dor" o a 4a série de "Os
Va-l e n t e s da Ouardn >'•'<' Cf^ ' w 1 ' I n í'L' : ' C r í l 2íi. Soirée CrS S,>l(j. T E A T R O Po1:i C i a . dc ' Comedias I r a c e m a ric; A l e n c a r e Rodol-f o A r e n a , a poça cm ;? atos "Ltíz d e G á s " .
- ;•:-» i<a!:!ii:;i> L-vaiilado a o Ci lit du d ít-üiis ;•:• iii:;-i.->iUÍrÍiiK a u t o r t!7.n«;ães '(! ï lüu-i ;;r;itiii::aeáo a u : a u x i l i a r e s
a ti y.;, a f.vi tório da" D i r e t o r i a , iíiiuicu. \ f i í í i e a r k » t::rá a.-, s e g u i n t e s
li.I LíiLÍfni c m iUh: V.'li CllUliUrit-L-atú f «0r'í \ p a r u c o n s t i t u i ç ã o
IT'.SL']-'.;i le«:«! Ii!Ú Mtiii'iir O vi li U- j jt j r ce 111
a ( 'J.
01 v)
tii j ca -M A C A B R A Ò " R O Y A L " P r e ç o p a r a o p u b l i c o C r . S 6.20 K / ' D E P O S I T O : A v . D u q u e d e O x i a s , ; F O N E — 1 9 3 3o oiií» pc.{ 1 o lmvi v o t a ç ã o iai í!i'<jito p o r unaíiiniíchrdi1. E
n a d a mui« h a v e n d o li t r i d a r d i v l a r o u o m \ P r e s i d e n t e Mispomrn a í-i.-^ão p a r a a Joiíura closui a l a , R o a b e i i a a 5 í o i lida p o r n u m a p r e s e n t e a l a tju'j íot a p r o v a d a ;sor lodos d:í ncionístus r j r c ^ n U s t ^ n d o eui .seguida d e c l a rado cn*'errada íi Sercâo e eu. S e v e r i n o do M e d e i r o s M a -ri::. s e r v i n d o cív* t i rio. escrevi e a s s i r o a p r e s e n t e j u n t a m e n t e com ns aeiou ih Las q u e p e r f i z e r a m Ljsta
As-iniilòia G e r a l .
REUNIÃO DO HAVAI'
Hoje, ás 19 horas, em
sua séde, à r u a João
P e s s o a ,
reunir-se-á
adi-retoria do Havaí
Spor-ting Clube. E'
encareci-da a presença de todos
os diretores, dada a
im-port saneia dos assuntos
c i u e
serão tratados.
Tndídros T E fórVSIZ S. A. ) o r m m a r o df> o r d o m llf>4, c n n í o r m e d e n t e ci a si a J i m í a , d a t a d o d e 27 d é •• O P O E T O •• - • ; • ÓXTaqtti ^ . E n t r a r i a s : : o n t e m ò - J ò ^ u i s r i r . h õ r ã ^ ^ a r á ^ ò í í â Í Ê ^ I D a n t a s M a c a u ; I C C ^ M j g ^ K i/;: d o ^ p ^ ü â t ó l ^ sul; j t i i f fân^í^f^ S à i ( l à à : z ú t i t i ü e S N ó ^ l i Y ^ l ^ p í ^ g ò ^ S í d l ^ Ò S t ^ l p â r a A. B n m e o ; v i a g e m para o sul. . . ; . h e j e , o T a q u i , p a r a Forialdza. L A M P O R H O L T: L I N EEMB...À V E L A — D e . ' Mo- cargueiro. E à l f e chegará , p i o caü e n t r o ü oriíem o i ã t é JDa- c c d e h t e dò- NoVa-. í V b r k i ^ rto tiu iiri;- Danifis^:com10Ò;-sãços "p^5nçlpii);-.de Maio., ' / ;
de sal m o í d o . "Mestre: J t a - § f | l § § i ®
Quhn A n d r é D . n t a s . A V I A Ç Ã O — Do r j D o PP-Í'J3S
b a r c a ç a A r a r i g b ò i a com 150 d ta 16 d«> lito p a r a Bcieiw,
íflles, M a r l e n e i l l l i l l l S i i P á í ^ i ^ l tvlíi, D AbUio X à r i ^ Ê ^ M
rnmmmimiÊÊm^
E m tjransito, I c i l S I m i i i i ^ l ® ! ^ ^ ^ S P P - C B 2 , :/,v A E x p o r l a d a i D i í i í r t a r t / Y B , a p r e ^ o h t ò ü ; coiího-tíniOí! to : •;;;::dcRóridas Eêtací iih fânci^S; d t í f d é M i i ó y e ^ t r ü z é i í d S t.CrS !> >00 ) r iS^Srï Ï étttí^^rVí bl'^i i rS'r? iit ^^sfe^gt áx: sí^ci Ô x p e ü:
d içiVi ^rt • B t ë i n ' l d | E S |
î radiât Iri tíi^Í 5 i: a tî ^îgfeî^gà ííí í^^tií ë r ccî^â S ^ & F r êWt e ^ W o
m^im&mêm
i S i l i S i l i ^ ^ p i i i i i i i W•mm
i W l i l I » ^ 1 «
§•• " Ig ü
wmm&m
^Ssa^Sitg;
K W t M i V f s m ^ a ^ ^ ^ ^ í i ^ S m q u i n . Ä B Ä s ^ S ^ s i r i i i a bu f i h i î e ^ 80, - t e l e f o n ej g M
.s»««;®« á R u a 3231. ' t e r r e n o em lo^ lo^ M W Ä Ü t ä . f e i r a e do M e r-l í -l É S
H t ü
Ä S ! !
ItlS®
com J o n n s l ^ f e i ^ l i i e d o , ' : á R u a P r e s i-I M U ^aàdèira, 44.Ï-A —
H f e M H i C O M P R A - F L « m a b o m b a m a n u a l de elevação olé fi m e t r o s . T r a t a r cm C;:'nha & M a i n .ALUGA-SE um grando.
arm a z é arm , p r o p r i o p a r a q u a l -q u e r r a m o de* negocio. Praçr* Gnntil
P . m . . i n° t.374 —
A l < v r i i n . * • InformaçGcg com Octaeilio M a i a , r u a Chile, ]&4 l e f o n e . J 2íi5. Te-* .
Ü
PRACISTA
S e n h o r . idôneo, pratico, d a n d o r e f e r e n c i a s , oferece s e u s s e r v i ç o s . C a r t a s n e s t a r e d a ç ã o p;-xa Z . T A L H A R I M " R O Y A L " P r e ç o — C r . $ 7,Oft o p a c o t e D K P O S I T O : A v . D n q u e d e O x i a * , 174 F O N E — 1 9 3 5 ANIVhKKAttJÜU 13ÜJH /(•I.ÍKi.^VuUWr
Pnrnriiiclí-i <!e NMo,fuMcHinario do fiepin't'.inonin don CúvrcM e Tolcftr. t'o-. .
•ieiihuiM«
Lu.iiu A n u a i s , vi\n *a d.' A n t o n i o A n t u n e s du ^ n i c i v i o rlí\sUi cidade. — Lidiu tialvSü B a r b o s a , p r o f e s s o r a n e s t a capital, o e n h e r i í a sAdelaide Vasconcelos Lei-te, a l u n a do Colégio
Estadu-al e filha «ia sr. Olavo J o s é L e i t e , 1'uneionar'o federal» e do sua ei-pcjfa d. Matilde de Vasconiclos Leite.
Crianças
J u r u n d i r . filho do Ai11oni«> Mitfiu-l da Silva, comercianU'
nesta cidade» c do r u a espo-sa d. Maria cia Ceneeieão da Silva.
— Eva M a r i a o Maria Eva, rilhas do 2o s a r g e n t o Mandel
Porfírio do Nascimento, «la 7a Região Militar o dc sua
esposa d. M.«ria Jccé do Nas-cimento.
s
I
) . iVi.%. : r«-pnnaln da uniu th» vfc&tps d » habitai;!'« c n n P g u a poip teiUK«
pnrcdrs q u e t v i ; a a In« iilhw;iin do uniu.** e a u m i -d a -d e ila p r ó p r i a ajjua -do' ba-ldio, u mudo uh JiVMinn, á J;dta di tôm^ilíi a d u p n d i . n o u t r a di p^iuíu-nuiü da easft, A única j a n e l a e a da coz; uh.i, q u e dá pai\. a n u . I] á f a l t a do "espaço; os m o r a d o r e s c.rmúm do lado de f o r a g i r a u s dc m a d e i r a , onde l a v a m a
louya e os ulenMlios domes-Uí'1'S, inclusive p/nico^ q u e depois j í / n u a n e c e i n ali em exposição. íi i*oear ao sol, E
ecLis de prisiouuiro in-comunicável, de duas únicas
dvpt ndencias (;<a!.i
(juarto-cc^ínJia-sida de- junfarj
eu«-t a m lüOJK) d e a h ieu«-tui-r peu«-tir MAIS A D I A N T E
Piais adianto, na m e s m a a v c n:d a J o s é Ben lo, ?> ca.::.s
do mesmo p r o p r i e t á r i o cslfiO ei;> con.-lrurao, rin lt»rrr-no '
<jne mal <iaria p nm:i, Hs-s.a:: unidade»» ivLÍiU.ni: .'M:: tem
•unscutinit ntn
I u rteirãtí, q n e ^ ^ ^ ^ ^ p
rm lat'ßtelÄPÄÄ
J;, curtir .il C]He jSiH^frW' ^fr^
3 U Ï R O S " G A I l C A L O ß " O d m alt iK.'uio â c!vili?a-;5o e'ricßfifnífrios , á? Avenida:
Ä an del Miranda* vis-a-vis [jt-ria i
Ipîcî
id rh'•ner'.'
i doA l e c r i m , um urry^dd me* tro c moio d^ lar;;ura. < n t r e dois predica, cpruveitadu pn* r a a viela
já se levo nnS.r-ia. V. iá den-tro, no 1'imdo do corre<lor r m subida, cucar;: pitr.ram n a -quela lermopilji i\ c a v e r n a s <le cada Indo, h a b i t a d a s por
Acrich UiiWi* oatao ainda n u vifïi r p?;sitiras tminieipais prui!» udo e: re c ^ i r e i t a m e n t o di' rui'ft e a eMistriição de
uí . r r a r h a - c h á >s" anli
•hifuenj-ces pela cidade, E aqui, con-f: nda na c<.nlv. c:dr> a m o r a t e r r a - b e r e f »in is vc^cs pos-to em evidencia P í T f c k o , que
SC
a pelo a t u a l coibam es>es at «'li*."d is u n o ^ a u r b a -n í s t i c a . Leguemof; ao^ -nossasfilhos, aos filhos <!oq nossos
I i lhos. ta na cidade limpa e b o n i t a .
A-7.YD-5,
de se. s rjrande'* p r o g r a m a s : o "Show l i a y a T . p a i r a c i n i o jdos i\tmo?os produtos a h m e n
-liça),
-lUyur.
wmÊÊMmmm
M E D I C O SmmjM
WÊÊf0m
D * . M A N O E L V I T O R I N O& nricir!»
{Aü&os
c s s e x o s )flo ' tlrtwBa grattai
« « M M H R i
I f M m M e m c e n ü Stt& CeL Bonifácia
A L V A ß O V I E I R A | e Clinica Cirúrgica à< U i g u e i ÒoütoM D F S E N H O R A S O P E R A Ç Õ E S
ADEMEDICA
C a r t a i — E l e t r o - t o * B » l i i i l Q e t r ! o co:
i f â Â Â í í
151 < «} » A ^ Geíulin V i-Iene: 14-9S
i r a i d aNOH-m
A. TA
ita
iora«
d o u a , 47È D u S E M B A R G A D O R J O Ã O D I O N Í S I O F I L G U E I R A7.° DIA
Elias Souto g senhora, Dr. Mario Lira, senhora
i filhos, Miguel Faustino do Monto, senhora c
filhos, José D
TÀvila Souto e Erico Souto Filho
:onvidam seus parentes e amigas para. na
proxi-na segunda-lcira, 21 do eorronío, ás 7 horas, m
Catedral de Natal, assistirem às missas que
la--bo eelebrar por alma do seu inesquecível cu
ihado e tio DESiSAííJAUfíADOR J O Ã O
DIONÍ-SIO FILGUEIRA.
Aos que eotuparecorem, antecipam a^j'ade
amento.
B R A S Í L = C L U n n
CONVOCAÇÃO DO CONSELHO DIRETOR
PPJMEíUA CONVOCACAO
A-fim-dc Cjuo seja pi-occdiüa a eleição da Di
•etoiia quo deverá dirigir os doslinos deslo soda
;
icio no íino corronta, convoco, clü oixlem do Si
^•esitlriUc.', o Conselho Diretor, para uma reuni
'O a rcr.li/ur-se ás 7 horas do proximo domingo
tia 20, nu Sala cbs Sessões desle Clube.
Siso o ssoguintes cíiHyoeioj; componontos dc
"cnroliv.) Diretor:
Sri. Adyjnni' Galhardo Gomo.-;, Amaziiio de
'ru.-.a íjiriia! Antonio Ksmeraldo Rolim, Antonio
i-Ufíii.Mci Ma^alhãos, Antonio Moi-ais Noto,
Ci-anando José do Melo, Felipe Soares do Melo
ornando do Nascimento fiamos, Goorgenor
Ser-íta do Brito. Joüo Tavaros, João Bastos
Santa-.Joaquim Vitor de Holanda, José Estolianc
.^oiíia, Loiirival A r a u j o Carvalho, Ismael
Gua-•••ot:ra. Geraldo Sabino, Mario Barbosa, Nilo
i: -uror.eio. Miguel Dantas da Silva, Rainumdo
^eixoto, Ilomulo: Leite, Oscar Pais de Oliveir
iahuiei Vasconcelos Silva e Porfírio Ferreira
i a Uocha.
Natali? 18" de Abril de 1.047,"
A T>F, 90V? \ I.í^tt
Secretario Gera!
A As:' .('Í:uI;t i* >1 liar
i;fe-rt'i'fU uiii ik'si'ilo < oui i'imi'ii
kl v üuu Oi cjUf.Mra. Viviilini
hlL'iK'irc.^, Ci ojuiitu iU:
Uil-nio v asivla Fniunlul i:tn
so-la:^ ill* piruio. Uiiui ^riiodi
1i.uiU' ii 11j o n l c a i e ijuu, s»cjn
quulqupr duvuli, iuvi'cl'cu
f.ijupaiai; dos s.ntoiu/cadorui»
dos 1.270 qirloeA'los.
O "Show K o y a T 6 oforcci-<lo l i ' d j s q u i n t a s - f e i r a s , e
m ouv:n>os pedem pedir a misira q u o (li-rojoni ouvir v
t a m b é m dc
preio-r o n c i a . jj y j; ,
- - Um p r o g r a m a quo vnlo i-v d ivido, jM.ji'V O
Hádio-IVai ro-Ri Iamparo,
audi] "Ailao v E v a " .
Nova.*-levo o n t e m u m a v e n t u r a s c n o v a s oncroncas ilu Adão, em mais u m a cena tli? bom humr.rismo.
uAdâo v Eva" ~ hoje, ás
na ZYlJ-ã.
— 'i\ redinha Maia. e a n l a n -hojo. ás I!) h o r a s para os " l a n s " Diiin pai riseinUi da liriUsh Sutilh Amcrioau Air*
v/ay.^
W o y r a m a dc ho]e: S e g u n d a parxe 13,00 — A v e M a r i a 1!M)3 — G r a n d e J o r n a l Poti — 2* edição 13.2ü — C i n e m a do Ar L e v e r 1IJ.20 — Milizza K o r j u s IÜ.5ÍJ — P a n o r a m a esportivo IH.Ü0 - - T o r c / j n h a IMainUJ.25 - - Kádio-Tnatro Uo-I in;x!.i(u
19.30 - - N i ^ i r i â r l o Kadiofô-níccj da A ^ r n u i a Nacional lilKOO - Jüciuli) Klaia
2o.ur> C a r m i n h a Silva
C'in junto Rivnin
ti»- K(M:Uiii1;aN i r i i i i W i w i :
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• I % 4 . ° O D u m « ' d u p i ' o i i r i c i u i m cio i m o K I M O m i m e m <[o î d i u m - I D e m ' i ' ( { i M i i d i i vi* t u o i i í j i u M i -| - ' - t . -| ( i i r d ( i i'.ii (?u:sisl«i w i i | » : ' i ; a n ! l ( i m i ' n s : ; l m î r î l e a l i i . . i i t ' l i* M- o i i H ^ m o É f e s f e p p ® ^ « l i T i d n ijiii1 il (Id. \ ( i»niis»fii» r i n u ' i o n a r â n u r d i f u i o ils»Piirieilura dar» J 1 á> l."> liora
1-P r e f c i t u i a M u n i c i p a l d o N ' a l a l v i n 1 7
de Abril de 1947.
vSilvio Piza Pedro?» — Prefeito. ^
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AVISO
g r a f i a r r o i ? : > C O M ' - I X M Ü P l ' A î t • -1 ^ \ r u> ft I :.'/i.
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: « S T O H I A DE C A S T R O A L V E S . De iiá m u i t o q u e o publico .feii jiciava u a p a r e c i m e n t o .c u:na bioí;raf.a completa .c ( \ i s i r o Alvo:;, como e>:ta, ;iu> acaba de dar-nos i V d r o -alnu n, na c o m e m o r a ç ã o du cnl.:nâr;o do p o e l a ."íiislódu Ca.;íro Alves" i n l i l u l a -:>e a obra, incluidà na coleção "O l i o m a n c e <ia .Vida"; nada porém, m a i s distante de tona bio;;r.*fia v^nuuiceadu do q.:e vai hvvo Jiau> de liav-a.s v acuradas p e s q u i / a s n as fontes
escritas e orais e de um pro-f u n d o c o n h e c i m e n t o do «s-?'u) d o. O poeta rins v
'K^era-vosM tem sido p a r a P e d r o
C a h n r n , conto o foi pnra A f r â n i o Peixoto, um assunto p r e f e r i d o . N e n h u m traço de improvisação se e n c o n t r a ria obra e m apreço^ l a r g a m e n t e vivida e t r a b a l h a d a . A s n u -merosíssimas notas, ao .pé cias p á g i n a s i n d i c a m p o r si só. a m í h u c í à das. pesqinzáSY (Nãq
iicmve dòiaíhe (te ; c e r ( a 2 i m - ; p or ian d ia V qu é ; n a o I rrt è r e c essS;
: .us Ú v a â n vesti ga ç aü ;Als| ífxàip v; aíi " • * "v v—'"/"^S^A*«.'>V'V ."»vi'.,vvíy
liO.ilJ
-U-ã
1U . 10 .Tnão Damásio
--- P r o g r a m a MIíôaNoilu"
- - uR<\f;onh:i do Noti-on I Jia1> - . S KP AN 'lU.fií) --- P r e f i x o - - Knc<-rr;vounlo
A empresa LOPES VARELA & CIA.,
pro-prietária do CINEMA SÃO LUIZ, avisa que, a
partir de 1.° de maio próximo, somente gozarão
de abatimento nos ingressos os estudantes que
apresentarem carteiras dos estabelecimentos de
ensino relativas ao ano de 11)47 ou do Centro
Es-íudantal Potiguar, lambem do mesmo ano.
Outrossim, avisa que o referido abatimento
deixará de ser concedido nas sessões dominicais,
à noite.
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GINÁSIO 7 DH S E T E M B R O , S. Á.
São convidados os senhores acionistas p a r a
a reunião em Assembléia Geral Ordinária, que
se realizará no dia 30 do corrente mês, ás
cator-ze (14) horas, na séde social, à rua Seridó, 419,
afim de serem discutidos e submetidos á apror
vação e balanço, contas e parecer do Conselho^
Piscai, tudo referente ao exercícia de 1046, bem
como proceder-se à eleição da nova Diretoria e
do Conselho Fiscal,
Natal, 17 de Abril de 1947
José Iiibciro Dantas* — Dir.-Presidente
José Petronio Fernandes — D ir .-Tesoureiro
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À Federação Norte-.cientificado das datas
Rio granderise de Des- íixadas para os.jogos do
portos vem tomando
providencias urgentes
para a realização dos
jogos finais do Torneio
do Nordeste, o certame
que inaugurou a
insta-lação de refletores \\o
estádio "Juvenal
La-martine", etn julho do
ano passado.
Como se sabe, a
im-portante competição
pe-bolistica terminou
em-patada entre as equipes
do América, desta
capi-tal, do Treze» de
Campi-na Grande, e do
Forta-leza Sporting Clube, do
Ceará.
A idéia dos
promoto-res do Torneio do
Nor-deste era realizar as
fi-iialissimas ainda este
mês. Atendendo
»entre-tanto« a um pedido do
Treze, o C ap i tào Fe
r-nando Leitão concordou
em que as mesmas f o s
-Treze em Natal, a I
oe
4 de r.iaio, bem como
das condições oferecidas
peia Mentora, que eram
as seguintes:
transpor-te* por via ferrea, e
hos-pedagem, por conta da
Federação, e trinta por
cento da renda.
Feitr a devida
comu-nicação à xüretoria do
Treze, esta apresentou
uma cnntra-proposta,
em que pede oito mil
cruzeiros pelos dois
jo-gos e designarão de
no-vas datas para depois
de 15 de maio, alem de
transporte e
hospeda-gem.
A ULTIMA
PROPOS-TA DA F.N.D.
Podemos informar,
todavia, que a
Federa-ção já apresentou a
ul-tima proposta que é a
seguinte; passagem e
hospedagem: seis mil
sem levadas a efeito em 'cruzeiros pelos dois
jo-maio proximo, iá tendo 'gos, conservado as
tia-designado as datas de tas de 1.° e 4 de maio.
1.° e 4 da referido nirs.
EMISSÁRIO DO
TRE-ZE NESTA
CA-PITAL
A direção do clube
paraibano, por sua vez.
mandou uni emissário a
esta caoital, o sr.
Fran-cisco Farias, nara
tra-tar do assunto. O Fr.
Farias esteve em
con-tacto c^m os
presiden-tes da F e d e r a d o o da
América, sendo ent^o
pois ja assumira
com-promissos co
1'.! o
Forta-leza no sentido de que
as finais sejam
disputa-das em maio.
Desde alguns meseí;.
como é do
conhecimen-to do conhecimen-todos, está o
For-taleza empenhado junto
F.N.D. o à d i r e t o r h
do América, na í v l i z p
-rj\n dos joíífíS decisivos
do Torneio do
Nordes-t e
4 % • • % . . • . •M
O
tinteresse dos
diri-gentes do .nosso f u t e b o l
em promover esses
jo-gos em principiosr de
maio visa, tambem, náo
trazer embaraços às
temporadas o f i c i a i s,
quer em Fortaleza, quer
:nesta capital.
Portanto, está sendo
aguardada, a qualquer
momento, a defcisão do
valoroso clube de 0 a m
-aina Grande quanto à
>ua participação nas
se-mi-finais do Torneio do
Nordeste.
• Esperamos que ela
seja .satisfatória e não
é outro o desejo dos
inú-meros admiradores que
conta, nest
1* canital, a
turma do "galo",
B I S C OV
T O S E M A C A R R A O"ROYÀL"
E N C O N T R A M - S É A V E N D A E M S O C ! L F O N E — 1953 A v . D u q u e d e O x i a * . 171MO CAMPEONATO
BAII1ANO
SALVADOR, IC (M.i
— Em prosseguimento
:io campeonato bahiano
de futebol foi
disputa-do ontem à noite o
en-contro Ipiranga x
Síio
Crislovâo, que terminou
empatado pela
conta-gem de 4x4.
«n t S P H M R
a m i s t o s o ;d o m i n g o e n t r e : es
d r o s i d i i A r i s n r i c a v d oÀlecrím.
FÃland
sa
te! W l i p a i i B l I i li f t ^ i s M i o i a p i i
PEIXOTO &
comunicam ao comercio e «o publròb em geral
nomeados' agentes distribuidores exdus(vps para todo Es=
tado do Rio Grande do Norte, dos afamados cigarros da
.Fá-brica S. Sebastião Ltday e das iá conhecidas marcas: TIO
SAM/.— KOOL — J O H N B Ü L L — P R I M O R O S O S
KIR — D'OURO — »COSMOS — ETC. —simples .emen»
toiados. Exijam e prefiram os insuperáveis cigai-rps sem
nicotina fabricados no sul do pais, e feitos com os melhores
fumos-escolhidos, ;para os mais exigentes fumantes.
Distribuidores: P E I X O T O & SILVA JLTDA.
Travessa Argentina, 38
ís duas rodadas do Camp.
Domingo e2a. feira Jogos em Natal, Macaiba e C e a r á »
m
Prosseguirão nos dias
20 c 21 do corrente as
disputas do
campeona-to suburbano, a cargo
ca 2.
aDivisão da
Fede-i aeào Norto-RFede-iogran-
Norto-Riogran-c'enscj de Desportos.
Os jogos
programa-dos são os seguintes:
D O M I N G O , D I A 2 0 E j : l > v m o z x L u s i t a
-ria ,prla manhã,
Esta-N l f l *
ft 3•1 A
Ï
n* f»9
g t j ^ scgr e u m
f
-H i ^ t a a m
« r j•m
ffT/5m c
dio "Juvenal
Lamarti-ne".
Cruzeiro do Norte x
Mauá. à tarde, Campo
da FND (Preliminar do
Jogo amistoso América
x Alecrim).
Cruzeiro x Havaí, à
l a r d e , em Macaíln,
Campo do Cruzeiro F.C.
Centro Esportivo e
Atlético x Potengi
Re-creativo Clube, em Cea
rá-Mirim, Campo dc
Centro.
SEGUNDA-FEIRA,
DIA 21
Guarani x Onze. pek
manhã. "Estádio
Juve-nal Lamartinc''.
íris x Tirol. à tarde
Cárneo da Fcderaçàc
(Preliminar do jogo
a-mistoso Santa C m / >
Allctic
Torneio Quadrangular
À proposito c!o
Tor-nei'*) Q u a d r a n g u l a r
rea-lizado em beneficio das
obras de construção do
Convento Santo
Anto-nio, recebeu o dr.
Edil-son Varela, Diretor-Gc
rente dos "Diários
As-sociados nesta capital,
a seguinte carta:
Dr. Edilson Varela
NESTA
Havendo concluído
com todo êxito o torneio
quadrangular de
fute-bol, promovido em
be-neficio do Convento
Santo Antonio,
cumpri-mos o grato dever de
a-presentar a V.S. os
nos-sos sinceros
agradeci-mentos pelo apoio que
recebemos de sua parte,
atravez do "Diário de
li, que obedecem á zud
inteligente direção.
O -brilhantismo do
certame deve-se e n
grande parte á sua
coo-peração. motivo porque
nos sentimos bc/n em
testemunhar o no>.so
in-condicional
reconheci-mento.
Atenciosas saudações | ^ e n l e , o de testemu
mmiimÈÊm
- • 'f; v I ' k . i; 1 j
P a r a a tarde; do^ffHia^
21, feriado/ está ^min-;
ciado, também» foutro;
jogo amistoso^ que apre*
senta como adversários
>s times do vSanta Grüz
i do Atlético,
Será u mencontro beir^
promissor e no qiial
en-rarào cm ação novos
'alores em ambas as
e-uupes.
Os aficionados estão
uísiosos por ver jogar
> quadro tricolor,
po-lendo se dizer que a exi
íiçào do quadro
atleti-•ano também interessa
ião só porque o mesmo
istá melhorando de pro
luçào mas, sobretudo,
ela presença de
Cae-ense, que vem se
mos-rando uma das maiores
evelacões do nosso
' U f c b ; l
íeio quadrangular, que
.icaba de finalizar,
de-/c e;n grande -parte o
eu exilo á valiosa
coo-jcraçuo que o ilustre
\migo nos prestou
des-Ue os primeiros
momen-tos.
Atravez de sua
bri-lhante colaboração no
"Diário de Natal" e no
programa Panorama
Esportivo, da Radio
Po-iL pudemos constatar a
nelhor bòa vontade de
.vua parte, que
prçstigi-mi dc mculo decisivo
concroti^acâo do
certa-me, tornando-se» por
is-so, credor de nossa
gra-tidão.
E' um dever que nos
assisto e de que pós
de-sobrigamos
praseirosa-l)r. Jose Ivo
Presidente da Comivsão
:ró-construcào do
Con-vento Santo Antonio.
Carlos Lamas
Organizador do Torneio
Ao nosso redator
es-oortivo foi dirigida. Iam
bem, a carta cujo teor
abaixo transcrevemos:
3 m \ Valdemar A r a u j o
NESTA
Presado Snr.
Natal'' e da Radio Po- I A re^iiz^nqn do
tor-O S SKl/S p r o b l e m a s dc t r a n s p o r t e dc* c a r p i d e s a p a r e c e m » c o m o p o r cncanro, q u a n d o V« põe urn novo ca-niinhao Studebaker a Trabalhar.
Q u a n d o se adquire um Studebukcr, adquire-se um c a m i n h ã o que é mais
•.. i j i
S t u d e b u k c r é c i e n t i f i c a m e n t e ' f e i t o p a r a c o n s e g u i r q o e o s e u c a n q u * ebeio de combustível permita que cio
,i!c. n c e u n a i o»
p r e s s i o n a n t e . E a m a i s e s m e r a d a perícia de fabricaçao conserva a d es« jn-M dc inaniiTcn^lo m c i â n i u
uon-is»