• Nenhum resultado encontrado

Relatório do Pre - estágio supervisionado de supervisão escolar.

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Relatório do Pre - estágio supervisionado de supervisão escolar."

Copied!
39
0
0

Texto

(1)

UFPB

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIDA

CENTRO DE FORMAQftO DE PROFESSORES

CAMPUS V - CAJAZEIRAS - PB.

DEPARIAMENIO DE EDUCA(AO E LETRAS

Pedagogia

"Bntfe Nao ha trabalho nao ha pao,

e as migalhas por acaso obtidas, sahe

Dens coiio, serao molhadas pelas lagrimas

da vergonha."

| Tancredo de Almeida Neves)

RELATORIO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

NO ENSINO DE

10

E

z°,

„GBAUS

HABILITAfAOs

„ S u p j { s ^ / 3 t ^ . . _ ^ t e y 3 l a ^

LOCAL DO PRE-ESTAGIO

^cofio. hiaAucJ ck j°- Cjnou.

ANO

:„J31S

; PERiODO:

zsZu=M.

P R B E S T A G I A R I A :

(2)

E N S A K E N T O

"Como posso perder minha f e na j u s t i g a da v i d a , quando os sonhos dos que dorm em num. c o l chao de penas nao sao mais belos do que os sonhos 1

do''que dormem no cl:ao.M

(3)

6 c ^ ^, u ; >

UUI7ERSIDADE FEDERAL DA PARANA

CENTRO DE FORMAQlO DE FROFESSOKES

V

CAMHJS V - OAJAZEIBAS - PE

RELATfelO DC Pr'i ESliGIO SUPERvTSIOKADO EM SUPERVISED

ESCOIAE.

CURSO: PEDAGOGIA. PERfODC: 852

LOCAI DE ESTAGIO:

SSCCLA ESTATXTAI DE 1? SRAU DO KtfCLEO HABITACIONAI I COlfclC NCSSA SEKHORA AUXILIADORA (22 Grau)

AI70: 1985

PR£ E S T A G I A R I A

(4)

RELAT<5RTC DC Htfi-ESTiaiO SITTERVISIONADO DB 3UPERVlS£c ESCOLAR NA ESCOLA ESTADUAIi DE IS GEAfJ DO FtfdEC HABI TACIOEAL I I , SlC GONgALO-SOUSA-PARAfBA, E CCLISGIO NOS

(5)

IDENTIPICAglC OB JET IVO 5 IKTRODUQlO DESEKVOLVIMENTO CONCLUSlC AKEXOS

(6)

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAJjBA CENTRO DE FORMA QlO DE PROFESSORES DEPARTAMENTO DE EDUCA^lC E LETRAS CAMPUS V

(TORSO: PEDAGOGIA

SDPERVISORA: MARIA SILVAWI PINTO

ESTAGliRIA: MARIA GORETH DE PIGUEIREDC CA JAZEIRA S-PARAi BA

(7)

O B J E T I V O S

0 1 - Relajbar as a t i v i d a d e s dasenvolvidas no d e c o r r e r do f r e - e s t a g i o S u p e r v i s i o n a l o em Supervisao E s c o l a r . 02- P a r t i c i p a r de maneira d i r e t a on indiretamente das

a t i v i d a d e s da Escola para melhor conhecimento da 1

(8)

Diante das determinacoes do Curso de L i c e n c i a t u r a P l e -na em Pedagogia, K a b i l i t a g a o em Supervisao E s c o l a r , m i n i s t r a d o • pela U n i v e r s i d a e Federa2 da p a r a f b a , se f a z necessario a r e a l i -zagao de um p r e - e s t a g i o e consequentemente um e s t a g i o p r a t i c o , c o mo complemento do r e f e r i d o curso.

0 r l a t o r i o do p r e - e s t a g i o que ora i n t r o d u z o tem como o b i e t i v o , descrever todas as a t i v i d a d e s desenviblvidas na escola durante o periodo do pre-estagibo, o qual f o i d i v i d i d o em duas 1

p a r t e s : A p r i m e i r a denominada fase de observagao e a o u t r a fase p a r t i c i p a g a o .

Na fase de observagao irfamos apenas, tomar conheci 1

mento de tudo da escola para logo apos, com os daios em macs(da dos essea obtidos atraves de obs';rvagoes, e n t r e v i s t a s , p a l e s t r a s i n f o r m a t i v a s ) , poder e l a b o r a r um piano de agao para atuai? quando e s t i v e r no e s t a g i o pro]3Iamente d i t o .

(9)

D E S E N V O I V I K E I T O

C p r e _ e s t a g i o supervisionado de Supervisao ESeolar t e -ve i n i c i o quando manti-ve contato com a A d m i n i s t r a d o r a Bscolar da Escola Estadual de IS "'rax: do ITucleo TTabitacional I , onde r e c e b i

e s t i m u l o , f o r g a e acima de tudo espaco para t r a b a l h a r .

P r o e u r e i manter contato com todo pessoal da e s c o l a , es_ pecialmente com os docentes que me informaram sobre a s i s t a m a t i e ca de tra"balho que vinham desenvolvendo.

Com a a b e r t u r a da d i r e t o r i a e os e s f o r g o ^ dos professc) res consegui dar seguimento as a t i v i d a d ' s do pre-esfcagio, a t r a v1

ves de e n t r e v i s t a s com professores e alunos (anexo I ) , coriversas e observagoes que mantive com os docentes e d i s c e n t e s , nas quais sempre r e s a l t a v a que a minra estada a l i s e r i a para ajudaVlos na medida do p o s s i v e l .

A p l i q u e i , numa das reunioes com docentes, uma t e c n i c a ' que teisre como objetisro ver a p a r t i c i p a g a o e a integragao doo pro fessores com os problemas da escola(anexo I I ) .

Com a ajuda da a d m i n i s t r a d o r a d e i i n f i c i o a fase de co-l e t a s de dados sobre a escoco-la e tambem sobre a comunidaco-le (anexo I I I ) , o que f a c i l i t o u a'^nda mais o meu t r a b a i h o f u t u r e

De posse fle todos os dados necessar:os, pude com a a j u

da da comunidade EscolaAX Comunidade em g e r a l , e l a b o r a r um piano de agao (anexo I T ) que pretendo s e g u i r durante c e s t a g i o supervi sionado.

Procurando e f e t i v a r uma maior integragao dos p a i s com a e s c o l a , p l a n e j e i uma reuniao de p a i s e mestres onde i r i s d i s c u t i r , a n a l i s a r e estudar solugoes para a . e l h o r i a das d e f i c i e n t 1

cias que os alunos encontram na escola. Convoquev os p a i s atra«' ves de c o n v i t e , o c u a l f o i entregue por cada c r i a n g a .

(10)

Realizamos ( d i r e t o r i a e eu) A reuniao na data j j r e v i s t i e de a cor do com os obj'etivos (anexo V ) .

Chegando ao termi.no do meu p r e - e s t a g . o n a Escola Esta-dual de l f i Grau do Nucleo R a b i t a c i o n a l I , mantive os u l t i m o s coh t a t o s com so professores e demais f u n c i o n a r i o s da escola, onde ' agradeci a a c o l h i d a e disposigao dos mesmoe. Aproveitando ainda o m o K e n t o , p e d i a jada e mais uma vez a disposigao deles para a r r e a l i z a c a o das a t i v i d a d e s cue i r e i , na medida do p o s s i v e l , r e a l i z a - l a s .

Tudo i s s o f o i r e a l i z a d o na Escola de 12 grau. Quar.to a Escola de 2e grau, so ero. p r a f azer a fase de observagao, a 1

qual f o i muito f a l h a porque a Escola Ja estava no f i n a l de ano e consequentemente, a c o r r e r i a era g e r a l . Mesmo assim, mantive con t a t o com a l i r e t o r i e alguns p r o f e s s o r e s , os quais p a r t i c i p a r a m dos questionarx;.entos( anexo V I ) e se propuseram a me a j u d a r .

A diregao da escola forneceu todos os dados n e c e s s a r i -os para a r e a l i z a g a o do t r a b a i h o .

Assim c o n c l u i meu t r a b a i h o , mesmo tendo s i d o um pouco

(11)

Ao termino de meu p r e - e s t a g i o Supervisionado posso d i g zer que o mesmo e de suma i m p o r t a n c i a por que p o s s i b i l i ' t a ao a l u no a aplicagao dos oeus conhecimentos t e p r i c o s , proporcionando-' me um contato d i r e t o com o meu f u t u r o meio p r o f i s s i o n a l .

Minha p r i n c i p a l preocupagao f o i a p r o v e i t a r o maximo 1

das horas do pre-estag:o, •rocurando executar tudo que estivesse dependendo dos meus conl.ec1 mentos dentro do meu campo. Por o u t r o

l a d o , meu t r a b a i h o j u n t o a o r i e n t a d o r a do p r e - e s t a g i o v e i o c o n t i b r u i r muito para minha pouca e x p e r i e n c i a .

Aprendi bastante a or que l i d e i diretamente com p r o f i s s i . onais que, apesar da pouca e x p e r i e n c i a , mostraram-s. realmente * preocupados com a Iducagao: com os problemas enfrentados pelos 1

alunos e cue prejiidicam na sua aprendizagem.

Com este p r e - e s t a g i o j a deu pra c b t e r uma v i s a o r e a l ' no que se r e f e r e ac e x e r c i c i o de minha profftssao, bem como a im a o r t a n c i e o papel do supervisor Sscolar no contexto S o c i o - p o l l t i c o a t u a l .

(12)

A N E X 0 S

I - E n t r e v i s t a s com professores e alunoo-Afcalise das meemas I I - Tecnica'»Situagao no Espago"

I I I - Dados sobre a esco&a e a comunidade I V - Piano de agao

V- Plane janiento da Reuniao Pedagogica

V I - Dados sobre a Escola e Comunidade de 2e O r a u ( e n t r v i s t a com a d i r e t o r a e p r o f e s s o r a , e t c . )

(13)
(14)

Pesquisa Ensino X Aprendizagem Consultados Professores

Questoes:

1? Voce acha que os conteudos sao do i n t e r e s s e do aluno e estao de acordo com a r e a l i d a d e do mesmo?

-Snnceramente, os conteudos estao f o r a da r e a l i d a d e do nosso edu cando. Podemos comprovar i s s o numa simples l e i t u r a , onde se f a l a de e d i f i c i o s de inumeros andares, verdadeiros arranha-eeus; acha que e por i s s o que os conteudos nao sao i n t e r e s s a n t e s para e l e s .

-Encontramos a l g i n a conteudos que se adaptam mar's a nossa r e a l i d a de, porem ainda e necessario que se faga a j u s t e B , p r i n c i p a i m e n t e pa r a que os alunos se i n t e r e s em pelos mesmos.

- A educacao, como quase tudc no B r a s i l , esta r u i m , por i s s o nee1

cessitamos de p r o f e s c o r e s q u a l i f i c a d o s e cue amem sua p r o f i s s a o , 1

p o i s so assim e que podera mudar alguma c o i s a .

2e Como sao as amlas que voce m i n i s t r a ? Voce a p l i c a alguma tecnica? -Kinhas aulas sao "bastamte simples, a m a i o r i a sao aulas e x p o s i t i v vas, porque a escola e muito pobre e nao tern m a t e r i a l d i d a t i c o , e 1

tambem eu, como p r o f e s s o r ^ nao gi^nho o s u f i c i e n t e para confeccionar m a t e r i a l .

,- As vezes a p l i c p algumas t e c n i c a s que a p r e n d i num treinamento 1

que p a r t i c i p e i . Quando i s s o acoi:tece, posso observar e c o n s t a t a r ' que o rendimento da turma e melhor, p o i s a aula, f i c a mais a l e g r e , ' p a r t i c i p a t i v a .

- Gostaria de saber muitas t e c n i c a s para a p l i c a - l a 3 , mas nao s e i , as que s e i a turma Ja conheceias vezes i n v e n t o algumas(muito pobres

) . por i s s o as aulas se tornam sem graca. Mossa Escola nao cons'ta • com m a t e r i a l d i d a t i c o , o que s e r i a muito importante para a a p r e n d i -zagem da turma.

32 Quais os p r i n c i p a l s problemas enfrentados por voce no tocante a aprendizagem do alunado?

- F a l t a de mais conhecimento; necessidade de um planejamento con t i n u o ; f a l t a dos p a i s na E s c o l a ( p a r t i c i p a c a o ) ; f a l t a de l i v r o s para

(15)

pesquisas, e t c . / 4e Mesmo tendc q-ae e n f r e n t a r todas as d i f i c u l d a d s, acima citadas,co

mo voce c l a s s i f i c a a aprendizagem do alunado?

- A aprendizagem dos mens alunos de um modo g e r a l p r e g u l a r , porem encontramos alguns alunos que tern a maior f a c i l i d a d e . d e aprender, ' por i s s o e que saem melhor.

- Alguns estao hem, aprendendo tudo d i r s i t i n h o , estudando em casa, e t c . Outros porem, nada aprendem, nao entendem, f a l t a m muito. Acho 1

que a aprendizagem dos meus alunos e boa, mas s e i cue se fosse f a l a r na aprendizagem de todos os alunos da Escola, nao s e r i a um bom r e s u l

(16)

Pesquisa Ensino X Aprendizagem C o n s u l t ad o s Alunos

Questoes:

19 Voce gosta. de sua Escola? 0 que voce estuda e o que voce g o s t a r i a

de estudar?

-- Eu gosto da escola,- e l a e muito boa, e o que a p r o f e s s o r a ensina e o que devemos aprender.

- Eu gosto da Escola, e l a e muito bos, tern merenda ouase todos os' d i a s , e eu acho'quern sabe o que e bom pra mos aprendermos e a p r o -1

f e s s o r a , p o i s e l a e quern sabe.

25 Voce tern algum p r o b l e m a ( d i f i c u l d a d e ) para aprender as materias? - Sim, e muito d i f i c i l decorar um q u e s t i o n a r i o de 40 perguntas e • respostas.

- Matematica e muito complicada, eu nao s e i quase hada,

- Nao s e i estudar portugues porque e muito d i f i c i l , e muita c o i s a . 35 Troce gosta de estudar? Por que?

- G-osto, p o i s quern nao estuda nac'tera um bom f u t u r o .

- Nao gosto de estudar, acho muito r u i m passar 0 d i a olhando uma c cara f e i a e ouvindo g r i t o e b e s t e i r a s .

- Gosto muito dte estudar, porque o estudo e muito importante para' a nossa v i d a , garante melhores d i a s .

4? C que voce g o s t a r i a que mudasse na sua escola?

- Que na nossa escola t i v e s s e um espago l i v r e para brincarmos 110 r e c r e i o .

- G o s t a r i a que a escola fosse p i n t a d a para e l a f i o a r limpa e b o n i t a .

- Seria bom se todos fossem t i d o s como irmaos. - Que t i v e s s e , na Escola e na r u a , muitas a r v o r e s .

(17)

A n a l i s e da Pesquisa

Ensino X Aprendizagem T A ' Apos a r e a l i z a g a o da pesquisa, pude mais uma vez v e r i f i c a r a t r i s t e r e a l i d a d e do ensino- aprendizagem, Parece que esta piorando

cada vez mais, Encontra-se muitos p r o f e s s o r e s preocupados com a aim a l s i t u a g a o , p r o f e s s o r e s esforgados que se empenham, mesmo sendo"des q u a l i f i c a d o s , " p r o f e s s o r e s com pouca e x p e r i e n c i a , mas muita coragem.' Encontranos, consequentemente, alunos i n s a s t i f e i t o s com a e s c o l a , a l u nos que estudam forgados pelos p a i s , alunos que ainda nao sabem re_ almente o v a l o r do ensino, Por f i m , encontra-se os conteudos e pro-* gramas que sao f e i t o s por pessoas desconhecidas da r e a l i d a d e de cada escola, cada comunidade.

Mesmo tendo pouca e x p e r i e n c i a em educagao, acho que o pro cesso ensino aprendizagem p r e c i s a o mais r a p i d o p o s s i v e l ser r e f o r -mulado, e necessario que ocorra uma mutfdanga muito s e r i a , p o i s so as

sim e que podera realmente haver uma aprendizagem. 'fe necessario que haja uma integragao e n t r e p r o f e s s o r e s , a l u n o s ( e s c o l a ) , pais,(comuni* dade), pars que j u n t o s planejem, encontrem solugoes para os p r o b l e -1

mas e que j u n t o s trabalhem o b j e t i v a n d o melhores condigoes de aprendi zagem. So assim e que o ensino sera centrado na r e a l i d a d e de cada um, porque sera uma t r o c a de conhecimentos, i d e i a s , e x p e r i e n c i a s .

(18)
(19)

SITUACAO NO ESPACO

OBJETIVOS: a) Procurar s e n t i r o espago, e n t r a r em c o n t a t o bom os. on t r o s elementos do grupo. .i6 :aV

b) Helacicnar-se com as o u t r a s pessoas do grupo. TAMANHO 3)0 GRUPO: Com qualquer numero de p a r t i c i p a n t e s . TET.TO EXIGIDO: Uns quinze minutos aproximadamente.

AMBIEETE pfSICC: Uma sala s u f i c i e n t e m e n t e ampla para que as pessoas do grupo possam movimentar-se f a c i l m e x i t e .

PROCESSOS: I . 0 animador pede aos p a r t i c i p a t e s do grupo que se a-'-proximem uns dos o u t r o s , ou sentados no chao, ou em cadeiras.

T I . Em seguida ordeno que todos feci:em os olhos e, esten-dendo os bragos"procurem s e n t i r o espago do grupo"-todo esp;ago d i a n t e d e l e s , j o r cima das cabegas,atras das c o s t a s , por baixo^'e. e^seguida t e a r consciencia do c o n t a t o com os demais ao passar por cima uns dos outros e se tocarem.

I I I . 0 e x e r c i c i o continua durante cer*ra de cinco minutos,1

dando oportunidade ao animador a observar as reaeoes dos p a r t i c i p a n t e s , como alguns preferem d e f i n i t i v a - ' mente permanece^ no p r o p r i o espago e consideram uma

i n t r u s a o alguem nele p e n e t r a r .

IV. Observase ainda como o u t o r s se mostram mais r e l u t a n -tes em i n t r o d u z i r - s e no espago dos v i z i n h o s , temendo nao serem desejados, encuanto outros ainda procuram1

(20)
(21)

E s t r u t u r a F i s i c a e F u n c i o n a l da Escola de 15 Grau 1. Nome da i n s t i t u i g a o :

Escola Estadual de 15 grau d6 Nucleo H a b i t a c i o n a l I . 2. Localizacao:

A Escola l o c a l i z a - s e no Nucleo H a b i t a c i o n a l I , no Perimetro I r r i g a do de Sao Gongalo.

3. Dependencias do p r e d i o :

0 p r e d i o e composto de cinco salas de a u l a , uma cozinha, uma secre t a r i a , uma s a l a de professores (conjugadas), deposito de merenda, » e t r e s banheiros.

4. Turnos de funcionamento:

A escola funciona nee t u r n o s matutino e v e s p e r t i n e

5. 5 o t a l de alunos:

A escola tern 210 alunos. 6. S e r i e s e x i s t e n t e s :

Na escola funciona d*ez turmas;sendo duas i s s e r i e , d o i s pre-prima-r i o ; t pre-prima-r e s 2S s e pre-prima-r i e ; duas 3s s e r i e e uma 43 s e r i e .

7. D i r e t o r (nome)

Prancisca P a c i f i c o Eurtado 8. Supervisor (nome)

A escola nao conta com o t r a b a i h o de um s u p e r v i s o r . 9. Corpo docente ( t o t a l )

A escola tem 12 p r o f e s s o r e s , sendo que d o i s f i c a m na s e c r e t a r i a 1

por i n e x i s t e n c i a de c l a s s e s . 10. Pessoal de apoie:

A escola conta com 6 serventes e 2 merendeiras. 1 1 . Servicos e x i s t e n t e s (funcionamento):

Na escola so e x i s t e a merenda e s c o l a r , a mesma f u n c i o n a nos d o i s 1

t u r n o s .

12. Entidades educacionais (funcionamento):

Na escola nao e x i s t e nenhuma entidade educacional, e x i s t e apenas ' reunioes de p a i s e mestres.

(22)

13• Organograma:

Nao e x i s t e organograma na escola. 14. C u r r i c u l o da escola (conhecimento)

Sabemos que a escola recebe o c u r r i c u l o p r o n t o , muiTo bem elabora-do, so que e l e nao e s a t i s f a t p r i o , p o i s sua elaboracao e f e i t a bas_e ada numa r e a l i d a d e d i f e r e n t e da nossa, por i s s o e que procuramos na medida do p o s s i v e l , m o d i f i c a - l o , adapta-lo a nossa r e a l i d a d e .

A escola nao conta com muitos r e c u r s o s , por i s s o precisamos da u n i ao e do conhecimento de todos, Pensando assim e que procuramos i n t e g r a r a Comunidade a Escola.

Da comunidade. 1 . I n d e n t i f i c a g a o .

A comunidade do Nucleo H a b i t a c i o n a l I , aproximadamente composta • por 438 h a b i t a n t e s , f i c a no Perimetro I r r i g a d o de Sao C-ongalo, muni c i p i o de Sousa- Paraiba.

2. l i m i t e s :

Ao n o r t e se l i m i t a com Sousa; ao s u l com Sao G-ongalo; ao l e s t e com os nucleos I I e I I I e ao oeste com Lagoa Redonda.

3. l i d e r c o m u n i t a r i o :

A comunidade conta com d o i s l i d e r e s : Raimundo Suplino e Jose A l b e r t o G-arrido. No entanto nao e x i s t e nenhuma organizagao c o m u n i t a r i a . 4. Condigoes h a b i t a c i o n a i s :

A comunidade em sua m a i o r i a e formada por a g r i c u l t o r e s , os quais • vivem do seu t r a b a i h o , o q u a l , muitas vezes compensa o s a c r m f i c i o . Suas casas sao boas, o ambiente e agradavel, todos formam uma gran-de f a m i l i a , p o i s se conhecem e estao unidos para o bem gran-de todos.

5. Condigoes de saude.

A comunidade e bastante s o f r i d a por f a l t a de boas condigoes de sau de. Na mesra so ha uma enfermeira que nao da pra atender toda a co munidade e um medico que vem duas vezes por semana, por i s s o , na • m a i o r i a das vezes p necessario que os h a b i t a n t e s de desloquem a Sou

(23)

6. A s s i s t e n c i a Educacional:

Na comunidade so e x i s t e uma escola, a mesma funciona com a. i s fase do 15 grau, por i s s o e l a nao atende totalmente as ne'Cessidades da • comunidade, p o i s quando a crianga termina a 13 fase e precis'o se '1

deslocar a cidade de Sousa se q u i s e r c o n t i n u a r estudando.

7. Pesquisas de v a l o r e s a r t i s t i c o ou c u l t u r a l que se destaque na co munidade.

Aspectos socio-economicos ( Escola X Comunidade) A. Ocupagao dos pais e renda f a m i l i a r .

Todos sao i r r i g a n t e s , por i s s o nao e x i s t e uma renda f i x a , p o i s depend em da plantagao e :1a c o l h e i t a .

Na m a i o r i a das f a m i l i a s apenas o p a i t r a b a l h a , ou seja 1

tern s a l a r i o s .

Encontra-se em algumas f a m i l i a s , maes que sao f u n c i o n a - • r i a s m u n i c i p a l s . Encontra-se tambem algumas f i l h a s de i r r i g a n t e s ' que trabalham ha escola. Porem o que elas ganham I pouco; a m a i o r i a f i c a com este t r a b a i h o p r a t e r d i r e i t o ao INAI.TPS.

B. C o n s t i t u i g a o da f a m i l i a .

Numa comunidade aproximadamen±e de 448 pessoas, a m a i o r i a das f a m i l i a s e composta por 6 membros, encontrando ainda f a m i l i a s t com 12 membros.

C; P a r t i c i p a g a o em associagoes.

Os moradores nao p a r t i c i p a m de nenhuma associagao* D. Produgao e consume

Cs p r i n c i p a l s produtos produzidos pelos i r r i g a n t e s desta comunidade sao : a r r o z , tomate e banana. A maior p a r t e destes produ t o s e comercializada para a manutengao da f a m i l i a e tambem para o 1

(24)

Fase de P a r t i c i p a g a o Escola - Comunidade 12 grau I . No s e t o r a d m i n i s t r a t i v e : Nao ha piano de d i r e g a o . I I . No s e t o r t e c n i c o pedagogico. 1. Nao ha piano de supervisao

2. A n a l i s e dos pianos anuais de ensino.

A n a l i s e dos pianos anuais da i § , 2 & , 39 e 49 s e r i e s .

Os pianos anuais das r e f e r i d a s s e r i e s sao baseados em c a r -t i l h a s e l i v r o s c r i a d o s p e l a S e c r e -t a r i a de Educagao da Paraiba, a 1

q u a l nao conhece a r e a l i d a d e de cada comunidade e por i s s o sao um t a n t o f o r a da r e a l i d a d e , embora sejam i l u s t r a d o s com gravuras l i n d a s e confeccionadas com um papel muito bom.

Os conteudos estao de acordo com a maturidade da c r i a n g a , ' tornando-se assim de f a c i l compreensao. Eu acho que p r i n c i p a l m e n t e 1

os l i v r o s da 3§ e 49 s e r i e s precisam mais de uma integragao nos con

teudos, p o i s sao um pouco separados.

Os l i v r o s em sua maior p a r t e apresentam t e c n i c a s , metodolo g i c a s que o p r o f e s s o r p r e c i s a c o l o c a - l a s em p r a t i c a por i s s o necessi tamos de professores v e r s a t e i s , corajoso e capazes de mudarem o que1

(25)
(26)

J U S T I F I C A T I V A

0 piano de agao que ora apresento e uma das t a r e f a s que o p r e - e s t a g i o de Supervisao Escolar dc curso de Pedagogia, exige.

C mesmo i r a aiudar-me na execugao das a t i v i d a d e s que i r e i r e a l i z a r na Escola Estadual de 1? Grau do Nucleo H a b i t a c i o n a l I , du r a n t e o E s t a g i o Supervisionado de Supervisao Escolar.

(27)

O B J E T I V O S GERAIS:

- I n t e g r a r Escola X Comunidade:

- C o n s c i e n t i z a r a comunidade quanto sua responsabilidade ' para com a Escola.

ESPECiFICOS:

- Proporcionar a t i v i d a d e s para que os pais p a r t i c i p e m dire_ tamer.te do andamento da Escola.

- Esc'larecer a importar.cia da saude:

- F e l h o r a r o h a b i t o de l e i t u r a do alunado, estimulando com l i v r o s e l e i t u r a s do seu i n t e r e s s e .

(28)

A V A L I A

K

0

A avaliagao do planosera r e a l i z a d a de forma p a r t i c i p a t i v a , onde a comunidade * t e r a oportunidade de a n a l i s a r o t r a b a i h o r e a l i z a do, apresentando os pontos p o s i t i v o s e negativos e ou sugestoes.

* alunado, mestres, d i r e t o r , pessoal de apoio e pais

(29)

PLANO DE AQ£o ATIVIDADES E3TPAT]5CTIAS •11 ORGANOCK SAMA -Elaboracao de organograma ' da Escola. -Criacao do ft1 C i r c u l o de ' p a i s e mestres - p a l e s t r a s so bre p r i m e i r o s socorros. -Reativagao da pequena farma c i a que e x i s - • t i a na Escola. *»Reunioes f r e -quentes com p a i s e mestres;

-Peuniao com. o corpo docente' para elaboracao do organogra ma.

- P a l e s t r a s , r e u n i o e s: e s c l a r e c i

mentos aos os o b j e t i v o s e f i m a l i d a d e do CPM.

9

"-Convite a comunidade, corpo' docente para p a r t i c i p a r e m 1

das p a l e s t r a s sobre p r i m e i - ' r o s socorros.

- P a l e s t r a com p r o f e s s o r e s , a l u nos e comunidade sobre a im p o t t a n c i a de uma farmacma. Convite aos mesmos para t r a -t a r de assun-tos do i n -t e r e s e

! se da EscolaXComunidade.

MARgO I A B R I J MAIO JUNHO | JtJLH 0 i -Elaboracao de organograma ' da Escola. -Criacao do ft1 C i r c u l o de ' p a i s e mestres - p a l e s t r a s so bre p r i m e i r o s socorros. -Reativagao da pequena farma c i a que e x i s - • t i a na Escola. *»Reunioes f r e -quentes com p a i s e mestres;

-Peuniao com. o corpo docente' para elaboracao do organogra ma.

- P a l e s t r a s , r e u n i o e s: e s c l a r e c i

mentos aos os o b j e t i v o s e f i m a l i d a d e do CPM.

9

"-Convite a comunidade, corpo' docente para p a r t i c i p a r e m 1

das p a l e s t r a s sobre p r i m e i - ' r o s socorros.

- P a l e s t r a com p r o f e s s o r e s , a l u nos e comunidade sobre a im p o t t a n c i a de uma farmacma. Convite aos mesmos para t r a -t a r de assun-tos do i n -t e r e s e ! se da EscolaXComunidade. X X •y X X X X X

1

2\. X X 1 X

(30)

ATIVIDADES ESTRATfelAS

-Comemoragao de datas c i v i c a s '

-Preparagao informagoes para os alunos das datas com: j o e comemorativas grau,poesia,dramabizagao -Criagao de uma m i n i b i b l i o t e -ca e s c o l a r . -Avaliagao do * meu desempenho com o corpo do cente,discente e comunidade. ( p a i s ) .

-Reuniao Escola X comunidade pedido de doagao de l i v r o s , e t c .

-Reuniao com os mesmos a v a l i ando, analisando o " t r a b a - ' Iho" do e s t a g i a r i o . MARQO AERII X MAIO X JUNHO JULHO X X

(31)
(32)

RECTIJTC DE PAIS E T'ESTPES OBJEHIVOS:

- Aprofundar o relacionamento entre p a i s e meetres - E s c l a r e c e r os problemas e x i s t e n t e s na Escola - Procurar solugoes com a ajuda dos mesmcs APRESEKTAglC: 1?- Francisca P a c i f i c o - D i r e t o r a 2 c-Goreth-Pre-Estagiari a 35- Os professores PaLAVRA DE ABERTURA E s c l a r e c e r os seguintes t o p i c o s : -A escola e a f a m i l i a - A f a m i l i a e a comunidade

- A escola nao pode v i v e r sem a p a r t i c i p a g a o da

f a m i l i a

- A ajuda dos p a i s nas t a r e f a s dos seus f i l h o s - Integragao entre p a i s e mestres

OS PROFESSORES PALARAI SOBRE CADA AIUTO A RES PEITC DE: - Comporta.v.ento -Aprendizagem - Prequencia - Pontualidade A s s i n a t u r a dos pais

(33)
(34)

E s t r u t u r a F i s i c a e Euncional da Escola de 25 grau 1. Nome da i n s t i t u i g a o :

Colegio Nossa Senhora A u x i l i a d o r a 2. Localizagao:

A escola l o c a l i z a - s e no c e n t r o da cidade de Sousa-Pb. 3. Dependencias do p r e d i o :

0 p r e d i o e composto de 14 classes,2 areas(uma coberta e o u t r a des-c o b e r t a ) • 2 des-corredores; a u d i t o r i o , duas b i b l i o t e des-c a s , s e des-c r e t a r i a , b a n co de l i v r o ; sala dos p r o f e s s o r e s ; sete s a n i t a r i o s .

4. Turnos de funcionamento.':

A escola funciona nos t r e s t u r n o s : manha, t a r d e e n o i t e . 5. T o t a l de alunos:

C t o t a l de alunos do c o l e g i o e 1520, sendo que no 22 grau o t o t a l e de 217 alunos.

6. Series e x i s t e n t e s :

0 c o l e g i o e de 15 e 25 grau, por i s s o temos a 1§ e a 28 fase com p l e t s s , a l f a b e t i z a c a o e m a g i s t e r i o completo.

7. D i r e t o r

r a r i a Gongalves Grecy.

8. Supervisor.

A escola nao tern um s u p e r v i s o r propriamente d i t o , tern coordena-' dor pedagogico, que e Maria I r a i d e s Holanda l a v o r .

S. Corpo docente.

Na escola tern 45 p r o f e s s o r e s . 10. Pessoal de apoio.

A escola conta com os s e r v i c o s de 8 serventes, 1 s e c r e t a r i a , 2 a u x i l i a r e s de s e c r e t a r i a , uma mecanografa, b i b l i o t e c a r i a , 3 a u x i l i res de d i s c i p l i n a e^vice-diretorasa^.

1 1 . Servigos e x i s t e n t e s : ( funcionamento).

Na escola e x i s t e : Gremio, Centro c a t e q u e t i c o , C o r a l , banco de l i -v r o , Grupo io-vem, p e l o t a o de saude.

Todo s e r v i g o e x i s t e n t e na escola, conta com 0 apoic e p a r t i c i p a - ' gao dos launos. 0 Gremio e composto de alunos, sendo um aluno de 1

(35)

0 Centro Catequetico tern o o b j e t i v o de conscien^zacao na's

difflen-f0 1

soes p o l i t i c a , s o c i a l e e c l e s i a l , por i s s o nos ^abalhamo-s mais com alunos de 2° grau. C centro e coordenado por I r m l conta 1

com a p a r t i c i p a g a o de outros professores tambem. '^§mps ass^s^encia' a qualquer escola da cidade que deseje o nosso trafcalfioT

-C -C o r a l e composto pop alunos de todos os c o l e g i o s da cidade; tem do o apoio deste c o l e g i o e regencia do maestro Jose Queiroga.

0 Banco de I i v r o tem o b j e t i v o de i n c e n t i v a r o gosto p e l a l e i t u r a i Seu funcionamento e numa classe reservada, apropriada para a l e i t u -r a e os p a -r t i c i p a n t e s sao alunos, p -r o f e s s o -r e s , s e c -r e t a -r i a , en im, o pessoal da escola. Vale s a l i e n t a r que para se a s s o c i a r e necessario a doacao de um l i v f c o .

0 Grupo Jovem e composto pelos alunos, p r i n c i p a l m e n t e do 2e grau' e por alguns p r o f e s s o r e s , i n c l u s i v e a o r i e n t a d o r a , Irma A u r e l i a . As reunioes sao aos domingos, e nos procuramos d i s c u t i r assuntos a t u - ' a i s do i n t e r e s s e dos p a r t i c i p a n t e s , procurando cada vez mais uma • consciencia c r i t i c a , questionadora.

C Pelotao de Saude f u n c i o n a p r i n c i p a l m e n t e nos turnos manha, t a r -de; ou cada classe conta com um r e p r e s e n t a n t e , os mesmos sao respon saveis pela manutencao do mesmo. A coordenacao e dos professores de c i e n c i a s .

12. Entidades educacionais (funcionamento)

0 que e x i s t e na escola j a f o i c i t a d o na q.uestao a n t e r i o r . 13. Organograma.

Nos so possuimos o quadra, arepresentacao,mas o seu funcionamento e normal.

14. C u r r i c u l o .

Uudo que acontece na escola, nos avaliamos, planejamos e a v a l i a - ' mos, para f a c i l i t a r o t r a b a i h o nos colocamos coordenadores por sea? r i e , no p r i m a r i o e nor area na 23 fase e no 23 grau.

Nos procuramos, na medida do p o s s i v e l , da o melhor ao alunado,por i s s o estamos nos reunindo com f r e q u e n c i a .

(36)

Da Comunidade: 1. I d e n t i f i c a g a o :

Para i d e n t i f i c a r a comunidade da escola, e muito d m f i c i l , p o i s nos atendemos a uma c l i e n t e l a muito m i s t a .

2. L i m i t e s :

A escola se l o c a l i z a numa r u a tao c e n t r a l que nao s e i bem seus l i s m i t e s .

3. l i d e r Comunitario:

Nao e x i s t e l i d e r comunitario na comunidade mais proxima do c o l e g i o , os mesmos existem mais nos b a i r r o s .

4. Condigoes J'abitacionais:

As condigoes h a b i t a c i o n a i s sao boas, p o i s a rua B calgada, arboris* zada, e composta por casas muito boas, e t c . Alem de f i c a r no centro da cidade.

5. Condigoes de Sapde:

As condigoes de saude sao bastantes f a v o r a v e i s . Em p r i m e i r o l u g a r ' porque moramos bem no c e n t r o , o que j a e muita vantagem, tambem en ccntramos h o s p i t a l s p e r t o da nossa comunidade.

6. A s s i s t e n c i a Educacions.1.

Por se t r a t a r de uma escola de uma cidade,"at meama e considerada a 3s do Estado; a a s s i s t e n c i a educacional e considerada muito boa, qua

se otima, p o i s o educando tern muitas escolas para f a z e r sua escolha. 7. Pesquisas de T ra l o r e s A r t i s t i c o s e C u l t u r a i s .

Na comunidade naoconhego nenhum v a l o r a r t i s t i c o ou c u l t u r a l . Aspectos Socio-Economicos (Escola X Comunidade): A . Ocupagao dos pais e renda f a m i l i a r .

Como j a f o i t i d o sem questoes a n t e r i o r e s , nossa c l i e n t e l a e bastan te v a r i a d a , temos desde 0 mais a l t o i n d u s t r i a l , comerciante, g.te o mais baixo s e r v i d o r , por i s s o nao podemos da uma ocupagao e renda f

(37)

B. C o n s t i t u i g a o da F a m i l i a . <

Tambem e bastante v a r i a d a , p o i s encontramos f a m i l i a com ate 15"mem bros e por outro lado encontramos algumas com apenass4 pessoas. C. p a r t i c i p a g a o em Associagao:

1 evidente que a p a r t i c i p a g a o em associagao e de acordo com a c l a s se s o c i a l , condigoes f i n a n c e i r a s . Por i s s o entende-se que e muito ' mista a p a r t i c i p a g a o dos p a i s em associagoes, -ja que em nossa esco-la. nao ha uma homogenizagao.

D. Produgao e Consume

Nao da para respondermos precisar; ente sobre a produgao e consumo dos mais v a r i a l o s p o s s i v e l , o pessoal qtie nos atendemos e, conse-' quentemente, suas f a m i l i a s .

(38)

Situagao Ensino Aprendizagem.do 2? irja-qh

A. 0 c u r r i c u l o da e s c o l a s a t i s f a z as necessidades dav c l i e n t e l a de t r a

balho? A escola tern se preocupado com a elaboragao e ou reformu lagao dos mesmos?

- Em p a r t e s a t i s f a z . A c l i e n t e l a e muito v a r i a d a , os i n t e r e s s e s d divergem, por i s s o nao e j o s s i v e l um c u r r i c u l o que agrade a todos

A escola esta sempre na busca de o f e r e c e r o melhor p o s s i v e l aos alunos, por i s s o , a cada ano, na avaliagao f i n a l , a diregao e f p r o f e s s o r e s , ouvindo alunos e'representantes dos p a i s , procuram' a t u a l i z a r o c u r r i c u l o de acordo com as necessidades da c l i e n t e l a . B* Os planejamentos de ensino sao elaborados com base nas condigoes

s o c i o - eeonemiess e : o l i t i c a s dos educandos?

- r.ao temos uma c l i e n t e l a homogenea, d a i ser d i f i c i l o f e r e c e r um ensino que atenda a todos, como j a disse no i t e m a n t e r i o r .

Mas na medida do p o s s i v e l , levamos em consideragao as necessida des dos alunos.

C. A escola tern sentido necessidades de uma refo;mulagao quanto a ' p&anejamento, metodologia, sistema de avaliagao e recuperagao u t i i l i z a d o s pelas mesmas:?

-Sim, sentimos a necessidade. Este ano, por exemplo, tentamos mu dar o sistema de a v a l i a g a o e recuperagao, mas ainda nao chegamos*' ao que deve s e r .

D. A escola tern se preocupado em d e s c o b r i r as causas da evasao e r e provagao de seus alunos? 0 que tern sido f e i t o para d i m i n u i r essa 1

problematica?

- Kao temos evasao ou 'cuase nao temos, a nao ser na p r i m e i r a se?-;!. r i e do 2e grau, porque os alunos que chegam tem d i f i c u l d a d e de 1 acompanhar. Criamos por i s s o , alguns meios para a^udar a esses • alunos, como: recuperagao p a r a l e l a , alunos -mestreetc.

E. Qual o n i v e l de envolvimento e aceitagao dos alunos e comunidade1

(39)

- A aceitagao da comunidade e muito boa, o que e um grande estimu-l o para o c o estimu-l e g i o .

P. Como e o relaeionamento de-Escola X Comunidade e vice-versa? - Muito boa. Os p a i s p a r t i c i p a m bastante da v i d a do c61egio,

suge-rem, faxem campanha, p a r t i c i p a m das f e s t i n h a s , e t c .1 A muitos p£

rem, que nao querem nada com o c o l e g i o .

G-. E x i s t e por p a r t e da comunidade escola^e da comunidade em g e r a l ' uma preocupagao em relagao a organizagao de classes e

envolvimentos das mesmas nas l u t a s por Educacao l i b e r t a d o r a e c o n s c i e n t i z a -cao?

- Nao. Acho muito pouco, muito f r a c o esse n i v e l d e consciencia. H. C que a comunidade espera da escola?

- A comunidade espera que a Escola o r i e n t e os jovens para uma boa1

formagao,especialmente r e l i g i o s a , uma vez que a Escola e confens_i o n a l . E tambem que oferega ao aluno um bom embasamento c i e n t i f i c o . I , Como a comunidaie p o d e r i a colabor r com a Escola?

- A comunidade poderia c o l o b o r a r mais com a Escola procurando sa-' ber mais das l u t a s e' propostas da Escola. Se os p a i s nao ligassem t a n t o a n o t a , mas compreendessem o s e n t i d o da v e r d a d e i r a a p r e n d i -zagem e se pagassem em d i a p o i s a economia e a base para um bom 1

andamento escolar e alguns p a i s se descuidam de pagar a mensalida de ( j a tao pequena!) dos seus f i l h o s .

J; Que mudangas a comunidade sugere para serem f e i t a s urgentemente 1

p e l a Escola?

- Alguns p a i s pedeir. para as classes serem com poucos alunos, o que e d i f i c i l , em face da grande procura e tambem ds situagao f i n a n - ' c e i r a da Escola.

Referências

Documentos relacionados

Agora, o trabalho docente deve contemplar as atividades em sala de aula, as reuniões pedagógicas, a participação na gestão da escola, o planejamento pedagógico,

Ainda a respeito da desconstrução do gênero, é válido enfatizar que Butler (1990), ao propor a inversão do social- mente estabelecido, consegue desconstruir o conceito do

No caso das blendas e dos nanocompósitos, estes itens foram abordados separadamente para ajudar na compreensão de cada tipo de sistema, embora na

1) Microcompósitos (compósitos convencionais): quando as moléculas do polímero não são capazes de intercalar entre as camadas da argila, forma-se uma estrutura semelhante à de

Muitos autores, na atualidade, como Nista-Picolo (1988), Soares et al. Para esses autores, a Ginástica é considerada conteúdo da Educação Física Escolar, juntamente com

Este estudo verificou os efeitos da prática do DWR em intervenção de 17 semanas, sem restrição alimentar, com três sessões semanais de 52 minutos cada, sobre a composição

Descrição do texto: Fatores de Ocupação; Defina a fração diária em contato com o grupo de interesse e a distância média dos mes- mos; Você não optou pela correção de taxa

Dentro desse contexto fez-se necessário mencionar as principais teorias do poder, isto é, estudos do poder como atributo do indivíduo, estudos do poder como atributo de uma relação