O PODER DISCIPLINAR E A SALA DE AULA PÁTIORECREIO Dirceu Castilho Pacheco (UERJ)
É dócil um corpo que pode ser submetido, que pode ser utilizado, que pode ser transformado e aperfeiçoado.
Michel Foucault
Das tecnologias presentes, de forma sistemática, no espaçotempo (ALVES, 2000) sala de aula trago, para discussão com possíveis interlocutores, o poder disciplinar ou a disciplina, buscando analisar sua relevância na disposição, organização e funcionamento desse espaçotempo. Esta será pois a proposta, objeto de reflexão desse texto e, ao mesmo tempo, elo que buscará construir um diálogo entre as redes de conhecimentos - que tecemos no cotidiano a partir de nossas experiências individuais e coletivas; as tecnologias - que dispomos, utilizamos e nos atravessam enquanto seres sociais; as imagens - materiais e representações produzidas de formas individual e coletiva a partir de experiências/vivências cotidianas nesse espaçotempo que é a Escola e o processo de construção da cidadania – aqui pensado enquanto autoconstrução.
Como estabelecer/pensar esse diálogo entre as redes de conhecimentos, as tecnologias, as imagens da Escola e a cidadania a partir da sala de aula da educação básica?
Professor do ensino fundamental e médio durante cerca de duas décadas tomo à memória, parte das minhas experiências/vivências, para pensar/refletir acerca desse possível diálogo.
Nas redes de relações que são tecidas por/entre professores/as, coordenadores/as, diretores/as, responsáveis e os/as alunos/as nos diversos espaçotempos da Escola, é possível identificar, salvo algumas exceções, uma representação, uma imagem, um ideal que se é buscado na fabricação do que se constituiria como sendo o/a bom/boa aluno/a.
Ser estudioso/a. Manter-se silencioso/a. Estar atento/a as aulas e explicações do professor/a. Fazer as tarefas propostas em sala de aula e os exercícios ‘para casa’. Colaborar no bom andamento das aulas. Respeitar o/a professor/a e os colegas. Obedecer às ordens dadas pelo/a professor/a.Ter uma família que se preocupe com ele/ela cobrando suas responsabilidades de estudante fazem parte do inventário das
características que são atribuídas a esse modelo de aluno/a que se tem por ideal e se busca fabricar no cotidiano das salas de aula.
Para consecução desse projeto a Escola, enquanto instituição, o/a professor/a, enquanto agente direto desse processo e a família, enquanto espaçotempo de experiências e produção cotidiana de conhecimentos extra-escolares, detêm um conjunto de tecnologias, regulamentos e outros dispositivos e procedimentos que objetivam o enquadramento, a sujeição o mais que possível, dos/das alunos/as as normas ali vigentes. É preciso tornar o/a aluno/a definitivamente disponível para as propostas do/da professor/a e da Escola – que afinal de contas encontra-se a serviço da sociedade e nela, em última instância, das famílias.
Neste contexto o poder disciplinar se afirma para fabricação deste tipo de sujeito assujeitado, buscando ampliar as forças do corpo numa economia de utilidade e, de forma concomitante, procura realizar uma redução dessas mesmas forças em termos políticos de obediência. O que nos conduz a, pelo menos, nos determos com mais atenção quando ouvimos falar em propostas para a ‘formação do/a cidadão/ã’ presentes em inúmeros discursos e marketing pessoal e institucional, respectivamente de professores/as e instituições educacionais.
Pensado assim poderiam dizer alguns dos meus interlocutores nesse texto: - mas
esta escola é coisa do passado, hoje os/as alunos/as e seus responsáveis mudaram muito. Reivindicam por tudo. Querem interferir no trabalho do/a professor/a. Ah! No meu tempo de aluno/a não era assim. De certo modo sim, mas sejamos cautelosos e
busquemos refletir mais sobre as permanências do que as possíveis mudanças observando as imagens que se seguem [figuras 1 e 2].
[fig.1] [fig. 02] Considerando que a primeira imagem reproduz a sala de aula de uma escola municipal, no Rio de Janeiro, no final da primeira década de século XX e a segunda nos
remete a uma sala de aula que pode ser encontrada em qualquer instituição pública ou privada dos dias atuais, na primeira década do século XXI, isto é, um século depois da primeira, podemos de imediato, tentar pensar também sobre o que não mudou nesse espaço tempo.
Para tal recorro a FOUCAULT (2000) para quem , desde a época clássica quando o corpo foi descoberto como objeto e alvo de poder, o poder disciplinar ou a(s) disciplina(s) se tornaram fórmulas gerais de dominação, que deve ser dissociada do sentido de repressão. Diferentes da escravidão, da domesticidade, da vassalidade, do ascetismo e das disciplinas de tipo monástico, a(s) disciplina(s), na ordem capitalista,
têm como fim principal um aumento do domínio de cada um sobre seu próprio corpo
(p.119). No caso específico da Escola e nela no espaçotempo que desejo pesquisar que é a sala de aula o poder disciplinar tornou-se, entre as tecnologias e normas ali presentes, um elemento fundamental no processo de docilização-utilidade e, conseqüentemente do assujeitamento (dominação) do sujeito.
Pensar a sala de aula, quer a do passado [fig.1], quer a do presente [fig.2], nos remete a uma representação imagética que revela, durante todo o tempo, a presença da disciplina enquanto tecnologia a serviço do controle. Nesse espaçotempo o poder disciplinar é minucioso não perdendo sequer um só detalhe, por mais simples que ele seja. Assim, a sala de aula edifica-se marcada, por exemplo, pela arte das distribuições, que vai da existência de um espaço físico próprio, que deve ser diverso de todos os outros e fechado em si mesmo – imagem bastante ratificada nos discursos do cotidiano, através de expressões como o dentro e fora da sala de aula ou ainda, uma coisa é o que
se faz ou se passa na sala de aula, a outra é o que acontece no pátio, nos corredores ou no portão de entrada da escola, passando pelo princípio da localização imediata ou quadriculamento que estabelece e reserva um espaço na sala de aula para cada aluno/a
fazendo com que cada um/a deles/as tenha e ocupe seu próprio espaço, até a fragmentação em séries que devem ser cursadas e ultrapassadas e que definem o lugar ocupado pelo/a aluno/a dando-lhe a dimensão da distância que o separa dos outros, isto é, a individualização e, de forma concomitante, a unidade é dada pela posição que ele/ela ocupa na fila.
A fila, um dos dispositivos que utilizado pelo poder disciplinador, contribui para a individualização e hierarquização dos/das alunos/as pode ser observada de forma concreta no cotidiano escolar em situações/atividades desenvolvidas com maior incidência nos anos iniciais de crianças da educação infantil e do ensino fundamental.
Ela também está presente em todos os três níveis da Educação, inclusive no superior e se concretiza na disposição das carteiras e dos corpos nas salas de aula, contudo apesar da disciplina individualizar os corpos por uma localização espaço-temporal, ela não os implanta, mas os distribui e os faz circular numa rede de relações (FOUCAULT, 2000: 125)
Essa estratégia (CERTEAU, 1994) de organizar e dispor o espaço disciplinar na sala de aula, se materializa num parcelamento ou divisão desse espaçotempo em tantas partes quanto forem os/as alunos/as, o que permite controlar o lugar que ocupam, permitindo que sejam localizados com facilidade. A distribuição e organização do/a estudante na sala de aula contribuem para que o/a professor/a possa estabelecer
comunicações úteis, evitando as que são desnecessárias como as conversas isoladas, as
desatenções e todos os tipos de rebeldia. Pode-se, a cada instante, vigiar o
comportamento de cada um, apreciá-lo, sancioná-lo, medir as qualidades ou os méritos. (São) procedimento, portanto para conhecer, dominar e utilizar. (FOUCALT,
2000:123)
Ora, numa cultura como a nossa, onde as relações ético-morais assentam-se numa estrutura religiosa judaico-cristã, marcada por valores como o bem e o mal, o acerto e o erro, a virtude e o pecado entre outras dicotomias maniqueístas, a imagem negativa das relações de poder que se passam no espaçotempo da sala de aula devido às idéias de limites e sanções, quando por princípio acreditamos que deveriam ser democráticas constroem, em nosso imaginário, uma representação caótica e repressora da sala de aula. Mas, segundo Foucault faz-se necessário dissociar os termos dominação e repressão retirando-lhe o caráter negativo. A História nos ensina que não há dominação que se mantenha durante muito tempo tendo como base a repressão, por isso, ele nos convoca a refletir sobre o lado positivo, isto é, produtivo e transformador das relações de poder.
Buscando aprofundar a compreensão do que para Foucault são os poderes e onde os mesmos se localizam, pode-se afirmar que eles não ocupam um lugar específico na estrutura social e funcionam como uma rede de dispositivos ou mecanismos a que nada
ou ninguém escapa, a que não existe exterior possível, limites ou fronteiras
(MACHADO, 2002:X).
Em FOUCAULT (2000) o poder deve ser analisado como algo que circula, ou
melhor, como algo que só funciona em cadeia. Nunca está localizado aqui ou ali, nunca está nas mãos de alguns, nunca é apropriado como uma riqueza ou um bem. O poder
funciona e se exerce em rede. Nas suas malhas os indivíduos não só circulam mas estão sempre em posição de exercer este poder e sofrer sua ação; nunca são o alvo inerte ou consentido do poder, são sempre centros de transmissão. Em outros termos, o poder não se aplica aos indivíduos, passa por eles (p.183).
Aceitar essa proposição é trazer para o centro das discussões a polêmica idéia de que o poder não é algo que se detém como uma coisa, como uma propriedade, que se possui ou não. Compreendido assim, inexiste a dicotomia entre os que têm e os que não têm o poder pois, em síntese, o poder não existe. O que existe, de forma efetiva, são práticas ou relações de poder. Neste sentido o poder é exercido e funciona e se ramifica por toda a estrutura social. Concluindo: o poder é uma relação. Por esse caráter relacional e sua conseqüente presença em toda estrutura social as lutas contra seu exercício não podem ser feitas de fora, de outro lugar, do exterior, pois nada está isento de poder.
Trazendo essa discussão para o espaçotempo sala de aula, pensemos acerca do poder disciplinar e das relações de poder ali existentes. É certo afirmar que o período de um século que separa as imagens 1 e 2, é testemunha de mudanças não só dos/das alunos/as e seus responsáveis, como também dos/das educadores e suas práticas educativas cotidianas. Desta forma precisamos considerar que as relações de poder tecidas nesse espaçotempo também mudaram e vêm mudando ao longo desse tempo, apesar de, por outro lado, reconhecermos que vários dispositivos e procedimentos ainda são utilizados pelo poder disciplinar e encontram seus defensores, em um número cada vez menor, mas que ainda justificam a importância de práticas educativas fundamentadas no rigor da organização e distribuição espacial dos/as alunos/as, no cumprimento dos prazos e horários, na realização completa e sem erros de todas as tarefas propostas na sala de aula e para casa, na aplicação de provas ‘cabeludas’ e sanções diversas, na presença de alunos/as silenciosos/as, disciplinados/as e confinados/as ao espaço físico a eles/elas destinados no espaçotempo sala de aula. Neste processo há resistências de todos os lados e elas decorrem das lutas contra o exercício do poder existente no exercício do próprio poder.
Apesar dessas permanências, quais são as mudanças? Ou melhor, como as relações de poder vêm sendo construídas, efetivadas e exercidas nas salas de aula?
Para iniciarmos essa reflexão faz-se necessário pensar sobre algumas questões que no presente estão sendo colocadas e que invadem/alcançam o trabalho dos/das professores/as na sala de aula e que por sua vez têm exigido mudanças nas relações de
poder existentes naquele espaçotempo.. Essas questões como, por exemplo, as que propõem no seu trabalho o estímulo ao desenvolvimento do espírito crítico e da criatividade dos/das alunos/as; a exigência sociocultural deles/delas terem uma participação política mais ativa nos problemas e decisões que afetam as comunidades local, regional, nacional e internacional, assim como a de que possam exercer, plenamente, a cidadania são algumas, entre outras questões, que interrogam e desvelam a fragilidade das práticas do exercício do poder disciplinar no espaçotempo sala de aula enquanto tecnologia centrada na perspectiva de sanções. Assim têm sido exigindo dos/das professores/as uma maior negociação com os/as alunos/as, ampliando as redes de comunicação, produção do conhecimento e poderes , permitindo um deslocamento e circulação mais intensa e constante dos poderes ali presentes. Esta situação cria, frente aos aspectos negativos do poder disciplinar, um cenário de aparente caos.
A exigência de uma maior participação dos sujeitos no mundo tem contribuído para a ampliação do conceito de cidadania, aqui pensada enquanto processo de autoconstrução, que decorre da participação nas redes cotidianas que cada um de nós, ao seu tempo e ritmo, estabelece, está sujeito ou submetido.
Nessas redes que nos auxiliam na formação de uma consciência cidadã, os embates são inevitáveis como frutos de um pensar que compreende o poder enquanto exercício constante e diário, enquanto relação. E , mais uma vez, a sala de aula surge como espaçotempo privilegiado para o exercício ora mais exacerbado, ora mais negociado dos poderes ali presentes.
Muitas são as experiências concretas desse movimento. Nós professores/as, por experiências/vivências, temos muitas histórias para contar e, segundo NÓVOA (1995) elas precisam ser contadas, isto é, tornarem-se públicas.
Re-criar o espaçotempo sala de aula trazendo novos usos e criando novas tecnologias metodológica, curricular e avaliativa que se possam constituir de forma mais democrática, não eliminará a presença das relações de poder no espaçotempo sala de aula. Entretanto, assumir esses novos modos de fazer/produzir esse/nesse
espaçotempo, trazendo o diálogo e convocando os/as alunos/as para uma participação
mais intensa, provavelmente, trará a possibilidade do exercício de relações de poder mais negociadas e que poderá contribuir para que eles/elas possam se tornar sujeitos autônomos, autores de sua própria cidadania.
Professor da educação básica nos ensinos fundamental e médio em instituições da rede pública de ensino do Rio de Janeiro, tenho buscado no meu processo de
formação profissional, ser praticante cotidiano do ato de (re)pensar as relações de poder que são tecidas nesse espaçotempo que é a sala de aula.
A série de imagens que apresento a seguir, como ilustração, representa uma parte dos registros iconográficos, de situações de aprendizagemensino (ALVES, 2000), onde busquei trazer para o espaçotempo sala de aula, não apenas uma nova ordenação e localização dos corpos, mas, fundamentalmente, uma concepção de que o exercício cotidiano das relações de poder entre professor/a e alunos/as precisam ser (re)pensados/(re)criados e, efetivamente, exercidos de maneira democrática e cidadã.
Essas imagens, registros de atividades das minhas aulas como professor de História na Escola Municipal Experimental José Bonifácio (EMEJB), no Colégio de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira (CAP-UERJ) e no Colégio Pedro II, no meu entender são bastante emblemáticas e nos provocam a refletir acerca da possibilidade de desconstrução do modelo representado pelo espaçotempo sala de aula e materializado nas imagens 1 e 2.
Em situações, que se tornaram cada vez mais presentes nas minhas ações educativas cotidianas, procurei promover atividades onde foram abolidas as carteiras nas suas funções convencionais como delimitadoras dos espaços da ação; os uniformes que padronizam deram lugar, muitas vezes, à criação, à originalidade; descartou-se a exigência da rigidez dos corpos que pretendem disciplinar e o rigor do professor que ameaça com punições; foram banidos os trabalhos para casa e os cadernos na sala de aula; os livros deram lugar a produção de portfólios, carinhosamente, batizados pelos/as alunos/as de dircelope pelos/as alunos/as do CAP-UERJ; procurei eliminar essas e outras marcas da escola que tínhamos e ainda temos/somos e, livres dessas e outras amarras, com os/as aluno/as que tive a oportunidade de conviver, brincamos, criamos, aprendemos e ensinamos uns aos outros, vivendo o espaçotempo sala de aula como
pátiorecreiro1, dando-nos o direito de sermos nós mesmos, produzindo nossas subjetividades, explicitando nossas múltiplas identidades, buscando ser felizes.
O que pretendo deixar como reflexão ao final deste texto é o fato de que, apesar das estratégias propostas pela ordem institucionalizada – e aqui nos interesse a questão do poder disciplinar, há possibilidades efetivas de se distinguir outras maneiras de fazer o/no espaçotempo sala de aula, que não nega esse poder, mas introduz uma maneira de
1
tirar partido dele (...) e obedecendo a outras regras (...) impõe uma lei e instaura pluralidade e criatividade. (CERTEAU, 1994:92-93).
[fig. 03] [fig. 04] [fig. 05] [fig. 06] [fig. 07] [fig. 08]
[fig. 10] [fig. 09]
[fig. 12] [fig. 11]
ÍNDICE DE IMAGENS
Imagem 01 - “A aula” - sala de aula da Escola Municipal José Bonifácio [1908-1912]. Disponível na Internet http://www.uff.br/esse/prodef/subproj2.html
Imagem 02 - “Regendo turma” – aluna-mestra cumprindo aula no estágio curricular - Cap UERJ.
Imagem 03 - “Oito mãos e muita criatividade” – alunos da EMEJB fazem uma produção coletiva sobre as navegações portuguesas.
Imagem 04 - “O dia em que o pátio invadiu a sala de aula” – alunos/as do CAP-UERJ buscam demonstrar a capacidade inventiva do ser humano construindo artefatos com jornal e papel higiênico.
Imagem 05 – “Todos por um” – alunos/as do CAP-UERJ trabalhando em grupo em atividade que dispensou as carteiras.
Imagem 06 – “O quebra-cabeça” – alunos/as do CAP-UERJ buscando montar, no chão, um quebra-cabeça numa atividade que procurava construir o conceito de cultura.
Imagem 07 – “Bravo! 1” – alunos/as do CAP-UERJ apresentado teatro de bonecos de dedo. As carteiras da sala de aula foram também utilizadas para criar o cenário.
Imagem 08 – “O circuito” – alunos/as do CAP-UERJ fazendo uma produção coletiva utilizando uma distribuição não convencional das carteiras na sala de aula.
Imagem 09 – “A lenda de Oxumare” – alunos/as da EMEJB dramatizam a lenda de Oxumare utilizando como palco carteiras da sala de aula.
Imagem 10 - “Bravo 2” – alunos/as do CAP-UERJ criando os bonecos de dedo e o texto a ser posteriormente apresentado.
Imagem 11 – “Criando Povos” – alunos/as do CAP-UERJ apresentado histórias e personagens sobre “povos míticos” por eles inventados.
Imagem 12 – “Homens e deuses” – alunos/as da EMEJB pesquisando e criando máscaras rituais a partir de trabalho com as culturas africanas.
Imagem 13 – “ O Bolo do Renascimento” – alunas do CP II organizam mesa de doce (de papel) para exposição dos trabalhos da aula de “Culinária histórica” onde foram elaborados os “bolos do Renascimento”.
Imagem 14 – “Caturama” – alunos do CP II montam, para exposição de trabalhos sobre o Absolutismo, a “Floresta de Caturama”, a partir da história “Passarinhos e Gaviões”, de Chico Alencar.
Referência Bibliográfica
ALVES, Nilda. Espaço e tempo de ensinar e aprender. In: CANDAU, Vera Maria (Org). Anais do X ENDIPE – Linguagens, espaços e tempos no ensinar e aprender. Rio de Janeiro: DP&A, 2000: 21-33.
CERTAU, Michel de. A invenção do cotidiano – Artes de fazer. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir: nascimento da prisão. Petrópolis: Vozes, 2000.
_________________. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 2002.
MACHADO, Roberto. Por uma genealogia do poder. In: FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 2002: VII-XXIII.
NÓVOA, António (Org). Vida de professores. Porto: Porto, 1995.
PACHECO, Dirceu Castilho. Avaliação Tropical – Prova, que gosto tens? Dissertação de Mestrado – ProPed, Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2001.