• Nenhum resultado encontrado

APRESENTAÇÃO DOSSIÊ TEMÁTICO (I)MIGRAÇÕES, (IN)TOLERÊNCIAS E SOLIDARIEDADE

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "APRESENTAÇÃO DOSSIÊ TEMÁTICO (I)MIGRAÇÕES, (IN)TOLERÊNCIAS E SOLIDARIEDADE"

Copied!
7
0
0

Texto

(1)

Ivoni Richter Reimer** Sandra Duarte de Souza*** Teresa Toldy****

(I)MIGRAÇÕES,

(IN)TOLERÂNCIAS

E SOLIDARIEDADE*

–––––––––––––––––

* Recebido em: 30.05.2020. Aprovado em: 13.06.2020.

** Doutora em Teologia/Ciências da Religião (Universität Kassel) com pós-doutorado em Ciências Humanas (UFSC). Docente na PUC Goiás (Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião). Bolsista Produtividad CNPq. Líder do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Religião, Gênero e Poder. E-mail: [email protected]

*** Doutora em Ciências da Religião (UMESP) com pós-doutorado em História Cultural (UNI-CAMP). Docente da UMESP (Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião). Líder do Grupo de Estudos de Gênero e Religião Mandrágora. E-mail: [email protected] **** Doutora em Teologia (Philosophisch-Theologische Hochschule Sankt Georgen) com

pós-doutorado Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Professora Associada na Universidade Fernando Pessoa. Co-coordenadora do grupo Policredos e Presidente da Associação Portuguesa de Teologias Feministas. E-mail: [email protected]

A

s migrações constituem um dos temas mais fraturantes da atualidade, tanto do ponto de vista das diversas causas que estão em sua origem, como do ponto de vista do desafio que constituem para as sociedades de acolhimento. Elas não são um fenômeno novo, visto terem existido também na Antiguidade, e perpassaram as distintas épocas da história. Dentre as muitas causas para as migrações estão a guerra, a fome e a (in)segurança, também na contemporaneidade. Estas parecem constituir os motivos mais fortes tanto para o deslocamento de populações inteiras, como para a fuga de grupos, famílias e até mesmo crianças sozinhas em busca, in-clusive, da preservação de sua integridade física. A migração forçada constitui um sintoma da desregulação das sociedades de onde os(as) migrantes provêm, desre-gulação que resulta também da transferência de conflitos e da gestão de interesses da política internacional para os países de origem da população migrante.

Fatores políticos, sociais e econômicos ‘empurram’ grandes contingentes de pessoas para diferentes partes do globo. A desigualdade socioeconômica, os conflitos

(2)

--

étnicos, a instabilidade política, dentre outros aspectos, impactam mulheres e homens de diferentes idades, que se deslocam na expectativa de melhores con-dições de vida. Em se falando de migração internacional, há aí alguns fluxos ‘preferenciais’. A busca por trabalho, por exemplo, tem sido um dos principais aspectos geradores da migração de latinoamericanos, africanos e asiáticos em direção aos Estados Unidos, Europa e Japão. Conforme demonstram Francesc Ortega e Giovanni Peri (2013, p. 48), “a renda per capita do destino é um determinante fundamental das escolhas migratórias”. Apesar da mudança de alguns eixos de deslocamento, seja por causa de medidas restritivas à imigra-ção ou por diminuiimigra-ção da atratividade de alguns centros para os quais afluíam os imigrantes, o fluxo de populações advindas de países com baixa renda per

capita em direção a países ricos, objetivando conseguir trabalho, ainda

dese-nha as setas da migração basicamente, mas não exclusivamente, do sul para o norte global, explicitando a relação de dependência dos países ‘periféricos’ em relação aos países ‘centrais’ (SANTOS, 2005).

A influência da globalização sobre os deslocamentos espaciais dos seres humanos não pode ser ignorada. O liberalismo e suas regras são a força motriz do fenômeno da globalização, mas essas regras tendem a acentuar ainda mais as desigual-dades socioeconômicas entre os diferentes territórios nacionais. Para George Martine (2005, p. 3), “tais desigualdades contribuem para aumentar o desejo, e até mesmo a necessidade, de migrar para outros países”. Essa é a face perversa desse fenômeno. De acordo com Boaventura de Sousa Santos (2010, p. 19), “a globalização está se impondo como uma fábrica de perversidades”. Nessa “fá-brica de perversidades”, as disparidades econômicas se evidenciam na fome, nas doenças e na morte, expulsando populações de seus lugares numa jornada diaspórica infindável. No mundo globalizado, dois eixos se encontram: o da desigualdade e o da exclusão.

Na base da exclusão está uma pertença que se afirma pela não pertença, um modo específico de dominar a dissidência. Ela assenta num discurso de fron-teiras e limites que justificam grandes fraturas, rejeições e segregações. Sen-do culturais e civilizacionais, tais fraturas têm também consequências sociais e econômicas ainda que se não definam primordialmente por elas (SANTOS,

2010, p. 281).

Se a desigualdade se verifica especialmente nos motivadores para a ‘saída’ em busca de melhores condições de vida e se perpetua na ‘chegada’, considerando-se as relações de exploração às quais são submetidas as populações migrantes, a exclusão se dá pela negação da pertença a esses sujeitos, rejeitados em suas referências culturais e forçados à segregação. Nesse sentido, o

(3)

multicultura-lismo funcionaria mais como um mecanismo de segregação social do que ex-pressão da diversidade cultural. Além disso, o exclusivismo e o purismo rei-vindicados pelas sociedades receptoras não reconhecem a população migrante e seus descendentes como seus semelhantes, gerando, não raras vezes, vio-lentas manifestações xenofóbicas. A xenofobia é realidade experimentada por um número cada vez maior de imigrantes. Nos Estados Unidos, a população latinoamericana de forma geral sofre com a estigmatização. O mesmo ocorre com a população advinda da Índia, do continente africano e de países árabes. Na Europa, há forte resistência à presença de imigrantes de toda sorte, em especial a africanos e árabes. Os conflitos xenofóbicos entre países africanos também são frequentes. O mesmo se verifica na Ásia. No Brasil, manifesta-ções xenofóbicas contra venezuelanos, cubanos e haitianos, dentre outros, têm sido cada vez mais frequentes, sem falar das discriminações regionais internas em relação a migrantes. A invocação da religião como traço identitário não poucas vezes tem sido um fator importante para impedir a entrada de imigran-tes em determinados países ou para justificar ataques contra eles. O fato é que o aumento de manifestações xenofóbicas indica o agravamento da intolerância no planeta.

Não raras vezes, a mobilidade populacional tem sido interpretada por governos e ci-dadãos dos países ou mesmo de estados e cidades ‘receptores’ como ameaça à sua estabilidade econômica, política e até mesmo religioso-cultural. Esses potenciais ‘receptores’ muitas vezes acabam promovendo políticas anti-imi-gração, visando impor obstáculos à recepção e/ou manutenção da população migrante, e, com isso, inibir sua entrada no país por meio do endurecimento das leis que regulam a imigração.

O acolhimento ou a recusa de imigrantes torna-se um ‘teste’ também em relação à im-portância e à seriedade atribuídas ou não aos direitos humanos nos países de onde eles(as) vêm e para onde se deslocam, nomeadamente, à tolerância e – crescentemente – à intolerância impeditiva da solidariedade entre os diversos membros da única família humana.

Existem alguns fatores que interagem em atitudes de acolhida ou rejeição de pessoas em processos migratórios: as relações de poder na (des)articulação entre to-lerância, intolerância e migrações; as formas de invocação de uma ‘identida-de religiosa’, cuja matriz é omni-inclusiva como argumento para a exclusão do(a) outro(a); as motivações religiosas para a migração; o associativismo religioso como estratégia de acolhimento e solidariedade para com imigran-tes; (des)vantagens socioeconômicas com a mão de obra de (i)migrantes, entre outros. Todos eles se colocam como temas desafiadores para a área de Ciências da Religião e Teologia, e o presente dossiê visa contribuir com esse debate.

(4)

Por último, mas não em último lugar, há de se interligar a temática com os novos problemas-desafios advindos da Pandemia de COVID-19, demarcando novas fronteiras de um estado de exceção, com aumento de risco também para (i) migrantes. Os serviços públicos do mundo todo sofrem seus impactos, con-tudo são mais graves e letais para povos e populações mais vulnerabilizados, que já sempre vivem em estado de exceção. Esses serviços, especificamente de saúde pública, precários no Brasil e em muitos outros países, e inexistentes nos Estados Unidos, são um dos ‘filtros’ pelos quais se avaliará as políticas públicas dos governos e as cooperações nacionais e internacionais. O conjunto dessa situação é muito mais crítica, quando se trata de mulheres refugiadas, migrantes e que solicitam asilo, visto que elas – como também milhares de homens – necessitam desses serviços fundamentais para (re)organizar sua vida num novo espaço, de forma redobrada nesse tempo de isolamento social. Assim, causa angústia o dado divulgado pela ONU Mulheres, pelo Fundo de População

das Nações Unidas no Brasil (UNFPA) e pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR): em Roraima, em março de 2020, havia aproximadamente 5.800 homens e mulheres venezuelanos abrigados em 13 abrigos, mas 3.822 encontravam-se desabrigados e se arranjando em ocupa-ções espontâneas/clandestinas, espaços comunitários e nas ruas (não temos dados atualizados no momento da escrita dessa Apresentação). Iniciada em 22 de abril de 2020, a Campanha de Sensibilização para as Refugiadas alerta para questões de gênero que se agravam por ocasião da pandemia: “Temas como saúde, prevenção e eliminação da violência de gênero e compartilhamento de tarefas e cuidados com a família são acentuados na Covid-19, inclusive em abrigos e ocupações de refugiadas e refugiados” (ONU BRASIL, 2020, p. 1). Com isso, reafirma-se que as políticas públicas de saúde são instrumentos fun-damentais para prover e garantir os direitos humanos das mulheres, de forma exponencial em situações pandêmicas quando estão grávidas, parturientes e lactentes, o mesmo ocorrendo com seus bebês.

Este é apenas UM exemplo, aqui no Brasil, acerca do que está acontecendo em nosso planeta1.

Em março de 2020, a ONU Mulheres Brasil apresentava, em 10 itens, os impactos dife-renciados que a COVID-19 causa para homens e mulheres, entre eles a con-statação de que “a migração irregular de mulheres e meninas gera mais riscos de proteção associados, como violência de gênero e tráfico” (ONU Mulheres, 2020, p. 1) e diagnosticou 14 respostas para enfrentamento eficaz à questão, entre elas (p. 3):

Adotar medidas que permitem garantir o acesso das mulheres migrantes e re-fugiadas aos serviços de saúde, emprego, alimentação e informação, mitigar os

(5)

riscos de proteção com atenção especial à violência e ao tráfico de mulheres e meninas, e promovam a coesão social.

A pandemia de COVID-19 vem desvelar e agravar o estado de exceção sofrido continu-amente por maiorias de populações no mundo. Nas palavras de Sousa Santos (2020), o patriarcado reconfigurado, o capitalismo em sua matiz neoliberal e o colonialismo em suas transmutações são os três pilares sobre os quais se ancoram as mazelas do mundo, também nesse tempo pandêmico. Ele destaca as pessoas que mais sofrem as agruras da pandemia, o que nomeia de “ao sul da quarentena”: mulheres, migrantes, povos autóctones, pessoas idosas, traba-lhadoras informais, sem-teto, refugiadas, deficientes etc. (p. 15-21).

Este é o contexto dentro e a partir do qual fechamos o presente dossiê temático. Foram aprovados cinco artigos:

Abrimos o dossiê com o artigo do professor Dr. Wilhelm Wachholz (Faculdades EST), “A Reforma, Lutero e os Anabatistas: intolerância religiosa?”. Nele, busca-se avaliar as contribuições de reformadores cristãos como Lutero, Melanchthon, Bugenhagen e Cruciger em situações de conflito com anabatistas na Idade Média. Coloca-se um dilema: a defesa em favor da liberdade de consciência é um dos pontos centrais na construção de bases para o respeito e a tolerância religiosos, presente nas obras desses reformadores; esses, contudo, diante do avanço de práticas religiosas anabatistas, pronunciaram-se em favor de sua punição, chegando até a mencionar a pena de morte. Como essas dissonâncias chegaram até a modernidade e a contemporaneidade? Foi a Reforma Protes-tante a “mãe da tolerância” ou agiu, em situações controversas, de forma tão intolerante como a igreja medieval, da qual também foi herdeira?

O professor Dr. Jorge Pinheiro e a professora Dra. Naira Pinheiro dos Santos (UMESP), com base bibliográfica e a sua inserção no contexto francês, contribuem com o artigo “Cidadania e Islamismo na França”. Apresentam as condições de vida e identidade de imigrantes muçulmanos naquele país e demonstram manifesta-ções de intolerância religiosa e discriminamanifesta-ções dirigidas principalmente con-tra as mulheres. Sob o pano de fundo do estado francês laico, o conflito e as discussões se impõem entre as várias tendências islâmicas fundamentalistas, liberais e também as diversas concepções de laicidade existentes na França. Frente a essa pluralidade religiosa, seus conflitos internos e externos e a relação entre

religião e garantia de Direitos Humanos, o professor Dr. Cláudio de Oliveira Ribeiro (UFJF) e a professora Dra. Clarissa De Franco (UF-ABC), apresentam o artigo “A Pluralidade Religiosa Global e Nacional em Questão”. Partindo do panorama religioso mundial, adentram o quadro multifacetário religioso nacional, em que destacam a pluralidade, as principais expressões religiosas e as formas de múltipla pertença e de trânsito religioso. A verificação de (in)

(6)

tolerância religiosa se dá no conjunto das relações culturais e das efetivas de-clarações e normas no contexto da laicidade do Estado.

Se por um lado há o acirramento de discursos que propagam e legitimam a intolerância, há também práticas de combate à intolerância por meio de diálogo e trabalhos pedagógicos realizados em igrejas cristãs. Esta perspectiva é apresentada no artigo “Intolerância contra Religiões Afro-Brasileiras: reflexões sobre a im-portância do incentivo ao diálogo em pregações cristãs”, da professora Dra. Laude Erandi Brandenburg e do mestrando Mateus Andrey Dolny (Faculdades EST). A pesquisa é bibliográfica e destaca o aumento do discurso anti-dialogal e de intolerância de igrejas neopentecostais contra religiões de matriz afro e afirma a necessidade de incrementar recursos e motivações para posturas di-alógicas que podem ser oferecidas por meio de pregação e ensino de igrejas com características mais ecumênicas.

Fechando o dossiê, você lerá o artigo “Um Lakou no Brasil? A religiosidade como es-tratégia de enfrentamento das adversidades em imigrantes haitianos”, dos pro-fessores Me. Maikon de Sousa Michels, Dr. Euler Renato Westphal e da professora Dra. Luana de Carvalho Silva Gusso (UNIVILLE). A pesquisa bibliográfica e de campo tem o objetivo de observar a eficácia da religiosidade no enfrentamento de situações adversas na vida de imigrantes haitianos, em Joinville/SC. O resultado é a percepção que a instituição haitiana Lakou, em processo interativo entre vodu e cristianismo, propicia preservação de identi-dade por meio práticas culturais que acessam símbolos e atualizam a memória ancestral.

Ainda como parte integrante desse Dossiê Temático, realizamos duas entrevistas que

referem a temática de (I)migração, (In)tolerância e Solidariedade. A primeira foi feita com a venezuelana Dranda. Katiuska Florencia Serafín Nieves (PUC Goiás) e o médico venezuelano Luiz Carlos Marchena Ibanez, membro do Econintech, que trata sobre a questão de imigrantes venezuelanos na Améri-ca Latina, especifiAméri-camente no Brasil. A segunda entrevista abarAméri-ca o tema de forma mais global, e foi realizada com a profa. Dra. Maria Paula Meneses (CES-Universidade de Coimbra/Portugal), perpassada epistemologicamente pela cruel pedagogia da pandemia de COVID-19, da exclusão radical e da co-construção global de saberes em perspectiva dialógica desde o Sul. No centro de ambas estão a realidade histórica de discriminação, exploração e resistências - o ‘mar em que não estamos todos no mesmo barco’ –, bem como a percepção e busca por práxis e redes de solidariedades múltiplas no campo das ciências e das organizações socioculturais e políticas.

Assim, finalizando a Apresentação desse Dossiê Temático, destacamos as palavras de Simone de Beauvoir (apud HAFIZ; BRAVIN, 2020): “é do ponto de vista das oportunidades concretas dadas aos indivíduos que julgamos as instituições”.

(7)

Desejamos a você uma leitura produtiva em termos de reflexão e pesquisa, que possam motivar ações mais solidárias para com pessoas vulnerabilizadas nos diversos contextos, também próximos de nós.

Bom proveito! Nota

1 Sobre situação de haitianos(as) e outros refugiados/asilados(as), ver o site do ACNUR, onde se encontram informações e notícias atualizadas: https://www.acnur.org/portugues/ dados-sobre-refugio/dados-sobre-refugio-no-brasil. Ver também Hafiz e Bravin (2020).

Referências

HAFIZ, Mariana; BRAVIN, Mateus. Crise atual de Refugiados é a maior desde 1949. 08 de abril de 2020. Disponível em: http://www.comciencia.br/crise-atual-de-refugiados-e-a-maior-desde-1949/. Acesso em: 02 jun. 2020.

MARTINE, George. A globalização inacabada: migrações internacionais e pobreza no século 21. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 19, n. 3, p. 3-22, 2005.

ORTEGAY, Francesc; PERI, Giovanni. The effect of income and immigration policies on international migration. Migration Studies, Kettering - Northants, v. 1, n. 1, p. 47-74, 2013. Disponível em: https://academic.oup.com/migration/article/1/1/47/941391. Acesso em: 28 maio 2020.

ONU BRASIL. Mulheres refugiadas e migrantes de Roraima são foco de campanha da ONU Mulheres e do UNFPA na pandemia Covid-19, com apoio do Governo de Luxemburgo. 19 de maio de 2020. Disponível em: http://www.onumulheres.org.br/ noticias/mulheres-refugiadas-e-migrantes-de-roraima-sao-foco-de-campanha-da-onu-mulheres-e-do-unfpa-na-pandemia-covid-19-com-apoio-do-governo-de-luxemburgo/. Acesso em: 01 jun. 2020.

ONU MULHERES. Gênero e Covid-19 na América Latina e no Caribe: Dimensões de Gênero na Resposta. Brief março 2020. Disponível em: http://www.onumulheres.org. br/wp-content/uploads/2020/03/ONU-MULHERES-COVID19_LAC.pdf. Acesso em: 26 mar. 2020.

SANTOS, Boaventura de Sousa. A cruel pedagogia do vírus. Coimbra: Almedina, abr. 2020.

SANTOS, Boaventura de Sousa. A gramática do tempo para uma nova cultura

políti-ca. São Paulo: Cortez, 2010.

SANTOS, Boaventura de Sousa (org.). A globalização e as ciências sociais. São Pau-lo: Cortez, 2005.

Referências

Documentos relacionados

Os interessados em adquirir quaisquer dos animais inscritos nos páreos de claiming deverão comparecer à sala da Diretoria Geral de Turfe, localizada no 4º andar da Arquibancada

Quando contratados, conforme valores dispostos no Anexo I, converter dados para uso pelos aplicativos, instalar os aplicativos objeto deste contrato, treinar os servidores

Como já destacado anteriormente, o campus Viamão (campus da última fase de expansão da instituição), possui o mesmo número de grupos de pesquisa que alguns dos campi

The purpose of this study is to recognize and describe anatomical variations of the sphenoid sinus and the parasellar region, mainly describing the anatomy of

2 - OBJETIVOS O objetivo geral deste trabalho é avaliar o tratamento biológico anaeróbio de substrato sintético contendo feno!, sob condições mesofilicas, em um Reator

Considerando que, no Brasil, o teste de FC é realizado com antígenos importados c.c.pro - Alemanha e USDA - USA e que recentemente foi desenvolvido um antígeno nacional

By interpreting equations of Table 1, it is possible to see that the EM radiation process involves a periodic chain reaction where originally a time variant conduction

O desenvolvimento desta pesquisa está alicerçado ao método Dialético Crítico fundamentado no Materialismo Histórico, que segundo Triviños (1987)permite que se aproxime de