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Docente: Willen Ferreira Lobato

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Academic year: 2021

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Docente: Willen Ferreira Lobato

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Considerações Gerais;

Principais conceitos demográficos;

Gráficos de indicadores sociais;

Estrutura das populações mundiais: Países desenvolvidos x

países subdesenvolvidos;

Características das pirâmides etárias;

Características gerais da população brasileira;

Características atuais da população brasileira;

Causas e conseqüências da diminuição do crescimento

populacional;

As conseqüências da transição demográfica na economia

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A Demografia é uma área da ciência

geográfica

que

estuda

a

dinâmica

populacional humana. O seu objeto de

estudo engloba as dimensões, estatísticas,

estrutura e distribuição das diversas

populações humanas.

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 POPULAÇÃO ABSOLUTA - é o número total de habitantes de um lugar (país,

cidade etc.). O país que apresenta um elevado número de população absoluta é chamado de populoso.

 POPULAÇÃO RELATIVA (DENSIDADE DEMOGRÁFICA) - População relativa

ou densidade demográfica é a relação entre o número de habitantes e a área do território onde se distribuem, geralmente expressa em habitantes por quilômetro quadrado. O país que apresenta uma elevada densidade demográfica é chamado de povoado.

 TAXA DE NATALIDADE - É a relação entre o número de nascimentos

ocorridos em um ano e o número de habitantes. Obtemos essa taxa tomando os nascimentos ocorridos durante um ano, multiplicando-se por 1000 e dividindo o resultado pela população absoluta, ou seja:

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TAXA DE MORTALIDADE - É a relação entre o número de óbitos

ocorridos em um ano e o número de habitantes. Obtemos essa taxa

tomando os óbitos ocorridos durante um ano, multiplicando-os por

1000 e dividindo o resultado pela população absoluta, ou seja:

CRESCIMENTO VEGETATIVO - O crescimento natural ou crescimento

vegetativo é a diferença entre os nascimentos e as mortes, ou seja,

entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade, geralmente ele é

expresso em percentagem. O Crescimento vegetativo pode ser:

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TAXA DE FECUNDIDADE - é uma estimativa do número médio de

filhos que uma mulher teria até o fim de seu período reprodutivo,

mantidas constantes as taxas observadas na referida data. Também

pode ser definida como: o número médio de filhos por mulher em

idade de procriar, ou seja, de 15 a 49 anos.

TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL - consiste na mortalidade infantil

observada durante um ano, referida ao número de nascidos vivos do

mesmo período.

EXPECTATIVA DE VIDA - é o número de anos que se calcula que um

recém-nascido pode viver caso as taxas de mortalidade registradas

da população residente, no ano de seu nascimento, permaneçam as

mesmas ao longo de sua vida.

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 A verificação da estrutura etária da população de um país é de importância

fundamental para que se realize um planejamento adequado do orçamento do Estado em relação às necessidades sociais de seus habitantes. Entre elas estão a educação para as crianças, o emprego para os adultos e a assistência previdenciária para os idosos.

 Pirâmide etária também conhecida como pirâmide

demográfica ou pirâmide populacional é uma ilustração gráfica que mostra a distribuição de diferentes grupos etários em uma população (tipicamente de um país ou região do mundo), em que normalmente cria-se a forma de uma pirâmide. Esse gráfico é constituído de dois conjuntos de barras que representam o sexo e a idade de um determinado grupo populacional. É baseado numa estrutura etária da população, ou seja, a repartição da população por idades.

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TIPOS DE PIRÂMIDES ETÁRIAS

PIRÂMIDE JOVEM

PIRÂMIDE ENVELHECIDA

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 CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS PAÍSES SUBDESENVOLVIDOS:

- Alta taxa de Natalidade;

- Predomínio de população jovem; - Baixo número de idosos.

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 CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS PAÍSES DESENVOLVIDOS:

- Baixa taxa de natalidade;

- Predomínio da população adulta; - Número significativo de idosos.

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 POPULAÇÃO ABSOLUTA

 A população brasileira atual é de 190.732.694 habitantes (dados do IBGE –

Censo 2010). Segundo as estimativas, no ano de 2025, a população

brasileira deverá atingir 228 milhões de habitantes. A população brasileira distruibui-se pelas regiões da seguinte forma: Sudeste (80,3 milhões), Nordeste (53,07 milhões), Sul (27,3 milhões), Norte (15,8 milhões).

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POPULAÇÃO RELATIVA (DENSIDADE DEMOGRÁFICA.

 Brasil apresenta uma baixa densidade demográfica — apenas 22,43

hab./km²[3] —, inferior à média do planeta e bem menor que a de países intensamente povoados, como a Bélgica (342 hab./km²) e o Japão (337 hab./km²).

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Outros dados da População brasileira

- Crescimento demográfico: 1,17% ao ano (2000 a 2010) **

- Expectativa de vida: 73,5 anos **

- Taxa de natalidade (por mil habitantes): 20,40 *

- Taxa de mortalidade (por mil habitantes): 6,31 *

- Taxa de fecundidade total: 1,86 **

- Estrangeiros no Brasil: 0,23% **

- Estados mais populosos:

São Paulo

(41,2 milhões),

Minas Gerais

(19,5

milhões),

Rio de Janeiro

(15,9 milhoes),

Bahia

(14 milhões) e

Rio Grande

do Sul

(10,6 milhões). **

- Estados menos populosos:

Roraima

(451,2 mil), Amapá (668,6 mil) e

Acre (732,7 mil). **

- Capital menos populosa do Brasil: Palmas-TO (228,2 mil).**

- Cidade mais populosa:

São Paulo

-SP (11,2 milhões). **

- Proporção dos sexos: 48,92% de homens e 51,08% de mulheres. **

- Vivem na Zona Urbana: 160,8 milhões de habitantes, enquanto que na

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 • Redução do trabalho familiar: essa era uma prática comum no meio rural, consistia em ter

muitos filhos para exercer atividades nas propriedades rurais, assim a família não precisava pagar um trabalhador assalariado. Com a urbanização essa característica foi sendo substituída, pois a vida nas cidades exigia maiores gastos.

• Queda no número de casamento precoce: a realidade rural promovia o casamento entre pessoas muito jovens, já nos centros urbanos as pessoas contraem matrimônio com idades mais elevadas e tendem a ter poucos filhos.

• Custos com filhos: oferecer uma boa qualidade de vida e educação a um filho no contexto urbano requer elevados gastos financeiros (educação, saúde, alimentação adequada entre outros), devido a esse fator os pais começaram a planejar mais o número de filhos a serem concebidos, adequando-o ao orçamento familiar.

• A mulher profissional: quando as mulheres tinham como função somente cuidar da casa e dos filhos elas não ocupavam atividades profissionais, mas com a urbanização a mulher começou a contribuir com o mercado de trabalho. Com a ocupação remunerada, essa não encontrava tempo e nem recursos para ter muitos filhos, esses passaram para o segundo plano, uma vez que a prioridade era manter o emprego e ajudar na composição do orçamento familiar.

• Métodos anticoncepcionais: nas cidades existe maior circulação de informações, facilitada pelos meios de comunicação e pelos próprios médicos, nesse contexto surgiram

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 A queda da fecundidade provoca, em primeiro lugar, o envelhecimento da

população , o que, a longo prazo, representa o declínio do número de habitantes;

 O aumento da expectativa de vida requer um maior investimento em

programas que atendam as pessoas idosas, e também trás um aumento dos gastos com previdência social.

 O envelhecimento populacional, pode, a longo prazo, causar a escassez de

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Má distribuição de renda;

Má qualidade do ensino público básico;

Falta de investimentos e sucateamento da

saúde brasileira;

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A estrutura etária brasileira mudou bastante nos

últimos tempos.

O país atravessa nos últimos tempos um processo de

transição demográfica, marcado principalmente pela

queda na taxa de fecundidade.

A expectativa de vida brasileira vem aumentando

significativamente nos últimos anos.

Com a nova estruturação etária brasileira, se faz

necessário uma reestruturação nos investimentos

públicos, voltando-os para a nova realidade etária do

Brasil.

Muito embora venha melhorando consideravelmente os

indicadores socias, o país ainda é assolado por antigos

problemas como a concentração de renda e a falta de

educação de qualidade.

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ARAÚJO, Regina. OBSERVATÓRIO DE GEOGRAFIA. São Paulo,

Moderna, 2009.

CAMARANO, A.A. et al. Como vivem os idosos brasileiros? In:

CAMARANO, A.A. (Org.), Os novos idosos brasileiros: muito além

dos 60? Rio de Janeiro: Ipea, 2004,p. 25-75

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David Cohen, Revista Época, 25/05/2009

Com base no enunciado, observe as afirmações abaixo, assinalando V (verdadeiro) ou F (falso).

( ) A diminuição da fecundidade no Brasil deve-se às transformações econômicas e sociais que se acentuaram na primeira metade do século XX devido à intensa necessidade de mão de obra no campo, inclusive de mulheres, fato este que elevou o país ao

patamar de agrário-exportador.

( ) Devido à mudança do papel social da mulher do século XX, ela deixa de viver, exclusivamente, no núcleo familiar, ingressando no mercado de trabalho e passando a ter acesso ao planejamento familiar e a métodos contraceptivos. Esses aspectos, conjugados, explicam a diminuição vertiginosa das taxas de fecundidade no Brasil.

( ) As quedas nas taxas de natalidade de um país levam, ao longo do tempo, ao envelhecimento da população (realidade da maioria dos países desenvolvidos). Neste sentido, verifica-se uma forte tendência a um mercado de trabalho menos competitivo e

exigente, demandando menos custos do Estado com os aspectos sociais. Dessa forma, a sequência correta, de cima para baixo é

a) VVV. b) FVV. c) VVF. d) FVF.

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 (UEL) Da Copa de 1970 à Copa de 2010, a população brasileira passou de

93.139.037 para uma população estimada em 193.114.840 habitantes (IBGE – Popclock em 23 jun. 2010).

 Com base nos conhecimentos sobre a dinâmica do crescimento vegetativo da

população no Brasil, ao longo desses 40 anos, assinale a alternativa correta.

 a) A taxa de crescimento anual da população brasileira foi maior na primeira

década do século XXI que nos anos 1970, apesar da estabilização da taxa bruta de mortalidade.

 b) A contínua redução da taxa de fecundidade explica a queda na taxa de

crescimento anual da população, apesar de o número total de habitantes ter mais que dobrado.

 c) Nas duas últimas décadas, apesar do aumento das taxas brutas de natalidade,

as taxas anuais de crescimento vegetativo da população brasileira se estabilizaram devido ao comportamento do saldo migratório.

 d) O crescimento absoluto de aproximadamente 100 milhões de habitantes foi

proporcionado pela elevação das taxas de fecundidade no Brasil ao longo do período.

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(PUC-PR) O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou em setembro de 2010 os resultados da PNAD (Pesquisa Nacional sobre Amostra Domiciliar) referente às taxas de fecundidade nos últimos dez anos no Brasil. Os dados sobre o número de filhos por mulher são os seguintes:

Com base nesses dados, assinale a alternativa CORRETA:

a) O aumento das taxas em 2009 evidencia que o Brasil é um país que tem explosão demográfica.

b) Os indicadores demonstram que as taxas de mortalidade são superiores às taxas de natalidade, evidenciando redução demográfica.

c) O índice de 2009 indica ligeiro aumento na taxa de fecundidade não caracterizando crescimento demográfico explosivo.

d) Esses números indicam que o Brasil é um país com taxas negativas de crescimento demográfico, demonstrando a política estatal de um filho único.

e) Caso essas taxas de fecundidade sejam mantidas, o Brasil, em uma década, ultrapassará o total da população da Índia.

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Referências

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