mvrmsTDAVE F E D E R A L D A P A R A £ B A CETTTRO DE TOHTACTfo D E P R O E ^ ^ O T ^ S E H V T Q O D E E E T / G I O SuTEHVISIOWADO SB S U P E R V I E X O E S C O L ' . R F I C H A D E iDWTrPICAQlO 1 « DO A L T J I 7 0 : Pome: Edilvanete P r e i r e C i r i l o
"ftiderego: Dep. Manoel Gongalves, ne 68 Scmsa - Pb.
2. DO E S T A G I O :
I h s t i t u i g a o : Grupo Escolar B a t i s t a Gambarra "^d ere go: B a i r r o Angelim - Sousa.Pb
Area: Educacao I n i c i o : 27/02/86 Termino: 10/06/86 T o t a l de b o r a s : 160
Pessoa de c o n t n t o : Candida Marques da 3 i l v a Cargo que ocupa: Administradora Escolar
Universidade Federal Da Baraiba Departamento De Educagao E Letras Centro De Formagao De Rrofessores Campus V - C a j a z e i r a s .
4 « L O C A L E D A T A :
A equipe de Orientacao Pedagogical - M A R I A D M S A ^ S O H E A - M A R I A S I X V A F I P H T T O - M A R I A I L B A T I 7 A G O M E S - M A R I A E L I Z A B E T H G E A L B E R T O - RAIMTJITDA B E F . I T E V ^ S B A 3 I L V A
0 meu a"brago cheio de saudades e desejos sinceros de muitas f e l i c i d a d e o para t o d a s .
COM T O B A A 3STIM/J 3 COT'SXDE. HACTfol
D E D I C A T E R I A
Antes de quaisquer o u t r a s pessoas, dedico o meu t r a b a l h o 1 aos meus PAIS. Eles que me geraram, dando-me a oportunidade de v i v e r e l u t a r por urn espaco m e l h o r , neste mundo imenso, chefco de
t a n t a "beleza e muitas proezas.
Aos meus i r m a o s , que como os meus p a i s , me abriram os " olhos para a v i d a e me passaram as suas e x p e r i e n c i a s , para me •
e v i t a r urn f u t u r o fracasso ao v i v e r as minhas.
A todas as demais pessoas, que de forma d i r e t a ou i n d i r e t a colaboraram na minha formagao de Supervisor - Educador; mestres e amigos, cole'-as de curso e de u n i v e r s i d a d e , dedico o meu t r a b a l h o f r u t o dos meus esforgos, so"b o apoio de todos voces.
M 5 IT S A S E H
A voce, c r i a n c a c a r e n t e , que f o i presenga constante no • desempenho do meu t r a b a l h o , d e i x o - l h e a q u i , a seguinte mensagem de o t i m i s m o :
Quando voce c r e s c e r , menino(a) o p r i m i d o ( a ) , l u t e pelos 1 seus d i r e i t o s *
ITOTCA D E I X 5 que os m a i o r a i s & e espisinhem. TTlO SE DEIXE' l e v a r pelos i n j i f t r i a s que a v i d a Ihe p r e g a r .
L a t e , l u t e sempre. Alcance como t a n t o s , o seu o b j e t i v o e Kao pense nunca negativamente* Um c e r t o a u t o r , p u b l i c o u em urn dos seus l i v r o s , o s e g u i n t e : VOCfi POPE} SE AC^A QUE PO^E". Eiw t a o , faga i s s o . Alcanga er-se poder. Venga os que nao I h e deram a oportuniflade de s u b i r na v i d a . Fas, para t a n t o : "Tflfo FAZES 1 AOS OTTPTOS AQTTTTiO QTTE F i d QUEHES QUE TE FAQ-AM" • ( J . C r i s t o ) •
Tim f r a t e r n a l abrago: E d i l v a n e t e .
P E IT 3 A M E IT T 0 S
" E necessario que o mundo depois de t i , s e j a algo melho: porque t u v i v e s t e n e l e " .
( Stanley )
" Quern sabe, ensina quern nao sabe", e preciso que quern sa b e , saiba sobretudo que " ninguem sabe tudo e que ninguem i g n o r a
tudo
( Paulo P r e i r e )
" Estamos com a juventude que procura f a z e r do mundo uma casa para todos".
( Paulo V I )
" ITao ha nada mais d e s p r e z i v e l do que os quo sabem e nao dizem, a nSo ser os que dizem e nao fazem".
( A. desconhecido )
C
A G R A D E G I M g IT T 0
Senhor, eu T E agradego a f o r g a que me concedeste para a l c a n gar urn do s meus tan to s o b j e t i v o s .
Cbrigada Senhor, pela T U A presengai
Bn cada ser humano que me ajudou a engrandecer a minha ca -minhada;
Hn cada c r i a n g a que me ensinou a a r t e de amar o m a g i s t e r i o ; "Em cada d i f i c u l d a d e encontrada, por assim d e s a f i a r o meu 1 i n t e l e c t o , i n c e n t i v a r do-me a continuidade da minha Jornada>
E f i n a l m e n t e :
o"nmnTVon
R e l a t a r todas as experieneias v i v e n c i a d a s no d e c o r r e r do p e r i o -do -do ESTjfelO STJPEWISIOHAEO •
Uocumentar todas as a t i v i d a d e s d e s e r v o l v i d a s durante o E3?AGI0 SO' ' T / I G T C I T A T O pn.ra f i n s de exiger c i a de cor.clusao de c u r s o .
f V D I C E
. BTTROIJjglO
• DESEFTVOIVIKSTTTO • COITCLUSlO
I r T I? 0 T) U C 1 0
0 presente trafcalho, se r e f e r e ao ESTJfelO SUPEHVISIOWA^ TO DE SUPERVISED ESCOLAR, v i v e n c i a d o por n o s , no periodo en t r e marco a jttnho de 1986, quando da conclusao do nosso cur so de I d c e n c i a t u r a Plenn em Pedagogia.
Praticando as t e o r i a s apreendidas e as nossas pro a r i a s ' t e o r i a s no Grupo Escolar B a t i s t a Gnmbarra, na cidade de Sou sa, fomos levadas a a d q u i r i r m o s melhores conhecimentos na area de educagao e a vermos o r e a l panel da e s c o l a , na v i d a de i n d i v i d u o o necessitados*
17a p r a t i c a em StTPEHVISSO ESCOLAR, deixamos a q u i r e g i s -tradas as d i f i c u l d a d e s , as a l e g r i a n v i v i d a s e uma s e r i e de experiencias a d q u i r i d a s no t r a n s c o r r e r deste p e r i o d o .
D 5 S E IT V 0 I V I M E TT T 0
0 estagio supervisionado que aeabamos de con
sen. i n i c i o com uma reuniao g e r a l d i r i g i d a por uma das nossas 1 o r i e n t a d o r a s , logo no comego do perfodo l e t i v o .
Bn uma dessas r e u n i o e s , ficamos a par de como se d a r i a o d e s e n r o l a r do nosso e s t a g i o , que s e r i a : 160 h / a u l a s na escola 1 em que estariamc3 estagiando, 60h/aulas na u n i v e r s i d a d e ( d i v i -didas em reunioes g e r a i s e e s p e c i f i c a s ) e f i r a l m e n t e , 20 h o r a s1 para a elaboragao do r e l a t o r i o que o r a descrevo.
I n i c i a n d o pelas reunioes na u n i v e r s i d a d e , enfocarters de ' antemao, as g e r a i s : n e l a s discutfamos assunto do i n t e r e s s c ge-r a l da tuge-rma e fazfamos tambem estudos de t e x t o s . Bn meio a es-sas r e u n i o e s , surgiram algumas que merecem um respalde e s p e c i a l : uma f o i em que a nossa equipe de p r o f e s s o r a s - o r i e n t a d o r a s nos *
t r o u s e um p r o f e s s o r So campus V , para nos passar informages 1 sobre " 0 PACOTE EC01T6TIC0m» TTma reuniao i n t e r e s s a n t i s s i m a i " que houve um grands numero de p a r t i c i p a n t e s e em que nos f o i re t i r a d a s m u i t a s d u v i d a s .
Outra reuniao g e r a l que se destacou, f o i a que houve a £articipneao tambem de urn? o u t r a pessoa convidada e que teve " como tema$ A C01T5TITTTIF?E# Esta tambem nos entiqueceu b a s t a n t e ' como forma de esclarecimento ao que nao estavamos ainda por de— mais com pre en dido s. As demais reunioes g e r a i s , foram s a t i o f a t o
r i a s , v i s t o que, sempre deixavamos e s c l a r e c i d a s as nossas d u v i -das e assimilavamos conhecimentos nos t e x t o s estudados.
Passando as reunioes e s p e c i f i c a s : estas se realizavam com o i n t u i t o de e s c l a r e c i n e n t o s sobre o estagio e de recebermos r e f d r c o s da nossa p r o f e s s o r a - o r i e r t a d o r a quardo n e c e s s a r i o . KeELa, discutiamos os problemas cncontrados em nossas escbLas e confron tando as demais i d c i a s do grupo, procuravamos a oolncao p - r a a d i f i c u l d a d e aprosentada.
/
Fizemos ainda estudo de textos e adquirimos textos j&^a zermos, caso quizessemos, estudos em nossas e s c o l a s .Passando agora oa nosso desempenho na e s c o l a , dividdmos 6
nosso trabalho em duas etapast na prlmeira etapaf ou s e j af de
10/03 a 01/04t estivemos fazendo trabalho de orientacao junto 1 com a d i r e t o r a da escola* Neste perfodo de tempo, mantivemos con tato com as professoras sobre as p r i n c i p a l s dificuldades escontra das por estas em s a l a de a u l a , fizemos estudos conjuntos com d i -r e t o -r a e s e c -r e t a -r i a sob-re o nosso platio de agao e suas possfveis modificacoes, e a i n d a , v i s i t a aos pais de alunos desistentes para
sa^er quais os motivos que levaram seus f i l h o s a desistirem da • escola e i n c e n t i v a - l o s ao retorno as aulas•
Ainda n e s t a etapaf desenvolvemos atividades r e c r e a t i v a s 1 com as c r i a n c a s , durante o i n t e r v a l o das aulas (em anexo)»
Trabalhamos com problemas relacionados a s c r e t a r i a da es -c o l a e aluno, que quase provo-cou a ex;pulsao da -crianga da es-cola mas, que finalmente, em dia&ogos de orientagao pedagpfica conse
-guimos contornar a siruagao.
A nossa segunda eta pa ma escola:*foi desenvolvida em s a l a • de a u l a de 07/04 a 16/06f ao completarmos a nossa carga h o r a r i a ' na escola* Ko t r a n s c o r r e r deste perfodof realizamos um otimo t r a balho em alfabetizagao, que f o i onde escolhemos l e c i o n a r . EStuda mos com estas criangaa, atividades de flomumloagao e Expressao , matematica, Ciencias e Estudos S o c i a i s , que estao em anexo junto
aos pianos de aulas9
aifrentamos s e r i a s dificuldades logo no i n f c i o do e s t a g i o , por se t r a t a r de uma turma descomexa e de n f v e l i n t e l e c t u a l va -riado« A idade das oriangas com que estivemos trabalhando, V a r i a numa f a i x a entre 06(sds) e 15(quinze) anosj os ultimos, j a ado
-l e s c e n t e s , nao aceitavam a metodo-logia que ap-licavamos aos demais por j a terem atravessado a fase de i n f a n c i a e nao valorizarem os a metodos aplicados por nos» I s so d i f i c u l t o u um pouco o nosso t r a -balho e tivemos que estudar um meio de s a t i s f a z e r a todos* Hesolvemos entao, a l t e m a r as aulas J um d i a usando de metodologia i n
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U F* *
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aos i n t e r e s s e s de cada um dos nossos alunos, X^rp,
Quando trabalhavamos com c r i a n g a s , usavamos a metodologia das casinhas (a&exolll) e ainda a contagem com p a l i t o s de p i c o l e a n e x o S ) f usavamos apresentagao m u s i c a l das famflias s i l a b i c a e j miisica do elefante e outra para a l f a b e t i z a r (tambem em anexo ) > e em estudos s o c i a l s : Questionamentos sobre o i n d i o , e s t o r i n h a1 do indlo e desenho* Estudamos v u l t o s como Tiradentes e o Tancre do Neves, most ran do a importancia de cada um para a nossa His -t o r i a *
Traballiando com os adolesecentes, fizemos a hora da novi dade (Que tanto i n t e r e s s a a estes como tambem as criangas),estu-dos em grupo de CCMJFICAQaO E EXFRESSaO e tambem de MATMaTICA* ajuda na confecgao de c a r t a z e s (TTas datas comemorativas) e au
-l a s expositivas na foimagao de p a -l a v r a s , t e c n i c a s de -l e i t u r a s • que v a l e u para ambas as fases*
Devido a variagao da metodologia, as c r i a n c a s nao mais • se cansavam as e x p l i c a t e s dadas e gostavam das nossas aulas* Diante das d i f i c u l d a d e s que encontravamos, tivemos muitas vezes que procurar recursos em nos mesmas, porque os metodos a p l i c a -dos pela professora da turma que lecionamos nao foram aprova-dos por nos*
Saimos s a t i s f e i t a s da s a l a de a u l a que assumimos, pois a metodologia que aplicamos, nos fez conseguir passar para e l a s •
todo o a l f a b e t o , com um f a c i l domfnio em reconhecer as l e t r a s , o que nos da a c e r t e z a de que realmente aprenderam e ate j a s a -bem l e r algumas palavras* lyidemos comprovar esse conhecimento 1
das criangas , com o t e s t e que aplicamos como sondagem* Agora , so com a continuagao do ato de l e r , e que aperfeigoarao a sua • l e i t u r a *
Bn Matematica ;alguns se safram melhor do que imaginavamoB muitos j a contam bem, somam, e subtraem,e assimilaram todas as no goes que demos em nurcero* Aprenderam a u s a r o Quadro V a l o r1 de Xugar e ainda os primeiros enfoques sobre con juntos*
Bn Estudos S o c i a l s , Ciencias e Programa de Saude, o que • f o i dado deu para s e r a s s i m i l a d of v i s t o que, foram assuntos conhe__ cidos ate mesmo por e l e s , o que f a c i l i t o u o nosso ensino«
Desenvolvenec Habitos de Higiene, Habilidades e a t i t u d e s . t o dos os dias em nossa s a l a de a u l a o que acreditamos, t e r dado pa r a former na crianga a sua propria concepgao entre o certo e e r r a -do.
TTas atividades f e s t i v a s da e s c o l a , no dia das maes em espe-c i a l , elaboramos trabalhos manuals espe-com as espe-criangast Confeespe-cgao de r o s a s , figurlnhas de c r i a n g a s , coragoes, para darem de presente a sua mae no seu d i a . Easaiamos canticos dedicado as maes com as n1 nossas criangas e ainda deixamos a nossa mensagem em forma de d i
-alogo para estas em nome de toda a e s c o l a , fazendo ainda neste d i a logo um apelo de nos ajudarem na educagao dos seus f i l l i o s . (Ba A-M 8 0 , 2 3 - l O
Ainda no perfodo de estagio, participamos da greve dos pro fessore** e realizamos a t i v i d a d e s (On a n e K o ' i V ^
No tennino deste periodo de e x p e r i e n c i a s , pudemos a d q u i r i r cci-nhecimentoo abranfrcntes ern educagao.
S a t i s f e i t a s com o t r a b a l h o r e a l i s a d o , ressaltamor. a q u i , a im -p o r t a n c i a do EST?10 SITPEKVISIOtfAIO: i f e l e , vivemos todas as o -p r t u n i dades o f e r e c i c a s dentro da educagao, ou s e j a ;
- 0 conhecirr e r t o do t r a b a l h o do s u p e r v i s o r f r e r . t e ao ensino ; - o t r a b a l h o do professor em s^la de aula?
' - A cola'boragao °ada pelo a d m i r i s t r a d o r f r e n t e a esses t r a b a I h o s .
Ao conhecermos toda a e s t r u t u r a f i s i c a e f u n e i o n a l do G-HTPO 1 ESCOXAR BAfTSTM GAWRHA, pudemos c o n c l u i r , que esta e r t i d a d e edu-Ca c i o n a l deixa muito a dene j a r , per ser b^stante pobre e nao o f e r s cer melhores r o s s i b i l i d ' v ' o s de e n s i n o . Go mais i n j u s t i g a d o s nessas e x p e r i e n c i a s , o~o os a l u r o s , r>ois, sofrem todas as consequencias * n e g a t i v a s com a f a l t a de rocursos d i d a t i c o s e com a pobreza da edu
cagao.
Pudemos observar a i r da, que a nererda e s c o l a r , e \m dos m o t i -vos p r i m o r d i a i s para l e v a r as c r i a r c a s a e s c o l a . Quando on f a l t a 1
d e s t a , elas frequentarr a escola scm assid^idade e antes do termino do h o r a r i o ( quando :°req^ en tarn ) , sent em a neccssidade de v o l t a r e n ' as suas casas por nao su p o r t e r em a forne.
A convivencia com pessoas c a r c n t e s , s e r v i u - n o s par^ r . o s t r a r 1 uma das t a n t a s faces de nossa oocied^do, por i s s o , achamos que f o i bastante v a l i d o o que v i v e r ciamos, j a que crescemos a proporgao que conhecenos o mundo*
Analisando o periodo do ESUJfelO STTPERVISIWADO, ressaltamos a q u i , alguns dos pontos p o s i t i v o s e n e g a t i v o s que mais se sobressaxram ao " nosso v e r :
Como p o s i t i v o , o que pudemos a d q u i r i r do nosso B^TjfelO f o i : - 0 bom relacionamento com t o do o pessoal da e s c o l a ;
- A e x p e r i e n c i a em s a l a de a u l a ;
- 0 conheeimento maximo das relagoes das pessoas envo&vidas no 1 processo ensino-aprendizagem ;
- Er9 apesar das d i f i c u l d a d e s , a conquista do carinho das c r i a n g a s .
Como pontos n e g a t i v o s :
- 0 problem a da d e f i c i e n c i a do ambiente escolar* A encola nao ofe rece boas condigoes de ensino ao a l u n o ;
- A f a l t a de recursos d i d a t i c o s » Tduitas vezes, scntimos a neces-sidade de fazermos um t r a b a l h o mais concreto e nao conseguimos1 desempenha-lo com p e r f e i g n e , por f a l t a de m a t e r i a l dida'tico»Ape lamos entao ao ma t e r i a l de sucata tentando de qualquer forma d£ s e n v o l v e - l o ;
- A ' :a h a b i l i t a g a o dps p r o f cs so r e s , f i c o u sendo tambem, um dos 1 pontos n e g a t i v o s no desnmpenho do nosso t r a b a l h o f percebemos , que as professoras do ; G1UP0 ^SCOLAR BATISTA GAF.TBARHA, nao f o -ram bem o r i e n t a d o s na forma de como l e c i o n a r com criangas 4
- A pessima rcmunerngao dos professores • Achamos a t e , que, a f o r ma como educam (Som pouca c r i a t i v i d a d e ) , e apenas r e f l e x o da 1
remunerag~o que recebem. Hao muito m a l pagas, o que lhes r e p e r -cute um e s p i r i t o de r c v o l t a *
m u l t i m a a n a l i s e , vimos o WSa&lQ TTPEEVTSIfT'.DO, como uma forma de nos m o s t r a r a d i f e r e n g a e x i s t e n t e e n t r e a t e o r i a e a p r a t i c a , o que
p L A :
Apreoentacao a turma Rezar
Cantar ( musicas b o n - d i a )
I n i c i o da a u l a , cor. a aprescntagao do a l f a b e t o ( metodologia das casinhas ) •
Recreacao: c a n t a r e h r i n c a r com as c r i a n g a s .
Revisao das l e t r a s apreendidas, ou c o n t i n i a c a o c o n f o m e o r e s u l -tado o b t i d o .
S a r c f a : Iv'andar deserJiarem algo que se i n i c i e pela l e t r a "A"» "Hx: Tfca ave»
P L A T O T? E A IT L A Rezar
Can t a r
Pazer a chamada
Revisao das l e t r a s e s t u d a d a s ( a , b , t , p , l ) e suas f am f l i a s . Ghamar o aluno ao quadro para escrever as l e t r a s
I n i c i a g a o a l e t r a "C"
Escrever r e p n t i d a s vezes as l e t r a s estudadas
Earefa para Casa8 t r a z e r uma r o v i d a d e cujo nome tenha por i n i -c i a l a l e t r a " 0 " .
Obs* Bode t r a z e r oualquer o u t r a c o i s a , caso rao a^contre na l e t r t r a " C " .
L i l ' O A U L A
Rezar Gantar
Reciclagem da a u l a a n t e r i o r ( "b, t , p, 1 ) e corregao das t a r e f a s de cas^
Formagao das f a n i l i a s da3 l e t r a s estudadas 5 Aprendizagem m u s i c a l das f a m i l i a s s i l a b i c a s ; Escrever r e p e t i d a s vezes as f a m i l i a s a s s i m i l a d a s ( t a r e f a de casa ) • P L A T O All li A Rezar Cantar
Corregao dos devens de casa
Trabalhar com os numeros a t e 10 ( de 0 a 10 ) - p r i m e i r a s no goes de a d i g a o .
T e to dolo ~ i a a p l i c a d a : com tarnpas e p a l i t o s de p i c o l e . T a r e f a : '"ocrever r e p e t i d a s vezes O B numeros de 0 a 10.
P L A 1 T 0 D E A U L A
AS FOWAS E AS PORES
Objetivos i n s t r u c i o n n a s : Levar a crianga a*
Descobrir o verdadeiro sentido do vocabulario referente a tama-nho, forma e l o c a l i z a g a o ;
Desenvolver os habitos de atengao e observagao;
P i x a r as relagoes de tamanho: l a t e r a l i d a d e , dentro e f o r a , l o n -ge e perto, forma e c o r .
Desenvolver o pensamento l o g i c o .
Metodologia - atividades p r e p a r a t o r i a s ;
Estfmulo aos alunos para que sejam levados a descoberta dos • conceitos e generalizagoes.
Aproveifcar as oprtunidades surgidas no ambiente e s c o l a r para 1 ajudar a alcangar os o b j e t i v o s .
I o c a l i z a r o objeto que for maior de todos, o menor, objetos i -g u a i s , compridos, c u r t o s , lajr-gos, e s t r i t o s , e t c .
I o c a l i z a r as devidas posigoesf ao lado, em cima, em baixo, a d:L r e i t a , a esquerda, f o r a , dentro, f r e n t e , a t r a s .
U"TEOT'TTClO "0 " V "
—Hezar - C a n t a r
-Pazer a chamada.
_ 2 l l L l : A VACA TO VAVA
Vava era um menino que gostava de v a c a s . ITo s i t i o em que mo -r a v a , Vava cuidava de todas as v a c a s .
Um d i a o dono das vacas deti de prcsente no Vava, uma delas • Ele f i c o u bastante f e l i z .
A vaca do Vava dava m u i t o l e i t e e Vava comecou a vonde-lo pra sganhar um d i n h e i r i n h o .
^epois de m u i t o tempo, Vava r e s o l v e u vender a sua v a c a , para 1 que i r u i t o s pudessem comer da sua came e a i n d a , a p r o v e i t a r o seu 1 couro.
Como f o i "boa a vaca do Vava! Peu l e i t e , c a m e e couro e alem 1 d i s s o , l u c r o u d i n h e i r o Para o Vava.
I!'TTHPRE?Ar**0 ' \ ~T'T(5llA:
-Chama-los um a um para escrever a l e t r a "V" ( maiuscula - minuscu l a ) .
- Perguntar— Hies o que entenderam sobre a e s t o r i a .
- P e r g u n t a r - l h e s para que serve a vaca ( para dar o l e i t e , a c a m e e o couro ) .
P L A T O D E A U L A
Q P B R A C S E S cor T U V E R O S T A T U R A I S ; APICTfo COT uTTIPABES
O b j e t i v o 3 ;
Levar a crianga a :
Compreender que a adigao representa uma agio de r e u n i r ;
R e a l i z a r agao de unidades com duas ou t r e e p a r c e l a s , empregando umr> t e c n i c a tfperatoria;
Fazer o altino j u n t a r , compreendendo o ato de r e u n i r . Metodologia?
R e a l i z a r atividades criando o ato de r e u n i r ou j u n t a r ; Procurar mostrar que adigao traduz a agao de j u n t a r ; U t i l i z a g a o dos proprios alunos, o"bjetos que os cercam;
Usar p a l i t o s , tarnpas, sementes, e t c , para estudos em grupo, o" 1 objetivando a propriedade comutativa. (Sendo f e i t a tambem, a t r a ves de desenhos).
P L A N 0 D E A IT L J l
WdJMEBOS KATURAIS
Ob.letivos:
- I d e n t i f i c a r um con junto numeric© ? - Perceher o todo ?
- Estabelecer correspondencia entre os elementos de um conjunto 5 - Aprendet o s i g i i f i c a d o do numero ate nove (9)»
- Ser capaz de representar numeros ate nove (9)« - I d e n t i f i c a r o con junto v a z i o , o numero 01
- Heconhecer con juntos i g u a i s e con juntos d i f e r e n t e s , con juntos 1 maiarres e menores;
- Heconhecer os algarismos. T'etodologiat
- Dar especializagao ao desenvolvimento do conceito de numero? - Usar nogoes de comparagao, conceitos de muito e pouco como ponto
de partida para firmar i d e i a s de numeros e dar condigoes para a crianga responfier a perguntas quantos?
- TJsar p a l i t o s , tampinhas, sementes, os proprios alunos, propiciEu-do a i d e i a de um a urn?
- Estudos em grupo, u t i l i z a n d o o mesmo m a t e r i a l e explorando as s:L tuagoes r e a i s da c l a s s e , para l e v a r a crianga a contar o h j e t i v a -mente Para v e r a correspondencia entre o numero e a quantidade 1
P I A N O D "R A U L A
"OONJUKTOS"
Objetivos: Levar a crianga a :
- Associara i d e i a de grupo ao nome conjunto » - Desenvolver habilidade de perce"ber o todo ; - Reproduzir conjuntos de objetos?
- Estabelecer comparagao entre conjuntos; - Saber i d e n t i f i c a r conjunto v a z i o , u n i t a r i o ,
dade de elementos e quantidade d i f e r e n t e . Metodologia|
- Procurar despertar na c r i a n g a , a percepgao dos conjuntos do • mundo f i s i c o que a s r o d e i a ;
- Formar com p a l i t o s , tarn pes, sementes ou mesmo a l u n o s . , conjuni tos para serem i d e n t i f i c a d o s ;
- Utilizan.do o mesmo m a t e r i a l , proporcionar a c l a s s e , v a r i a s ex-* periencias que permitam as criangas a percepgao de con juntos , com muito s ou poucos elementos, con juntos u n i t a r i o s , vazio s , 1 assim e l e s terao a oportunidade de u t i l i z e r as expressoes: mui to e pouco, a g a v e s de comparagoes.
- Estlmular o aluno a fazer conjuntos v a r i a d o s . E x : Conjuntos de alunos variados ( a l t o s e b a i x o s ) , de alunos b a i x o s , dos alunos mais a l t o s da c l a s s e , e t c .
MATP1T Mj UTIIIZADO:
• Tapis ponta porosa ou l a ^ i s comiyn de c o r ; • Papel madeira ou c r r t o l i n a .
OBJETIVO;
• Pazer a crianga a s s o c i a r as l e t r a s do seu rome, i s t o e, conhe-cer seu nome mesmo que nao saiba escrevelo- s o .
• Desenvolver r a c r i a n g a , a atengao.
M P? 0 P 0 T £ ) G I A :
• Confeccionairos duas (2) f i c h a s com o nome de crd.- a l u n o : u m a , ' entrega as c r i a n g a s , e a o u t r a , f i c a com a p r o f e s s o r a . ?odos 1 os dins na h o r a da charada, mostramos a f i c h a de c~da aluno pa-r a que eles associem sua f i c h a com a da ppa-rofessopa-rs e de ppa-resen ga. Apoo usado v a r i o s di-^s esse mesmo metodo, passamos a u t i l i znr o u t r o : espalharros todas as f i c h a s na mesa e chnmamos cada' aluno para v i r t i r a r a f i c h a com o seti nome.
K a n o e L
K l U U w
METODOIOGIA DAS CASIFHAS
A Metodologia das Casinhas, v i s a d e s p e r t a r no aluno o i n -teresse pela aprendigem.
A e s t o r i a , e uma forma de desenvolver na c r i a n g a a c r i a t i v i d a d e , ao despertar n e l a a imaginacao e a f a n t n s i a de como
se-jam os personagens envolvidos nesta e s t o r i a *
MATERIAL D I D X T I C O UTILIZADOl - G a r t o l i n a ; - l a p i s ponta porosa; - Tesoura? - F i g u r a ( de um c a s a l ) . EST(5RIA :
Era uma vez, UXD certo c a s a l que r e s o l v e u se cassrr e t e r ' muitos f i l h o s . 0 nome deles e r a : S r . Alfabeto b "Dm Matematica*
Ao se casarem, tiveram o seu p r i m e i r o f i l h o : o "a" • Os pais gostavam demais d e l e ! So que o tempo passou, o " a " cres ceu: " A " , e r e s o l v e u se casar. Seus pais Ihe deram de presente, uma casinha. 0 " A " entao se|casou e f o i morar longe de seus pais
A i , o Sr. Alfabeto e a D» Matematica resolveram t e r o u t r o s f i l -I h o s . E nasceu o bM. Depois, vendo a necessidade dele t e r um irmaozinho pra b r i n c a r e conversar, tiveram mais um f i l h o : G £ "
v
UFP8 {J CAMPUS
P i n t u r a com l a p i s de cera ou l a p i s comum de p i n t u r a .
i
it)
A T i v i r v ' . i H s c o r T A J T A ? , P A K H O S ; S-TZ
BX#t cada quantidade de elementos ( p a l i t o s ) representa um con j u n t o . Cnde tern mais elementos?
Quantos elementos tern os conjuntos?
U t i l i z a r d o os a l u n o s , fazfamos conjuntos de alunos mais a l t o s , dos mais b a i x o s , dos alunos comecados com a l e t r a L . . .
EX 3 Pegavamos os alunos com nomes i n i c i a d o s pela l e t r a L e j u n t a -vamos*
LTTCIAJ'O, UTCtoO, IUCITAIPO \
To chao, colocava^os v a r i e s palitos* Eazfamos quadras comriz e mandaVarros que oolooasseni dentro do quadro a quantidade de elementos que -''esejassemos,
A T I V I D A D E S
M u s i c A P A R ^ A L F A B ^ T I Z A R
Comunicac~o e exprosn.no
Para apresentagao da f a m f l i a s i l a b i e a M e l o d i a : " GIRAKDA, CtRAKDIBHA •»
Olha a q u i seu Serafira Esta l e t r a f i c a assim: Com o A f i c a BA, Com o E f i c a B E , Com o I f i c a 3 1 , Com o 0 f i c a DO, Com o U f i c a B U ,
BA, BE, B I , BO, B I T . . .
Matematica
Para apresertagao dos numeros n a t u r a l s ?:usica:"0 ELEFAMTE »
Em e l e f a n t e c h a t e i a muito a g e n t e .
Eois e l e f a n t e s ! Chateiam« Ghat e i am muito m a i s . Do i s e l e f p j i t e s chateiam muito a g e n t e .
Tres e l e f a n t e s : chateiam, chateiam. .chateiam muito m a i s . OBS: * A repetigao da p a l a v r a chateiam, v i s a r e s s a l t a r o
— ^J,
- C'H
IDSTTTIFICAClO PELA COT?
• i [ 0
IDl^'TIPICACAO --'OR; AS 13 CORES
g ^ S g g j D E M T R O - F O H A . S O B R E ( l i m i t e d
Pinte de verde, a tartaruga que esta dentro da l i n h a a z u l , de ama r e l o a tartaruga que esta fora e de vermelho. a que esta sobre a1 l i n h a *
Obs* Aproveitamos o desenho dos animais e relacionamos o estudo*
das cores e formas, com Q i e n c i a s .
de a z u l , o que i r a chegar depois.
Pinte apos desenhar, um ratinho que chegara antes Para comer o queijo*
Desenhe e pinte uma casa grande e outra pequena. ... n o
-/
r. n o '*~\n-C-Pinte de acordo com o tamanhos amarelo para o grande e vermelho pa-r a o pequeno. Obsepa-rve o modelo.
u
REXAClO: P E R T O E L O T O E
DDesenhe uma menina perto da casa e outra menina logge da c a s a .
RELAClO: VIZP7H0
Pinte as figuras v i z i n a s do c i r c u l o vermelho.
Desenhe e pinte uma fcola ao lado esquerdo do menino.
Desenhe e pinte uma f l o r ao lado esquerdo da menina e uma gata
ao lado d i r e i t o .
Pinte algumas l a r a n j a s dentro da c e s t a .
A S C O R E S
Tentamos desenvolver as cores?
- A Z T T L Get = V E R D E V - A M A R E I O = V E R K E I H O = B R A ^ C O = LASAKJApl = C U T Z A m P R E T O m =
Insinamos as misturas das c o r e s :
- A M A R E I O + V E R M E I H O = L A R A O T A
IZ\
+ S=54«= M l - V E R M E I H O - E S C I T R O + U L X S = TTVA + = M i- A M A R E I O + A Z U L = V E R D E @ { + = V
A T I V T D A D E • Forme as p a l a v r a s . - Fa + ca = - A + ga+ve= - Fe + l i + c i + da+ de - F i + l a = - Ga + to m - Ga + lo = - Go + l a * - Bo + l a + da = - F i + ca =
• Faga as famflias dot
- C - B - D - F - G - P - T • Faca de 1 a 130. • LIGITE IX O
G
S O M E : ^ 4 A + A V ^ -o * <=> * ^ + ^Atividade Jurat e - S r i + JtoJ - Pe: + l a . + - !Dej + do = . Ci + da + - H g + C&l - J Te + to = - Pa + t a
Escreva o alfabeto maiusculo
ATIVIDADE
Descoberta da personalidade Tecnica a p l i c a d a : Da gravura
O b j e t i v o s : Conhecer cada c r i a n c a no sen mundo f o r a da e s c o l a : 0 que g o s t a , o que nao g o s t a , o que ve como b o n i t o , como f e i o e t c .
Metodologia : Jogase gravuras no chao, t r a z i d a s pelas c r i a n -gas; pede-se que as mesmas facam um c i r c u l o em t o r no d e s t a s . I n d i c a uma para i r r e t i r a r e n t r e as gravu ras uma que gosta e o u t r a que nao g o s t a . Hepete-se o processo com todas as c r i a n g a s da sala.Depois de t e rem f e i t o as suas escolbas pede-3e que cada c r i a n g a 1 f a l e a r e s p e i t o d e l a s .
ATIVTDADE Desenhe. - Una dezena ( 10 ) b o l a s . - Una dezena ( 10 ) de p a l i t o s . Somet 0 4 0 + o ^ o ^ o + o u M e i a to>z±a 0 + O + O - V O + O « Meia dezena A + A + A + ^ + M * - M e i a d r f z i a A + A U + ^ ^ m Me i a dezena
Coloque no con junto vazio dez unidades.
05 (cinco ) unidades - meia dezena
03 ( t r e e ) unidades
ATIVffiDADS
Faca - TJm con junto u n i t a r i o
- Tin con junto vazio
- Ilia con junto de 10 elementos - Um con junto de 5 elementos
- Urn conjunto de 4 elementos Some:
10 +
3+2-1
.1
10
+ 9
J ~ l
2 * 5
10 +
1 J 1
ry i1 1
10 +
7 + 3 =' '
10 +
3 + 4
=1 L
10 +
5» a
8 + 8
si10 +
6 + 3
J 1
10 +
3 + 6
J 1
10 + 2
3 + 6
J 1
10 +
!-•
• Eiga o tipo destes conjuntos
Q =
A Tr v i s A P E
• Faca de 1 a 50«
• Some completando os quadrinho s •
i * t « Q * 3 + 2 = Q
5 + 3
= n3 + 8
4 + 3 = d3
•
f j
-
7 5 + 2
- Q
t 2 ff ,
rZA T I 7 I P A D S SOME 2 + 3 m 1 + 2 Bf 4 + 4 • 5 + 5 • 3 2 — 4 + 3 --6 + 3
-5 + 2 2 + 2 9 + 1 — 8 + 1 • 7 + 1 6 + 1 = • Conte a s l e t r a s de: - C - E - B - O - L - A - ^EBOLAj 1+1+1+1+1+1 = 6 - P - I - P - O - C - A = PIPOCA, - F-TJ-B-A - FUBJL - C-O-L-A - COLA F - B - L - I - C - I - D - A - D - E - T P L I C T P A P E ; - C - A - B - E - L - U - B - 0 - .CABETOB^ATIVIDADE
• Faca de 1 a 100«
Complete com a s f l a b a que f a l t a * , forme tambem a palavra que f a l t a . PIPOCA
J •
tBJTi +
10 DI0LI
+• •
JBOj + • • 10 ! + JlO O A ! • g > | £ A ! « {•
+ P A XA j + • • JBO^ADA 1 JTAl + fPAJ • [BATATA IBSLA 10IX)
A T I V I D A D E
Copia ( trelno ortografico) - Ana e bonita
- Tua botina e bonita - A botina e bonita - A botina e da Ana
L e i t u r a da copia*
*aca as f a m i l i a s e leia»
Ba - be - b i - bo - bu - bao ( cinco vezes )
Ca - ce - c i - co - cu - cao ( cinco vezes)
Ba - de - d i - do - du - dao ( cinco vezes)
I a - l e - H - 16 - l u lao ( cinco vezes)
Ta - te - t i - to - t u - tao ( cinco vezes) V a - V e - v i - vo - vu - vao ( cinco vezes)
ATIVIDADE PaQa as f a a f l i a s de i Da - de - d i F G P L H K R B C C(5PXA
! • Ana e a dona da boneca. 2 . Beto e dono do bone. 3» A cama da mamae e boa. 4 # A nata do l e i t e e boa. 5» A faoa e pequena. C(5PIA Nata - Bote Beto - Tato Not a - Tua do - du - dao - Bonita - Botina T e t e i a
A t i v i d a d e s 1 . Junte as s f l a b a s . Bo + l a -Ca + ca • Ba + l a = Jo + jo = Ce + l a = Ce + bo + l a =
• Escreva cinco vezes
A B C • BA BE B I • CA CE C I • DA DE DI • PA PE P I B E P BO BU BlO CO CU d o DO DO* VlO P0 PU PlO
A T T 7 I • j S O B J J 0 D I A
c
fv• Questionamer.tos:
Bor que se comemora o d i a do i n d i o ?
Qual a i m p o r t a n c i a do i n d i o para a nossa gente? Aii da e x i s t em in.uios h o j e ?
Como se chamam as casas dos f n d i o s ? Onde os i n d i o s moram?
Cuais os costumes dos i n d i o s ? Como os i n r l i o s se v e n t e r ? 0 i n d i o se p i n t a ? no r que? desenhe um i n d i o .
A TTVI"^ \PES ' • ~TT «• P 1 " JQ • JJ » g ~ •
-1 « Can t i cos o f e r e c i d o s a to da 8 as maes do mundo: " NARIA DE FAZAR"?^
por um grupo de c r i a n g a s .
2 . JMa mensagem pelo aluno Prancisco de A s s i s .
3. A musica "FlflP T A T A P " , pelos a l u n o 3 :
JOANA PARC DP OilVEIRA JO ANA DARC ROMTJALTO
EDNilIPP
ROKUIO
ELIKTTE ATTRINEIDE
KJCfOIEIDE J RAIMUNDO ADRlANAfi ROSB'ARY.
4. m a poesia pelas a l u n a s : R A B ^ T H , T* APIA , ADRIANA, AN.4 Eu*ClA«
5 . A musica " RT*Ss DP T-'AIO M, pelos n l u n o s : RAB'TTNPO, J0S3U TTIPO, V A £ D E T E , RICARDO, ADRI4FA E KIrtBER.
6. Dma. poesia pelas a l u n a s : EDICfLIA E JTARILETTZA
7. r t i s i c a o f e r e c i d a as maes: "CAN^IO DAS K l E S " .
8. loesio por s e i s a l u n o s .
9« Poesia por quntro (4) a l u n o s .
Kamae e tao minha eaaiga
e tao "boa e tao since**
que, quanto mai3 eu a v e j o ,
tanto main assiir. a quero.
V
M o m flia m i i s M i
f i z esse lindo traballiinho nao e i g u a l ao da l o j a mas ficou tao "boninhe..
CATCTfo PA T'^'lP.
Quem e que s o r r i quando a gente s o r r i e sabe chorar nossa dor? t a mamae, e a mamae mamae, mamae, mamae.
^aem e que nos d i z num s o r r i s o f e l i z
a f r a s e r a i s l i n d a de amor? Quem e que conduz
Para nos essa l u z
que " b r i l h a na estrada da fe? Quem e esse alguem
que a f a m i l i a quer bem com mais amizade, quem e? Quem e qu no l a r
ha de s em pre r e i n a r amada r a i n h a quem e? "fi a mamae, e a mamae mamae, mamae, mamae.
As M l S S
Im nome da nossa 6 s c o l af queremos deixar aqui o nosso s i n c e * ro abrago e desejos sinceros de um d i a f e l i z para as maes dos nos, sos alunos*
Queremos ainda f a z e - l a s enten&er, que amamos essas criangas como se fossem nossos f i l h o s , j a que o amor nasce da convivencia1 d i a r i a *
Como hoje estamos todas aqui renidas a comemorar o dia das • Maes| sentlmos a necessidade de deixar aqui o nosso pensamento a
respeito das nossas c r i a n g a s ,
F a s , a nossa crianga esta precisr?ndo muito de voce* Muito 1 mais do que de nos professoras. E l a s precisam receber de voces, a
educagao do l a r , que e a mais importante, a mais r i c a e a mais sa b i a da educagoes. As nossas criangas nao nos respeitam como deve riam* Demos que g r i t a - l a s aflm de que nos obedegam* Muitas v e z e s , chegamos ate ameaga-las b a t e rt quando perdemos a cabega por tanto trabalho que nos dao* So que nao o fazemos, porque entendemos que a crianga n e c e s s i t a mesmo e de amor* 2 se elas gritam, e porque • nao foram orientadas para o dialogo* Sim, o dialogo e importante" mae. 15 importamte porque a crianga p r e c i s a s e r escutada e r e s p e i i tad a tanto quanto nos a d u l t o s . E se a crianga v i v e em meio a g r i -tos e berrost tapas e puxoes de o r e l h a s , e l a v a i aprender que o mundo e pra ser vivido assimi agredindo, gritando e d e s r e s p e i t a n
-do o o u t r o . 0 que nos estamos precisan-do mesmo, e educar o nosso1 f i l h o , o nosso aluno, com amor, compreensao e dialogo* So assim , ele descobrira que o mundo tern que s e r encarado desta forma e nao revoltados como sao.
Este e o apelo que nos, p r o f e s s o r a s , d i r e t o r a , fazemos a vo -ces m~es, no dia de h o j e . Ajudem-nos a educar o seu^ f i l h o ; . De amor pra ele; . Hao o a g r i d a . Eaga-o respeita^.la sem p r e c i s a r ba
t e - l o ou agredf-»lo« Isso f a c i l i t a r a m u i t o , mas muito mesmo na educa cao d o l e s . Se voces f i z e r e m i s s o , nos conse;guiremos edu.ca-los de •
uma forma sadia e f e l i z . Title t e r a m a i o r capacidade de aprender a l e r se as coisas se tornarem mais f a c e i s e o amor f o r demonstrado de o u
-t r a forma-t Vamos l u -t a r j u n -t a s $elo bem de nossas c r i a n c a s , af i n a lf 1 nos a amamos e e l a s nos amam*
fi tudo o que temos pra d i z e r no d i a de h o j e , alem d i s e o , so de-sejamos a todas voces aqui p r e s e n t e , m u i t a s f e l i c i d a d e s por toda a • v i d a .
CAHTAZ P P I T Q P Q R I T o*s pA R A ?A L Af t S Q B R S A KIGIUTE
HfelTOS DE HICrlUTE QUE VWWOB T P R DIARIAKEKTE:
ESCOVAR OS BOTES!
ATTVTDADS? m E X P R E S S l O MtTSIOAl
BOM DIA ( ou boa t a r d e )
MelodiaS " 0 cravo b r l g o u coin a ro Bom d±ai °k p r o f e s s o r a ,
de v o l t a a escola e s t o u , d e i x e i a mamae em casa, seu amigo agora en sou. Gosto muito da minha escola e da professora tambem, de todos os c o l e g u i n h a s , eu nao esquego ninguem. l^alma, palma, palma, pe, pe, pe,
v i v n a minha escola que gootosa e l a e.
ATITUPPS P H A P - T I I P A " " 'S E P V O T i V I P A S ITA ^COT.A
- I I A B I L I P A D E 5 :
- P a l a r baixo ;
- P a l a r um de cada v e z ; - Pedir l i c e n c e para f a l a r ;
- Pao i n t e r r o m p e r o o u t r o quando e s t i v e r falando ; - Agradecer quando receber alguma coisa?
- S em pre que p e d i r algo a alguem, p e d i r por f a v o r ; - Aguardar sua v e z ;
- Saber o u v i r ;
- A o e i t a r a o p i n i a o do o u t r o ; - Trabalhar em grupo ;
- Saber disco rda.r; - PeserJiar;
J - " s c r e v c r . - A T I 1 P T — :
- Zelar pelo seu m a t e r i a l e o da Pscola ? - Sentar-se devidamente ;
- Cumprimentar devidamente as pessoas? - Haber veneer e saber p e r d e r ;
- Heconhecer a i m p o r t f i n c i a da cooper^gao no t r a b a l h o ; - Reopeito para com os o u t r o s ;
MAT "EMETIC A 1 . Paga de l a 50. 2 . n o m e : O f o 4 o + o i o < c > -A 4 -A + -A •» A s A 4 A
-3# P i n t e uma dezena de "bolas.
4 . Pinte uma dezena de r o s a s . ^ ^ ^ # ^ ^ - i 5, l i p t e os c o n j u n t o s :
P R O V A PP COrniTICACllO S ""TPRPSnAO Escreva as vogais* Escreva as consoantes* 'screva o a l f a b e t o I maiusculo• 'screva o a l f a b e t o : m i n u s c u l e Escreva cinco ( 5 ) f a m f l i a s s i l a b i c a s J u n t e : CO + l a = fo CO = r a
+
to bo t a = bo •f- de sa ca 4- sa -l a &-lt;f t a•
bo 4- l a SB v i + da = ro 4- sa a ro 4- do 33 CO l a s v i 4- l a — 7. Pe o nome as f i g u r a s All 8 , "'opie: 0 gato mia 0 calo d o i Ana e boaG R E V E
G R E V E - rovirr.ento de c l a s s e
- l a t a o r r a n i z a d a ;
- Reivlndicagao;
- Ato P o l i t i c o •
KOVBIEITTO DE CLAS E : oonsciencia de c l a s s e , engajamento de todos, inobilizaQao ( s e n s i b i l i z a g a o ) •
HJTA ORGAKIZAPA • i s t r u t u r a c a o / s i s t e m a t i z a c a o , m o b i l i z a c a o , p a r
-t i c i p a c a o de -todos / nao imposicao ( c o n q u i s -t a ) •
JHSAflSlKtO C o r RELAClO A : § a l a r i o , e t c . R e i v i n d i c a c a o .
ATO P O L I T I C O : eonncientizagao, d i r e i t o , dever, compromised, "bem •
G-RPVP 7TH PRO PES SO H*ES
TAREFA
Divulgagao;
Relagao ( b o l o t i n s , f o l h e t o s , p a n f l e t o s , e t c . ) Acompanhamento das a t i v i d a d e s nas e s c o l a s ;
Debates 5
AVAT.TAClO T>A ^ " 7 "
Relato das e x p e r i e n c i a s vivenciada? polos grupos'l Sousa, Antea n o r ITavarro, 3. Jose de P i r a n h a s , I c o , Pombal, C a j a z e i r a 3 , "
I p a u m i r i m .
Aspectos considerados na a v a l i a c a o : - P a r t i c i p a c a o de cada uma;
- IrTovimento de greve como todo ; - Pontos p o s i t i v o s e n e g a t i v o s .
Apresentacao das d i f i c u l d a d e s surgidas com propostas a l t e m a -t i v a s (suges-toes para a c o n -t i n u i d a d e de movimen-to).
Surgiram i d e i a s como: mesa redonda, tondo presonga de pais de a l u n o s , a l u n o s;p r o f e s s o r e s , p r e f e i t o , e t c .
gPTA
ITcfs, P s t a g i a r i a s do Curso de Pedagogia do Campus V, C a j a z e i r a s , com HaMlltagao em Supervisao E s c o l a r , estnndo s o l i d a r i -as oa movimento g r e v i s t a , convidamos os p r o f e s s o r e s , pais de a l u r o s e comunidade em g e r a l , a p a r t i c i p a r de uma assemc-leia que se r e a l i z a r a no Centro de Treinamento de Professores de Sousa, as 15?00 h o r a s , onde na oportunidade serao diocutidos assuntos r e f e r e n t e s a. g r e v e .
TOOtTISA P E I T A COV. A OOOTTIDADE
! • Voce tern f i l h o s que estuda em c o l e g i o que esta em greve? 2« Voce esta informado do porque" da greve?
3« Os professores esclareceram o motive da greve?
4» Voce e c o n t r a ou a f a v o r da greve? Por que?
RHinTfo
cor os
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G P P V I S T A SO b j e t i v o s Saber os m o t i v o s da nao p a r t i c i p a c a o da r e p r e s e n t a n t e da AMPEPP cidade de Sousa, e, dos professores da Pscola N o r -m a l , no -movdi-mento g r e v i s t a .
1 » Por que voces nao estao apoiondo o movimento de greve?
2. Como voces estao vendo a organizagao dos professores?
3» Ja que voces acham que a greve esta d e s e s t r u t u r a d a , o que f i z e -ram para a l e r t a r os professores para esse ponto n e g a t i v o ? Pe-ram seus depoimentos? Surgiram com novas i d e i a s ?
Partes de um projeto
Nome do o r o j e t o - ~x: matematica
2 . I d e n t i f i c a g a o - Quem v a i e x e c u t a - l o , d e s e n v o l v e - l o , onde 3e r e a l i z a e a quem v a i a t e n d e r ;
3. J u s t i f i c a t i v a - 0 porque da elaboracao desse p r o j e t o , quais ao necesridades;
4« O b j e t i v o s Bara que esta fazendo esse p r o j e t o . " ^ t molho -r a -r a l e i t u -r a .
5* AtiVldade - Oue t i p o de a t i v i d a d e vou u s a r para desenvolver o pro j eto »
6. Crono/rrama - Quando vou f a z e r o p r o j e t o , q u a l a t i v i d a d e 1 < i r e i r e a l i z a r em determinado tempo ;
P L A I T O P E AglO E S P E C I F I C O P A H A 0 E S T A G I O S U T P R V T S I O I T A P O P E SDTERVTSftO E S C O L A R
I O C A L I Z A Q l O : GHUPO ESCOLAR B A T I S T A GAKBAHRA - SOUSA-PB
PMTEJAT.TEKTO DAS A T I V I D A D E S
*
ATIVIDADES B j [ s i C A S 0 PERAC101 A LIZ A£AO GBOKOGrRMA _
r;ARgo ABRIL MAI0 JDTHO
Elaboragao do Organogra- Dialogo com a d i r e t o r a sobre a ma da e s c o l a ; criagao do Organograma. Conheei
Reunioes men3ais com prof mento pleno da e s c o l a .
fe s s o r e s » Ao f i n a l de cada mes, d i a l o g a r
K K
com os p r o f s , para conhecer o K andamento das t u r n as 9
•Planejamento das aulas •
j u n t o com os professores* 25a o nosso oonto de v i s t a na
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laboragao dos pianos de a u l a e a j u d a r r_as modificacoes caso se fags n e c e s s a r i o .
X .
Comemoragao naS f e s t i v i Reunir o pessoal da e s c o l a , es-dades de cada meg] t u d a r o meio mais a c e s s i v e l a.
eesa a t i v i d a d e e p r a t i c a - l a « , V i 3 i t a aos pais de a l u - Conversar com os pais afim de
1 %
nos d e s i s t e n t e s . 3aber o motivo que levou sell f i l h o a d e s i o t i r da escola e i n c e n t i v a . l o a v o l t a .
-Realizagao das a t i v i d a X
des r e c r e a t i v a s ?
• el^boiacaTo AT 4. e ales para
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GRUPO ESCOLAR BATISTA GAMBARRA 11 ORGAKOGRAMA M ABTINISTRAQjO ESCOLAR SETOR Tfo:iCO-PET>AG(5GTCO C O R K ) B I S C S T T T E CORPO DOSCEtTTE KERHTDA ESCOLAR SETOR TEd'ICO-AU'nTISTRATIVO SECRETARIA 'SERVIQOS AUTTLIARES
P>S* 0 Orga&ograma do Grupo Eseolar B a t i s t a Gambarra, f o i elaborado por nos em periodo de P r e - e s t a g i o e so agora anexado ao nosso ' t r a b a l h o , em periodo de E s t a g i o .