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Texto

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Tecnologias de Informação e comunicação

Nome dos Alunos

Curso de Logística 2017/ 2018

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Nome dos Alunos i

Índice de Matérias

Seguro quer Sines como plataforma logística internacional ... 1

Grande Plataforma Logística ... 1

O que é a Logística? ... 3

História da Logística ... 4

Desenvolvimento ... 5

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Modulo 1 TIC – Word Avançado

Índice de Figuras

Figura 1: Logística ... 1

Figura 2: Exemplos de Logística ... 2

Figura 3: História da Logística ... 5

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iii TIC

Índice de Tabelas

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Nome dos Alunos

Seguro quer Sines como plataforma logística internacional

Grande Plataforma Logística

líder do PS defendeu este sábado que o porto de Sines deve ser transformado numa “grande plataforma logística de dimensão internacional”, que sirva como porta comercial não só da Península Ibérica, mas da Europa.

“Precisamos de ligar Sines ao mundo pela via marítima e de ligar Sines à Europa pela via ferroviária”, afirmou António José Seguro no encerramento da conferência distrital

“Conhecimento e economia do mar”, integrada na convenção Novo Rumo Para Portugal, que os socialistas estão a promover.

“Temos o porto de Sines, do melhor que há no mundo. Foi feita uma melhoria nos últimos anos graças ao Governo socialista, ao nível dos terminais, equipamentos, segurança, gestão, simplificação de processo administrativos”, descreveu António José Seguro, reconhecendo que será, no entanto, necessário mais algum investimento para “passar à ação”. A solução, adianta, é ir buscar fundos comunitários do quadro que arranca este ano para, por exemplo, as obras prioritárias do terminal 21.

“O alargamento do canal do Panamá proporcionou enormes potencialidades para o porto de Sines”, insistiu Seguro, que dedicou boa parte da sua intervenção a falar desta infraestrutura. “Como dizem dirigentes do Panamá: cada vez que abrem a janela e olham em frente vêm Sines. Pois bem, nós devemos ser atrativos e ter capacidade para receber mais navios de grande porte”, disse o secretário-geral do PS. Além disso, vincou, “é também necessário que Sines não se transforme apenas num recetáculo de contentores ou de navios que aqui fazem paragem. Temos que transformá-la numa grande plataforma logística, de uma dimensão intercontinental que possa ajudar à nossa economia.”

Ora, sendo o mercado nacional reduzido, com apenas 10 milhões de consumidores, a ligação a Espanha, que alarga esse horizonte para 57

milhões de pessoas, é fundamental. Daí até ao resto da Europa é um pulo. Para isso, é

“fundamental” a ligação por via ferroviária entre Sines e Madrid. O primeiro passo é construir os 92 quilómetros que faltam entre Évora e Elvas, defendeu Seguro, que mostrou preocupar-se com os custos, mas que prefere ver estes em particular como uma forma de potenciar desenvolvimento e por isso considera importante “não adiar este investimento”.

O

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2 TIC Até porque essa é a maneira certa de olhar para Sines: de forma “integrada”. O que implicaria, sugere António José Seguro, criar um espaço naquela zona costeira para instalação de novas empresas transformadoras. “Ou seja, olhar para Sines não apenas como plataforma logística por onde entram e saem mercadorias, mas também como um local onde se podem instalar empresas de transformação de matéria-prima em produto acabado, onde os contentores chegam com matéria que entra imediatamente numa linha de produção” e levantam âncora depois de carregarem os produtos acabados que saem dessa linha de produção, descreveu. Este projeto socialista integra aquilo que Seguro designou como a “prioridade política para o próximo governo de Portugal, para o nosso Governo: o mar”. Para isso, é preciso reconhecer a importância económica de muitas atividades associadas ao mar, como a pesca, o turismo de praia, mergulho ou cruzeiro, o transporte de mercadorias, a atividade portuária, a construção e reparação naval, as energias renováveis e o potencial da biodiversidade. A que se soma a ciência e a investigação, que deve ser colocada ao serviço da economia – essa pode, por exemplo, ser a vocação do Banco de Fomento, lembrou Seguro.

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Modulo 1 TIC – Word Avançado

O que é a Logística?

A logística1 é a área da gestão responsável

por prover recursos, equipamentos e informações para a execução de todas as atividades de uma empresa. A logística é uma subárea da Administração,

envolvendo diversos recursos da engenharia, economia, contabilidade, estatística, marketing e tecnologia, do transporte e dos recursos humanos. Fundamentalmente a logística possui uma visão organizacional holística, onde esta administra os recursos materiais, financeiros e pessoais, onde exista movimento na empresa, gerenciando desde a compra e entrada de materiais, o planeamento de produção, o

armazenamento, o transporte e a

distribuição dos produtos, monitorando as operações e gerenciando informações.

1 Fonte Wikipedia

Pela definição do Council of Supply Chain Management Professionals, "Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento

eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semiacabados e produtos

acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes" (Carvalho, 2002, p. 31).

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4 TIC

História

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da Logística

Desde a antiguidade, os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas e geralmente distantes e eram necessários grandes e constantes deslocamentos de recursos. Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários o planeamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota; nem sempre a mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos. Na antiga Grécia, Roma e no Império Bizantino, os militares com o título de Logísticas eram os responsáveis por garantir recursos e suprimentos para a guerra.

o Carl von Clausewitz dividia a Arte da Guerra em dois ramos: a tática e a estratégia. Não falava especificamente da logística, porém reconheceu que "em nossos dias, existe na guerra um grande número de atividades que a sustentam (...), que devem ser

consideradas como uma preparação para esta".

o É a Antoine-Henri Jomini, ou Jomini, contemporâneo de Clausewitz, que se deve, pela primeira vez, o uso da palavra "logística", definindo-a como "a ação que conduz à

preparação e sustentação das campanhas", enquadrando-a como "a ciência dos detalhes dentro dos Estados-Maiores".

Em 1888, o Tenente Rogers introduziu a Logística, como matéria, na Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos da América. Entretanto, demorou algum tempo para que estes conceitos se desenvolvessem na literatura militar. A realidade é que, até a 1ª Guerra Mundial, raramente aparecia a palavra Logística, empregando-se normalmente termos tais como Administração, Organização e Economia de Guerra.

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Modulo 1 TIC – Word Avançado

o A verdadeira tomada de consciência da logística como ciência teve sua origem nas teorias criadas e desenvolvidas pelo Tenente-Coronel Thorpe, do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos da América que, no ano de 1917, publicou o livro "Logística Pura: a ciência da preparação para a guerra". Segundo Thorpe, a estratégia e a tática proporcionam o esquema da condução das operações militares, enquanto a logística proporciona os meios".

Assim, pela primeira vez, a logística situa-se no mesmo nível da estratégia e da tática dentro da Arte da Guerra.

o O Almirante Henry Eccles em 1945, ao encontrar a obra de Thorpe empoeirada nas estantes da biblioteca da Escola de Guerra Naval, em Newport, comentou que, se os EUA seguissem seus ensinamentos teriam economizado milhões de dólares na condução da 2ª Guerra Mundial. Eccles, Chefe da Divisão de Logística do Almirante

Chester Nimitz, na Campanha do Pacífico, foi um dos primeiros

estudiosos da Logística Militar, sendo

considerado como o "pai da logística moderna" Até o fim da Segunda Guerra Mundial a Logística esteve associada apenas às atividades militares. Após este período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra, a logística passou também a ser adotada pelas organizações e empresas civis.

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5 TIC

Desenvolvimento

3

As novas exigências para a atividade logística no mundo passam pelo maior controlo e identificação de oportunidades de redução de custos, redução nos prazos de entrega e aumento da qualidade no cumprimento do prazo, disponibilidade constante dos produtos, programação das entregas, facilidade na gestão dos pedidos e flexibilização da fabricação, análises de longo prazo com incrementos em inovação tecnológica, novas metodologias de custeio, novas ferramentas para redefinição de processos e adequação dos negócios. Apesar dessa evolução, até a década de 40 havia poucos estudos e publicações sobre o tema. A partir dos anos 50 e 60, as empresas começaram a se preocupar com a satisfação do cliente. Foi então que surgiu o conceito de logística empresarial, motivado por uma nova atitude do consumidor. Os anos 70 assistem à consolidação dos conceitos como o MRP (Material Requirements Planning).

Após os anos 80, a logística passa a ter realmente um desenvolvimento revolucionário, empurrado pelas demandas ocasionadas pela globalização, pela alteração da economia mundial e pelo grande uso de computadores na administração. Nesse novo contexto da economia globalizada, as empresas passam a competir em nível mundial, mesmo dentro de seu território local, sendo obrigadas a passar de moldes multinacionais de operações para moldes mundiais de operação.

Figura 4: Logística no Mundo

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Nome dos Alunos

Prioridade é ligar Sines à Europa

Próximo Governo terá de fazer a ligação ferroviária do porto ao continente e desenvolver as ferramentas eletrónicas que acelerem as operações logísticas

O porto de Sines tem o potencial para se tornar “num dos grandes hubs portuários da Europa”. Quem o garante é Lídia Sequeira, que foi presidente da Administração daquele porto e será uma das intervenientes na Conferência do PS.

No espaço de oito anos Sines tornou-se num caso de sucesso e, assim, um dos exemplos de que vale a pena apostar no mar. “Na carga, passou de um milhão de TEU [representa a capacidade de carga de um contentor marítimo normal] e em 2013 já passou folgadamente os dois milhões”, contabiliza a economista. Sequeira diz ao PÚBLICO que o que há a fazer é trabalhar para fazer daquele porto a “porta de entrada na Europa”.

E no seio da direção socialista há uma ideia que parece já estar definida. Um próximo Governo tem de “fazer a ligação de Sines à Europa”, define um dirigente.

Lídia Sequeira explica que o investimento a fazer é a “ligação ferroviária rápida à Europa”. Porque Portugal “não se deve contentar com aspirações pequenas”. Tem que se decidir “com ampla discussão a nível nacional e depois consenso o que fazer para

transformar o país na porta da entrada da Europa”. A ex-gestora de Sines identifica ainda na logística outra prioridade para o sector. Desenvolver ferramentas eletrónicas “que acompanhem a mercadoria da partida à chegada” para depois ampliar a aplicação desse instrumento à cadeia logística de transportes.

Referências

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