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Ministério da Educação
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Gestão do Conhecimento
Prof. Antonio Carlos de Francisco
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IDENTIFICAÇÃO das competências essenciais. CRIAÇÃO do conhecimento.
CAPTURA e AQUISIÇÃO de conhecimento e habilidades. SELEÇÃO e VALIDAÇÃO do conhecimento capturado.
ORGANIZAÇÃO e ARMAZENAGEM do conhecimento.
COMPARTILHAMENTO, ACESSO e DISTRIBUIÇÃO de
conhecimentos.
APLICAÇÃO à solução de problemas gerenciais.
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SISTEMAS DE GC
• Criar repositório de conhecimentos • Conhecimento externo
• Conhecimento interno estruturado • Conhecimento interno informal
• Melhorar acesso ao conhecimento • Páginas amarelas
• rede de contatos
• Cultura organizacional para criação,
transferência e uso do conhecimento
• Conhecimento como recurso mensurável
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QUESTÕES-CHAVE NA GC
1. Com quem compartilhar?
• Interno. • Externo.
2. O que compartilhar?
• Todo o conteúdo da organização??? • Áreas específicas.
• “Qualidade” do conteúdo – níveis.
3. Como compartilhar?
• Conexões para compartilhamento (quem usa
com quem precisa).
• Coleta e disseminação (continuamente). • Registro do que foi aprendido.
5 4. Como as TIC’s podem contribuir na GC ?
• TIC atende à variedade e mudanças de
necessidade dos usuários.
• Conteúdo disponibilizado de forma estruturada. • Padrões para garantir inserções de novos
conteúdos com qualidade e relevância.
• Integração com sistemas pré-existentes. • Possibilidade de escalabilidade.
• Compatibilidade SW – HW.
• Compatibilidade com a capacidade de utilização
dos usuários.
6 5. Como a organização pode viabilizar a GC ?
• Alocação de recursos • Humanos
• Financeiros
• Infraestrutura
• Novos procedimentos organizacionais. • Incentivos ao compartilhamento
• Avaliação que considere o compartilhamento • Premiações por compartilhamento
• Workshops de compartilhamento
7 5. Como a organização pode viabilizar a GC (cont.)?
• Métricas não tradicionais de impacto: • Crescimento no volume e uso dos
conteúdos disponibilizados.
• Probabilidade de continuidade de um
projeto após a saída de uma ou mais pessoas.
• Evidências de retorno financeiro no todo. • Avaliação de resultados:
• em grupos.
• via questionários, entrevistas.
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SISTEMA DE GESTÃO DO CONHECIMENTO
• Criação
• Transformação
Infra-estrutura• TIC’s
• Comunicação
• Compartilhamento
• Autonomia
SGI
SGC
Estático Dinâmico I n f o r m a ç ã o M a t é r i a -p r i m a9 Organizar/ Codificar PRÁTICAS DE GC Memória Organizacional Educação Corporativa Gestão de Competências
Adaptado de Heitor José
Pereira (2004) Funções
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PLANOS E DIMENSÕES DA GC
1. Visão e Estratégia – Alta Administração 2.Cultura Organizacional 5. Sistemas de Informação Nível Estratégico Nível Organizacional Infra-estrutura Empresa Ambiente Externo 4. Política de RH Organizacional 3. Estrutura 6. Mensuração de Resultados Fornecedores Parceiros Universidades Clientes Concor-rência Governo (Adaptado de TERRA, 2000)11
Principais Práticas de Gestão do Conhecimento
PRÁTICAS DE GC
1. Benchmarking 2. Coaching 3. Mentoring 4. Comunidades de Prática 5. Educação Corporativa 6. Fóruns/Listas de discussão 7. Gestão de Conteúdo8. Gestão do Capital Intelectual 9. Lições Aprendidas
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10. Gestão Eletrônica de Documentos
11. Inteligência Organizacional/competitiva 12. Mapeamento/Banco de Competências 13. Mapeamento de Processos 14. Melhores Práticas 15. Memória Organizacional 16. Narrativas 17. Portais Corporativos 18. Aprendizagem Organizacional
PRÁTICAS DE GC
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PRÁTICAS DE GC
Principais Práticas de Gestão do Conhecimento 19. Base de Conhecimentos
20. Gestão do Capital Intelectual 21. Mapeamento de Conhecimentos
22. Normalização e Padronização de Documentos 23. Gestão de Relacionamentos com Clientes
24. Banco de Dados de Fornecedores
25. Elaboração de Cenários Prospectivos 26. …
BENCHMARKING
• procura sistemática das melhores
referências em processos, serviços e
produtos;
• processo contínuo de comparar seus
produtos, serviços e práticas contra seus
mais duros concorrentes ou as empresas
líderes.
COACHING
• O coaching concentra-se em indivíduos, não em processos de negócios. Provoca indiretamente forte impacto e melhoria nos resultados de um negócio;
• 5 TIPOS:
• Coaching de vida – trabalha com a vida do cliente em todas as suas dimensões;
• - Coaching executivo – especialista em orientar executivos,
trabalhando com pessoas que possuem autoridade e poder em uma organização;
• - Coaching empresarial – esses trabalham com o nível gerencial das empresas, podendo orientar também equipes de trabalho;
• - Coaching de carreira – especializa-se em orientar pessoas que buscam novas oportunidades de carreira e trabalho, trabalhando geralmente com agências de recolocação de pessoal;
• - Coaching esportivo – este último é especialista em estabelecer metas, valores e construir habilidades em atletas.
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• O mentor (executivo mais experiente) procura apoiar e direcionar por meios de atitudes positivas como
integridade, compromisso, experiência e perseverança. • O Mentor modela as competências de um indivíduo ou grupo.
• Observa e analisa o desempenho e retroalimenta a execução das atividades.
• Os Mentores têm que ser preparados.
MENTORING
Objetivo Orientar a preparação de profissionais que têm potencial
e que necessitam elevar seu desempenho através do aprofundamento e aperfeiçoamento dos conhecimentos e habilidades específicas em suas experiências e/ou
COMUNIDADES DE PRÁTICA
• são grupos informais e interdisciplinares de
pessoas unidas em torno de um interesse
comum.
• as comunidades de prática são instrumentos de
suporte a equipes e gerentes;
• redes de pesquisa que permitem a coleta, o
armazenamento, a disponibilização e o fomento
do compartilhamento de informações e
conhecimentos
não estruturados
e que muitas
vezes estão retidos em alguns funcionários.
EDUCAÇÃO CORPORATIVA
• compreende os processos de educação
continuada, estabelecidos com vistas à
atualização do pessoal de maneira
uniforme em todas as áreas da
organização.
FÓRUNS E LISTAS DE DISCUSSÕES
• possuem o objetivo de discutir, transferir e
compartilhar informações, idéias e
experiências que contribuirão para o
desenvolvimento de competências e para
o aperfeiçoamento de processos e de
atividades da organização;
• São organizados em função dos objetivos
estratégicos da organização.
GESTÃO DE CONTEÚDO
• conjunto de conceitos e ferramentas que objetivamamenizar ou resolver os problemas de produção de conteúdo em sítios web;
– Gestão de usuários e dos seus direitos (autenticação, auditoria);
– Criação, edição e armazenamento de conteúdo em formatos diversos (html, pdf);
– Controle de qualidade da informação (com fluxos de documentos)
– Classificação, indexação e busca de conteúdo
(recuperação da informação com mecanismos de busca); – Gravação as ações executadas sobre o conteúdo para
efeitos de auditoria e possibilidade de desfazê-las em caso de necessidade.
GESTÃO DO CAPITAL INTELECTUAL
• Entender, mapear, organizar, medir, fomentar e
proteger o capital intelectual é o principal desafio
para as organizações na era do conhecimento.
• A prática pode incluir:
– mapeamento dos ativos organizacionais intangíveis; – gestão do capital humano;
– gestão do capital do cliente;
– política de propriedade intelectual.
LIÇÕES APRENDIDAS
• As lições aprendidas são relatos de
experiências;
Consiste em responder quatro questões
básicas:
– o que era esperado acontecer?
– o que realmente aconteceu?
– por que aconteceram desvios entre o que se
pretendia e o que realmente aconteceu?
– o que se pode aprender com esta experiência?
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• Envolve as etapas de : criação, movimentação, destinação e arquivo/eliminação.
• Total integridade e disponibilidade às informações armazenadas
• Economia com a diminuição do espaço físico necessário a arquivos
• Localização rápida e precisa de documentos • Criação de documentos já na forma eletrônica
• Digitalização dos documentos que se encontram em papel.
GESTÃO ELETRÔNICA DE DOCUMENTOS
Objetivo Administrar todas as atividades associadas ao
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• Apoiar com informação estratégica em tempo hábil o processo de planejamento estratégico e processos decisórios-chave da organização.
• Prover informação de qualidade para aumentar a segurança nas TD’s que envolvam alto risco/alto custo.
• Avaliar os impactos das mudanças de políticas regulatórias, tecnológicas e sócio-econômicas sobre a estratégia da organização.
• Antecipar-se às possíveis ações dos concorrentes.
• Promover a mobilização da Rede de Inteligência em função dos desafios empresariais e questões estratégicas.
• Contribuir para o processo de aprendizagem organizacional.
• Disseminar a CULTURA de Informação de Inteligência.
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Identificar, avaliar e desenvolver os
conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias para a realização de atividades, funções e processos de negócios da organização.
MAPEAMENTO DE COMPETÊNCIAS
• Cadastro dos colaboradores • Perfil dos colaboradores
• Estabelecer critérios para capacitação • Tomada de decisões
• Banco de serviços
• Investimento em lacunas
• Realocações internas (mercado interno)
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MAPEAMENTO DE PROCESSOS
Permitir à empresa conhecer como ela mesmo funciona por meio da clara
identificação de como são realizadas suas operações, seus negócios e suas atividades.
Objetivo
• Identificação dos gargalos.
• Impacta toda a empresa, pois os processos
possuem forte correlação entre si.
• Necessidade de incluir todos os colaboradores. • Processos, sub-processos, atividades e tarefas. • Diferença entre o que se faz e o que se diz
MELHORES PRÁTICAS
• referem-se à identificação e à difusão de
melhores práticas, que podem ser
definidas como um procedimento
aprovado para a execução de uma tarefa
ou para solução de um problema.
• Podem ser documentadas por meio de
bancos de dados, manuais ou diretrizes.
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Recolher, preservar e disseminar de uma forma sistemática os recursos de
conhecimento da organização.
MEMÓRIA ORGANIZACIONAL
Objetivo
• Não é apenas um acervo de informações. • Gerenciamento de ativos intelectuais.
• Deve propiciar maior compartilhamento e reuso do
conhecimento corporativo, do conhecimento individual e das lições aprendidas.
• Deve permitir responder às principais questões que se
faça sobre a organização, seu ambiente, seus processos e produtos.
• Deve ainda funcionar como um serviço inteligente e
ativo, capaz de colocar à disposição de quem tenha que executar determinada tarefa, no tempo certo, as
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NARRATIVAS
• Narrar é mais fácil e menos oneroso (tempo) para
captar uma ideia do que o conhecimento por escrito.
• Possibilidade de utilização de diferentes tipos de
mídias
• Narrar é um processo natural. • Explicita melhor o contexto.
Objetivo Registrar conhecimentos de maneira mas próxima dos padrões naturais, caracterizando melhor o seu próprio contexto e com alto nível de ambigüidade.
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• Centrado no usuário, mas interativo • Fontes internas e fontes externas
• Fontes estruturadas (bancos de dados, p. ex.)
• Fontes não estruturadas (textos, paginas da Web,
vídeos etc.)
• Informações de forma simples, clara e dinâmica • Integração (plataforma única) e divulgação de
conhecimentos e experiências individuais e de equipes
• Ferramentas: sistema de gerenciamentos de
conteúdos; de classificação e taxonomia, de busca; para colaborações on line.
PORTAL CORPORATIVO
Objetivo: Disponibilizar, de forma centralizada, as
APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL
“a aprendizagem organizacional consiste em mudanças na base de conhecimentos da organização, na criação de estruturas coletivas de referência e no crescimento da competência da organização para agir e resolver
problemas”
• as organizações que aprendem são hábeis em cinco atividades principais:
- solução de problemas de maneira sistemática - experimentação de novas abordagens
- aprendizado com as próprias experiências e antecedentes - aprendizado com as experiências e melhores práticas
alheias
- transferência de conhecimento rápida e eficiente em toda a organização
BASE DE CONHECIMENTOS
• Aparecem como a evolução natural dos
bancos e bases de dados dos anos 80 e a
influência da Internet dos anos 90
• A migração das bases de dados para as
bases de conhecimento
• Todo conteúdo, informações, idéias,
experiências, lições aprendidas e melhores
práticas podem ser documentadas na
base.
GESTÃO DO CAPITAL INTELECTUAL
• os ativos intangíveis são recursos disponíveis no
ambiente institucional de difícil qualificação e
mensuração, mas que contribuem para os seus
processos produtivos e sociais.
• A prática pode incluir:
– Mapeamento dos ativos organizacionais intangíveis; gestão do capital humano;
– gestão do capital do cliente;
– política de propriedade intelectual.
MAPEAMENTO DE CONHECIMENTOS
• É o registro do conhecimento
organizacional de processos, produtos,
serviços e relacionamento com os clientes.
• Inclui:
– a elaboração de mapas ou árvores de
conhecimento, descrevendo fluxos e
relacionamentos de indivíduos, grupos ou a
organização como um todo.
NORMALIZAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE DOCUMENTOS
• consistem em identificar processos e tarefas
críticas das organizações formando equipes para
elaboração da norma ou padrão; em seguida
submeter os padrões a comentários.
• Permite:
– a intercambiabilidade de materiais e componentes; – explicita conhecimentos;
– dissemina as melhores práticas e requisitos técnicos em padrões, normas ou procedimentos;
– a repetibilidade e a homogeneidade de aplicações.
GESTÃO DE RELACIONAMENTOS COM CLIENTES
• Objetivos da gestão de relacionamento com clientes:identificar, diferenciar, interagir e adaptar produtos ou serviços aos clientes, proporcionando-lhes uma oferta customizada de produtos e serviços.
• Benefícios:
– aumento da participação de mercado;
– otimização de recursos voltados para relacionamento com os clientes; – ampliação da carteira de clientes de maneira direcionada;
– retenção dos clientes.
BANCO DE DADOS DE FORNECEDORES
• Como objetivos principais dessa prática
podem-se citar:
– deter conhecimentos sobre os fornecedores
de bens e serviços de forma a realizar os
melhores negócios para a organização;
– disponibilizar informações para os órgãos de
compras e contratação da empresa sobre a
qualidade dos fornecedores e qualidade dos
produtos e serviços utilizados pela
organização.
ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS PROSPECTIVOS
• São conjuntos coerentes de hipóteses, de
acontecimentos seriados ou simultâneos, os quais estão associados a determinados atores e variáveis em um
horizonte de tempo.
• A construção de cenários prospectivos compreende as
seguintes etapas:
– definição da questão a ser cenarizada;
– identificação dos atores e variáveis relacionados à questão principal;
– identificação das incertezas críticas e demais condicionantes do futuro;
– geração de cenários alternativos;
– análise de implicações de cada cenário para a organização; – escolha do cenário de referência para a tomada de decisão.