DESONERAÇÃO SOBRE A FOLHA
DE PAGAMENTO
FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE
SOCIAL
Regras
• A Seguridade Social é financiada por toda
sociedade, de forma direta e indireta,
mediante recursos provenientes dos
orçamentos da União, dos Estados, do Distrito
Federal, dos Municípios e de contribuições
• Constituem contribuições sociais:
• a) as das empresas, incidentes sobre a
remuneração paga ou creditada aos segurados
a seu serviço;
• b) as dos empregadores domésticos;
• c) as dos trabalhadores, incidentes sobre o seu
salário-de-contribuição;
• d) as das empresas, incidentes sobre
faturamento e lucro;
• e) as incidentes sobre a receita de concursos
de prognósticos.
CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS DA
CONSTRUÇÃO CIVIL
• Cota Patronal - Empregados
• As contribuições das empresas em geral,
destinadas à Seguridade Social, são:
• 20% sobre o total das remunerações pagas ou
creditadas, a qualquer título, no decorrer do mês,
aos segurados empregados e trabalhador avulso,
que lhe prestem serviços;
• Cota Patronal - Contribuintes individuais
• 20% sobre o total das remunerações ou
retribuições pagas ou creditadas no decorrer do
mês ao segurado contribuinte individual;
• Cota Patronal – Cooperativas de prestação de
serviço
• 15%, a contar de março de 2000, sobre o valor
bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de
serviços, relativamente a serviços que lhe são
prestados por cooperados por intermédio de
cooperativas de trabalho.
• A contribuição patronal sobre os serviços
prestador por cooperativas de trabalho foi
caracterizada inconstitucional pelo Supremo
Tribunal Federal (RE 595838 - RECURSO
EXTRAORDINÁRIO)
RISCO AMBIENTAL DO TRABALHO
• 1% risco leve;
• 2% risco médio;
• 3% risco grave
• Atividade Preponderante
• Considera-se atividade preponderante a atividade
econômica que ocupa na mesma empresa o maior número de empregados e trabalhadores avulsos.
• Atividade Meio
• Desta forma, para apuração do grau de risco, não é levado em consideração o número de empregados que prestam serviços em atividades meio, ou seja, aqueles que auxiliam indistintamente diversas atividades como limpeza,
recepção etc..
• Enquadramento
• O enquadramento do grau de risco é de responsabilidade exclusiva da empresa de acordo com sua atividade
preponderante conforme Classificação Nacional de Atividade Econômica – CNAE, prevista no Anexo V do Regulamento da Previdência Social – Decreto nº
3.048/1999, cabendo a Secretaria da Receito revê-lo a qualquer momento, obedecendo:
• Aposentadoria especial – financiamento:
• Adicional 12% para aposentadoria - 15 anos
• Adicional 09% para aposentadoria - 20 anos
• Adicional 06% para aposentadoria - 25 anos
FAP
• Introdução• A partir de janeiro de 2010, entrou em vigor o Fator Acidentário de Prevenção – FAP que leva em
consideração, para efeito de recolhimento da alíquota RAT, os afastamentos provenientes de acidente do
trabalho incluindo aposentadoria, pensão e auxílio acidente.
• O RAT para as empresas continua no mesmo
procedimento, ou seja, 1%, 2% ou 3%, porém com a aplicação do Fator Acidentário de Prevenção esses percentuais poderão ser minorados ou majorados e sua variação é de um intervalo contínuo de 0,5 a 2,0).
CONSTRUÇÃO CIVL – OBRA TOTAL E
PARCIAL
• Caracterização de obra total e parcial:
• a) total - quando celebrado exclusivamente com
empresa construtora que assume a responsabilidade direta pela execução de todos os serviços necessários à realização da obra, compreendidos em todos os
projetos a ela inerentes, com ou sem fornecimento de material;
• b) parcial - quando celebrado com empresa
construtora ou prestadora de serviços na área de
construção civil, para execução de parte da obra, com ou sem fornecimento de material;
• Receberá tratamento de empreitada total:
• o repasse integral do contrato;
• a contratação de obra a ser realizada por
consórcio desde que pelo menos a empresa
líder seja construtora;
• a empreitada por preço unitário e a tarefa cuja
contratação seja através de licitação com a
• Receberá tratamento de empreitada parcial:
• I - a contratação de empresa não registrada no
Crea ou no CAU ou de empresa registrada
nesses Conselhos com habilitação apenas para
a realização de serviços específicos, como os
de instalação hidráulica, elétrica e similares,
ainda que essas empresas assumam a
responsabilidade direta pela execução de
todos os serviços necessários à realização da
obra, compreendidos em todos os projetos a
ela inerentes.
• II - a contratação de consórcio de empresa não
construtoras.
• III - a reforma de pequeno valor;
• IV - aquela realizada por empresa construtora
em que tenha ocorrido faturamento de
subempreiteira diretamente para o
proprietário, dono da obra ou incorporador,
ainda que a subempreiteira tenha sido
MATRÍCULA DA OBRA
• São responsáveis pela matrícula da obra de
construção civil:
• I - o proprietário;
• II - o dono da obra;
• III - o incorporador;
• IV - a empresa construtora, quando contratada
para execução de obra por empreitada total;
• V - a empresa líder, na contratação de consórcio
por empreitada total.
RECOLHIMENTO E INFORMAÇÃO NA
CONSTRUÇÃO CIVIL
• Preenchimento da GFIP/SEFIP empreitada
total
• Código 155.
• Códigos de Guia da Previdência Social – GPS
• GPS será 2208
• Construtora - Setor administrativo
• O código de recolhimento da GPS será 2100
Executada por empreitada parcial:
• Preenchimento da GFIP/SEFIP empreitada
PARCIAL
• Campo Código de Recolhimento - código 150.
• Empreiteiras e subempreiteiras – GPS
DESONERAÇÃO SOBRE A FOLHA DE
PAGAMENTO
• Base legal
• Por força da Medida Provisória 540/2011,
posteriormente convertida na Lei nº
12.546/2011, algumas empresas que contribuem
para Previdência Social com o percentual de 20%
sobre a remuneração dos empregados e
contribuintes individuais, passaram a contribuir
com percentual sobre o faturamento bruto.
• Com o passar do tempo outras empresas
também passaram a contribuir para Previdência
Social sobre o faturamento bruto.
• Construção civil - vigência
• Por força da Medida Provisória nº 601/12 -
DOU de 28.12.2012 a
partir de 1º.04.2013
as
empresas do setor da construção civil
enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439
da CNAE 2.0 contribuirão com alíquota de 2%,
sobre o valor da receita bruta, excluídas as
vendas canceladas e os descontos
incondicionais concedidos, em substituição às
contribuições previdenciárias de 20% sobre o
total da folha de pagamento de empregados,
avulsos e contribuintes individuais.
• Medida Provisória nº 612/2013 – Convertida
na Lei 12.844/2013
• Empresas que entrarão para desoneração a
partir de janeiro de 2014:
• as empresas de construção de obras de
infraestrutura, enquadradas nos grupos 421,
422, 429 e 431 da CNAE 2.0;
• Forma de contribuição
• De 1º de abril de 2013 até 31 de dezembro de
2014, a contribuição devida pelas empresas que
prestam exclusivamente serviços nos grupos 412,
432, 433 e 439 da CNAE 2.0, incidirá sobre o valor
da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e
os descontos incondicionais concedidos, em
substituição às contribuições previstas nos incisos
I e III do art. 22 da Lei n
o8.212/1991, à alíquota
de 2,0% (dois inteiros por cento).
• Por força da Lei 13.043/2014 a desoneração
sobre a folha de pagamento passou a ser por
prazo indeterminado.
• Enquadramento na desoneração – CNAE –
Medida Provisória 612/2013
• As empresas para as quais a substituição da
contribuição previdenciária sobre a folha de
pagamento pela contribuição sobre a receita
bruta estiver vinculada ao seu enquadramento no
CNAE deverão considerar apenas o CNAE relativo
a sua atividade principal, assim considerada
aquela de maior receita auferida ou esperada,
não lhes sendo aplicado o calculo da razão para
se achar o redutor previdenciário.
• A base de cálculo da contribuição será a receita
bruta da empresa relativa a todas as suas
• Instrução Normativa nº 1.436/2013 de
30.12.2013 DOU 02.01.2014
• Art. 17. As empresas para as quais a substituição
da contribuição previdenciária sobre a folha de
pagamento pela CPRB estiver vinculada ao seu
enquadramento no CNAE deverão considerar
apenas o CNAE principal.
• § 1º O enquadramento no CNAE principal será
efetuado pela atividade econômica principal da
empresa, assim considerada, dentre as atividades
constantes no ato constitutivo ou alterador,
• § 2º A "receita auferida" será apurada com
base no ano-calendário anterior, que poderá
ser inferior a 12 (doze) meses, quando se
referir ao ano de início de atividades da
empresa.
• § 3º A "receita esperada" é uma previsão da
receita do período considerado e será utilizada
no ano-calendário de início de atividades da
empresa.
• Solução de Consulta nº 10 – Cosit - Data 30 de
janeiro de 2015
• Para fins de enquadramento da atividade
econômica principal da empresa (CNAE principal)
deve ser considerada aquela de maior receita
auferida ou esperada, sendo receita bruta
auferida a apurada no ano-calendário
imediatamente anterior e receita bruta esperada
a prevista para o ano-calendário de início de
atividades da empresa, não lhes sendo aplicada a
regra da proporcionalização prevista no art. 9º, §
1º, da Lei nº 12.546, de 2011.
• Para fins de aplicabilidade da CPRB em
decorrência de enquadramento no CNAE, deve-se
considerar somente a atividade econômica
principal da empresa, consoante o disposto nos
§§ 9º e 10 do art. 9º da Lei nº 12.546, de 2011.
Caso apenas atividades secundárias (CNAE
secundário) da empresa estejam em algum dos
incisos dos arts. 7º ou 8º da Lei nº 12.546, de
2011, não há que se falar em aplicação da
contribuição previdenciária sobre a receita bruta,
por expressa vedação legal, constante do § 9º do
art. 9º da lei.
DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 12.546, de 2011,
arts. 7º e 9º; Instrução Normativa RFB nº 1.436,
de 2013, arts. 8º e 17.
• Obras anteriores e posteriores a abril de 2013 –
regras:
• Serão aplicadas às empresas as seguintes regras:
• I - para as obras matriculadas no Cadastro Específico do INSS - CEI a partir do dia 1º de abril de 2013, o
recolhimento da contribuição previdenciária será sobre a receita bruta até o seu término;
• II - para as obras matriculadas no Cadastro Específico do INSS - CEI até o dia 31 de março de 2013, o
recolhimento da contribuição previdenciária ocorrerá na forma dos incisos I e III do caput do art. 22 da Lei nº 8.212, de 1991, até o seu término; e
• III - no cálculo da contribuição incidente sobre a receita bruta, serão excluídas da base de cálculo as receitas
Lei nº 12.844/2013
• Conversão - Medidas Provisórias• A Lei nº 12.844/2013, objeto de conversão com emendas da Medida Provisória nº 610/2013,
incorporou algumas disposições constantes da Medida Provisória nº 612/2013, que dispunha sobre a
desoneração da folha de pagamento.
• Observa-se que essas novas regras já haviam sido
estabelecidas na Medida Provisória nº 601/2012, que tratava da inclusão, na desoneração da folha de
pagamento, de alguns setores da economia, tais como construção civil e comércio varejista, a qual teve seu prazo de vigência encerrado em 03.06.2013.
• Dentre as novas regras tipificadas na legislação
destaca-se:
• Construção Civil
• I - as empresas do setor de construção civil,
enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439 da
CNAE 2.0 - vigência a partir de novembro/2013;
• As empresas relacionadas acima poderão
antecipar para 04.06.2013 sua inclusão na
tributação substitutiva, observando-se que a
antecipação será exercida de forma irretratável
mediante o recolhimento, até o prazo de
vencimento, da contribuição substitutiva, relativa
a junho/2013.
• Obras de construção civil – matrícula CEI
• Serão aplicadas seguintes regras:
• a) para as obras matriculadas no Cadastro Específico do INSS (CEI) até o dia 31.03.2013, o recolhimento da
contribuição previdenciária deverá ocorrer na forma dos incisos I e III do caput do art. 22 da Lei nº
8.212/1991, até o seu término, ou seja, GPS com o recolhimento de 20% (vinte por cento) da cota
patronal;
• b) para as obras matriculadas no CEI no período compreendido entre 1º.04.2013 e 31.05.2013, a
contribuição deverá ser de 2% sobre o valor da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos, até o seu término;
• c) para as obras matriculadas no CEI no
período compreendido entre 1º.06.2013 até o
dia 31.10.2013, o recolhimento da
contribuição previdenciária poderá ocorrer
tanto 2% sobre a receita bruta como na forma
dos incisos I e III do caput, do art. 22 da Lei nº
8.212/1991;
• d) para as obras matriculadas no CEI a partir
do dia 1º.11.2013, o recolhimento da
contribuição previdenciária será de 2% sobre a
receita bruta, até o seu término;
• Opção de recolhimento
• A opção a que se refere a letra "c" será
exercida de forma irretratável mediante o
recolhimento, até o prazo de vencimento, da
contribuição previdenciária na sistemática
escolhida, relativa a junho/2013 e será
Lei nº 13.161/2015
• Novas alíquotas – vigência
• Ficou determinado que a partir de dezembro/2015 as alíquotas de contribuição previdenciária sobre o valor da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos, previstas nos arts. 7º e 8º da Lei nº 12.546/2011, que tratam da desoneração da folha de pagamento, serão de 4,5%,
3%, 2,5%, 1,5% e 1% respectivamente, em
substituição da contribuição previdenciária de 20% calculada sobre o total da folha de pagamento de empregados, trabalhadores avulsos e contribuintes individuais).
• Alíquota de 4,5% (quatro inteiros e cinco
décimos por cento)
• As empresas do setor de construção civil,
enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439
da CNAE 2.0;
• As empresas de construção de obras de
infraestrutura, enquadradas nos grupos 421,
422, 429 e 431 da CNAE 2.0.
• Opção pela desoneração - manifestação
• A opção pela tributação substitutiva será
manifestada mediante o pagamento da
contribuição incidente sobre a receita bruta
relativa a janeiro de cada ano, ou à primeira
competência subsequente para a qual haja
receita bruta apurada, e será irretratável para
todo o ano-calendário.
• Excepcionalidade – novembro 2015
• Excepcionalmente para o ano de 2015, a opção
pela tributação substitutiva será manifestada
mediante o pagamento da contribuição incidente
sobre a receita bruta relativa a novembro de
2015, ou à primeira competência subsequente
para a qual haja receita bruta apurada, e será
irretratável para o restante do ano.
• A opção descrita, no caso de empresas que
contribuem simultaneamente com as
contribuições previstas no art. 7º e no art. 8º da
Lei nº 12.546/2011, valerá para ambas as
contribuições, e não será permitido à empresa
fazer a opção apenas com relação a uma delas.
• Construção civil
• Para as empresas do setor de construção civil
enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439
da CNAE 2.0, a opção dar-se-á por obra de
construção civil e será manifestada mediante
o pagamento da contribuição incidente sobre
a receita bruta relativa à competência de
cadastro no Cadastro Específico do INSS (CEI)
ou à primeira competência subsequente para
a qual haja receita bruta apurada para a obra,
e será irretratável até o seu encerramento.
• Obras abertura de CEI anterioridade da Lei nº
13.161/15
• A contribuição substitutiva permanecerá com a
alíquota de 2% até o encerramento das obras de
empresas do setor de construção civil
enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439 da
CNAE 2.0:
• a) matriculadas no CEI no período compreendido
entre 1º.04 e 31.05.2013;
• b) matriculadas no CEI no período compreendido
entre 1º.06 e 31.10.2013, nos casos em que
houve opção pelo recolhimento da contribuição
previdenciária incidente sobre a receita bruta;
• c) matriculadas no CEI 1º.11.20131.
DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO
• Forma de Cálculo
• Aplicação da contribuição substitutiva do 13º
salário de 2013
• os avós relativos aos meses de janeiro a março
de 2013 = CPP normal (20%).
• Aplicação da contribuição substitutiva do 13º
salário de 2014.
• Aplicação da contribuição substitutiva
proporcional ao 13º salário de 2015
DISPOSIÇÃO ESPECIAIS –
RELACIONADOS A DESONERAÇÃO
• Regime de Caixa X Faturamento
• A Contribuição Previdenciária sobre a Receita
Bruta pode ser apurada utilizando-se os
mesmos critérios adotados na legislação da
Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS
para o reconhecimento no tempo de receitas
e para o diferimento do pagamento dessas
contribuições.
• Construção civil – infraestrutura
• As normas aplicadas para as empresas no
CNAE 412, 432, 433 e 439 relacionadas ao CEI,
contribuição de acordo com o período da
matrícula, não se aplica às empresas de
construção de obras de infraestrutura,
enquadradas nos grupos 421, 422, 429 e 431
da CNAE 2.0.
• Receita Bruta – determinação de cálculo -
exclusão
• Para efeito da determinação da base de
cálculo, podem ser excluídos da receita bruta:
• a) de exportações;
• b) as vendas canceladas e os descontos
incondicionais concedidos;
• d) o Imposto sobre Operações relativas à
Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de
Serviços de Transporte Interestadual e
Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, quando
cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador
dos serviços na condição de substituto tributário.
• e) a receita bruta reconhecida pela construção,
recuperação, reforma, ampliação ou
melhoramento da infraestrutura, cuja
contrapartida seja ativo intangível representativo
de direito de exploração, no caso de contratos de
concessão de serviços públicos
(Incluído pela
Instrução Normativa RFB nº 1523, de 05 de
dezembro de 2014)
• Parecer Normativo
• Segundo o Parecer Normativo da Receita nº 3,
publicado no DOU 27.11.2012, a receita bruta
compreende a receita decorrente da venda de
bens, da prestação de serviços e o resultado
auferido nas operações de conta alheia
• Empresas que se dedicam exclusivamente a
atividades sujeitas a desoneração
• Para as empresas que se dediquem
exclusivamente às atividades relacionadas a
desoneração, nos meses em que não
auferirem receita, não recolherão as
contribuições previstas nos incisos I e III do
caput do artigo 22 da Lei nº 8.212/91.
• Fase Pré Operacional
• A CPRB não se aplica durante a fase
pré-operacional, período no qual as empresas
estarão sujeitas às contribuições previstas nos
incisos I a III do caput do art. 22 da Lei nº
8.212, de 1991.
• Considera-se fase pré-operacional aquela que
se desenvolve em período anterior ao início
das atividades da empresa.
• Consórcio
De acordo com a Lei nº 12.995/2014,
equipara-se a empresa o consórcio constituído nos
termos dos
arts. 278 e 279 da Lei n
o6.404, de 15
de dezembro de 1976
, que realizar a
contratação e o pagamento, mediante a
utilização de CNPJ próprio do consórcio, de
pessoas físicas ou jurídicas, com ou sem vínculo
empregatício, ficando as empresas consorciadas
solidariamente responsáveis pelos tributos
relacionados às operações praticadas pelo
consórcio.
• Desoneração:
• Para efeito da desoneração, equipara-se a empresa o consórcio constituído nos termos dos arts. 278 e 279 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, que
realizar a contratação e o pagamento, mediante a utilização de CNPJ próprio do consórcio, de pessoas físicas ou jurídicas, com ou sem vínculo empregatício, ficando as empresas consorciadas solidariamente
responsáveis pelos tributos relacionados às operações praticadas pelo consórcio.
• No cálculo da contribuição incidente sobre a receita, a consorciada deve deduzir de sua base de cálculo, a
parcela da receita auferida pelo consórcio proporcional a sua participação no empreendimento.
• Nos casos em que a empresa líder assumir, no contrato de que trata o art. 279 da Lei nº 6.404, de 1976, a
responsabilidade pela contratação e pagamento, em nome do consórcio, de pessoas físicas ou jurídicas, com ou sem vínculo empregatício, a contribuição para a
Previdência Social relativa às pessoas físicas vinculadas ao consórcio seguirá a mesma sistemática a que estiver submetida a empresa líder.
• Nos casos em que as empresas integrantes do
consórcio, mediante a utilização de CNPJ próprio de cada pessoa jurídica, forem responsáveis pelo
pagamento à pessoa física, com ou sem vínculo
empregatício, independentemente de a contratação ter sido efetuada pelo consórcio, a contribuição para a
Previdência Social seguirá a mesma sistemática a que estiver submetida a empresa beneficiária da
• Recolhimento – DARF
• Ato Declaratório Executivo Codac nº 47, de
25.04.2012 - DOU de 27.04.2012
• 2985 - Contribuição Previdenciária Sobre
Receita Bruta – Serviços – CONSTRUÇÃO
CIVIL.
• A data de recolhimento das referidas
contribuições obedecerá ao disposto na alínea
"b" do inciso I do art. 30 da Lei nº 8.212/1991,
ou seja, até o dia 20 do mês subsequente ao
da competência.
• Recolhimento centralizado
• As contribuições sobre a receita bruta,
recolhidas no DARF, deverão ser apuradas e
pagas de forma centralizada, pelo
estabelecimento matriz da pessoa jurídica.
• Os recolhimentos previdenciários sobre a
folha de pagamento (descontos dos
empregados, do Risco Ambiental do Trabalho
e de Terceiros) recolhidos em GPS, continuam
sendo feitos para cada obra, partindo do
• GFIP/SEFIP: Prestação de informações
• As empresas deverão informar normalmente a sua folha de pagamento na SEFIP/GFIP, sendo que o valor da CPP não recolhida em virtude da substituição
deverá ser lançado no campo de “compensação”.
• No caso da construção civil, obra total, SEFIP/GFIP 155, a informação “compensação” deverá ser informada
para cada obra.
• SEFIP/GFIP 155 – Obra total • Compensação – cota patronal
• --- • SEFIP 150 – Obra parcial
• DCTF
• A contribuições de (2%) incidentes sobre a receita
serão recolhidos por meio de DARF, deverão ser
iormadas na Declaração de Débitos e Créditos
Tributários Federais (DCTF).
• EFD CONTRIBUIÇÕES
• As empresas que tiveram a contribuição
previdenciária de 20% substituída pela aplicação
da alíquota de (2%) sobre o valor da receita
bruta, estão obrigadas, em relação a esta
contribuição, a adotar a “EFDContribuições”.
(Instrução Normativa RFB nº 1.252/2012).
• BLOCO P: APURAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO
PREVIDENCIÁRIA SOBRE A RECEITA BRUTA
• A escrituração do Bloco “P” será específica para a
apuração da Contribuição Previdenciária sobre
Receita, efetuada pela pessoa jurídica de forma
autônoma e independente da escrituração de
apuração do PIS/Pasep e da Cofins, constante nos
Blocos “A”, “C”, “D”, “F” e “M”. Trata-se de nova
contribuição, exigível em relação aos fatos
geradores a ocorrer a partir de março de 2012,
não guardando a escrituração do Bloco “P”
qualquer correlação ou vinculação com os
registros informados nos referidos blocos.
• Multas por entrega em atraso – EFD
• A Lei nº 12.766, de 27 de dezembro de 2012,
estabeleceu novas penalidades pela não entrega de arquivos digitais do SPED, ou atraso na entrega, em substituição à multa anterior de R$ 5.000,00, ao mês ou fração de mês. O art. 8º da referida Lei, em vigor a partir de 28.12.2012, vem a estabelecer:
• O sujeito passivo que deixar de apresentar nos prazos fixados declaração, demonstrativo ou escrituração
digital exigidos nos termos do art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, ou que os apresentar com incorreções ou omissões será intimado para apresentá-los ou para prestar esclarecimentos nos prazos
estipulados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e sujeitar-se-á às seguintes multas:
• Por apresentação extemporânea:
• R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que, na
última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido;
• R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro real ou tenham optado pelo autoarbitramento;
• As empresas sujeitas a desoneração previdenciária ficam obrigadas a apresentar, mensalmente, a EFD-Contribuições até o 10º dia útil do segundo mês
subsequente a que se refiram à escrituração, (IN RFB nº 1.252/2012).
SOLUÇÃO DE CONSULTA
EMPRESAS OPTANTES PELO SIMPLES
• Regras de recolhimento – Instrução Normativa RFB nº
1.436/2013
• (I.N. 1.436/2013...)
• Art. 19. Aplica-se o disposto no art. 1º à empresa que seja optante pelo Regime Especial Unificado de
Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), desde que:
• I - esteja sujeita, mesmo que parcialmente, à
contribuição previdenciária incidente sobre a folha de pagamento, na forma prevista no § 5º-C do art. 18 da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006; e
• II - sua atividade principal, assim considerada aquela de maior receita auferida ou esperada na forma prevista no art. 17, esteja enquadrada nos grupos 412, 432, 433 ou 439 da CNAE 2.0.
• § 1º A Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP) que esteja de acordo com as condições previstas no caput e exerça, concomitantemente,
atividade enquadrada no Anexo IV em conjunto com outra atividade enquadrada em um dos Anexos I a III e V, da Lei Complementar nº 123, de 2006, contribuirá na forma prevista:
• I - no art. 1º, com relação à base de cálculo referente à parcela da receita bruta auferida nas atividades
enquadradas no Anexo IV da Lei Complementar nº 123, de 2006, à alíquota de 2% (dois por cento); e
• II - nos Anexos I a III e V da Lei Complementar nº
123, de 2006, com relação às parcelas da receita
bruta relativas às atividades listadas nesses
Anexos.
• § 2º Em relação às empresas de que trata o
caput:
• I - a receita bruta a que se refere o inciso II do art.
2º, será considerada a receita recebida no mês,
no caso de empresas optantes pelo Simples
Nacional que tenham optado, na forma
regulamentada pelo Comitê Gestor do Simples
Nacional (CGSN), pelo regime de caixa de
• II - a CPRB deverá ser informada, por meio do
Programa Gerador do Documento de
Arrecadação do Simples Nacional - Declaratório
(PGDAS-D), disponível no Portal do Simples
Nacional na Internet, no endereço eletrônico
<www.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional>; e
• III - o recolhimento da CPRB deverá ser realizado
mediante DARF, na forma definida no inciso III do
art. 4º.
• § 3º Aplica-se o disposto no inciso II do § 2º a
partir do período de apuração (PA) janeiro de
2014.
• GFIP/SEFIP
• As ME e EPP optantes pelo Simples Nacional deverão informar mensalmente, em GFIP, a remuneração dos trabalhadores, destacando-a por estabelecimento. Sendo que para as atividades do anexo I, II, III e V a
empresa informará na SEFIP “campo simples” optante, já para as empresas enquadradas no anexo IV será
informado “campo simples” não optante.
• Retenção Previdenciária
• As ME e EPP optantes pelo Simples Nacional que
prestarem serviços mediante cessão de mão-de-obra ou empreitada não estão sujeitas à retenção
previdenciária, exceto:
• I - a ME ou a EPP tributada na forma do Anexo IV da Lei Complementar nº 123, de 2006, para os fatos
RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA
• Retenção X Desoneração
• No caso de contratação de empresas para a execução dos serviços mediante cessão de mão de obra, na forma
definida pelo art. 31 da Lei no 8.212, de 24 de julho de
1991, e para fins de elisão da responsabilidade solidária prevista no inciso VI do art. 30 da Lei no 8.212, de 24 de
julho de 1991, a empresa contratante deverá reter 3,5% do
valor bruto da nota fiscal ou da fatura de prestação de serviços. (Redação dada pela Lei nº 12.995, de 2014).
• Desta forma percentual de retenção previdenciária que era de 11% (onze por cento) passou, em virtude da
desoneração, para 3,5% (três inteiros e cinco décimos por cento) do valor bruto da nota fiscal ou da fatura de
• Retenção obrigatória
• A empresa contratante de serviços prestados
mediante cessão de mão-de-obra ou
empreitada, inclusive em regime de trabalho
temporário, a partir da competência fevereiro
de 1999, deverá reter onze por cento ou três e
meio por cento, caso esteja na desoneração,
do valor bruto da nota fiscal, da fatura ou do
recibo de prestação de serviços.
• Forma de preenchimento da GPS - retenção
• Campo 1
– Razão Social da contratada e da
contratante;
• Campo 3
– utilizar o código 2631- quando o
recolhimento for efetuado por empresas do
setor privado e o código 2640 – quando o
recolhimento for efetuado por Órgão Público.
• Campo 4
– competência (mês e ano) da
emissão da nota fiscal, fatura ou recibo.
• Campo 5
– CNPJ/CGC do prestador de serviço
• Prazo para recolhimento do Valor Retido
• A importância retida deverá ser recolhida pela empresa contratante até o dia vinte do mês seguinte ao da
emissão da nota fiscal, da fatura ou do recibo de
prestação de serviços, antecipando-se este prazo para o primeiro dia útil quando não houver expediente
bancário naquele dia. (Lei nº 11.933/2009).
• Conceito Cessão de Mão de obra
• Cessão de mão-de-obra é a colocação à disposição da empresa contratante, em suas dependências ou nas de terceiros, de trabalhadores que realizem serviços
contínuos, relacionados ou não com sua atividade fim, quaisquer que sejam a natureza e a forma de
contratação, inclusive por meio de trabalho temporário na forma da Lei nº 6.019, de 1974.
• Conceito de Empreitada
• Empreitada é a execução, contratualmente
estabelecida, de tarefa, de obra ou de serviço,
por preço ajustado, com ou sem fornecimento
de material ou uso de equipamentos, que
podem ou não ser utilizados, realizada nas
dependências da empresa contratante, nas de
terceiros ou nas da empresa contratada,
• Serviços sujeitos a retenção na cessão de mão de obra
e empreitada
• limpeza, conservação ou zeladoria • vigilância ou segurança
• construção civil - que envolvam a construção, a
demolição, a reforma ou o acréscimo de edificações ou de qualquer benfeitoria agregada ao solo ou ao
subsolo ou obras complementares que se integrem a esse conjunto, tais como a reparação de jardins ou
passeios, a colocação de grades ou de instrumentos de recreação, de urbanização ou de sinalização de
rodovias ou de vias públicas; • natureza rural
• digitação;
•
Serviços sujeitos à retenção somente na cessão
de mão de obra
• I – acabamento
• II – embalagem
• III – acondicionamento
• IV – cobrança
• V - coleta ou reciclagem de lixo ou de resíduos
• VI – copa
• VII – hotelaria
• VIII - corte ou ligação de serviços públicos –
• IX – distribuição –
• XI - entrega de contas e de documentos • XII - ligação de medidores
• XIII - leitura de medidores
• XIV - manutenção de instalações, de máquinas ou de equipamento • XV - montagem
• XVI - operação de máquinas, de equipamentos e de veículos • XVII - operação de pedágio ou de terminal de transportes • XVIII - operação de transporte de passageiros
• XIX - portaria, recepção ou ascensorista • XX - recepção, triagem ou movimentação • XXI - promoção de vendas ou de eventos • XXII - secretaria e expediente
• XXIII - saúde,
• XXIV - telefonia ou de telemarketing
• É exaustiva a relação dos serviços acima relacionados, porém a
pormenorização das tarefas compreendidas em cada um dos serviços é exemplificativa.
• Serviços relacionados na Construção Civil – não
retenção
• I - administração, fiscalização, supervisão ou
gerenciamento de obras;
• II - assessoria ou consultoria técnicas;
• III - controle de qualidade de materiais;
• IV - fornecimento de concreto usinado, de massa
asfáltica ou de argamassa usinada ou preparada;
• V - jateamento ou hidrojateamento;
• VI - perfuração de poço artesiano;
• VII - elaboração de projeto da construção civil;
•
• VIII - ensaios geotécnicos de campo ou de
laboratório (sondagens de solo, provas de carga,
ensaios de resistência, amostragens, testes em
laboratório de solos ou outros serviços afins);
• IX - serviços de topografia;
• X - instalação de antena coletiva;
• XI - instalação de aparelhos de ar condicionado,
de refrigeração, de ventilação, de aquecimento,
de calefação ou de exaustão;
• XII - instalação de sistemas de ar condicionado,
de refrigeração, de ventilação, de aquecimento,
de calefação ou de exaustão, quando a venda for
realizada com emissão apenas da nota fiscal de
venda mercantil;
• XIII - instalação de estruturas e esquadrias
metálicas, de equipamento ou de material,
quando for emitida apenas a nota fiscal de
venda mercantil;
• XIV- locação de caçamba;
• XV - locação de máquinas, de ferramentas, de
equipamentos ou de outros utensílios sem
fornecimento de mão-de-obra;
• XVI - fundações especiais
Retenção Facultativa
• Instrução Normativa RFB nº 971/2009
• De acordo com o art. 164 da Instrução Normativa
RFB nº 971/2009, a contratante de empreitada
total poderá elidir-se da responsabilidade
solidária mediante a retenção de 11% (onze por
cento) do valor bruto da nota fiscal, da fatura ou
do recibo de prestação de serviços contra ela
emitido pela contratada, inclusive o consórcio, a
comprovação do recolhimento do valor retido e a
apresentação da documentação comprobatória
do gerenciamento dos riscos ocupacionais, na
forma prevista no art. 291, observado o disposto
no art. 145.
• A contratante efetuará o recolhimento do
valor retido em documento de arrecadação
identificado com a matrícula CEI da obra de
construção civil e a denominação social da
contratada.
• Decreto nº 3.048/99 - Regulamento da Previdência
Social
• De acordo com o art. 220 do Decreto nº 3.048/99, O proprietário, o incorporador definido na Lei n º 4.591, de 1964, o dono da obra ou condômino da unidade
imobiliária cuja contratação da construção, reforma ou acréscimo não envolva cessão de mão-de-obra, são
solidários com o construtor, e este e aqueles com a
subempreiteira, pelo cumprimento das obrigações para com a seguridade social, ressalvado o seu direito
regressivo contra o executor ou contratante da obra e admitida a retenção de importância a este devida para garantia do cumprimento dessas obrigações, não se aplicando, em qualquer hipótese, o benefício de
• Obs: Considera-se construtor, para os efeitos
deste Regulamento, a pessoa física ou jurídica
que executa obra sob sua responsabilidade,
no todo ou em parte (§ 4º do art. 220 do
• Contratação por intermédio de construtora
• Não se considera cessão de mão-de-obra, a
contratação de construção civil em que a
empresa construtora assuma a
responsabilidade direta e total pela obra ou
repasse o contrato integralmente (§ 1º do
art.220 do Decreto 3.048/99).
• Preenchimento da GPS - retenção facultativa
• Retenção Facultativa (Empreitada total)
• Construtora
• Campo 1 – Razão social da contratada e da
contratante
• Campo 2 –
• Campo 3 – CÓDIGO DE PAGAMENTO: 2658
• Campo 4 – Competência.
• Campo 5 – IDENTIFICADOR: CEI da OBRA
• Campo 6 – VALOR RETIDO
COMPENSAÇÃO
• Compensação X Retenção
• A empresa prestadora de serviços que sofreu
retenção no ato da quitação da nota fiscal, da
fatura ou do recibo de prestação de serviços,
poderá compensar o valor retido quando do
recolhimento das contribuições devidas à
Previdência Social, desde que a retenção
esteja destacada na nota fiscal, na fatura ou
no recibo de prestação de serviços.
• No caso de empreitada parcial essas
informações, relacionadas à retenção, deverão
ser informadas na SEFIP/GFIP – código 150 –
no campo destinado a retenção.
• No o mês de abril, em virtude da desoneração,
a empresa prestadora deverá informar, além
da retenção, os valores relacionados aos 20%
da cota patronal no campo de compensação.
• Compensação – outras entidades
• A compensação da retenção somente poderá ser
efetuada com as contribuições devidas à Previdência Social, não podendo absorver contribuições destinadas a outras entidades e fundos, as quais deverão ser
recolhidas integralmente pelo sujeito passivo.
• Compensação em competências subseqüentes – sem
limite de 30%
• Caso a opção seja pela compensação em competências subseqüentes, o crédito em favor da empresa
prestadora de serviços, acrescido de juros, não está sujeito ao limite de trinta por cento.
• Compensação – Décimo Terceiro Salário
• Os valores retidos no mês de dezembro poderão ser compensados com as contribuições devidas em