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DESONERAÇÃO SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO

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(1)

DESONERAÇÃO SOBRE A FOLHA

DE PAGAMENTO

(2)

FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE

SOCIAL

Regras

• A Seguridade Social é financiada por toda

sociedade, de forma direta e indireta,

mediante recursos provenientes dos

orçamentos da União, dos Estados, do Distrito

Federal, dos Municípios e de contribuições

(3)

• Constituem contribuições sociais:

• a) as das empresas, incidentes sobre a

remuneração paga ou creditada aos segurados

a seu serviço;

• b) as dos empregadores domésticos;

• c) as dos trabalhadores, incidentes sobre o seu

salário-de-contribuição;

• d) as das empresas, incidentes sobre

faturamento e lucro;

• e) as incidentes sobre a receita de concursos

de prognósticos.

(4)

CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS DA

CONSTRUÇÃO CIVIL

• Cota Patronal - Empregados

• As contribuições das empresas em geral,

destinadas à Seguridade Social, são:

• 20% sobre o total das remunerações pagas ou

creditadas, a qualquer título, no decorrer do mês,

aos segurados empregados e trabalhador avulso,

que lhe prestem serviços;

• Cota Patronal - Contribuintes individuais

• 20% sobre o total das remunerações ou

retribuições pagas ou creditadas no decorrer do

mês ao segurado contribuinte individual;

(5)

• Cota Patronal – Cooperativas de prestação de

serviço

• 15%, a contar de março de 2000, sobre o valor

bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de

serviços, relativamente a serviços que lhe são

prestados por cooperados por intermédio de

cooperativas de trabalho.

• A contribuição patronal sobre os serviços

prestador por cooperativas de trabalho foi

caracterizada inconstitucional pelo Supremo

Tribunal Federal (RE 595838 - RECURSO

EXTRAORDINÁRIO)

(6)

RISCO AMBIENTAL DO TRABALHO

• 1% risco leve;

• 2% risco médio;

• 3% risco grave

(7)

• Atividade Preponderante

• Considera-se atividade preponderante a atividade

econômica que ocupa na mesma empresa o maior número de empregados e trabalhadores avulsos.

• Atividade Meio

• Desta forma, para apuração do grau de risco, não é levado em consideração o número de empregados que prestam serviços em atividades meio, ou seja, aqueles que auxiliam indistintamente diversas atividades como limpeza,

recepção etc..

• Enquadramento

• O enquadramento do grau de risco é de responsabilidade exclusiva da empresa de acordo com sua atividade

preponderante conforme Classificação Nacional de Atividade Econômica – CNAE, prevista no Anexo V do Regulamento da Previdência Social – Decreto nº

3.048/1999, cabendo a Secretaria da Receito revê-lo a qualquer momento, obedecendo:

(8)

• Aposentadoria especial – financiamento:

• Adicional 12% para aposentadoria - 15 anos

• Adicional 09% para aposentadoria - 20 anos

• Adicional 06% para aposentadoria - 25 anos

(9)

FAP

• Introdução

• A partir de janeiro de 2010, entrou em vigor o Fator Acidentário de Prevenção – FAP que leva em

consideração, para efeito de recolhimento da alíquota RAT, os afastamentos provenientes de acidente do

trabalho incluindo aposentadoria, pensão e auxílio acidente.

• O RAT para as empresas continua no mesmo

procedimento, ou seja, 1%, 2% ou 3%, porém com a aplicação do Fator Acidentário de Prevenção esses percentuais poderão ser minorados ou majorados e sua variação é de um intervalo contínuo de 0,5 a 2,0).

(10)

CONSTRUÇÃO CIVL – OBRA TOTAL E

PARCIAL

• Caracterização de obra total e parcial:

• a) total - quando celebrado exclusivamente com

empresa construtora que assume a responsabilidade direta pela execução de todos os serviços necessários à realização da obra, compreendidos em todos os

projetos a ela inerentes, com ou sem fornecimento de material;

• b) parcial - quando celebrado com empresa

construtora ou prestadora de serviços na área de

construção civil, para execução de parte da obra, com ou sem fornecimento de material;

(11)

• Receberá tratamento de empreitada total:

• o repasse integral do contrato;

• a contratação de obra a ser realizada por

consórcio desde que pelo menos a empresa

líder seja construtora;

• a empreitada por preço unitário e a tarefa cuja

contratação seja através de licitação com a

(12)

• Receberá tratamento de empreitada parcial:

• I - a contratação de empresa não registrada no

Crea ou no CAU ou de empresa registrada

nesses Conselhos com habilitação apenas para

a realização de serviços específicos, como os

de instalação hidráulica, elétrica e similares,

ainda que essas empresas assumam a

responsabilidade direta pela execução de

todos os serviços necessários à realização da

obra, compreendidos em todos os projetos a

ela inerentes.

(13)

• II - a contratação de consórcio de empresa não

construtoras.

• III - a reforma de pequeno valor;

• IV - aquela realizada por empresa construtora

em que tenha ocorrido faturamento de

subempreiteira diretamente para o

proprietário, dono da obra ou incorporador,

ainda que a subempreiteira tenha sido

(14)

MATRÍCULA DA OBRA

• São responsáveis pela matrícula da obra de

construção civil:

• I - o proprietário;

• II - o dono da obra;

• III - o incorporador;

• IV - a empresa construtora, quando contratada

para execução de obra por empreitada total;

• V - a empresa líder, na contratação de consórcio

por empreitada total.

(15)

RECOLHIMENTO E INFORMAÇÃO NA

CONSTRUÇÃO CIVIL

• Preenchimento da GFIP/SEFIP empreitada

total

• Código 155.

• Códigos de Guia da Previdência Social – GPS

• GPS será 2208

• Construtora - Setor administrativo

• O código de recolhimento da GPS será 2100

(16)

Executada por empreitada parcial:

• Preenchimento da GFIP/SEFIP empreitada

PARCIAL

• Campo Código de Recolhimento - código 150.

• Empreiteiras e subempreiteiras – GPS

(17)

DESONERAÇÃO SOBRE A FOLHA DE

PAGAMENTO

• Base legal

• Por força da Medida Provisória 540/2011,

posteriormente convertida na Lei nº

12.546/2011, algumas empresas que contribuem

para Previdência Social com o percentual de 20%

sobre a remuneração dos empregados e

contribuintes individuais, passaram a contribuir

com percentual sobre o faturamento bruto.

• Com o passar do tempo outras empresas

também passaram a contribuir para Previdência

Social sobre o faturamento bruto.

(18)

• Construção civil - vigência

• Por força da Medida Provisória nº 601/12 -

DOU de 28.12.2012 a

partir de 1º.04.2013

as

empresas do setor da construção civil

enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439

da CNAE 2.0 contribuirão com alíquota de 2%,

sobre o valor da receita bruta, excluídas as

vendas canceladas e os descontos

incondicionais concedidos, em substituição às

contribuições previdenciárias de 20% sobre o

total da folha de pagamento de empregados,

avulsos e contribuintes individuais.

(19)

• Medida Provisória nº 612/2013 – Convertida

na Lei 12.844/2013

• Empresas que entrarão para desoneração a

partir de janeiro de 2014:

• as empresas de construção de obras de

infraestrutura, enquadradas nos grupos 421,

422, 429 e 431 da CNAE 2.0;

(20)

• Forma de contribuição

• De 1º de abril de 2013 até 31 de dezembro de

2014, a contribuição devida pelas empresas que

prestam exclusivamente serviços nos grupos 412,

432, 433 e 439 da CNAE 2.0, incidirá sobre o valor

da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e

os descontos incondicionais concedidos, em

substituição às contribuições previstas nos incisos

I e III do art. 22 da Lei n

o

8.212/1991, à alíquota

de 2,0% (dois inteiros por cento).

• Por força da Lei 13.043/2014 a desoneração

sobre a folha de pagamento passou a ser por

prazo indeterminado.

(21)

• Enquadramento na desoneração – CNAE –

Medida Provisória 612/2013

• As empresas para as quais a substituição da

contribuição previdenciária sobre a folha de

pagamento pela contribuição sobre a receita

bruta estiver vinculada ao seu enquadramento no

CNAE deverão considerar apenas o CNAE relativo

a sua atividade principal, assim considerada

aquela de maior receita auferida ou esperada,

não lhes sendo aplicado o calculo da razão para

se achar o redutor previdenciário.

• A base de cálculo da contribuição será a receita

bruta da empresa relativa a todas as suas

(22)

• Instrução Normativa nº 1.436/2013 de

30.12.2013 DOU 02.01.2014

• Art. 17. As empresas para as quais a substituição

da contribuição previdenciária sobre a folha de

pagamento pela CPRB estiver vinculada ao seu

enquadramento no CNAE deverão considerar

apenas o CNAE principal.

• § 1º O enquadramento no CNAE principal será

efetuado pela atividade econômica principal da

empresa, assim considerada, dentre as atividades

constantes no ato constitutivo ou alterador,

(23)

• § 2º A "receita auferida" será apurada com

base no ano-calendário anterior, que poderá

ser inferior a 12 (doze) meses, quando se

referir ao ano de início de atividades da

empresa.

• § 3º A "receita esperada" é uma previsão da

receita do período considerado e será utilizada

no ano-calendário de início de atividades da

empresa.

(24)

• Solução de Consulta nº 10 – Cosit - Data 30 de

janeiro de 2015

• Para fins de enquadramento da atividade

econômica principal da empresa (CNAE principal)

deve ser considerada aquela de maior receita

auferida ou esperada, sendo receita bruta

auferida a apurada no ano-calendário

imediatamente anterior e receita bruta esperada

a prevista para o ano-calendário de início de

atividades da empresa, não lhes sendo aplicada a

regra da proporcionalização prevista no art. 9º, §

1º, da Lei nº 12.546, de 2011.

(25)

• Para fins de aplicabilidade da CPRB em

decorrência de enquadramento no CNAE, deve-se

considerar somente a atividade econômica

principal da empresa, consoante o disposto nos

§§ 9º e 10 do art. 9º da Lei nº 12.546, de 2011.

Caso apenas atividades secundárias (CNAE

secundário) da empresa estejam em algum dos

incisos dos arts. 7º ou 8º da Lei nº 12.546, de

2011, não há que se falar em aplicação da

contribuição previdenciária sobre a receita bruta,

por expressa vedação legal, constante do § 9º do

art. 9º da lei.

DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 12.546, de 2011,

arts. 7º e 9º; Instrução Normativa RFB nº 1.436,

de 2013, arts. 8º e 17.

(26)

• Obras anteriores e posteriores a abril de 2013 –

regras:

• Serão aplicadas às empresas as seguintes regras:

• I - para as obras matriculadas no Cadastro Específico do INSS - CEI a partir do dia 1º de abril de 2013, o

recolhimento da contribuição previdenciária será sobre a receita bruta até o seu término;

• II - para as obras matriculadas no Cadastro Específico do INSS - CEI até o dia 31 de março de 2013, o

recolhimento da contribuição previdenciária ocorrerá na forma dos incisos I e III do caput do art. 22 da Lei nº 8.212, de 1991, até o seu término; e

• III - no cálculo da contribuição incidente sobre a receita bruta, serão excluídas da base de cálculo as receitas

(27)

Lei nº 12.844/2013

• Conversão - Medidas Provisórias

• A Lei nº 12.844/2013, objeto de conversão com emendas da Medida Provisória nº 610/2013,

incorporou algumas disposições constantes da Medida Provisória nº 612/2013, que dispunha sobre a

desoneração da folha de pagamento.

• Observa-se que essas novas regras já haviam sido

estabelecidas na Medida Provisória nº 601/2012, que tratava da inclusão, na desoneração da folha de

pagamento, de alguns setores da economia, tais como construção civil e comércio varejista, a qual teve seu prazo de vigência encerrado em 03.06.2013.

(28)

• Dentre as novas regras tipificadas na legislação

destaca-se:

• Construção Civil

• I - as empresas do setor de construção civil,

enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439 da

CNAE 2.0 - vigência a partir de novembro/2013;

• As empresas relacionadas acima poderão

antecipar para 04.06.2013 sua inclusão na

tributação substitutiva, observando-se que a

antecipação será exercida de forma irretratável

mediante o recolhimento, até o prazo de

vencimento, da contribuição substitutiva, relativa

a junho/2013.

(29)

• Obras de construção civil – matrícula CEI

• Serão aplicadas seguintes regras:

• a) para as obras matriculadas no Cadastro Específico do INSS (CEI) até o dia 31.03.2013, o recolhimento da

contribuição previdenciária deverá ocorrer na forma dos incisos I e III do caput do art. 22 da Lei nº

8.212/1991, até o seu término, ou seja, GPS com o recolhimento de 20% (vinte por cento) da cota

patronal;

• b) para as obras matriculadas no CEI no período compreendido entre 1º.04.2013 e 31.05.2013, a

contribuição deverá ser de 2% sobre o valor da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos, até o seu término;

(30)

• c) para as obras matriculadas no CEI no

período compreendido entre 1º.06.2013 até o

dia 31.10.2013, o recolhimento da

contribuição previdenciária poderá ocorrer

tanto 2% sobre a receita bruta como na forma

dos incisos I e III do caput, do art. 22 da Lei nº

8.212/1991;

• d) para as obras matriculadas no CEI a partir

do dia 1º.11.2013, o recolhimento da

contribuição previdenciária será de 2% sobre a

receita bruta, até o seu término;

(31)

• Opção de recolhimento

• A opção a que se refere a letra "c" será

exercida de forma irretratável mediante o

recolhimento, até o prazo de vencimento, da

contribuição previdenciária na sistemática

escolhida, relativa a junho/2013 e será

(32)

Lei nº 13.161/2015

• Novas alíquotas – vigência

• Ficou determinado que a partir de dezembro/2015 as alíquotas de contribuição previdenciária sobre o valor da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos, previstas nos arts. 7º e 8º da Lei nº 12.546/2011, que tratam da desoneração da folha de pagamento, serão de 4,5%,

3%, 2,5%, 1,5% e 1% respectivamente, em

substituição da contribuição previdenciária de 20% calculada sobre o total da folha de pagamento de empregados, trabalhadores avulsos e contribuintes individuais).

(33)

• Alíquota de 4,5% (quatro inteiros e cinco

décimos por cento)

• As empresas do setor de construção civil,

enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439

da CNAE 2.0;

• As empresas de construção de obras de

infraestrutura, enquadradas nos grupos 421,

422, 429 e 431 da CNAE 2.0.

(34)

• Opção pela desoneração - manifestação

• A opção pela tributação substitutiva será

manifestada mediante o pagamento da

contribuição incidente sobre a receita bruta

relativa a janeiro de cada ano, ou à primeira

competência subsequente para a qual haja

receita bruta apurada, e será irretratável para

todo o ano-calendário.

(35)

• Excepcionalidade – novembro 2015

• Excepcionalmente para o ano de 2015, a opção

pela tributação substitutiva será manifestada

mediante o pagamento da contribuição incidente

sobre a receita bruta relativa a novembro de

2015, ou à primeira competência subsequente

para a qual haja receita bruta apurada, e será

irretratável para o restante do ano.

• A opção descrita, no caso de empresas que

contribuem simultaneamente com as

contribuições previstas no art. 7º e no art. 8º da

Lei nº 12.546/2011, valerá para ambas as

contribuições, e não será permitido à empresa

fazer a opção apenas com relação a uma delas.

(36)

• Construção civil

• Para as empresas do setor de construção civil

enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439

da CNAE 2.0, a opção dar-se-á por obra de

construção civil e será manifestada mediante

o pagamento da contribuição incidente sobre

a receita bruta relativa à competência de

cadastro no Cadastro Específico do INSS (CEI)

ou à primeira competência subsequente para

a qual haja receita bruta apurada para a obra,

e será irretratável até o seu encerramento.

(37)

• Obras abertura de CEI anterioridade da Lei nº

13.161/15

• A contribuição substitutiva permanecerá com a

alíquota de 2% até o encerramento das obras de

empresas do setor de construção civil

enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439 da

CNAE 2.0:

• a) matriculadas no CEI no período compreendido

entre 1º.04 e 31.05.2013;

• b) matriculadas no CEI no período compreendido

entre 1º.06 e 31.10.2013, nos casos em que

houve opção pelo recolhimento da contribuição

previdenciária incidente sobre a receita bruta;

• c) matriculadas no CEI 1º.11.20131.

(38)

DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO

• Forma de Cálculo

• Aplicação da contribuição substitutiva do 13º

salário de 2013

• os avós relativos aos meses de janeiro a março

de 2013 = CPP normal (20%).

• Aplicação da contribuição substitutiva do 13º

salário de 2014.

• Aplicação da contribuição substitutiva

proporcional ao 13º salário de 2015

(39)

DISPOSIÇÃO ESPECIAIS –

RELACIONADOS A DESONERAÇÃO

• Regime de Caixa X Faturamento

• A Contribuição Previdenciária sobre a Receita

Bruta pode ser apurada utilizando-se os

mesmos critérios adotados na legislação da

Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS

para o reconhecimento no tempo de receitas

e para o diferimento do pagamento dessas

contribuições.

(40)

• Construção civil – infraestrutura

• As normas aplicadas para as empresas no

CNAE 412, 432, 433 e 439 relacionadas ao CEI,

contribuição de acordo com o período da

matrícula, não se aplica às empresas de

construção de obras de infraestrutura,

enquadradas nos grupos 421, 422, 429 e 431

da CNAE 2.0.

(41)

• Receita Bruta – determinação de cálculo -

exclusão

• Para efeito da determinação da base de

cálculo, podem ser excluídos da receita bruta:

• a) de exportações;

• b) as vendas canceladas e os descontos

incondicionais concedidos;

(42)

• d) o Imposto sobre Operações relativas à

Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de

Serviços de Transporte Interestadual e

Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, quando

cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador

dos serviços na condição de substituto tributário.

• e) a receita bruta reconhecida pela construção,

recuperação, reforma, ampliação ou

melhoramento da infraestrutura, cuja

contrapartida seja ativo intangível representativo

de direito de exploração, no caso de contratos de

concessão de serviços públicos

(Incluído pela

Instrução Normativa RFB nº 1523, de 05 de

dezembro de 2014)

(43)

• Parecer Normativo

• Segundo o Parecer Normativo da Receita nº 3,

publicado no DOU 27.11.2012, a receita bruta

compreende a receita decorrente da venda de

bens, da prestação de serviços e o resultado

auferido nas operações de conta alheia

(44)

• Empresas que se dedicam exclusivamente a

atividades sujeitas a desoneração

• Para as empresas que se dediquem

exclusivamente às atividades relacionadas a

desoneração, nos meses em que não

auferirem receita, não recolherão as

contribuições previstas nos incisos I e III do

caput do artigo 22 da Lei nº 8.212/91.

(45)

• Fase Pré Operacional

• A CPRB não se aplica durante a fase

pré-operacional, período no qual as empresas

estarão sujeitas às contribuições previstas nos

incisos I a III do caput do art. 22 da Lei nº

8.212, de 1991.

• Considera-se fase pré-operacional aquela que

se desenvolve em período anterior ao início

das atividades da empresa.

(46)

• Consórcio

De acordo com a Lei nº 12.995/2014,

equipara-se a empresa o consórcio constituído nos

termos dos

arts. 278 e 279 da Lei n

o

6.404, de 15

de dezembro de 1976

, que realizar a

contratação e o pagamento, mediante a

utilização de CNPJ próprio do consórcio, de

pessoas físicas ou jurídicas, com ou sem vínculo

empregatício, ficando as empresas consorciadas

solidariamente responsáveis pelos tributos

relacionados às operações praticadas pelo

consórcio.

(47)

• Desoneração:

• Para efeito da desoneração, equipara-se a empresa o consórcio constituído nos termos dos arts. 278 e 279 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, que

realizar a contratação e o pagamento, mediante a utilização de CNPJ próprio do consórcio, de pessoas físicas ou jurídicas, com ou sem vínculo empregatício, ficando as empresas consorciadas solidariamente

responsáveis pelos tributos relacionados às operações praticadas pelo consórcio.

• No cálculo da contribuição incidente sobre a receita, a consorciada deve deduzir de sua base de cálculo, a

parcela da receita auferida pelo consórcio proporcional a sua participação no empreendimento.

(48)

• Nos casos em que a empresa líder assumir, no contrato de que trata o art. 279 da Lei nº 6.404, de 1976, a

responsabilidade pela contratação e pagamento, em nome do consórcio, de pessoas físicas ou jurídicas, com ou sem vínculo empregatício, a contribuição para a

Previdência Social relativa às pessoas físicas vinculadas ao consórcio seguirá a mesma sistemática a que estiver submetida a empresa líder.

• Nos casos em que as empresas integrantes do

consórcio, mediante a utilização de CNPJ próprio de cada pessoa jurídica, forem responsáveis pelo

pagamento à pessoa física, com ou sem vínculo

empregatício, independentemente de a contratação ter sido efetuada pelo consórcio, a contribuição para a

Previdência Social seguirá a mesma sistemática a que estiver submetida a empresa beneficiária da

(49)

• Recolhimento – DARF

• Ato Declaratório Executivo Codac nº 47, de

25.04.2012 - DOU de 27.04.2012

• 2985 - Contribuição Previdenciária Sobre

Receita Bruta – Serviços – CONSTRUÇÃO

CIVIL.

• A data de recolhimento das referidas

contribuições obedecerá ao disposto na alínea

"b" do inciso I do art. 30 da Lei nº 8.212/1991,

ou seja, até o dia 20 do mês subsequente ao

da competência.

(50)

• Recolhimento centralizado

• As contribuições sobre a receita bruta,

recolhidas no DARF, deverão ser apuradas e

pagas de forma centralizada, pelo

estabelecimento matriz da pessoa jurídica.

• Os recolhimentos previdenciários sobre a

folha de pagamento (descontos dos

empregados, do Risco Ambiental do Trabalho

e de Terceiros) recolhidos em GPS, continuam

sendo feitos para cada obra, partindo do

(51)

• GFIP/SEFIP: Prestação de informações

• As empresas deverão informar normalmente a sua folha de pagamento na SEFIP/GFIP, sendo que o valor da CPP não recolhida em virtude da substituição

deverá ser lançado no campo de “compensação”.

• No caso da construção civil, obra total, SEFIP/GFIP 155, a informação “compensação” deverá ser informada

para cada obra.

• SEFIP/GFIP 155 – Obra total • Compensação – cota patronal

• --- • SEFIP 150 – Obra parcial

(52)

• DCTF

• A contribuições de (2%) incidentes sobre a receita

serão recolhidos por meio de DARF, deverão ser

iormadas na Declaração de Débitos e Créditos

Tributários Federais (DCTF).

• EFD CONTRIBUIÇÕES

• As empresas que tiveram a contribuição

previdenciária de 20% substituída pela aplicação

da alíquota de (2%) sobre o valor da receita

bruta, estão obrigadas, em relação a esta

contribuição, a adotar a “EFDContribuições”.

(Instrução Normativa RFB nº 1.252/2012).

(53)

• BLOCO P: APURAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO

PREVIDENCIÁRIA SOBRE A RECEITA BRUTA

• A escrituração do Bloco “P” será específica para a

apuração da Contribuição Previdenciária sobre

Receita, efetuada pela pessoa jurídica de forma

autônoma e independente da escrituração de

apuração do PIS/Pasep e da Cofins, constante nos

Blocos “A”, “C”, “D”, “F” e “M”. Trata-se de nova

contribuição, exigível em relação aos fatos

geradores a ocorrer a partir de março de 2012,

não guardando a escrituração do Bloco “P”

qualquer correlação ou vinculação com os

registros informados nos referidos blocos.

(54)

• Multas por entrega em atraso – EFD

• A Lei nº 12.766, de 27 de dezembro de 2012,

estabeleceu novas penalidades pela não entrega de arquivos digitais do SPED, ou atraso na entrega, em substituição à multa anterior de R$ 5.000,00, ao mês ou fração de mês. O art. 8º da referida Lei, em vigor a partir de 28.12.2012, vem a estabelecer:

• O sujeito passivo que deixar de apresentar nos prazos fixados declaração, demonstrativo ou escrituração

digital exigidos nos termos do art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, ou que os apresentar com incorreções ou omissões será intimado para apresentá-los ou para prestar esclarecimentos nos prazos

estipulados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e sujeitar-se-á às seguintes multas:

(55)

• Por apresentação extemporânea:

• R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que, na

última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido;

• R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro real ou tenham optado pelo autoarbitramento;

• As empresas sujeitas a desoneração previdenciária ficam obrigadas a apresentar, mensalmente, a EFD-Contribuições até o 10º dia útil do segundo mês

subsequente a que se refiram à escrituração, (IN RFB nº 1.252/2012).

(56)

SOLUÇÃO DE CONSULTA

(57)

EMPRESAS OPTANTES PELO SIMPLES

• Regras de recolhimento – Instrução Normativa RFB nº

1.436/2013

• (I.N. 1.436/2013...)

• Art. 19. Aplica-se o disposto no art. 1º à empresa que seja optante pelo Regime Especial Unificado de

Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), desde que:

• I - esteja sujeita, mesmo que parcialmente, à

contribuição previdenciária incidente sobre a folha de pagamento, na forma prevista no § 5º-C do art. 18 da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006; e

(58)

• II - sua atividade principal, assim considerada aquela de maior receita auferida ou esperada na forma prevista no art. 17, esteja enquadrada nos grupos 412, 432, 433 ou 439 da CNAE 2.0.

• § 1º A Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP) que esteja de acordo com as condições previstas no caput e exerça, concomitantemente,

atividade enquadrada no Anexo IV em conjunto com outra atividade enquadrada em um dos Anexos I a III e V, da Lei Complementar nº 123, de 2006, contribuirá na forma prevista:

• I - no art. 1º, com relação à base de cálculo referente à parcela da receita bruta auferida nas atividades

enquadradas no Anexo IV da Lei Complementar nº 123, de 2006, à alíquota de 2% (dois por cento); e

(59)

• II - nos Anexos I a III e V da Lei Complementar nº

123, de 2006, com relação às parcelas da receita

bruta relativas às atividades listadas nesses

Anexos.

• § 2º Em relação às empresas de que trata o

caput:

• I - a receita bruta a que se refere o inciso II do art.

2º, será considerada a receita recebida no mês,

no caso de empresas optantes pelo Simples

Nacional que tenham optado, na forma

regulamentada pelo Comitê Gestor do Simples

Nacional (CGSN), pelo regime de caixa de

(60)

• II - a CPRB deverá ser informada, por meio do

Programa Gerador do Documento de

Arrecadação do Simples Nacional - Declaratório

(PGDAS-D), disponível no Portal do Simples

Nacional na Internet, no endereço eletrônico

<www.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional>; e

• III - o recolhimento da CPRB deverá ser realizado

mediante DARF, na forma definida no inciso III do

art. 4º.

• § 3º Aplica-se o disposto no inciso II do § 2º a

partir do período de apuração (PA) janeiro de

2014.

(61)

• GFIP/SEFIP

• As ME e EPP optantes pelo Simples Nacional deverão informar mensalmente, em GFIP, a remuneração dos trabalhadores, destacando-a por estabelecimento. Sendo que para as atividades do anexo I, II, III e V a

empresa informará na SEFIP “campo simples” optante, já para as empresas enquadradas no anexo IV será

informado “campo simples” não optante.

• Retenção Previdenciária

• As ME e EPP optantes pelo Simples Nacional que

prestarem serviços mediante cessão de mão-de-obra ou empreitada não estão sujeitas à retenção

previdenciária, exceto:

• I - a ME ou a EPP tributada na forma do Anexo IV da Lei Complementar nº 123, de 2006, para os fatos

(62)

RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

• Retenção X Desoneração

• No caso de contratação de empresas para a execução dos serviços mediante cessão de mão de obra, na forma

definida pelo art. 31 da Lei no 8.212, de 24 de julho de

1991, e para fins de elisão da responsabilidade solidária prevista no inciso VI do art. 30 da Lei no 8.212, de 24 de

julho de 1991, a empresa contratante deverá reter 3,5% do

valor bruto da nota fiscal ou da fatura de prestação de serviços. (Redação dada pela Lei nº 12.995, de 2014).

• Desta forma percentual de retenção previdenciária que era de 11% (onze por cento) passou, em virtude da

desoneração, para 3,5% (três inteiros e cinco décimos por cento) do valor bruto da nota fiscal ou da fatura de

(63)

• Retenção obrigatória

• A empresa contratante de serviços prestados

mediante cessão de mão-de-obra ou

empreitada, inclusive em regime de trabalho

temporário, a partir da competência fevereiro

de 1999, deverá reter onze por cento ou três e

meio por cento, caso esteja na desoneração,

do valor bruto da nota fiscal, da fatura ou do

recibo de prestação de serviços.

(64)

• Forma de preenchimento da GPS - retenção

• Campo 1

– Razão Social da contratada e da

contratante;

• Campo 3

– utilizar o código 2631- quando o

recolhimento for efetuado por empresas do

setor privado e o código 2640 – quando o

recolhimento for efetuado por Órgão Público.

• Campo 4

– competência (mês e ano) da

emissão da nota fiscal, fatura ou recibo.

• Campo 5

– CNPJ/CGC do prestador de serviço

(65)

• Prazo para recolhimento do Valor Retido

• A importância retida deverá ser recolhida pela empresa contratante até o dia vinte do mês seguinte ao da

emissão da nota fiscal, da fatura ou do recibo de

prestação de serviços, antecipando-se este prazo para o primeiro dia útil quando não houver expediente

bancário naquele dia. (Lei nº 11.933/2009).

• Conceito Cessão de Mão de obra

• Cessão de mão-de-obra é a colocação à disposição da empresa contratante, em suas dependências ou nas de terceiros, de trabalhadores que realizem serviços

contínuos, relacionados ou não com sua atividade fim, quaisquer que sejam a natureza e a forma de

contratação, inclusive por meio de trabalho temporário na forma da Lei nº 6.019, de 1974.

(66)

• Conceito de Empreitada

• Empreitada é a execução, contratualmente

estabelecida, de tarefa, de obra ou de serviço,

por preço ajustado, com ou sem fornecimento

de material ou uso de equipamentos, que

podem ou não ser utilizados, realizada nas

dependências da empresa contratante, nas de

terceiros ou nas da empresa contratada,

(67)

• Serviços sujeitos a retenção na cessão de mão de obra

e empreitada

• limpeza, conservação ou zeladoria • vigilância ou segurança

• construção civil - que envolvam a construção, a

demolição, a reforma ou o acréscimo de edificações ou de qualquer benfeitoria agregada ao solo ou ao

subsolo ou obras complementares que se integrem a esse conjunto, tais como a reparação de jardins ou

passeios, a colocação de grades ou de instrumentos de recreação, de urbanização ou de sinalização de

rodovias ou de vias públicas; • natureza rural

• digitação;

(68)

Serviços sujeitos à retenção somente na cessão

de mão de obra

• I – acabamento

• II – embalagem

• III – acondicionamento

• IV – cobrança

• V - coleta ou reciclagem de lixo ou de resíduos

• VI – copa

• VII – hotelaria

• VIII - corte ou ligação de serviços públicos –

• IX – distribuição –

(69)

• XI - entrega de contas e de documentos • XII - ligação de medidores

• XIII - leitura de medidores

• XIV - manutenção de instalações, de máquinas ou de equipamento • XV - montagem

• XVI - operação de máquinas, de equipamentos e de veículos • XVII - operação de pedágio ou de terminal de transportes • XVIII - operação de transporte de passageiros

• XIX - portaria, recepção ou ascensorista • XX - recepção, triagem ou movimentação • XXI - promoção de vendas ou de eventos • XXII - secretaria e expediente

• XXIII - saúde,

• XXIV - telefonia ou de telemarketing

• É exaustiva a relação dos serviços acima relacionados, porém a

pormenorização das tarefas compreendidas em cada um dos serviços é exemplificativa.

(70)

• Serviços relacionados na Construção Civil – não

retenção

• I - administração, fiscalização, supervisão ou

gerenciamento de obras;

• II - assessoria ou consultoria técnicas;

• III - controle de qualidade de materiais;

• IV - fornecimento de concreto usinado, de massa

asfáltica ou de argamassa usinada ou preparada;

• V - jateamento ou hidrojateamento;

• VI - perfuração de poço artesiano;

• VII - elaboração de projeto da construção civil;

(71)

• VIII - ensaios geotécnicos de campo ou de

laboratório (sondagens de solo, provas de carga,

ensaios de resistência, amostragens, testes em

laboratório de solos ou outros serviços afins);

• IX - serviços de topografia;

• X - instalação de antena coletiva;

• XI - instalação de aparelhos de ar condicionado,

de refrigeração, de ventilação, de aquecimento,

de calefação ou de exaustão;

• XII - instalação de sistemas de ar condicionado,

de refrigeração, de ventilação, de aquecimento,

de calefação ou de exaustão, quando a venda for

realizada com emissão apenas da nota fiscal de

venda mercantil;

(72)

• XIII - instalação de estruturas e esquadrias

metálicas, de equipamento ou de material,

quando for emitida apenas a nota fiscal de

venda mercantil;

• XIV- locação de caçamba;

• XV - locação de máquinas, de ferramentas, de

equipamentos ou de outros utensílios sem

fornecimento de mão-de-obra;

• XVI - fundações especiais

(73)

Retenção Facultativa

• Instrução Normativa RFB nº 971/2009

• De acordo com o art. 164 da Instrução Normativa

RFB nº 971/2009, a contratante de empreitada

total poderá elidir-se da responsabilidade

solidária mediante a retenção de 11% (onze por

cento) do valor bruto da nota fiscal, da fatura ou

do recibo de prestação de serviços contra ela

emitido pela contratada, inclusive o consórcio, a

comprovação do recolhimento do valor retido e a

apresentação da documentação comprobatória

do gerenciamento dos riscos ocupacionais, na

forma prevista no art. 291, observado o disposto

no art. 145.

(74)

• A contratante efetuará o recolhimento do

valor retido em documento de arrecadação

identificado com a matrícula CEI da obra de

construção civil e a denominação social da

contratada.

(75)

• Decreto nº 3.048/99 - Regulamento da Previdência

Social

• De acordo com o art. 220 do Decreto nº 3.048/99, O proprietário, o incorporador definido na Lei n º 4.591, de 1964, o dono da obra ou condômino da unidade

imobiliária cuja contratação da construção, reforma ou acréscimo não envolva cessão de mão-de-obra, são

solidários com o construtor, e este e aqueles com a

subempreiteira, pelo cumprimento das obrigações para com a seguridade social, ressalvado o seu direito

regressivo contra o executor ou contratante da obra e admitida a retenção de importância a este devida para garantia do cumprimento dessas obrigações, não se aplicando, em qualquer hipótese, o benefício de

(76)

• Obs: Considera-se construtor, para os efeitos

deste Regulamento, a pessoa física ou jurídica

que executa obra sob sua responsabilidade,

no todo ou em parte (§ 4º do art. 220 do

(77)

• Contratação por intermédio de construtora

• Não se considera cessão de mão-de-obra, a

contratação de construção civil em que a

empresa construtora assuma a

responsabilidade direta e total pela obra ou

repasse o contrato integralmente (§ 1º do

art.220 do Decreto 3.048/99).

(78)

• Preenchimento da GPS - retenção facultativa

• Retenção Facultativa (Empreitada total)

• Construtora

• Campo 1 – Razão social da contratada e da

contratante

• Campo 2 –

• Campo 3 – CÓDIGO DE PAGAMENTO: 2658

• Campo 4 – Competência.

• Campo 5 – IDENTIFICADOR: CEI da OBRA

• Campo 6 – VALOR RETIDO

(79)

COMPENSAÇÃO

• Compensação X Retenção

• A empresa prestadora de serviços que sofreu

retenção no ato da quitação da nota fiscal, da

fatura ou do recibo de prestação de serviços,

poderá compensar o valor retido quando do

recolhimento das contribuições devidas à

Previdência Social, desde que a retenção

esteja destacada na nota fiscal, na fatura ou

no recibo de prestação de serviços.

(80)

• No caso de empreitada parcial essas

informações, relacionadas à retenção, deverão

ser informadas na SEFIP/GFIP – código 150 –

no campo destinado a retenção.

• No o mês de abril, em virtude da desoneração,

a empresa prestadora deverá informar, além

da retenção, os valores relacionados aos 20%

da cota patronal no campo de compensação.

(81)

• Compensação – outras entidades

• A compensação da retenção somente poderá ser

efetuada com as contribuições devidas à Previdência Social, não podendo absorver contribuições destinadas a outras entidades e fundos, as quais deverão ser

recolhidas integralmente pelo sujeito passivo.

• Compensação em competências subseqüentes – sem

limite de 30%

• Caso a opção seja pela compensação em competências subseqüentes, o crédito em favor da empresa

prestadora de serviços, acrescido de juros, não está sujeito ao limite de trinta por cento.

• Compensação – Décimo Terceiro Salário

• Os valores retidos no mês de dezembro poderão ser compensados com as contribuições devidas em

(82)

• Compensação – estabelecimento

diversos/obras

• Se após a compensação efetuada pelo

estabelecimento que sofreu a retenção restar

saldo, este valor poderá ser compensado por

qualquer outro estabelecimento da empresa

cedente da mão de obra, inclusive nos casos

de obra de construção civil mediante

empreitada total, na mesma competência ou

em competências subseqüentes.

(83)

• Compensação – Contribuição Previdenciária

Receita Bruta

• A empresa prestadora de serviços que sofreu

retenção no ato da quitação da nota fiscal, da

fatura ou do recibo de prestação de serviços,

poderá compensar o valor retido quando do

recolhimento das contribuições previdenciárias,

inclusive as devidas em decorrência do décimo

terceiro salário, desde que a retenção esteja:

• I - declarada em GFIP na competência da emissão

da nota fiscal, da fatura ou do recibo de

prestação de serviços, pelo estabelecimento

responsável pela cessão de mão de obra ou pela

execução da empreitada total; e

(84)

• II - destacada na nota fiscal, na fatura ou no

recibo de prestação de serviços ou que a

contratante tenha efetuado o recolhimento

desse valor.

• Compensação – Contribuição Previdenciária

Receita Bruta

• A compensação de débitos da CPRB com os

créditos será efetuada por meio do programa

PER/DCOMP

(Redação dada pela Instrução

Normativa RFB nº 1557, de 31 de março de

2015)

.

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