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Academic year: 2021

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(1)

6670

6670 – – Promoção da Saúde Promoção da Saúde

Curso de Aprendizagem

Curso de Aprendizagem

Informática de Sistemas

(2)

C

C

ONTEÚDOS

ONTEÚDOS

•• Prevenção da saúdePrevenção da saúde

••  Alimentação racional e desvios ali Alimentação racional e desvios alimentaresmentares ••  Actividade física e repouso Actividade física e repouso

•• Sexualidade e planeamento familiarSexualidade e planeamento familiar

•• Doenças da actualidade (sida e outras patologiasDoenças da actualidade (sida e outras patologias

contemporâneas) e toxicodependências contemporâneas) e toxicodependências

•• Causas, sintomas, formas de prevenção, deCausas, sintomas, formas de prevenção, de

transmissão e de tratamento transmissão e de tratamento

•• Organizações da sociedade civil que prestamOrganizações da sociedade civil que prestam

apoio a portadores de diferentes patologias ou apoio a portadores de diferentes patologias ou dependências

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C

C

ONTEÚDOS

ONTEÚDOS

•• Prevenção da saúdePrevenção da saúde

••  Alimentação racional e desvios ali Alimentação racional e desvios alimentaresmentares ••  Actividade física e repouso Actividade física e repouso

•• Sexualidade e planeamento familiarSexualidade e planeamento familiar

•• Doenças da actualidade (sida e outras patologiasDoenças da actualidade (sida e outras patologias

contemporâneas) e toxicodependências contemporâneas) e toxicodependências

•• Causas, sintomas, formas de prevenção, deCausas, sintomas, formas de prevenção, de

transmissão e de tratamento transmissão e de tratamento

•• Organizações da sociedade civil que prestamOrganizações da sociedade civil que prestam

apoio a portadores de diferentes patologias ou apoio a portadores de diferentes patologias ou dependências

(4)

P

P

REVENÇÃO

REVENÇÃO DA

DA SAÚDE

SAÚDE

 A

 A definição definição de de saúde saúde da da OrganizaOrganizaçãoção Mundial de Saúde (OMS) é muito mais do Mundial de Saúde (OMS) é muito mais do que ausência de doença.

que ausência de doença.

 A

 A saúde devsaúde deve ser entee ser entendida comndida como o sentio o sentidodo  positivo d

 positivo de bem-estar e bem-estar que envoque envolve todos lve todos osos aspectos da vida

aspectos da vida – – físico, emocional e físico, emocional e social.

(5)

P

P

ROMOÇÃO

ROMOÇÃO DA

DA

 S

 S

 AÚDE

 AÚDE

Processo através do qual indivíduos e Processo através do qual indivíduos e comunidades se tornam capazes de comunidades se tornam capazes de aumentar o controlo sobre os determinantes aumentar o controlo sobre os determinantes da saúde e, assim, desenvolver a sua da saúde e, assim, desenvolver a sua própria saúde.

(6)

O

O

RGANIZAÇÕESRGANIZAÇÕES

/O

/O

RGÃOSRGÃOS PROMOTORESPROMOTORES DA

DA

 S

 S

 AÚDE AÚDE

•• OMSOMS – – Organização Mundial da Saúde Organização Mundial da Saúde •• Carta de BangkokCarta de Bangkok

•• Carta de OtawaCarta de Otawa

•• Instituto Nacional de Saúde DoutorInstituto Nacional de Saúde Doutor

Ricardo

(7)

P

ROMOÇÃO DA

 S

 AÚDE

•  A saúde e o bem-estar dependem dos estilos

de vida, que por sua vez são determinados por factores individuais, sociais e de outras áreas ambientais.

•  A consciencialização e participação do

cidadão, a chamada capacitação do cidadão na promoção da saúde e prevenção da doença é a única forma eficaz de obter ganhos em saúde.

(8)

P

ROMOÇÃO DA

 S

 AÚDE

Com a promoção da saúde,

surge a noção da

“saúde

como um

recurso”

  e de esta

ser

um

“empreendimento

(9)

F

 ATORES DETERMINANTES DA

 S

 AÚDE Condições Sócio-Económicas Tabaco, alcool  Atividade Física Comportamentos das pessoas em relação a si mesmas e aos outros  Alimentação

(10)

P

ROMOÇÃO DA

 S

 AÚDE

 As principais causas de morte

prematura e de invalidez são:

 –

os acidentes e as lesões físicas,

 –

as perturbações mentais,

 –

o cancro

 –

e ainda as doenças circulatórias e

(11)

Como evitar estes fatores?

 –

prevenção e promoção eficazes

 –

Informação ao público

 –

 A legislação e a regulamentação,

(por exemplo, sobre o uso do cinto de

segurança, a segurança rodoviária e as

restrições

quanto

ao

conteúdo,

comercialização e uso dos produtos do

tabaco, constituem uma base essencial

para apoiar os esforços de prevenção)

(12)

P

ROMOÇÃO DA

 S

 AÚDE

 As medidas de promoção da saúde

são particularmente eficazes quando

recorrem a métodos que ajudam os

consumidores a fazer melhores

escolhas na vida quotidiana.

 –

local de trabalho, a escola ou mesmo a

prisão, podem desempenhar um papel

importante a este respeito.

(13)

P

ROMOÇÃO DA

 S

 AÚDE E A

 E

SCOLA

(E

DUCAÇÃO PARA A

 S

 AÚDE

)

a Escola tem um papel importante,

assumindo a promoção da saúde

como um processo quotidiano que

concorre para a criação de um

«estado de bem-estar físico, psíquico

e social, e não a mera ausência de

doença» (OMS) dos seus alunos e

profissionais.

(14)

P

ROMOÇÃO DA

 S

 AÚDE E A

 E

SCOLA

(E

DUCAÇÃO PARA A

 S

 AÚDE

)

 A educação para a saúde faz-se,

 – por um lado, na continuidade das experiências

dos vários contextos educativos (por exemplo, na ligação da Família à Escola)

 – por outro lado, exige uma complementaridade de

diferentes vivências possíveis em contextos diversos (a escola, a família, a «rua», as associações desportivas e culturais, etc.), que favoreçam o desenvolvimento de uma identidade própria, do pensamento crítico, da capacidade de escolher, em suma, da autonomia.

(15)

P

ROMOÇÃO DA

 S

 AÚDE E A

 E

SCOLA

(E

DUCAÇÃO PARA A

 S

 AÚDE

)

• Devem contar, ainda e sempre, com a

participação activa de toda a Comunidade Educativa, essencial na criação de condições que reforcem factores de protecção:

 – Boa auto-estima,

 – Competências de relacionamento interpessoal,

 – Famílias com envolvimento afectivo e padrões de

comunicação claros,

 – Comunidades que promovam o fortalecimento dos

(16)

P

ROMOÇÃO DA

 S

 AÚDE E A

 E

SCOLA

(E

DUCAÇÃO PARA A

 S

 AÚDE

)

• E que, ao mesmo tempo, minimizem os factores

de risco:

 – Baixa auto-estima;

 – Fraca tolerância à frustração,

 – Problemas de saúde mental,

 – Desvalorização das normas e regras,

 – Pouca resistência à pressão de pares na

adolescência,

 – Insucesso escolar e fraca ligação à escola,

 – Famílias com disfunções ao nível da comunicação

(17)

 A

LIMENTAÇÃO RACIONAL E DESVIOS  ALIMENTARES

 A Alimentação

Comer é essencial para a vida. As necessidades alimentares dependem da idade, sexo, estado de saúde e nível de esforço físico…

(18)

 A

LIMENTAÇÃO RACIONAL E DESVIOS  ALIMENTARES

•  As escolhas alimentares são influenciadas por vários

factores: Disponibilidade dos Alimentos • situação geográfica, • clima e temperatura, • factores políticos e económicos, • tradições Orçamento • Famílias • Pares • Crenças relacionadas com a saúde Fatores Estéticos • gosto, • aparência, •  odor, •  textura dos alimentos • disponibilidade, • publicidade Fatores Sócio Económicos superstições, religião, tradições, tabus

(19)

 A

LIMENTAÇÃO RACIONAL E DESVIOS  ALIMENTARES

 A alimentação fornece a energia, e os nutrientes necessários ao crescimento, trabalho, divertimento, pensamento, aprendizagem, bem como, aumenta a resistência a certas doenças.

(20)

 A

LIMENTAÇÃO RACIONAL E DESVIOS  ALIMENTARES

O nosso organismo necessita de:

• Uma alimentação equilibrada - a ingestão

de uma grande variedade de alimentos em quantidades adequadas ao desgaste energético diário e à fase da vida em que nos encontramos.

(21)

 A

LIMENTAÇÃO RACIONAL E DESVIOS  ALIMENTARES

O nosso organismo necessita de:

• um conjunto de nutrientes para funcionar

correctamente. A abundância ou escassez de qualquer um deles pode levar ao desequilíbrio dos sistemas orgânicos, originando problemas de saúde, mais ou menos graves.

(22)

 A

LIMENTAÇÃO RACIONAL E DESVIOS  ALIMENTARES

(23)

 A

LIMENTAÇÃO RACIONAL

- R

EGRAS PARA UMA ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA

Dividir a alimentação em 3 refeições principais e 3 lanches intermediários. Isso evita que se coma "porcarias" entre as refeições, aumenta o trabalho intestinal (pois haverá estímulo constante do trato digestivo) e aumenta o gasto de energia para o metabolismo dos alimentos. Além disso, pequenos volumes ingeridos várias vezes ao dia fazem com que um estômago dilatado volte aos poucos ao normal.

(24)

 A

LIMENTAÇÃO RACIONAL

- R

EGRAS PARA UMA ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA

Deve-se mastigar no mínimo 30 vezes cada garfada. Esta acção proporciona uma melhor digestão e um melhor aproveitamento dos nutrientes, maior gasto de energia e uma menor ingestão alimentar, pois comendo devagar, uma menor quantidade de alimentos fará com o indivíduo se sinta saciado.

(25)

 A

LIMENTAÇÃO RACIONAL

- R

EGRAS PARA UMA ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA

Deve-se ingerir muito líquido, principalmente água (2 a 3 litros) para a manutenção das funções normais do organismo, mas sempre no intervalo das refeições.

(26)

 A

LIMENTAÇÃO RACIONAL

- R

EGRAS PARA UMA ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA

O açúcar deve ser diminuído ou substituído por algum outro adoçante. É muito calórico e não traz benefícios à saúde.

(27)

 A

LIMENTAÇÃO RACIONAL

- R

EGRAS PARA UMA ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA

 As fibras devem fazer parte da ingestão diária para assegurar um bom funcionamento intestinal e para auxiliar na prevenção e tratamento de doenças como o aumento do colesterol e cancro do cólon.  Além disso, alimentos ricos em fibras

reduzem a sensação de fome. Recomenda-se o consumo de 20 a 30g de fibras por dia.

(28)

 A

LIMENTAÇÃO RACIONAL

- R

EGRAS PARA UMA ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA

O exercício físico, quando praticado de forma correcta e orientado por um profissional especializado, acelera a queima da gordura armazenada, auxiliando na redução de peso.

(29)

 A

LIMENTAÇÃO RACIONAL

- R

EGRAS PARA UMA ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA

Fazer as refeições em lugar tranquilo e sem pressa. Nunca se deve comer andando, vendo televisão ou discutindo com alguém. O ambiente deve ser calmo para que as frustrações não sejam descontadas no prato de comida. Com pressa, o indivíduo come exageradamente sem perceber, pois demora mais tempo para sentir saciedade.

(30)

 A

LIMENTAÇÃO RACIONAL

- R

EGRAS PARA UMA ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA

Não dormir logo após as refeições e não comer alimentos pesados à noite, pois nesse período a digestão é mais lenta e difícil.

(31)

D

ESVIOS

A

LIMENTARES Anorexia

 A anorexia nervosa, também simplesmente conhecida como anorexia, é um transtorno alimentar que provoca no indivíduo tanto medo de ganhar peso e/ou gordura corporal que ele(a) limitará severamente a quantidade de comida que ingere. Por vezes, os anoréxicos também fazem exercício em excesso, numa tentativa de queimar as calorias que ingeriram, para não ganharem peso extra.

(32)

D

ESVIOS

A

LIMENTARES Bolimía

 A bulimia nervosa, habitualmente denominada de bulimia, é um transtorno alimentar marcado por episódios de voracidade seguidos de purgas. Durante um episódio de voracidade, um bulímico ingere uma grande quantidade de comida de uma só vez, mas depois purga-a, quer induzindo vómitos, quer tomando um laxante ou diurético.

(33)

D

ESVIOS

A

LIMENTARES

Compulsão Alimentar

 A compulsão alimentar é um transtorno alimentar comum, em que um indivíduo consome regularmente uma grande quantidade de comida de uma vez só, ou «depenica» constantemente, mesmo quando não tem fome ou se sente fisicamente desconfortável por comer tanto.

(34)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

• “qualquer movimento associado à contracção

muscular que faz aumentar o dispêndio de

energia acima dos níveis de repouso”.

• Esta definição ampla inclui todos os

contextos da actividade física, ou seja, a actividade física em momentos de lazer (incluindo a maioria das actividades desportivas e de dança), actividade física ocupacional, actividade física em casa ou perto de casa, e a actividade física ligada ao transporte.

(35)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

 A actividade física, a saúde e a qualidade de vida estão intimamente relacionadas entre si. O corpo humano foi concebido para se movimentar e como tal necessita de actividade física regular com vista ao seu funcionamento óptimo e de forma a evitar doenças. Está provado que um estilo de vida sedentário constitui um factor de risco para o desenvolvimento de diversas doenças crónicas, incluindo doenças cardiovasculares, uma das principais causas de morte no mundo ocidental.

(36)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

 Além disso, levar uma vida activa apresenta muitos outros benefícios, sociais e psicológicos, existindo uma ligação directa entre a actividade física e a esperança de vida, já que as populações fisicamente activas tendem a viver mais tempo do que as populações inactivas.

(37)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

 As pessoas sedentárias que

passam a ter uma actividade física

afirmam sentir-se melhor, dos

pontos de vista quer físico quer

psicológico, e usufruem de uma

melhor qualidade de vida.

(38)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

 A Organização Mundial de Saúde

 –

OMS

 –

  reconhece a grande

importância da actividade física

para a saúde física, mental e

social, capacidade funcional e

bem-estar

de

indivíduos

e

(39)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

 Aponta para a necessidade de políticas e programas que levem em conta as necessidades e possibilidades das diferentes populações e sociedades, com o objectivo de integrar a actividade física ao dia-a-dia de todas as faixas de idades, incluindo mulheres, idosos, trabalhadores e portadores de deficiências, em todos os sectores sociais, especialmente na escola, no local de trabalho e nas comunidades.

(40)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

 A actividade física é:

•  Para o indivíduo: um forte meio de

prevenção de doenças;

•  Para os governos: um dos métodos com

melhor custo-efectividade na promoção da saúde de uma população

(41)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

Vantagens da actividade física regular:

• Reduz o risco de morte prematura;

• Reduz o risco de morte por doenças

cardíacas ou AVC, que são responsáveis por 30% de todas as causas de morte;

• Reduz o risco de vir a desenvolver doenças

cardíacas, cancro do cólon e diabetes tipo 2;

•  Ajuda a prevenir/reduzir a hipertensão, que

(42)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

Vantagens da actividade física regular:

•  Ajuda a controlar o peso e diminui o risco

de se tornar obeso;

•  Ajuda a prevenir/reduzir a osteoporose,

reduzindo o risco de fractura do colo do fémur nas mulheres;

• Reduz o risco de desenvolver dores

lombares e pode ajudar o tratamento de situações dolorosas, nomeadamente dores lombares e dores nos joelhos;

(43)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

Vantagens da actividade física regular:

•  Ajuda o crescimento e manutenção de

ossos, músculos e articulações saudáveis;

• Promove o bem-estar psicológico, reduz o

stress, ansiedade e depressão;

•  Ajuda a prevenir e controlar

comportamentos de risco, especialmente em crianças e adolescentes.

(44)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

Os benefícios para a saúde geralmente são obtidos através de pelo menos de 30 minutos de actividade física cumulativa moderada, todos os dias. Este nível de actividade pode ser atingido diariamente através de actividades físicas agradáveis e de movimentos do corpo no dia-a-dia, tais como caminhar para o local de trabalho, subir escadas, jardinagem, dançar e muitos outros desportos recreativos.

(45)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

Benefícios adicionais podem ser obtidos através de actividade física diária moderada de longa duração:

• Crianças e adolescentes necessitam 20

minutos adicionais de actividade física vigorosa, 3 vezes por semana;

• O controlo do peso requer pelo menos 60

minutos diários de actividade física vigorosa/moderada.

(46)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

Uma boa capacidade física depende do desempenho global do nosso corpo, que por sua vez depende do desenvolvimento de quatro factores:

• CAPACIDADE CARDIO-RESPIRATÓRIA

É a capacidade do coração bombear o sangue oxigenado a todas as partes do corpo.

(47)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

 A capacidade cárdio-respiratória desenvolve-se através de actividades físicas que envolvam grandes grupos musculares, com movimentos repetitivos, durante um período de tempo superior a 15 minutos (ex: ciclismo, natação, remo, caminhada, corrida, etc.)

(48)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

CAPACIDADE DE TRABALHO MUSCULAR É indispensável para a aptidão física/saúde, manter níveis de força e resistência adequados. Indivíduos que, para além de exercícios aeróbios realizam exercícios de força e resistência muscular, estão menos sujeitos às fadigas musculares localizadas e os aumentos de pressão arterial sistólica (máxima) durante esforços físicos intensos são menores.

(49)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO

FLEXIBILIDADE

É a capacidade de movimentar as articulações com amplitude e sem dor. Todos os movimentos humanos para serem realizados de uma forma económica e com amplitude necessitam de uma certa flexibilidade (uns mais que outros). Executar alongamentos melhora a flexibilidade prevenindo dores nas costas e nos músculos.

(50)

 A

CTIVIDADE FÍSICA E DESPORTO COMPOSIÇÃO CORPORAL

Tem duas componentes, o peso correspondente à massa gorda e o peso correspondente à massa magra. Há pessoas pesadas que não são gordas e pessoas com o peso ideal mas com níveis de massa gorda excessivos.

Nos homens, quando a % de massa gorda estiver abaixo de 15% estão bem e acima de 25% são considerados obesos. Nas mulheres um nível de massa gorda abaixo de 20% é considerado bom, e acima de 33% é considerado obesidade.

Referências

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