A Capal concluiu sua rodada de reuniões semestrais, realizadas na matriz e nas filiais, reunindo 188 associados. A reunião tem finalidade de apresentar aos sócios o desempenho, os números e resultados da Cooperativa no primeiro semestre do ano. Além disso, o cooperado pode acompanhar neste momento o
andamento das atividades, obras e investimentos da Cooperativa.
Para Marco Rumen, gerente financeiro da Capal que conduziu as reuniões, este é um momento especial, de contato mais próximo com os associados de cada Unidade, onde o Presidente e os Gerentes têm a oportunidade de explanar sobre o andamento dos negócios da Cooperativa, além de ouvir diretamente do cooperado local suas demandas, esclarecer dúvidas e também comentar sobre os investimentos em estudo. São encontros muito produtivos e com boa participação dos cooperados.
Os números foram apresentados em dois cenários, o consolidado, de toda a Cooperativa, e o individual, focado em cada filial, facilitando assim a compreensão do produtor de cada região.
Joel Alvarenga, cooperado que participou da reunião em Joaquim Távora conta que a reunião é um momento de grande importância, pois mantém o associado atualizado.
“Me chamou a atenção a grande expansão da Cooperativa, os números expressivos de crescimento são admiráveis”, diz o produtor.
Já para o associado Joel Carvalho Gomes, o que impressiona é a manutenção dos números positivos mesmo em um período de crise. “Isso reflete a eficiência da administração”, afirma.
A Capal conta hoje com mais de 2 mil associados e prevê para esse ano um faturamento de R$ 980 milhões.
PALESTRA QUALIDADE DO LEITE
No dia 22 de julho produtores de leite de Arapoti se reuniram para tratar da qualidade do leite e boas práticas no manejo de ordenha.
A palestra foi ministrada por Heffernan Macedo, realizada pela Capal em parceria com a Hypred. Os produtores puderam tirar dúvidas e aprender
As paisagens de inverno rendem belos
registros. Envie suas fotos!
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Data
Horário
Atividade
12/ago
13 – 18h
Admissão dos animais
Quarta-feira
13/ago
8 - 12h
Admissão dos animais
Quinta-feira
15h30
Encontro de Suinocultores
19h
Apresentação artística
9h
Palestras: “Avanço no tratamento de mastites” com Professor Marcos
Veiga dos Santos (FMVZ – USP) e “Gestão de pessoas e motivação na
produção de leite” com Éber Silva Júnior, Psicólogo especializado em
gestão do agronegócio e motivação.
14/ago
11h30
Abertura
Sexta-feira
13h30
Clube de Bezerras
14h30
Julgamento Gado Jovem
19h
Apresentação artística
15/ago
9h
Julgamento Gado Adulto
Sábado
14h
Premiação/Encerramento
Mais de mil pessoas serão beneficiadas com os cobertores
arrecadados na Campanha do Cobertor da Capal
Neste mês foram entregues os cobertores arrecadados na campanharealizada entre associados e funcionários da Capal. No total, 1.104 cobertores foram doados conforme arrecadados, nas cidades de Arapoti, Wenceslau Braz, Taquarivaí, Taquarituba, Carlópolis, Joaquim Távora e Itararé.
A coordenadora de Ação Social de Taquarituba, Eliana Milioni Gomes, agradeceu a doação e salientou a importância desta iniciativa. “Deixo a certeza de que este gesto será de grande relevância social para a comunidade”, afirma.
Em Arapoti a secretária de Assistência Social Fabiana Kluppel Lisboa recebeu a doação e afirmou que os cobertores serão muito bem aproveitados. “Já distribuímos algumas peças no início do inverno e agora poderemos complementar a doação, principalmente para as famílias maiores”.
Confira a quantidade de cobertores arrecadados em cada unidade: - Taquarivaí: 168 - Itararé: 146 - Arapoti: 524 - Wenceslau Braz : 54 - Taquarituba : 141 - Carlópolis : 35
- Joaquim Távora: 36 Em Itararé os cobertores foram doados para o Asilo e para a Santa Casa.
Arapoti
Wenceslau Braz
Em Taquarituba, funcionários e o cooperado Jorge Ishizuka Coordenadoria Municipal de Ação Social
Fica sempre um pouco de perfume
Nas mãos que oferecem rosas
Nas mãos que sabem ser generosas
Dar o pouco que se tem a quem tem menos ainda
Enriquece o doador, faz sua alma ainda mais linda
Dar ao próximo alegria, parece coisa tão singela
Aos olhos de Deus, porém, é das artes a mais bela
(autor desconhecido)
A Capal agradece a todos os associados e funcionários que colaboraram nesta campanha, colocando em prática e tornando mais visível o espírito de cooperação e solidariedade.
ESPAÇO FOTO
AVISO
Importante
06/08 – quinta-feira - Feriado em Carlópolis
Não haverá expediente na filial neste dia.
Ensaio de trigo da Fundação ABC em Paranapanema.
Foto enviada por Humberto Dalcin Cevada em Itapetininga.
CLASSIFICADOS
VENDA
Massey Fergusson modelo 4275, 4 x 4, 2014, com 458 horas. Acompanha lâmina, concha e suporte para bag.
John Deere modelo 7715, 2009, com 5640 horas. R$ 145.000,00 Tratar com Moreto - 43 9664 2132
VENDA
Ceiflex ano 2010 com pouco uso. Valor 60.000,00. Aceita troca.
A máquina está em Itaberá-SP .
Tratar com Rodrigo 15-99121-6828
VENDA
Trator Valmet 1580, ano 1997 motor 0 Km, câmbio e hidráulico revisado ,
pneus novos recapados. R$ 60.000,00
COMPRO
Grade niveladora Tatu ou Baldan, 52 discos de 22”, hidráulica , semi nova
modelo GNDH
Ricardo Battaglin - 15 – 99771-2794 - Taquarivaí
VENDA
15 novilhas, com cerca de 1 ano de idade. Tratar com Sybren de Jong – 43 9693 6651
VENDA
100 metros de canzis de madeira. Tratar com Cristóvam - 43 99113464 - Wenceslau Braz
VENDA
Novilhas holandesas registradas, prenhas de sêmen sexado. Tratar com William van der Goot – 43 9979 7000 ALUGA
Casa no Bairro Rincão, em Arapoti, em ótimo estado de conservação. Sala/cozinha/banheiro/lavabo/lavanderia/4 quartos/ garagem coberta para 2 carros. Contato 43 8477 2393 - Willem Salomons
VENDA
Novilhas jersolandas. Tratar com Marcelo Trenti (043) 9186-2454
VENDA
Bolas de pré secado de aveia e palha de trigo e de aveia. Tratar com Harry van Noort – 9979 1903 ou 3557 3134
VENDA
Pulverizador AD18 2003 S10 cabine simples 2008 4x4
Trator Valtra BM 100 - 2012 - 2850 horas. Tratar Adilson Gomes - 14-99746-8326 – Taquarituba-SP
VENDA
Plataforma de milho Marca Stara, ano 2011, com 9 linhas de 50 cm, que pode ser ajustada para qualquer espaçamento. Valor: R$ 45.000,00
Informações do mercado agropecuário
Indicadores financeiros
US$ Comercial - Venda 30/07 R$ 3,399 TJLP 5,00 % a.a.
Poupança 30/07 Nova – 0,7334 % a.m. MILHO
FUTURO
CIF Guarujá entrega outubro/2015 e pagamento novembro/2015
Comprador: R$ 29,10 Vendedor: sem indicação CIF Guarujá entrega novembro/2015 e pagamento dezembro/2015
Comprador: R$ 29,50 Vendedor: sem indicação
MILHO Arapoti-Pr Comprador: R$ 24,50 Vendedor: R$ 27,00 W.Braz-Pr Comprador: R$ 24,00 Vendedor: R$ 26,00 SOJA
Disponível CIF Ponta Grossa R$ 74,50 Entrega abril/2016 e
pagamento maio/2016 - CIF Ponta Grossa/PR R$ 72,00 TRIGO (nominal) Superior R$ 630,00 FOB Intermediário R$ 470,00 (T-2) R$ 450,00 (T-3) MILHO Itararé-Sp Comprador: R$ 24,00 Vendedor: 24,50 Taquarituba/Taquarivaí-Sp Comprador: R$ 25,00 Vendedor: R$ 26,00/26,50 SOJA
Disponível CIF Santos R$ 73,50 Entrega março/2016 pagamento
abril/2016 – CIF Guarujá R$ 74,60 Entrega abril/2016 pagamento
maio/2016 – CIF Guarujá R$ 74,20
TRIGO (nominal)
Superior
R$ 640,00 FOB – SP (falling number mínimo de 250)
Intermediário
R$ 500,00 (T-2) R$ 480,00 (T-3)
FEIJÃO – PREÇOS NA BOLSINHA – SÃO PAULO
Variedade Carioca 27/07/15 Min. Máx. 28/07/15 Min. Máx. 29/07/15 Min. Máx. 30/07/15 Min. Máx. 31/07/15 Min. Máx. Pérola/Gol 9 – 10 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot Pérola 9 – 9 S/Cot 130,00 S/Cot 130,00 S/Cot 135,00 S/Cot 130,00 S/Cot 130,00 Pérola 8,5 – 9 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot Pérola/ Bola Cheia 8 – 8 S/Cot 120,00 S/Cot 120,00 S/Cot 120,00 S/Cot 120,00 S/Cot 120,00 Pérola/Bola Cheia 7 – 7 S/Cot 115,00 S/Cot 115,00 S/Cot 115,00 S/Cot 115,00 S/Cot 115,00 Pérola/Bola Cheia 6 – 7 S/Cot 90,00 S/Cot 90,00 S/Cot 90,00 S/Cot 90,00 S/Cot S/Cot Pérola/Bola Cheia 5 – 7 S/Cot 55,00 S/Cot 55,00 S/Cot 55,00 S/Cot 55,00 S/Cot S/Cot
DÓLAR - O dólar registrou forte alta sobre o real nesta quinta-feira e encostou no patamar de R$3,38, acompanhando o
fortalecimento da divisa nos mercados externos diante de expectativas de altas de juros nos EUA ainda neste ano e preocupações com a desaceleração da China. A moeda norte-americana avançou 1,25%, a R$3,371 na venda, maior patamar desde 27 de março de 2003, quando fechou negociada a R$3,386 na venda, e após cair mais de 1% na véspera. O crescimento econômico dos EUA acelerou no segundo trimestre, sugerindo ímpeto que pode deixar o Federal Reserve, banco central dos EUA, mais perto de elevar a taxa de juros neste ano. A alta dos juros norte-americanos pode atrair para a maior economia do mundo recursos atualmente aplicada no Brasil, cenário corroborado pela sinalização de que o Banco Central brasileiro não deve voltar a elevar os juros básicos tão cedo após aumentar a taxa básica de juros em 0,50 ponto percentual na véspera, a 14,25%. Preocupações com a desaceleração da economia chinesa em meio ao tombo das bolsas do país também sustentaram a aversão a risco. A tendência para a moeda norte-americana no curto prazo é que continue apresentando volatilidade, em meio a um cenário externo preocupante e sem alívio no front doméstico, onde seguem os receios políticos e econômicos. No mercado local, somava-se ao persistente quadro de apreensão com a situação fiscal e com as turbulências políticas no Brasil a indefinição sobre a intervenção do BC no câmbio, após o salto recente da moeda dos EUA, que tende a pressionar a inflação ao encarecer importados.
Os contratos futuros da soja subiram nesta quinta-feira na bolsa de Chicago, em meio a sinais de que o crescimento da demanda de exportação ameaça reduzir os suprimentos já apertados dos EUA. Agentes exportadores relataram a venda de 650 mil toneladas de soja grão dos EUA para a China, depois das quedas acumulados nos preços da oleaginosa. Por outro lado, as previsões climáticas amenas e favoráveis ao desenvolvimento das lavouras norte-americanas limitaram altas mais consistentes nos preços do grão. De certa forma, o mercado passa a evitar liquidações mais significativas de posições aguardando uma melhor definição do quadro de oferta e demanda que o próximo relatório do USDA deverá apresentar. Vale ressaltar também que o mercado da oleaginosa ainda está exposto à volatilidade frente ao humor dos mercados financeiros. No Brasil, a junção positiva ocasionada pelos ganhos no câmbio, associada à firmeza nos preços internacionais da soja colaboraram para formação de valores mais firmes. A demanda por lotes disponível no spot ainda é ditada pela perspectiva de uma manutenção do fluxo dos embarques no período de entressafra do país. Nas principais zonas portuárias do país, os preços tanto no spot como visando lotes da nova safra registraram altas.
Soja
Soja
Mercado brasileiro de suínos prossegue a semana apresentando maior acomodação nas cotações do animal vivo em praticamente todas as praças. Os compradores continuaram fracionando ou postergando seus pedidos ao estritamente necessário, fazendo com que as vendas de carcaças in
natura para o comércio de São Paulo tivessem mais um dia de volumes fracos. Contudo, o ambiente de negócios
seguiu disputado, mas os fechamentos ficaram dentro das faixas, com cada um fazendo o melhor frente às oportunidades. No mercado físico de cevados do interior paulista, a manutenção do equilíbrio entre oferta e demanda garantiu a estabilidade dos preços.
Suínos
Trigo
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerrou as operações com trigo desta quinta-feira com preços mais baixos. O resultado das exportações semanais americanas sustentou o mercado na maiorparte do dia. Mas a firmeza do dólar sinaliza que a demanda poderá desaquecer no curto prazo. O mercado brasileiro de trigo segue operando com reduzido volume de negócios. Os produtores, olhando para a paridade de importação, inflacionada pela depreciação cambial, tentam elevar as pedidas. Porém, encontram os moinhos abastecidos e aguardando que com o ingresso da próxima safra a oferta aumente e pressione as cotações. No Norte do Paraná a previsão é de que as primeiras lavouras comecem a serem ceifadas em 15 dias. Apesar das dificuldades climáticas, até o momento não há registro de perdas significativas. Isso serve como argumento para que os compradores se mantenham na defensiva e sigam processando apenas os estoques adquiridos anteriormente. Além disso, o consumo de farinha no varejo permanece baixo, obrigando muitos moinhos a reduzirem a intensidade da moagem. No Rio Grande do Sul, onde o ingresso de colheita ocorre apenas em meados de outubro, os moinhos demonstram um maior interesse. Os produtores gaúchos que possuem os lotes remanescentes estão menos flexíveis em relação a preços.
Os valores dos contratos de milho negociados na Bolsa de Chicago se firmaram, com caçadores de barganhas e compradores técnicos marcando presença no mercado após os preços caírem em uma mínima de cinco semanas. Além do caráter técnico do dia, o mercado do cereal também encontrou suporte às altas pelo relatório de vendas de milho dos EUA para exportação. Os agentes também estão de olho nos radares meteorológicos, os quais apontaram chuvas acima do normal e temperaturas abaixo da média para os próximos dias. Por outro lado, as altas foram limitadas pela maior disputa pelo demanda externa entre o produto dos EUA e de outros fornecedores globais como Brasil e Argentina. O fato de consumidores de milho nos EUA ter realizado compra no Brasil, por exemplo, demonstra a falta de competitividade do produto norte-americano. No Brasil, apesar da firmeza da paridade internacional, as indicações de preço nas principais zonas portuárias do país se encontraram mais fragilizadas. A enorme disponibilidade de lotes a termo na mão das tradings exportadoras diminui a necessidade de coberturas urgentes. No interior do país, por sua vez, a pressão baixista foi exercida pelo fraco interesse de compra associada à maior oferta do grão no mercado interno com a evolução da colheita da segunda safra.
Soja
Informações do mercado agropecuário
Novas e fortes quedas nos preços dos lácteos negociados no leilão GDT. Os preços são recordes de baixa e o cenário de curto/médio prazo (próximos 6 meses, pelo menos) é de preços nos patamares atuais ou ainda menores.
O cenário é uma conjunção de oferta e demanda que tem levado a preços cada vez mais baixos. Do lado da oferta, o forte ajuste de preços dos derivados levou a uma também já conhecida redução dos valores em dólares pagos aos produtores nos diferentes mercados (gráfico 1).
A produção internacional de leite mantém-se estável este ano, cerca de 0,2% acima dos volumes do ano passado. E, independentemente do crescimento e/ou queda em relação aos volumes do ano passado, a perspectiva para o segundo semestre é de aumento na oferta global de leite no mundo, seja pelo pico da safra de Nova Zelândia e Austrália (normalmente entre setembro e novembro) ou pela safra de Uruguai e Argentina (que ocorre neste mesmo período e nos afeta muito mais diretamente).
Se, de um lado, os preços caem e a produção (ainda) não, do outro lado a demanda internacional segue abaixo dos patamares do ano passado. Os chineses seguem comprando menos do que compraram no ano passado (as importações chinesas de leites em pó são, este ano, quase 50% menores que em 2014) e não há nenhuma perspectiva clara de que voltarão ao mercado no curto/médio prazos. Mudanças de cenário? Provavelmente só a partir do primeiro semestre de 2016.
Neste cenário, as importações de lácteos (notadamente leites em pó da Argentina e, principalmente, do Uruguai) seguem crescendo. E, num mundo globalizado e, apesar de sermos um mercado protegido por uma alíquota de importação de 28% para lácteos de fora do Mercosul (ou maior do que isso, dependendo da origem), nossos preços de importação seguem a mesma tendência de queda dos valores praticados no mercado internacional.
Conforme já comentamos em análises anteriores, estes preços cada vez mais baixos dos lácteos importados chegando ao nosso mercado já vem influenciando fortemente alguns mercados aqui no país: no caso do leite em pó, as produtoras nacionais, notadamente aquelas empresas que atuam mais forte no mercado industrial (fornecedoras de indústrias de chocolates, biscoitos, sorvetes, iogurtes, etc.) já vem sofrendo com vendas praticamente paralisadas há quase dois meses.
Produzem apenas para cumprir contratos mais antigos, a preços médios de R$ 10/kg – já há ofertas do equivalente importado a R$ 8,7/kg. No caso dos queijos, o importado (muçarela) tem chegado também a preços bastante competitivos – entre 25 e 30% mais baixos que o equivalente nacional. E, lembre-se: nossa alíquota de importação de lácteos é de 28% ou maior!
Em resumo, o mercado internacional não mostra nenhum sinal de recuperação de preços – ao contrário, com a chegada da safra em mercados importantes sinaliza mais volume num mercado já saturado e sem reações aparentes da demanda. No mercado brasileiro, queijos e leite UHT ainda tem conseguido sustentar preços no atacado, embora venham demonstrando, nas últimas semanas, sinais de enfraquecimento, que já são de alguma forma sentidos nos preços do mercado spot. Com uma produção de leite menor que no ano passado e com mudanças no perfil da concorrência pelo leite nas principais bacias leiteiras (empresas consolidando suas operações de compra e buscando resgatar a confiança dos produtores ou novos concorrentes entrando em novas áreas de atuação), os preços aos produtores devem sustentar-se por mais algum tempo – mais ainda em patamares bem piores que os do ano passado.