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Kahuna-Healing-Mestrado

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Academic year: 2021

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(1)

RAFAEL AZZOLIN PACHECO – MESTRE KAHUNA HEALING

(2)
(3)

KAHUNA HEALING

KAHUNA HEALING

HUNA

HUNA, significa " o segredo ". Enquanto os medicamentos modernos tem suas, significa " o segredo ". Enquanto os medicamentos modernos tem suas

raíz

raízes há es há menos que 350 anos,menos que 350 anos, HUNAHUNA, por outro lado, existe a mais de 5.000 anos. É um, por outro lado, existe a mais de 5.000 anos. É um

sofisticado sistema que integra mente, corpo e espírito em a!es e materializa!es para a

sofisticado sistema que integra mente, corpo e espírito em a!es e materializa!es para a

feli

felicidade pessoal e cidade pessoal e para a para a felifelicidade de cidade de nossnossa a "tei"teiadeade#ida"#ida". . $oss$ossui ui resprespostas onde ostas onde nemnem

mesmo a ci%ncia moderna

mesmo a ci%ncia moderna consegue pensar em consegue pensar em perguntarperguntar..

Cura Espiritual Hawaiiana

Cura Espiritual Hawaiiana

&

& '('(totodo do de de )u)ura ra EsEspipiriritutual al *a*a+a+aiiiianano, o, coconhnhececidido o cocommoo HUNAHUNA, , sisignifgnificaica

"segredo". É um sistema de manipulao de energia que coloca sua %nfase em conectar a

"segredo". É um sistema de manipulao de energia que coloca sua %nfase em conectar a

espiritualidade c-smica do er *umano com a /erra, seu corpo e suas emo!es.

espiritualidade c-smica do er *umano com a /erra, seu corpo e suas emo!es. HUNAHUNA

nos ensina a celerar a #ida no plano físico, a #er a espiritualidade em todas as coisas, nas

nos ensina a celerar a #ida no plano físico, a #er a espiritualidade em todas as coisas, nas

materializa!es.

materializa!es.

A Filosoia Hawaiiana HUNA

A Filosoia Hawaiiana HUNA

Esta antiga tradio acredita que a cha#e para #i#er uma #ida integral está em

Esta antiga tradio acredita que a cha#e para #i#er uma #ida integral está em

despertar e integrar nosso

despertar e integrar nosso Eu In!riorEu In!rior 1 uconsciente 2, com o1 uconsciente 2, com o M"#ioM"#io 1)onsciente 2 e o1)onsciente 2 e o

Sup!rior

Sup!rior 1 Espiritual &u uperconsciente 2. ssim, atra#(s dessa integrao, *una nos1 Espiritual &u uperconsciente 2. ssim, atra#(s dessa integrao, *una nos

oferece uma profunda e ela filosofia de #ida centrada no mor, enxergando o er 

oferece uma profunda e ela filosofia de #ida centrada no mor, enxergando o er 

*umano, a 4atureza e o i#ino como partes harmoniosas de uma mesma comunidade

*umano, a 4atureza e o i#ino como partes harmoniosas de uma mesma comunidade

c-smica.

c-smica. HunaHuna ( muito mais que uma filosofia, ( um modo de #ida que nos fornece um( muito mais que uma filosofia, ( um modo de #ida que nos fornece um

con6unto de práticas shamanicas simples mas, profundamente transformacionais, que nos

con6unto de práticas shamanicas simples mas, profundamente transformacionais, que nos

are e amplia o mundo

are e amplia o mundo espiritual.espiritual.

*i

*iststororicicamamentente e oo KAKAHUHUNANA ( o 'estre Espiritual 7uardio do conhecimento( o 'estre Espiritual 7uardio do conhecimento

HUNA

HUNA e da /radio. 8uando os ingleses se instalaram nas ilhas ha+aiianas a práticae da /radio. 8uando os ingleses se instalaram nas ilhas ha+aiianas a prática

HUNA

HUNA foi proiida e ofoi proiida e o KAHUNASKAHUNAS ti#eram que traalhar na clandestinidade. ssim, ati#eram que traalhar na clandestinidade. ssim, a

aedo

aedoria Espria Espiritiritualual HUNAHUNA ficou oculta por muitos anos. *o6e, nessa no#a idade doficou oculta por muitos anos. *o6e, nessa no#a idade do

$laneta, a prática

$laneta, a prática HUNAHUNA uma #ez mais emerge 9 atra#(s de muito poucos eleitos  parauma #ez mais emerge 9 atra#(s de muito poucos eleitos  para

nos a6udar a curar de forma arangente

nos a6udar a curar de forma arangente e total.e total.

INTRO$U%&O

INTRO$U%&O

*:4 no ( um sistema ;oculto<, ou se6a, destinado a poucos escolhidos e sim um *:4 no ( um sistema ;oculto<, ou se6a, destinado a poucos escolhidos e sim um importante, eficaz e efeti#o m(todo para a cura instant=nea e felicidade geral de nossa importante, eficaz e efeti#o m(todo para a cura instant=nea e felicidade geral de nossa

(4)

;teiade#ida<. $or(m ele s- ( ensinado > pessoas preparadas para utilizar este grande ;teiade#ida<. $or(m ele s- ( ensinado > pessoas preparadas para utilizar este grande  poder. $essoas

 poder. $essoas com com altos altos #alores #alores morais morais que que realmente realmente esto esto traalhando traalhando para para a a cura cura dede nosso planeta.

nosso planeta. 8u

8uanando do apaprerendndememos os comcomo o a a mementnte e trtraaalalhaha, , popodemdemos os aqaquiuilalatatar r susuas as fufunn!e!ess adequa

adequadamentdamente e e e sua grande fora sua grande fora em em eficefici%ncia e i%ncia e poderpoder. *:4 tra. *:4 traalha em alha em nossnossa a #ida#ida co

commo o um um totododo, , totornrnaaa a mumuitito o memelhlhor or e, e, coconsnseqequeuentntememenentete, , a a #i#ida da de de totododos s ququee traa

traalhamolhamos s com compaixo e com compaixo e desprdesprendimendimento. )omo ento. )omo rilrilhantemhantemente cita ente cita 'ax 'ax ?reedom?reedom @ongA

@ongA '' Se  Se você você não não está está utilizando utilizando o o método método HUNA, HUNA, você você está está trabalhando trabalhando com com umum esforço muito maior do que recisaria!"

esforço muito maior do que recisaria!"

SUA HIST(RIA

SUA HIST(RIA

&s ensinamentos *:4 constituem um conhecimento secreto que aportou no &s ensinamentos *:4 constituem um conhecimento secreto que aportou no &cidente atra#(s do traalho de 'ax ?reedom @ong. 'ax entrou em contato com *:4 &cidente atra#(s do traalho de 'ax ?reedom @ong. 'ax entrou em contato com *:4 es

estutudadandndo o cocom m BBiilllliaiam m //uuftfts s CrCrigighaham, m, quque e #i#i#e#eu u D0 D0 ananos os no no *a*a+a+aii ii uuscscanandodo compreender *:4 e seu segredo. Ele deu muitos passos a frente, mas nunca conseguiu compreender *:4 e seu segredo. Ele deu muitos passos a frente, mas nunca conseguiu compreender *:4 em seu =mago. @ong, ou#iu sore o interesse de Crigham e o compreender *:4 em seu =mago. @ong, ou#iu sore o interesse de Crigham e o  procurou.

 procurou. Crigham Crigham perceeu, perceeu, logo logo nos nos contatos contatos iniciais iniciais que, que, aos aos F F anos anos de de idade, idade, tinhatinha encontrado aquele que le#aria adiante seus estudos e pesquisas cu6o segredo no ha#ia encontrado aquele que le#aria adiante seus estudos e pesquisas cu6o segredo no ha#ia descoerto.

descoerto.

'ax ?reedom @ong estudou o traalho de Crigham e o le#ou a frente. @ogo, deparouse 'ax ?reedom @ong estudou o traalho de Crigham e o le#ou a frente. @ogo, deparouse com a mesma dificuldade. &s ensinamentos *:4 eram uma tradio milenar oral. com a mesma dificuldade. &s ensinamentos *:4 eram uma tradio milenar oral. s

ssisim, m, sesempmpre re quque e se se esesfoforra#a a#a papara ra comcomprpreeeendnderer, , enencocontntrara#a #a um um ooststácácululo. o. &s&s  pouquíssimos G*:4 remanescentes recusa#amse a contarlhe. urante muitos an  pouquíssimos G*:4 remanescentes recusa#amse a contarlhe. urante muitos anosos

?reedom ficou retido nesse i

?reedom ficou retido nesse impasse.mpasse. En

Entto, o, em em HI3HI35 5 ?r?reeeedom dom tete#e #e um um #i#islslumumrre. e. o o dedespsperertatarr, , #e#eio io a a idid(i(ia a dede no#amente traduzir os c=nticos e ora!es gra#adas, aseandose nas raízes das pala#ras 9  no#amente traduzir os c=nticos e ora!es gra#adas, aseandose nas raízes das pala#ras 9  & Jdioma *a+aiano se constitui de pala#ras longas construídas a partir de pala#ras de & Jdioma *a+aiano se constitui de pala#ras longas construídas a partir de pala#ras de raízes curtas. Essa foi a cha#e para o seu entendimento do E7KE& de como os raízes curtas. Essa foi a cha#e para o seu entendimento do E7KE& de como os Gahunas realiza#am seus feitos aparentemente mágicos.

Gahunas realiza#am seus feitos aparentemente mágicos.

&s D0 anos seguintes de 'ax ?reedom @ong foram passados estudando e traalhan &s D0 anos seguintes de 'ax ?reedom @ong foram passados estudando e traalhan do com os ensinamentos *:4 at( seu falecimento em HILH. ?oi nessa (poca que o do com os ensinamentos *:4 at( seu falecimento em HILH. ?oi nessa (poca que o ensinamento passou > E.

(5)

CONCEITOS )*SICOS CONCEITOS )*SICOS  diretri

 diretriz ásica z ásica de *:4 (Ade *:4 (A O +ni,o p!,a#o !-ist!nt! " a.!r /al aos outros ouO +ni,o p!,a#o !-ist!nt! " a.!r /al aos outros ou a n0s /!s/os1

a n0s /!s/os1 &u se6a, em pensamentos, pala#ras e oras. $or exA 8uando criticamos&u se6a, em pensamentos, pala#ras e oras. $or exA 8uando criticamos algu(m em #oz alta, ou em pensamento, reforamos aquela qualidade, naquela pessoa, algu(m em #oz alta, ou em pensamento, reforamos aquela qualidade, naquela pessoa, consequentemente, pecamosM

consequentemente, pecamosM s melhores oras para se

s melhores oras para se estudar *:4 sestudar *:4 soAoA  /he ncient Keligion for $ositi#e

 /he ncient Keligion for $ositi#e /hinNing 9 Billiam 7lo#er/hinNing 9 Billiam 7lo#er  /he ecret cience at BorN

 /he ecret cience at BorN

 /he ecret cience Cehind 'iracles  /he ecret cience Cehind 'iracles  Bhat Oesus /aught

 Bhat Oesus /aught  7ro+ing into @ight  7ro+ing into @ight

 /he *una )ode in Keligions 9 'ax

 /he *una )ode in Keligions 9 'ax ?reedom @ong?reedom @ong  *una *ealing  *una *ealing  :ran haman  :ran haman  Jnstant *ealing  Jnstant *ealing  Earth Energies  Earth Energies

 'astering Pour *idden elf 9 erge Gahili Ging  'astering Pour *idden elf 9 erge Gahili Ging

 4o

 4o ( ( necessário necessário possuir ;hapossuir ;hailidade ilidade mental< mental< super super desen#ol#ida desen#ol#ida para para desen#ol#er desen#ol#er  suas hailidades no m(todo *:4. /odos n-s temos esta hailidade, ( s- treinar nossa suas hailidades no m(todo *:4. /odos n-s temos esta hailidade, ( s- treinar nossa mente para tal. &s princípios de *:4 en#ol#em o estudo das leis uni#ersais e seus mente para tal. &s princípios de *:4 en#ol#em o estudo das leis uni#ersais e seus conceitos ásicos.  maioria dos estudantes percee, gradati#amente, que a intuio se conceitos ásicos.  maioria dos estudantes percee, gradati#amente, que a intuio se torna cada #ez mais forte e as percep!es mentais e espirituais desen#ol#emse pro torna cada #ez mais forte e as percep!es mentais e espirituais desen#ol#emse pro gressi#amente. ssim, o constante estudo e prática ( que conferiro resultados ao tra gressi#amente. ssim, o constante estudo e prática ( que conferiro resultados ao tra  alho. $ortanto precisam

 alho. $ortanto precisamos nos dedicar muitoMos nos dedicar muitoM

2OC3 4 MUITO MAIS 5UE UM CORPO F6SICO 2OC3 4 MUITO MAIS 5UE UM CORPO F6SICO /e

/emos a consci%ncia de mos a consci%ncia de nossa exist%ncia física, de nosso nossa exist%ncia física, de nosso corpo e nossas fun!es.corpo e nossas fun!es. /e

/emos a consci%ncia de mos a consci%ncia de nossas fun!es #oluntárias e in#oluntárias. aemos de nossas fun!es #oluntárias e in#oluntárias. aemos de nossasnossas a!es, rea!es e sentimentos. aemos do prazer

a!es, rea!es e sentimentos. aemos do prazer, da dor, , da dor, da alegria e da tristeza. da alegria e da tristeza. 4este4este  ponto ( muito important

 ponto ( muito importante uma informao #italA e uma informao #italA oenas so causadas pela perda deoenas so causadas pela perda de

energia acumulada. oenas so causadas pela tenso muscular, em #árias partes do corpo energia acumulada. oenas so causadas pela tenso muscular, em #árias partes do corpo e.... do espíritoM &nde há tenso, há perda

e.... do espíritoM &nde há tenso, há perda de energia e consequente perda de de energia e consequente perda de saQde.saQde.

MENTE CONSCIENTE 7 UHANE E SU)CONSCIENTE – UNIHIPILI MENTE CONSCIENTE 7 UHANE E SU)CONSCIENTE – UNIHIPILI

(6)

$or #ezes dizemos que ;precisamos con#ersar conosco ; para decidirmos sore algum assunto que nos assusta ou que precisa ter uma deciso desafiadora. 4ossa mente analíticaRconsciente traalha uma lista de pr-s e contras, enquanto nossa emoo nos conduz em outra direoM E ficamos ;na encruzilhada<.

Enquanto achamos que no existem ;dois Eus<, ;eles< so reais e nos enchem de dQ#idas.  mente ( dual e assim traalha. estarte temos que traalhálas em uníssono e harmoniosamente para os resultados esperados. Estamos falando sore as mentes consciente 1razo2  UHANE e suconsciente 1emoo2 9 UNIHIPILI1

MENTE SUPERCONSCIENTE – AUMAKUA

 nossa terceira parte ( o que denominamos como E: :$EKJ&K ou 'ente uperconsciente. É a parte de n-s mesmos que nos guia, protege, direciona, orienta, quando &@J)J/'&M

ssim somos ;uma trindade< que ( um conceito em familiar a n-sA $ai, ?ilho e Espírito antoS )(u, /erra e *omem S  :nidadeR masculinoR Pang R )(u R 'ente uperconsciente 1nQmero H2 , & Encontro R  'ulher R Pin R/erra R 'ente uconsciente 1nQmero F2 , &  4ascimentoR*omem R upla $olaridade R 'ente )onsciente 1nQmero 32, E $K &

Gahunas  Gu, Gane e Ganaloa.

O COR$&O AKA

/emos uma matrizRpadro, impressa de modo transparente, nos nossos tr%s corpos ou mentes. &s Gahunas 1hams em *:42 descre#em estas matrizes como ;duplos< exatos de cada corpo nosso e os denominam como ;corpos G<

endo estes corpos feitos de uma sustancia altamente flexí#el, para eles no existem dist=nciaRespao. esta maneira quando duas pessoas se comunicam, uma conexo de linha G ( feita entre elas, como um fio de teiadearanha prateado e elas permanecem ligadas. )ontatos adicionais #o acrescentando mais linhas formando )ord!es  G e a ligao #ai se tornando mais e mais forte.

(7)

Esta energia ( tam(m conhecida como fora #ital ou GJ, que mant(m, sustenta e constr-i a #ida. & símolo *:4 para '4 ( a água ou fonte de toda a #ida.  água flui assim como a fora #ital.  água preenche tudo e todas as coisas.  água pode escoar, assim como a fora #ital. /odo pensamento en#ol#e uma fora el(trica, uma ati#idade el(trica, simolicamente, '4.  pala#ra ;'ana &<, significa pensamento e ;&< o  processo de utilizao de '4 para produzir pensamento.  cada pensamento formado,

um )ordo G ( colocado nele, ligandoo a outros tipos de pensamentos, em frequ%ncias similares, 1o que se chama em psicologia de ;associao de ideias<2.

CONCEITOS8 $ENOMINA%9ES E T4CNICAS HUNA – ENSINAMENTOS Os Tr:s Corpos – As Tr:s M!nt!s

AUMAKUA ; KANE – MANA LOA – ESP6RITO PNEUMA – LIGA$O <

RESPIRA%&O;AR – EU SUPERIOR ; ESP6RITO – CONE=&O COM O $I2INO.

UHANE ; LONO – MANA MANA – ALMA – PS>CHE MENTE CONSCI73NTE ; MENTE – SER INTERME$I*RIO

UNIHIPILI ; KU – MANA – CORPO MENTE SU)CONSCIENTE ; CORA7%&O –  SOMA RA6Z CROMOSSOMAS– SER F6SICO;)*SICO

Os S!t! Prin,?pios HUNA

• IKE – & mundo ( o que pensamos que se6a.  Kealidade ( 'aTa. /odos os sistemas

so aritrários.

• KALA –  4o há limites. /udo está conectado, qualquer coisa ( possí#el, a

separao ( apenas uma iluso.

• MAKIA – /udo ( energia e a energia flui onde existe a ateno e inteno e a

ateno está onde a energia flui.

• MANA@A – Este ( o momento do poder e a energia aumenta com o poder sensorial

da ateno, foco e inteno.

• ALOHA – mor ( ser feliz. & amor energiza e o 6ulgamento diminui a energia.

/udo ( #ida, ati#o e responde > energia. mar ( ser feliz com todas as coisas e  pessoas.

(8)

• MANA – /odo o poder #em de dentro de n-s. /udo tem energia e poder e o poder 

#em da autoridade.

• PONO – E?E/JUJE ( a #erdadeira medida da #erdade, empre existe uma

maneira alternati#a de se fazer qualquer coisa.

• KAHUNA GUERREIRO = KAHUNA A2ENTUREIRO1

& caminho do ham ( esse, o caminho do amor. $odemos classificar de uma forma geral os hams em dois gruposA &s 7uerreiros e os #entureiros. &s dois chegam ao mesmo ponto, sendo que os primeiros seguem o caminho do poder pessoal, enquanto os segundos integramse, misturamse com todas as coisas, portanto, os primeiros seguem um caminho muito solitário, enquanto os segundos seguem com o ?luxo da Uida, portanto,  6unto ao todo.

ssim, qualquer que se6a a raiz do ham, ( uma questo de escolha e atitude. /odos dois iro permear di#ersos uni#ersos, mas cada um o #erá de forma diferente...8uando os indianos usam a pala#ra 'aTa, como Jluso e dizem que tudo o que se #% no mundo ( 'aTa, no querem dizer que as coisas no existam e sim que cada pessoa #% e interpreta com sua mente, seu padro de pensamento, sua cultura, seus loqueios etc. ssim, o ham entende que dois podem #er a mesma coisa de forma diferente e conforme a atitude, um adoecerá e o outro no. )omo #% issoV ssim, repito para sua interpretao um dos L $rincípios Gahunas  'GJ  ua energia flui para onde #oc% en#ia sua ateno. /am(m en#io para sua meditao mais dois princípiosS G@  4o há limites e...

JGE  & mundo ( o que #oc% pensa que ele (.

& ham 7uerreiro tende a conferir poder ao mal, para depois comat%lo, enquanto o ham #entureiro, tende a retirar o poder do mal, para depois harmonizálo

#entureiros, caminham com o todo, como o fluxo natural das águas 9 lemra V Wgua X Energia. &s 7uerreiros  'exicanos por exemplo, caminham s-s, por isso necessitam mescalito, para se integrarem. & Gahuna 6á tem tudo, o todo o permeia e ele permeia tudo. & 7uerreiro personifica, ele ( s-, e seu medo, doena ou desarmonia para conseguir   poderS o Gahuna despersonaliza e transforma tudo isso em amor, harmonia, compartilha,

ou se6a, dilui no todo. )ompartilha. ssim no há perda de energia e sim, aumento. ssim, aumenta a )ura do /odo. & Gahuna sempre traalhará no sentido de aumentar sua energia, assim, protegendo #oc% como parte do todo, sem personificao. & 7uerreiro lhe dará um amuleto, por exemplo. Esse amuleto será personificado a #oc%.

Uern )ameron, radiestesista, criador do urameter. eu caso ( clássico em Kadies tesia. Ele se ofereceu ao go#erno 4orte mericano para, durante a guerra fria, localizar  com um p%ndulo, ou com o ura 'eter, os sumarinos so#i(ticos nos mares do mundo. Jsso, trancado numa sala com um p%ndulo 1ou ura 'eter  Casto Gahuna acumulador de

energia2 e um mapa mundi. 8ual no foi a surpresa quando ele chamou os oficiais e entregou os mapas que apresenta#a assinalados no s- os sumarinos so#i(ticos, como tam(m os americanos. 'eses depois foi chamado na Wfrica do ul, para pesquisar ouro.

(9)

 4o conseguiu emarcar. 8uando foi saer o moti#o descoriu que no podia sair do país  por ser considerado de segurana máxima. ...

(10)

E=PLICA%&O

$ara explicar o processo *:4 podemos falar de duas mentes ou dois E:Ys. & Eu 'ente )onsciente e o Eu 9'ente uconsciente. o Eu  'enteCons,i!nt! os Gahunas chamam UHANE ou Eu '(dio, a parte de cada um que ( consciente da exist%ncia indi#idual e possui a hailidade da razo. o Eu  'ente suD,ons,i!nt! os Gahunas chamam UNIHIPILI ou Eu JnferiorRCásico, a parte de cada um que está aaixo do consciente da exist%ncia indi#idual e possui a hailidade da 'em-ria e Emo!es, conclus!es deduti#as, exata, literal, su6eita a sugesto que tem seu centro no $lexo olar  1 4a altura do umigo, aaixo da caea que ( associada > consci%ncia 2.

*á ainda a terceira parte do *omem que ( o Eu :$EKJ&K, AUMAKUA. Essa  parte tam(m ( chamada deSup!r,ons,i:n,ia. & Eu uperior ( Uelho, /otal, ?idedigno, o Espírito parental. Em termos religiosos seria aquele que tem as qualidades di#inas, como o n6o da 7uarda, que a6uda quando solicitado, mas que no se en#ol#e se no for chamado. Essa ( a natureza do Eu uperior, mas *:4 considerao como parte de nossa  personalidade indi#idual e no uma di#indade fora de n-s. & Eu uperior ( a parte di#ina

de cada um que se contata diretamente com eus 1ou qualquer di#indade necessária2.

Keligio ( o que Uoc% acredita que ( uma parte de sua #ida. ssim, o Eu uperior irá trazer  todas as condi!es dese6adas materializandoas na realidade e lhe trará a consci%ncia de quem U&)Z É. /odos os 3 E:Ys tem seu pr-prio traalho a fazer na #ida de cada um de n-s, mas necessitam traalhar 6untos para realizar os dese6os presentes ou futuros. 8uando os 3 traalham 6untos e em harmonia, acontecem coisas que podem ser consideradas milagres. 'as quando seu funcionamento ( conhecido, no so mais considerados milagres. & E: uperior expressa todas as qualidades di#inas, mor,

(11)

)ompaixo, $aci%ncia, $erdo etc. Esses so ideais que de#emos dese6ar para aumentar  nossos poderes mentais e hailidades criati#as.

PA$R9ES IN2IS62EIS AKA OU CORPOS SOM)RA

Jmagine uma pintura original 1 Blueprint ou 'atriz2, feita de material transparente,

que apresenta cada um dos 3 EuYs em detalhes. &s Gahunas do antigo *a+ai descre#em os 3 E:Ys do homem como suas exatas duplicatas 1 Blueprints 2 a que se referem como GJ4&

G 1 corpos de somra in#isí#eis, mas reais 2. Essa sustancia in#isí#el G forma a :K em torno de cada um dos 3 E:Ys, mantendo a pintura original 1 Blueprint 2 intacta,

com o cordo G mantendo a conexo entre os E:Ys. )omo um forte #ínculo, entre o Eu Jnferior e o Eu '(dio, e entre o E: '(dio e o Eu uperior, de maneira que os tr%s possam traalhar harmoniosamente 6untos.

)omo G tem a qualidade de ser pega6osa e de se esticar sem querar, quando há um contato entre duas pessoas, uma extensa linha passa a ligar esses dois, como uma teia de aranha, e uma conexo ( estaelecida com o resto. &utros contatos feitos, resultam numa forte teia entre essas pessoas. & símolo do /ri=ngulo mostra os 3 EuYs traalhando  6untos e esse ( o grande segredo *:4. ssim, nossa funo como E: m(dio 9 UHANE 1 Eu 'ente )onsciente 2 ( inicialmente aprender a traalhar com amos os E:Ys internosA o E: ásico  UNIHIPILI e o E: superior  AUMAKUA.

MANA OU FOR%A 2ITAL

&s Gahunas reconhecem as F naturezas opostas de '4A uma que ( magn(tica, atrai, e outra que repele. mas as polaridades esto presentes em todas as energias. Essa fora ( conhecida como pensamento e está presente em todos os processos e ati#idades do corpo. Essa ( a ess%ncia da #ida.

& símolo Gahuna para essa fora ( a água.  Wgua flui da mesma forma que a fora #ital.  água preenche recipientes, assim como '4.  água pode #azar em grande quantidade, como a fora #ital. /odo pensamento en#ol#e uma ;ati#idade el(trica< de alta #oltagem de fora #ital. $ara *una, todo processo de pensamento está associado a '4.  pala#ra '4& significa $ensando, ;&< indica o processo de usar '4  para produzir pensamento. )omo cada pensamento está ligado a outro anterior, isso forma um ;)orpo omra< 1 G 2 que ( preenchido com a mesma sustancia dos pensamentos que #ieram antes 1 a psicologia fala de associao de id(ias 2.

'4 ( fornecido a n-s pela comida e pelo ar atra#(s do E: Cásico ou Jnferior e estocado no seu )orpo  G, mas ( di#idido com o Eu '(dio e o E: uperior. '4, quando usado como fora #ital do E: '(dio ( transformado de forma sutil em '4 '4, que passa a ter o doro de $&EK de forma a poder ser usado pelo E: '(dio  para comandar e controlar o Eu Jnferior ou Cásico. Essa ( a fora que a psicologia chama de onta#!. /raz a fora necessária ao E: Jnferior ou Cásico para que le#e a cao, a qualquer tempo, suas sugest!es. 'as, isso raramente ( feito com fora total, pois a 'ente

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 produz pensamentos #ariados ininterruptamente e a energia se dirige para onde #ai a ateno. ssim, como no há focalizao, o E: Jnferior fica passando de uma ati#idade a outra, sem completar qualquer comando ou sugesto e diluindo '4'4.

O ACMULO $E SO)RECARGA $E MANA

aemos que respira!es mais profundas e longas nos trazem mais energia. $odemos utilizar certas t(cnicas, cominadas com imagens mentais específicas 1imaginao X imagem [ aoM2, para acumular uma sorecarga 9 uma poderosa quantidade extra de fora #ital, todas as #ezes que precisamos. Jsto assume uma situao de razoá#el saQde física e aus%ncia de grandes traumas ou situa!es de gra#e ansiedade emocional. $odemos utilizar estas sorecargas de '4 de #ários modos, particularmente em auto cura ou na cura de outras pessoas, realizando a PRECE ; A%&O que realmente ( poderosaM

T4CNICA . cQmulo e sorecarga de energia

. $rece 1#isualizao da situao como quer que fique, em detalhes e a #eralizao por 3 #ezes, deste dese6o2 o 1en#io da $rece com sorecarga de energia ao Eu uperior  :'G: 9 para que ele possa traalhar2, aguardar um minuto e sentir a chu#a de  enos, coisa dada, 6á concedida2 no cliente ou em Uoc%. esprenderse da ao...

deixar acontecer.

. izerA ; $rece atinge seu foco e a )hu#a  de  Cenos derramase sore mim 1ou sore o cliente2, neste momentoM<.

A A%&O $A MENTE

&s Gahunas acreditam que por meio da ao da mente de uma pessoa, ela adiciona uma quantidade de '4 9 ao pensamento. & '4 ( construído a partir da ingesto de alimentos e da respirao. 4ossos cientistas compro#am que quando ingerimos alimentos seus nutrientes, no so imediatamente asor#idos. 4o primeiro momento, o alimento ( transformado em glicog%nio, no sangue 1aQcar2 e oxidado pelo oxig%nio respirado e ento temos a chamada E4EK7J instant=nea, para utilizarmos em nossos  processos de sorecarga de energia #ital, para utilizarmos em nosso m(todo estudado, para

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& Eu Cásico 1mente suconsciente2  :4J*J$J@J 9 que está fortemente en#ol#ido neste  processo 9 pode, a qualquer momento, traalhar melhor a respirao e construir mais

glicog%nio para ser utilizado na criao desta especialíssima energia chamada '4.  cominao de energia dos alimentos e do ar que respiramos, aliada > energia c-smica tem o poder de realizar o que dese6amos de modo 6usto e correto, para o em da humanidade e de n-s mesmos.

& acQmulo de sorecarga de '4 pode ser feito simplesmente solicitando ao nosso Eu Cásico o dese6ado e a percepoRemoo en#ol#idas neste processo. ssim o Eu Cásico iniciará um processo de respirao mais profunda, com a inteno do acQmulo de sorecarga de energia 9 '4 e o processo iniciase.

A ENERGIA MANA ASCEN$E COMO A FOR%A $E UMA FONTE

:m Gahuna usa a fora da água para simolizar '4. 8uando dese6a acumular so  recarga de '4, ele respira profundamente e #isualiza '4 ascendendo como se fosse a água de uma fonte, 6ogada mais e mais alto at( que ela ultrapassa os limites da fonte, inundando tudo ao seu redor. & corpo ( pintado na Clueprint como a fonte e a água ( '4. Esta de#e ser a #isualizao > medida que respiramos profundamente para acumular uma sorecarga de energia #ital. &utra #isualizao que pode ser empregada ( a de preenchermos uma esfera de luz e mentalmente imaginarmos nosso corpo todo, cercado  por esta esfera e totalmente iluminado pela energia construída.

E=ERC6CIOS

8ualquer exercício físico faz com que o Eu Cásico comece a construir sorecarga de fora #ital  '4, do contrário nos tornaríamos fracos e drenados. &s atletas utilizam inicialmente sua sorecarga de '4 e depois, quando o corpo parece que no #ai suportar o esforo, eles imediatamente receem outra sorecarga, e aí atingem seu pico de fora ou #elocidade, atingindo seus limites desen#ol#idosRconstruídos com as ati#idades de treino e e#oluo de suas formas físicas. É importante o uso da sorecarga, acima da energia solicitada pelo corpo, para a manuteno da saQde, em exercícios físicos, em nossas ati#idades diárias. Jsto tam(m significa, praticar diariamente a cura e a auto cura, em nossa teia de #ida, em nossa misso de #ida. Essa #iso ( importante para mantermos a forma e o alto ní#el de '4.

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ATITU$E MENTAL

o in#(s do exercício físico, podemos ter a atitude mental de estarmos prontos para uma corridaM Jmaginamos a preparao para tal ati#idade e respiramos mais rapidamente ;quando a corrida comea<, tensionando sua#emente a musculatura necessária para tal ati#idade. & Eu Cásico comeará ento a construir a sorecarga de '4, necessária a tal exercício.

SENSA%&O $E )EM7ESTAR 

Este exercício, proporciona um enorme emestar >s pessoas que normalmente  possuem aixa carga de energia #ital. @hes confere mais calma e fora física. 'elhor em estar em geral. 'elhora a fora, a concentrao e expande os pensamentos, para no#os e melhores horizontes. &s efeitos so imediatos.

MANA E MILAGRES

Estamos estudando, neste curso, como acumular '4 R sorecargas de energia #i tal e seu uso, com nossa 'ente uperconsciente R E: :$EKJ&K  :'G: para a criao de ;milagres<, que acontecero so a -tica de pequenas curas at( as mudanas milagrosas nos tecidos do corpo e mesmo na ;faricao de no#os futurosRhorizontes<, em nossas #idas e na #ida do planetaM

 4osso Eu uperior, entra em contato conosco 9 normalmente 9 durante nosso sono  atra#(s dos )ord!esG. 4ossos pensamentos do dia, com nossos planos, esperanas, temores, amor, -dios, so examinados e duplicados em formaspensamento e ao mesmo tempo, alguma sorecarga de '4, ( retirada de nosso corpo e transformada, pelo E: uperior, em energia #ital de alta#oltagem denominada '4@&, para que nosso Eu uperior, materialize ;nossos planos e pensamentos< do dia, em ;futuro re#e<. Estas ;formaspensamento< so denominadas pelos Gahuna como ;sementes< pois crescero em nosso futuro, como assim ;as dese6armos<. ssim padr!es de comportamento, sentimento e pensamento preciso ser '&J?J)& pois somos os construtores de nosso futuroM

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PERMITA 5UE AS )EN%&OS RECAIAM SO)RE 2OC3

 4osso Eu uperior no apenas retira ?ora Uital de n-s, mas de#ol#e 1transmuta2 todos os nossos dese6os e isso pode ser #isualizado como o transordamento da água da fonte, sore n-s. epois de conscientemente contatar nosso Eu uperior 9 :'G: e lhe en#iar uma oferta de sorecarga de '4, na forma de $KE)E\]&, o Gahuna termina sua ao com estas pala#rasA ; $rece atinge seu foco e a )hu#a de Cenos derramase sore mim, neste momentoM<

& contato com nosso Eu uperior e com todas as )onex!es i#inas, pode ser feito, diariamente, de maneira consciente, mas precisa ser solicitado.

Este ( o o6eti#o de nosso traalhoRpráticaRestudoA & traalho con6unto e integrado, de nossos /r%s )orposR'entes :4J*J$J@J 9 :*4E  :'G:, de maneira forte e uníssona, a import=ncia da ?ora Uital e sua sorecarga e o uso para uma #ida melhor e  para um no#o futuro.

PER$&O

8uando algum dese6o 4o ( realizado de imediato, a prática do perdo ( necessária. & realizador do dese6o de#e fazer a orao do $erdo at( sentir que o ostáculo está remo#ido de seu futuro.

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;E eus disseA ?aase @uzM E a @uz foi feita.< e achamos que a expresso máxima do poder ( a luz, estamos enganados. & espírito ( criado e animado no pela luz e sim pelo &' e pela fora do E)KE/&.

?aa seus decretos com confiana e :/&KJE, assim ;criamos<, ;autorizamos<.

)onfiana autoritária ( a cha#e para a criao consciente, por pala#ras e por  #isualizao.

Em *'C@@ KEJGJ utilizamos esta t(cnica no momento da imposio das mos, presencialmente ou > dist=ncia, quando decretamosA ;hamalla aquiM<, por tr%s #ezes e a energia comea a fluir, para o local imediatamente, pela fora de nosso decreto. 1/odos os decretos so #eralizados por tr%s #ezes pois ;& )(u e a /erra, se concretizam no homem<2.

estarte ( muito importante que no faamos uma crítica ou uma afirmao negati#a por tr%s #ezes, para no ;decretarmos< negati#idadeM 8uando le#antamos pela manh e pensamosRdizemos ;*o6e será um dia daqueles....<, com certeza 6á nos colocamos na frequ%ncia de um dia negati#o e #amos pensarRrepetir isso por mais algumas #ezes e desta forma nosso dia será como decretamos, n-s ;construímos este dia<.

 4ossos pensamentos, pala#ras e a!es de#em ser conscientemente criados e decretados, com um acQmulo forte de energia, com en#ol#imento de nossa emoo impressionando o suconsciente 1G: 9 :4J*J$J@J2, e o decreto 9 autoridade do nosso consciente 1@&4& 9 :*4E2, o suconsciente en#ia a sorecarga de energia 1'42,  para que o uperconsciente 1G4E 9 :'G:2 tenha ;comustí#el< para materializar 

nossos decretos. ssim traalha a $rece  o PRECE – A%&O I

 4a aura humana a frequ%ncia de energia ( determinada pelo foco e a amplitude pela E'&\]&. & foco #em da ateno de G4E, @&4& e G: e a emoo #em das respostas intencionais e cria!es haituais de nossos amientes internos e externosS ou se6a, quanto mais for necessária a preceao e quanto mais eu sentir que ela ( necessária, mais forte ela será em frequ%ncia e amplitude energ(ticas.

 $rece 9 ao ( uma Qnica operao. 4o existe uma prece ao para ;neg-cios<, outra para a ;saQde< ou uma adicional para o ;amor<. & que existe ( sim o acQmulo de

energia 1sorecarga de 'ana2, a construo da forte emoo e o decreto, com autoridade,  para a certeza da realizaoRmaterializao dos nossos dese6os e necessidades.

(17)

;$ea e receerásM< $recisamos ter muito cuidado com o que pedimos e decretamosM e pedirmos dinheiro, corremos o risco de ter ;algu(m< no dese6ado que se6a a ;ferramenta< para nos trazer o solicitadoM :ma forma segura em se fazer um decreto (  pedir a ?elicidade /otal em nossas #idas. e estamos felizes, temos saQde, prosperidade, amor e tudo o mais em nossas #idas e na #ida das pessoas que nos cercam. 4ossa energia se estende por nossa /eia 9 de 9 Uida e se todos esto felizes, consequentemente tam(m estaremos. Esta ( uma forma segura em termos o que queremos e dese6amos para nossa felicidade, segurana e para o cumprimento de nossa misso de #ida.

:m mantra para tal dese6o ( *KJ'... *KJ''''''...#eralizado inQmeras #ezes, #árias #ezes por dia, por no mínimo dez dias, nos trará e nos manterá na  prosperidade da saQde, da paz e na prosperidade financeira. &s mantras nos colocam na

frequ%ncia dese6ada e quanto maior forem a inteno, a emoo e o decreto, maior e mais rápida será a materializao.

e acordo com a doutrina #(dica, se #oc% pronunciar *KJ' por cem #ezes, seu decreto terá a fora multiplicada por cem, se ;decretar< um milho de #ezes, o resultado será de magnitude correspondente.

& pensamento ( ;transformador< quando acompanhado de emoo, inteno e autoridade.

PRECE A%&O 7 II

s $reces 9 o so o =mago da magia *:4. er#em a di#ersas finalidades at( comunicarmonos telepaticamente com aqueles a que estamos ligados pelos )ord!es G.

:ma prece ao de#e ser feita a partir da criao de um Clueprint do quadro final que represente o resultado que queremos atingir. $odemos tam(m escre#er num papel, em linguagem clara e precisa exatamente o que queremos #er manifesto.  orao de#e ser  endereada ao er ou eres que quiser que responda. p-s isso, faa a prece 3 #ezes, depois, pea a sua mente suconsciente :4J*J$J@J le#e a prece ao :'G: , com todo o '4 necessário para manifestar a prece. Espere cerca de H5 segundos para que :4J*J$J@J tenha tempo de faz%lo. ?inalmente, termine o Kitual com a seguinte expressoA ;8ue caia sore mim a chu#a de Cenos<.

(18)

@emrese que antes de fazer a prece ( importante que acumule '4, al(m de  perdoar a todos que necessitam seu perdo, a fim de que o caminho at( seu E: uperior 

fique desostruído. ?aa a prece na certeza de alcanála. &CA  $rece 9 o tam(m pode ser feita em grupo.

$ara melhor compreenso, aaixo apresento exemplos de $reces o. Pr!,! Ao 

mada presena de eus, 'ahatma, 'inha poderosa presena do E: ou, minha m^nada, amados anat Gumara, enhor 'aTtrea, UiT#amus, ai Caa, Oesus )risto, aint 7ermain, El 'orTa, @anto, Guthumi, eráphis CaT, 6+hal Ghul e amada *ierarquia EspiritualA

Uenho pedir e orar, de todo meu corao, de toda a minha alma, de todo o meu entendimento e de toda a minha fora, rogando a a6uda di#ina, a orientao, o conselho e a di#ina intercesso para a acelerao de meu caminho ascensional.

$eo e oro para que os 'estres scensionados e a minha pr-pria presena do E: ou traalhem em mim toda noite enquanto durmo, no retiro ascensional de (raphis CeT, em @uxor.

$eo que esse processo se6a acelerado mil #ezes, e rogo o aumento de meu quociente de @uz ao ní#el de 3_ exigido pela ascenso.

$eo e oro para que essa preparao e esse treinamento continuem FD horas por dia, L dias por semana e 3`5 dias por ano, at( a minha scenso.

gradeo e creio que o pedido 6á foi atendido, segundo a #ontade de eus. m(m

Kepita 3  em #oz alta

'inha amada mente suconsciente, peo e ordeno que le#e essa preceao > ?onte de meu er, por meio de minha amada m^nada, com todo o '4 necessário e imprescindí#el a manifestao e > expresso dessa orao. m(m

guarde H5 segundos e #isualize a orao 6orrando para cima pelo )haNra )oronário, como uma fonte ?orte e undante. enhor, que caia sore mim a )hu#a de Cenos.

(19)

Esse ( um dos exemplos de uma orao *:4. Casta dizer a primeira parte tr%s #e zes em #oz alta. epois recite a ordem > mente consciente uma #ez em #oz alta. guarde H5 segundos para que a mente suconsciente faa sua parte. epois a afirmao final. 4o há necessidade de dirigir a orao a todos os eres ascensionados mencionados acima. e quiser diri6aa somente ao seu 'entor ou 'estre Jnterno, isso irá depender de sua criati#idade. )rie suas ora!es e adapteas.

Pr!,! Ao J 1 '(todo banon 'elo 2

Kelaxe antecipadamente e dinamicamente com o m(todo 3 a H e H0 a H 1que ministramos mais a frente2. ?aa uma prece, qualquer prece, ao seu 'entor 1representando seu Eu uperior2, anto da Jgre6a, ou qualquer entidade que queira, mantendo durante todo o tempo sua imagem 1da entidade a quem está en#iando seu pedido2 em sua mente. Kepita a prece 3. En#ie a Clueprint ou a descrio escrita feita antecipadamente do resultado esperado 6unto com a sorecarga de 'ana > entidade a quem fez a prece, para encaminhamento ao seu Eu uperior 

14esse momento #isualize a Clueprint saindo de seu coronário 6unto com a sorecarga de '42. guarde H5 segundos a )hu#a de Cenos e encerre.

O ENSINO $E HA7@AI7I

8uando o primeiro *aole 1gíria para caucasiano2, da tripulao de )apito )ooN  chegou > Jlha de *a+aii, ele #eio > praia, e perguntou ao primeiro ha#aiano que #iu, ;8ual ( o nome deste lugarV &nde #oc% #i#e<V & ha#aiano respondeu, ;*a+aii< .Ento o marinheiro foi para outra área de Cig Jsland e perguntou ao pr-ximo ha#aiano que #iu, " &nde #oc% #i#eV< & segundo ha#aiano disse, ;*a+aii ". E ento um terceiro, deu a mesma resposta, ssim a ilha foi nomeada " *a+aii ". 4a #erdade o que cada nati#o respondeu significa#a ;eu #i#o no 'ana upremo que #em pela respirao da #ida".

8uando o marinheiro #isitou a pr-xima ilha, ele perguntou ao primeiro nati#o que encontrou ;&nde #oc% #i#e<V & 4ati#o respondeu, ;*a+aii<. E ento outra ilha e outra, e ainda a mesma resposta, *a+aii. ssim o )apito )ooN atizou todas as Jlhas, *a+aii.

'as *a+aii no ( s- um lugar no meio do $acífico, ( um lugar dentro de #oc%  um lugar que, onde quer que #oc% este6a no mundo, ainda está dentro de #oc%. )omo #%, o que o nati#o esta#a dizendo era, ;eu #i#o dentro<A

(20)

BaiA significando água, mas tam(m uma pala#ra de c-digo para 'ana ou fora de #ida, e

 JA significando supremo

'as *a+aii no está s- nas Jlhas ha#aianas, #oc% tam(m le#a dentro de #oc%.... assim #oc% pode conectar seu *a+aii  a fora suprema da #ida que #ia6a pela respirao, a qualquer hora, e em qualquer lugar. Essa fora 9 'ana 9 entra pela inspirao profunda  pelo nariz e sai numa expirao pela oca com o som, *a ".  expirao ( sussurrada ruidosamente, e ( feita em dois estágios para cada inspirao.ssim se #oc% esti#er no tr=nsito, no engarrafamento e esti#er ficando muito estressado, faa uma parada, uma inspirao profunda pelo nariz, expirando pela oca com o som *a, assim, reconectando se com o *a+aiJ dentro de Uoc%. e lemre em qualquer lugar, a qualquer hora #oc%  pode reconectar com o 'ana supremo que #ia6a em sua respirao de #ida o *a+aii

dentro de #oc%.

 4o início de H00, quando as primeiras #isitas rancas chegaram no *a+aii, os *a+aiianos cuidadosamente especialmente os assistiam quando eles fala#am ou reza#am. @ogo os *a+aiianos notaram algo estranho sore os missionários. & *a+aiianos tinham confirmado suas suspeitas os #isitantes no respira#am, pelo menos no do modo que o *a+aiianos faziam. ntes de qualquer ha#aiano comear a cantar, ou at( mesmo para fazer um pronunciamento, toma#a f^lego e medita#a, mas os #isitantes no faziam isso, assim foram chamados *aole. *a, significando ;respirao< e &le, significando "faltando".

/al#ez no se6amos *aole, pelo menos no no #erdadeiro significado. Ento faamos.

(21)

ME$ITA%&O ATI2A

:saremos a programao ati#a para #encer arreiras internas como o medo e as  programa!es negati#as. )om o relaxamento, minimizaremos o esforo mental, deixando o sistema ner#oso li#re para agir, e, dessa forma, perceer e sentir de forma mais aerta.  meditao ati#a ( fundamental para aumentar a concentrao na cura e em outras ati#idades, reforar háitos positi#os, imprimir de forma mais efeti#a as informa!es dese6adas, auto programao e aumentar a efeti#idade da prece ao. ssim, atingiremos os recursos de nosso suconsciente 9 :4J*J$J@J 9 aixando a frequ%ncia cereral, assim,  poderemos funcionar pro6etandonos a outras dimens!es.

ssim, traalharemos em nosso diaadia usando :nihipili, :hane e :'G: de forma con6unta e harmoniosa. ssim, nosso Ho o6eti#o será acessar :nihipili de forma consciente. Jsso será atingido aixando os ciclos cererais de forma a atingirmos nosso Eu :C )&4)JE4/E 9 :4:*J$J@J. ssim, passaremos por #árias etapas at( atingirmos a $E 9 $ro6eo ensorial Efeti#a.

Etapas

Pro!!s Fa/iliar!s

$ro6eo na 'at(riaA Kepresentar cenas das quais participamos ati#amente. 4o ( somente imaginar, ( pro6etarse onde ocorre a ao, na cena ati#a de#emos sentir, apalpar,  perceer, cheirar, usar todos os sentidos que nos fazem participar ati#amente de toda

situao real.

Pro!o na Mat"ria

qui, iremos nos pro6etar na mat(ria e in#estigar o que sentimos. qui entraremos no mundo dos metais, #egetais e animal.

$ro6eo para a Estruturao de nosso 'undo Jnterno com os 3 Eus funcionando em *armonia.

$ro6eo para a criao de nosso canto de traalho. A I/ainao

:sando nossa Jmaginao como $ro6eo Efeti#a.

 4o espao da imaginao usaremos a intuio, sem mente 9 consciente 1 :hane2 9  usando o suconsciente 1 :nihipili 2 9 mem-ria [ intuio no fluxo direto da energia.

(22)

P!r,!po  #istan,ia

$ro6eo para sentir o outro no seu Clueprint 9 )ordo G

Prora/ao E!tia 9 $rogramao com dQ#idas e sem esperana de %xito traz uma dificuldade ap-s outra. ssim, se for o caso, examinar a natureza da $rogramao e da dQ#ida antes de efeti#ar.

?erramentas ?undamentais Kelaxamento )onsciente 'editao ti#a

ese6o, )rena.

Entrar no 4í#el Cásico para traalhar  Entrando

?ique o mais confortá#el que puder. Kelaxe o corpo. ?eche os olhos e respire  profundamente. o exalar, repita mentalmente e #isualize o nQmero 3, tr%s #ezesS

Kespire profundamente e, ao exalar repita mentalmente e #isualize o nQmero F, tr%s #ezesS Kespire profundamente e, ao exalar repita mentalmente e #isualize o nQmero H, tr%s #ezesS )hegamos ao H, o ní#el que irá utilizar para qualquer meta que tenha.

 partir desse ní#el, Uoc% pode se pro6etar a qualquer outro 4í#el, de maneira consciente e controlada, funcionando assim, de acordo com sua #ontade.

e quiser atingir ní#eis mais profundos, conte regressi#amente de F5 a H, de 50 a H ou de H00 a H.

Fras!s )!n"i,as

qui Uoc% faz sua programaoA

ExA cada dia que passa, de todas as formas e em todos os sentidos, sintome melhor, melhor e melhorS

ssim, :nihipili guarda.

aindo 9 Uoltando a :*4E Kepita mentalmente para siA

(23)

Uou contar de H a 5, e ao chegar a 5 arirei os olhos, estarei em desperto, em disposto, sentindome em e em perfeita saQde, melhor do que antes. 4o sentirei nenhum desconforto em minha caea. 4o sentirei nenhum desconforto em meus ou#idos. 4o sentirei nenhum desconforto em minha #ista. Uista, #iso e audio melhoram sempre que funciono nesses ní#eis mentais.

R!pita

H 9 saindo pouco a pouco,

F 9 3 9 o contar 5 arirei os olhos, estarei em desperto, em disposto, sentindome em e em perfeita saQde, sentindome em melhor do que antes.

D5 9 ara os olhos e repitaA Estou em desperto, em disposto, sentindome excelente e em perfeita saQde, sentindome melhor, melhor, muito melhor do que antes.

Para a,or#ar

Entre no seu ní#el de traalho pelo m(todo 3 a H, imediatamente antes de dormir.

Em H #isualize um rel-gio. 'entalmente coloque seus ponteiros no horário que quiser  acordar, e repita mentalmenteA Essa ( a hora que quero acordar, e essa e a hora que #ou acordarS

urma no ní#el. Uoc% acordará na hora indicada, em desperto, em disposto e em per feita saQde.

Para p!r/an!,!r #!sp!rto

Entre no seu ní#el de traalho pelo m(todo 3 a H, imediatamente antes de dormir.

Em H repita para si mesmoA Estou sonolento e cansado, ao acordar quero estar em desperto, em disposto e em perfeita saQde.

ssim, ao acordar #ou contar de H a 5 e, em cinco, arirei os olhos, estarei em desperto,  em disposto e em perfeita saQde.

Ao a,or#ar

(24)

F 9 3 9 o contar 3, se sentirá em desperto, em disposto, sentindose em e em perfeita saQde, sentindose em melhor do que antes.

D5 9 ara os olhos e repitaA Estou em desperto, em disposto, sentindome excelente e em perfeita saQde, me sentindo melhor, melhor, muito melhor do que antes.

)ontrole de onhos

Para r!,or#ar u/ sono

$ara recordar um sonho, na hora de dormir entre em ní#el pelo m(todo 3 a H. Em H  programeA Eu quero me lemrar de um sonho e #ou me lemrar de um sonho.

Ento adormea.

Uoc% irá despertar no meio da noite ou pela manh com a #i#a recordao de um so nho.

$arte F 9 $ara recordar #ários sonhos

$ara recordar #ários sonhos, na hora de dormir entre em ní#el pelo m(todo 3 a H. Em H programeA Eu quero me lemrar dos meus sonhos e #ou me lemrar de meus sonhos. Ento adormea.

Uoc% irá despertar no meio da noite ou pela manh com a #i#a recordao de seus sonhos.

$arte 3 9 $ara programar um sonho

Esse pode ser um sonho que o a6udará a entender e resol#er um prolema.

$ara programar um sonho, na hora de dormir entre em ní#el pelo m(todo 3 a H. Em H programeA Eu quero /er um sonho que contenha a informa!es que a6udem a resol#er o  prolema que tenho em mente. presente o prolema atra#(s de uma Clueprint.

Kepita 'entalmenteA Eu terei o sonho, o recordarei e entenderei. Ento adormea.

Uoc% irá despertar no meio da noite ou pela manh com a #i#a recordao do sonho dese6ado.

(25)

:nindo as pontas dos dedos polegar, indicador e m(dio de qualquer uma de suas mos, Uoc% entrará num ní#el mental mais profundo para uma programao mais forte. ssim, una os 3 dedos de qualquer uma de suas mos.

Para l!r u/a lio

Entre em ní#el pelo m(todo 3 a H. Em H programeA Uou contar de H a 3 e no 3 arirei meus olhos para ler essa lio 1mencione título, mat(ria e autor2 e continue. Kuídos no me distrairo, terei uma concentrao superior e melhor compreenso.

Ento, lentamente, conta de H a 3. 4o 3, are os olhos e leia a lio.

8uando acaar de lerA no#amente, entre em ní#el pelo m(todo 3 a H. Em H  programeA  lio que acaei de ler 1mencione título, mat(ria e autor2 poderei recordar em

qualquer momento no futuro com o uso da t(cnica dos 3 dedos. aia do 4í#el H contando de H a 5.

Para !s,utar u/a ,on!r:n,ia

Entre em ní#el pelo m(todo 3 a H. Em H programeA Uou contar de H a 3 e no 3 arirei meus olhos para escutar essa confer%ncia 1mencione título, mat(ria e nome do confe rencista2 e continue ...Kuídos no me distrairo, terei uma concentrao superior e melhor  compreenso. $oderei recordar essa confer%ncia a qualquer momento no futuro com o uso da t(cnica dos 3 dedos. Uou usar a t(cnica dos 3 dedos e permanecer com os olhos aertos durante a conferencia fazendo uso da /(cnica dos 3 dedos.

(26)

F efinio

 4o antigo *a+aií, *una era conhecido pelo nome de *oomana 9 *o 9 significando criar  e 'ana 9 $oder i#ino, significando )KJK $&EK JUJ4&.

TRA)ALHO COM S6M)OLOS MANA PENSANTE

 energia de '4 $E44/E ( construída por nossos pensamentos desde nossa Ha encarnao e de todos os seres #i#os, de todos os Keinos e do )osmos. ssim, de#emos cuidar de nossos pensamentos, pois eles definem nosso futuro e presente. 8uando #emos que estamos pensando sore uma ase mental gerada em momentos em que nossa consci%ncia carecia desses conhecimentos, ( o momento de usarmos & '4 $E44/E para gerar no#os pensamentos e sustituir os antigos. $ara isso, utilizaremos a cha#e que ( o símolo, que nos permite entrar com a energia necessária > transmutao.

(27)

MANA 2OLITI2O

Esse 'ana se refere > o e > Uontade. ssim, nos mostra os campos da criao e da manifestao que participamos. )om esse símolo ati#amos nossa mara#ilhosa capacidade de manifestao e, assim, podemos participar de forma mais consciente da criao. ssim #oc% pode #i#er o momento de receer o conhecimento para utilizar na criao e manifestao da perfeio de acordo com o $lano i#ino. /am(m ser#e para transmutar os atos que seguem contra as leis c-smicas.

(28)

MANA EMOTI2O

Keferese >s emo!es num sentido amplo, aos sentimentos, e sua energia ( construída por todos os sentimentos e emo!es que temos sentido desde nossa Ha encarnao.

& que está ocorrendo do outro lado do )osmos refletese sore n-s e modifica nossas emo!es, por isso, muitas #ezes, agimos de forma que no podemos explicar, somos sumetidos > ao do )osmos sore n-s.

tra#(s de seus símolos, criamos uma maior harmonia no uni#erso gerando no#as e melhores emo!es. Jsso nos possiilita criar felicidade para nossa exist%ncia nesse plano.

(29)

Jniciao

H 9 esenhar ou #isualizar no amiente todos os símolos *:4S

F 9 esenhar ou #isualizar no r um círculo protetor para o 'estre e o luno. 3 9 esenhar os 3 símolos de 'ana sore sua caea e sore a caea do aluno

#isualizando uma fonte de água que derrama sore os dois, potencializando a energia at( a terra.  Wgua desce como num Kodamoinho que gira para a esquerda e para a direita 9 H

#ez para cada lado 9 arindose na terra e #oltando 3 #ezes ate sua origem. Esse mo#imento se repete por tr%s #ezes.

D 9 opre o luno com energia #ital. 5 9 gradea.

(30)
(31)

MENSAGEM

8uando #oc% se are para o upremo, imediatamente Ele se derrama dentro de #oc%M Uoc% 6á no ( mais um ser humano comum 9 #oc% transcendeu. eu insight transformouse no insight da exist%ncia como um todo. gora #oc% 6á no ( um ser > parte  9 #oc% encontrou as suas raízes. 4o sendo assim 9 o que ( mais comum 9 as pessoas #o #i#endo sem raízes, sem saer de onde seu corao continua a receer energia, sem saer  quem continua respirando em seu interior, sem conhecer a sei#a da #ida que está circulando dentro de si.

 4o se trata do corpo e no se trata da mente 9 ( uma coisa transcendental > todas as dualidades ...o haga#at nas dez dire!es....

& seu eu interior, quando se are, inicialmente #i#%ncia duas realidadesA a altura e a  profundidade. epois, de#agarinho, a medida que se #ai acostumando com esta situao,

#oc% comea a olhar em #olta, estendendose em outras oito dire!es.

8uando #oc% alcanar o ponto em que sua altura e sua profundidade se encontram, ento #oc% poderá olhar em #olta, para a pr-pria circunfer%ncia do uni#erso.  partir deste momento, a sua consci%ncia comeará a desdorarse, em todas as dez dire!es, mas o caminho terá sido s- um.

Uoc% está tendo agora, uma oportunidade para enxergar a #ida em todas as suas dimens!es, das suas profundezas >s suas alturas. Elas existem lado a lado e quando descorimos pela experi%ncia que o escuro e o difícil so to necessários como o claro e o fácil, passamos a ter uma perspecti#a muito diferente do mundo. o deixarmos que todas as cores da #ida, penetrem em n-s, tornamonos mais integrados, mais completos.

SEMIN*RIO HOQOPONOPONO

*ooponopono ( uma pala#ra no idioma falado nas ilhas polin(sias que significa ;endireitar o que está torto<. É uma t(cnica usada pelos ancestrais e antigos Nahunas ha+aiianos para resol#er conflitos nas aldeias.

eus o6eti#os

1H2 lierar e cortar todos os cord!es aNa ou conex!es de desequilírio de energias, desarmonia, crenas e mem-rias negati#asS

(32)

132 curar manifesta!es desarm^nicas espirituais, mentais, físicas e materiais,

1D2 a6udar nos exorcismos retirando osessores e outros espíritos de indi#iduos, lugares, situa!es e o6etosS em reencarna!es tratando a pessoa de infelicidade e experi%ncias negati#as em #idas passadas, remo#endo e resol#endo traumas do ;anco de mem-ria< sem a criao de tenso, entendimento equi#ocado das leis de deus e dos homens.

E4/KE  $@J)\E E *&&$&4&$&4& E/)'&A

1H2 mau funcionamento do organismo, prolemas físicos, espirituais, mentais e materiaisS

1F2 prolemas familiaresS

132 tratamento de #itimas de acidentes, suicidas, afogamento etcS

1D2 disc-rdia entre duas ou mais pessoas 9 famliares, no traalho, nos neg-cios etcS 152 #itimas de feitios ou negati#idadesS

1`2 doena do sonoS 1L2 pessoas falecidasS

12 mau entendimento das leis de deus e as leis dos homensS 1I2 possesso por espirítos, exorcismoS

1H02 iniciar uma no#a carreiraS remoo de loqueios que interferem e criam dificuldades espirituais, mentais e fisicos.

Essa t(cnica era traalhada num circulo tradicional. ua ase está ligada ao H conceito NahunaA

;#oc% cria sua realidade. Uoc% cria seu uni#erso, tudo que #oc% sae ( fruto de sua criao.<

ssim, con#idamos outras consci%ncias a compartilhar de nossa realidade, ou se6a, con#idamos outras almas a criarem conosco a realidade.

&u se6a, nossa alma dirigese a outra alma e con#idaA ;eu preciso de #oc% na minha realidade<, ;eu preciso de seu comportamento na minha realidade<, ;eu preciso de seu mana na minha realidade< ... $orque s- eu posso criarRalterar minha realidade...por isso

(33)

crio situa!es ruins para mim ...e para o todo, pois mudando minha realidade mudo a realidade do todo.

NOSSO MEIO AMBIENTE E AS ATRAÇÕES

 4& EE4*& )J'  E/ :$@ J4J)'  E$E)//JU E E: 'EJ& 'CJE4/E E U&)Z J4/EK7J4&. KE$KEE4/' E: )&'$&K/'E4/& E 7JK  E7:4&  E$E)//JU & &:/K&. E: )&'$&K/'E4/& $K EK )EJ/&.

E U&)Z )KJ :' KE@JE ?K:/& & E?EJ/& ):':@/JU& E : )KE4\.

PARA ISSO, VOCÊ CONVIDA OUTROS A ENTRAREM NA SUA REALIDADE E SUA ALMA PEDE ÀS ALMAS DELES QUE SE COMPORTEM SEGUNDO SUAS EXPECTATIVAS. E  TODO ESSE CONJUNTO FORMA UMA REALIDADE TOTAL E INDIVISÍVEL INTERAGINDO

DINAMICAMENTE. DESSA FORMA TUDO QUE ALI OCORRE É A RESULTANTE DAS ATUAÇÕES DE TODAS AS PARTES. ENTÃO, SE ALGUÉM ALI MANIFESTA UM PROBLEMA, ESSE PROBLEMA EXISTE NESSA REALIDADE. ALTERANDO QUALQUER DAS PARTES O  TODO SER ALTERADO E A REALIDADE MUDA.

E ESSA É A BASE DA CURA !O"OPONOPONO. SOMOS TODOS RESPONSVEIS POR  TODA A REALIDADE EM QUE NOS ENCONTRAMOS.

(34)

O EFEITO CUMULATIVO EM SUA VIDA

J' 4& )&'$&K/'& 4& ':4&, )&4UJ4& )&4)JZ4)J  )KJKE' )&4&)&  4& KE@JE J4JUJ:@. E 4&& $EJ& ]& CE& E'  4& )KE4\.

E )KEJ/'& 8:E &'& E/ &: 8:E@ ?&K', &: 8:E J& &: 8:J@& JK )&4/E)EK $EJ'&  &:/K @' 8:E 4& O:E  8:J@&

)&4/E)EK E, )&4/E)E.

J', &'& E'$KE KE$&4WUEJ.

E4/]&, *&&$&4&$&4& @J )&' :'JK KE$&4CJ@JE. ' /E4\]&, ?@'& E' :'JK KE$&4CJ@JE, 4]& ):@$.

(35)

J'

Ento, porque pedimos comportamentos negati#os se todos somos centelhas de luz...$ara enfatizar a separao, para a criao do E7&.

$&K 8:ZV $&K8:E & E7& $K EJ/JK $KE)J )KJK  J@:]& E 8:E &'& E$K&,

 & )&K$& ?jJ)& É & 'E@*&K )'J4*& $K E4?/JbK  E$K\]&, E :' E)E@E4/E ?EKK'E4/ $K )KJK E$K\]&... 7&K& E '7K&, CK4)& E $KE/&, 4&U& E J&&...

 J', :'  'E@*&KE ?&K' $K J& É )KJK )&'$&K/'E4/& E$K/J/.... 'E: E E:, 'E@*&K E $J&K....

  $E& $  EK E$K...E@ É J?EKE4/E E 'J'.

ExA dizemosA ?ulano foi ruim comigo, sicrano foi mau caráter...em *&&$&4&$&4& :'J'& /&/@ KE$&4CJ@JE E $EJ'& $EK]& & &:/K& $&K /EK  $EJ&  E@E 8:E E )&'$&K/E 8:E@ '4EJK $K E E4)JK E' 4& KE@JE.

(36)

E )&'& ?:4)J&4V UEO'&  E/K:/:K & EK E7:4& & E4J4'E4/& G*:4...

 E/K:/:K & EKA

H 9 'ente )onsciente antes de *ooponopono 9 &ser#e que está desligada do Eu uperior e ( em menor que a 'ente uconsciente 9FS

F 9 'ente uconsciente antes de *ooponopono 9 em maior que a 'ente )onsciente H. omina a mente )onsciente 9H

3 9 'ente )onsciente ap-s *ooponopono. Cem maior e ligada ao Eu uperior.

 4& E8:E' )J' UE'&  ?&4/E, & E: :$EKJ&K, & )&4)JE4/E &: 'E4/E J4/E@E)/:@ E & :C)&4)JE4/E.

k  ?&4/E $&E ):KK.

& )&4//& JKE/& )&'  ?&4/E k $&E EK KE@Jb& $E@& E: :$EKJ&K.  ?&4/E JKW ):KK & :C)&4)JE4/E 1'E'kKJ E )KE4\2 9 F 9 E4/:$J& E 'E'kKJ E )KE4\ 8:E $KEO:J)'  @J7\]& )&'  ?&4/E, E ]&  &KJ7E'

(37)

 9 ): 9  &E4\. E' *&&$&4&$&4& @J E/W 4& )KJ4\ J4/EK4, 7:KJ]  'E'kKJ E )KE4\ 4&)JU. & :C)&4)JE4/E 1)KJ4\ J4/EK42  4]& K)J&)J4, ?b & 8:E $KE4E &CEKU4&, &?KE ' 4]& CE $&K8:E

&?KE, 4]& É )$b E ):KKE &bJ4*&.

)&4)JE4/E &: 'E4/E J4/E@E)/:@ 9 '4  )KJ4\ E )&4/)/K & E: :$EKJ&K E $EJK ):K.

;E: E/&: 8:J $K 'E ):KK<.

$k  ):K E  )KE4\ &: JÉJ @J'J/4/E EK E@J'J4, & :C)&4)JE4/E J'J4:J 9 D 9 E & )&4)JE4/E :'E4/ 3 9 E, )&'  $KW/J) E E@J'J4\]&  )KE4\ E 'E'kKJ  :4J?J)\]& & 3 E: E ?b E &'& KE@J7& JKE/'E4/E  ?&4/E.

A CURA

H 9 & ;E: )&4)JE4/E< $EE  )KJ4\ J4/EK4, F 9  )KJ4\ J4/EK4 $EE  ?&4/E, E4UJ4& E4EK7J

/KUÉ & E: :$EKJ&K,

3 9  ?&4/E E4UJ E4EK7J E ):K 8:E ?@:J $&K /&& & EK.

A SE5U3NCIA $A PR*TICA $E HOQOPONOPONO

1 EE $K&)E& U&)Z ?b 'E4/@'E4/E 4 :Z4)J & $)JE4/E &:  $E& E' 8:E/]& 2

(38)

'&/JU& 9 U&)Z $EJ:  $E& 8:E E )&'$&K/E 8:E@ '4EJK $K E E4)JK 4 : KE@JE. $EJ: 8:E  $E& E )&'$&K/E 8:E@

?&K'.

;$E\&/E $EK]&

1JE4/J?J)  $E& &: 7K:$&2

$&K $EJK/E 8:E E )&'$&K/E E ?&K'  E E4)JK E' 'J4* KE@JE, E: /E '&<.

1KE$E/JK 3 UEbE2 F 9 $EK&K  J 'E'&A

'&/JU& 9 UEK 8:E U&)Z É :' )E4/E@* $EK?EJ/ E @:b. ?&J & E: :C)&4)JE4/E 8:E' ?Eb,  )KJ4\ J4/EK4.

;$EK&&'E $&K $EJK  E $E& 8:E E )&'$&K/E E '4EJK  E E4)JK E' 'J4* KE@JE<.

1KE$E/JK 3 UEbE2

3 9 $EJK  ?&4/E $K ?bEK  ):K E 7KE)EKA ;&: 7K\ E4UJ4& E4EK7J E $E\&  'J4* ):K<.

1KE$E/JK 3 UEbE2

ARTIGO HOQOPONOPONO $E OE 2ITALE

?az dois anos, escutei falar de um terapeuta no *a+aii que curou um pa#ilho completo de pacientes criminais insanos sem sequer #er nenhum deles. & psic-logo estuda#a a ficha do presidiário e logo olha#a dentro de si mesmo para #er como ele tinha criado a enfermidade dessa pessoa. 4a medida em que ele melhora#a, o paciente melhora#a.

 primeira #ez que ou#i falar desta hist-ria, pensei que era uma lenda urana. )omo  podia curar o outro, curando somente a mim mesmoV )omo podia, emora fosse um mestre de grande poder de auto cura, curar algu(m criminalmente insanoV 4o tinha nenhum sentido, no era l-gico, de modo que descartei esta hist-ria.

(39)

Entretanto, escuteia no#amente um ano depois. &u#i que o terapeuta tinha usado um processo de cura ha+aiiano chamado ;hooponopono<. 4unca tinha ou#ido falar disso, entretanto no podia tirálo de minha mente. e a hist-ria era totalmente certa, eu tinha que saer mais. 'eu entendimento era que ;total responsailidade< significa#a que eu sou responsá#el pelo que penso e fao. & que esti#er mais al(m está fora de minhas mos. $enso que a maior parte das pessoas pensa igual sore a responsailidade. omos responsá#eis pelo que fazemos, no do que os outros fazem 9 mas isso está errado.

& terapeuta ha+aiiano, que curou essas pessoas mentalmente doentes, me ensinaria uma no#a perspecti#a a#anada sore o que ( a total responsailidade. eu nome ( r. JhaleaNala *e+ @en. $assamos uma hora falando em nossa primeira con#ersao telef^nica. $edilhe que me contasse a hist-ria total de seu traalho como terapeuta.

Ele explicou que ha#ia traalhado no *ospital Estatal do *a+aii durante quatro anos. & pa#ilho onde encerra#am os criminosos loucos era perigoso.

Kegra geral os psic-logos desistiam de traalhar ali em um m%s.  maior parte dos memros do pessoal caia doente ou simplesmente renuncia#a. s pessoas que atra#essa#am esse pa#ilho caminha#am com suas costas contra a parede, temerosas de serem atacados por seus pacientes. 4o era um lugar agradá#el para #i#er, traalhar ou #isitar. & r. @en me disse que nunca #iu os pacientes. ssinou um acordo de ter um escrit-rio e re#isar suas fichas. Enquanto olha#a essas fichas, traalharia em si mesmo. Enquanto traalha#a em si mesmo, os pacientes comearam a curarse.

;epois de alguns poucos meses, foi permitido aos pacientes que de#iam estar  encarcerados, caminhar li#remente< disseme. ;&utros que tinham que estar fortemente

medicados comearam a diminuir sua medicao. E aqueles que 6amais teriam nenhuma  possiilidade de ser lierados, ti#eram alta<. Eu esta#a assomrado.

;4o somente isso< continuou, ;mas o pessoal comeou a ir feliz para o traalho.< ; aus%ncia e as mudanas de pessoal desapareceram. /erminamos com mais  pessoas do que necessitá#amos porque os pacientes eram lierados e todas as pessoas

#inham traalhar. *o6e este pa#ilho está fechado.<

qui ( onde eu ti#e que fazer a pergunta de milh!es de d-laresA ;& que #oc% este#e fazendo com #oc% mesmo, que ocasionou a mudana dessas pessoasV<

;Eu simplesmente esta#a curando aquela parte minha que tinha criado aquilo neles<, disse ele. Eu no entendi. E o r. @en explicou que, entendia que a total responsailidade

(40)

de sua #ida implica a tudo o que está em sua #ida, simplesmente porque está em sua #ida e, por isso, ( de sua responsailidade. Em um sentido literal, todo o mundo ( sua criao.

:auM Jsto ( duro de engolir. er responsá#el pelo que eu fao ou digo ( uma coisa. er responsá#el por outro ou por qualquer outra coisa que faa ou diga na minha #ida ( muito diferente. Entretanto a #erdade ( estaA se assumir completa responsailidade por sua #ida, ento tudo o que #oc% #%, escuta, saoreia, toca ou experimenta de qualquer forma ( sua responsailidade, porque está em sua #ida. Jsto significa que a ati#idade terrorista, o  presidente, a economia ou algo que experimenta e #oc% no gosta, está ali para que cure.

Jsso no existe, por assim dizer, exceto como pro6e!es que saem de seu interior. &  prolema no está com eles, está em #oc% e para mudálos, #oc% de#e mudar.

ei que isto ( difícil de captar, muito menos de aceitar ou de #i#%lo realmente. triuir ao outro a culpa ( muito mais fácil do que assumir a total responsailidade, mas enquanto fala#a com o r. @en comecei a compreender essa cura dele e que, o hooponopono significa amar a si mesmo.

e dese6a melhorar sua #ida, de#e curar sua #ida. e dese6a curar qualquer outro, ainda que se6a um criminoso mentalmente doente, faao curando a si mesmo.

$erguntei ao r. @en como cura#a a si mesmo. & que era que ele fazia exatamente, quando olha#a as fichas desses pacientes.

;Eu simplesmente permanecia dizendo ;into muito< e ;/e amo<, muitas #ezes< explicou ele.

;- issoV< ;- isso.<

;& resultado ( que, amar a si mesmo ( a melhor forma de melhorar a si mesmo e enquanto #oc% melhora a si mesmo, melhora seu mundo<.

$ermitame darlhe um rápido exemplo de como funciona istoA um dia, algu(m me en#ia um email que me desequilira<. 4o passado leria traalhando com meus aspectos emocionais rai#osos ou tratando de raciocinar com a pessoa que en#iou essa mensagem detestá#el. esta #ez eu decidi pro#ar o m(todo do r. @en. )oloqueime a pronunciar  silenciosamente ;sinto muito< e ;te amo<. 4o dizia nada a ningu(m em particular. implesmente esta#a in#ocando o espírito do amor, dentro, para curar o que esta#a criando a circunst=ncia externa.

Referências

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