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Legislação do Plano de Classificação de Cargos

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(1)

Legislação do Plano

de Classificação de Cargos

DASP

DASP )84.9(094)

4

3

TP

1200

S E R V IÇ O S D E T R A N S P O R T E O F IC IA L E P OR TA R IA

(2)
(3)

Fundação Centro üe Formação do Servidor Público — FUNCEP

Legislação do Plano

de Classificacão de Cargos

TP-1200 Serviços

de Transporte Oficial

e Portaria

Volume 13

DASP — FUNCEP

BRASÍLIA — 1983

(4)

DASP - FUNDAÇÃO CENTRO DE FORMAÇÃO DO SERVIDOR PÚBLICO

D iretor-G eral do DASP J o sé C arlos S o a re s Freire P res id e n te da F U N C E P

Jackson G u e d e s C O M P ILA Ç Ã O

O n esífo ro C onrado de F ig ueiredo C arm en C am boim M oreira

S U P E R V IS Ã O E C O O R D E N A Ç Ã O G ER A L Raim undo N onato B otelho d e N oronha

Ficha C a talo gráfica p reparada pelo

C en tro de D o cu m en tação e Inform ação da F U N C EP

B823c Brasil. Leis, d e c re to s etc.

L eg islação do Plano de C lassificação d e C argos. Brasília, Funda­

ção C e n tro d e Form ação do Servid o r P ú b lic o /D e p a rta m e n to de Im­

prensa N acion al, 1983.

C o nteúd o: v.1 DAS-100; v.2 DAI-110; v.3 PCT-200; v.4 D-400; v.5 M-400; v.6 PF-500; v.7 TAF-600; v.8 ART-700; v.9 SA-800; v .10 NS-900;

v.11 NM-1000; v.12 SJ-1100; v.13 TP-1200; v .14 DACTA-1300; v.15 SI-1400;

v.16 P-1500; v.17 PRO-1600; v.18 SP-1700; v .19 CI-1800; v.20 ATA-1900;

v. 21 L eg islação básica; v.22 Leg islação c o m p le m en tar, regulam en tos.

v.23 R e a ju s ta m e n to d e v e n c im e n to s e salários dos servido res do Po­

d er Executivo.

1. C la ssificação d e carg o s -L e g isla ç ã o . 2. R etribu ição de cargos- L eg islação . I. F un dação C e n tro d e Form ação do Servid o r Público. II.

Título.

B I B L I O T E C A D O

D. A. S. P.

\

CDU: 35.084.7(094.9)

(5)

A P R E S E N T A Ç Ã O

A Fundação C entro de Formação do Servidor Público — FU NCEP, no atendim ento às finalidades para as quais foi instituída, edita, com a colaboração do D epartam ento de Imprensa Nacional, a presente obra, com preendida em 23 volumes, na qual busca facilitar aos servidores em geral e aos responsáveis pelos órgãos de pessoal da A dm inistração Federal Direta, consulta à legislação que rege a cria­

ção, as características e as vantagens pecuniárias de cada Grupo de A tividade Funcional.

Trata-se de trabalho que, de certo, exigirá correções, ante as di­

ficuldades que se apresentaram para sua elaboração, principalm ente diante da m ultiplicidade de atos legais e adm inistrativos pertinentes.

De igual m odo, as constantes alterações na legislação tornam a obra dinâmica, p o sto que, nesta edição, estão consignados os diplomas editados até janeiro de 1983.

Jackson Guedes

(6)

\

(7)

SUMÁRIO

PA R T E I

D O C . P Á G .

001 D ecreto n? 7 1 .900, de 14 de m arço de 1973 — D ispõe sobre o G rupo-Serviços de T ransporte O ficial e Portaria, e dá outras

providências... 1 002 Portaria D A S P n? 040, de 16 de m arço de 1973 — A prova, na

form a do A n exo, as especificações de classe do G rupo de C ate­

gorias F uncionais-Serviços de Transporte O ficial e P ortaria___ 9 003 Lei n? 5 .886, de 31 de m aio de 1973 — Fixa os valores de ven­

cim ento d os cargos d o G rupo-Serviços de T ransporte O ficial e

P ortaria... 19 004 D ecreto-lei nP 1.445, de 13 de fevereiro de 1976, art. 6?, §§ 1?,

2? e 3? — E stabelece escala de referências para cada classe das

diversas C ategorias F u n cion ais... 21 005 D ecreto-lei n? 1.820, de 11 de dezem bro de 1980 — Altera a

escala de referências para cada classe das diversas Categorias

F uncionais... 25

(8)

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(9)

TP-1200

PARTE I

(10)

.

__________________________

(11)

D ECRETO N? 71.900, DE 14 DE M ARÇO DE 1973

* D ispõe sobre o Grupo-Serviços de Transpor­

te Oficial e Portaria, e dá outras providências.

O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confe­

re o artigo 81, item III, da C onstituição e tendo em vista o disposto nos artigos 2?, 4? e T. da Lei n? 5.645, de 10 de dezembro de 1970, decreta:

C A PÍT U L O I

D o G rupo-Serviços de Transporte Oficial e Portaria

A rt. 1? É criado o G rupo-Serviços de T ransporte Oficial e P o rtaria, designado pelo código TP-1200, que com preende C atego­

rias Funcionais integradas de cargos de provim ento efetivo a que são inerentes atividades de conservação das instalações e bens existentes em prédios e áreas públicas e respectiva adm inistração, controle da entrada e saída de m ateriais e pessoas, estabelecimento dos primeiros contatos com o público para prestação de inform ações, recebimento e expedição de correspondência e mensagens oficiais, prom oção da circulação interna de expedientes, e transporte de passageiros e car­

gas em elevadores ou veículos m otorizados.

A rt. 2? As classes integrantes das Categorias Funcionais do G rupo a que se refere este decreto distribuir-se-ão, na form a do dis- i posto no artigo 5? da Lei n? 5.645, de 10 de dezembro de 1970, em 5

(cinco) níveis hierárquicos, com as seguintes características:

Nível 5 — A tividades adm inistrativas relacionadas com a chefia de unidades ou equipes encarregadas do transpo rte oficial de passageiros e cargas, envolvendo prin­

cipalm ente a condução e conservação de veículos m otoriza­

dos.

(12)

Nível 4 — Atividades adm inistrativas relacionadas com a chefia de unidades ou equipes responsáveis pelos trabalhos de p o rtaria em repartições oficiais.

Nível 3 — A tividades, em caráter operacional, de condução e conservação de veículos m otorizados utilizados no transporte oficial de passageiros e cargas.

Nível 2 — A tividades de caráter operacional e de me­

nor grau de com plexidade e responsabilidade, relacionadas com trabalhos de p ortaria em repartições oficiais.

Nível 1 — A tividades auxiliares relacionadas com ser­

viços de po rtaria, inclusive conservação das instalações e bens existentes em prédios e áreas públicas.

A rt. 3? O G rupo-Serviços de Transporte Oficial e P ortaria é constituído pelas C ategorias Funcionais abaixo indicadas:

Código TP-1201 — M otorista Oficial;

C ódigo TP-1202 — Agente de P o rtaria.

P arág rafo único. As classes das Categorias previstas neste arti­

go são distribuídas pela escala de níveis do G rupo, na form a do Anexo.

C A P ÍT U L O II

Da C om posição das Categorias Funcionais

A rt. 4? As C ategorias Funcionais do Grupo-Serviços de T rans­

porte Oficial e P o rtaria deverão atender às necessidades de recursos hum anos dos M inistérios, Ó rgãos integrantes da Presidência da Re­

pública, A utarquias Federais, Ó rgãos integrantes do Ministério Públi­

co da U nião e T ribunal M arítim o.

A rt. 5? P o d erão integrar as Categorias Funcionais^de que trata o artigo 3? deste decreto, m ediante transposição, os atuais cargos, vagos e ocupados, cujas atividades guardem correlação com as indi­

cadas no artigo 1?, observado o seguinte critério:

I — na C ategoria Funcional de M otorista Oficial, os cargos de M otorista;

II — na C ategoria Funcional de Agente de P o rtaria, os cargos de P o rteiro , Chefe de P o rtaria, A uxiliar de P o r­

taria, Servente, A scensorista, Zelador, G uarda e outros que se identificarem com as referidas atividades.

A rt. 6? Os cargos ocupados serão transpostos m ediante a in­

clusão dos respectivos ocupantes nas correspondentes Categorias Funcionais, do m aior p ara o m enor nível e nos limites da lotação es­

(13)

tabelecida, por ordem rigorosa de classificação dos habilitados no processo seletivo a que se refere o C apítulo III deste decreto.

§ 1? Os cargos que, de acordo com a ordem de classificação dos respectivos ocupantes, excederem ao núm ero fixado para a classe superior da correspondente C ategoria Funcional serão transpostos para a classe im ediatam ente inferior ou, se ainda ocorrer a hipótese prevista neste parág rafo , para a classe inferior seguinte.

§ 2? Se a lotação aprovada para a C ategoria Funcional for su­

perior ao núm ero de funcionários habilitados no processo seletivo, será ela com pletada na form a estabelecida em Instrução N orm ativa baixada pelo Ó rgão C entral do Sistema de Pessoal Civil da Adm inis­

tração Federal, observado o disposto nos artigos 9?, § 3?, e 15 do Decreto n? 70.320, de 23 de m arço de 1972.

A rt. 7? A transposição de cargos a que se refere o artigo 5?

deste decreto som ente será processada, em cada órgão, após a obser­

vância das seguintes exigências:

I — aprovação da lotação com base nos resultados dos estudos relativos à fixação qualitativa e quantitativa dos cargos necessários à execução das atividades das novas unidades organizacionais;

II — verificação da prioridade por órgãos ou C ate­

gorias Funcionais, na escala prevista no artigo 2? do De­

creto n? 70.320, de 23 de março de 1972;

III — com provação da existência de recursos o rça­

m entários adequados p ara fazerem face às despesas decor­

rentes da m edida.

C A P ÍT U L O III D os Critérios Seletivos

A rt. 8? Os critérios seletivos para efeito de transposição de cargos p ara as C ategorias Funcionais do G rupo-Serviços de T rans­

porte Oficial e P o rtaria, objetivando com provar a capacidade poten­

cial do funcionário p ara o desem penho das atividades inerentes às respectivas classes, serão basicam ente os seguintes:

I — ter ingressado em virtude de concurso público de provas ou de prova pública de habilitação de caráter com petitivo, na série de classes ou classe singular a que pertencer o cargo a ser transposto, ou na carreira, série funcional ou função que a estas legalmente antecederam ;

II — p ara os que não satisfizerem o requisito indica­

do no item an terior, com provação de bons antecedentes

(14)

funcionais, bem com o de habilitação profissional em rela­

ção à C ategoria Funcional de M otorista Oficial, e com pro­

vação de aptidão física, com referência à C ategoria Fun­

cional de Agente de P o rtaria.

§ 1? P ara efeito do disposto no artigo 6? e seu parágrafo 1?

deste decreto, a classificação dos ocupantes de cargos a serem trans­

postos, habilitados de acordo com este artigo, far-se-á, classe por classe, a com eçar pelo m aior nível, observada a seguinte ordem de preferência:

a) q u an to à habilitação:

1? o habilitado na form a do item I deste artigo;

2? o habilitado na form a do item II; e b) em igualdade de condições de habilitação:

1? o de m aior tem po na classe;

2? o de m aior tem po na série de classes ou classe sin­

gular a que pertencer o cargo a ser transposto;

3? o de m aior tem po de serviço público federal;

4? o de m aior tem po de serviço público.

§ 2? Na apuração dos elementos enum erados neste artigo, tom ar-se-á por base a situação funcional existente à d ata da hom olo­

gação do processo seletivo.

C A P ÍT U L O IV D o Ingresso

A rt. 9? O ingresso nas C ategorias Funcionais integrantes do Grupo-Serviços de T ran sp o rte Oficial e P o rtaria far-se-á na classe inicial, m ediante concurso público em que serão verificadas as quali­

ficações essenciais exigidas, nas respectivas especificações, para o de­

sem penho das atividades inerentes à classe.

A rt. 10. Os cargos da classe inicial da C ategoria de M otorista Oficial poderão ser providos, em até 1/3 (um terço) das vagas, me­

diante progressão funcional de ocupantes de cargos da classe de Agente de P ortaria B.

§ 1? Os candidatos à progressão funcional de que trata este a r­

tigo serão subm etidos a treinam ento adequado e ao mesmo processo seletivo dos candidatos inscritos no concurso público para a C atego­

ria Funcional de M otorista Oficial.

§ A classificação dos candidatos habilitados no concurso público é distinta da dos funcionários habilitados à progressão fun­

cional, podendo realizar-se sim ultaneam ente am bas as competições.

(15)

§ 3? No caso de insuficiência de habilitados, as vagas destina­

das ao preenchim ento por progressão funcional poderão ser providas por candidatos habilitados no concurso público.

C A P ÍT U L O V Da Progressão Funcional

A rt. 11. A progressão funcional dos ocupantes de cargos das Categorias Funcionais de que trata este decreto far-se-á pela elevação do funcionário à classe im ediatam ente superior àquela a que perten­

ça e obedecerá, exclusivamente, ao critério de merecim ento, na for­

ma estabelecida em regulam entação específica, ressalvado o disposto no artigo 10 deste decreto.

A rt. 12. O interstício p ara a progressão funcional é de 2 (dois) anos e será ap u rad o pelo tem po de efetivo exercício do funcionário na classe a que pertença.

A rt. 13. Os critérios de desem pate no m erecim ento, a época da realização das progressões e as norm as do respectivo processa­

m ento serão estabelecidos na regulam entação geral.

C A P ÍT U L O VI

Das Disposições Gerais e Transitórias

A rt. 14. Os ocupantes de cargos que integrarem as classes das Categorias Funcionais a que se refere este decreto ficam sujeitos ao regime de, no m ínim o, 40 (quarenta) horas semanais de trabalho.

A rt. 15. O ato que aprovar as especificações de classe do G rupo-Serviços de T ran sp orte Oficial e P o rtaria estabelecerá, no grau hierárquico correspondente, as linhas de chefia inerentes aos cargos integrantes das C ategorias Funcionais que o com põem .

A rt. 16. P od erá ser reservado até 1/3 (um terço) das vagas existentes, ou que vierem a ocorrer, na classe inicial das Categorias Funcionais do G rupo-Serviços de T ransporte Oficial e P o rtaria, dos quadros de pessoal dos M inistérios, Ó rgãos integrantes da Presidên­

cia da República, A utarquias Federais, Ó rgãos do M inistério Público e T ribunal M arítim o, p ara serem providas pelos ocupantes de cargos das séries de classes e classes singulares relacionados nos itens I e II do artigo 5? deste decreto, que não lograrem habilitação no processo seletivo estabelecido no artigo 8?, bem com o pelos atuais ocupantes de em pregos regidos pela legislação trabalhista, a que sejam inerentes idênticas atividades.

(16)

P arág rafo único. Os funcionários que não forem habilitados continuarão em quadros suplem entares, na form a estabelecida no ar­

tigo 17 do D ecreto n? 70.320, de 23 de m arço de 1972, e os em prega­

dos em tabelas extintas, podendo, entretanto, concorrer, mais uma vez, ao processo seletivo p ara o provim ento.

A rt. 17. Este decreto entrará em vigor na data de sua publica­

ção, revogadas as disposições em contrário.

(17)

GrupodeCategorias FuncionaisServos deTransporteOficial e Portaria CÓDIGO: TP-1200

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(18)
(19)

PO R T A R IA N? 040, DE 16 DE M ARÇO DE 1973

O D iretor-G eral do D epartam ento A dm inistrativo do Pessoal Civil (D A SP), usando da atribuição que lhe confere o artigo 27, item XV, do Regimento aprovado pela P o rtaria n? 131, de 02 de junho de 1970, e de acordo com o artigo 7? do Decreto n? 70.320, de 23 de março de 1972, resolve:

A provar, na form a do Anexo que integra esta P ortaria, as espe­

cificações de classe do G rupo de C ategoria Funcionais — Serviços de T ransporte Oficial e P o rtaria, criado com fundam ento no artigo 4?

da Lei n? 5.645, de 10 de dezem bro de 1970.

(20)

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(21)

ESPE C IFIC A Ç Õ E S DE CLASSES

D E N O M IN A Ç Ã O D O G R U P O : C ÓDIGO :

SERVIÇOS DE TRANSPORTE OFICIAL E PORTARIA TP-1200

D E N O M IN A Ç Ã O D A C A T E G O R IA : C ÓDIGO :

MOTORISTA OFICIAL TP-1201

D E N O M IN A Ç Ã O D A C L A SSE : CÓDIGO:

MOTORISTA O FICIAL B TP-1201.5

D E SC R IÇ Ã O S U M Á R IA D A S A T R IB U IÇ Õ E S D A C LA SSE:

A tividades adm inistrativas relacionadas com a supervisão e coordenação de uni­

dades organizacionais ou equipes encarregadas d o transporte oficial de passageiros e cargas, en volven d o principalm ente a con d u ção e conservação de veículos m otoriza­

dos.

E X E M P L O S T ÍP IC O S D E T R A B A L H O S D A C LA SSE:

1. C ontrolar as entradas e saídas de veícu los.

2. Fazer resum o das partes diárias d o s m otoristas e encam inhá-las à autoridade com petente.

3. V erificar se as partes diárias d os m otoristas estão preenchidas regularm ente.

4. Solicitar ou providenciar a vistoria periódica d os veículos e os reparos que se fi­

zerem necessários, tendo em vista as observações próprias e as lançadas pelos m otoristas nas partes diárias.

5. O rganizar orçam en tos e opinar sobre o m aterial a ser adquirido.

6. Solicitar á autoridade com p eten te o registro de m otorista e de seus substitutos.

(22)

7. Treinar m otoristas recém -adm itidos.

8. Supervisionar serviços relacionados com direção e conservação de veículos.

9. Elaborar relatórios e m apas de controle das operações de transporte.

10. Executar, quando necessário, as atividades próprias do M otorista A.

11. Executar outras tarefas sem elhantes.

FO R M A D E R EC R U T A M E N T O :

Progressão funcional d os ocupantes da classe de M otorista O ficial A.

Q U A L IFIC A Ç Õ E S E SSE N C IA IS P A R A O R EC R U T A M EN T O : Escolaridade: C on clu são d o ciclo ginasial ou 1? grau (8 a. série).

Experiência: 6 (seis) an os, no m ínim o, de experiência profissional.

Outras Qualificações: 1. H abilitação profissional exigida em lei para a direção de veículos m otorizados.

2. H abilitação em curso de aperfeiçoam ento com vistas ao desem penho das atribui­

ções da classe B de M otorista O ficial.

PE R ÍO D O D E T R A B A L H O :

40 (quarenta) horas sem anais, no m ínim o.

O U T R A S C A R A C T E R ÍST IC A S:

D E N O M IN A Ç Ã O D A C LA SSE : C ÓD IG O '

MOTORISTA OFICIAL A

D E SC R IÇ Ã O S U M Á R IA D A S A T R IB U IÇ Õ E S D A C LASSE:

A tividades, em caráter op eracion al, de con d u ção e conservação de veículos m o­

torizados utilizados n o transporte oficial de passageiros e cargas.

E X E M P L O S T ÍP IC O S D E T R A B A L H O S D A C LASSE:

1. Dirigir a u tom óveis, ôn ib u s, cam ionetas e cam inhões em pregados no transporte oficial de passageiros e cargas.

2. M anter o veícu lo sob sua responsabilidade em perfeito estado e satisfatórias con d ições de fu n cion am en to, com u n ican d o a quem de direito as falhas verifica­

das ou , se for o ca so , op erando pequenos consertos.

3. C om unicar a ocorrência de fatos e avarias relacionados com a viatura sob sua responsabilidade.

TP-1201.3

(23)

4. M anter o veículo convenientem ente abastecido.

5. Levantar o m apa do con su m o de com bustíveis e lubrificantes.

6. A presentar periodicam ente estatística dos serviços de garagem.

7. Executar outras tarefas sem elhantes.

FO R M A D E R E C R U T A M E N T O :

C oncurso público e progressão funcional dos ocupantes da classe de A gente de Portaria B .

Q U A L IF IC A Ç Õ E S E SSE N C IA IS P A R A O R E C R U T A M E N T O :'"

Escolaridade: 4 f série do 1 ? grau de ensino.

Experiência: ...

Outras Qualificações: H abilitação profissional exigida em lei para a direção de veículos m otorizados.

P ER ÍO D O D E T R A B A L H O :

40 (quarenta) horas sem anais, no m ínim o.

O U T R A S C A R A C T E R ÍST IC A S:

E SPEC IFIC A Ç Õ E S DE CLASSES

D E N O M IN A Ç Ã O D O G R U PO : C ÓDIGO :

SERVIÇOS DE TRANSPORTE OFICIAL E PORTARIA TP-1200

D E N O M IN A Ç Ã O D A C A T E G O R IA : C ÓDIGO :

AGENTE DE PORTARIA TP-1202

D E N O M IN A Ç Ã O D A C LA SSE : C ÓDIGO :

AGENTE DE PORTARIA C T P -1202.4

D E SC R IÇ Ã O S U M Á R IA D A S A T R IB U IÇ Õ E S D A C LASSE:

A tividades adm inistrativas relacionadas com a supervisão e coordenação de uni­

dades organizacionais ou equipes de servidores responsáveis pelos trabalhos de P or­

taria em repartições o ficia is.

(1) E scolaridade a lte ra d a pela P o rta ria D A SP n? 1.227, de 16-08-77.

(24)

EX E M P L O S T ÍP IC O S D E T R A B A L H O S D A CLASSE:

1. Elaborar relatórios e estatísticas sobre os trabalhos executados.

2. C hefiar Portaria e auxiliar n os serviços de supervisão.

3. C ontrolar o con su m o de energia elétrica e o abastecim ento de água na reparti­

ção.

4. C ontrolar e supervisionar o s serviços de elevadores.

5. R equisitar material necessário aos serviços da Portaria.

6. O rganizar a escala de serviço d o pessoal.

7. Superintender o serviço de conservação e lim peza da repartição.

8. C ontrolar equipes de servidores em serviço de conservação das instalações e bens existentes em prédios e áreas públicas e respectiva adm inistração.

9. O rganizar escalas de serviço e controlar freqüência dos agentes de portaria.

10. Inspecionar o s locais ou instalações cuja conservação im plique m aior responsa­

bilidade.

11. R equisitar m ateriais e uniform es para o s agentes de portaria.

12. P ropor norm as de serviço com relação aos trabalhos de conservação e adm inis­

tração de bens existentes em prédios e áreas públicas.

13. D esem penhar, por necessidade de serviço, as atribuições d o A gente de Portaria B ou A .

14. Executar outras tarefas sem elhantes.

FO R M A D E R E C R U T A M E N T O :

Progressão funcional d os ocupantes da classe de A gente de Portaria B.

Q U A L IF IC A Ç Õ E S E SSE N C IA IS P A R A O R EC R U T A M E N T O : Escolaridade: C on clu são d o ciclo ginasial ou 1? grau (8? série).

Experiência: 3 (três) an os, n o m ínim o, de exercício da atividade profissional.

Outras Qualificações: H ab ilitação em curso de aperfeiçoam ento, com vistas ao exercício das atribuições da classe C de A gente de Portaria.

PE R ÍO D O D E T R A B A L H O :

40 (quarenta) horas sem anais, n o m ínim o.

O U T R A S C A R A C T E R ÍST IC A S:

(25)

D E N O M IN A Ç Ã O D A C LA SSE: CÓDIGO :

AGENTE DE PORTARIA B T P -1202.2

D ESC R IÇ Ã O S U M Á R IA D A S A T R IB U IÇ Õ E S D A C LASSE:

A tividades de caráter operacional e de m enor grau de com plexidade e responsa­

bilidade, relacionadas com trabalhos de portaria em repartições o ficiais, inclusive m anobra de elevadores.

E X E M P L O S T ÍP IC O S D E T R A B A L H O S D A C LASSE:

1. Receber, orientar e encam inhar o público.

2. Zelar pela lim peza e m anutenção das instalações, m obiliário e equipam ento, dis­

tribuindo, se for o ca so , o m aterial necessário.

3. Abrir e fechar as dependências da repartição.

4. A pontar consertos necessários á conservação de bens e instalações, providen­

ciando, se for o caso, sua execução.

5. M anter em con d ições de funcionam ento os equipam entos de proteção contra in­

cêndio ou quaisquer outros relativos à segurança da repartição.

6. M anobrar elevadores, públicos ou privativos, em pregados na condução de pes­

soas.

7. Prestar in form ações a o público sobre a localização de pessoas ou dependências da repartição.

8. A uxiliar a saída de p essoas retidas em elevadores.

9. Exercer, q u ando for o ca so , o controle em m esas ou painéis d o m ovim ento dos elevadores.

10. Receber a correspondência e encam inhar ao protocolo.

11. C ontrolar a entrada e saída de m aterial.

12. C ontrolar a regularidade d o registro d o pon tò.

13. Cham ar viaturas para transporte de material ou pessoas.

14. Servir ca fé, refrigerante ou lanche a servidores ou visitantes.

15. P rovidenciar ou efetuar a expedição ou entrega de correspondência externa.

16. Executar serviços de cop a.

17. P rovidenciar o hasteam en to e arreação do P avilhão N acional.

18. A tender e efetuar ligações telefônicas.

19. Receber e transm itir m ensagens.

20. Cumprir m andados interna e externam ente.

21. Espanar m óveis e auxiliar na sua rem oção ou arrum ação.

22. M anobrar elevadores em pregados n o transporte de m ateriais.

(26)

23. Zelar pelo asseio da cabine de elevadores de passageiros e com unicar à autorida­

de superior com petente as irregularidades ou defeitos verificados no funciona­

m ento d o carro sob sua responsabilidade.

24. Fazer respeitar o lim ite de peso ou lotação perm itido ao elevador.

25. A uxiliar o em barque e desem barque de volum es nos elevadores.

26. Executar outras tarefas sem elhantes.

F O R M A DE R EC R U T A M E N T O :

P rogressão funcional dos ocupantes da classe de A gente de Portaria A.

Q U A L IF IC A Ç Õ E S E SSE N C IA IS P A R A O R EC R U TA M EN T O : Escolaridade: C onclusão d o ciclo ginasial ou 1? grau (8? série).

Experiência: ...

.. Outras Qualificações: H abilitação em curso de aperfeiçoam ento, com vistas ao desem penho das atribuições da classe B de A gente de Portaria.

P E R ÍO D O DE T R A B A L H O :

40 (quarenta) horas sem anais, no m ínim o.

O U TR A S C AR A C TE R ÍST IC A S:

D E N O M IN A Ç Ã O D A CLASSE: CÓDIGO:

AGENTE DE PORTARIA A TP-1202.1

D E SC R IÇ Ã O SU M Á R IA D A S A T R IB U IÇ Õ E S D A CLASSE:

A tividades auxiliares relacionadas com serviços de portaria.

E X E M P L O S T ÍP IC O S D E T R A B A L H O S D A CLASSE:

\

1. C ontrolar a entrada de pessoas nos recintos de trabalho, bem com o a saída de tais locais, exigindo, quando for o caso, identificação ou autorização para o in­

gresso.

2. Revistar volum es e im pedir a saída de material sem a devida autorização.

3. A tender a telefones e anotar recados.

4. C ontrolar a entrada de pessoas em depósitos de m ateriais e jardins de edifícios, bem co m o a saída de tais locais.

(27)

5. Encarregar-se da abertura e fecham ento de portas e portões.

6. Encam inhar visitantes, prestando-lhes inform ações.

7. A com panhar funcionários quando esses, em função d o cargo, conduzirem di­

nheiro ou valores.

8. Operar com m áquinas duplicadoras, para reprodução de docum entos.

9. C om unicar à autoridade com petente as irregularidades verificadas.

10. Exam inar as autorizações para ingresso ou saida.

11. Zelar pela ordem e segurança da área sob sua responsabilidade.

12. A dotar m edidas tendentes a evitar incêndios ou extingui-los.

13. Impedir a entrada de pessoas quando inconveniente ou não aut gresso.

14. Executar outras tarefas sem elh an tes.<J1 FO RM A DE R E C R U T A M E N T O :

C oncurso Público

Q U A L IFIC A Ç Õ E S E SSE N C IA IS P A R A O R EC R U TA M E N TO :

Escolaridade: C on clu são do curso prim ário ou da 4? série d o 1? grau.

E xperiência: ...

Outras Qualificações: ...

P E R ÍO D O D E T R A B A L H O :

40 (quarenta) horas sem anais, no m ínim o.

O U T R A S C A R A C T E R ÍST IC A S:

Os ocupantes dessa classe estão sujeitos à prestação de serviço noturno, bem c o ­ m o aos sáb ad os, d om in gos e feriados.

(2) O q u a d ro de Exem plos Típicos de T rab alh o s d a Classe A da C ategoria de Agente de P o rta ria foi a lterad o pela P o rta ria DA SP n? 187, de 26-02-75.

Publicada no D .O . de 29-03-73.

(28)
(29)

LEI N? 5.886, DE 31 DE M AIO DE 1973

Fixa os valores de vencim ento dos cargos do G rupo-Serviços de Transporte Oficial e Portaria, do Serviço Civil da União e das Autarquias Fe­

derais, e dá outras providências.

O Congresso N acional decreta:

A rt. 1? Aos níveis de classificação dos cargos integrantes do G rupo-Serviços de T ransp orte Oficial e P o rtaria, criado com funda­

m ento no artigo 4? da Lei n? 5.645, de 10 de dezembro de 1970, cor­

respondem os seguintes vencimentos:

A rt. 2? As gratificações pelo exercício em regime de serviço extraordinário vinculado ao de tem po integral e dedicação exclusiva e as diárias de que trata a Lei n? 4.019, de 20 de dezembro de 1961, e respectivas absorções, ficarão absorvidas, em cada caso, pelos ven­

cimentos fixados no artigo anterior.

P arág rafo único. A partir da vigência dos decretos de tran sp o ­ sição de cargos p ara as C ategorias Funcionais do G rupo-Serviços de T ransporte Oficial e P o rtaria, cessará, para os respectivos ocupantes, o pagam ento das vantagens especificadas neste artigo, bem como de todas as ou tras que, a qualquer título, venham sendo por eles perce­

bidas, abrangendo, inclusive, abonos e com plem entos salariais, res­

salvados, apenas, o salário-fam ília e as gratificações adicional por tem po de serviço e de representação de gabinete.

Níveis Vencimentos mensais

Cr$

TP-5 TP-4 TP-3 TP-2 TP-1

1 . 200,00

1

.

000,00

900.00 700.00 500.00

(30)

A rt. 3? Ressalvado o disposto no parágrafo único do artigo 3?

da Lei n? 5.645, de 10 de dezembro de 1970, é vedada a utilização, a qualquer título e sob qualquer form a, de colaboradores eventuais re­

tribuídos m ediante recibo, para a execução de atividades com preen­

didas no Grupo-Serviços de T ransporte Oficial e P ortaria.

§ 1? Os atuais empregos regidos pela legislação trabalhista, a que sejam inerentes atividades com preendidas no G rupo de Catego­

rias Funcionais de que trata esta lei, são considerados extintos, po­

dendo, entretanto, ser transform ados em cargos do mesmo G rupo, de acordo com critérios estabelecidos em ato do Poder Executivo.

§ 2? Aplica-se o disposto no parágrafo anterior aos empregos regidos pela legislação trabalhista, a que sejam inerentes atividades adm inistrativas em geral, de nível médio, a que se refere o item VIII do artigo 3? da Lei n? 5.645, de 10 de dezembro de 1970, os quais poderão ser transform ados em cargos do G rupo de Categorias Funcionais-Serviços Auxiliares.

A rt. 4? Os vencimentos fixados no Artigo 1? desta lei vigora­

rão a partir da d ata dos decretos de inclusão de cargos no novo siste­

ma, a que se que se refere o p arágrafo único do artigo 2?.

A rt. 5? O bservado o disposto nos artigos 8?, item III, e 12 da Lei n? 5.645, de 10 de dezem bro de 1970, as despesas decorrentes da aplicação desta lei serão atendidas pelos recursos orçam entários pró ­ prios dos M inistérios, Ó rgãos integrantes da Presidência da Repúbli­

ca e A utarquias Federais, bem com o por outros recursos a esse fim destinados, na form a da legislação pertinente.

A rt. 6? E sta lei en trará em vigor na data de sua publicação.

A rt. 7? Revogam-se as disposições em contrário.

P ublicada no D .O . de 04-06-73.

(31)

DECRETO-LEI N? 1.445, DE 1 3 DE FEV EREIRO DE 1976 Reajusta os vencim entos e salários dos servi­

dores civis do Poder Executivo, dos m em bros da M agistratura e do Tribunal de Contas da União, e dá outras providências.

A rt. 6? A escala de vencimentos e salários dos cargos efetivos e empregos perm anentes dos servidores em atividade, incluídos nos G rupos de C ategorias Funcionais com preendidos no Plano de Classi­

ficação de Cargos, será constante do Anexo III deste decreto-lei.

§ 1? As Referências, especificadas na escala de que trata este artigo, indicarão os valores de vencimento ou salário estabelecidos para cada classe das diversas C ategorias Funcionais, na form a do Anexo IV deste decreto-lei.

§ 2? Na im plantação da escala prevista neste artigo, será apli­

cada ao servidor a Referência de valor de vencimento ou salário igual ao que lhe couber em decorrência do reajustam ento concedido pelo artigo 5? deste decreto-lei.

§ 3? Se não existir, na escala constante do Anexo III, Referên­

cia com o valor de vencim ento ou salário indicado no parágrafo an ­ terior, será aplicada ao servidor a Referência que, dentro da classe a que pertencer o respectivo cargo ou em prego, na form a estabelecida do Anexo IV deste decreto-lei, consignar o vencimento ou salário de valor superior mais próxim o do que resultar do reajustam ento conce­

dido pelo artigo 5?, e seu p arág rafo único, deste decreto-lei.

(32)

Valor mensal de vencimento ou

salário CrJ

Referências

Valor mensal de vencimento ou

salário CrJ

Referências

Valor mensal de vencimento ou

salário CrJ

Referências

13.313,00 57 3 .7 4 5 ,0 0 31 1.053,00 5

12.678,00 56 3 .5 6 5 ,0 0 30 1.003,00 4

12.075,00 55 3 .3 9 5 ,0 0 29 9 5 6 ,0 0 3

11.501,00 54 3 .2 3 3 ,0 0 28 9 1 1 ,0 0 2

10.953,00 53 3 .0 7 8 ,0 0 27 868,00 1

10.432,00 52 2 .9 3 2 ,0 0 26

9 .9 3 4 ,0 0 51 2 .7 9 2 ,0 0 25

9 .4 6 1 ,0 0 50 2 .6 5 9 ,0 0 24

9 .0 1 1 ,0 0 49 2 .5 3 2 ,0 0 23

8 .5 8 2 ,0 0 48 2 .4 1 2 ,0 0 22

8 .1 7 3 ,0 0 47 2 .2 9 7 ,0 0 21

7 .7 8 3 ,0 0 46 2 .1 8 7 ,0 0 20

7 .4 1 2 ,0 0 45 2 .0 8 3 ,0 0 19

7 .0 6 0 ,0 0 44 1.985,00 18

6 .7 2 3 ,0 0 43 1 .891,00 17

6 .4 0 3 ,0 0 42 1.801,00 16

6 .0 9 8 ,0 0 41 1.716,00 15

5 .8 0 7 ,0 0 40 1.634,00 14

5 .5 3 1 ,0 0 39 1.556,00 13

5 .2 6 7 ,0 0 38 1.482,00 12

5 .0 1 8 ,0 0 37 1.411,00 11

4 .7 7 8 ,0 0 36 1.345,00 10

4 .5 5 1 ,0 0 35 1.281,00 9

4 .3 3 5 ,0 0 34 1.219,00 8

4 .1 2 8 ,0 0 33 1.160,00 7

3 .9 3 2 ,0 0 32 1.106,00 6

(33)

1?doArt.6?doDecreto-lei n?1.445, de13 defevereirode1976)

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(34)
(35)

D ECRETO -LEI N? 1.820, DE 11 DE DEZEM BRO DE 1980 Reajusta os vencimentos, salários e proven­

tos dos servidores civis do Poder Executivo, bem com o das pensões, e dá outras providências.

A rt. 2? A escala de vencimentos e salários, e respectivas refe­

rências a que se refere o Anexo III do Decreto-lei n? 1.732, de 1979, fica alterada na form a do correspondente Anexo deste decreto-lei.

A rt. 3? As categorias funcionais integrantes do P lano de Clas­

sificação de Cargos, instituído pela Lei n? 5.645, de 10 de dezembro de 1970, ficam distribuídas por classe, na form a do Anexo IV deste decreto-lei.

P arág rafo único. Os servidores atualm ente posicionados nas refe­

rências a que se refere a parte inicial do artigo anterior ficam au to ­ m aticam ente localizados, inclusive com m udança de classe, nas cor­

respondentes referências do Anexo III deste decreto-lei.

(36)

Cargos ou Empregos de Nível Superior Cargos ou Empregos de Nível Médio

Situação Situação Nova Situação Nova

Anterior Situação

Anterior

Vencimento ou salano Vencimento ou salário

Referência Referência Referência

a partir de a partir de Referência a partir de a partir de

01/01/1981 01/04/1981 01/01/1981 01/04/1981

32 e 33 N S . 1 21.346 28.777 8 N M . 1 6 .4 5 0 9.938

34 N S. 2 ' 22.960 30.954 9 N M . 2 6 .7 7 9 10.445

35 N S . 3 2 4.106 32.499 10 N M . 3 7.121 10.972

36 N S . 4 25.308 3 4.119 11 N M . 4 7 .469 11.508

37 N S . 5 2 6.578 35.832 12 N M . 5 7.843 12.084

38 N S . 6 2 7 .8 9 9 37.612 13 N M . 6 8.237 12.692

39 N S . 7 2 9.297 39.497 14 N M . 7 8.653 13.204

40 ' N S . 8 30.759 4 1.468 15 N M . 8 9 .082 13.792

4] N S . 9 32.301 43.068 16 N M . 9 9 .5 3 7 14.412

42 N S . 10 3 3.914 4 5 .2 1 9 17 N M . 10 10.014 14.984

43 N S . 11 35.608 46.951 18 N M . 11 10.512 15.574

44 N S . 12 3 7.399 49.311 19 N M . 12 11.029 16.176

45 N S . 13 3 9.262 51.186 20 N M . 13 11.584 16.818

46 N S . 14 4 1 .2 2 6 53.746 21 N M . 14 12.166 17.483

47 N S . 15 4 3 .2 9 4 56.122 22 N M . 15 12.773 18.167

48 N S . 16 45.462 58.596 23 N M . 16 13.408 18.870

49 N S . 17 4 7 .7 3 6 61.172 24 M M . 17 14.081 19.505

50 N S . 18 50.118 6 4 .2 2 6 25 N M . 18 14.786 20.263

51 N S . 19 52.625 67.438 26 N M . 19 15.527 21.048

52 N S . 20 55.262 70.817 27 N M . 20 16.302 21.978

53 N S . 21 5 8 .0 2 0 74.351 28 N M . 21 17.120 23.081

54 N S . 22 6 0 .9 2 6 7 8.076 29 N M . 22 I7 '9 7 9 24.238

55 N S . 23 63.965 8 1.970 30 N M . 23 18.879 25.452

56 N S . 24 6 7.162 86.067 31 N M . 24 19.832 26.737

57 N S . 25 70.524 90.375 32 N M . 25 2 0.826 28.077

33 N M . 26 21.865 29.478

34 N M . 27 2 2 .9 6 0 30.954

35 N M . 28 2 4.106 32.499

36 N M . 29 25.308 34.119

37 N M . 30 26.578 35.832

38 N M . 31 2 7.899 37.612

39 e 40 N M . 32 30.028 4 0.482 41 e 42 N M . 33 3 3.107 4 4.143 43 e 4 4 N M . 34 3 6.504 48.131 45 e 4 6 N M . 35 40.243 52.465

(37)

G rupos C ategorias

Funcionais Código Referências de vencim ento

ou salário por classe

Serviços de T ran sp o rte Oficial e P o rtaria (TP-1200 ou LT-TP-1200)

a ) Agente de P o rtaria

TP-1202 ou 1.T-TP-I202

Classe Especial — NM II a 13 Classe B — NM 6 a 10 Classe A — NM l a 5

b) M otorista Oficial

T P -I2 0 I ou LT-TP-1201

Classe Especial — NM 14 a 18 Classe B — NM 9 a 13 Classe A — NM 7 a 8

P u b licad o no ! ) .( ) . de 12-12-8 0.

(38)

BIBLIOTECA 0 0 DASP DÜAÇÀO DE:

f j t^t

DaTa c M x . í * I

(39)

Autor: Brasil

Título. Legislação do plano de classificação de cargos : TP-1200 : serviços de transporte oficial e portaria.

35.084.9(094) L514 Ac

Exemplar: 10062682 - V. 13 Ex.2 MP DIBIB

Referências

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