Vale do
Amanhecer
10/05/2015
Adj Adelano Mestre Gilmar
1º Príncipe Maya
Índice
1. Manual Falange de Príncipes Mayas ... 4
2. DEFINIÇÃO DE FALANGE MISSIONÁRIA ... 6
3. O TRINO AJARÃ MESTRE GILBERTO ZELAYA ... 8
4. ADJUNTO YURICY MESTRE MARIA EDELVES COUTO DOS REIS ... 10
5. ADJUNTO UMARIÃ MESTRE IGNACIO LAVOR DE SALES .... 11
6. O PRIMEIRO PRINCIPE MAYA DOS TEMPLOS DO AMANHECER ... 12
7. REGENTES PRINCIPES MAYAS NOS TEMPLOS DO AMANHECER (CGTA) ... 14
8. REGENTES DO PRÍNCIPE MAYA NOS TEMPLOS DO AMANHECER ... 14
9. O SURGIMENTO DA FALANGE DE PRINCIPES MAYAS ... 17
10. O PRINCIPE ARIANE ... 20
11. CONSIDERAÇÕES SOBRE O USO DA IDUMENTÁRIA ... 21
12. ESTRELA SUBLIMAÇÃO ... 22
13. SANDAY DOS TRONOS ... 22
14. RANDY: ... 22
15. ORÁCULO DE SIMIROMBA: ... 23
16. CURA INICIÁTICA: ... 23
17. ESTRELA CANDENTE: ... 23
18. QUADRANTE: ... 23
19. CRUZ DO CAMINHO: ... 23
20. CORTE DE IMANTRAÇÃO: ... 24
21. ABATÁ: ... 24
22. DETALHES DO CANTO DOS PRINCIPES MAYAS ... 25
23. CANTO DOS PRINCIPES MAYAS ... 27
24. HISTÓRICO TRANSCENDENTAL: ... 28
25. INDUMENTÁRIA: ... 30
26. CAMISA ... 30
27. CINTO: ... 31
28. CAPAS: ... 32
a) DOUTRINADORES ... 32
b) AJANÃS: ... 32
c) BORDADO PADRINHO DE ADJ ARCANO ... 33
d) BORDADO CAPA DO AJANÃ - DISPOSIÇÃO
DAS ARMAS ... 34
29. RITUAIS SOB A RESPONSABILIDADE DOS PRINCIPES MAYAS 35
a) CASAMENTO ... 35
b) ENTREGA DE ENERGIAS DA ESTRELA
CANDENTE ... 39
c) ESTRELA DE ASPIRANTES ... 40
d) RITUAL DO QUADRANTE ... 42
e) Benção de Pai Seta Branca ... 45
f) TRABALHO DE PAJÉ ... 47
g) BENÇÃO DO MINISTRO ... 48
h) TRABALHO DE ARAMÊ E DE JULGAMENTO: .. 50
30. OBSERVAÇÕES FINAIS: ... 51 31. AGRADECIMENTOS ... 53
Salve Deus!
A Falange de Príncipes Maya foi criada em 1982.
O Primeiro Príncipe Maya, responsável por todos os Mestres Príncipes dos Templos do Amanhecer é o Adjunto Adelano, Mestre Gilmar.
Nome completo: Gilmar Moreira Santos;
Classificação: 1º Príncipe Maya dos Templos do Amanhecer, 7º Raio Adjuração Arcanos Rama 2000, Coordenador Ajarã.
Todos os Príncipes Maya são da Falange de Sublimação.
1. Manual Falange de Príncipes Mayas INTRODUÇÃO:
Em todas as doutrinas e pensamentos religiosos o princípio hierárquico e organizacional está sempre presente e em nossa doutrina não poderia ser diferente.
Através da Clarividente Neiva Chaves Zelaya, todo um sistema doutrinário ritualístico foi concebido através de sua mediunidade.
Paulatina e gradativamente a doutrina com seus aparatos físicos e abstratos foram sendo agregados para formar um todo, um sistema único, cujo objetivo é a cura desobsessiva ou cura espiritual.
Esta jornada da Clarividente começou na década de cinquenta quando do despertar de sua mediunidade na Cidade Livre do Núcleo Bandeirante.
De lá até sua chegada ao Vale do Amanhecer, um local aos arredores da cidade satélite de Planaltina DF, foram muitos acontecimentos até que na década de setenta, mais precisamente por volta de 1976 com a criação do Mestrado, a espiritualidade começa a implantar na Terra e na Corrente Indiana do Espaço as Falanges Missionárias, grupos de Mestres e Ninfas cujo objetivo é servir ao Mestrado e consecutivamente os Adjuntos que em 1978 começariam a formação do povo e logo depois do continente.
A necessidade do surgimento das Falanges Missionárias se deu em virtude dos novos rituais e consagrações que estariam surgindo.
A primeira falange a nascer foi a falange de Nityamas e, em 1982, Tia Neiva Cria a Falange de Príncipes Maya.
Este manual visa contar a história do surgimento da falange de Príncipes Maya, assim como detalhes de sua indumentária, os rituais com sua participação e que possam auxiliar a todos os seus missionários no cumprimento de sua missão.
Gilmar Moreira Santos
Primeiro Príncipe Maya dos templos do Amanhecer Adjunto Adelano K 108 Arcanos Rama 2000
2. DEFINIÇÃO DE FALANGE MISSIONÁRIA Salve Deus!
Com o advento da criação da Estrela Candente em 1974, a Corrente Indiana do Espaço teve que alcançar outros níveis na manipulação do mediunismo, dessa forma, ela entrou num espaço muito restrito que é a força da Cabala iniciática.
Segundo nossa Clarividente, Cabala é o leito de forças decrescentes, para haver uma movimentação iniciática cabalística é rigorosamente necessário seguir passos ritualísticos contínuos e precisos. Alia-se a isso, as indumentárias e suas cores e também nossas formas arquitetônicas.
Com a chegada da iniciação Dharman-oxinto, que, ao que tudo indica, veio com a chegada de Humarrã e os segredos escondidos pelos Lhamas tibetanos e que fora passado a então Irmã Neiva, ainda na Serra do Ouro, tivemos acesso a esse mundo iniciático.
Então nasceram as Falanges Missionárias. Elas foram surgindo gradativamente, a medida em que a própria doutrina foi evoluindo, então Falanges Missionárias são grupos missionários criados para servir o Mestrado e consecutivamente aos Adjuntos.
Cada vez que uma missionária ou missionário enverga sua indumentária ele (a) está servindo a falange, executando tarefas dentro do universo ritualístico que só pode ser exercido com a indumentária da mesma, assim como acompanha uma emissão diferenciada e o mais marcante e importante, uma indumentária especifica para tal situação.
Os rituais e sua complexidade na emissão e recepção de energias requer essa condição especial dos médiuns de nossa doutrina e, no momento em que se está em uso uma indumentária de falange, o Mestre ou Ninfa representa aquela falange missionária, que na verdade tem suas Guias Missionárias, Ministros e Cavaleiros nos Planos Espirituais e, por fim, é um povo que habita dimensões evoluídas e cuja função é assistir a Doutrina na sua cura desobsessiva. Com o numero sempre crescente de Templos do Amanhecer em nosso planeta, é logico e evidente que nem todos têm trabalhos específicos para essas falanges e, dessa forma, dentro de uma visão doutrinária, espiritual, física, social e jurídica, esse manual procura formas que não ferem a essência da Doutrina para normatizar o uso das mesmas, tanto em seus trabalhos específicos quanto nos outros com a participação dos Príncipes Mayas.
Um fato a ser analisado pelo Adjunto Presidente e sob sua responsabilidade é a entrada de crianças e adolescentes na doutrina, a regra legal diz que é permitido colocar a indumentária a partir dos doze anos de idade. Porém em casos especiais e a critério do Adjunto pode se colocar a indumentária antes dessa idade exigida.
Temos o Pequeno Pajé, porém, de certa forma ele não atende os anseios dos filhos de 7 ou oito anos que tem uma vontade bastante forte de colocar uma indumentária.
Ainda não temos a cultura de cultivar a continuidade da doutrina para nossos filhos, e portanto fica esse vazio, essa lacuna desse espaço que poderá significar muito na formação da personalidade doutrinaria em nossos filhos... Um caso muito sério para o Adjunto Presidente pensar e decidir.
3. O TRINO AJARÃ MESTRE GILBERTO ZELAYA
Quando o vi pela primeira vez em uma reunião para os Príncipes Mayas, estava presente também o Adjunto Yuricy Mestre Edelves, sua colocação em relação aos assuntos doutrinários era sempre ponderada, mas objetiva, e de lá para cá sempre tive o apoio desse nosso Trino Presidente Triada Ajarã. Nessa reunião se intitulou também como padrinho da falange.
Hoje, já na aurora de sua existência, a sabedoria e agilidade de sua forma de pensar, deixou para trás sua condição física e o peso dos anos já se faz sentir em sua caminhada.
Essa Doutrina não teria avançado tanto sem a contribuição decisiva de Gilberto Zelaya, que mesmo com todas as prerrogativas hierárquicas deixada por sua Mãe e Clarividente, nunca se fez de rogado ou colocou se a nível de igualdade dessas classificações e muito menos acima dela.
Homem simples, de pouca cultura da terra, mas com uma sabedoria e capacidade de análise das coisas da vida e fora da matéria que deixa para trás antropólogos e filósofos onde seus doutorados deixam a desejar.
Mesmo sob a força de seu carma, cuja limitação lhe impede de sorver em sua totalidade o próprio ar a respirar, continua a ser o Trino Peregrino, que em sua simplicidade deseja apenas servir e devolver o cajado que sua mãe lhe confiou, o nosso muito obrigado!
É o desejo deste seu servo e de toda a Falange de Príncipes Mayas.
4. ADJUNTO YURICY MESTRE MARIA EDELVES COUTO DOS REIS
Em um desses “primeiro de Maio”, na madrugada, em direção à Estrela Candente para a consagração do Dia do Doutrinador, eu estava lhe dando a mão para que ela pudesse caminhar em segurança e não tropeçar e naquele momento pensava:
É para mim um privilégio enorme estar caminhando lado do Adjunto Yuricy!
Suas mãos finas, porém, firmes, representavam a grandeza da força do Doutrinador em uma Ninfa que conseguiu a primazia de ser um Adjunto Arcano, Regente de koatay 108 e como sempre brincava com ela “Secretária executiva de Pai Seta Branca”.
No alto de seus oitenta e tantos anos, continuava firme acreditando no sonho e nos olhos de uma Clarividente.
Se impunha e se opunha aos desmandos daqueles que não queriam o compromisso assumido com Jesus e com o Pai Seta Branca.
Assumiu o comando espiritual da Falange de Príncipes Maya e deixou seu legado a esses homens e também às Ninfas Yuricys, que ainda hoje leva como chancela maior a disciplina e a certeza de serem espelho de Mestre Edelves.
Nós temos muito que lhe agradecer pelo que nos fizestes e por tudo que nos deixou.
Nosso muito obrigado!
5. ADJUNTO UMARYÃ MESTRE IGNACIO LAVOR DE SALES
Desses Mestres que não se deixam passar despercebidos por sua força e emanação, não podemos deixar de citar Mestre Ignácio, cuja sabedoria, força e determinação podem ser equiparadas por sua sensibilidade e veia poética, que deixou no estado do Pernambuco a marca da Doutrina do Amanhecer.
Quando de nossa primeira viagem a Olinda nos sentimos como se estivéssemos em casa tal foi a hospitalidade dedicada a nós por Mestre Ignácio, sua família e seu povo e nos deixou uma bonita um poema que se eternizou em mantra no estado de Pernambuco:
Príncipes Mayas do amanhecer...
Nobres, de tradição imortal!
Redimindo um passado tão triste
Sem grandeza e amor fraternal!
Orgulho e vaidade infinita
Nos trouxe, tanta dor afinal...
Voltamos com a lição aprendida
Fazendo o bem, combatendo o mal!
Seta Branca do alto nos assiste...
Mãe Yara ternura maternal...
Faróis que iluminam nossas vidas
Tia Neiva foi quem nos deu o sinal!
Trocando o orgulho pela humildade,
A sombra, pela luz matinal
Andando pela estrada da vida!
Não tememos qualquer vendaval!
Príncipes Mayas do amanhecer...
Nobres, de tradição imortal!
Redimindo um passado tão triste
Sem grandeza e amor fraternal!
6. O PRIMEIRO PRINCIPE MAYA DOS TEMPLOS DO AMANHECER
Após ver a necessidade de maior atendimento aos Príncipes Maya dos Templos do Amanhecer, o Trino Ajarã convidou o Mestre Gilmar Santos, um de seus Subcoordenadores, instrutor do curso de Centúria e de Sétimo, Adjunto Arcano Rama 2000, para coordenar as falanges dos Templos do Amanhecer.
Na época por ser Adjunto Arcano ficou determinado que o Mestre Gilmar emitiria como Primeiro Príncipe Maya dos Templos do Amanhecer, não colocaria indumentária, não emitiria nos Adjuntos Alufâ ou Adejã, e nem no Ministro Yuricy.
7. REGENTES PRINCIPES MAYAS NOS TEMPLOS DO AMANHECER (CGTA)
O Regente Príncipe Maya nos Templos do Amanhecer é o Mestre de confiança do Adjunto junto a falange de Principes Mayas.
Sua função é coordenar os componentes da falange no templo, auxiliando os Mestres Príncipes na aplicação de rituais e condutas da falange. Não é uma consagração e sim indicação do Adjunto!
Sua indicação é de competência única e exclusiva do Mestre Adjunto Presidente.
Conforme acertado com o Trino Ajarã Mestre Gilberto Zelaya, o Regente Príncipe Maya deverá emitir na procedência do Ministro de seu Templo... Exemplo:
“Regente Príncipe Maya no Nerano do Amanhecer!”.
8. REGENTES DO PRÍNCIPE MAYA NOS TEMPLOS DO AMANHECER
Em função do grande número de templos do Amanhecer, com a autorização do Trino Ajarã, foi criada essa condição, sendo que esse Mestre tem a atribuição de levar as informações que partem, tanto dos dirigentes da doutrina quanto do Primeiro Príncipe Maya nos templos do Amanhecer.
Este Mestre, cuja função é auxiliar na coordenação de uma região, visa levar as informações e auxiliar o Regente Príncipe local em suas atividades doutrinárias.
Ele será o representante do Primeiro Príncipe onde se fizer necessário.
Está autorizado a representar o Primeiro Príncipe Maya dos templos (Mestre Gilmar) e também A fazer reuniões com os Príncipes quando necessário.
Este Mestre deverá ser indicado pelo Primeiro Príncipe Maya dos Templos do Amanhecer.
Atualmente temos, como Regentes Príncipes Maya dos Templos do Amanhecer:
MESTRE LUA APARECIDO FRANCO ORIGEM TAPUÃ – CENTRO OESTE
MESTRE LUA TIAGO SINEZIO ORIGEM EGANARO – BARREIRAS
MESTRE LUA JOSÉ SALDANHA ORIGEM ALUARÃ – REGIÃO NORTE
MESTRE LUA ROMULO ACIOLY ORIGEM NERANO – NORDESTE
PERNAMBUCO
MESTRE LUA MARCOS BATISTA ORIGEM UMARYÃ
NORDESTE- TEJIPIÓ
MESTRE LUZ MARCOS ALEXANDRE ORIGEM UMARYÃ – REGIÃO NORDESTE
MESTRE LUZ SILVIO RÔMULO ORIGEM UMARYÃ – SÃO PAULO
9. O SURGIMENTO DA FALANGE DE PRINCIPES MAYAS
Estava ocorrendo um casamento no templo e os Mestres Lua José Carlos e o Mestre Itamar Maia estavam participando desse ritual.
Tia Neiva pede ao Mestre José Carlos para que fosse vê-la. Três meses depois, ele a procura. Nessa ocasião ela diz que ele iria começar uma falange, conta uma história relacionada com ciganos e então nasce ali a Falange de Príncipes Maya.
No início a falange era formada apenas por Ajanãs, não havia a presença do Doutrinador.
Os rituais que participavam era somente o casamento. Também nesta época, num trabalho de unificação, Tia Neiva solicita ao Adjunto Yuricy Mestre Edelves que ajude o Mestre José Carlos a conduzir a falange de Príncipes Maya.
Em 1984 o então jovem Gilberto Zelaya leva o canto dos Príncipes Mayas ao Mestre Wilson e este entrega aos missionários da falange.
Em 1985 o Mestre Wilson Paulino assume a direção oficiosa da falange e numa ação ousada conduz o Mestre José Eudes até a presença de Tia Neiva. A partir deste momento o Príncipe Maya doutrinador passa então a ser incorporado à falange.
Após o advento da presença do Doutrinador na falange, o Mestre Wilson Paulino solicita a um Príncipe que emita na chama da vida ao lado de uma Grega missionária.
Nessa época o Mestre João José, coordenador da recepção da escalada, vai até a Tia Neiva e narra o fato. A resposta de Tia Neiva foi:
“- Bom, meu filho, se o Príncipe já fez a emissão... Graças
a Deus!”
Com o desencarne de Tia Neiva em 1985, o Mestre José Carlos então Primeiro Príncipe Maya vai para o Rio de Janeiro.
Assume oficialmente a falange como regente o Mestre Ajanã Wilson Paulino. A falange cresce rapidamente, começa a chegar aos Templos do Amanhecer.
Em 1985 os Príncipes Maya começam sua participação no trabalho de manutenção nos quadrantes.
Em 1986, mais precisamente no dia 15 de novembro, data do primeiro ano de desencarne de Tia Neiva, por orientação dos Mestres Wilson Paulino, Joãozinho, Apolino, José Eudes e outros, os Príncipes vão para a estrela candente pela primeira vez.
São cinquenta e quatro Príncipes, junto com Ninfas de várias falanges missionárias.
Nessa mesma época surge da mesma forma o trabalho de Abatá com a participação dos Príncipes Maya, aos domingos.
Com ausência do Primeiro Príncipe Maya, o Adjunto Yuricy passou a nomear regentes para a falange.
Os Mestres Devas solicitam ao Adjunto Yuricy que indique um Primeiro Príncipe para a falange.
Ela escolhe dois Mestres para posteriormente serem designados como Primeiro Príncipe Maya: o Mestre José Eudes (Doutrinador) e o Mestre José Soares (Ajanã) e logo depois o Mestre Gilmar Moreira (Ajanã).
Foi consagrado então o Mestre Gilmar Moreira Santos pelos quatro Trinos Presidentes, logo depois, como Primeiro Príncipe Maya deste Amanhecer.
A medida em que a falange foi crescendo, o Adjunto Yuricy Mestre Edelves foi implementando sua força doutrinária e sua disciplina a esses missionários, e dessa forma, os Príncipes Mayas adquiriam respeito do corpo mediúnico.
Também nessa época poucos missionários Príncipes Mayas faziam o canto do Cavaleiro especial, pois somente era entregue ao missionário Príncipe o canto do da falange, este fazia mesmo estando de jaguar nos rituais que não havia a necessidade de colocar a indumentária da falange.
Também participavam do trabalho de Abatá e da Estrela Candente com ninfas de diversas falanges missionárias e de prisioneiros. Porém, logo depois, a Mestre Edelves passou a exigir que o ritual de Abatá e a Estrela Candente mensal deveriam ser realizados somente com Príncipes Mayas acompanhados por Ninfas Yuricys.
Na década de noventa o Mestre Gilmar assume a mediunidade de Doutrinador, logo depois o Trino Arakén Mestre Nestor Sabatovicz o solicita para ser Instrutor de centúria.
Assume a falange de Príncipes Mayas o mestre João Gonçalves (Ajanã).
Em 2011 o Trino Presidente Triada Ajarã determina que o Mestre Gilmar, Adjunto Adelano, reassuma a condição de Primeiro Príncipe Maya dos templos do Amanhecer.
10. O PRINCIPE ARIANE
Em meados de 1987, um grupo de Príncipes Maya vai a uma Bênção do Pai Seta Branca no templo Muyatã do Amanhecer de Planaltina-GO.
A pedido do Mestre Gilmar, então Primeiro Príncipe Maya, o Mestre Paulino, coordenador da Bênção do Pai Seta Branca nos Templos do Amanhecer faz o convite após pedir permissão ao Pai Seta Branca
ao mentor espiritual da falange.
Incorporam sete Príncipes, dentre eles; Ariane, Zanais etc.
Numa outra incorporação o Príncipe Ariane incorpora simultaneamente em sete Ajanãs de uma só vez.
A partir dessa data o PRINCIPE ARIANE, passa ser para os Príncipes Mayas seu Mentor espiritual mais próximo.
11. CONSIDERAÇÕES SOBRE O USO DA INDUMENTÁRIA
Tia Neiva trouxe as Falanges Missionárias com o intuito de servir ao mestrado na execução de rituais cabalísticos.
Cada Falange tem sua indumentária própria, seus rituais, cantos, e trabalhos específicos os quais, para esses missionários, são de capital importância, pois representam um povo espiritual e esse, traz sua herança transcendental que, além de se reajustar no processo cármico, contribui para o perfeito funcionamento na cura desobsessiva.
Como toda falange missionária, o Príncipe Maya tem seus rituais específicos e neles tem por obrigatoriedade utilizar sua indumentária. Porém, existem outros rituais nos quais, mesmo não sendo obrigatória a utilização de sua indumentária, ele pode participar, obedecendo algumas considerações.
Quando se está de indumentária, os participantes de Falange Missionária representam a Falange Missionária e estão sob as condições que regem a falange, portanto, servem sua falange missionária.
Quando estão com a indumentária de Jaguar, estão trabalhando na individualidade.
A indumentária dos Príncipes Mayas não deve ser usada em hipótese alguma sem a capa.
12. ESTRELA SUBLIMAÇÃO
Ex: Na estrela sublimação os Ajanãs representam vários ministros, nessa ocasião ele é o Cavaleiro Verde, por conseguinte, fará o canto especifico na representatividade do ministro ou canto do Cavaleiro especial.
Nesse trabalho ele poderá participar com sua indumentária acompanhando as Ninfas Esmênias, tanto as Ninfas Yuricys quanto outra falange participante do Mestrado.
13. SANDAY DOS TRONOS
Por ser um trabalho onde se incorpora Ministros e Cavaleiros é vedada a participação do Príncipe Maya com sua indumentária.
14. RANDY:
Neste ritual, que é composto por um Reino Central, Mestres representando os Cavaleiros das Lanças e também o Ajanã que faz sua emissão, o Príncipe Maya não deve usar sua indumentária.
Porém, até o momento não há nenhum impedimento para que o mesmo participe como baliza e também na posição do Ajanã que não faz sua emissão.
15. ORÁCULO DE SIMIROMBA:
Pelas razões acima citadas, quanto ao uso de indumentária, quanto estiver incorporando Pai Seta Branca o Príncipe Maya não deve estar envergando sua indumentária.
16. CURA INICIÁTICA:
Nesse ritual o Príncipe Maya poderá usar sua indumentária quando estiver como guardião do perfume;
17. ESTRELA CANDENTE: Somente nos esquifes.
18. QUADRANTE:
Se o Príncipe não estiver escalado na corte do quadrante, ele somente poderá participar de indumentária de Príncipe nos esquifes.
19. CRUZ DO CAMINHO:
Nesse ritual ele poderá participar na corte quanto estiver fazendo o par da Ninfa sol ou lua.
A posição do Missionário Príncipe na corte nesse ritual obedecerá a chamada oficial das falanges missionárias.
20. CORTE DE IMANTRAÇÃO:
A posição do Missionário Príncipe nesse ritual obedecerá a chamada oficial das falanges missionárias.
21. ABATÁ:
Antes de falarmos na condição de participação nesse trabalho, iremos fazer algumas considerações:
- Não existe na Doutrina do Amanhecer um Abatá de Príncipes Mayas, e sim, com a participação dos Príncipes Mayas, entendendo que não há o posicionamento de Reino Central nesse ritual, ele poderá comandar, desde que atenda as exigências colocado para Doutrinadores e Ajanãs, já explicito no livro de lei.
- Estando usando a indumentária da falange Missionária de Príncipe Maya ele deverá fazer o canto da Falange.
Se estiver usando a indumentária de Jaguar ou Prisioneiro nesse ritual ele terá a opção de escolha entre fazer o canto da Falange de Príncipes ou de sua individualidade.
Se o Príncipe Maya for Trino solitário Juremá ou Iramar, quando estiver em um Abatá de missionárias, não deverá usar a indumentária de Príncipe Maya, pois naquele ritual ele representa o Trino solitário.
22. DETALHES DO CANTO DOS PRINCIPES MAYAS O canto da Falange Missionária é o registro de sua procedência, é o relato carmico, transcendental, de um grupo de espíritos que esteve junto em várias encarnações.
O canto registra sua história, a descrição por onde passou, e suas jornadas, seu compromisso hoje com a humanidade e sua necessidade da reparação de suas metas cármicas.
O Canto dos Príncipes Maya fala do ponto de partida em Esparta, sua luta e a batalha na Planície do Peloponeso, a promessa até Belém de Judá no auxílio ao lado de Jesus, da península de Iucatã quando tinham o poder de se transportarem, unindo as tribos Mayas num só pensamento numa só evolução.
Talvez haja aí a referência que Tia Neiva fala em sua Carta da Terra dos homens pássaros, a desintegração dos Mayas nas noites de lua cheia.
E num salto no tempo, no compromisso na Corrente Indiana do Espaço:
“pelo Pai Seta Branca estou aqui”
, quando esse missionário traz sobre a força dos povos da cultura do sol!E diante do grande poder que tinham na manipulação das forças espirituais e o perigo na manipulação dos mesmos onde o orgulho e a força dessas heranças têm um papel muito forte, Tia Neiva coloca uma frase que tenta conscientizar esses missionários de sua missão e sua responsabilidade doutrinária que diz assim:
“Obedeço
e obedecerei as leis que me regem deste amanhecer! ”
Quando na chegada da representatividade dos Mayas na doutrina, esses espíritos não desejam estar ligados a nenhuma condição hierárquica, no que foi prontamente negado pelos mentores executivos da doutrina.
Por essa razão Tia Neiva os colocou como afilhados:
–
“Afilhado de Koatay 108 Minha Clarividente em Cristo Jesus!”
ou seja, tornou-se Madrinha, como uma responsável direta na implantação e na condução dos Missionários Príncipes Maya.23. CANTO DOS PRINCIPES MAYAS
Oh Jesus!
Esta é a hora precisa de minha vida, teu filho te quer falar!
Eu sou aquele cavaleiro das cordilheiras
Que desceu para enfrentar o mundo
Que se destinava a estrela testemunha
Que unia as tribos num só pensamento, numa só evolução
Eu sou um espirito espartano, eu vi a luz da verdade!
Porém, fui aquele que fracassou
Em vez da luz, triste percorri os caminhos
Fracassei por não saber amar
E nesta bendita hora Jesus!
Só tu poderás me dar a paz!
Quere gritar ao mundo inteiro
No calor dessa doutrina!
Salve Deus Jesus querido!
Tenho a força bendita deste amanhecer
Pelo Pai Seta Branca estou aqui
Obedeço e obedecerei as leis que me regem deste Amanhecer
Sou Maya e parto com -0- em ti Cristo Jesus!
24. HISTÓRICO TRANSCENDENTAL:
Tia Neiva não deixou qualquer informação oficial da falange por escrito. Os relatos surgidos foram coletados por Mestres que estiveram ao seu lado.
As cartas “A terra dos Homens Pássaros” e os “Mayas de Yucatan” falam da civilização Maya e não de Príncipes Mayas.
Todo Jaguar esteve encarnado na Península de Yucatã, portanto pré supõe que tenham sido Mayas, mas isto não quer dizer que são Príncipes Mayas.
Há um consenso que os príncipes Maya ocuparam postos de relevada importância na civilização Maya.
Contam um fato que a Clarividente relatou, que pelo fato dos Príncipes Maya terem uma transcendência bastante pesada, foi necessário que ela fosse a Madrinha da Falange.
Outro fato era que os Príncipes Maya não queriam estar ligados, aqui na terra, a nenhum Adjunto, o que foi negado pelo Pai Seta Branca. A solução encontrada foi colocar no canto a expressão
”Obedeço e obedecerei as leis que me regem deste Amanhecer”
.Sabemos que o transcendente do Jaguar é basicamente o mesmo, independente de falange missionária ou qualquer posicionamento na doutrina, mas também de fontes de pessoas que ouviram da Clarividente, e nos resta simplesmente narrar esses fatos, lembrando sempre que é levado em conta a idoneidade do Jaguar e sua honestidade.
Também fala-se que os Príncipes tiveram uma triste passagem na França, época da revolução francesa, junto ao cacique Montezuma nas américas, assim como do episódio da desintegração das Amacês no século VI da era Cristã, cuja participação de Numara foi de importância capital.
25. INDUMENTÁRIA:
A indumentária da Falange de Príncipes Maya, não importando a classificação de seus componentes, é composta de Capa forrada.
26. CAMISA
A simbologia quanto a forma e cor da Camisa dos Príncipes Maya lembram as tribos ciganas russas, principalmente os Katchmoshes.
Ela é feita em tecido de Cetim Amarelo ouro queimado, os bordados nos punhos serão de fundo preto com desenhos em Dourado, com formas em losango tanto para Doutrinadores quanto Aparás.
27. CINTO:
O cinto a altura dos rins simboliza o iniciado, o ungido.
Será de Cetim vermelho, com duas pontas; uma a altura dos Joelhos e outra 5 cm acima.
O Galão ou ponto Russo será de fundo escuro com desenhos Dourados, tanto para Doutrinadores quanto Apará.
28. CAPAS:
a) DOUTRINADORES
A partir do momento em que for definida a mediunidade, a capa do Doutrinador será forrada.
Depois que o mesmo atingir a classificação de Rama 2000, a capa será forrada de verde.
Observação importante: Ele só poderá usar a capa forrada antes da centúria usando a indumentária de Príncipe Maya.
Se o Príncipe Maya for emplacado, iniciado, ou elevado se for usar sua indumentária de Jaguar deverá usar a capa correspondente a sua classificação, ou seja, sem forro.
Quando o Príncipe Maya for Filho de Devas, cuja capa é diferente, ele deverá usar essa com a indumentária de Jaguar.
O Mestre Arcano ficou acertado com o Trino Ajarã que ele poderia usar sua capa com a Indumentária de Principe.
Serão observadas as orientações previstas em lei para uso da indumentária os casos diferenciados serão vistos pelos gestores da doutrina
, .
b) AJANÃS:
Da mesma forma como se procede com o Doutrinador, o Ajanã deverá usar capa forrada. Após a centúria poderá usar o bordado do 5º Yurê. Também quando não estiver com a Indumentária da Falange, deverá capa corresponde a sua classificação mediúnica.
Abaixo o bordado do radar da capa do Padrinho até Adjunto Rama 2000:
BORDADO DA CAPA DO AJANÃ
c) BORDADO PADRINHO DE ADJ ARCANO
d) BORDADO CAPA DO AJANÃ -
DISPOSIÇÃO DAS ARMAS
Obs: Este radar foi confeccionado orginalmente em forma de pintura, porém observou-se que o mesmo estava desgastando muito, e o Mestre Tadeu, resolveu então faze-lo em forma de bordados e lantejoulas.
Ele é do Ajanã, porém, Mestre Edelves – Adjunto Yuricy resolveu permitir o mesmo para os Príncipes Ajanãs, portanto, não é de caráter obrigatório e sim daqueles que desejarem fazê-lo.
29. RITUAIS SOB A RESPONSABILIDADE DOS PRINCIPES MAYAS
a) CASAMENTO
Para o ritual do casamento é necessário que haja pelos menos quatros Príncipes Maya, se possível dois Ajanãs e dois Doutrinadores.
Um Príncipe Doutrinador se posicionará no Aledá para realizar o ritual da bandeja e da espada.
Um Missionário Príncipe Maya Ajanã se posicionará no Aledá para realizar o ritual da bandeja do sal, do perfume e do vinho.
Os demais missionários independentes de sua mediunidade farão parte da corte do noivo.
É recomendável que os missionários observem a lei da criança e do adolescente quanto a participação desse ritual em função do horário.
O Casamento ou matrimonio na Doutrina do Amanhecer é uma benção para os Noivos que acontece sob a ação de várias forças espirituais e com a presença de uma entidade chamada Acapu.
A primeira parte desse ritual é realizada na parte evangélica onde o simbolismo está bastante presente.
A jornada significa a caminhada pelo homem em busca de sua alma gêmea e nesse processo ele passa por vários estágios.
A entrada no templo é a busca pelo sagrado, onde ao passar pelo Pai Seta Branca e pelo Cristo é necessidade de divinização, a Pira é o símbolo da fogueira das antigas tribos ciganas.
A espada simboliza o dote que é oferecido à noiva, o vinho a consagração desse momento, as Pitonisas comunicam a intenção da união e a formação de uma nova família e por fim o Mestre Acapu abençoa aquela união.
Ritual:
1 – Após a presença do Mestre Sacramento e das Profetizas, os Missionários Príncipes Maya se posicionarão no Aledá, o Ajanã a direita da Profetiza, e o Doutrinador a sua esquerda, junto às demais missionárias que também se posicionarão no Aledá.
2 – Os Príncipes Maya que farão a corte do Noivo se posicionarão à frente do mesmo.
3 – Após a jornada, os príncipes Maya que estiverem na corte se posicionarão no mesmo local de recepção da escalada, ou seja, atrás da mesa evangélica, ficando até o termino do ritual da invocação das Profetizas do Casamento.
4 – A Profetizará solicitará a presença do Príncipe Ajanã com a bandeja do vinho, antes de entregar a bandeja, fará um cumprimento a profetiza com a bandeja num movimento suave de elevação e baixando também suavemente a cabeça.
Após a Profetiza concluir seu ritual com a bandeja, devolverá ao Príncipe Ajanã e este no centro de Aledá elevará bandeja em direção a elipse no centro da mesa evangélica.
5 – Da mesma forma o Príncipe Doutrinador fará o mesmo procedimento com a bandeja da espada.
6 – Enquanto o Príncipe Doutrinador se dirigir até o centro do Aledá e fizer seu cumprimento a Profetiza e sua reverência, o Ajanã deverá estar fazendo sua reverencia diante do Aledá em sincronia com o Príncipe Doutrinador.
7 – Após a reverencia os missionários Príncipes Maya se posicionarão a esquerda do Aledá e aguardarão a corte que conduz a noiva.
8 – Após a chegada da corte com a Noiva, os Missionários Príncipes Maya se posicionarão à sua frente e se dirigirão para onde está o noivo.
9 – Após ser servido sal, o perfume e o vinho aos Noivos, o Príncipe Maya Doutrinador oferecerá a espada ao Noivo.
10 – Os dois Missionários Príncipes Maya voltarão à frente dos Noivos até o Aledá, ocupando seu lugar onde antes estavam no início do ritual.
11 – O Príncipe Maya Doutrinador aguardará a devolução da espada pela Profetiza.
12 – Os Príncipes Maya que estão na corte do Noivo, se integrarão a corte única que irá conduzir os noivos até o oráculo da cruz do caminho ou um local pré-determinado para esse o ritual da benção do Mestre Acapu, e ficarão de honra e guarda até o termino desse ritual.
12 – Após a profetiza descer do Aledá, os Príncipes Maya Ajanã e Doutrinador seguirão com as bandejas à frente das mesmas e do Mestre Sacramento até o Oráculo da cruz do caminho.
13 – Todos os Príncipes Maya presentes ao ritual, ficarão de honra e guarda durante a incorporação de Mestre Acapu.
Obs: Caso seja servido o vinho após a incorporação de Mestre Acapu, os mesmos poderão se servir.
b) ENTREGA DE ENERGIAS DA ESTRELA
CANDENTE
Para a participação do Príncipe Maya na corte da estrela candente é necessário que o mesmo tenha indumentária da falange.
Para a representação da falange na Chama da Vida é necessário que o missionário tenha emissão e canto.
1 – Os missionários se reúnem no castelo de silêncio.
2 – Se colocam à frente da Yuricy e se dirigem para o Turigano, onde se servirão de sal e perfume.
3 – Após a emissão do Mago, ele sobe até a chama da vida ao lado da Missionária Grega e faz sua emissão e canto.
4 – Após a abertura da corrente, o Príncipe se posicionará à frente da Yuricy, se houver mais de um Príncipe Maya na corte poderão ficar nos dois lados da via sagrada.
5 – Logo após farão o cruzamento na Pira, se posicionando atrás da mesa evangélica até que todos mestres concluam o cruzamento na parte evangélica.
6 – No final desse ritual havendo a corte do quadrante os mesmos sairão juntos.
7 – No termino do ritual farão o mesmo caminho do início do ritual chegando ao Turigano se posicionam aguardando que o Mago apague a Chama da Vida.
Obs: Deverá ser observada a recomendação da legislação referente a presença de jovens e adolescente quanto a permanência no templo em virtude do horário.
Se houver somente um Príncipe Maya na corte, este fará o percurso do ritual sozinho, sempre à frente da Yuricy.
Se ele estiver sozinho, não fará o cruzamento na Pira com a Yuricy.
Não é função do Príncipe Maya ensinar os mestres a fazerem o ritual, essa competência será de responsabilidade de outros mestres.
c) ESTRELA DE ASPIRANTES
O ritual de Estrela de Aspirantes é destinado aos Mestres que estão a caminho da iniciação Dharman-Oxinto.
Como é um ritual cabalístico, necessita de uma corte, a qual é formada pelas falanges missionárias.
Os Príncipes Maya compõem esse ritual, não há exigência de classificação para a participação neste ritual.
Ele é composto dos Príncipes Mayas que irão acompanhar a corte e também do missionário que fará sua emissão e canto na chama da vida.
Ritual:
1 – Os Príncipes Maya partirão do mesmo local onde é formada a corte para servir o ritual da estrela.
2 – O posicionamento dos Príncipes Maya neste ritual é atrás dos missionários Magos.
3 – No Momento em que houver a elevação do sofredor no ritual da estrela os Príncipes Doutrinadores que estiverem no ritual não devem fazer a elevação.
4 – Dirigindo-se ao Turigano, o Mestre escalado para subir a chama o fará com a missionária Grega (se houver), ou com a missionária Maya.
5 – Depois que fizer sua emissão e canto, o Príncipe Maya se posicionará na via sagrada à frente da Ninfa Yuricy. Se houver dois Príncipes, ficará um de cada lado da via sagrada. Se forem de mediunidades diferentes o Príncipe Doutrinador ficará do lado direito da via sagrada, no mesmo sentido da entrega de energias dos doutrinadores que estão no ritual.
Observação importante: Em qualquer ritual, seja Estrela Candente, Aspirante e quadrante, mesmo estando uma Yuricy presente, o Príncipe Maya representará a Falange de Príncipes Mayas, não havendo necessidade de estar ao lado de uma Yuricy.
No ritual da corte na via Sagrada se houver príncipes de mediunidades diferentes, por uma questão de posicionamento, poderão ficar um de cada lado. Se houver apenas um Príncipe, não há um posicionamento definido que ele deve ficar, pois sua condição como representante da Falange não implica na condição mediúnica.
O Mestre ou Ninfa deverá ficar de pé somente quando seu Adjunto ou o representante de sua falange faça sua emissão e canto.
d) RITUAL DO QUADRANTE
O trabalho de manutenção dos quadrantes é um ritual que se realiza todos os dias, entre a 2º e a 3º consagração da Estrela candente.
É um trabalho que manipula forças para o universo. Cada dia da semana é dedicado a uma Princesa.
Esse ritual lembra a Avenida dos mortos, até hoje existente nas ruinas da antiga capital mexicana chamada Teotihuacán, que se chama “Avenida dos mortos”. Aqui, esse ritual é direcionado para a cura de encarnados e desencarnados.
O príncipe Maya deverá estar escalado para emissão e canto naquele dia de trabalho. O quadrante é um trabalho que ativa a força mediúnica para o universo.
Neste trabalho o Príncipe Maya que irá participar deverá ser elevado no mínimo.
Ritual:
1 – Após fazer sua emissão e canto na cabine do comando, ele aguardará que todas as missionárias escaladas para aquele dia façam sua emissão e canto.
2 – O Príncipe Maya descerá a rampa da cabine do comando à frente da Ninfa Yuricy, e vai se dirigir até a Cabala de Delfos.
3 – O Príncipe Maya ficará ao lado da Ninfa Yuricy, se houver dois missionários ficarão um de um lado e outro do outro.
4 – O Príncipe Maya aguardará que todos os missionários recebam a missão dada pelo Comandante do Quadrante.
5 – Após o Comandante dar a missão aos Mestres, o Príncipe Maya se colocará à frente da Ninfa Yuricy e tomará o Sal e perfume na entrada do portão da Unificação.
6 – Na lança de Iemanjá o Príncipe Maya tomará o vinho sozinho, se houver mais de um Príncipe Maya na corte do quadrante poderão tomar o vinho juntos.
7 – Após realizar o ritual na lança, o Príncipe Maya irá se dirigir ao quadrante da Princesa do dia. Ficará ao lado da Ninfa do comandante do quadrante. Se for Um Príncipe Sol este poderá tomar o passe com a ninfa do Comandante do quadrante. Se for um Príncipe Lua poderá incorporar o povo de Cachoeiras.
8 – Terminado o ritual, ele sempre à frente da Ninfa Yuricy, se dirigirá a pirâmide para o encerramento do trabalho de quadrante.
9 – A entrega de energias do Príncipe Maya escalado para o quadrante será na corte do quadrante. Seu posicionamento é sempre à frente da Ninfa Yuricy sol.
8 – No Aledá ele também fará a reverência com a espada. 9 – Como o ritual do quadrante é o último, não dará tempo para que ele fique ao lado do Príncipe que fez a emissão e o canto na chama, dessa forma ele aguardará junto com a corte do quadrante até que o último mestre desse ritual termine sua entrega de energias.
10 – A corte da recepção de escalada após o termino da entrega de energias, irá desfazer seu posicionamento no Aledá, e quando o Príncipe que estava na recepção descer, o Príncipe que está na corte do quadrante se unirá a ele se dirigindo ao Turigano.
11 – Tanto o Príncipe que está na recepção, quanto no quadrante não precisa esperar o final desse ritual, ou o Mago apagar a chama da vida.
Quando terminar a entrega de energias ele se integrará a corte da Recepção da escalada junto com o Príncipe Maya escalado para aquele ritual.
e) Benção de Pai Seta Branca
Pai Seta Branca é o Mentor espiritual da Doutrina do Amanhecer.
Na década de cinquenta se apresenta como o Cacique da Lança Branca ou Cacique Tupinambás e incorporava em pé, na ainda
“Irmã Neiva”, e mancando.
Dizia ter sido picado por uma serpente quando estava encarnado nos arredores de Cuzco no Peru.
Sua língua natural era o Quéchua, sua tribo Inca formada por vários guerreiros e seu nome é uma menção em que em nenhuma de suas contendas houve uma só gota de sangue derramada.
Fala-se hoje, embora não foi confirmada pela Clarividente, que era chamado de Cinti Rocca, ou Seta Branca.
Tia Neiva instituiu a Benção de Pai Seta Branca, onde todo primeiro domingo do mês nosso Mentor junto com a sua corte nos dá a honra de sua presença.
Pai Seta Branca incorpora em uma Ninfa devidamente preparada para esse ritual, e junto com ele se desloca outra corte composta várias entidades.
Nesse ritual que hoje só acontece no Templo Mãe, dois Ministros do Reino Central incorporam junto com o Pai Seta Branca e dois Príncipes Maya ficam de honra e guarda, e também se revezam no mesmo tempo da incorporação de Pai Seta Branca.
Para esse ritual um Ajanã e um Doutrinador sobem no Aledá e permanecem ao lado dos Ministros.
Neste ritual o Príncipe Maya ficará de honra e guarda durante a incorporação de Pai Seta Branca.
Ritual:
1 – Os Príncipes Maya se reunirão no Turigano, de lá partindo na jornada à frente dos Mestres Ajanãs. Fazem a jornada e os dois Príncipes que farão a honra e guarda no início do ritual já ficam no Aledá.
2 – Um coordenador previamente designado organizará o revezamento dos Príncipes que farão a honra e guarda do ritual.
3 – A medida que for trocada a Ninfa que incorpora o Pai Seta Branca, se fará também a substituição dos dois Mestre Príncipes.
4 – O Príncipe Lua subirá primeiro no Aledá durante o revezamento, pois ele estará no lado esquerdo de onde o Pai Seta Branca se encontra manifestado.
5 – Do outro lado, após descerem a Ninfa e Sol e o Ajanã que estará incorporando o Ministro, que é o lado direito do Pai Seta Branca, subirá o Príncipe Doutrinador.
6 – Para melhor organização, os Príncipes que não ficarem para o encerramento do ritual tomarão a Benção do Pai quando forem embora.
f) TRABALHO DE PAJÉ
Para esse ritual serão obedecidos os mesmos procedimentos para as outras Falanges Missionárias, em todos os aspectos: Idade, obediências às leis da criança e adolescente, etc…
A Falange Missionária de Príncipes Maya é similar às outras falanges do mestrado, as diferenças são em relação ao procedimento aos rituais específicos com participação da falange.
Não há Abatá ou Estrela Candente de Príncipes Maya, no caso de Abatá há Abatás de Falanges Missionárias, em que a participação é somente das missionárias escaladas para aquele dia.
Portando há Abatá e Estrela Candente com a participação da Falange Missionária de Príncipes Mayas.
Não há nenhuma informação oficial por parte da Clarividente sobre transcendente dos componentes da Falange Missionária no que diz respeito a opção sexual.
g) BENÇÃO DO MINISTRO
O Trino Ajarã, usando de suas prerrogativas deixadas pela Clarividente, achou por bem encerrar a Benção de Pai Seta Branca nos Templos do Amanhecer, trazendo a Benção do Ministro, dessa forma em conversa com o Trino Ajarã ele permitiu que os Príncipes Mayas participassem desse ritual praticamente nos mesmos moldes da Benção de Pai Seta Branca.
1 – No local previamente estabelecido pelo Presidente do Templo, a corte se organiza para dar início ao ritual.
2 – Os Príncipes se posicionarão a frente das Yuricys
ao chegar próximo ao Aledá, o Doutrinador Príncipe ocupará o lado direito do Aledá em relação a posição do Ministro e o Apará o lado esquerdo.
3 – O tempo de permanência no Aledá ficara determinado segundo a quantidade de Príncipes que a falange tiver no templo. Se houver uma grande quantidade o tempo de permanência no Aledá será de 25 minutos.
4 – Para substituição, o Príncipe se colocará diante do Príncipe que estiver no Aledá dará a mão direita a ele, que também usará sua mão direita e descerá do Aledá.
5 – O encerramento se fará da mesma forma que na Benção do Pai Seta Branca, onde os Príncipes acompanharão a corte até o local determinado pelo Presidente.
6 – Mestres elevados poderão participar deste ritual.
7 – Os de menor idade obedecerão às recomendações do Estatuto da criança e do adolescente.
h) TRABALHO DE ARAMÊ E DE JULGAMENTO:
1 – O Missionário deverá se apresentar ao dirigente do trabalho e ocupar seu lugar segundo a característica da corte formada para esse ritual.
2 – O Príncipe escalado para emissão na chama deverá ser centurião, por se tratar de trabalho altamente desobsessivo.
3 – Não existe restrição quanto aos Príncipes que acompanharão a Condessa na Corte, desde que respeitem o estatuto da criança e do adolescente quanto a permanência de menores no templo.
4 – A conduta ritualística se assemelha a entrega de energias.
30. OBSERVAÇÕES FINAIS:
Os Príncipes Maya têm seus Adjuntos de Origem, mas, são missionários do Adjunto Yuricy (Tia Neiva 1985).
Os Príncipes não são obrigados a trabalhar somente com as Ninfas Yuricys, seu compromisso é com sua Ninfa, seja de qual Falange ela for.
Muito embora, sabe-se que trabalhar com as ninfas Yuricys é um grande privilégio por sua formação e seriedade doutrinária.
A posição de honra e guarda do Príncipe Maya (braços sobre sobrepostos) somente deverá ser utilizada quando ele está nessa condição de guardião.
Na estrela ou em qualquer lugar que se fizer necessário fazer o Mantra Simiromba, o Príncipe deverá fazê-lo.
Em hipótese nenhuma o Missionário Príncipe Maya deverá usar indumentária sem sua capa.
A Falange Missionária de Príncipes Maya é similar às outras falanges do mestrado, as diferenças são em relação ao procedimento aos rituais específicos com participação da falange.
Não há Abatá ou Estrela candente de Príncipes Mayas, no caso de Abatá há Abatás de Falanges Missionárias, em que a participação é de somente das missionárias escaladas para aquele dia. Portando há Abatá e Estrela Candente com a participação da Falange Missionária de Príncipes Mayas.
Não há nenhuma informação oficial por parte da Clarividente sobre transcendente dos componentes da Falange Missionária no que diz respeito a opção sexual.
Este manual não tem por objetivo entrar em detalhes muito minuciosos, pois tais questões levantarão outras e entraremos num ciclo de perguntas que sempre levarão a outras.
Cabe ao Regente Príncipe de cada templo se informar mais desses retalhes e em suas reuniões repassar essas informações.
Na estrela ou em qualquer ritual onde o Príncipe participar ele deverá observar a postura do ritual e assim obedecê-lo... Braços sobrepostos somente quando estiver em corte, como guardião e quando estiver caminhando sem estar participando de nenhum ritual... Andar normalmente.
As restrições para ser um Príncipe Maya são: Ser Presidente de templo;
Ser Adjunto de apoio de Falange Missionária;
31. AGRADECIMENTOS
Ao Regente Príncipe Nerano – Mestre Romulo Acioly; Ao Regente Príncipe de Tegipió – Mestre Marcos Batista; Ao Regente Príncipe Parlo – Mestre Marquinhos;
Ao Mestre Aparecido Franco
Ao 1° Devas Artes, Adjunto Anoro – Mestre Marcos.
Gilmar Moreira Santos
Primeiro Príncipe Maya dos templos do Amanhecer Adjunto Adelano K 108 Arcanos Rama 2000
O contido neste Manual condiz com as Leis, orientações e ensinamentos que o Trino Ajarã nos delegou. Foi conferido e sua divulgação oficial está autorizada pelo Conselho de Arcanos da CGTA.
Parabéns, nobre Adjunto Adelano, por tudo que fez e continua a fazer pela Doutrina do Amanhecer, pelos Mestres Príncipes Mayas dos Templos do Amanhecer, e por mim, pelas sábias orientações que sempre me passou como amigo pessoal.
É para mim uma grande honra ter caminhado ao seu lado! Castelo dos Devas-CGTA, 28 de abril de 2018.