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RITUAIS SOB A RESPONSABILIDADE DOS PRINCIPES

a) CASAMENTO

Para o ritual do casamento é necessário que haja pelos menos quatros Príncipes Maya, se possível dois Ajanãs e dois Doutrinadores.

Um Príncipe Doutrinador se posicionará no Aledá para realizar o ritual da bandeja e da espada.

Um Missionário Príncipe Maya Ajanã se posicionará no Aledá para realizar o ritual da bandeja do sal, do perfume e do vinho.

Os demais missionários independentes de sua mediunidade farão parte da corte do noivo.

É recomendável que os missionários observem a lei da criança e do adolescente quanto a participação desse ritual em função do horário.

O Casamento ou matrimonio na Doutrina do Amanhecer é uma benção para os Noivos que acontece sob a ação de várias forças espirituais e com a presença de uma entidade chamada Acapu.

A primeira parte desse ritual é realizada na parte evangélica onde o simbolismo está bastante presente.

A jornada significa a caminhada pelo homem em busca de sua alma gêmea e nesse processo ele passa por vários estágios.

A entrada no templo é a busca pelo sagrado, onde ao passar pelo Pai Seta Branca e pelo Cristo é necessidade de divinização, a Pira é o símbolo da fogueira das antigas tribos ciganas.

A espada simboliza o dote que é oferecido à noiva, o vinho a consagração desse momento, as Pitonisas comunicam a intenção da união e a formação de uma nova família e por fim o Mestre Acapu abençoa aquela união.

Ritual:

1 – Após a presença do Mestre Sacramento e das Profetizas, os Missionários Príncipes Maya se posicionarão no Aledá, o Ajanã a direita da Profetiza, e o Doutrinador a sua esquerda, junto às demais missionárias que também se posicionarão no Aledá.

2 – Os Príncipes Maya que farão a corte do Noivo se posicionarão à frente do mesmo.

3 – Após a jornada, os príncipes Maya que estiverem na corte se posicionarão no mesmo local de recepção da escalada, ou seja, atrás da mesa evangélica, ficando até o termino do ritual da invocação das Profetizas do Casamento.

4 – A Profetizará solicitará a presença do Príncipe Ajanã com a bandeja do vinho, antes de entregar a bandeja, fará um cumprimento a profetiza com a bandeja num movimento suave de elevação e baixando também suavemente a cabeça.

Após a Profetiza concluir seu ritual com a bandeja, devolverá ao Príncipe Ajanã e este no centro de Aledá elevará bandeja em direção a elipse no centro da mesa evangélica.

5 – Da mesma forma o Príncipe Doutrinador fará o mesmo procedimento com a bandeja da espada.

6 – Enquanto o Príncipe Doutrinador se dirigir até o centro do Aledá e fizer seu cumprimento a Profetiza e sua reverência, o Ajanã deverá estar fazendo sua reverencia diante do Aledá em sincronia com o Príncipe Doutrinador.

7 – Após a reverencia os missionários Príncipes Maya se posicionarão a esquerda do Aledá e aguardarão a corte que conduz a noiva.

8 – Após a chegada da corte com a Noiva, os Missionários Príncipes Maya se posicionarão à sua frente e se dirigirão para onde está o noivo.

9 – Após ser servido sal, o perfume e o vinho aos Noivos, o Príncipe Maya Doutrinador oferecerá a espada ao Noivo.

10 – Os dois Missionários Príncipes Maya voltarão à frente dos Noivos até o Aledá, ocupando seu lugar onde antes estavam no início do ritual.

11 – O Príncipe Maya Doutrinador aguardará a devolução da espada pela Profetiza.

12 – Os Príncipes Maya que estão na corte do Noivo, se integrarão a corte única que irá conduzir os noivos até o oráculo da cruz do caminho ou um local pré-determinado para esse o ritual da benção do Mestre Acapu, e ficarão de honra e guarda até o termino desse ritual.

12 – Após a profetiza descer do Aledá, os Príncipes Maya Ajanã e Doutrinador seguirão com as bandejas à frente das mesmas e do Mestre Sacramento até o Oráculo da cruz do caminho.

13 – Todos os Príncipes Maya presentes ao ritual, ficarão de honra e guarda durante a incorporação de Mestre Acapu.

Obs: Caso seja servido o vinho após a incorporação de Mestre Acapu, os mesmos poderão se servir.

b) ENTREGA DE ENERGIAS DA ESTRELA

CANDENTE

Para a participação do Príncipe Maya na corte da estrela candente é necessário que o mesmo tenha indumentária da falange.

Para a representação da falange na Chama da Vida é necessário que o missionário tenha emissão e canto.

1 – Os missionários se reúnem no castelo de silêncio.

2 – Se colocam à frente da Yuricy e se dirigem para o Turigano, onde se servirão de sal e perfume.

3 – Após a emissão do Mago, ele sobe até a chama da vida ao lado da Missionária Grega e faz sua emissão e canto.

4 – Após a abertura da corrente, o Príncipe se posicionará à frente da Yuricy, se houver mais de um Príncipe Maya na corte poderão ficar nos dois lados da via sagrada.

5 – Logo após farão o cruzamento na Pira, se posicionando atrás da mesa evangélica até que todos mestres concluam o cruzamento na parte evangélica.

6 – No final desse ritual havendo a corte do quadrante os mesmos sairão juntos.

7 – No termino do ritual farão o mesmo caminho do início do ritual chegando ao Turigano se posicionam aguardando que o Mago apague a Chama da Vida.

Obs: Deverá ser observada a recomendação da legislação referente a presença de jovens e adolescente quanto a permanência no templo em virtude do horário.

Se houver somente um Príncipe Maya na corte, este fará o percurso do ritual sozinho, sempre à frente da Yuricy.

Se ele estiver sozinho, não fará o cruzamento na Pira com a Yuricy.

Não é função do Príncipe Maya ensinar os mestres a fazerem o ritual, essa competência será de responsabilidade de outros mestres.

c) ESTRELA DE ASPIRANTES

O ritual de Estrela de Aspirantes é destinado aos Mestres que estão a caminho da iniciação Dharman-Oxinto.

Como é um ritual cabalístico, necessita de uma corte, a qual é formada pelas falanges missionárias.

Os Príncipes Maya compõem esse ritual, não há exigência de classificação para a participação neste ritual.

Ele é composto dos Príncipes Mayas que irão acompanhar a corte e também do missionário que fará sua emissão e canto na chama da vida.

Ritual:

1 – Os Príncipes Maya partirão do mesmo local onde é formada a corte para servir o ritual da estrela.

2 – O posicionamento dos Príncipes Maya neste ritual é atrás dos missionários Magos.

3 – No Momento em que houver a elevação do sofredor no ritual da estrela os Príncipes Doutrinadores que estiverem no ritual não devem fazer a elevação.

4 – Dirigindo-se ao Turigano, o Mestre escalado para subir a chama o fará com a missionária Grega (se houver), ou com a missionária Maya.

5 – Depois que fizer sua emissão e canto, o Príncipe Maya se posicionará na via sagrada à frente da Ninfa Yuricy. Se houver dois Príncipes, ficará um de cada lado da via sagrada. Se forem de mediunidades diferentes o Príncipe Doutrinador ficará do lado direito da via sagrada, no mesmo sentido da entrega de energias dos doutrinadores que estão no ritual.

Observação importante: Em qualquer ritual, seja Estrela Candente, Aspirante e quadrante, mesmo estando uma Yuricy presente, o Príncipe Maya representará a Falange de Príncipes Mayas, não havendo necessidade de estar ao lado de uma Yuricy.

No ritual da corte na via Sagrada se houver príncipes de mediunidades diferentes, por uma questão de posicionamento, poderão ficar um de cada lado. Se houver apenas um Príncipe, não há um posicionamento definido que ele deve ficar, pois sua condição como representante da Falange não implica na condição mediúnica.

O Mestre ou Ninfa deverá ficar de pé somente quando seu Adjunto ou o representante de sua falange faça sua emissão e canto.

d) RITUAL DO QUADRANTE

O trabalho de manutenção dos quadrantes é um ritual que se realiza todos os dias, entre a 2º e a 3º consagração da Estrela candente.

É um trabalho que manipula forças para o universo. Cada dia da semana é dedicado a uma Princesa.

Esse ritual lembra a Avenida dos mortos, até hoje existente nas ruinas da antiga capital mexicana chamada Teotihuacán, que se chama “Avenida dos mortos”. Aqui, esse ritual é direcionado para a cura de encarnados e desencarnados.

O príncipe Maya deverá estar escalado para emissão e canto naquele dia de trabalho. O quadrante é um trabalho que ativa a força mediúnica para o universo.

Neste trabalho o Príncipe Maya que irá participar deverá ser elevado no mínimo.

Ritual:

1 – Após fazer sua emissão e canto na cabine do comando, ele aguardará que todas as missionárias escaladas para aquele dia façam sua emissão e canto.

2 – O Príncipe Maya descerá a rampa da cabine do comando à frente da Ninfa Yuricy, e vai se dirigir até a Cabala de Delfos.

3 – O Príncipe Maya ficará ao lado da Ninfa Yuricy, se houver dois missionários ficarão um de um lado e outro do outro.

4 – O Príncipe Maya aguardará que todos os missionários recebam a missão dada pelo Comandante do Quadrante.

5 – Após o Comandante dar a missão aos Mestres, o Príncipe Maya se colocará à frente da Ninfa Yuricy e tomará o Sal e perfume na entrada do portão da Unificação.

6 – Na lança de Iemanjá o Príncipe Maya tomará o vinho sozinho, se houver mais de um Príncipe Maya na corte do quadrante poderão tomar o vinho juntos.

7 – Após realizar o ritual na lança, o Príncipe Maya irá se dirigir ao quadrante da Princesa do dia. Ficará ao lado da Ninfa do comandante do quadrante. Se for Um Príncipe Sol este poderá tomar o passe com a ninfa do Comandante do quadrante. Se for um Príncipe Lua poderá incorporar o povo de Cachoeiras.

8 – Terminado o ritual, ele sempre à frente da Ninfa Yuricy, se dirigirá a pirâmide para o encerramento do trabalho de quadrante.

9 – A entrega de energias do Príncipe Maya escalado para o quadrante será na corte do quadrante. Seu posicionamento é sempre à frente da Ninfa Yuricy sol.

8 – No Aledá ele também fará a reverência com a espada. 9 – Como o ritual do quadrante é o último, não dará tempo para que ele fique ao lado do Príncipe que fez a emissão e o canto na chama, dessa forma ele aguardará junto com a corte do quadrante até que o último mestre desse ritual termine sua entrega de energias.

10 – A corte da recepção de escalada após o termino da entrega de energias, irá desfazer seu posicionamento no Aledá, e quando o Príncipe que estava na recepção descer, o Príncipe que está na corte do quadrante se unirá a ele se dirigindo ao Turigano.

11 – Tanto o Príncipe que está na recepção, quanto no quadrante não precisa esperar o final desse ritual, ou o Mago apagar a chama da vida.

Quando terminar a entrega de energias ele se integrará a corte da Recepção da escalada junto com o Príncipe Maya escalado para aquele ritual.

e) Benção de Pai Seta Branca

Pai Seta Branca é o Mentor espiritual da Doutrina do Amanhecer.

Na década de cinquenta se apresenta como o Cacique da Lança Branca ou Cacique Tupinambás e incorporava em pé, na ainda “Irmã Neiva”, e mancando.

Dizia ter sido picado por uma serpente quando estava encarnado nos arredores de Cuzco no Peru.

Sua língua natural era o Quéchua, sua tribo Inca formada por vários guerreiros e seu nome é uma menção em que em nenhuma de suas contendas houve uma só gota de sangue derramada.

Fala-se hoje, embora não foi confirmada pela Clarividente, que era chamado de Cinti Rocca, ou Seta Branca.

Tia Neiva instituiu a Benção de Pai Seta Branca, onde todo primeiro domingo do mês nosso Mentor junto com a sua corte nos dá a honra de sua presença.

Pai Seta Branca incorpora em uma Ninfa devidamente preparada para esse ritual, e junto com ele se desloca outra corte composta várias entidades.

Nesse ritual que hoje só acontece no Templo Mãe, dois Ministros do Reino Central incorporam junto com o Pai Seta Branca e dois Príncipes Maya ficam de honra e guarda, e também se revezam no mesmo tempo da incorporação de Pai Seta Branca.

Para esse ritual um Ajanã e um Doutrinador sobem no Aledá e permanecem ao lado dos Ministros.

Neste ritual o Príncipe Maya ficará de honra e guarda durante a incorporação de Pai Seta Branca.

Ritual:

1 – Os Príncipes Maya se reunirão no Turigano, de lá partindo na jornada à frente dos Mestres Ajanãs. Fazem a jornada e os dois Príncipes que farão a honra e guarda no início do ritual já ficam no Aledá.

2 – Um coordenador previamente designado organizará o revezamento dos Príncipes que farão a honra e guarda do ritual.

3 – A medida que for trocada a Ninfa que incorpora o Pai Seta Branca, se fará também a substituição dos dois Mestre Príncipes.

4 – O Príncipe Lua subirá primeiro no Aledá durante o revezamento, pois ele estará no lado esquerdo de onde o Pai Seta Branca se encontra manifestado.

5 – Do outro lado, após descerem a Ninfa e Sol e o Ajanã que estará incorporando o Ministro, que é o lado direito do Pai Seta Branca, subirá o Príncipe Doutrinador.

6 – Para melhor organização, os Príncipes que não ficarem para o encerramento do ritual tomarão a Benção do Pai quando forem embora.

f) TRABALHO DE PAJÉ

Para esse ritual serão obedecidos os mesmos procedimentos para as outras Falanges Missionárias, em todos os aspectos: Idade, obediências às leis da criança e adolescente, etc…

A Falange Missionária de Príncipes Maya é similar às outras falanges do mestrado, as diferenças são em relação ao procedimento aos rituais específicos com participação da falange.

Não há Abatá ou Estrela Candente de Príncipes Maya, no caso de Abatá há Abatás de Falanges Missionárias, em que a participação é somente das missionárias escaladas para aquele dia.

Portando há Abatá e Estrela Candente com a participação da Falange Missionária de Príncipes Mayas.

Não há nenhuma informação oficial por parte da Clarividente sobre transcendente dos componentes da Falange Missionária no que diz respeito a opção sexual.

g) BENÇÃO DO MINISTRO

O Trino Ajarã, usando de suas prerrogativas deixadas pela Clarividente, achou por bem encerrar a Benção de Pai Seta Branca nos Templos do Amanhecer, trazendo a Benção do Ministro, dessa forma em conversa com o Trino Ajarã ele permitiu que os Príncipes Mayas participassem desse ritual praticamente nos mesmos moldes da Benção de Pai Seta Branca.

1 – No local previamente estabelecido pelo Presidente do Templo, a corte se organiza para dar início ao ritual.

2 – Os Príncipes se posicionarão a frente das Yuricys

ao chegar próximo ao Aledá, o Doutrinador Príncipe ocupará o lado direito do Aledá em relação a posição do Ministro e o Apará o lado esquerdo.

3 – O tempo de permanência no Aledá ficara determinado segundo a quantidade de Príncipes que a falange tiver no templo. Se houver uma grande quantidade o tempo de permanência no Aledá será de 25 minutos.

4 – Para substituição, o Príncipe se colocará diante do Príncipe que estiver no Aledá dará a mão direita a ele, que também usará sua mão direita e descerá do Aledá.

5 – O encerramento se fará da mesma forma que na Benção do Pai Seta Branca, onde os Príncipes acompanharão a corte até o local determinado pelo Presidente.

7 – Os de menor idade obedecerão às recomendações do Estatuto da criança e do adolescente.

h) TRABALHO DE ARAMÊ E DE JULGAMENTO:

1 – O Missionário deverá se apresentar ao dirigente do trabalho e ocupar seu lugar segundo a característica da corte formada para esse ritual.

2 – O Príncipe escalado para emissão na chama deverá ser centurião, por se tratar de trabalho altamente desobsessivo.

3 – Não existe restrição quanto aos Príncipes que acompanharão a Condessa na Corte, desde que respeitem o estatuto da criança e do adolescente quanto a permanência de menores no templo.

4 – A conduta ritualística se assemelha a entrega de energias.

30. OBSERVAÇÕES FINAIS:

Os Príncipes Maya têm seus Adjuntos de Origem, mas, são missionários do Adjunto Yuricy (Tia Neiva 1985).

Os Príncipes não são obrigados a trabalhar somente com as Ninfas Yuricys, seu compromisso é com sua Ninfa, seja de qual Falange ela for.

Muito embora, sabe-se que trabalhar com as ninfas Yuricys é um grande privilégio por sua formação e seriedade doutrinária.

A posição de honra e guarda do Príncipe Maya (braços sobre sobrepostos) somente deverá ser utilizada quando ele está nessa condição de guardião.

Na estrela ou em qualquer lugar que se fizer necessário fazer o Mantra Simiromba, o Príncipe deverá fazê-lo.

Em hipótese nenhuma o Missionário Príncipe Maya deverá usar indumentária sem sua capa.

A Falange Missionária de Príncipes Maya é similar às outras falanges do mestrado, as diferenças são em relação ao procedimento aos rituais específicos com participação da falange.

Não há Abatá ou Estrela candente de Príncipes Mayas, no caso de Abatá há Abatás de Falanges Missionárias, em que a participação é de somente das missionárias escaladas para aquele dia. Portando há Abatá e Estrela Candente com a participação da Falange Missionária de Príncipes Mayas.

Não há nenhuma informação oficial por parte da Clarividente sobre transcendente dos componentes da Falange Missionária no que diz respeito a opção sexual.

Este manual não tem por objetivo entrar em detalhes muito minuciosos, pois tais questões levantarão outras e entraremos num ciclo de perguntas que sempre levarão a outras.

Cabe ao Regente Príncipe de cada templo se informar mais desses retalhes e em suas reuniões repassar essas informações.

Na estrela ou em qualquer ritual onde o Príncipe participar ele deverá observar a postura do ritual e assim obedecê-lo... Braços sobrepostos somente quando estiver em corte, como guardião e quando estiver caminhando sem estar participando de nenhum ritual... Andar normalmente.

As restrições para ser um Príncipe Maya são: Ser Presidente de templo;

31. AGRADECIMENTOS

Ao Regente Príncipe Nerano – Mestre Romulo Acioly; Ao Regente Príncipe de Tegipió – Mestre Marcos Batista; Ao Regente Príncipe Parlo – Mestre Marquinhos;

Ao Mestre Aparecido Franco

Ao 1° Devas Artes, Adjunto Anoro – Mestre Marcos.

Gilmar Moreira Santos

Primeiro Príncipe Maya dos templos do Amanhecer Adjunto Adelano K 108 Arcanos Rama 2000

O contido neste Manual condiz com as Leis, orientações e ensinamentos que o Trino Ajarã nos delegou. Foi conferido e sua divulgação oficial está autorizada pelo Conselho de Arcanos da CGTA.

Parabéns, nobre Adjunto Adelano, por tudo que fez e continua a fazer pela Doutrina do Amanhecer, pelos Mestres Príncipes Mayas dos Templos do Amanhecer, e por mim, pelas sábias orientações que sempre me passou como amigo pessoal.

É para mim uma grande honra ter caminhado ao seu lado! Castelo dos Devas-CGTA, 28 de abril de 2018.

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