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Vetor Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda.

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Academic year: 2022

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(1)

São Paulo

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CCP – Cyrela Commercial Properties

M E M O R I A L D E S C R I T I V O Projeto Executivo

Sistemas de Ar Condicionado, Ventilação Mecânica e Pressurizacão de Escadas

Shopping Metropolitano

Rio de Janeiro – RJ.

(2)

R e v i s õ e s d o D o c u m e n t o

Rev. Data D e s c r i t i v o Folhas Por

00 14/02/12 Emissão Inicial Todas RDT

01 30/03/12 Acréscimo da descrição do isolamento térmico da base do tanque

57 e 58 RDT

02 15/05/12 Revisão do sistema de controle Revisão da relação de desenhos Revisão dos condicionadore de ar do subsolo

16,24, 118,121,124,127,12

9, 154, 171,172, 235 e 236

RDT

(3)

Shopping Metropolitano – Rio de Janeiro – RJ.

Sumário

S E Ç Ã O I ... 11

1. INTRODUÇÃO. ... 12

2. OBJETIVO. ... 12

3. NORMAS E CÓDIGOS. ... 12

4. DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO. ... 13

5. DESCRIÇÃO DAS ÁREAS A SEREM ATENDIDAS. ... 13

5.1 Áreas Beneficiadas pelo Sistema de Ar Condicionado. ... 13

5.2 Áreas Beneficiadas pelo Sistema de Ventilação Mecânica. ... 13

6. DESCRIÇÃO DOS SISTEMAS. ... 14

6.1 Introdução. ... 14

6.2 Limites de Fornecimento e Instalação Com as Lojas. ... 14

6.3 Sistema de Geração de Frio Com Termo-acumulação de Água Gelada. ... 15

6.3.1 Descrição Geral. ... 15

6.3.2 Configuração Básica da CAG ... 15

6.3.3 Características Operacionais Básicas. ... 16

6.3.4 Sistema de Controle e Supervisão. ... 16

6.4 Sistema de Distribuição de Água Gelada. ... 16

6.4.1 Descrição Geral. ... 16

6.4.2 Alimentação de Água Gelada dos Condicionadores de Ar do Mall e Praças. ... 17

6.5 Sistema de Água de Condensação. ... 17

6.5.1 Descrição Geral. ... 17

6.5.2 Configuração Básica da CAC ... 17

6.5.3 Características Operacionais Básicas. ... 18

6.6 Sistema de Distribuição de Água de Condensação. ... 18

6.6.1 Descrição Geral. ... 18

6.6.2 Alimentação de Água de Condensação das Lojas. ... 18

6.7 Sistema de Condicionamento de Ar do Mall e Praças. ... 19

6.7.1 Descrição Geral. ... 19

6.7.2 Características Básicas. ... 19

6.8 Sistema de Condicionamento de Ar e Exaustão dos Sanitários de Público do Shopping. ... 19

6.8.1 Descrição Geral. ... 19

6.8.2 Características Básicas. ... 20

6.9 Sistemas de Suprimento de Ar Exterior Para as Lojas. ... 20

6.10 Sistema de Condicionamento de Ar da Administração. ... 21

6.10.1 Descrição Geral. ... 21

6.10.2 Características Básicas. ... 21

6.11 Sistemas de Exaustão dos Estacionamentos. ... 21

6.11.1 Descrição Geral. ... 21

6.11.2 Características Básicas. ... 21

6.12 Sistemas de Ventilação Diversos. ... 22

6.12.1 Descrição Geral. ... 22

6.12.2 Características Básicas. ... 22

6.13 Sistema de Extração de Fumaça. ... 22

6.13.1 Descrição Geral. ... 22

6.14 Sistemas de Pressurização de Escadas de Segurança. ... 23

6.14.1 Descrição Geral. ... 23

6.14.2 Características Básicas. ... 23

7. LIMITES DE FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE. ... 24

S E Ç Ã O I I ... 25

1. CONDIÇÕES DE PROJETO. ... 26

1.1 Localização da Obra. ... 26

2. CONDIÇÕES PSICROMÉTRICAS EXTERNAS DE PROJETO. ... 26

(4)

3. SISTEMA DE AR CONDICIONADO. ... 26

3.1 Condições Psicrométricas Internas de Projeto. ... 26

3.2 Taxas Utilizadas. ... 26

3.2.1 Carga Elétrica Total das Lojas Satélites. ... 26

3.2.2 Taxa de Iluminação (já incluído o reator). ... 26

3.2.3 Taxa de Equipamentos. ... 27

3.2.4 Taxa de Ocupação. ... 27

3.2.5 Vazão de Ar Exterior. ... 27

3.3 Outras Considerações. ... 28

3.4 Horário de Operação. ... 28

3.5 Carga Térmica. ... 28

3.5.1 Sistema de Expansão Indireta (mall). ... 28

3.5.2 Sistema de Expansão direta (lojas). ... 29

3.5.3 Sistema de Expansão Direta (Administração). ... 29

4. SISTEMAS VENTILAÇÃO / EXAUSTÃO MECÂNICA. ... 29

4.1 Taxas Utilizadas. ... 29

S E Ç Ã O I I I ... 30

1. CONDIÇÕES GERAIS. ... 31

2. SERVIÇOS ABRANGIDOS NESTE MEMORIAL. ... 31

3. ATENDIMENTO AO MEMORIAL. ... 31

4. CÓDIGOS, NORMAS, LICENÇAS E IMPOSTOS. ... 32

5. LEVANTAMENTO EM CAMPO... 32

6. DOCUMENTOS E DESENHOS PARA APROVAÇÃO. ... 32

7. ALTERNATIVA AO ESPECIFICADO. ... 34

8. PROTEÇÃO DE EQUIPAMENTOS, COMPONENTES E MATERIAIS... 34

9. PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO. ... 34

10. SERVIÇOS AUXILIARES. ... 35

11. ENVOLVIMENTO COM OS DEMAIS PARTICIPANTES DA OBRA. ... 35

12. MATERIAIS, ARMAZENAMENTO E MÃO DE OBRA. ... 35

13. VIBRAÇÕES E RUÍDOS. ... 36

14. BASES E SUPORTES. ... 36

15. PROTEÇÕES DE SEGURANÇA (OPERAÇÃO / MANUTENÇÃO). ... 37

16. ACESSOS PARA MANUTENÇÃO E REGULAGEM. ... 37

17. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS. ... 37

18. TRANSPORTE E OUTROS. ... 38

19. SEGUROS. ... 38

20. BALANCEAMENTO E REGULAGEM DOS SISTEMAS. ... 38

20.1 Introdução. ... 38

20.2 Empresa Executora. ... 39

20.3 Balanceamento de Ar. ... 39

20.4 Balanceamento Hidráulico. ... 40

20.5 Regulagem dos Controles. ... 41

21. TESTES E ACEITAÇÃO DO SISTEMA. ... 41

22. MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO... 42

23.PEÇAS DE REPOSIÇÃO. ... 42

24. DESENHOS “AS-BUILT”. ... 42

25.GARANTIA. ... 42

26. CONTRATO DE MANUTENÇÃO. ... 43

S E Ç Ã O I V ... 44

1. INTRODUÇÃO. ... 45

2. UNIDADES RESFRIADORAS DE LÍQUIDOS. ... 45

(5)

Shopping Metropolitano – Rio de Janeiro – RJ.

2.1 Introdução. ... 45

2.2 Filosofia de Operação e Interfaces Com o Sistema de Controle do Ar Condicionado. ... 46

2.3 Apresentação da Proposta. ... 47

2.4 Condições de Seleção... 48

2.5 Características Construtivas. ... 48

2.5.1 Compressor. ... 48

2.5.2 Evaporador. ... 49

2.5.3 Condensador. ... 50

2.5.4 Circuito de Refrigerante. ... 50

2.5.5 Painel de Controle. ... 51

2.5.6 Chave de Partida. ... 52

2.6 Condições de Instalação. ... 53

2.7 Acessórios Diversos. ... 54

3. TANQUE DE ARMAZENAMENTO DE ÁGUA GELADA. ... 54

3.1 Descrição Geral... 54

3.2 Construção. ... 55

3.3 Isolamento Térmico do Tanque de Água Gelada. ... 56

3.3.1 Descrição Geral. ... 56

3.3.2 Isolamento Térmico do Costado e Tampo Superior. ... 56

3.3.3 Isolamento Térmico do Fundo do Tanque. ... 57

3.4 Árvores de Distribuição de Água. ... 58

3.5 Tubulações Externas ao Tanque. ... 59

3.6 Escada de Acesso ao Topo do Tanque. ... 60

3.7 Sistemas de Proteção e Sinalização. ... 60

4. TORRES DE RESFRIAMENTO DE ÁGUA. ... 60

4.1 Introdução. ... 60

4.2 Características Construtivas. ... 61

4.3 Enchimento. ... 61

4.4 Ventiladores. ... 61

4.5 Motores Elétricos. ... 61

4.6 Correção de Fator de Potência. ... 61

4.7 Transmissão. ... 62

4.8 Materiais Metálicos. ... 62

4.9 Acessórios. ... 62

4.10 Nível de Ruído. ... 62

5. BOMBAS PARA CIRCULAÇÃO DE ÁGUA. ... 62

5.1 Introdução. ... 62

5.2 Apresentação da Proposta. ... 63

5.3 Condições de Seleção... 63

5.4 Características Construtivas. ... 63

5.5 Motor Elétrico de Acionamento. ... 63

5.6 Correção de Fator de Potência. ... 64

5.7 Condições de Instalação. ... 64

6. BASES PARA INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS. ... 64

7. DUTOS DE DISTRIBUIÇÃO DE AR. ... 65

7.1 Ar Condicionado. ... 65

7.1.1 Construção. ... 65

7.1.2 Conexão a Equipamentos e Elementos de Distribuição de Ar... 65

7.1.3 Suportação. ... 65

7.1.4 Isolamento Térmico. ... 66

7.1.5 Pontos de Regulagem de Fluxo de Ar. ... 66

7.1.6 Pintura Para Dutos. ... 67

7.1.7 Dutos Flexíveis. ... 67

7.1.8 Estanqueidade. ... 68

7.2 Ventilação Mecânica. ... 68

(6)

7.3 Limpeza Interna dos Dutos. ... 68

8. REDES DE DUTOS DE EXAUSTÃO DE COIFAS. ... 69

8.1 Construção. ... 69

8.2 Conexão a Equipamentos e Elementos de Distribuição de Ar. ... 69

8.3 Suportação. ... 70

8.4 Isolamento Térmico. ... 70

9. REDES DE DUTOS DE EXAUSTÃO DE FUMAÇA. ... 70

9.1 Construção. ... 70

9.2 Conexão a Equipamentos e Elementos de Distribuição de Ar. ... 71

9.3 Suportação. ... 71

9.4 Isolamento Térmico. ... 71

10. REDES DE DUTOS DE PRESSURIZAÇÃO DE ESCADAS. ... 72

10.1 Introdução. ... 72

10.2 Construção. ... 72

10.3 Suportação. ... 72

10.4 Isolamento Térmico. ... 72

11. DAMPERS ESTANQUES AUTOMÁTICOS OU MANUAIS. ... 73

12. DAMPERS CORTA-FOGO. ... 73

13. VENTILADORES. ... 74

13.1 Condições Gerais de Fornecimento e Seleção. ... 74

13.1.1 Apresentação da Proposta. ... 74

13.1.2 Condições de Seleção. ... 74

13.2 Características Gerais. ... 75

13.2.1 Motor Elétrico de Acionamento. ... 75

13.2.2 Correção de Fator de Potência. ... 75

13.3 Ventiladores Centrífugos Com Carcaça Construída em Aço e Acionamento Por Correias e Polias. ... 75

13.3.1 Introdução. ... 75

13.3.2 Características Construtivas. ... 75

13.3.3 Transmissão. ... 76

13.3.4 Condições de Instalação... 76

13.4 Ventiladores Centrífugos do Tipo "Plenun – Fan". ... 76

13.4.1 Introdução. ... 76

13.4.2 Características Construtivas. ... 76

13.4.3 Transmissão. ... 77

13.4.4 Condições de Instalação... 77

14. CAIXAS VENTILADORAS. ... 77

14.1 Generalidades. ... 77

14.2 Gabinete Metálico. ... 78

14.3 Ventilador(es). ... 78

14.4 Motor Elétrico de Acionamento. ... 78

14.5 Correção de Fator de Potência. ... 79

14.6 Filtros de Ar. ... 79

14.6.1 Classificação. ... 79

14.6.2 Montagem. ... 79

14.7 Quadro Elétrico. ... 80

14.8 Placa de Identificação. ... 80

15. SISTEMA DE CONDICIONAMENTO DE AR DO TIPO "SPLIT-SYSTEM” COM VOLUME DE GÁS REFRIGERANTE VARIÁVEL. ... 80

15.1 Introdução. ... 80

15.2 Gabinete da Unidade Evaporadora. ... 81

15.3 Ventilador. ... 82

15.4 Serpentina Evaporadora. ... 82

15.5 Filtros de Ar. ... 82

15.6 Bandeja de Recolhimento de Água Condensada. ... 82

(7)

Shopping Metropolitano – Rio de Janeiro – RJ.

15.7 Bandeja Adicional de Recolhimento de Condensado. ... 82

15.8 Drenagem. ... 83

15.9 Acessórios Diversos. ... 83

15.10 Quadro Elétrico. ... 83

15.11 Unidades Condensadoras. ... 84

15.12 Ventilador. ... 84

15.13 Gabinete. ... 84

15.14 Serpentina. ... 84

15.15 Compressor Frigorífico. ... 84

15.16 Circuito Frigorífico. ... 85

15.17 Nível de Ruído. ... 85

15.18 Quadro Elétrico. ... 85

15.19 Sistema de Controle. ... 86

15.20 Introdução. ... 86

15.21 Descrição Geral... 86

15.22 Controle de Temperatura dos Ambientes Condicionados Pelas Unidades Evaporadoras. ... 87

16. UNIDADES CONDICIONADORAS DE AR DO TIPO "FAN-COIL". ... 87

16.1 Introdução. ... 87

16.2 Gabinete Metálico. ... 88

16.3 Caixa de Mistura. ... 88

16.4 Ventilador(es). ... 89

16.5 Motor Elétrico. ... 89

16.6 Correção de Fator de Potência. ... 89

16.7 Transmissão. ... 89

16.8 Serpentina de Resfriamento. ... 90

16.8.1 Características Construtivas. ... 90

16.8.2 Características Dimensionais. ... 90

16.9 Filtros de Ar. ... 90

16.9.1 Classificação. ... 90

16.9.2 Montagem. ... 91

16.10 Bandeja de Recolhimento de Condensado. ... 91

16.11 Quadro Elétrico. ... 91

16.12 Placa de Identificação. ... 92

17. ELEMENTOS DE DIFUSÃO DE AR. ... 92

17.1 Introdução. ... 92

17.2 Grelhas. ... 92

17.3 Venezianas de Porta. ... 93

17.4 Venezianas de Tomada e Descarga de Ar. ... 93

17.5 Difusores. ... 94

17.6 Plenum dos Difusores. ... 94

18.TUBULAÇÕES HIDRÁULICAS. ... 95

18.1 Generalidades. ... 95

18.2 Suportes e Apoios. ... 95

18.3 Ligações de Tubos e Acessórios. ... 96

18.3.1 Ligações de Tubos. ... 96

18.3.2 Ligações de Equipamentos... 96

18.4 Diversos. ... 96

18.5 Acabamento e Revestimento... 97

18.6 Teste e Limpeza. ... 98

18.7 Características dos Acessórios. ... 98

18.7.1 Válvulas de Bloqueio e/ou Regulagem de Fluxo. ... 99

18.7.2 Válvulas de Bloqueio. ... 100

18.7.3 Válvulas de Regulagem de Fluxo. ... 101

18.7.4 Válvulas de Retenção. ... 102

(8)

18.7.5 Filtros Para Água. ... 103

18.7.6 Conexões Flexíveis. ... 104

18.7.7 Medição de Pressão de Água. ... 104

18.7.8 Medição de Temperatura (líquidos). ... 106

18.7.9 Chaves de Fluxo ... 106

18.7.10 Purgadores de Ar. ... 106

18.7.11 Válvulas de Bóia. ... 107

18.8 Regulagem, Limitação e Medição de Vazão de Água... 107

18.8.1 Central de Água Gelada. ... 107

18.8.2 Condicionadores de Ar. ... 107

19. TUBULAÇÃO DE REFRIGERANTE. ... 108

19.1 Generalidades. ... 108

19.2 Soldas e Conexões. ... 108

19.3 Suportes e Apoios. ... 109

19.4 Testes e Carga de Gás. ... 109

19.5 Acabamento e Revestimento... 109

20. TRATAMENTO DE ÁGUA. ... 110

21. SISTEMA ELÉTRICO. ... 111

21.1 Generalidades. ... 111

21.2 Distribuição Elétrica. ... 111

21.3 Aterramento. ... 111

21.4 Limites de Elevação de Temperatura. ... 112

21.5 Painel Elétrico da Central de Água Gelada e de Água de Condensação. ... 112

21.5.1 Funções e Características Básicas. ... 112

21.5.2 Estrutura, Chapeamento e Pintura. ... 112

21.5.3 Barramento. ... 113

21.5.4 Fiação. ... 113

21.5.5 Identificação. ... 114

21.5.6 Componentes. ... 114

21.6 Quadro Elétrico de Uso Geral Para Equipamentos Em Sistemas de Ar Condicionado e Ventilação Mecânica. ... 118

21.6.1 Funções e Características Básicas. ... 118

21.6.2 Estrutura, Chapeamento e Pintura. ... 118

21.6.3 Barramentos. ... 118

21.6.4 Fiação. ... 119

21.6.5 Identificação. ... 119

21.6.6 Componentes. ... 119

21.7 Quadro Elétrico de Equipamentos Acionados Por Variadores de Freqüência Em Sistemas de Ar Condicionado e Ventilação Mecânica. ... 121

21.7.1 Funções e Características Básicas. ... 121

21.7.2 Estrutura, Chapeamento e Pintura. ... 121

21.7.3 Barramentos. ... 122

21.7.4 Fiação. ... 122

21.7.5 Identificação. ... 122

21.7.6 Componentes. ... 122

21.7.7 Intertravamentos Elétricos. ... 123

21.7.8 Interface Com o Sistema de Controle. ... 123

21.8 Alimentadores Para Quadros Elétricos de Condicionadores de Ar dos Tipos “Self-Contained” e “Split”. ... 124

21.9 Variadores de Freqüência. ... 124

21.9.1 Generalidades. ... 124

21.9.2 Descrição Geral. ... 124

21.9.3 Sinais de Comando, Controle e Monitoração. ... 126

21.9.4 Proteções e Diagnósticos. ... 126

21.9.5 Intertravamentos Elétricos. ... 127

21.9.6 Interface Com o Sistema de Controle. ... 127

21.9.7 Fabricante. ... 127

(9)

Shopping Metropolitano – Rio de Janeiro – RJ.

S E Ç Ã O V ... 128

1 INTRODUÇÃO. ... 129

2 ASPECTOS GERAIS. ... 129

2.1 Instaladores e Equipamentos. ... 129

2.2 Documentação. ... 129

3 ELEMENTOS DE SENSORIAMENTO REMOTO E DISPOSITIVOS DE ENVIO DE SINAIS E ATUAÇÃO ("PERIFÉRICOS"). ... 130

3.1 Características Básicas. ... 130

3.2 Linkages e Suportes. ... 130

3.3 Sensores de Temperatura Para Líquidos. ... 131

3.4 Válvulas Automáticas. ... 131

3.5 Dampers de Lâminas Opostas Estanques (Motorizados). ... 132

4 INTERFACES COM OS EQUIPAMENTOS DOS SISTEMAS E INSTALAÇÃO DE ELEMENTOS DE ATUAÇÃO E SENSORIAMENTO. ... 133

5 ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA. ... 134

6 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS INFORMAÇÕES. ... 134

6.1 Generalidades. ... 134

6.2 Apresentação Gráfica Para os Sistemas de Ar Condicionado e Ventilação Mecânica. ... 135

6.2.1 Fluxogramas. ... 135

6.2.2 Gráficos. ... 136

7 PROJETO DE MONTAGEM / DOCUMENTAÇÃO GERAL. ... 137

8 ELETRODUTOS E CALHAS. ... 138

9 CONTROLE DA CENTRAL GERADORA DE FRIO – SISTEMA DE ÁGUA GELADA.138 9.1 Introdução. ... 138

9.2 Descrição Geral... 138

9.3 Elementos de Sensoriamento Remoto e de Envio / Aquisição de Dados. .... 140

9.3.1 Descrição Geral. ... 140

9.3.2 Válvulas Automáticas. ... 141

9.4 Interfaces do Sistema Com as Unidades Resfriadoras. ... 142

9.4.1 Descrição Geral. ... 142

9.4.2 Partida e Parada Automática. ... 142

9.4.3 Controle de Demanda de Energia Elétrica... 142

9.4.4 Monitoração de Falhas. ... 143

9.4.5 Status dos Compressores... 143

9.4.6 Sinal da Chave Seletora. ... 143

9.5 Descrição da Operação da Central em Função da Programação Horária. ... 143

9.5.1 Descrição Geral. ... 143

9.5.2 Operação Normal Diurna. ... 145

9.5.3 Operação no Horário de Ponta. ... 146

9.5.4 Operação no Horário de Carga do Tanque de Água Gelada. ... 146

9.5.5 Flexibilidade Operacional... 147

9.6 Descrição do Escalonamento das Unidades Resfriadoras em Função da Carga Térmica Requerida Pelo Circuito Secundário. ... 147

9.6.1 Descrição Geral. ... 147

9.6.2 Seqüência de Desligamento. ... 148

9.6.3 Seqüência de Acionamento ... 148

9.6.4 Condições Especiais. ... 149

9.6.5 Descrição do Loop de Controle da Temperatura de Retorno do Circuito Secundário. ... 150

9.7 Controle da Pressão Hidráulica no Circuito Secundário (Controle das Bombas Secundárias). ... 150

9.8 Descrição do Loop de Controle da Válvula de Bloqueio do Circuito Secundário de Bombeamento. ... 151

9.9 Descrição do Loop de Controle das Válvulas de Bloqueio das Unidades Resfriadoras. ... 152

9.10 Controle de Nível do Tanque de Água Gelada. ... 152

(10)

10 CONTROLE DA CENTRAL GERADORA DE FRIO – SISTEMA DE ÁGUA DE

CONDENSAÇÃO. ... 153

10.1 Introdução. ... 153

10.2 Loops de Controle. ... 153

10.3 Elementos de Sensoriamento Remoto e de Envio/Aquisição de Dados. ... 154

10.4 Controle de Nível da Bacia das Torres. ... 154

10.5 Controle da Temperatura da Água de Condensação. ... 155

11 CONTROLE DA CENTRAL DE ÁGUA DE CONDENSAÇÃO. ... 156

11.1 Introdução. ... 156

11.2 Loops de Controle. ... 156

11.3 Elementos de Sensoriamento Remoto e de Envio / Aquisição de Dados. .... 157

11.4 Controle de Nível da Bacia das Torres. ... 157

12 CONTROLE DOS CONDICIONADORES DE AR DO MALL E PRAÇAS DOTADOS DE CICLO DE EXTRAÇÃO DE FUMAÇA. ... 157

12.1 Descrição Geral... 157

12.2 Elementos de Sensoriamento Remoto e de Envio/Aquisição de Dados. ... 158

12.3 Limites de Fornecimento e Instalação. ... 159

13 CONTROLE DOS CONDICIONADORES DE AR DO MALL COM VOLUME DE AR VARIÁVEL. ... 159

13.1 Descrição Geral... 159

13.2 Elementos de Sensoriamento Remoto e de Envio/Aquisição de Dados. ... 160

14 CONTROLE DOS SISTEMAS DE AR CONDICIONADO E SISTEMAS DE EXAUSTÃO DOS SANITÁRIOS DE PÚBLICO. ... 160

14.1 Descrição Geral... 160

14.2 Elementos de Sensoriamento Remoto e de Envio / Aquisição de Dados. .... 161

15 CONTROLE DOS CONDICIONADORES DE AR DO TIPO “SPLIT”. ... 162

16 CONTROLE DOS SISTEMAS DE INJEÇÃO DE AR EXTERIOR DAS LOJAS. ... 162

16.1 Descrição Geral... 162

16.2 Elementos de Sensoriamento Remoto e de Envio/Aquisição de Dados. ... 163

17 CONTROLE DOS SISTEMAS DE EXAUSTÃO MECÂNICA E/OU INJEÇÃO DE AR EXTERIOR. ... 163

17.1 Descrição Geral... 163

17.2 Elementos de Sensoriamento Remoto e de Envio/Aquisição de Dados. ... 163

18 CONTROLE DO SISTEMA DE EXAUSTÃO DO SUBSOLO. ... 163

18.1 Descrição Geral... 163

18.2 Elementos de Sensoriamento Remoto e de Envio / Aquisição de Dados. .... 164

19 MONITORAÇÃO E CONTROLE DOS SISTEMAS DE PRESSURIZAÇÃO DE ESCADAS E CORREDORES DE SEGURANÇA. ... 164

19.1 Descrição Geral... 164

19.2 Elementos de Sensoriamento Remoto e de Envio/Aquisição de Dados. ... 165

S E Ç Ã O V I ... 166

S E Ç Ã O V I I ... 173

(11)

Shopping Metropolitano – Rio de Janeiro – RJ.

S E Ç Ã O I

D e s c r i ç ã o G e r a l

(12)

1. INTRODUÇÃO.

Este Memorial Descritivo Preliminar visa determinar as condições técnicas de fornecimento e instalação dos Sistemas de Ar Condicionado, Ventilação Mecânica e Pressurização de Escadas do Shopping Metropolitano, localizado na cidade do Rio de Janeiro, RJ.

2. OBJETIVO.

Deseja-se ao final dos serviços obter-se o sistema acima sob forma totalmente operacional, de modo que o fornecimento de materiais, equipamentos e mão de obra deverão ser previstos de forma a incluir todos os componentes necessários para tal, mesmo aqueles que embora não claramente citados, sejam necessários para atingir o perfeito funcionamento de todo sistema.

3. NORMAS E CÓDIGOS.

Deverão ser observadas as Normas e Códigos de Obras aplicáveis ao serviço em pauta, sendo que as prescrições da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) serão consideradas como elementos de base para quaisquer serviços ou fornecimento de materiais e equipamentos.

Na falta desta ou onde a mesma for omissa, deverão ser consideradas as prescrições, indicações e normas das entidades abaixo relacionadas e demais entidades constantes neste Memorial Descritivo:

ABNT-NBR 16401 Norma de Ar Condicionado e Ventilação Mecânica da Associação Brasileira.

ASHRAE American Society of Heating, Refrigeration and Air Conditioning Engineers.

AMCA Air Moving and Conditioning Association.

SMACNA Sheet Metal and Air Conditioning Contractors National Association.

ABC American Balancing Council.

ADC Air Diffusion Council.

NFPA National Fire Protection Association.

UL Underwriters Laboratories.

ASTM American National Standards Institute.

ARI Air Conditioning and Refrigeration Institute.

ANSI American Society for Testing and Materials.

ISA Instrumentation Society of American.

BSI-5588 British Standards Institute.

NBR-14.518 Sistemas de Ventilação Para Cozinhas Profissionais.

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Shopping Metropolitano – Rio de Janeiro – RJ.

IT-13 Instrução Técnica no. 13 do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo – Pressurização de Escada de Segurança.

IT-15 Instrução Técnica no. 15 do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo – Controle de Fumaça.

4. DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO.

O shopping Center possui cinco (05) pavimentos, sendo estes denominados como:

Subsolo: Este pavimento será ocupado basicamente por estacionamentos.

Pavimento L1: Este pavimento será ocupado basicamente por lojas âncoras, satélites, mall, áreas técnicas e áreas de apoio.

Pavimento L2: Este pavimento será ocupado basicamente pelas lojas satélites, lojas âncora, mall, praça de alimentação, áreas técnicas e áreas de apoio.

Pavimento L3: Este pavimento será ocupado basicamente pelas lojas satélites, mall, áreas técnicas e áreas de apoio. Será parcialmente ocupado, sendo sua maior área destinada a expansão futura do shopping.

Cobertura: É composto por áreas técnicas e áreas de apoio.

Observação: Na lista de desenhos que segue em anexo (última seção deste memorial), os desenhos destacados na cor amarela se referem às áreas de expansão futura do shopping, não sendo objeto da presente emissão.

5. DESCRIÇÃO DAS ÁREAS A SEREM ATENDIDAS.

Os sistemas propostos visam atender as seguintes áreas:

5.1 Áreas Beneficiadas pelo Sistema de Ar Condicionado.

Foram consideradas as seguintes áreas:

As lojas satélite, lojas de alimentos (lanchonetes, restaurantes etc.) e mini-âncoras.

Todo mall e praça de alimentação.

Administração.

Sanitários.

5.2 Áreas Beneficiadas pelo Sistema de Ventilação Mecânica.

Foram consideradas as seguintes áreas:

Estacionamentos do subsolo.

Escadas pressurizadas.

Alimentação de ar exterior para lojas.

Sanitários.

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Ventilação das galerias da praça de alimentação.

6. DESCRIÇÃO DOS SISTEMAS.

6.1 Introdução.

Neste item descreveremos, de forma sucinta, os sistemas a serem fornecidos e instalados.

As demais informações serão complementadas através da seção de "Equipamentos Mecânicos" da presente especificação e dos desenhos do projeto.

Basicamente os sistemas a serem instalados são:

Central de água gelada (CAG), dotada de termo-acumulação de água gelada e condensação a água.

Central de água de condensação (CAC), destinada ao fornecimento de água de condensação para as lojas.

Sistema de distribuição de água gelada para os condicionadores de ar do mall e praças.

Sistema de distribuição de água de condensação para as lojas.

Sistema de condicionamento de ar do mall, sanitários e praças.

Sistema de condicionamento de ar da administração (independente).

Sistemas de ventilação mecânica dos sanitários.

Sistemas de ventilação mecânica dos estacionamentos.

Sistema de suprimento de ar exterior para as lojas satélites.

Sistema de pressurização das escadas.

6.2 Limites de Fornecimento e Instalação Com as Lojas.

Não haverá o fornecimento e instalação de dutos, tubulação de água de condensação, condicionadores, sistemas de exaustão e demais componentes correspondentes às lojas, localizados no interior das mesmas (ou fora), ficando a cargo do proprietário de cada loja o projeto, fornecimento e a instalação destes equipamentos e/ou sistemas.

O lojista receberá da administração do shopping:

Um ponto de água de condensação (alimentação e retorno), contendo registros de bloqueio, válvula limitadora de vazão e filtro “y”.

As lojas satélites receberão um ponto de abastecimento de ar exterior, dotado de damper de regulagem de vazão de ar, através de sistema pressurizado, dotado de ventilador e dutos de distribuição de ar.

As lojas de alimentos receberão um ponto de abastecimento de ar exterior e um ponto de descarga do sistema de exaustão de coifas. Nestes pontos encontram-se previstos dutos (de ar exterior e exaustão), que conduzirão o ar até o meio externo. Tais dutos,

(15)

Shopping Metropolitano – Rio de Janeiro – RJ.

instalados externos às lojas (desde a loja até o meio externo), serão fornecidos e instados pelo shopping.

Para as lojas âncoras encontra-se definido um local para captação de ar exterior, devendo estas lojas instalar todo o sistema necessário para o seu próprio atendimento.

O sistema de ar condicionado dessas lojas será totalmente independente e instalado no interior das lojas. Toda a instalação ficará a cargo do instalador dos sistemas de ar condicionado e ventilação mecânica da mesma.

6.3 Sistema de Geração de Frio Com Termo-acumulação de Água Gelada.

6.3.1 Descrição Geral.

O sistema de geração de frio (Central de Água Gelada – “CAG”) atenderá a todo o empreendimento (com exceção as lojas e administração).

Os equipamentos serão instalados na cobertura do shopping, onde se encontra previsto um ambiente para instalação das bombas de circulação de água, das unidades resfriadoras de líquidos e das torres de arrefecimento.

6.3.2 Configuração Básica da CAG

Serão instalados, basicamente, os seguintes equipamentos:

Duas (02) unidades resfriadoras de líquidos, dotada de condensador resfriado a água e compressor do tipo centrífugo. Está sendo previsto o espaço necessário para instalação futura de mais uma unidade resfriadora de líquidos.

Três (03) bombas para circulação de água gelada, sendo uma reserva, as quais compõem o circuito primário de bombeamento. Também está sendo previsto espaço para uma bomba adicional para expansão.

Três (03) bombas para circulação de água gelada, sendo uma reserva, as quais compõem o circuito secundário de bombeamento. Também está sendo previsto espaço para uma bomba adicional para expansão.

Três (03) bombas para circulação de água de condensação, sendo uma reserva, as quais compõem o circuito secundário de bombeamento. Também está sendo previsto espaço para uma bomba adicional para expansão.

Três (03) torres de arrefecimento de água, sendo previsto espaço para uma torre adicional para expansão.

Um (01) quadro elétrico geral, com espaço para expansão.

Sistema de controle da central de água gelada.

Em função do uso de termo-acumulação, a capacidade total de geração de frio da central de água gelada que é de 800 TR (capacidade total das unidades resfriadoras), para a primeira fase.

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Com o tanque, a capacidade da CAG é ampliada para 1.430 TR, que corresponde a carga térmica máxima simultânea a ser combatida para atendimento do shopping (somente do mall) na primeira fase, já considerando os fatores de diversificação de uso normalmente utilizados em sistemas equivalentes.

Para a segunda fase, será mantido o tanque de termo-acumulação e será acrescida mais uma unidade resfriadora, passando a ser combatida uma capacidade térmica máxima simultânea de 1920 TR.

6.3.3 Características Operacionais Básicas.

As unidades resfriadoras atenderão ao mall do shopping durante o período diurno, auxiliadas pelo tanque de água gelada. Durante o período noturno realizarão o carregamento do referido tanque.

A água gelada armazenada deverá ser usada no decorrer do dia, complementado a capacidade frigorígena da central de frio, nos momentos em que a capacidade de produção das unidades resfriadoras for inferior a capacidade requerida pelo empreendimento. O sistema deverá ainda possibilitar o desligamento da central de frio (unidades resfriadoras, bombas primárias de água gelada, bombas de água de condensação e torres de resfriamento de água) durante as três (03) horas de ponta, período em que a tarifa de energia elétrica é mais elevada.

A operação da CAG será totalmente automática, através de seu sistema de controle e operação fornecido e instalado pela empresa instaladora do Sistema de Controle, devendo todos os equipamentos ser comandados (ligados e desligados) automaticamente, em função da programação horária e/ou carga térmica a ser combatida. Para maiores detalhes ver sistema de controle da CAG, onde encontra-se toda definição de sua operação, elementos de controle a serem instalados (válvulas automáticas, sensores etc.), definição dos loops de controle etc.

6.3.4 Sistema de Controle e Supervisão.

Deverão ser fornecidos e instalados controladores, sensores, válvulas etc., para atendimento dos equipamentos da expansão, tanque de água gelada etc., conforme descrito na seção referente à “sistema de controle”.

6.4 Sistema de Distribuição de Água Gelada.

6.4.1 Descrição Geral.

Este sistema tem como objetivo o suprimento de água gelada para todos os condicionadores de ar que atendem ao mall do shopping, e deverá ser dotado de bombas para circulação de água gelada, as quais irão operar acionadas por variadores de freqüência.

O sistema de controle irá comandar a operação dos variadores de freqüência, ajustando a rotação das bombas às necessidades do sistema, variando a vazão de água bombeada em função da carga térmica a ser combatida (para maiores detalhes ver sistema de controle da CAG).

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Shopping Metropolitano – Rio de Janeiro – RJ.

A distribuição de água gelada será realizada através de um anel hidráulico, que atenderá a todos os condicionadores de ar abastecidos por este sistema.

A tubulação hidráulica (alimentação e retorno) deverá ser provida de registros de bloqueio e drenagem (conforme indicado nos desenhos do projeto), de forma a facilitar a manutenção ou modificação do sistema, possibilitando a drenagem somente de parte da tubulação, no trecho em que será efetuada a intervenção.

Em cada ponto de consumo (condicionador de ar), estão previstos registros e acessórios diversos, de acordo com o definido nos desenhos e nos demais itens desta especificação.

Forneceremos a seguir uma listagem sucinta dos elementos a serem instalados nos fechamentos hidráulicos do circuito secundário.

6.4.2 Alimentação de Água Gelada dos Condicionadores de Ar do Mall e Praças.

Para cada condicionador de ar do mall, sanitários, praças etc., deverão ser previstos diversos acessórios e válvulas (ver desenhos), sendo fornecido e instalado basicamente:

Registros de bloqueio na entrada e saída de água.

Um filtro "Y" na alimentação.

Uma válvula de duas vias, que compõe o sistema de controle de temperatura, na entrada.

Uma válvula para balanceamento e regulagem da vazão de água gelada, destinada a limitar a vazão no valor máximo definido para o condicionador, na entrada.

Ponto de drenagem no ponto mais baixo da montagem, dotado de registro de bloqueio.

Ponto de inserção de termômetro.

Ponto de inserção de manômetro.

Etc.

6.5 Sistema de Água de Condensação.

6.5.1 Descrição Geral.

O sistema de água de condensação atenderá a todas as lojas do empreendimento (com exceção das lojas dotadas de sistema independente).

Os equipamentos serão instalados na cobertura onde está sendo previsto um ambiente para instalação das bombas de circulação de água e das torres.

6.5.2 Configuração Básica da CAC

Serão instalados, basicamente, os seguintes equipamentos:

Quatro (04) torres de água de condensação. Também está sendo previsto espaço para duas torres adicionais para a expansão futura do shopping.

Três (03) bombas para circulação de água de condensação, sendo uma reserva. Também está sendo previsto espaço para uma bomba adicional para expansão.

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Um (01) quadro elétrico geral, com espaço para expansão.

Sistema de controle da central de água de condensação.

6.5.3 Características Operacionais Básicas.

As torres atenderão as lojas do shopping durante o período diurno, conforme horário de operação estabelecido pelo empreendimento.

A operação da CAC será totalmente automática, através de seu sistema de controle e operação, devendo todos os equipamentos ser comandados (ligados e desligados) automaticamente, em função da programação horária e/ou carga térmica a ser combatida.

6.6 Sistema de Distribuição de Água de Condensação.

6.6.1 Descrição Geral.

Este sistema tem como objetivo o suprimento de água de condensação para todas as lojas do shopping, com exceção das que possuem sistemas independentes, e deverá ser dotado de bombas para circulação de água e variadores de freqüência.

A distribuição de água gelada será realizada através de um anel hidráulico, que atenderá a todas as lojas abastecidas por este sistema.

A tubulação hidráulica (alimentação e retorno) deverá ser provida de registros de bloqueio e drenagem (conforme indicado nos desenhos do projeto), de forma a facilitar a manutenção ou modificação do sistema, possibilitando a drenagem somente de parte da tubulação, no trecho em que será efetuada a intervenção.

Em cada ponto de consumo, estão previstos registros e acessórios diversos, de acordo com o definido nos demais itens desta especificação.

Forneceremos a seguir uma listagem sucinta dos elementos a serem instalados nos fechamentos hidráulicos.

6.6.2 Alimentação de Água de Condensação das Lojas.

Para cada loja deverá ser previsto um ponto de água de condensação, sendo as válvulas e demais elementos localizados fora da loja, portanto sem acesso do lojista aos referidos elementos. Toda a instalação de tubulações no interior da loja ficará a cargo do lojista.

Para cada loja deverá ser fornecido e instalado basicamente:

Uma bandeja coletora de água, fabricada em chapa de aço galvanizada bitola 18, dotada de pintada contra corrosão, com dimensão mínima de 60 x 60 cm, localizada abaixo do fechamento hidráulico da loja.

Duas uniões (no interior da loja), sendo uma na alimentação e outra no retorno, de forma a possibilitar a futura conexão da tubulação localizada no interior da loja.

Tubulação provisória de by-pass da loja (no interior da loja), de modo a promover a limpeza do sistema do shopping, independente da execução do sistema da loja.

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Shopping Metropolitano – Rio de Janeiro – RJ.

Duas válvulas para bloqueio, uma na alimentação e outra no retorno, do tipo esfera ou borboleta, de acordo com o diâmetro da tubulação.

Um filtro "Y".

Uma válvula para balanceamento e regulagem da vazão de água, destinada a limitar a vazão no valor máximo definido para loja.

6.7 Sistema de Condicionamento de Ar do Mall e Praças.

6.7.1 Descrição Geral.

Este sistema será constituído por condicionadores de ar do tipo "fan-coil", convencional, com gabinete modular construído em chapa de aço e dotados de caixa de mistura ou não, conforme indicado nos desenhos.

Estes condicionadores irão atender ao mall e praças, sendo a praça de alimentos atendida por condicionadores exclusivos.

Os condicionadores serão instalados no interior de casas de máquinas, a serem criadas no pavimento atendido, em patamares técnicos ou na cobertura.

6.7.2 Características Básicas.

A condução do ar até os elementos de difusão será realizada através de dutos, que transitarão no interior do forro do mall.

A insuflação de ar será realizada por difusores retangulares ou quadrados, dotados de caixa plenum, instalados no forro. Também serão utilizados difusores lineares, dotados de caixa plenum e registro.

Para retorno serão utilizados dutos para condução do ar desde o ponto de captação até as caixas de mistura dos condicionadores, sendo ar captado através de venezianas diretamente conectadas aos dutos de retorno.

A tomada de ar exterior será efetuada através de caixas ventiladoras, as quais tomarão ar no meio externo e insuflarão diretamente nas caixas de mistura dos condicionadores ou no interior das casas de máquinas.

Os condicionadores de ar possuirão volume de ar variável, com o sistema de controle variando a vazão de ar insuflada em função da temperatura ambiente (não existirão caixas de VAV). Deste modo, os motores dos ventiladores dos condicionadores de ar serão acionados através de variadores de freqüência. Para maiores detalhes, ver projeto do sistema de controle e supervisão do sistema de ar condicionado.

6.8 Sistema de Condicionamento de Ar e Exaustão dos Sanitários de Público do Shopping.

6.8.1 Descrição Geral.

Os sanitários de público do shopping serão atendido por sistemas de ar condicionado e sistemas de exaustão mecânica, sendo:

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O sistema de ar condicionado será constituído por condicionadores de ar do tipo "fan- coil", convencional, com gabinete modular construído em chapa de aço e dotados de caixa de mistura.

O sistema de exaustão mecânica será constituído por ventiladores centrífugos, de simples aspiração. Cada grupo de sanitários será atendido por dois (02) ventiladores, sendo um (01) reserva.

Estes equipamentos serão instalados em patamares técnicos, localizados acima dos sanitários.

6.8.2 Características Básicas.

No caso do sistema de ar condicionado, a condução do ar até os elementos de difusão será realizada através de dutos fabricados em chapa de aço instalados acima do forro, sendo a insuflação de ar será realizada por difusores dotados de caixa plenum, instalados no forro.

A captação de ar exterior será efetuada através de venezianas, sendo o ar exterior conduzido desde as venezianas, até a caixa de mistura dos condicionadores, através de dutos fabricados em chapa de aço.

O sistema de ar condicionado não possuirá retorno de ar, devendo operar com 100% de ar exterior.

Os condicionadores de ar possuirão volume de ar constante, com o sistema de controle variando a vazão de água gelada circulada na serpentina, em função da temperatura ambiente. Para maiores detalhes, ver projeto do sistema de controle e supervisão.

No caso do sistema de exaustão, a condução do ar desde os elementos de difusão até o ventilador será realizada através de dutos, instalados acima do forro, sendo a captação realizada por grelhas instaladas no forro.

A descarga de ar será efetuada através de venezianas, sendo o ar conduzido através de dutos fabricados em chapa de aço.

Os condicionadores de ar e os ventiladores de exaustão deverão sempre operar em conjunto, de forma a evitar a injeção de ar (através do condicionador), sem a devida extração através do sistema de exaustão. Assim, deverão ser eletricamente intertravados, de forma a acionar / desligar o condicionador de ar, sempre que o ventilador do sistema de exaustão correspondente for acionado / desligado.

6.9 Sistemas de Suprimento de Ar Exterior Para as Lojas.

Este sistema será constituído por caixas ventiladoras instaladas nas casas de máquinas dos condicionadores de ar do mall, praças etc., e irá atender somente às lojas satélites, não sendo, portanto, atendidas as lojas âncora, cinemas e lojas de alimentos.

Em alguns casos, estes sistemas também atenderão os condicionadores de ar do mall e praças, em virtude destes condicionadores operarem com volume de ar variável.

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Shopping Metropolitano – Rio de Janeiro – RJ.

A condução do ar até as lojas será realizada através de dutos fabricados em chapa de aço, quais transitarão no interior do forro do mall.

O abastecimento de ar para as lojas será realizado por ramais de dutos, dotados de registros para regulagem de vazão, também instalados acima do forro do mall ou junto à entrada da loja, no interior da mesma.

A tomada de ar exterior será efetuada através de venezianas, conectadas a dutos construídos em chapa de aço, que captarão ar no meio externo.

6.10 Sistema de Condicionamento de Ar da Administração.

6.10.1 Descrição Geral.

O condicionamento de ar da administração será realizado por sistemas independentes, não abastecidos pela CAG do shopping. Tais sistemas serão dotados de unidades condicionadoras de ar do tipo “split VRF”, com condensadores resfriados a ar.

6.10.2 Características Básicas.

A condução do ar até os elementos de difusão será realizada através de dutos, sendo o insuflamento de ar realizado por grelhas ou difusores. O retorno de ar será efetuado pelo ambiente ou através do forro.

6.11 Sistemas de Exaustão dos Estacionamentos.

6.11.1 Descrição Geral.

Os estacionamentos serão atendidos por sistemas de ventilação, dotados de ventiladores centrífugos, conforme indicados nos desenhos.

Os sistemas dotados de ventiladores centrífugos, estes serão instalados abrigados em casas de máquinas.

6.11.2 Características Básicas.

A condução do ar desde os pontos de exaustão ar até os ventiladores será realizada através de poços ou paredes duplas (construídos em alvenaria), sendo a captação de ar realizada através de grelhas.

Os sistemas deverão ser dotados de sensores de monóxido de carbono, os quais comandarão a operação de variadores de freqüência, os quais acionarão os motores elétricos dos ventiladores. Deste modo, a vazão de ar exaurida deverá variar em função do nível de monóxido de carbono.

Para maiores detalhes, ver desenhos de sistemas de controle.

Para maiores detalhes, ver seção correspondente e “Equipamentos Mecânicos”, item referente aos condicionadores de ar do mall.

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6.12 Sistemas de Ventilação Diversos.

6.12.1 Descrição Geral.

As áreas técnicas, galerias etc. serão atendidas por sistemas de ventilação a serem instalados ao longo da edificação.

Tais sistemas serão dotados de ventiladores de exaustão ou injeção de ar, conforme indicado nos desenhos.

6.12.2 Características Básicas.

A condução do ar até os pontos de exaustão ou injeção de ar será realizada através de dutos, sendo a captação ou insuflamento realizado através de grelhas ou difusores.

No caso de áreas dotadas de sistemas de exaustão e injeção de ar exterior, a operação destes sistemas deverá ocorrer de forma conjunta, evitando-se assim o insuflamento de ar no ambiente sem a devida exaustão e vice-versa.

6.13 Sistema de Extração de Fumaça.

6.13.1 Descrição Geral.

O sistema a ser implantado utilizará ventiladores específicos para realizar a exaustão de fumaça do mall e praças.

Sua operação deverá ser totalmente automática, através de sinais provenientes do sistema de detecção de fumaça.

De forma a garantir a operação em condições de emergência, estes sistemas deverão ser atendidos pelo sistema elétrico normal/emergência do shopping.

Este sistema será composto basicamente por:

Um (01) ventilador centrífugo, de simples aspiração, adequado para operação com ar a uma temperatura de 400 oC.

Dutos fabricados em chapa preta, bitola 16, totalmente soldados e isolados termicamente com material adequado à elevadas temperaturas. Estes dutos, além de realizar a exaustão de fumaça em caso de incêndio, também serão utilizados para retorno de ar no sistema de sistema de ar condicionado, durante a operação normal do shopping.

Quadro elétrico de proteção e comando do motor ventilador.

Dampers de lâminas opostas estanques, dotados de atuadores elétricos, on-off e micro- switch de fim de curso, destinado ao envio de sinal (aberto / fechado) ao sistema de detecção de incêndios.

Dampers de lâminas opostas para regulagem de vazão.

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Shopping Metropolitano – Rio de Janeiro – RJ.

6.14 Sistemas de Pressurização de Escadas de Segurança.

6.14.1 Descrição Geral.

Os sistemas a serem implantados atenderão as escadas de segurança, devendo sua operação ser totalmente automática, através de sinais provenientes do sistema de detecção de incêndios e em paralelo com sistema de controle e supervisão. O acionamento também poderá ser manual, através de sinal proveniente do quadro de comando remoto a ser na sala da brigada de combate a incêndios, e ainda ser efetuado diretamente na casa de máquinas do sistema de pressurização, através do acionamento manual do variador de freqüência que atende o ventilador de pressurização.

De forma a garantir a operação em condições de emergência, cada sistema deverá ser atendido pelo sistema elétrico normal / emergência do shopping.

Cada sistema deverá ser composto, basicamente, dos seguintes elementos:

Dois (02) ventiladores centrífugos, sendo um reserva.

Variadores de freqüência para acionamento dos motores dos ventiladores.

Dutos de injeção e captação de ar, fabricados em chapa de aço preto e isolados termicamente.

Grelhas de insuflação de ar, dotadas de registros de regulagem de vazão.

Veneziana para captação de ar.

Painel de filtros de ar.

Veneziana e damper de sobre-pressão para de descarga de ar, os quais fazem parte do sistema de controle de pressão interna da escada.

Sensor de pressão diferencial, instalado na caixa da escada, pertencente ao sistema de controle de pressão interna da escada.

Dampers de lâminas opostas estanques, dotados de atuadores elétricos, on-off e micro- switch de fim de curso, destinado ao envio de sinal (aberto / fechado) ao sistema de detecção de incêndios.

Dampers de lâminas opostas para regulagem de vazão.

6.14.2 Características Básicas.

Os ventiladores serão instalados em casas de máquinas, nos pontos indicados nos desenhos.

Em operação normal, o sistema irá operar em baixa rotação, com metade da vazão de projeto, de forma a sempre manter um dos ventiladores em condições plenas de operação.

Em caso de incêndio, o ventilador passará para rotação mais alta de trabalho, elevando a vazão insuflada para a prevista em projeto.

O controle da pressão no interior da escada será efetuado por meio de um sensor de pressão diferencial, que irá monitorar a pressão interna da escada, comparando-a com a pressão do

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meio externo, e enviará sinais para o controle da rotação do ventilador (controle da vazão), através do variador de freqüência.

De forma a dar estabilidade ao sistema de controle de pressão, deverá ainda ser instalada na caixa de escada, uma veneziana acoplada a um damper de sobre-pressão, o qual será dotado de contra-peso para ajuste da pressão/vazão.

A operação do sistema será totalmente automática, através de sinais provenientes do sistema de detecção de incêndios da edificação e do sistema de controle.

Em paralelo com o acionamento automático e do acionamento local (na casa de máquinas), deverá também ser fornecido e instalado um quadro para acionamento remoto dos ventiladores, em local a ser definido. Preliminarmente, deverá ser considerada sua instalação na sala de brigada de incêndios.

Estes sistemas deverão ainda ser supervisionados e controlados pelo sistema de controle e supervisão a ser implantado. Para maiores detalhes, ver seção correspondente.

7. LIMITES DE FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE.

Todo o sistema de controle dos sistemas de ar condicionado e ventilação mecânica deverá ser fornecido e instalado pelo instalador / fornecedor do sistema de controle do shopping.

Para maiores detalhes, ver seção correspondente.

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Shopping Metropolitano – Rio de Janeiro – RJ.

S E Ç Ã O I I

P r e m i s s a s d e C á l c u l o

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1. CONDIÇÕES DE PROJETO.

1.1 Localização da Obra.

Rio de Janeiro – RJ.

22,9 Graus Latitude Sul.

43,2 Graus Longitude Oeste.

Altitude: nível do mar.

2. CONDIÇÕES PSICROMÉTRICAS EXTERNAS DE PROJETO.

Temperatura de bulbo seco 95,0 ºF (35,0 ºC).

Temperatura de bulbo úmido 80,0 ºF (26,7 ºC).

Daily Range 11,0 ºF (6,1 ºC).

3. SISTEMA DE AR CONDICIONADO.

3.1 Condições Psicrométricas Internas de Projeto.

Para as áreas atendidas pelo sistema de ar condicionado, foram adotadas as seguintes condições internas de projeto:

Temperatura de bulbo seco 75 ºF (24 ºC).

Umidade relativa (não controlada) 50 %.

3.2 Taxas Utilizadas.

3.2.1 Carga Elétrica Total das Lojas Satélites.

Para as lojas “satélites” consideramos no cálculo de carga térmica uma carga elétrica total de 105 w/m2, incluindo letreiros, vitrines, iluminação interna, equipamentos, condicionador de ar etc.

3.2.2 Taxa de Iluminação (já incluído o reator).

Lojas de Alimentos 35 watts/m².

Mega Lojas 60 watts/m².

Lojas Âncora 50 watts/m².

Cinemas 2 watts/m².

Praça de Alimentação 35 watts/m².

Mall e Praças Diversas 20 watts/m².

Administração 20 watts/m².

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Shopping Metropolitano – Rio de Janeiro – RJ.

3.2.3 Taxa de Equipamentos.

Lojas de Alimentos até 50 m² 60 watts/m².

Lojas de Alimentos acima de 50 m² 40 watts/m².

Mega Lojas 5 watts/m².

Lojas Âncora 5 watts/m².

Cinemas 15 watts/m².

Mall e Praças Diversas 15 watts/m².

Administração 15 watts/m².

3.2.4 Taxa de Ocupação.

Lojas de Alimentos até 50 m² 4,0 m²/pessoa.

Lojas de Alimentos acima de 50 m² 3,0 m²/pessoa.

Lojas Satélites 4,0 m²/pessoa.

Lojas Semi-âncora 5,0 m²/pessoa.

Lojas Âncora 6,0 m²/pessoa.

Cinemas 1,3 m²/pessoa.

Praça de Alimentação 1,5 m²/pessoa.

Mall e Praças Diversas 2,5 m²/pessoa.

Administração 8,0 m²/pessoa.

3.2.5 Vazão de Ar Exterior.

Para cada região, foi adotado o maior valor entre as formas de cálculo abaixo indicadas, sendo o cálculo que toma por base a taxa de ocupação efetuado de acordo com as normas brasileiras ABNT NBR 16401 – Nível 2:

Lojas de Alimentos 17 CFM/pessoa ou 3,5 renovações/hora.

Lojas Satélites 17 CFM/pessoa ou 1,0 renovação/hora.

Lojas Mega Loja 19 CFM/pessoa ou 1,0 renovação/hora.

Lojas Âncora 20 CFM/pessoa ou 1,0 renovação/hora.

Cinemas 10 CFM/pessoa ou 1,0 renovação/hora.

Praça de Alimentação 14 CFM/pessoa ou 2,0 renovações/hora.

Mall e Praças 12 CFM/pessoa ou 1,0 renovação/hora.

(28)

3.3 Outras Considerações.

Não foram considerados vãos permanentemente abertos para o exterior ou para ambientes não condicionados, tendo sido qualquer porta ou janela considerada normalmente fechada.

Foi considerado que todas as lajes expostas ao sol, localizadas sobre ambientes condicionados, serão isoladas termicamente Styrofoam ou Isofoam, ambos com uma polegada (1”) de espessura.

Foi considerado que as clarabóias localizadas no mall possuem vidros com fator de sombreamento (Shading Coefficient – “SC”) igual a 0,30.

Foi considerado que as fachadas possuem vidros com fator de sombreamento (Shading Coefficient – “SC”) igual a 0,30.

As áreas de telhados localizadas no mall, dotadas de telha tipo sanduíche, isoladas termicamente com uma polegada (1") de poliuretano expandida.

3.4 Horário de Operação.

Foram considerados os seguintes horários de operação para determinação do perfil de carga térmica do empreendimento:

Praça de Alimentação das 10:00 às 23:00 horas.

Lojas de Alimentos das 10:00 às 23:00 horas.

Lojas Satélite, Âncoras e Mega Lojas das 10:00 às 22:00 horas.

Cinemas das 13:00 às 24:00 horas.

Mall e Praças Diversas das 10:00 às 23:00 horas.

Administração das 07:00 às 22:00 horas.

3.5 Carga Térmica.

3.5.1 Sistema de Expansão Indireta (mall).

Para sistema de água gelada que atende ao shopping, seguem abaixo os valores referentes à área condicionada e carga térmica a ser combatida.

No valor da carga térmica já foram considerados os fatores de diversificação de uso, normalmente encontrados em sistemas equivalentes.

Fase 1:

Área condicionada total 15.160 m2.

Carga máxima simultânea 1.430 TR.

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