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MANUAL DE INSTRUÇÕES. TR10 Lock. Dispositivo de travamento de segurança

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TR10 Lock

(2)

Fabricante SICK AG Erwin-Sick-Str. 1 79183 Waldkirch Alemanha Notas legais

Reservados os direitos autorais do presente documento. Todos os direitos permane‐ cem em propriedade da empresa SICK AG. A reprodução total ou parcial desta obra só é permitida dentro dos limites regulamentados pela Lei de Direitos Autorais. É proibido alterar, resumir ou traduzir esta obra sem a autorização expressa e por escrito da SICK AG.

As marcas citadas neste documento são de propriedade de seus respectivos proprietá‐ rios.

© SICK AG. Todos os direitos reservados Documento original

(3)

Índice

1

Sobre este documento...

5

1.1 A função deste documento... 5

1.2 Campo de aplicação... 5

1.3 Maiores informações... 5

1.4 Símbolos e convenções utilizados no presente documento... 5

2

Para a sua segurança...

7

2.1 Informações básicas de segurança... 7

2.2 Utilização correta... 7

2.3 Uso contrário às especificações... 7

2.4 Requisitos de qualificação de pessoal... 7

3

Descrição do produto...

9

3.1 Estrutura e funcionamento... 9 3.2 Características do produto... 9 3.3 Desbloqueio manual... 10

4

Projeto... 12

4.1 Fabricante da máquina... 12 4.2 Proprietário da máquina... 12 4.3 Construção... 13

4.4 Integração no comando elétrico... 16

4.5 Conceito de verificação... 19

5

Montagem... 20

5.1 Segurança... 20 5.2 Montar... 20

6

Instalação elétrica... 24

6.1 Segurança... 24

6.2 Orientações sobre cULus... 24

6.3 Conexão do dispositivo (M12, 8 pinos)... 24

6.4 Conexão do dispositivo (cabo solto)... 25

6.5 Conexão de uma cascata... 25

7

Colocação em operação... 28

7.1 Ligar... 28 7.2 Teach-in... 28 7.3 Verificar... 30

8

Eliminação de falhas... 31

8.1 Segurança... 31 8.2 LEDs de diagnóstico... 31

(4)

9.1 Dados técnicos... 34

9.2 Tempo de resposta... 36

9.3 Decurso temporal dos testes OSSD... 36

9.4 Desenhos dimensionais... 37

10

Dados para encomenda... 39

10.1 Material fornecido... 39

10.2 Dados para encomenda TR10 Lock... 39

11

Acessórios... 40

11.1 Atuadores... 40 11.2 Conectividade... 40 11.3 Cantoneira de fixação... 42 11.4 Acessórios de montagem... 42

12

Anexo... 43

12.1 Conformidade com diretrizes UE... 43

(5)

1

Sobre este documento

1.1

A função deste documento

Este manual de instruções contém informações necessárias para toda a vida útil do dispositivo de travamento de segurança.

Este manual de instruções deve ficar acessível para todas as pessoas que trabalham com o dispositivo de travamento de segurança.

1.2

Campo de aplicação

Este manual de instruções vale somente para o dispositivo de travamento de segu‐ rança TR10 Lock.

1.3

Maiores informações

www.sick.com

As seguintes informações estão disponíveis na internet:

Este documento em outras línguas

Fichas técnicas e exemplos de aplicação

Dados CAD dos desenhos e desenhos dimensionais

Certificados (por exemplo, Declaração UE de Conformidade)

Guia para Segurança de Máquinas. Seis passos necessários para proporcionar segurança às máquinas

1.4

Símbolos e convenções utilizados no presente documento

Neste documento são utilizados os seguintes símbolos e convenções: Indicações de segurança e outras indicações

PERIGO

Indica uma situação de perigo imediato, que causa a morte ou ferimentos graves caso não seja evitada.

AVISO

Indica uma situação de possível perigo, que pode causar a morte ou ferimentos graves caso não seja evitada.

CUIDADO

Indica uma situação de possível perigo, que pode causar ferimentos de gravidade média ou ligeiros caso não seja evitada.

IMPORTANTE

Indica uma situação de possível perigo, que pode causar danos materiais caso não seja evitada.

NOTA

(6)

1. Uma sequência de instruções de procedimento é numerada.

2. Seguir as instruções de procedimento numeradas na sequência dada. ✓ O gancho indica o resultado de uma instrução de ação.

Símbolos do LED

Estes símbolos representam o estado de um LED: o O LED está apagado.

Ö O LED pisca.

O O LED fica iluminado continuamente. Terminologia

Situação de risco

Estado da máquina ou da instalação que pode ocasionar ferimentos em pessoas. Equi‐ pamentos de proteção impedem este risco se forem utilizados corretamente.

Nas figuras do presente documento, a situação de risco da máquina está esquemati‐ zada sempre como o movimento de parte de uma máquina. Na prática, pode haver diferentes situações de risco, por exemplo:

movimentos da máquina

peças condutoras de energia

radiação visível ou invisível

combinação de vários perigos

(7)

2

Para a sua segurança

2.1

Informações básicas de segurança

O dispositivo de travamento de segurança deve ser projetado e operado corretamente por pessoal qualificado de acordo com as exigências da máquina.

2.2

Utilização correta

Em combinação com uma barreira de proteção física móvel e o comando da máquina, o dispositivo de travamento de segurança impede que o equipamento de proteção seja aberto, enquanto uma função perigosa da máquina está sendo executado.

O dispositivo de travamento de segurança pode ser utilizado somente em uma máquina, em que ele tenha sido corretamente projetado, montado, instalado e colo‐ cado em operação por pessoal qualificado, de acordo com este manual de instruções. Em caso de utilização indevida, alteração ou manipulação incorreta do dispositivo de travamento de segurança, é anulada qualquer garantia da SICK AG, bem como qual‐ quer responsabilidade da SICK AG pelos danos e danos subsequentes.

NOTA

O dispositivo de travamento de segurança é apropriado para a proteção do processo.

2.3

Uso contrário às especificações

O dispositivo de travamento de segurança não é apropriado, entre outras, para as seguintes formas de uso:

Radioatividade (exceção: radioatividade natural)

Vácuo ou pressão alta

Alta radiação UV

Na proximidade de dispositivos RFID low frequency

Na proximidade de campos magnéticos

Base ferromagnética

O dispositivo de travamento de segurança é apropriado somente de modo restrito, entre outras, para as seguintes formas de uso:

Na proximidade de partículas metálicas (ver "Montagem na proximidade de partí‐ culas metálicas", página 15).

2.4

Requisitos de qualificação de pessoal

O dispositivo de travamento de segurança só pode ser projetado, montado, conectado, colocado em operação e reparado por pessoal qualificado.

Projeto

Uma pessoa está apta a elaborar o projeto, se apresentar conhecimentos técnicos e experiência com a seleção e utilização de dispositivos de proteção em máquinas e esti‐ ver familiarizada com os regulamentos técnicos relevantes e normas do trabalho nacio‐ nais de segurança.

Montagem mecânica, instalação elétrica e colocação em operação

(8)

Operação e manutenção

Uma pessoa está apta a efetuar a operação e a manutenção, se apresentar conheci‐ mentos técnicos e experiência na respectiva área, estiver familiarizada com o uso do dispositivo de proteção na máquina e ter sido instruída pelo proprietário da máquina quanto à operação.

(9)

3

Descrição do produto

3.1

Estrutura e funcionamento

O dispositivo de travamento de segurança é um dispositivo de travamento com blo‐ queio, composto de uma chave de segurança acionada sem contato e um atuador codi‐ ficado. Dependendo da variante de produto, o atuador possui um nível de codificação baixo (codificação universal) ou alto (codificação unívoca).

Quando a barreira de proteção é fechada, o atuador é conduzido à chave de segurança. Quando o campo de acionamento é alcançado, o código do atuador é lido e avaliado através do RFID. Se o código for válido, a saída de aviso comuta para o status DESLI‐ GADO. Se o comando de travamento estiver ativado, o pino de travamento será condu‐ zido para fora. Somente quando o pino de travamento é detectado na posição correta no atuador pelo sensor de proximidade integrado, o travamento é bem-sucedido e as saídas de comutação (OSSD) são comutadas para o status LIGADO.

O dispositivo de travamento de segurança só pode ser travado se o equipamento de proteção estiver fechado.

O pino de travamento do fechamento é acionado pela bobina magnética biestável. Desse modo, o dispositivo de travamento de segurança consome pouca energia e não libera calor. Mesmo assim, a função de dispositivo de travamento de segurança é reali‐ zada pelo princípio de corrente repouso (Power to release) ou pelo princípio corrente de trabalho (Power to lock).

3.2

Características do produto

3.2.1 Variantes de produto

O dispositivo de travamento de segurança é fornecido em diferentes variantes. A seguir será dado um resumo sobre as principais características de diferenciação das varian‐ tes.

Versão pelo princípio de repouso ou pelo princípio de trabalho

Versões para atuadores de codificação universal ou codificação unívoca

Cabo com conector encaixável M12 (0,2 m) ou chicotes (3 ou 10 m)

Visão geral completa de todas as variantes: ver "Dados para encomenda TR10 Lock", página 39

Variante pelo princípio de repouso (Power to release)

Bloquear o travamento: sem tensão na entrada do travamento

Desbloquear o travamento: tensão na entrada do travamento

No caso de interrupção da tensão, o travamento é bloqueado e a barreira de proteção não pode ser aberta diretamente.

Variante pelo princípio de trabalho (Power to lock)

Bloquear o travamento: tensão na entrada do travamento

Desbloquear o travamento: sem tensão na entrada do travamento

Na interrupção da tensão na entrada do travamento, o travamento é desbloqueado e o equipamento de proteção pode ser aberto imediatamente.

(10)

PERIGO

Risco do dispositivo de proteção não funcionar

Na queda de tensão, o dispositivo de travamento de segurança se desbloqueia, não importando se a situação de risco da máquina esteja terminada

b Avaliar o risco de acidentes. A utilização para a proteção de pessoas requer a cria‐ ção correta do projeto.

Variante para atuadores de codificação universal

São aceitos todos os atuadores de codificação universal. O teach-in não é necessário. Variante para atuadores de codificação unívoca

Na colocação em operação, um atuador de codificação unívoca deve ser treinado. Podem ser treinados em sequência até 8 atuadores. Somente o último atuador trei‐ nado é válido.

No teach-in de um atuador, o dispositivo de travamento de segurança pode ser codifi‐ cado de modo permanente, como opção. Se o dispositivo de travamento de segurança estiver codificado de modo permanente, não poderá ser treinado outro atuador. Esta ação não poderá ser desfeita.

3.2.2 OSSD

Output signal switching device: saída de sinal do equipamento de proteção utilizado para desligar o movimento perigoso.

Uma OSSD é uma saída de comutação relacionada à segurança. Cada OSSD é testada periodicamente quanto ao seu funcionamento perfeito. As OSSDs são ligadas sempre aos pares e, por motivos de segurança, devem ser avaliadas pelo modo de dois canais. 2 OSSDs ligadas e avaliadas em conjunto formam um par de OSSD.

3.3

Desbloqueio manual

Em algumas situações, é necessário desbloquear o bloqueio manualmente (por exem‐ plo, no caso de problemas). Depois do desbloqueio, deve ser realizada uma verificação do funcionamento.

Desbloqueio auxiliar

Se houver problema de funcionamento, o dispositivo de travamento de segurança pode ser desbloqueado com o desbloqueio auxiliar, independentemente do estado do eletro‐ ímã. O desbloqueio auxiliar não é apropriado para o destravamento de emergência ou desbloqueio de emergência.

Ao acionar o desbloqueio auxiliar, o bloqueio se desbloqueia e as OSSDs se desligam. Assim, deve ser gerado um comando de parada.

Ativar o desbloqueio auxiliar

b Conduzir uma chave de fenda com diâmetro máximo de 2,5 mm através do atua‐ dor e pressionar o pino de bloqueio do fechamento contra o dispositivo de trava‐ mento de segurança.

✓ O bloqueio está desbloqueado. O dispositivo de travamento de segurança comuta para o estado de erro (LEDs DIAG piscam em vermelho).

(11)

< 2,5

(12)

4

Projeto

4.1

Fabricante da máquina

PERIGO

Inobservância dos deveres do fabricante Risco do dispositivo de proteção não funcionar

b Antes da utilização de um dispositivo de travamento de segurança, realizar uma avaliação de riscos.

b Não manipular, abrir ou modificar componentes do dispositivo de travamento de segurança.

b Assegurar-se de que o reparo do dispositivo de travamento de segurança seja rea‐ lizado somente pelo fabricante ou por pessoas por ele autorizadas. Um reparo incorreto pode causar a perda da função de segurança.

b Assegurar-se de que os comandos de ligação que ocasionam uma situação de risco da máquina só possam tornar-se ativos quando o equipamento de proteção estiver fechado e o travamento, bloqueado.

b Assegurar-se de que o travamento seja desbloqueado somente quando a situação de risco da máquina tiver terminado.

b Assegurar-se de que o fechamento de um equipamento de proteção e o bloqueio do travamento não ocasionem um início autônomo de uma função perigosa da máquina. Para isso deve ser gerado um comando de parada separado.

b O dispositivo de travamento de segurança não deve ser contornado (contato em ponte), girado para o lado, removido ou tornado inativo de qualquer outro modo. Se necessário, tomar medidas para reduzir as possibilidades de contorno. O dispositivo de travamento de segurança foi construído de modo que, conforme ISO 13849–2, tabela A4, podem ser excluídos erros internos.

Observe a EN ISO 14119 para utilização de dispositivos travamento em combinação com barreiras de proteção física.

4.2

Proprietário da máquina

PERIGO

Inobservância dos deveres da empresa operadora Risco do dispositivo de proteção não funcionar

b Alterações na máquina e altera na montagem do sistema mecânico do dispositivo de travamento de segurança requerem uma nova avaliação de riscos. O resultado da avaliação de riscos pode fazer com que o proprietário da máquina tenha que cumprir obrigações de um fabricante.

b Exceto os procedimentos descritos neste documento, os componentes do disposi‐ tivo de travamento de segurança não devem ser abertos nem alterados.

b Não executar trabalhos de reparo em componentes. Um reparo incorreto do dispo‐ sitivo de travamento de segurança pode causar a perda da função de segurança. b Assegurar-se de que não ocorra nenhum contorno pelo atuador de reposição. Res‐

(13)

4.3

Construção

PERIGO

Contorno do equipamento de proteção

Risco do dispositivo de proteção não funcionar

b Evitar estímulos à manipulação do dispositivo de travamento de segurança, por exemplo, através das seguintes medidas:

Somente na variante para atuadores de codificação universal:

°

Cobrir as chaves de segurança e os atuadores com meios adicionais ou pro‐ tegê-los contra acesso.

Sistema de ativação

O dispositivo de travamento de segurança pode ser acionado a partir das 4 direções horizontais.

4 2

1 3

Figura 2: Direções de ativação possíveis

1 Pela frente

2 Pela esquerda

3 Por trás

4 Pela direita

O dispositivo de travamento de segurança não é apropriado para a ativação a partir do sentido vertical. O travamento não impede que o atuador seja movido para cima, saindo da área de resposta.

(14)

Distância

Se forem montados vários travamentos de segurança na máquina, esses devem ser montados com uma distância mínima de 200 mm entre si.

200

200

Figura 4: Distância mínima com várias chaves de segurança

Alinhamento

O dispositivo de travamento de segurança pode ser montado com qualquer alinha‐ mento.

Figura 5: Alinhamento possível do dispositivo de travamento de segurança

Montagem da chave e do atuador no mesmo nível

Se a chave e o atuador forem montados no mesmo nível, deve ser considerado que o deslocamento entre os níveis de montagem da chave de segurança e a cantoneira de fixação do atuador seja de 6 mm.

(15)

6

Figura 6: Deslocamento entre níveis de montagem da chave de segurança e do atuador

Montagem no CIP (Clean-In-Place)

O grau de proteção do dispositivo de travamento de segurança tem a classificação IP69 cfe. IEC 60529. A norma prevê um breve teste com água quente a 80 °C sob alta pressão. O grau de proteção IP69 não garante a proteção contra outros líquidos exceto água, nem uma vida útil longa numa exposição regular ou contínua.

Entretanto, o dispositivo de travamento de segurança está dimensionado para aplica‐ ções CIP, por exemplo, no uso de materiais resistentes a produtos de limpeza alcalinos convencionais.

Para atingir uma vida útil longa, o dispositivo de travamento de segurança deve ser montado de cabeça para baixo e o bujão de fechamento, removido do atuador. Isso possibilita um melhor escapamento de líquidos e protege a parte mecânica do pino de travamento.

Figura 7: Alinhamento de montagem ideal para aplicações CIP

Montagem na proximidade de partículas metálicas

Partículas metálicas (cavacos ou poeira) podem prejudicar o dispositivo de travamento de segurança. Quando ocorre um acúmulo de partículas metálicas, a longo prazo, isso pode causar um emperramento do pino de travamento e danificar o dispositivo de tra‐ vamento de segurança. Em particular, as partículas ferromagnéticas são atraídas pelo ímã permanente dentro do pino de travamento. Ao utilizar o dispositivo de travamento de segurança nas proximidades de partículas metálicas, deve ser observado o seguinte:

Proteger o dispositivo de travamento de segurança contra partículas metálicas por meio de medidas construtivas, por exemplo:

(16)

°

blindagem com chapas protetoras

°

escolher o local de montagem de modo que o dispositivo de travamento de segurança não seja submetido a partículas metálicas, como, por exemplo, em determinada distância da fonte das partículas metálicas ou fora do mesmo ambiente

Se, com as medidas construtivas, não for possível evitar que o dispositivo de tra‐ vamento de segurança entre em contato com partículas metálicas, o dispositivo de travamento de segurança deve ser verificado e limpo periodicamente, antes que se forme um acúmulo de partículas metálicas no pino de travamento.

4.4

Integração no comando elétrico

Comandos de ligação que ocasionam uma situação de risco da máquina só devem tor‐ nar-se ativos quando o equipamento de proteção estiver fechado e o travamento, blo‐ queado. O travamento pode ser desbloqueado somente quando a situação de risco da máquina estiver finalizada. Conforme o conceito de segurança, a avaliação do sinal ocorre, por exemplo, com relé de segurança ou com um controlador de segurança.

4.4.1 Travamento

Dependendo da variante de produto selecionada, a lógica de geração de um comando de travamento se altera com o comando.

Variante pelo princípio de repouso (Power to release)

Para bloquear, não aplicar tensão no contato “Entrada travamento” (comando de trava‐ mento ativo).

Para desbloquear, aplicar uma tensão de 24 V CC no contato “Entrada travamento” (comando de travamento inativo).

Em variantes pelo princípio de trabalho (Power to lock)

Para bloquear, aplicar uma tensão de 24 V CC no contato “Entrada travamento” (comando de travamento ativo).

Para desbloquear, não aplicar tensão no contato “Entrada travamento” (comando de travamento inativo).

4.4.2 OSSDs

Dispositivo de travamento de segurança com entradas e saídas locais podem ser inte‐ grados diretamente no comando da máquina.

PERIGO

Risco do dispositivo de proteção não funcionar

Se isso não for observado, o estado perigoso da máquina pode não parar ou não parar a tempo.

b Certifique-se de que os pré-requisitos para o comando e a instalação elétrica abaixo sejam cumpridos, para que a função de proteção possa ser atendida.

Os sinais de saída de um par de OSSD não podem ser interligados entre si.

No comando da máquina, os dois sinais de um par de OSSD precisam ser proces‐

(17)

Figura 8: Conexão de duplo canal e separada de OSSD 1 e OSSD 2

A máquina deve comutar para o estado seguro a qualquer momento, em que pelo menos uma OSSD de um par de OSSD comutar para o nível de sinal DESLIGADO.

Evite uma diferença de potencial entre a carga e o equipamento de proteção: se

forem conectadas cargas nas OSSDs (saídas de segurança) que também comu‐ tam quando recebem uma tensão negativa (por exemplo, contator eletromagné‐ tico sem diodo de proteção contra inversão de polaridade), os terminais de 0 V dessas cargas e do respectivo equipamento de proteção devem ser conectados diretamente à mesma régua de bornes de 0 V. Apenas desta forma é assegurado que numa situação de falha não seja possível nenhuma diferença de potencial entre as conexões de 0 V das cargas e as conexões dos respectivos equipamentos de proteção.

Figura 9: Nenhuma diferença de potencial entre a carga e o equipamento de proteção

PERIGO

Risco do dispositivo de proteção não funcionar

Se isso não for observado, o estado perigoso da máquina pode não parar ou não parar a tempo.

Dependendo dos regulamentos válidos no local de montagem ou da confiabilidade necessária para o sistema de segurança, têm que ser disponibilizados e monitorados contatores ligados em série.

b Deve estar assegurado que os contatores ligados em série sejam monitorados (controle dos contatores, EDM).

(18)

Requisitos ao comando elétrico da máquina

As OSSDs são à prova de curto-circuito contra 24 V CC 0 V. Quando o dispositivo de travamento de segurança está bloqueado, as OSSDs sinalizam o status LIGADO com o nível de sinais HIGH (vinculado a potencial). Se o dispositivo de travamento de segu‐ rança estiver desbloqueado ou se houver um erro do aparelho, as OSSDs sinalizam o status DESLIGADO com o nível de sinais LOW.

4.4.3 Saída de aviso

O sinal da saída de aviso se altera assim que o atuador se move na área de resposta da chave de segurança ou quando se afasta da mesma. Portanto, ao abrir e ao fechar o equipamento de proteção móvel. Esta não é uma saída de segurança.

Tabela 1: Comportamento de comutação da saída de aviso

Atuador Saída de aviso

Atuador não situado na área de resposta ou dispositivo de travamento de segurança com o status de erro

LIGADO

Atuador na área de resposta DESLIGADO

4.4.4 Conexão em cascata

Com a conexão em cascata, podem ser integrados vários dispositivos de travamento de segurança. Os dispositivos conectados atuam para o exterior como apenas um dis‐ positivo. 2 8 4 7 3 5 6 1 OSSD1 OSSD2 OSSD1 OSSD2 OSSD1 OSSD2 OSSD1 OSSD2 OSSD1 OSSD2 2 8 4 7 3 5 6 1 2 8 4 7 3 5 6 1 2 8 4 7 3 5 6 1 2 8 4 7 3 5 6 1 24 V DC 0 V DC 1

/

1

/

1

/

1

/

1

/

2 1 TR10 Lock

2 Unidade de avaliação segura

O número máximo de dispositivos de travamento de segurança depende dos seguintes fatores:

Tensão de alimentação aplicada

Comprimento dos cabos utilizados

Seção transversal dos cabos utilizados

Corrente de carga

A queda de tensão na cascata deve ser verificada, de modo que no último dispositivo de travamento de segurança ainda esteja aplicada a tensão mínima definida.

O número de travamentos de segurança em uma cascata tem influência sobre o tempo de resposta do sistema (ver "Tempo de resposta", página 36).

(19)

NOTA

Em chaves de segurança em cascata contendo peças em T, a saída de aviso não pode ser avaliada.

4.5

Conceito de verificação

Na colocação em operação, após modificações e em intervalos periódicos, o disposi‐ tivo de travamento de segurança deve ser verificado por pessoal qualificado correspon‐ dentemente.

As verificações periódicas visam a verificação da eficácia do dispositivo de travamento de segurança e descobrir falhas causadas por modificações ou influências externas (por exemplo, danos ou manipulação).

O fabricante e a empresa operadora devem definir o tipo e a frequência das verifica‐ ções da máquina com base nas condições de uso e na avaliação de riscos. A definição das verificações deve ser documentada de modo rastreável.

(20)

5

Montagem

5.1

Segurança

PERIGO

Risco devido à entrada inesperada da máquina em operação Morte ou ferimentos graves

b Assegure-se de que a situação de risco da máquina esteja e permaneça excluída. PERIGO

Contorno do equipamento de proteção

Risco do dispositivo de proteção não funcionar

b Evitar estímulos à manipulação do dispositivo de travamento de segurança atra‐ vés de, no mínimo, uma das seguintes medidas:

Somente na variante para atuadores de codificação universal:

°

Cobrir as chaves de segurança e os atuadores com meios adicionais ou pro‐ tegê-los contra acesso.

°

Se possível, não utilizar meios de fixação passíveis de soltar os atuadores (por exemplo, soldar, colar, parafusos de fixação ou rebites).

IMPORTANTE

A chaves de segurança pode ser danificada por uma montagem incorreta e condições ambientais impróprias.

b Dispor o sensor e o atuador de modo que seja evitada uma danificação causada por uma ação externa previsível.

b Não utilizar o sensor e o atuador como batente.

b O alojamento e a fixação do sensor e do atuador devem ser suficientemente está‐ veis para manter uma operação correta.

b Utilizar somente elementos de fixação confiáveis que só permitam a sua remoção com ajuda de ferramentas.

b Se, na barreira de proteção física se formar uma abertura ocasionada por um erro de alinhamento, esta abertura não deverá prejudicar o efeito de proteção.

5.2

Montar

Montar o atuador

1. Montar o atuador na cantoneira de fixação com 2 parafusos de sextavado interno TX10. Nisso, atentar ao seguinte:

°

O pino de travamento do fechamento deve passar primeiro pela cantoneira de fixação.

(21)

Figura 10: O pino de travamento do fechamento deve passar primeiro pela canto‐ neira de fixação

°

Os triângulos de alinhamento no atuador e as chaves de segurança devem estar direcionados um ao outro.

Figura 11: Alinhamento correto entre a chave de segurança e o atuador 2. Dependendo do alinhamento e da influência do ambiente, pode acumular-se

sujeira no atuador. Nesse caso, extrair o tampão de fechamento do atuador com uma chave de fenda. Isso impede o acúmulo de sujeira no atuador.

Figura 12: Se necessário, remover o tampão de fechamento

3. Montar a cantoneira de fixação com, no mínimo, 2 parafusos M5 na barreira de proteção física móvel. Observar que, no mínimo, 1 parafuso esteja colocado num furo perto do atuador (ver figura 14).

M5 M5

(22)

Figura 14: Possibilidades de aparafusamento corretas e erradas da cantoneira de fixação

Montar a chave de segurança

b Montar a chave de segurança com 3 parafusos M5. O alinhamento correto entre a chave de segurança e o atuador pode ser verificado de 2 modos diferentes.

°

Utilizar o recurso de alinhamento fornecido junto.

Figura 15: Alinhamento da chave de segurança e do atuador, variante 1

°

Para a distância “H”, 4 a 9 mm.

H

Figura 16: Alinhamento da chave de segurança e do atuador, variante 2

°

Para a distância “G”, 1 a 5 mm.

(23)

PERIGO

Risco do dispositivo de proteção não funcionar

Se isso não for observado, o estado perigoso da máquina pode não parar ou não parar a tempo.

b Depois da montagem, assegurar-se de que o atuador não possa ser erguido acima do pino de fechamento movido para fora.

b Depois da montagem, assegurar-se de que a chave de segurança e o atuador não se toquem ao abrir e fechar.

Figura 17: Sem erguer por meio do pino de blo‐ queio do fechamento

Figura 18: Sem colisão entre a chave de segu‐ rança e o atuador

(24)

6

Instalação elétrica

6.1

Segurança

PERIGO

Risco devido a tensão elétrica

Risco devido à entrada inesperada da máquina em operação

b Assegure-se de que a máquina se encontre e permaneça em estado livre de ten‐ são durante a instalação elétrica.

b Assegure-se de que a situação de risco da máquina esteja e permaneça desligada durante a instalação elétrica.

b Assegure-se de que as saídas do dispositivo de travamento de segurança não exerçam nenhuma influência sobre a máquina durante a execução da instalação elétrica.

PERIGO

Conexão errada do dispositivo de travamento de segurança Perda da função de segurança

b Em material de isolamento ou em fios de conexão, atentar para a resistência tér‐ mica necessária e ao esforço mecânico.

b Para funções de segurança, utilizar exclusivamente contatos seguros.

6.2

Orientações sobre cULus

Para instalação e utilização conforme as exigências da UL 508, devem estar atendidas adicionalmente as seguintes exigências:

A alimentação de tensão deve corresponder à classe 2 conforme UL 508.

As conexões In 1 e In 2 devem corresponder à classe 2 conforme UL 508.

A taxa de transmissão deve se situar em 1 A.

6.3

Conexão do dispositivo (M12, 8 pinos)

3 4 8 5 6 1 7 2

Figura 19: Conexão do dispositivo (conector macho M12, 8 pinos, codificação A)

Tabela 2: Ocupação dos pinos conexão do dispositivo (conector macho M12, 8 pinos, codifica‐ ção A)

Pino Cor do fio 1) Designação Descrição

1 Branco Out AUX Saída de aviso (não segura)

2 Marrom +24 V CC Alimentação de tensão 24 V CC

3 Verde Travamento Entrada travamento

(25)

Pino Cor do fio 1) Designação Descrição

8 Vermelho In 1 Entrada OSSD 1 2)

1) Válido para os cabos de ampliação recomendados como acessórios.

2) Ao ser utilizado como dispositivo de travamento de segurança individual ou como primeiro dispositivo de travamento de segurança em uma cascata: aplicar 24 V CC (ver "Conexão de uma cascata",

página 25).

b Atentar à vedação do conector encaixável.

6.4

Conexão do dispositivo (cabo solto)

Tabela 3: Ocupação dos cabos conexão do dispositivo

Cor do fio Designação Descrição

Branco Out AUX Saída de aviso (não segura)

Marrom 24 V CC Alimentação de tensão

24 V CC

Verde Travamento Entrada travamento

Amarelo In 2 Entrada OSSD 2 1)

Cinza OSSD 1 Saída OSSD 1

Rosa OSSD 2 Saída OSSD 2

Azul 0 V Alimentação de tensão 0 V CC

Vermelho In 1 Entrada OSSD 1 1)

1) Ao ser utilizado como dispositivo de travamento de segurança individual ou como primeiro dispositivo de travamento de segurança em uma cascata: aplicar 24 V CC.

6.5

Conexão de uma cascata

Estruturação uma cascata

A cascata pode ser realizada por meio de peças em T especiais e um conector terminal (ver "Acessórios", página 40).

1 2 1 1 1 2 2 2 2 1 3 4 5 4 5 4 5 4 5 4 6 7

Figura 20: Cascata de vários dispositivos de travamento de segurança

1 Dispositivo de travamento de segurança TR10 Lock

(26)

5 Cabo de ligação M12, 5 pinos

6 Cabo de conexão M12, 5 pinos

7 Unidade de avaliação segura

5 5 4 4 3 3 2 2 1 1 5 6 7 8 4 3 2 1

Figura 21: Esquema elétrico: peça em T para cascata

5 4 3 2 1

Figura 22: Esquema elétrico: conector terminal para cascata

PERIGO

Contorno do equipamento de proteção

Se isso não for observado, o estado perigoso da máquina pode não terminar. Quando a cascata for executada com peças em T, montar os cabos de conexão de modo que não seja possível uma ligação em ponte simples de uma peça em T indivi‐ dual (e, por consequência, de um dispositivo de travamento de segurança).

NOTA

Em dispositivos de travamento de segurança conectados em cascata com peças em T, a saída de aviso não pode ser avaliada.

Conexão da cascata (M12, 5 pinos)

O conector macho de 5 pinos da última peça em T antes da unidade de avaliação segura é a interface entre a cascata e a unidade de avaliação segura.

1 2

3 4

(27)

Tabela 4: Ocupação dos pinos conexão da cascata (conector macho M12, 5 pinos, codificação A)

Pino Cor do fio 1) Designação Descrição

1 Marrom 24 V CC Alimentação de tensão 24 V CC

2 Branco OSSD 1 Saída OSSD 1

3 Azul 0 V Alimentação de tensão 0 V CC

4 Preto OSSD 2 Saída OSSD 2

5 Cinza Travamento Entrada travamento

(28)

7

Colocação em operação

7.1

Ligar

Depois de ligar, o dispositivo se inicializa. Enquanto isso, as OSSDs se encontram no status DESLIGADO e os LEDs piscam 6 vezes em verde.

7.2

Teach-in

Variante para atuadores de codificação universal O teach-in não é necessário.

Variante para atuadores de codificação inequívoca

Na colocação em operação, um atuador de codificação unívoca deve ser treinado. Podem ser treinados em sequência até 8 atuadores. Somente o último atuador trei‐ nado é válido.

Codificação permanente

Uma codificação permanente só é possível na variante para atuadores de codificação inequívoca.

No teach-in de um atuador, o dispositivo de travamento de segurança pode ser codifi‐ cado de modo permanente, como opção. Se o dispositivo de travamento de segurança estiver codificado de modo permanente, não poderá ser treinado outro atuador. Esta ação não poderá ser desfeita.

7.2.1 Programar o atuador sem codificação permanente 1. Abrir a barreira de proteção física.

2. Conectar o dispositivo de travamento de segurança com a alimentação de tensão (ver "Instalação elétrica", página 24).

✓ A sequência de início é realizada. Os LEDs de STATUS piscam 6 vezes. ✓ No estado novo, os LEDs de STATUS piscam 8 vezes. Este sinal é repetido. 3. Fechar a barreira de proteção física e mantê-la fechada.

IMPORTANTE

A barreira de proteção física não deve ser aberta até que a sequência de progra‐ mação esteja finalizada.

✓ Quando a barreira de proteção estiver fechada e o atuador tiver atingido a posição correspondente, o dispositivo de travamento de segurança iniciará automatica‐ mente a sequência de programação. As sequências de programação individuais são mostradas pelos LEDs STATUS e DIAG.

Tabela 5: Exibição das sequências de programação LEDs STATUS (verde) LEDs DIAG (verme‐

lho)

Sequência de programação

Ö 1 Hz o Atuador na área de resposta

Ö 1 Hz, duração 15 s Ö 1 Hz, duração 15 s Verificar o atuador Ö 4 Hz, duração 15 s Ö 4 Hz, duração 15 s

Programar o dispositivo de travamento de segurança

(29)

LEDs STATUS (verde) LEDs DIAG (verme‐ lho)

Sequência de programação Ö pisca uma vez

para cada procedi‐ mento de programa‐ ção faltante e é repe‐ tido durante 15 s

o Programação finalizada

✓ O procedimento de programação está finalizado. Se o comando de travamento estiver ativado, o travamento é bloqueado. Atuadores anteriormente programados não podem mais ser utilizados nem reprogramados. Outros atuadores podem ser programados do mesmo modo.

7.2.2 Programar o atuador com codificação permanente Orientações importantes

NOTA

O dispositivo de travamento de segurança só pode ser codificado de modo permanente em uma janela de tempo de 15 s durante a programação. Se o dispositivo de trava‐ mento de segurança tiver que ser codificado de modo permanente, leia primeiro a ins‐ trução completa.

Modo de procedimento

1. Abrir a barreira de proteção física.

2. Conectar o dispositivo de travamento de segurança com a alimentação de tensão (ver "Instalação elétrica", página 24).

✓ A sequência de início é realizada. Os LEDs de STATUS piscam 6 vezes. ✓ No estado novo, os LEDs de STATUS piscam 8 vezes. Este sinal é repetido. 3. Fechar a barreira de proteção física.

✓ Quando a barreira de proteção estiver fechada e o atuador tiver atingido a posição correspondente, o dispositivo de travamento de segurança iniciará automatica‐ mente a sequência de programação. As sequências de programação individuais são mostradas pelos LEDs STATUS e DIAG.

4. Para codificar o dispositivo de travamento de segurança de modo permanente, abrir a barreira de proteção durante a última sequência de programação "Progra‐ mação finalizada".

Tabela 6: Exibição das sequências de programação LEDs STATUS (verde) LEDs DIAG (verme‐

lho)

Sequência de programação

Ö 1 Hz o Atuador na área de resposta

Ö 1 Hz, duração 15 s Ö 1 Hz, duração 15 s Verificar o atuador Ö 4 Hz, duração 15 s Ö 4 Hz, duração 15 s

Programar o dispositivo de travamento de segurança

Ö pisca uma vez para cada procedi‐ mento de programa‐ ção faltante e é repe‐ tido durante 15 s

o Programação finalizada

Janela de tempo para codificação perma‐ nente

(30)

5. Fechar novamente a barreira de proteção. O procedimento completo deverá ser executado dentro da sequência de programação “Programação finalizada” que dura 15 segundos. Depois disso, uma codificação permanente com este atuador não será mais possível.

✓ Os LEDs de STATUS piscam em verde (1 Hz). O procedimento de programação está finalizado. Se o comando de travamento estiver ativado, o travamento é blo‐ queado. Atuadores anteriormente programados não podem mais ser utilizados nem reprogramados.

7.3

Verificar

PERIGO

Risco devido à entrada inesperada da máquina em operação Morte ou ferimentos graves

b Antes da verificação do funcionamento, assegure-se de que não se encontre nenhuma pessoa na área de perigo.

Depois da instalação e depois de cada erro, verificar o funcionamento correto do dispo‐ sitivo. Proceder do seguinte modo:

Verificação do funcionamento mecânico

b Abrir e fechar o equipamento de proteção novamente. Os componentes do dispo‐ sitivo de travamento de segurança não devem colidir com outras peças. Quando o equipamento de proteção estiver fechado, o atuador deve se encontrar em uma posição que permita a ativação do travamento.

Verificação do funcionamento elétrico 1. Ligar a tensão de alimentação.

2. Fechar todos os equipamentos de proteção e bloquear o travamento. A máquina não deve iniciar de modo autônomo.

3. Verificar o travamento. O equipamento de proteção não deve permitir a sua aber‐ tura.

4. Iniciar o funcionamento da máquina.

5. Assegurar-se de que o travamento não permite o seu desbloqueio enquanto a fun‐ ção perigosa da máquina estiver ativa.

6. Parar o funcionamento da máquina e desbloquear o travamento.

7. Verificar se o equipamento de proteção está sendo mantido fechado até que não exista mais nenhum risco de ferimento (por exemplo, por movimentos de inércia). 8. Verificar o bloqueio contra rearme. O funcionamento da máquina não deve poder

ser iniciado enquanto o travamento estiver desbloqueado.

9. Repetir individualmente os passos 3 a 8 para cada equipamento de proteção. NOTA

Na versão pelo princípio de corrente elétrica de trabalho, pode ser simulado um comando de travamento ativo, aplicando-se uma tensão de 24 V CC no contato “Entrada travamento”.

(31)

8

Eliminação de falhas

8.1

Segurança

PERIGO

Risco do dispositivo de proteção não funcionar

Se isso não for observado, o estado perigoso da máquina pode não parar ou não parar a tempo.

b Em caso de um comportamento não claro da máquina, retire-a imediatamente de funcionamento.

b Se um erro na máquina não for claramente identificável ou não puder ser elimi‐ nado de forma segura, então tirar a máquina imediatamente de operação. b Proteja a máquina de forma que não possa ser ligada acidentalmente. PERIGO

Risco devido à entrada inesperada da máquina em operação

b Em todos os trabalhos na barreira de proteção ou na máquina, proteger a máquina contra ligação involuntária.

PERIGO

Risco do dispositivo de proteção não funcionar

Se isso não for observado, o estado perigoso da máquina pode não parar ou não parar a tempo.

b Não efetue nenhum conserto dos componentes do aparelho.

b Não fazer modificações ou manipulações nos componentes do aparelho. b Exceto os procedimentos descritos neste documento, os componentes do apare‐

lho não devem ser abertos. NOTA

Caso não seja possível eliminar falhas com ajuda das informações contidas neste capí‐ tulo, entrar em contato com a subsidiária da SICK responsável.

8.2

LEDs de diagnóstico

8.2.1 Indicações de erros no teach-in

Tabela 7: Indicações de erros no teach-in LED DIAG (vermelho,

4 Hz)

LEDs STATUS (verde 4 Hz)

Causa

Ö pisca três vezes Ö pisca uma vez Um atuador de codificação universal deve ser

treinado. Isto não é possível.

Ö pisca três vezes Ö pisca duas vezes Um atuador já treinado deve ser treinado nova‐

mente. Isto não é possível.

Ö pisca três vezes Ö pisca três vezes O atuador foi movido para fora da distância de

comutação (sinal de RFID foi interrompido).

Ö pisca três vezes Ö pisca quatro vezes Foram treinados 8 atuadores. Não é possível

outro procedimento de teach-in.

(32)

Indicações de erros são repetidas até execução de reset.

b Para executar o reset, interromper a alimentação de tensão durante 3 s, no mínimo.

8.2.2 Indicações de erros na conexão em cascata

Se em um dispositivo ligado em uma cascata ocorrer um erro, o respectivo dispositivo indicará o erro e desligará as OSSDs (LEDs DIAG piscam em vermelho). Todos os dispo‐ sitivos ligados a seguir desligam as suas OSSDs (LEDs STATUS piscam em verde).

!

1 2 3 4 5

Figura 24: Indicações de erros em dispositivos de travamento de segurança conectados em cas‐ cata. No exemplo: erro interno no dispositivo de travamento de segurança 3

Tabela 8: Indicações de LED na conexão em cascata

Dispositivo 1 Dispositivo 2 Dispositivo 3 Dispositivo 4 Dispositivo 5 LEDs STATUS (verde) O O Ö Ö LEDs DIAG (vermelho) Ö Erro no dispo‐ sitivo

Não Não Sim Não Não

Equipamento de proteção fechado e tra‐ vamento blo‐ queado

Sim Sim Nenhuma

informação possível Sim Sim Status de sinal OSSD nas entradas

LIGADO LIGADO LIGADO DESLIGADO DESLIGADO

Status inicial da OSSD

LIGADO LIGADO DESLIGADO DESLIGADO DESLIGADO

8.2.3 Sinalização de erros

Tabela 9: Sinalização de erros LEDs STATUS

(verde)

LEDs DIAG (vermelho)

Causa possível Status da

(33)

LEDs STATUS (verde)

LEDs DIAG (vermelho)

Causa possível Status da

OSSD

O o Equipamento de proteção fechado e trava‐

mento bloqueado

LIGADO

o O Comando de travamento inativo DESLIGADO

Ö 4 Hz o Comando de travamento ativo, porém atuador

não se encontra na distância de comutação ou atuador inválido

DESLIGADO

Ö 1 Hz o Equipamento de proteção fechado e trava‐

mento bloqueado, sinal OSSD nas entradas In 1 e In 2 inválidos ou inexistentes DESLIGADO Ö pisca três vezes Ö pisca uma vez

Travamento não pode ser bloqueado nem des‐ bloqueado porque o atuador não está alinhado corretamente

DESLIGADO

o Ö 1 Hz Erro em OSSDs. Quando o erro estiver elimi‐

nado, executar reset, interrompendo a alimen‐ tação de tensão.

DESLIGADO

o Ö 4 Hz ■ Erro ao ler bloquear ou desbloquear o

travamento. Alinhar o atuador correta‐ mente e executar reset, interrompendo a alimentação de tensão.

■ Erro geral. Executar reset, interrompendo

a alimentação de tensão. Se o reset não eliminar o erro, substituir o dispositivo.

(34)

9

Dados técnicos

9.1

Dados técnicos

Tabela 10: Características Características Velocidade de aproximação mín. 2 mm/s Trajeto de introdução do pino

de fechamento do travamento seguro e força de travamento informada 5 mm a 10 mm Tolerância de alinhamento do travamento ± 2,5 mm Frequência de ativação máx. 0,2 Hz

Tempo de permanência entre travar e desbloquear (ou vice--versa)

2,5 s

Força de travamento Fmáx 1.690 N (EN ISO 14119)

Força de retenção FZh

(FZh = Fmáx /1,3)

1.300 N (EN ISO 14119)

Tabela 11: Características de segurança Características de segurança

Nível de desempenho 1) PL e (EN ISO 13849-1)

Categoria 1) 4 (EN ISO 13849-1)

Nível de integridade de segu‐

rança 1)

SIL 3 (EN 61508)

Limite de exigência SIL 1) SILCL 3 (EN 62061)

PFHd (probabilidade média de uma avaria perigosa por hora)

9,1 × 10–10

TM (vida útil) 20 anos (EN ISO 13849-1)

Tempo de resposta (tempo de reação na ausência do comando de travamento)

≤ 100 ms

Tempo de liberação (tempo de reação ao comando de trava‐ mento)

≤ 600 ms

Tempo de risco 1)2) ≤ 100 ms

Forma construtiva Forma construtiva 4 (EN ISO 14119)

Nível de codificação Codificação universal Codificação unívoca

Nível de codificação baixo (EN ISO 14119) Nível de codificação alto (EN ISO 14119) Estado seguro em caso de

erro

Pelo menos uma OSSD encontra-se no status DESLIGADO 1) Vale para o monitoramento da posição da porta (monitoramento do fechamento) e monitoramento do

(35)

Tabela 12: Interfaces Interfaces

Conexão do sistema Alimentação de tensão Entradas e saídas locais

Cabo com conector macho, M12, 8 pinos, codificação A (conec‐ tor macho conjunto para alimentação de tensão e entradas e saídas) ou

chicotes Comprimento do cabo de

conexão

3 m ou 10 m

Tabela 13: Dados elétricos Dados elétricos

Tensão de alimentação Uv 24 V CC (20,4 V a 26,4 V) (SELV)

Classe de proteção II (EN 61140/IEC 61140)

Princípio de travamento TR10-SRxxxx TR10-SLxxxx

Princípio de corrente de repouso Princípio de corrente trabalho Consumo de energia em

estado de repouso (trava‐ mento bloqueado ou desblo‐ queado)

2,5 W

Categoria de uso DC-13: 24 V, 200 mA (IEC 60947-5-2)

Corrente de saída máx. (por saída)

200 mA Corrente de pico (ao ligar, des‐

bloquear ou ligar)

400 mA, 100 ms Tensão de isolamento de

dimensionamento Ui

70 V DC (IEC 60947-1) Taxa de impulsos de tensão

Uimp

1.000 V (IEC 60947-5-1) Tempo de ligação após aplica‐

ção da tensão de alimentação

8 s atraso de disponibilidade

Corrente térmica lth 0,2 A

Grau de sujeira 3 (EN 60947-1)

1) Em 10 mA.

Tabela 14: Dados mecânicos Dados mecânicos

Dimensões (L x A x P) Chaves de segurança Atuador com cantoneira de fixação 45 mm x 140 mm x 50 mm 40 mm x 65 mm x 51,5 mm Material Carcaça Pino de travamento de fechamento Cabo Acrilnitril-butadieno-estireno (ABS) Aço inoxidável (304) PVC Peso

(36)

Dados mecânicos Dispositivo de travamento de segurança Atuadores Cantoneira de fixação 400 g 22 g 60 g

Vida útil mecânica 5 × 105 ciclos de comutação

Tabela 15: Dados ambientais Dados ambientais

Grau de proteção IP 66 (IEC 60529)

IP 67 (IEC 60529) IP 69K (IEC 60529) Temperatura do ambiente operacional 0 °C a +55 °C Temperatura de armazena‐ mento –25 °C a +75 °C Umidade relativa do ar 5 a 95%

Resistência a choques mecâ‐ nicos

30 g, 11 ms (IEC 60068-2-27)

9.2

Tempo de resposta

O tempo de resposta depende dos seguintes parâmetros

Ligação ou desligamento das saídas de segurança

Número de dispositivos em cascata

Tempo de resposta do desligamento das saídas de segurança

Tempo de resposta para o dispositivo de travamento de segurança individual: 100 ms

Tempo de resposta para a cascata: 50 ms + 50 ms * número de dispositivos de travamento de segurança em cascata

Tempo de resposta da ligação das saídas de segurança

Tempo de resposta para o dispositivo de travamento de segurança individual: 600 ms

Tempo de resposta para a cascata: 575 ms + 25 ms * número de dispositivos de travamento de segurança em cascata

9.3

Decurso temporal dos testes OSSD

O dispositivo de travamento de segurança testa as OSSDs para autodiagnóstico em intervalos periódicos regulares. Para isso, o dispositivo de travamento de segurança comuta cada OSSD por curto tempo (no máx. 600 μs) para o status DESLIGADO e verifica se este canal está sem tensão durante este tempo.

Assegure-se de que o comando da máquina não reaja a estes testes de impulso e que a máquina não desligue.

(37)

1 A cada 22 ms 2 A cada 11 s

9.4

Desenhos dimensionais

Chaves de segurança 225 33 134,5 Ø 9,525 9,5 Ø 6,5 Ø 15 22,5 8 10 22,9 140 10 49,5 45 50 25 22,5 Ø 5,5 (3x)

Figura 25: Desenho dimensional chave de segu‐ rança conector macho M12

L 45 50 25 22,5 33 134,5 Ø 9,525 9,5 Ø 6,5 22,5 8 10 22,9 140 10 Ø 5,5 (3x)

Figura 26: Desenho dimensional chave de segu‐ rança com extremidade do cabo aberta

(38)

Atuador com cantoneira de fixação 25 3 12,5 7 40 25,4 65 47 40 51,5 Ø 6,35 (6x)

Figura 27: Desenho dimensional do atuador com cantoneira de fixação

Cantoneira de fixação para a chave de segurança (acessório)

134,5 100 145,5 40 54 Ø 5 (6x) 6 6 6,35 15,5 6,35 16,5

(39)

10

Dados para encomenda

10.1

Material fornecido

Chaves de segurança

Atuadores

Cantoneira de fixação

Parafusos de fixação para a montagem do atuador na cantoneira de fixação: 2 * T10 sextavado interno

Ferramenta de alinhamento

Indicação de segurança

Instruções de montagem

Manual de instruções para download: www.sick.com

10.2

Dados para encomenda TR10 Lock

Tabela 16: Dados para encomenda TR10 Lock, codificação universal

Princípio Conectividade Comprimento Código de tipo Número do

artigo Princípio de corrente de repouso Cabo 3 m TR10-SRM03P 6054756 Cabo 10 m TR10-SRM10P 6054757 M12 (8 pinos) 0,2 m TR10-SRM01C 6054758 Princípio de corrente trabalho Cabo 3 m TR10-SLM03P 6054759 Cabo 10 m TR10-SLM10P 6054760 M12 (8 pinos) 0,2 m TR10-SLM01C 6054761

Tabela 17: Dados para encomenda TR10 Lock, codificação unívoca

Princípio Conectividade Comprimento Código de tipo Número do

artigo Princípio de corrente de repouso Cabo 3 m TR10-SRU03P 6054762 Cabo 10 m TR10-SRU10P 6054763 M12 (8 pinos) 0,2 m TR10-SRU01C 6054764 Princípio de corrente trabalho Cabo 3 m TR10-SLU03P 6054766 Cabo 10 m TR10-SLU10P 6054767 M12 (8 pinos) 0,2 m TR10-SLU01C 6054768

(40)

11

Acessórios

11.1

Atuadores

Tabela 18: Atuadores

Codificação Princípio Código de tipo Número do

artigo

Codificação universal Princípio de corrente de

repouso

TR10-RRM000 5329548

Princípio de corrente tra‐ balho

TR10-RLM000 5329549

Codificação unívoca Princípio de corrente de

repouso

TR10-RRU000 5329550

Princípio de corrente tra‐ balho

TR10-RLU000 5329551

11.2

Conectividade

Cabo de conexão M12, 5 pinos (0,34 mm2)

Tabela 19: Dados de encomenda cabo de conexão M12, 5 pinos (0,34 mm2) 1)

Artigo Referência Número do artigo

Conector fêmea, reto, cabo de 2 m, extremi‐ dade aberta

DOL-1205-G02MC 6025906

Conector fêmea, reto, cabo de 5 m, extremi‐ dade aberta

DOL-1205-G05MC 6025907

Conector fêmea, reto, cabo de 10 m, extremi‐ dade aberta

DOL-1205-G10MC 6025908

Conector fêmea, reto, cabo de 15 m, extremi‐ dade aberta

DOL-1205-G15MC 6051946

Conector fêmea, reto, cabo de 20 m, extremi‐ dade aberta

DOL-1205-G20MC 6050247

Conector fêmea, reto, cabo de 30 m, extremi‐ dade aberta

DOL-1205-G30MC 6050248

Conector fêmea, angular, cabo de 2 m, extre‐ midade aberta

DOL-1205-W02MC 6025909

Conector fêmea, angular, cabo de 5 m, extre‐ midade aberta

DOL-1205-W05MC 6025910

Conector fêmea, angular, cabo de 10 m, extre‐ midade aberta

DOL-1205-W10MC 6025911

Cabo de conexão M12, 8 pinos (0,25 mm2)

Tabela 20: Dados de encomenda cabo de conexão M12, 8 pinos (0,25 mm2) 1)

Artigo Referência Número do artigo

Conector fêmea, reto, cabo de 2,5 m, extremi‐ dade aberta

DOL-1208-G2M5C 6058863

Conector fêmea, reto, cabo de 5 m, extremi‐ dade aberta

(41)

Artigo Referência Número do artigo Conector fêmea, reto, cabo de 10 m, extremi‐

dade aberta

DOL-1208-G10MC 6035622

Conector fêmea, reto, cabo de 15 m, extremi‐ dade aberta

DOL-1208-G15MC 6038559

Conector fêmea, reto, cabo de 20 m, extremi‐ dade aberta

DOL-1208-G20MC 6038560

Conector fêmea, reto, cabo de 30 m, extremi‐ dade aberta

DOL-1208-G30MC 6058865

Conector fêmea, angular, cabo de 2 m, extre‐ midade aberta

DOL-1208-W02MC 6035623

Conector fêmea, angular, cabo de 5 m, extre‐ midade aberta

DOL-1208-W05MC 6035624

Conector fêmea, angular, cabo de 10 m, extre‐ midade aberta

DOL-1208-W10MC 6035625

Cabo de ligação M12, 5 pinos (0,34 mm2)

Tabela 21: Dados de encomenda cabo de ligação M12, 5 pinos (0,34 mm2) 2)

Artigo Referência Número do artigo

Conector fêmea reto, cabo de 0,6 m, conector macho reto

DSL-1205-G0M6C 6025930

Conector fêmea reto, cabo de 1 m, conector macho reto

DSL-1205-G01MC 6029280

Conector fêmea reto, cabo de 2 m, conector macho reto

DSL-1205-G02MC 6025931

Conector fêmea reto, cabo de 5 m, conector macho reto

DSL-1205-G05MC 6029282

Conector fêmea reto, cabo de 10 m, conector macho reto

DSL-1205-G10MC 6038954

Conector fêmea reto, cabo de 15 m, conector macho reto

DSL-1205-G15MC 6038956

Cabo de ligação M12, 8 pinos (0,25 mm2)

Tabela 22: Dados de encomenda cabo de ligação M12, 8 pinos (0,25 mm2) 2)

Artigo Referência Número do artigo

Conector fêmea reto, cabo de 0,6 m, conector macho reto

DSL-1208-G0M6C 6044991

Conector fêmea reto, cabo de 1 m, conector macho reto

DSL-1208-G01MC 6051940

Conector fêmea reto, cabo de 2 m, conector macho reto

DSL-1208-G02MC 6051942

Conector fêmea reto, cabo de 5 m, conector macho reto

DSL-1208-G05MC 6051943

Conector fêmea reto, cabo de 10 m, conector macho reto

(42)

Distribuidor

Tabela 23: Dados de encomenda distribuidor

Artigo Código de tipo Número do artigo

Peça em T TR4-AK004C 5325889

Conectores terminais

Tabela 24: Dados de encomenda conector terminal

Artigo Código de tipo Número do artigo

Conector terminal para conexão em série TR4-AL002C 5325890

11.3

Cantoneira de fixação

Tabela 25: Dados de encomenda cantoneira de fixação

Artigo Código de tipo Número do artigo

Cantoneira de fixação para atuador TR10-MA0000 5329552

Cantoneira de fixação para chave de segu‐ rança

TR10-MS0000 5329553

11.4

Acessórios de montagem

Artigo Número do artigo

(43)

12

Anexo

12.1

Conformidade com diretrizes UE

Declaração de Conformidade UE (extrato)

O abaixo assinado, que representa o seguinte fabricante, declara deste modo que o produto está em conformidade com as disposições das seguintes diretrizes da UE (incluindo todas as alterações aplicáveis) e que foram usadas como base as respecti‐ vas normas e/ou especificações técnicas.

Declaração de conformidade UE completa para download

Você pode encontrar a declaração UE de conformidade e o atual manual de instruções do dispositivo de proteção inserindo o número de artigo no campo de busca em

www.sick.com (número de artigo: ver a entrada na placa de características no campo “Ident. no.”).

(44)

12.2

Homologação de sistemas de radiocomunicação FCC e IC

O aparelho atende as exigências EMC para uso nos EUA e Canadá, conforme os seguin‐ tes extratos das respectivas homologações:

FCC § 15.19

This device complies with Part 15 of the FCC rules. Operation is subject to the following two conditions:

This device may not cause harmful interference, and

this device must accept any interference received, including interference that may cause undesired operation.

FCC §15.21 (warning statement)

[Any] changes or modifications not expressly approved by the party responsible for com‐ pliance could void the user’s authority to operate the equipment.

IC

This device complies with Industry Canada’s licence-exempt RSSs. Operation is subject to the following two conditions:

This device may not cause interference; and

This device must accept any interference, including interference that may cause undesired operation of the device.

Le présent appareil est conforme aux CNR d’Industrie Canada applicables aux appa‐ reils radio exempts de licence. L’exploitation est autorisée aux deux conditions suivan‐ tes :

l’appareil ne doit pas produire de brouillage;

l’utilisateur de l’appareil doit accepter tout brouillage radioélectrique subi, même si le brouillage est susceptible d’en compromettre le fonctionnement.

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Further locations at www.sick.com Austria Phone +43 22 36 62 28 8-0 E-Mail [email protected] Belgium/Luxembourg Phone +32 2 466 55 66 E-Mail [email protected] Brazil Phone +55 11 3215-4900 E-Mail [email protected] Canada Phone +1 905 771 14 44 E-Mail [email protected] Czech Republic Phone +420 2 57 91 18 50 E-Mail [email protected] Chile Phone +56 2 2274 7430 E-Mail [email protected] China Phone +86 20 2882 3600 E-Mail [email protected] Denmark Phone +45 45 82 64 00 E-Mail [email protected] Finland Phone +358-9-2515 800 E-Mail [email protected] France Phone +33 1 64 62 35 00 E-Mail [email protected] Germany Phone +49 211 5301-301 E-Mail [email protected] Hong Kong Phone +852 2153 6300 E-Mail [email protected] Hungary Phone +36 1 371 2680 E-Mail [email protected] India Phone +91 22 6119 8900 E-Mail [email protected] Phone +39 02 274341 E-Mail [email protected] Japan Phone +81 3 5309 2112 E-Mail [email protected] Malaysia Phone +6 03 8080 7425 E-Mail [email protected] Mexico Phone +52 (472) 748 9451 E-Mail [email protected] Netherlands Phone +31 30 2044 000 E-Mail [email protected] New Zealand Phone +64 9 415 0459 0800 222 278 – tollfree E-Mail [email protected] Norway Phone +47 67 81 50 00 E-Mail [email protected] Poland Phone +48 22 539 41 00 E-Mail [email protected] Romania Phone +40 356 171 120 E-Mail [email protected] Russia Phone +7 495 775 05 30 E-Mail [email protected] Singapore Phone +65 6744 3732 E-Mail [email protected] Slovakia Phone +421 482 901201 E-Mail [email protected] Slovenia Phone +386 591 788 49 E-Mail [email protected] South Africa Phone +27 11 472 3733 E-Mail [email protected] Phone +34 93 480 31 00 E-Mail [email protected] Sweden Phone +46 10 110 10 00 E-Mail [email protected] Switzerland Phone +41 41 619 29 39 E-Mail [email protected] Taiwan Phone +886 2 2375-6288 E-Mail [email protected] Thailand Phone +66 2645 0009 E-Mail [email protected] Turkey Phone +90 216 528 50 00 E-Mail [email protected] United Arab Emirates Phone +971 4 88 65 878 E-Mail [email protected] United Kingdom Phone +44 1727 831121 E-Mail [email protected] USA Phone +1 800 325 7425 E-Mail [email protected] Vietnam Phone +84 945452999 E-Mail [email protected] 8019973/ ZNB8/2017-07-27/p

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