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POLÍTICA DE FORMAÇÃO

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Academic year: 2021

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POLÍTICA DE

FORMAÇÃO

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ÍNDICE

1. ENQUADRAMENTO 3

2. PRINCÍPIOS 5

3. MODELO PEDAGÓGICO 7

4. AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO, POR PARTE DOS FORMADORES 9 5. AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO, POR PARTE DOS FORMANDOS 11 6. REGISTO DE PARTICIPAÇÃO DA FORMAÇÃO 13

7. TIPOLOGIA 15

8. CATÁLOGO DE CURSOS 18

9. OUTRAS FORMAÇÕES RELEVANTES 20

10. FIDELIZAÇÃO 22

11. RELATÓRIOS 24

12. ANEXOS 28

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1. ENQUADRAMENTO

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1. Enquadramento

1.1. Vectores da Política de Formação

O BCGA reconhece que as competências das suas Pessoas são essenciais para a implementação e sucesso da estratégia definida. Desta forma, o Banco proce- deu à definição da sua política de formação com o objectivo de tornar-se uma referência nesta área, incrementando a sua capacidade de atracção e retenção de talentos e optimizando o investimento em formação.

Assim, a política de formação assenta na definição de 4 vectores estruturantes cuja aplicação prática se consubstanciou no Plano de Formação.

Princípios

Princípios orientadores da Política de Formação do BCGA e que são a base para todos os entregáveis desenvolvidos.

Modelo Pedagógico – Competências e Conhecimentos

Modelo pedagógico seguido na organização da oferta formativa do Banco relativamente às competências e conhecimentos a adquirir.

Tipologia

Tipologias de meios utilizados para entregar a formação aos Colaboradores (presencial, elearning e on-the-job).

Catálogo de cursos

Documento de descrição dos cursos identificados para o BCGA no que se refere aos seus conteúdos, tipologia, fornecedores, entre outros.

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1. ENQUADRAMENTO

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2. PRINCÍPIOS

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2. Princípios

Por forma a assegurar o cumprimento dos objectivos estratégicos da Instituição, foram estipulados um conjunto de princípios orientadores que servem de base à operacionalização da Política de Formação do Banco Caixa Angola:

Alinhamento Estratégico

Alinhamento da Política com as necessidades e objectivos do negócio, ga- rantindo programas formativos orientados para o desenvolvimento e de- sempenho de excelência nas diferentes funções e/ou níveis.

Formação Contínua

Desenvolver uma oferta formativa, que permita o acesso permanente a to- dos os colaboradores aos conteúdos de suporte à actividade core do ban- co, privilegiando a plataforma e-learning de forma a assegurar não apenas a formação em matérias novas, mas também o refrescamento de conheci- mentos.

Valorização Do Colaborador

Foco na motivação e enriquecimento profissional, valorizando as suas ne- cessidades e processos de aprendizagem específicos.

Accountability

Possibilidade de medir os resultados reais da formação, através de modelos de avaliação que verificam a efectiva aquisição dos conhecimentos e me- dem o seu impacto.

2. PRINCÍPIOS

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3. MODELO

PEDAGÓGICO

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3. Modelo Pedagógico

Para a definição da oferta formativa, o Banco terá em consideração a tipologia de competências e conhecimentos a adquirir pelos Colaboradores, a estrutura organizacional alvo e a carreira, procurando, assim, assegurar a optimização do investimento na aprendizagem dos Colaboradores.

3.1 Organização da Oferta Formativa 3.1.1 Competências e Conhecimentos

1. Competências Comportamentais

Características pessoais traduzidas em comportamentos específicos. As competências comportamentais prendem-se com a capacidade de respon- der a situações concretas, em contexto de trabalho.

2. Competências Técnicas

Conhecimentos específicos sobre determinadas matérias ou produtos. As competências técnicas prendem-se com a capacidade de aplicar esses co- nhecimentos no dia-a-dia e segundo os parâmetros exigidos pela função.

3. Conhecimentos de Negócio

Conhecimentos sobre a organização (estrutura organizacional, visão, mis- são e valores), enquadramento do negócio (produtos e serviços, concorrên- cia), estratégia e inovação, entre outros.

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3. MODELO PEDAGÓGICO

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4. AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO, POR PARTE DOS

FORMADORES

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4. AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO, POR PARTE DOS FORMADORES

4. Avaliação da Formação, por parte dos formadores

Formação e-learning – Deve ter sempre avaliação final de conheci- mentos;

Formação presencial (interna) – sempre que seja considerada ade- quada e possível;

Formação presencial (externa) – sempre que seja considerada ade- quada e possível;

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5. AVALIAÇÃO

DA FORMAÇÃO,

POR PARTE

DOS FORMANDOS

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5. Avaliação da Formação, por parte dos formandos

As acções de Formação presenciais (internas e externas), devem ser objecto de avaliação por parte dos formandos, através do questionário de avaliação, con- forme (anexo 4), sendo que o mesmo deverá ser entregue à DRH, para registo da informação.

5. AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO,

POR PARTE DOS FORMANDOS

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6. REGISTO DE PARTICIPAÇÃO

DA FORMAÇÃO

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6. REGISTO DE PARTICIPAÇÃO DA FORMAÇÃO

6. Registo de participação da formação

Cabe à DRH, manter a informação actualizada em base de dados, com o registo da informação sobre a formação de todos os colaboradores com indicação do curso, custos, duração e aproveitamento.

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015

7. Tipologia

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7. TIPOLOGIA

7. Tipologia

Para potenciar os resultados da formação, esta será desenvolvida em três gran- des formatos: formação presencial, e-learning e on-the-job. Adicionalmente, esta será segmentada em formação interna e externa, sendo a interna desenvolvida e entregue exclusivamente pelo Caixa Angola e a externa concebida e/ou entregue por um parceiro externo à Instituição.

7.1 Presencial

Entende-se por formação presencial, a formação que pode ser ministrada, in- ternamente ou externamente e que tem por base a realização de uma, ou mais sessões expositivas em sala.

Formação Interna

Formação (ADL)

Formação realizada através da aplicação prática de assuntos re- lacionados com a actividade corrente do Banco. Estas Acções de Dinamização Local, serão realizadas por regra, no local de tra- balho, ou em sala, e ministradas por Colaboradores com experiên- cia e conhecimentos específicos das matérias objeto das acções.

Com este tipo de acções pretende-se potenciar o desenvolvimento de competências e partilha de conhecimentos, através de actividades prá- ticas, que podem ser da iniciativa das hierarquias ou dos Colaboradores.

Formação ministrada por formadores externos

Formação ministrada em turma fechada, constituída por colaboradores do BCGA, com conteúdos programáticos desenhados à medida, em função das necessidades específicas de formação identificadas.

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7. TIPOLOGIA

Formação Externa

Formação Corporativa – Acções na CGD (Acções de formação ou es- tágios profissionais e/ou workshops, em que participam colaboradores do BCGA, na CGD, de forma a partilhar práticas e conhecimentos de âmbito corporativo;

• Formação Executiva/avançada (pós-graduações e Mestrados), com par- ceria com Universidades e/ou Escolas de Gestão;

• Conferências e Seminários (eventos específicos de determinadas maté- rias de interesse para o desempenho funcional dos colaboradores);

7.2 e-Learning

Considera-se como formação e-learning, aquela que se realiza à distância através de plataforma digital dedicada. Por questões, nomeadamente de racionalidade económica, este meio deverá ser privilegiado na formação de base e ter também um contributo relevante para o refrescamento regular de conhecimentos.

7.3 ON-THE-JOB

Entende-se por formação on-the-job/experiencial, a formação desenvolvida directamente no local de trabalho do Colaborador à medida das necessida- des específicas do seu contexto laboral.

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8. CATÁLOGO

DE CURSOS

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8. CATÁLOGO DE CURSOS

8. Catálogo de cursos

Por forma a colmatar as necessidades de formação ao nível das competências e conhecimentos referidos e respeitando os formatos de formação previstos, é de- senvolvido/actualizado, com periodicidade anual, um Catálogo de Cursos, onde deverá constar toda a oferta formativa do Banco.

O catálogo referente ao ano de 2019 contempla 117 cursos, que apresentam tipologias de formação distintas, conforme se pode verificar no (Anexo 1).

Para além das formações técnicas, serão ainda desenvolvidas formações com- plementares, de que se destacam:

Formação de Integração - Formação a ser ministrada aos recém-con- tratados, que visa o seu enquadramento, orientado para ministrar, para além da formação de base, quando tal se justifique, a partilha da realida- de do Banco, objectivos e perspectivas em termos de posicionamento estratégico, missão, valores, código de conduta e desenvolvimento de carreira.

Comportamentais - Formação de carácter transversal tendo em vista a melhoria de competências e adopção de comportamentos eficazes para garantir a excelência dos serviços prestados pelo Banco.

Línguas - Dada a competitividade do mercado, o Banco aposta tam- bém na formação linguística para os colaboradores, nomeadamente o inglês, para que o desempenho das suas funções seja mais eficaz.

Tecnologia de Informação - Estas formações têm como objectivo do- tar os colaboradores de conhecimentos de informática na ótica do utili- zador, nomeadamente em aplicativos da Microsoft Office, como Word, PowerPoint, Excel etc.

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9. OUTRAS FORMAÇÕES

RELEVANTES

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9. OUTRAS FORMAÇÕES RELEVANTES

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9. Outras Formações Relevantes

Introdução de outras formações relevantes, que não constem do Plano de For- mação, para a satisfação das necessidades de formação dos Colaboradores do Banco, sempre que se considerar que serão uma mais valia para cobertura de necessidades específicas.

Formações direccionadas às áreas de Controlo Interno e de Negócio Tendo em conta o estabelecido na alínea g) do ponto 3 do artigo 22º, do Aviso nº.

01/2013, do Banco Nacional de Angola. definem-se horas de referência, para as funções abaixo e formações direccionadas, conforme (Anexo 2 e 3):

• Função Compliance – 20 horas

• Função Auditoria – 20 horas

• Função Organização e Qualidade – 20 horas

• Função de Gestão de Risco – 15 horas

• Função de Risco de Crédito – 10 horas

• Função de Supervisão de Controlo Cambial – 10 horas

• Funções das áreas de negócio (DBR, DBE, DGE e DIP) – 10 horas

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10. FIDELIZAÇÃO

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10. FIDELIZAÇÃO

10. Fidelização

A DRH, deverá solicitar, o documento (Aditamento ao Contrato de Trabalho – Anexo 5), conforme enquadramento legal no nº. 2 do artigo 45º. Da Lei Geral do Trabalho, o qual dispõe, que poderá ser acordado com o trabalhador, através de acordo escrito, uma cláusula de permanência, sempre que se verificar o abaixo exposto.

1. Apenas serão suportados os custos de formações de cursos superiores (Licenciaturas, pós-graduações, Mestrados) pelo Banco, quando os co- laboradores que delas beneficiem assinem acordo de permanência no BCGA, solicitado pelo DRH, com duração de 3 anos;

2. Quando se tratem de formações de aperfeiçoamento profissional, o acordo de permanência previsto no número anterior terá a duração de 1 ano por cada formação beneficiada pelo colaborador;

3. Após a conclusão da formação a DRH sendo o Ownner do Processo, deverá diligenciar no sentido de obter o certificado de participação da respectiva acção formativa, garantido que uma cópia seja arquivada no processo do respectivo colaborador, entregando o Original ao seu titular num espaço de 3 meses;

4. Nos casos em que os colaboradores queriam desobrigar-se da perma- nência ao serviço do BCGA, deverão restituir ao BCGA o valor das des- pesas feitas, em proporção do tempo que ainda falta para o termo do período acordado no aditamento ao contrato de trabalho em conformi- dade do n º 3 do artigo 45º da Lei Geral do Trabalho;

5. Apenas serão ministrados cursos de formação profissional por institui- ções de formação com elevada experiência no Ramo e devidamente credenciadas pelo INEFOP;

6. A formação ministrada directamente pelo BCGA sem recurso as institui- ções de formação, deverá ser objecto de declaração emitida pela DRH e assinada pelo trabalhador, com a menção do tipo de formação, a du- ração e o grau de aproveitamento e arquivada no processo individual do colaborador em conformidade com as disposições vertidas no n º 4 do artigo 42º da Lei Geral do Trabalho.

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11. RELATÓRIOS

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11. RELATÓRIOS

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11. Relatórios

• A DRH, deverá elaborar um relatório trimestral, com o resumo de todas as acções formativas, onde conste o nome do colaborador, a formação ministrada, número de horas de formação e aproveitamento, quando as mesmas forem objecto de avaliação).

• A DRH, deverá solicitar às hierarquias avaliação do impacto da forma- ção, na performance do colaborador, três meses após concluída a ac- ção de formação (Anexo 4).

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12. ANEXOS

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12. ANEXOS

Anexo 1 – Plano de Formação de 2019 12. Anexos

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12. ANEXOS

12. Anexos

Anexo 2 – Formações direccionadas às áreas de controlo interno

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12. ANEXOS

12. Anexos

Anexo 3 – Formações direccionadas às áreas de negócio

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12. ANEXOS

12. Anexos

Anexo 4 – Questionário de Avaliação da Formação, por parte do Formando

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ADITAMENTO AO CONTRATO DE TRABALHO

Caixa Angola, pessoa colectiva n.º […], com sede em […], neste acto represen- tada por […], na qualidade de […], com poderes para o acto, doravante desig- nada por “Primeira Contraente”.

E

[Nome do Trabalhador], residente em Luanda, empregado número […], adiante designado por “Segundo(a) Contraente”.

Considerando que:

1. A Primeira Contraente, concedeu ao(a) Segundo(a) Contraente, enquanto seu trabalhador e na vigência da relação laboral, a possibilidade de frequen- tar [identificar formação] ministrado pela instituição [identificar estabeleci- mento de ensino], doravante identificada como “Formação”.

2. A formação identificada no Considerando anterior tem uma duração de [nú- mero de meses] e um custo de Kz[valor da formação].

3. Os custos dessa formação serão suportados pela Primeira Contraente e constituem uma despesa avultada da sociedade com a formação do traba- lhador.

É nos termos do n.º 2 do artigo 45.º da Lei Geral do Trabalho, livremente e de boa fé, celebrado o presente aditamento ao Contrato de Trabalho, do qual os considerandos supra fazem parte integrante, que se rege nos termos e pelas condições seguintes:

12. ANEXOS

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12. ANEXOS

CLÁUSULA 1.ª

1. O (A) Segundo(a) Contraente obriga-se a manter relação laboral com a Pri- meira Contraente por um período de […] ([…]) anos após a conclusão d Formação.

2. Em caso de denúncia do contrato de trabalho pelo(a) Segundo(a) Contraen- te, ocorrida antes do termo do prazo referido no número anterior, este(a) obriga-se este a reembolsar a Primeira Contraente pelo valor referido no Considerando 2., Kz[valor da formação], no prazo de [30 (trinta)] dias conta- dos a partir da data da cessação da relação laboral.

3. O valor a ser pago pelo(a) Segundo(a) Contraente no caso previsto no nú- mero anterior será reduzido pela proporção do tempo em falta para o termo do período acordado e a denúncia contratual.

4. Para os efeitos previstos na presente cláusula, o(a) Segundo(a) Contraente dá desde já o seu consentimento de compensação dos créditos da Primeira Contraente, com quaisquer créditos deste em virtude da cessação do con- trato de trabalho.

5. No caso previsto no número 2 e 3 da presente cláusula, o(a) Segundo(a) Contraente obriga-se a informar a sua potencial entidade empregadora, de que detém o presente acordo de permanência, sendo esta solidariamente responsável pelos valores não restituídos pelo(a) Segundo(a) Contraente à Primeira Contraente em caso de celebração do contrato de trabalho semli- quidação total dos valores em dívida.

CLÁUSULA 2.ª

No caso de o(a) Segundo(a) Contraente, não terminar a formação, reembolsará a Primeira Contraente, no prazo de trinta dias, a totalidade das despesas com Formação que já tenham sido suportadas pela Primeira Contraente.

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CLÁUSULA 3.ª

Em tudo o mais aqui não regulado e que não seja incompatível com os termos do presente Aditamento manter-se-ão em vigor as condições laborais aplicáveis entre as Partes, designadamente o disposto no Contrato, e na legislação de tra- balho vigente.

O Acordo é assinado em dois exemplares ficando cada um deles em poder de cada uma das Partes.

Luanda,

Pela Primeira Contraente

(nome do representante) O(a) Segundo(a) Contraente

(nome do(a) trabalhador(a))

12. ANEXOS

Referências

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