Editoril
1.
MíNIMO DE CONTúDO DO CURRíCULO
DE ENFERMAGEM
o Conselho Federal de Educação aprovou, em 8 de janeio dese ano, novo curriclo do co de graduação de efegem. Feliz mente, as sugstões da Associação Brasileira de Enfemagem e de várias Escolas de Enfermagem foram acolhidas, de modo que não há mais o curso insuficiente de enfemagem geral, que foa intro duzido pelo parecer 271 de 1962. Agoa, a carga horária do curso de enfermagem geral - que é o cuso mais curto de tds - é
integralizável em média em : anos letivos. O de enfermagem de saúde pública e parelels, em 5 ans letivs.
A stutura do curso, seguindO a regra atual do ensino univer sitário, tal como vem acontecendo ultimamente, compreende partes sucessivas. São três, a aber: a) pré-profisional - que inclui as matérias do 1.° ciclo comum a tods s curss na área s Ciências da Saúde; b) tronco profsional - comum s três diferents ha bilitações; c) três habilitações, s quais o candidato escolhe uma, no mínimo, a aber: Enfemagem Médio-Cirúrgica, Enfermagem Obstérica e Enfermagem de Saúde Pública.
Não havrá cuso curto direto paa far a obsttiz. Esa ha bilitação é um prolongamento ds estudos no trono comm.
Ciências do Comportamento - Psic810gia e SociOloia - fazem parte do currículo mínimo.
Sob o título de Exercício da Enfermagem estão abrangidas Deontologia Médica e Legslação Profissional.
Há a matéria "Didática Apliada a Enfemagem".
Até aqui, tems listads s pntos principais das alteraçõs, em boa hora advinds. emetemos o leitor ao próprio Parecer n.o 163 de 1972. A eolução é precedida de uma introdução, que coloca s
spects principas do exercício a efermagem. O oselho Fede ral de Educação foi muito clao. Vale a pena ada um dos que estão refletindo sobre a enfemagem de hoje, no País, meditar sobre as soluções as maiores problemas. O grupo designado para dar a assis tência de enfermagem é mencionado: são s enfemeirs, s técni cos de enfermagem e auxiliars de enfermagem.
dsenvolvimento. O assunto é da maior imortânca para a aúde.
Sem dúvida valerá a ena a case de enfemeis comear a o
videnciar s mudançs, a partir de levantaments e plano geral.
2. FOMAÇAO DE TÉCNICOS E DE AUXILIARES DE ENFERMAGEM
Vive o País os primeis ajustamentos à execução da refora do esino de 1.° e 2.° graus. É com justificado orgulho que a sso ciação Brasilera de Enfermagem irá preenciar muitas ocupações do ramo da saúde se dirigirem gradualmente para s caminhs pri meiramente apontados pela ABEn. Io é, a formação de auxiliars e tcnis, em cus regidos por normas dos Coselhs de Educa ção, no que e refere às ocupações saúde, oreu historicamente primeio para as ativiades de enfemgem. Só dos está e s tendendo as demais serviçs - laboratóris e outrs.
Necessitam as Secretarias de Educação e de Saúde prosseguir, pelos meis a seu alcance, inclusive pelas Conferências Nacionais de Educação, o taçado de diretrizes seguras para que seja efetiva a
rede de curss que dêem fmação, em 1.° e 2.° graus, s que vão exercer atividades de enfemagem. Não deve ser continuada a ex pansão numéica de atendentes, que não são mencionads no Pa