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Rev. Bras. Enferm. vol.45 número23 v45n2 3a02

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PROJETO POLrTICO DA ENFERMAGEM BRASILEIRA •

INTRODUÇÃO

o Fóm Ncional e Enides e er­ agem - EEn foi cdo a r do o­ isso olíico ssido ela Deoia a ABn Ncionl (Moveno Picição), r enen­ der que a diveside de enides ncionis, exigia a icço de os e lua·qe eseiasse a auonoia e cda nide. m eunião da no a 9/12188 e dne o 412 Congeso Bleo de fem -CBEn em Belém-PA, foi legene foa­ da a sua cição, dne o no de 1989/10 eunies suessivs consubsancim o fole­ cmeno ee colegido.

O Colegido foi nicialene cooso ela Asscição Basilea e nfnagem - ABEn, Conelho Feel e fnagem - CON, Fdeaço Ncional dos nfeos - E e Repesenane do Movieno e Níel Mio. Conudo, m eunio da m jho e 10, deiou-e \ ela pcão a Uo Ncionl dos Tcnicos e Enfnagem - UNA­ m, coo enide foene peenaiva do essoal ar de enfnagem. Vios con­ vies fm feios no enio e vbr esa picipção, o6m é o oeno o foi efe­ a.

A pr de dos ese no (10) m a cise plia no eor ae e em plicr a efeagem fce a conjuna ci-olCica bsne advea e esfavoável os oenos sciais, o En, euiu-e em jho o eni­ do de r e dicuir a onjune e es­ ler dezes a lua fe a eaa dos pobles vivenciados ela clse. eliou­ e enão, r oa a Bn ela Ao de a Oicina e Tabho, om ss a -nr os eenes eses bls, a ienicação e esa6ias e o, a el­ ção de m ano Conjno e zes P(­ icas de Ação.

Assim é qe no rído e 29 a 31 e go­ o de 10 ms a Oa e ho a sde a ABn Nciol, m Bs-DF, m os egines bjeivos:

1 - evnr e r os cs

-bles a eem o Ps, rno:

a) a sio al m s e do e bho;

b) a sião al a o e esl e nível sueir, io e eleenr;

c) a sio al do eso de oi­ ço e pico, iso é, os obls e­ ciondos com a ão s enides eeni­ s;

d) inene, a sição al em os s conees a o ael do el e feagem na consuço do Sisea Únio e Sadde e na rgjzço do elo e eo à sae a pio.

2 - Dicur o conexo l e s sci­

vs e eoienço s olCias e ade e a orgjzção e eo e eiços, cnsi­ ndo:

a) conexo gel: e coia, onj­ a olCica m íel ciol e edl;

b) conexo escico: sio e de o Bsl, ol.cs e dees em sadde - ojeo -lieal, conevdor e esa;

c) conexo singr: sio a enf­ em, escivs e eios.

3 -Fonr osa de ção olCica con­ jna, iscur sa bie e er m poa e ção que onple a ibiço e eonsbilides a o e io os e­ e s vias enies ooenes do E.

A Oicina de Tho foi da bu­ cnd-e execir a cdo enfque -co sicionl, iene eeno a lia ene soe ejeno e Sae. Pa so, convios a sesr os i­ cines a Oicina e Tbho a o! n exea do peno e Mca ee­ iva a UBA.

Asm é qe aos em m eo oeno a e a io, m eia a

so (s) (s)-ováel(eâ), ei­

ndo sies objeivs a m es,

a om e a o SRAGICA r

a aa si� bjeiva, fr

PROSTs DE AÇÁO OICA s n�

es, a o e o o.

O eido ofqe r a eiva "n­ e" m qe m sido o a .. a

de, o os e!8 a e

o eu eo m ho a-e, o qe

1 . . •

• Oica e To Ia m Ba m 29, 30 e 300 -DF.

BBn -Sea a Pa FII e BI -Nr FAio a SOa - a Aia va 6fo. OBN - Neie a Fee Fz -a ia e o.

B -J:na e Fa Sa a SOa -Lr o Ra.

ASSESSORA -mm Txa -ol Adja o � e Mlca ia a BA.

(2)

a n6s se aeenou, do os esulados, nu­ a exiêcia alene osiiva.

As endes sinas dese cumento n a cnção que a Efeagem Brsileia

enquno m ablho ofecido a a pu­

ço e fr. inca, eve gntir

a os a ASSISNCIA DE NR­

MAGM QUAICADA, iena e icos p­

a os usios e pa eus Srios ad­

s. Esa oo esá incu�da hoje, os

ncCpios efenidos elo Movieno a Re­

foa Sniia Basilea e em e� leia­

do a Nova Cosiição pova em 1988.

A l conjuna conia elo pojeo

-lieal a em crso, o r coneqên­

cis globais e es�icas na a de sade, peena m CNÁRIO desfavoável, que de­

ve er nisdo a qe e em s pioi­

es e esaégis e ção que bm m

ojeto PolCico da Enfagem Basilea qe consubsncie a coneção já explicitada elas enies ncionais de enfemagem.

felene, ao nr-e a situção da Enfagem, eiou-e a· discusso sobe a

quesão do Enfeeo, ela ausência de pre­ ennes do Pessoal e Nível Médio, o que li­ ia em pe a dicussão da pobleáica e ossíveis esaégias.

Ese dcento, oano, em como objei­ vo, eenr o Plano Conjunto e Deizes e Açes PolCicas do EEn possibilindo o de­ lhmeno e ação escica qe comee a a Enide.

ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL DA ENFERMEIRA

Os baixos slios obigm o oissionl a er is de um vnculo epegatício coo foma e sobevivência, duplicando e é ­ o riplicando sua jonda e blho, consie­ ndo pincipene o fao da ane pcela esa foça de blho ser constituída or mu­

ees. No nosso o esecico, a queso dos

sios chega a er ucial, devido a eus vl­ es iOS, viso qe os lios eve re­

onr a evida emuneo elo ho, onsider os ncípios de isonomia, em o

a qicação dos blhadoes.

A consatço eses faes em er

.. consideados oa como causa oa coo efeio, da esvaloção obevada no edo de ablho do seor.

A ipcisão de coneddo a práica a en­ feagem e or que o dizer a impeciso da sua unção no prcesso de rablho em sade, � consada não 56 no a a dia, como arav�s e esquisas, omand-se um onto crCico cum­ laivo essa a oblema.

ptou-se or apondr ese aseco, ela sua impoância, não 6 de cáer conjunl, s principaene, pela popia confnão is6ica do blho da efeea, nen­ tlmene elo lugr que esa cupa a divisão tcnica e scial do balho em sadde, e na ie­ rqização que e esaelce no pcesso de abalho da enfemagem (vrios agenes com fomações difeenciadas e clases scis

disin-. s) o que deeina não 6 elaçes cnicas s mtm de pder.

Desa foa, os eleenos esus e his6icos desse abho são aeendidos aavés das elçes cics e sciais que r e esaelcem. Ao esmo eo, concoe pa

ivileiou-se esa dicusão consideo . aravr essa "cisão" - copeendida e

-3 ndes s oblemas: ercdo e ba- silada ela caegoia como "indeição e lho, fão/capciação e orgção e pr- eu pael" - a foma coo esá orga a icipço s feeas no ablho as eni- pesção de eviços e sade do Pas, que

des. como vmos, conempla vias mies de

Mercado de Trabalho

O edo e ablho foi niso

-no or ef!ncia dois scos bsios: m

quniaivo, elaivo à ofea e eanda de en­ feos e ouo quiaivo, evido a hee­ geneie e áicas (niidl/coleiva, hos­ pialr/mbulaol, pdbico/ivdo) peene

a go dese do.

m elo a ofa e ea, os poble­ s nios o ona a esvloo cl a Fa e Tbho a Efeagem em gi, e a efea em piculr, que e ex­ essa nine r: bxos sios, jor­ a· exausiva, evão poissiol, beneí­ o e pcilo do coneMo da sua páica.

páicas.

A ande ioia dos enfeeos e ­ em s ies pdutoas de iços e sadde pdblicos ou ivados, hospis ou bulaois, cupndo osiçes e ceia e rviços, etes, uiddes, ouas. sa ­ seção ena a sua ação no balho, que � r pefeenciene aivies geencis, o que lhe confee m au de conole obe o balho edo e de popção dos es e das cicas.

No enno quae a a 'foção a en­ feea é cenda bsicene na pesção e ciddos. Além da quesão er ideol6gia, ois os efeeos são· pepdos pa o que "­ vim fzer" e o pra o que efetivmene fa­ zem, em confeido ao poissional ua

(3)

licção ica.

A enfegem enqnto m bho e o

no, a aividde concea, al, pdu iva, em que e efr a m objeo eed obe o qual o bho se plic. Ao o

eo, ese bho em m a a

e, que o nosso caso é esr ssisêcia à at e as essoas - individul e coleiv.

Com bae nessas consideçes e-e -lcao ão er nico o objeo e bho do enfeeos, fe a dives unçes que d semem - geenciais, educivs e e e tção de cuiddos - o que denda a éie e aiviades de conole - sueiso e o do ppio resso de bho.

Nese enido é ne e rgene a ­ cusso e o aoundeno sobe o objeo e abho das efeeas, em coo obe a r ganação do pesso de abho da enfe­ gem.

Por ouro lado, o nalisos a a e pdução de coneceno da efagm vei ios que ela é quae a ba ns ciên

cias biol6gics. unto a ea e ocen que á sustenaço s aivides que os enfe eos s m - s ciêas sciis cooenais one e enconm diciplina

como iso, plnejno, psicoloi

ouas -o á elão coeil ia.

Não se esá qendo com isso egr o v lor do conceno das ciêncis biol6gicas p a a foo e a áica dos enfeos. que queos é cr a aenção pa a ne sie e a nênca e uão e e cenes com o eu(s) objeo(s) de bho.

Assim é que udo isso em gdo nos e

fes a cise de idenide oissiona

que e dz r esoivo, inécia, no

picipção ns enies e clase, desine

e poissional, fendo com que muitos pc

em aisfação poissional em ous es e auaão.

Formação e Capacitação

Ta-e sne objeiva a dicuo es a poblea, fe a cosaaço e vios f es qe em r cosios exos e ­ nos à foo ecia a eea.

Um dos s nes z eio o

eene so e iio o n

não 6 e íel uir s m éív io, o qe m ndo.ir bls sua qio, fe a a4ia e ­ os e onoe e de e o, a oa e ne e ses os o ío nr no.

A ro e os e fm

'M. r a exsa o o

98377 e 08/11/89 que e a o de n­

r­ vs escoas m l e de eção e ­ sua nesside cl. se fo ore

o mém pa a eqico do eo, elo

o , la e coiçes ­ e aé eo io do o a ­ áica.

Nio nos ne 6 a esvlo

scil do abdor em sate e m cr

s da efae, conada e foa s ave

­ nos tlmos eos, o ue vm aelo a

­ evaão eolr e m iso no o no

e cndidos o vesibr, fr já ngo a

- oso, o s6 no Bl o m m

ouos paíes, tomnd-e m bla o 6

ncional como incionl.

Consiendo s queses ca ncion­

­ das, aaga-e de foa ave a conso ei­

a na anlise da a oblea "do e ­

bho", soe a cisão do conetdo a á­ ica do enfemeo, ede quno ee-e ­ que este ono ríico é confdo esecil­

­ ene no seu endo de foção poissiol,

o ois a Escola enquno peho ieol6ico do

r­ stado, em es duzido a magm b­

e . iva do enfe�o como pesdr e cos.

Assm é que a e s a ee s s

disciplinas ofecids no co do

a, e

ia a capcião pa esr cuidos, a­ ema bsane biolodo, individdo, em obvncia dos acos piiol6cos a­

O esse cuiddo. As disciplinas diidas a ­ s­ pcir na ea geecil o im a qui­ s icaço da orgção rganiço o eo e o.

As da a de ensino o dicuem a ecici­ ­ de da fção dos divesos aenes qe f­ l, zem enfagem, m edologias g6gi­ cs que asegem a ineço ensi-iço, ­ ou eja, a foaço no abho,

u­ O l poissional ão eoe s ­ ndas auais nem us do sisea e de e, em coldo no eo a ofa ­ quada e iniciene da foça e bho qu­ ida a caur co.

As ees olíis (e íia a

a áica, a nova ica ossiol) cnia

­ (clnica, ieiol6ica e saiva) e a

g6ica êm qe r ses, e q­

os er m novo elo e sia e

efeagem.

o, a sio sa a r a a a

el , ccsindo qe a oa o 6 em i­

a do a o e fr osiois, s

m6m e dr ne e e ci­

no ene· as s· eqs ­

- s, cne ao nível a P6ao. A o o oceno gdo a e níel o e r mio o e o -n2 so de ho a efm e o eeei-. B. .. BI, 45 (3):98-14. ll. 12 10 pivação

desepodo

(4)

o, al6m de er duzido muio ouco a a

e cnoloia ecica. Consa-e 6m a oa diwlgço' e uliço ese cnhci­ eno duido, ela iculde dos 6rgãos esonsáveis, a exeplo do Ceno e Pesquisa e femagem da Bn, que o conm om cos eos suicienes, er dos es­ fços eenvolidos juno a insiuiçes e equisa do Pals.

om eo o cesso e

duo

Con­ in�, nesi> a consne qcio dos enes qe fem enfeaem, e em ecl o eo, obv-e a diicldde e mpl­ ão e m oa ecco que gna a consne

ao.

Soa-e a ese fo a que exisência do Plno de Creia, Crgos e Slios que simule o afeiçento onnuo dos oissionais aav6s e a jusa avão do deenho.

A Óbleáica da Escço e da

siêcia esão r r enends como eli­ es objeivas.

m, enenendo que o r (insen­ o e bho) apeendido a foção deer­ a a hiequia e· cohecieno na di­

o do bho da enfagem, coo 6m o de per, fz-e ncessio ensr esa fr­ ção, o coo foa de ír esas ­

lçes de r, as como nessidde de c­ hcer e r cmeêncis eecics deno e a coosição cnol6gica de sade que gna ssisência de enfeagm pa tdos e fa esolutiva.

Organizaçã/Participação

É

eviene a desobilização e a fla de icipção os enfeeios a vida ds suas enides peenaivas. Consaa-e a Bn m eluxo e scios quies, que e eleva em ído de e olica (1984/86) ou do lcal e ço dos Cnessos Ncionis. n­ o o CON, er da ição do oissi­ l er obigaSa, os ddos eism a ia­ plência de % (cnquena r eno). m o a Fço Ncionl dos feeos ­

E e es escivos sindicos, obva-e

m oeno íio, não ó elo dilea basn­ e ngo e Sindicaos ó e feeos ou e fem, s ciene elo ovo

eno e eesuo da ao sin­ diclr mo e ie ou duo.

Vios faes ja dos corm a

epr esa sio, qe vi ee os bxos mos bios, a fo qiva, a cio o oneo a áia, a6 o fao e

r mr a e a os e exm a

oso, sno ea

oio

a ­

ia e , ea exisêa e 3 enies,

que em ese evem er nias elos enfeei­ os.

Essa qeso da esmobão ê ão pr­ icipção efeiva dos enfeeos s sus eni­ ddes, aer de o r fao novo, vem e aavando dia a a.

É

paene o eluxo do -veno scial s enfees -er e nun­

a er sio muio exessivo, pcipene em emos nuéicos, e a alide o er ri­ vléio nosso - o que icla sobeeia, a ondução r pe das enides, do eo

e obão e picipação olíica da

ca-goia. .

Conudo, s enies inenes do F6um vêm ndo epaços de dicusão sobe a páti­

a oissionl enquno m rablho, enen­ ndo as olíics ivaisas do ser, efen­ dendo inigeneene as coniçes e vida e e abaho da cegoria.

No enno, a ço ess enties o êm coneguido ner e muito enos pr a iulção efeiva com sus bses, e assim, ob­ er· o epldo ncessio e coneqüeneene picipço s vias açes e aies que vêm eenvolvendo.

CONJUNTURA ATUAL E PERSPECTIVAS

A ciee brasilea vive dese o e 10 sob o efeito as muças induzis elo Plno Bsil Novo, de oienção neo-li­

lo O eixo básico dessas mdnçs, a con­ enço da ilção - em ipmido a efor­ mulo pounda a conoa do Pas, om aves ecusses. na ida da clase a­ dra: eepego, dução dos ios, rivai­ zção dos erviços pdblicos e das epeas e­ ais.

Esses obleas enoam a ave ­

cesso no País, em deço, edo lguns conomiss, a a epesso conôica.

Alido a essas queses, é olda em á­ ica a efoma sraiva, com poosa e emissão e diponibilidde e 3l n­

cionios pdblicos fdeais, como eia a

cobaer o déicit pblico.

A ciede ssise a udo coo qe ôni­ ca e s6 ceça a eagir aavés dos vios m­ vienos evisas elados.

No eor a adde, as oss esão d­ cios pa o eor pblico e pa a aenção a. não consiea o eil epieiol6ico

a po, ão colca esaéias cas a

qeses oo, ene ous, o ne e a ­

sisêcia hospir, que o ones no

er pivo.

(5)

das "policas acionalizdoas".

O que e obeva é o folceno da endência à pivação do eor - hoje 3 1 mi­ lhes e leios são coeos elo eo pivdo de sa1de - cm a coneqüene desvl­ zção do eor pblico.

Coo e não basase, a geência é colca­ da como a solução a o caos dos iços e sa1de e os poissionais de sa1de, coo es­ onsáveis or ele.

Tudo isso vai de encono a poosa que defendeos, onde a oienção da orgo dos erviços de a1de - indisensável a efei­ vção do SUS - me a univide, a in­ alidade e a qüidade como ncípios noea­ does da assisência a sa1de da opulção. Pa que esas condiçes ejm endids é idis­ ensável o uncioneno de m sisema p1bi­ co e 1nico de sa1e, pa gnr cesso a t­

dos os níveis.

Nese enido, a nálise da conjuna con­ foma m enio desfavoável pa o enci­ nheno das nossas oosas, o is pra a iia dos badoes.

Soene a nossa organizção e iculção com os demais bdoes do etr fá com que eneneos eses novos velhos desios.

As enfneias e enfeeios pecism poundr rgeneene a discussão ca dos efeios do plno pa a a a1de, da du­ cço, da ciência, da nologia. E is, devem olir a queso, ando iiene e de foa insigene a efea dos iços p1-bicos de ae, a qlide da sssênca, da valo do bho da enfeagem, do di­ eito ao bho de mhes e asileios, do ensino p1bico e o. Em, lur or esas queses o m eio e ca e m

dever do Esdo.

DIRETRIZES

1 -ORGANIZAR A DIREÇÁO POÚTICA DO MOVIMENTO

S6 mobdos, rgdos e om sa

compeensão é que eos esisr o av­ ço da ivação do er a1e, do que o SUS e insicioe oo l a

ens pa obes.

PROPOSTAS E DIRETRIZES DE

AÇÃO

A e das s poblea no qe e ­ fe a Medo de Tbho, Foo e C­ cio, colca a o F6m s nis de nfeagem a esonsbe e a essie de çr dees cls e objeivs om o e­ ido de inefir esa lidae.

Assim, a eeia a, ou eja, quea e­

ene a Orgo e Picipo, st a r

ono undenal e eso exo ndr o

ojeo de Ação Políica s ns qe coem o F6.

A pir desa denição omou-e secl a dicussão em ponide o el e a

a das enides. Não que s es s ­

idades não ivesem ese oceno, s

essa nesside doeu a eeno e que o pincípio de ação conjuna eve r ­

ido, com elimição de s de eênca não s6 no que z eseio a cicie e

a enide, s pncipene, ea i­

ção de cos, conjugção e esfços e gência a solução dos obleas.

O enedeno geal é qe e a Bn o eenvolvieno cico cnico e ll b cegoia, o CON a zção o excí­ cio oissionl e aos Sndcaos a efea ds condiçes aiis de o (io, eios de bho). Ao eo eo sa els 3 eniddes a nção gl e fão a ­ ciência e obão olíia a e.

ESTRAT�GIA RESPONSABILIDAD!

- Organizar e consolidar o F6rum Nacional

de Entidades de Enfermagem. • Realizar reuniões bimensais;

- Fotalecer as Entidads den'vel nacional, etedual e regional.

- Asegurar a manutençlo polftla e inan­ eira das Entidades.

• Rever o Regimento Interno do F6rum;

• Produzir um Documento de açlo polftica.

• Criar e ou formalizar o F6rum Eadual daa Entidads de Enfermagem.

• Desenadear ampanha nacional de flliaçlc do 6rum as Entidades;

• Maner e aicular a reallzaçlo de eventol

nionais, regionais de Intereae da atego·

ria;

• programar e ralizar cursos elou emln'­

rios sobe "Inlclaao polftla";

. • Edar om egularidade a REBEn e os Bo· Itlns InOnatlvo das Entidads, Inteca· lando-os:

FNEEn

FNEEN

N&En

(6)

DIRETRIZES ESTRAT!GIA RESPONSAaiuDADE

2 -PRECISAR A FUNÇÃO DO ENFERMEIHO NO PROCESSO DE TRABALHO EM SAÚDE

a Elaborar documenos;

a' realizar Olclna de Tra',lho para dlnlAo de um m6dulo de U0;

Ofercer CU0 sp(lo;

a Incluir em odo. o. CU0. oecido. o

m6dulo deinido;

- Desencadear dlcullo nional obre o

promover debate. em n(vel E�ual e

Projeto de lei n! 189 ' . "rio, jornada Regional: de trabalho, aposenadoria), vlardo a ua

aprovaçAo. .

- Garantir no C6dlgo de �tl3 manl.mos a Incluir nas dlcu6es da reormulJo do de defesa das cond6es de trabalho. Ódigo, estes aspO .

- Assegurar a flcallzaçAo do Exercfclo Pro- '

fissional.

- Asegurar os direitos da mulher trabalha-e Paticipar das lutas por creche ..

dora. •

- Definir parâmtros de peaoal paa a área e Concluir os etudos em andamento.

hospitalar e ambulatorial.

- Institucionalizar a consulta de Enfermagem. a Definir dirtrizs;

3-TORNAR ERC�NTE E ADEQUADA A F ORMAÇÃO E A CAPACITAÇÃO DA ENFERMAGEM

e Realizar Seminários Regionais e Nacional

visando a redflnlçAo da prática do enfer­ meiro.

- Definir e implementar uma poltlca de edu- e Realizar Oficina de Trabalho para

elabo-cação continuada a nfvel da Entidade. ' raçAo do Projto;

e Aticular as Univesidade e o Mlnlt6rlo da

Salde;

e Ofercer curaos, seminários e outros em

áreas espcfflas.

- Criar comissão nacional de proflsionall- "AtlculaçAo com o Mlnlt6rlo da Salde e

zação dos atendentes. 'ÓrgAos Externos. .

- Aclarar a questão da especiallzaçAo na en- a Concluir os etudos sobre a R80luçAo

100

fermagem. . - Regitro de Especialitas e Projto de Re­

sidancla;

e criar grupos de estudo em áreas de Interes­ se espfflco;

a PoslçAo sobre Vlsltador Sanitário.

- Aprovar o novo Currfculo Mfnimo de Gra-

I

a Enaminhar ao Conselho Federal de Edu-duação.

I aÇA0 - CE

- Integrar as Escolas de Enfermagem. e Criar o órum de Ecolas de Enfermagem.

4 -GARANTIR PRODUÇÃO DO CONH ECIMENTO QUE TRADUZA IMPACTO NO TRABALHO DA ENFERMAGEM.

5 -DEFENDER A CONSTRUÇAO DE UM MODELO DE ATENÇÃO QUE ATENDA AS NECESSIDADES DA POPUAçÃO COM BASE NO PERFIL SÓCIO, ECONOMICO E EPIDEMIOLÓGICO.

- Aasegurar presança de enermeiro em 1 Paticipar da Plenária Nacional de Sa6de;

6rgAos deliberativos elou Coml6es e E.-

t

Paicipar do Con,lho Nacional da Sa6da tudos de formulaçAo e decido poll. e da IX Conerancla Nacional de Sa6de;

� Reivindiar palel�o de enermelroa em , In_nls de In� da goria nOI

Órglo, do Mlnl"lo da Sa6de (lNAMP\ I,

Mlnt6r10 da Sa6de, Fundlo Nacional ae Salde e ,OO)i

e ProdUzir dcumeno. e dirizs que ­

renclem o prao de dlcullo .obre a

qulo, nOl_ Eado.

103 R. B... fm., B. 45 (3):98-14, bV. 12.

ABEN FNEEn

ABEn ABEn

NE e AIEn

FNEEn

COFEN

ABEn

ABEn ABEn

ABEN e COEN

COFEN

ABEN FNEEn ABEn ABEn

FNEEn

ABEn FNEEn

FNE

ABEn e FNE

FNEEn

(7)

DIRETRIZES

6 - ASSEGURAR MECANISMOS DE

PROTEÇÃO AO TRABALHO DA ENFERMAGEM

ESTRAT�GIA

RESPONSABIUDADE

- Garantir a aprovaçio da Resoluçio nl

147-

Negociar e prssionar o Mlnl6r1o do Tra- FNE

da organlzaçlo Inernacional do Trabalho - balho e Congrsso Nacional para sua

apro-OIT pelo governo brasileiro. vçlo.

CONCLUSÃO

No que ne o objeio oso elo

En o r esa ica e Tbho, ou eja, e er a eéia e ção conjna s nies em no dos

as

ble­

s enendos ela eoa oje, co­ os qe o eso foi ido. Condo, es�

co ollia e picio s enies nenes do

FÓRM

eveá e conigr em

m bho efeivo,

m

níel e a ene, fce s sus escicies, e pciene a pleção do eso em níel esdl.

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Referências

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