PROJETO POLrTICO DA ENFERMAGEM BRASILEIRA •
INTRODUÇÃO
o Fóm Ncional e Enides e er agem - EEn foi cdo a r do o isso olíico ssido ela Deoia a ABn Ncionl (Moveno Picição), r enen der que a diveside de enides ncionis, exigia a icço de os e lua·qe eseiasse a auonoia e cda nide. m eunião da no a 9/12188 e dne o 412 Congeso Bleo de fem -CBEn em Belém-PA, foi legene foa da a sua cição, dne o no de 1989/10 eunies suessivs consubsancim o fole cmeno ee colegido.
O Colegido foi nicialene cooso ela Asscição Basilea e nfnagem - ABEn, Conelho Feel e fnagem - CON, Fdeaço Ncional dos nfeos - E e Repesenane do Movieno e Níel Mio. Conudo, m eunio da m jho e 10, deiou-e \ ela pcão a Uo Ncionl dos Tcnicos e Enfnagem - UNA m, coo enide foene peenaiva do essoal ar de enfnagem. Vios con vies fm feios no enio e vbr esa picipção, o6m é o oeno o foi efe a.
A pr de dos ese no (10) m a cise plia no eor ae e em plicr a efeagem fce a conjuna ci-olCica bsne advea e esfavoável os oenos sciais, o En, euiu-e em jho o eni do de r e dicuir a onjune e es ler dezes a lua fe a eaa dos pobles vivenciados ela clse. eliou e enão, r oa a Bn ela Ao de a Oicina e Tabho, om ss a -nr os eenes eses bls, a ienicação e esa6ias e o, a el ção de m ano Conjno e zes P( icas de Ação.
Assim é qe no rído e 29 a 31 e go o de 10 ms a Oa e ho a sde a ABn Nciol, m Bs-DF, m os egines bjeivos:
1 - evnr e r os cs
-bles a eem o Ps, rno:
a) a sio al m s e do e bho;
b) a sião al a o e esl e nível sueir, io e eleenr;
c) a sio al do eso de oi ço e pico, iso é, os obls e ciondos com a ão s enides eeni s;
d) inene, a sição al em os s conees a o ael do el e feagem na consuço do Sisea Únio e Sadde e na rgjzço do elo e eo à sae a pio.
2 - Dicur o conexo l e s sci
vs e eoienço s olCias e ade e a orgjzção e eo e eiços, cnsi ndo:
a) conexo gel: e coia, onj a olCica m íel ciol e edl;
b) conexo escico: sio e de o Bsl, ol.cs e dees em sadde - ojeo -lieal, conevdor e esa;
c) conexo singr: sio a enf em, escivs e eios.
3 -Fonr osa de ção olCica con jna, iscur sa bie e er m poa e ção que onple a ibiço e eonsbilides a o e io os e e s vias enies ooenes do E.
A Oicina de Tho foi da bu cnd-e execir a cdo enfque -co sicionl, iene eeno a lia ene soe ejeno e Sae. Pa so, convios a sesr os i cines a Oicina e Tbho a o! n exea do peno e Mca ee iva a UBA.
Asm é qe aos em m eo oeno a e a io, m eia a
so (s) (s)-ováel(eâ), ei
ndo sies objeivs a m es,
a om e a o SRAGICA r
a aa si� bjeiva, fr
PROSTs DE AÇÁO OICA s n�
es, a o e o o.
O eido ofqe r a eiva "n e" m qe m sido o a .. a
de, o os e!8 a e
o eu eo m ho a-e, o qe
1 . . •
• Oica e To Ia m Ba m 29, 30 e 300 -DF.
BBn -Sea a Pa FII e BI -Nr FAio a SOa - a Aia va 6fo. OBN - Neie a Fee Fz -a ia e o.
B -J:na e Fa Sa a SOa -Lr o Ra.
ASSESSORA -mm Txa -ol Adja o � e Mlca ia a BA.
a n6s se aeenou, do os esulados, nu a exiêcia alene osiiva.
As endes sinas dese cumento n a cnção que a Efeagem Brsileia
enquno m ablho ofecido a a pu
ço e fr. inca, eve gntir
a os a ASSISNCIA DE NR
MAGM QUAICADA, iena e icos p
a os usios e pa eus Srios ad
s. Esa oo esá incu�da hoje, os
ncCpios efenidos elo Movieno a Re
foa Sniia Basilea e em e� leia
do a Nova Cosiição pova em 1988.
A l conjuna conia elo pojeo
-lieal a em crso, o r coneqên
cis globais e es�icas na a de sade, peena m CNÁRIO desfavoável, que de
ve er nisdo a qe e em s pioi
es e esaégis e ção que bm m
ojeto PolCico da Enfagem Basilea qe consubsncie a coneção já explicitada elas enies ncionais de enfemagem.
felene, ao nr-e a situção da Enfagem, eiou-e a· discusso sobe a
quesão do Enfeeo, ela ausência de pre ennes do Pessoal e Nível Médio, o que li ia em pe a dicussão da pobleáica e ossíveis esaégias.
Ese dcento, oano, em como objei vo, eenr o Plano Conjunto e Deizes e Açes PolCicas do EEn possibilindo o de lhmeno e ação escica qe comee a a Enide.
ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL DA ENFERMEIRA
Os baixos slios obigm o oissionl a er is de um vnculo epegatício coo foma e sobevivência, duplicando e é o riplicando sua jonda e blho, consie ndo pincipene o fao da ane pcela esa foça de blho ser constituída or mu
ees. No nosso o esecico, a queso dos
sios chega a er ucial, devido a eus vl es iOS, viso qe os lios eve re
onr a evida emuneo elo ho, onsider os ncípios de isonomia, em o
a qicação dos blhadoes.
A consatço eses faes em er
.. consideados oa como causa oa coo efeio, da esvaloção obevada no edo de ablho do seor.
A ipcisão de coneddo a práica a en feagem e or que o dizer a impeciso da sua unção no prcesso de rablho em sade, � consada não 56 no a a dia, como arav�s e esquisas, omand-se um onto crCico cum laivo essa a oblema.
ptou-se or apondr ese aseco, ela sua impoância, não 6 de cáer conjunl, s principaene, pela popia confnão is6ica do blho da efeea, nen tlmene elo lugr que esa cupa a divisão tcnica e scial do balho em sadde, e na ie rqização que e esaelce no pcesso de abalho da enfemagem (vrios agenes com fomações difeenciadas e clases scis
disin-. s) o que deeina não 6 elaçes cnicas s mtm de pder.
Desa foa, os eleenos esus e his6icos desse abho são aeendidos aavés das elçes cics e sciais que r e esaelcem. Ao esmo eo, concoe pa
ivileiou-se esa dicusão consideo . aravr essa "cisão" - copeendida e
-3 ndes s oblemas: ercdo e ba- silada ela caegoia como "indeição e lho, fão/capciação e orgção e pr- eu pael" - a foma coo esá orga a icipço s feeas no ablho as eni- pesção de eviços e sade do Pas, que
des. como vmos, conempla vias mies de
Mercado de Trabalho
O edo e ablho foi niso
-no or ef!ncia dois scos bsios: m
quniaivo, elaivo à ofea e eanda de en feos e ouo quiaivo, evido a hee geneie e áicas (niidl/coleiva, hos pialr/mbulaol, pdbico/ivdo) peene
a go dese do.
m elo a ofa e ea, os poble s nios o ona a esvloo cl a Fa e Tbho a Efeagem em gi, e a efea em piculr, que e ex essa nine r: bxos sios, jor a· exausiva, evão poissiol, beneí o e pcilo do coneMo da sua páica.
páicas.
A ande ioia dos enfeeos e em s ies pdutoas de iços e sadde pdblicos ou ivados, hospis ou bulaois, cupndo osiçes e ceia e rviços, etes, uiddes, ouas. sa seção ena a sua ação no balho, que � r pefeenciene aivies geencis, o que lhe confee m au de conole obe o balho edo e de popção dos es e das cicas.
No enno quae a a 'foção a en feea é cenda bsicene na pesção e ciddos. Além da quesão er ideol6gia, ois os efeeos são· pepdos pa o que " vim fzer" e o pra o que efetivmene fa zem, em confeido ao poissional ua
licção ica.
A enfegem enqnto m bho e o
no, a aividde concea, al, pdu iva, em que e efr a m objeo eed obe o qual o bho se plic. Ao o
eo, ese bho em m a a
e, que o nosso caso é esr ssisêcia à at e as essoas - individul e coleiv.
Com bae nessas consideçes e-e -lcao ão er nico o objeo e bho do enfeeos, fe a dives unçes que d semem - geenciais, educivs e e e tção de cuiddos - o que denda a éie e aiviades de conole - sueiso e o do ppio resso de bho.
Nese enido é ne e rgene a cusso e o aoundeno sobe o objeo e abho das efeeas, em coo obe a r ganação do pesso de abho da enfe gem.
Por ouro lado, o nalisos a a e pdução de coneceno da efagm vei ios que ela é quae a ba ns ciên
cias biol6gics. unto a ea e ocen que á sustenaço s aivides que os enfe eos s m - s ciêas sciis cooenais one e enconm diciplina
como iso, plnejno, psicoloi
ouas -o á elão coeil ia.
Não se esá qendo com isso egr o v lor do conceno das ciêncis biol6gicas p a a foo e a áica dos enfeos. que queos é cr a aenção pa a ne sie e a nênca e uão e e cenes com o eu(s) objeo(s) de bho.
Assim é que udo isso em gdo nos e
fes a cise de idenide oissiona
que e dz r esoivo, inécia, no
picipção ns enies e clase, desine
e poissional, fendo com que muitos pc
em aisfação poissional em ous es e auaão.
Formação e Capacitação
Ta-e sne objeiva a dicuo es a poblea, fe a cosaaço e vios f es qe em r cosios exos e nos à foo ecia a eea.
Um dos s nes z eio o
eene so e iio o n
não 6 e íel uir s m éív io, o qe m ndo.ir bls sua qio, fe a a4ia e os e onoe e de e o, a oa e ne e ses os o ío nr no.
A ro e os e fm
'M. r a exsa o o
98377 e 08/11/89 que e a o de n
r vs escoas m l e de eção e sua nesside cl. se fo ore
o mém pa a eqico do eo, elo
o , la e coiçes e aé eo io do o a áica.
Nio nos ne 6 a esvlo
scil do abdor em sate e m cr
s da efae, conada e foa s ave
nos tlmos eos, o ue vm aelo a
evaão eolr e m iso no o no
e cndidos o vesibr, fr já ngo a
- oso, o s6 no Bl o m m
ouos paíes, tomnd-e m bla o 6
ncional como incionl.
Consiendo s queses ca ncion
das, aaga-e de foa ave a conso ei
a na anlise da a oblea "do e
bho", soe a cisão do conetdo a á ica do enfemeo, ede quno ee-e que este ono ríico é confdo esecil
ene no seu endo de foção poissiol,
o ois a Escola enquno peho ieol6ico do
r stado, em es duzido a magm b
e . iva do enfe�o como pesdr e cos.
Assm é que a e s a ee s s
disciplinas ofecids no co do
a, e
ia a capcião pa esr cuidos, a ema bsane biolodo, individdo, em obvncia dos acos piiol6cos a
O esse cuiddo. As disciplinas diidas a s pcir na ea geecil o im a qui s icaço da orgção rganiço o eo e o.
As da a de ensino o dicuem a ecici de da fção dos divesos aenes qe f l, zem enfagem, m edologias g6gi cs que asegem a ineço ensi-iço, ou eja, a foaço no abho,
u O l poissional ão eoe s ndas auais nem us do sisea e de e, em coldo no eo a ofa quada e iniciene da foça e bho qu ida a caur co.
As ees olíis (e íia a
a áica, a nova ica ossiol) cnia
(clnica, ieiol6ica e saiva) e a
g6ica êm qe r ses, e q
os er m novo elo e sia e
efeagem.
o, a sio sa a r a a a
el , ccsindo qe a oa o 6 em i
a do a o e fr osiois, s
m6m e dr ne e e ci
no ene· as s· eqs
- s, cne ao nível a P6ao. A o o oceno gdo a e níel o e r mio o e o -n2 so de ho a efm e o eeei-. B. .. BI, 45 (3):98-14. ll. 12 10 pivação
desepodo
o, al6m de er duzido muio ouco a a
e cnoloia ecica. Consa-e 6m a oa diwlgço' e uliço ese cnhci eno duido, ela iculde dos 6rgãos esonsáveis, a exeplo do Ceno e Pesquisa e femagem da Bn, que o conm om cos eos suicienes, er dos es fços eenvolidos juno a insiuiçes e equisa do Pals.
om eo o cesso e
duo
Con in�, nesi> a consne qcio dos enes qe fem enfeaem, e em ecl o eo, obv-e a diicldde e mpl ão e m oa ecco que gna a consneao.
Soa-e a ese fo a que exisência do Plno de Creia, Crgos e Slios que simule o afeiçento onnuo dos oissionais aav6s e a jusa avão do deenho.A Óbleáica da Escço e da
R
siêcia esão r r enends como eli es objeivas.m, enenendo que o r (insen o e bho) apeendido a foção deer a a hiequia e· cohecieno na di
o do bho da enfagem, coo 6m o de per, fz-e ncessio ensr esa fr ção, o coo foa de ír esas
lçes de r, as como nessidde de c hcer e r cmeêncis eecics deno e a coosição cnol6gica de sade que gna ssisência de enfeagm pa tdos e fa esolutiva.
Organizaçã/Participação
É
eviene a desobilização e a fla de icipção os enfeeios a vida ds suas enides peenaivas. Consaa-e a Bn m eluxo e scios quies, que e eleva em ído de e olica (1984/86) ou do lcal e ço dos Cnessos Ncionis. n o o CON, er da ição do oissi l er obigaSa, os ddos eism a ia plência de % (cnquena r eno). m o a Fço Ncionl dos feeos E e es escivos sindicos, obva-e
m oeno íio, não ó elo dilea basn e ngo e Sindicaos ó e feeos ou e fem, s ciene elo ovo
eno e eesuo da ao sin diclr mo e ie ou duo.
Vios faes ja dos corm a
epr esa sio, qe vi ee os bxos mos bios, a fo qiva, a cio o oneo a áia, a6 o fao e
r mr a e a os e exm a
oso, sno ea
oio
a ia e , ea exisêa e 3 enies,
que em ese evem er nias elos enfeei os.
Essa qeso da esmobão ê ão pr icipção efeiva dos enfeeos s sus eni ddes, aer de o r fao novo, vem e aavando dia a a.
É
paene o eluxo do -veno scial s enfees -er e nuna er sio muio exessivo, pcipene em emos nuéicos, e a alide o er ri vléio nosso - o que icla sobeeia, a ondução r pe das enides, do eo
e obão e picipação olíica da
ca-goia. .
Conudo, s enies inenes do F6um vêm ndo epaços de dicusão sobe a páti
a oissionl enquno m rablho, enen ndo as olíics ivaisas do ser, efen dendo inigeneene as coniçes e vida e e abaho da cegoria.
No enno, a ço ess enties o êm coneguido ner e muito enos pr a iulção efeiva com sus bses, e assim, ob er· o epldo ncessio e coneqüeneene picipço s vias açes e aies que vêm eenvolvendo.
CONJUNTURA ATUAL E PERSPECTIVAS
A ciee brasilea vive dese o e 10 sob o efeito as muças induzis elo Plno Bsil Novo, de oienção neo-li
lo O eixo básico dessas mdnçs, a con enço da ilção - em ipmido a efor mulo pounda a conoa do Pas, om aves ecusses. na ida da clase a dra: eepego, dução dos ios, rivai zção dos erviços pdblicos e das epeas e ais.
Esses obleas enoam a ave
cesso no País, em deço, edo lguns conomiss, a a epesso conôica.
Alido a essas queses, é olda em á ica a efoma sraiva, com poosa e emissão e diponibilidde e 3l n
cionios pdblicos fdeais, como eia a
cobaer o déicit pblico.
A ciede ssise a udo coo qe ôni ca e s6 ceça a eagir aavés dos vios m vienos evisas elados.
No eor a adde, as oss esão d cios pa o eor pblico e pa a aenção a. não consiea o eil epieiol6ico
a po, ão colca esaéias cas a
qeses oo, ene ous, o ne e a
sisêcia hospir, que o ones no
er pivo.
das "policas acionalizdoas".
O que e obeva é o folceno da endência à pivação do eor - hoje 3 1 mi lhes e leios são coeos elo eo pivdo de sa1de - cm a coneqüene desvl zção do eor pblico.
Coo e não basase, a geência é colca da como a solução a o caos dos iços e sa1de e os poissionais de sa1de, coo es onsáveis or ele.
Tudo isso vai de encono a poosa que defendeos, onde a oienção da orgo dos erviços de a1de - indisensável a efei vção do SUS - me a univide, a in alidade e a qüidade como ncípios noea does da assisência a sa1de da opulção. Pa que esas condiçes ejm endids é idis ensável o uncioneno de m sisema p1bi co e 1nico de sa1e, pa gnr cesso a t
dos os níveis.
Nese enido, a nálise da conjuna con foma m enio desfavoável pa o enci nheno das nossas oosas, o is pra a iia dos badoes.
Soene a nossa organizção e iculção com os demais bdoes do etr fá com que eneneos eses novos velhos desios.
As enfneias e enfeeios pecism poundr rgeneene a discussão ca dos efeios do plno pa a a a1de, da du cço, da ciência, da nologia. E is, devem olir a queso, ando iiene e de foa insigene a efea dos iços p1-bicos de ae, a qlide da sssênca, da valo do bho da enfeagem, do di eito ao bho de mhes e asileios, do ensino p1bico e o. Em, lur or esas queses o m eio e ca e m
dever do Esdo.
DIRETRIZES
1 -ORGANIZAR A DIREÇÁO POÚTICA DO MOVIMENTO
S6 mobdos, rgdos e om sa
compeensão é que eos esisr o av ço da ivação do er a1e, do que o SUS e insicioe oo l a
ens pa obes.
PROPOSTAS E DIRETRIZES DE
AÇÃO
A e das s poblea no qe e fe a Medo de Tbho, Foo e C cio, colca a o F6m s nis de nfeagem a esonsbe e a essie de çr dees cls e objeivs om o e ido de inefir esa lidae.
Assim, a eeia a, ou eja, quea e
ene a Orgo e Picipo, st a r
ono undenal e eso exo ndr o
ojeo de Ação Políica s ns qe coem o F6.
A pir desa denição omou-e secl a dicussão em ponide o el e a
a das enides. Não que s es s
idades não ivesem ese oceno, s
essa nesside doeu a eeno e que o pincípio de ação conjuna eve r
ido, com elimição de s de eênca não s6 no que z eseio a cicie e
a enide, s pncipene, ea i
ção de cos, conjugção e esfços e gência a solução dos obleas.
O enedeno geal é qe e a Bn o eenvolvieno cico cnico e ll b cegoia, o CON a zção o excí cio oissionl e aos Sndcaos a efea ds condiçes aiis de o (io, eios de bho). Ao eo eo sa els 3 eniddes a nção gl e fão a ciência e obão olíia a e.
ESTRAT�GIA RESPONSABILIDAD!
- Organizar e consolidar o F6rum Nacional
de Entidades de Enfermagem. • Realizar reuniões bimensais;
- Fotalecer as Entidads den'vel nacional, etedual e regional.
- Asegurar a manutençlo polftla e inan eira das Entidades.
• Rever o Regimento Interno do F6rum;
• Produzir um Documento de açlo polftica.
• Criar e ou formalizar o F6rum Eadual daa Entidads de Enfermagem.
• Desenadear ampanha nacional de flliaçlc do 6rum as Entidades;
• Maner e aicular a reallzaçlo de eventol
nionais, regionais de Intereae da atego·
ria;
• programar e ralizar cursos elou emln'
rios sobe "Inlclaao polftla";
. • Edar om egularidade a REBEn e os Bo· Itlns InOnatlvo das Entidads, Inteca· lando-os:
FNEEn
FNEEN
N&En
DIRETRIZES ESTRAT!GIA RESPONSAaiuDADE
2 -PRECISAR A FUNÇÃO DO ENFERMEIHO NO PROCESSO DE TRABALHO EM SAÚDE
a Elaborar documenos;
a' realizar Olclna de Tra',lho para dlnlAo de um m6dulo de U0;
�
Ofercer CU0 sp(lo;a Incluir em odo. o. CU0. oecido. o
m6dulo deinido;
- Desencadear dlcullo nional obre o
�
promover debate. em n(vel E�ual eProjeto de lei n! 189 ' . "rio, jornada Regional: de trabalho, aposenadoria), vlardo a ua
aprovaçAo. .
- Garantir no C6dlgo de �tl3 manl.mos a Incluir nas dlcu6es da reormulJo do de defesa das cond6es de trabalho. Ódigo, estes aspO .
- Assegurar a flcallzaçAo do Exercfclo Pro- '
fissional.
- Asegurar os direitos da mulher trabalha-e Paticipar das lutas por creche ..
dora. •
- Definir parâmtros de peaoal paa a área e Concluir os etudos em andamento.
hospitalar e ambulatorial.
- Institucionalizar a consulta de Enfermagem. a Definir dirtrizs;
3-TORNAR ERC�NTE E ADEQUADA A F ORMAÇÃO E A CAPACITAÇÃO DA ENFERMAGEM
e Realizar Seminários Regionais e Nacional
visando a redflnlçAo da prática do enfer meiro.
- Definir e implementar uma poltlca de edu- e Realizar Oficina de Trabalho para
elabo-cação continuada a nfvel da Entidade. ' raçAo do Projto;
e Aticular as Univesidade e o Mlnlt6rlo da
Salde;
e Ofercer curaos, seminários e outros em
áreas espcfflas.
- Criar comissão nacional de proflsionall- "AtlculaçAo com o Mlnlt6rlo da Salde e
zação dos atendentes. 'ÓrgAos Externos. .
- Aclarar a questão da especiallzaçAo na en- a Concluir os etudos sobre a R80luçAo
100
fermagem. . - Regitro de Especialitas e Projto de Residancla;
e criar grupos de estudo em áreas de Interes se espfflco;
a PoslçAo sobre Vlsltador Sanitário.
- Aprovar o novo Currfculo Mfnimo de Gra-
I
a Enaminhar ao Conselho Federal de Edu-duação.I aÇA0 - CE
- Integrar as Escolas de Enfermagem. e Criar o órum de Ecolas de Enfermagem.
4 -GARANTIR PRODUÇÃO DO CONH ECIMENTO QUE TRADUZA IMPACTO NO TRABALHO DA ENFERMAGEM.
5 -DEFENDER A CONSTRUÇAO DE UM MODELO DE ATENÇÃO QUE ATENDA AS NECESSIDADES DA POPUAçÃO COM BASE NO PERFIL SÓCIO, ECONOMICO E EPIDEMIOLÓGICO.
- Aasegurar presança de enermeiro em 1 Paticipar da Plenária Nacional de Sa6de;
6rgAos deliberativos elou Coml6es e E.-
t
Paicipar do Con,lho Nacional da Sa6da tudos de formulaçAo e decido poll. e da IX Conerancla Nacional de Sa6de;� Reivindiar palel�o de enermelroa em , In_nls de In� da goria nOI
Órglo, do Mlnl"lo da Sa6de (lNAMP\ I,
Mlnt6r10 da Sa6de, Fundlo Nacional ae Salde e ,OO)i
e ProdUzir dcumeno. e dirizs que
renclem o prao de dlcullo .obre a
qulo, nOl_ Eado.
103 R. B... fm., B. 45 (3):98-14, bV. 12.
ABEN FNEEn
ABEn ABEn
NE e AIEn
FNEEn
COFEN
ABEn
ABEn ABEn
ABEN e COEN
COFEN
ABEN FNEEn ABEn ABEn
FNEEn
ABEn FNEEn
FNE
ABEn e FNE
FNEEn
DIRETRIZES
6 - ASSEGURAR MECANISMOS DE
PROTEÇÃO AO TRABALHO DA ENFERMAGEM
ESTRAT�GIA
RESPONSABIUDADE
- Garantir a aprovaçio da Resoluçio nl
147-
Negociar e prssionar o Mlnl6r1o do Tra- FNEda organlzaçlo Inernacional do Trabalho - balho e Congrsso Nacional para sua
apro-OIT pelo governo brasileiro. vçlo.
CONCLUSÃO
No que ne o objeio oso elo
En o r esa ica e Tbho, ou eja, e er a eéia e ção conjna s nies em no dos
as
bles enendos ela eoa oje, co os qe o eso foi ido. Condo, es�
co ollia e picio s enies nenes do
FÓRM
eveá e conigr emm bho efeivo,
m
níel e a ene, fce s sus escicies, e pciene a pleção do eso em níel esdl.O oeno é cóico e em sido s s que os salos quiivos o os. Pno, esa-nos falr o En, pleen-Io nos Esdos, coo foa ivlega e ga ção e obção a caega.
BIBLIOGRAFIA
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