Temas Atuais do -
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_,.
MINISTERIO _,.
PUBLICO
6ª edição
2016
IJI ~
fa.sPODIVMEDITORA
www.editorajuspodivm.com .br
1t1 fasPODIVM EDITORA
www.editorajuspodivm.com.br
Rua Mato Grosso, 175 - Pituba, CEP: 41830-151 - Salvador - Bahia Tel: (71) 3363-8617 / Fax: (71) 3363-5050
• E-mail: [email protected] Copyright: Edições JusPODIVM
Conselho Editorial: Eduardo Viana Portela Neves, Dirley da Cunha Jr., Leonardo de Medeiros Garcia, Fredie Didier Jr., José Henrique Mouta, José Marcelo Vigliar, Marcos Ehrhardt Júnior, Nestor Távora, Robério Nunes Filho, Roberval Rocha Ferreira Filho, Rodolfo Pamplona Filho, Rodrigo Reis Mazzei e Rogério Sanches Cunha.
Capa: Ana Caquetti
M665 Ministério Público / organizadores Cristiano Chaves de Farias, Leonardo Barreto Moreira Alves e Nelson Rosenvald - 6. ed. totalmente reformulada - Salvador: Juspodivm, 2016.
1.392 p. (Temas Atuais) Vários autores
Bibliografia
ISBN 978-85-442-0651-5
1. Direito Processual Penal. 2. Ministério Público. 1. Título.
Todos os direitos desta edição reservados à Edições JusPODIVM.
CDD 341.43
É terminantemente proibida a reprodução total ou parcial desta obra, por qualquer meio ou processo, sem a expressa autorização do autor e da Edições JusPODIVM. A violação dos direitos autorais caracteriza crime descrito na legislação em vigor, sem prejuízo das sanções civis cabíveis.
refutados no discurso rotina das Faculdades que a máxima, segun- didade inevitável.
Jem delineado e majo- o perfil do Ministério ado e tão bem organi- . União.
ística e intelectual (te- nsere o Ministério Pú-
e voltado para o reco- s, pondo a descoberto et, institucionalmente usos, interindividuais,
·ão das políticas inter- os direitos fundamen-
10 não poderia deixar 1. A obra, do ponto de ra quaisquer estudio-
1 como um prenúncio ela excelência dos au-
o Pacelli de Oliveira
Mestre e Doutor em Direito.
ipública no Distrito Federal.
1.
1.
2.
3.
4.
5.
6.
2.
1.
2.
SUMÁRIO
PARTE I
ÁREA INSTITUCIONAL
20 ANOS DE CONSTITUIÇÃO: O NOVO MINISTÉRIO PÚBLICO E
SUAS PERSPECTIVAS NO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO... 39 Carlos Roberto de C. jatahy
Introdução... 39 Breves considerações sobre o Estado Democrático de Direito ... 40 A instituição do Estado Moderno e suas transformações: do absolutis-
mo até o Estado Democrático de Direito... 41 O Ministério Público e o Estado Democrático de Direito. Novas fun-
ções para um velho conhecido: O Agente de Transformação Social... 43 Perspectivas e Desafios para o Século XXI. Propostas para aperfeiçoar
a atuação do Ministério Público... 48 Conclusão... 52 O MINISTÉRIO PÚBLICO NO NEOCONSTITUCIONALISMO: PERFIL
CONSTITUCIONAL E ALGUNS FATORES DE AMPLIAÇÃO DE SUA LE-
GITIMAÇÃO SOCIAL... 55 Gregório Assagra de Almeida
Introdução... 56 Neoconstitucionalismo -Algumas reflexões... 57 2.1. Pós-positivismo jurídico e o neoconstitucionalismo ... 57 2.2. Neoconstitucionalismo e a nova summa divisio adotada na
CR/1988... 63 3. Algumas diretrizes do neoconstitucionalismo no novo perfil constitu-
cional do Ministério Público Brasileiro... 65 3.1. O Ministério Público brasileiro na Constituição Federal de 1988,
sua natureza institucional e a multifuncionalidade dos direitos
e das garantias constitucionais fundamentais... 65
3.2. Os dois modelos constitucionais do Ministério Público brasilei-
ro: o demandista e o resolutivo... 72 3.3. Do Ministério Público como custos legis para o Ministério Pú-
blico como custos societatis ( custos juris) e guardião da ordem
jurídica... 74 3.4. Algumas diretrizes interpretativas das atribuições e garantias
constitucionais do Ministério Público... 78 3.5. O Ministério Público e as suas atribuições e garantias constitu-
. cionais como cláusulas pétreas (superconstitucionais)... 79 3.5.1. O papel constitucional das cláusulas pétreas ... 79 3.5.2. O Ministério Público como cláusula pétrea ... 81 3.5.3. Os princípios, as atribuições e as garantias constitu-
cionais do Ministério Público como cláusulas pétreas (superconstitucionais): a impossibilidade de sua elimi-
nação ou restrição e a possibilidade de sua ampliação... 82 4. Alguns fatores constitucionais de ampliação da legitimação social do
Ministério Público... 84 4.1. A importância da preocupação com a legitimação social do Mi-
nistério Público... 84 4.2. Priorização da atuação preventiva... 84 4.3. Exercício da função pedagógica da cidadania: um compromisso
constitucional social do Ministério Público (arts. 1
º,
parágrafoúnico, 3º, 6º, 127, caput, e 205 da CF /88) ... 87 4.4. Realização periódica de Audiências Públicas ... 88 4.5. Combate articulado e sistematizado das causas geradoras de
desigualdades sociais (art. 3º e art. 127, caput, da CF): da perí- cia para as estatísticas e indicadores sociais - necessidade de
planejamento institucional e fiscalização orçamentária... 95 4.6. Provocação articulada e sistematizada do controle jurisdicional
(abstrato/concentrado e difuso/incidental) e extrajurisdicional
da constitucionalidade... 99 4.7. Ampliação e estruturação do modelo do Ministério Público re-
solutivo: necessidade de sistematização e maior investimento
na atuação extrajurisdicional... 101 4.8. Atuação vinculada à especificação funcional da Instituição... 101 4.9. Acompanhamento da tramitação processual e a fiscalização da
execução dos provimentos jurisdicionais... 102 4.10. Adequação da independência funcional do órgão do Ministério
Público ao planejamento funcional estratégico da Instituição... 103
íblico brasilei- Ministério Pú- dião da ordem
·,es e garantias ntias constitu- mais) ... . reas ... .
~a ... . 11tias constitu- 11sulas pétreas e de sua elimi- ua ampliação ...
ação social do
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compromisso , 111, parágrafo
geradoras de a CF): da perí- ecessidade de 11tária ... ..
e jurisdicional ajurisdicional io Público re-
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72
74 78 79 79 81
82 84 84 84
87 88
95
99
101 101 102 103
4.11. Formação humanista, multidisciplinar e interdisciplinar dos membros e servidores do Ministério Público ... . 4.12. Revisitação da atuação como órgão interveniente no processo
civil com base na teoria dos direitos e garantias constitucionais fundamentais ... . 4.13. Utilização dos projetos sociais como novos mecanismos de atu-
ação da Instituição ... . 5. Incentivo à autocomposição no âmbito do Ministério Público: nego-
ciação,·mediação, conciliação e práticas restaurativos como legítimas técnicas para a atuação do Ministério Público como Instituição de
104
106 107
Acesso à Justiça... 109 6. Conclusões... 118 7. Referências... 120 3. O MINISTÉRIO PÚBLICO E A VINCULAÇÃO DOS PARTICULARES
AOS DIREITOS FUNDAMENTAIS SOCIAIS... 125 Nelson Rosenvald
1. Introdução ... . 2. O Direito Civil na feição liberal ... ..
3. A humanização do Direito Civil ... . 4. A eficácia dos direitos fundamentais nas relações privadas ... ..
5. O mínimo existencial ... . 6. O mínimo existencial e os direitos sociais ... ..
7. A privatização dos espaços públicos ... . 8. A vinculação dos particulares aos direitos sociais ... . 9. O Ministério Público e o acesso à justiça ... . 10. A atuação do Ministério Público em prol dos direitos sociais ... ..
11. O Ministério Público e o poder privado ... ..
12. Conclusão ... . 13. Referências bibliográficas ... . 4. REFLEXOS PROCESSUAIS DOS PRINCÍPIOS INSTITUCIONAIS DA
UNIDADE E DA INDIVISIBILIDADE - REVISITANDO AS ATRIBUI- ÇÕES DOS ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO BRA- SILEIRO ... .
Marcelo Zenkner
1. As fases evolutivas do Ministério Público no Brasil ... .
125 126 128 130 132 134 137 139 145 147 151 156 157
161
161
2. Breves considerações acerca do Direito Constitucional Processual... 165
3. Unidade da instituição Ministério Público... 166
4. Indivisibilidade da atividade processual institucional... 170
4.1. Atuação de mais de um órgão do Ministério Público em um mesmo processo, na mesma instância, mas com funções dife- rentes... 173
4.2. Atuação de mais de um órgão do Ministério Público durante a tramitação de um mesmo processo, mas em instâncias diferen- tes ( atuação recursai)... 17 6 4.3. A verdadeira natureza da atuação dos órgãos do Ministério Pú- blico em instâncias diferentes... 178
4.4. Repercussões processuais do entendimento consagrado no Su- premo Tribunal Federal - uma análise preliminar... 182
5. Conclusões... 185
5. O MINISTÉRIO PÚBLICO NA TRANSIÇÃO DEMOCRÁTICA... 187
Hugo Nigro Mazzilli 6. PRINCÍPIOS INSTITUCIONAIS DO MINISTÉRIO PÚBLICO BRASI- LEIRO... 211
Hugo Nigro Mazzilli 1. Introdução... 211
2. O princípio da unidade e a independência funcional... 217
3. O princípio hierárquico... 221
4. A atuação uniforme da instituição... 224
5. A reestruturação institucional... 225
6. Os planos de atuação funcional... 226
7. As recomendações de atuação funcional do CNMP ... 229
8. Conclusão... 233
9. Bibliografia... 233
7. PARA ONDE CAMINHA O MINISTÉRIO PÚBLICO? UM NOVO PARA- DIGMA: RACIONALIZAR, REGIONALIZAR E REESTRUTURAR PARA ASSUMIR A IDENTIDADE CONSTITUCIONAL... 235
Márcio Soares Berclaz e Millen Castro Medeiros de Moura 1. Introdução... 235
2. Desenvolvimento... 237
2.1. Racionalização de atribuições como forma de incrementar a efi- ciência na atuação ministerial... 237
Processual ...
~úblico em um n funções dife- blico durante a tâncias diferen-
1 Ministério Pú- 1sagrado no Su-
ir ... .
165 166 170
173
176 178 182 185
fICA... 187
BLICO BRASI-
1 NOVO PARA- rTURARPARA
,ementar a efi-
211
211 217 221 224 225 226 229 233 233
235 235 237 237
2.2. Regionalização de Promotorias de Justiça como paradigma de es-
truturação funcional e aperfeiçoamento do Ministério Público... 244 2.3. Reestruturação e aparelhamento de órgãos auxiliares como for-
ma de crescimento do Ministério Público... 2 51 3. Conclusão... 256 4. Proposições... 258 5. Referências bibliográficas... 260 8. REGIONALIZAÇÃO: PARADIGMA PARA A ESTRUTURAÇÃO ESPA-
CIAL DAS ATIVIDADES DO MINISTÉRIO PÚBLICO NO ENFRENTA-
MENTO DE SEUS DESAFIOS... 263 Márcio Soares Berclaz e Millen Castro Medeiros de Moura
Conclusão ... . Referências Bibliográficas ... . 9. O CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO E A SEMÂNTI-
275 276
CA DO "CONTROLE"... 279 Emerson Garcia
1. Aspectos introdutórios ... . 279 2. Causas de interferência no processo de comunicação normativa... 280 3. O "controle" e seus significados ... .
3.1. A posição do controlador ... . 3.2. A natureza do controlador ... ..
3.3. A natureza do controle ... ..
3.4. O objeto do controle ... . 3.5. A amplitude do controle ... . 3.5.1. O exercício do poder regulamentar e o objetivo de uni-
formizar o Ministério Público brasileiro ... . Epílogo ... . Referências Bibliográficas ... . 10. REFLEXÕES ACERCA DA VEDAÇÃO À ATIVIDADE POLÍTICO-PAR-
TIDÁRIA AOS MEMBROS DO MP: UMA INTERPRETAÇÃO INSTITU- CIONAL ... .
Carlos Roberto de C. jatahy
1. Introdução ... . 285 286 288 289 290 290 293 297 297
301
301
2. A Constituição de 1988 e a questão da atividade político-partidária
dos membros do parquet... 302
3. A Emenda Constitucional 45/2004 (Reforma do Judiciário) e a restri- ção equivocada... 303
4. Fundamentos para uma interpretação razoável... 305
5. Conclusão... 307
PARTE II ÁREA CÍVEL
11. REFLEXÕES SOBRE A ATUAÇÃO EXTRAJUDICIAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO: INQUÉRITO CIVIL PÚBLICO, COMPROMISSO DE AJUSTA- MENTO DE CONDUTA E RECOMENDAÇÃO LEGAL... 311Geísa de Assis Rodrigues 1. À guisa de introdução... 311
2. Inquérito civil... 315
2.1. Considerações Gerais... 315
2.2. Objeto do inquérito civil público... 316
2.3. Natureza e características do inquérito civil... 318
2.4. Instauração do inquérito civil... 321
2.5. Instrução do Inquérito civil... 325
2.6. Publicidade e Sigilo no Inquérito civil... 330
2.7. Arquivamento do Inquérito Civil... 332
3. Compromisso de ajustamento de conduta... 333
3.1. Considerações Gerais... 333
3.2. Natureza jurídica do TAC ... 336
3.3. Ministério Público e Compromisso de ajustamento de conduta.. 337
3.4. Legitimidade Passiva do TAC... 339
3.5. Objeto do TAC ... 340
3.6. Forma do TAC... 343
3.7. Efeitos do TAC... 344
3.8. Implicações processuais do TAC... 344
ítico-partidária ário) e a restri-
[) MINISTÉRIO SO DE AJUSTA-
to de conduta ..
302 303 305 307
311
311 315 315 316 318 321 325 330 332 333 333 336 337 339 340 343 344 344
~
4. Recomendação Legal ... . 5. Considerações Finais ... ..
6. Referências bibliográficas ... ..
12. AÇÃO CIVIL PÚBLICA: OBJETO MATERIAL E TUTELA INIBITÓRIA ..
Gregório Assagra de Almeida
357 359 360 363
1. Introdução... 363 2. A Ação Civil Pública como garantia constitucional fundamental e a in-
terpretação ampliativa do seu objeto material.. ... .. 364 3. Algumas considerações sobre a conceituação legal tripartite dos inte-
resses e direitos massificados... 368 4. Questões polêmicas relacionadas com o objeto material da ação civil
pública ... . 4.1. O controle difuso de constitucionalidade em sede de ação civil
pública ... . 4.2. A implantação de políticas públicas como objeto da ação civil
pública, cláusula da reserva do possível e a problemática do en- frentamento do mérito dos atos administrativos discricionários pelo Poder Judiciário ... ..
4.3. Vícios do ato administrativo como objeto da ação civil pública .. . 4.4. Dos interesses ou direitos individuais homogêneos como obje-
to da ação civil pública, das espécies de provimentos admissí- veis para tutelá-los e da exigibilidade ou não dos requisitos da prevalência das questões comuns e da superioridade da tutela coletiva sobre a individual para a admissibilidade de ação civil pública para a tutela reparatória desses direitos ... ..
4.4.1. Dos interesses ou direitos individuais homogêneos como objeto da ação civil pública ... . 4.4.2. Das espécies de provimentos admissíveis para a tutela
dos direitos individuais homogêneos ... ..
4.4.3. Da exigibilidade ou não da presença dos requisitos da prevalência e da superioridade para a admissibilidade de ação civil pública para a tutela reparatória de danos a direitos individuais homogêneos ... . 4.5. Tutela do erário e da moralidade administrativa, a problemáti-
ca da classificação dicotômica ou tricotômica dos interesses e a nova summa divisio direito coletivo e direito individual consti- tucionalizada no Brasil ... .
371 372
376 382
383 383 385
385
388
4.6. Pretensões que envolvam tributos, contribuições previdenciá- rias, Fundo de Garantia de Tempo de Serviço ou outros fundos de natureza institucional cujos beneficiários podem ser indivi-
dualmente determinados... 393
4.7. Da admissibilidade de ação civil pública para a reparação de dano moral coletivo... 394
5. A tutela inibitória como a mais importante proteção aos bens jurídi- cos tuteláveis pela Ação Civil Pública... 396
5.1. '" Tutela jurisdicional... 396
5.2. Aspectos gerais sobre a tutela inibitória... 397
5.3. Pedido de tutela inibitória via ação civil pública... 400
6. Conclusões... 401
Referências... 402
13. MINISTÉRIO PÚBLICO NA INTERVENÇÃO PROTETIVA DOS DIREI- TOS FUNDAMENTAIS E A "DISPONIBILIDADE MOTIVADA": PARA ALÉM DOS PARECERES... 409
Hermes Zaneti
Jr.
1. "Um Ministério Público em Berlim": intervenção protetiva dos direitos fundamentais ... 4092. MP como instituição de garantia dos direitos fundamentais... 410
3. Racionalização da intervenção civil, graus de interesse público, graus de indisponibilidade e o princípio da "disponibilidade motivada"... 411
4. Causas que envolvam interesse público ou social... 418
5. Causas que envolvam interesse de incapazes: independência funcio- nal e intervenção ad coadjuvandum... 419
6. Participação da Fazenda Pública e intervenção do MP... 421
7. O CPC/2015 e os processos coletivos: atuação do MP... 422
8. O CPC/2015 e a atuação do MP na formação e aplicação dos preceden- tes judiciais: a importância do MP em Segundo Grau e dos Recursos para as Cortes Supremas... 424
14. NOTAS ACERCA DA CAPACIDADE POSTULATÓRIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO... 429
Robson Renault Godinho 1. Introdução... 429
is previdenciá- . outros fundos :lem ser indivi-
1 reparação de os bens jurídi-
1\ DOS DIREI- IVADA": PARA
va dos direitos tais ... ..
público, graus
393 394 396 396 397 400 401 402
409
409 410
notivada" ... 411
jência fundo-
fos preceden- dos Recursos
MINISTÉRIO
418
419 421 422
424
429
429
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l
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2. Capacidade postulatória e pressupostos processuais ... ..
3. A capacidade postulatória do Ministério Público para suas atividades finalísticas ... . 4. A capacidade postulatória do Ministério Público para a defesa de suas
prerrogativas ... . 5. Considerações finais ... . 15. BREVES ANOTAÇÕES SOBRE A ATUAÇÃO CONJUNTA DE MEMBROS
431 435 444 448
DO MINISTÉRIO PÚBLICO... 451 Oto Almeida Oliveira júnior e Robério Nunes dos Anjos Filho
1. Introdução ... . 2. O Ministério Público na Constituição Federal de 1988 ... . 3. O panorama geral das formas de atuação do membro Ministério Público ..
4. A atuação singular do membro do Ministério Público ... . 5. A possibilidade e a necessidade de atuação conjunta de membros do
Ministério Público ... .
451 453 458 459 463 6. Atuação conjunta extrajudicial entre membros do Ministério Público.. 47;3
6.1. Interação ... . 6.2. Colaboração: definição e principais características no âmbito
extrajudicial ... . 6.3. Atuação coordenada em sede de atribuições paralelas: defini-
ção e principais características no âmbito extrajudicial. ... ..
6.4. Auxílio ao promotor natural: definição e principais característi- cas no âmbito extrajudicial. ... . 7. A atuação conjunta judicial de membros do Ministério Público ... ..
7.1. A atuação conjunta judicial entre membros do mesmo ramo do Parquet e do mesmo grau da carreira ... . 7.2. A atuação conjunta judicial entre membros do mesmo ramo do
Parquet e de graus diversos na carreira ... . 7.2.1. Colaboração judicial ... . 7.2.2. Atuação coordenada judicial em sede de atribuições
paralelas ... . 7.2.3. Atuação judicial concomitante e atuação judicial suces-
474 475 476 478 482 482 485 485 486 siva... 486 7.2.4. Auxílio ao promotor natural no âmbito judicial ... . 487
7.3. A atuação conjunta judicial entre membros de ramos diversos
do Parquet e do mesmo grau... 488
7.3.1. Colaboração judicial... 488
7.3.2. Atuação conjunta judicial em sede de atribuições para- lelas... 488
7.3.3. Ajuizamento em conjunto de ações ou medidas judi- ciais: o litisconsórcio facultativo ... 489
7.4. -A atuação conjunta judicial entre membros de ramos e graus diversos do Parquet... 495
7.4.1. Colaboração judicial... 495
7.4.2. A atuação coordenada judicial em sede de atribuições paralelas... 495
7.4.3. Atuação judicial concomitante e atuação judicial suces- siva... 496
8. Considerações finais... 498
9. Bibliografia... 498
16. REFLEXÕES SOBRE O CONTROLE INTERNO DA ATUAÇÃO EXTRA- JUDICIAL NA TUTELA DOS DIREITOS TRANSINDIVIDUAIS DO MI- NISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL... 501
Geisa de Assis Rodrigues 1. Considerações iniciais... 501
2. Órgãos de revisão... 507
3. Objeto do controle interno... 517
4. Procedimento do controle interno... 524
5. À guisa de conclusão... 527
17. O MINISTÉRIO PÚBLICO E O PRINCÍPIO DA NÃO OBRIGATORIE- DADE DA AÇÃO COLETIVA... 529
Eurico Ferraresi Bibliografia... 537
18. MINISTÉRIO PÚBLICO, MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO E FUTEBOL... 539
Marcelo Zenkner 1. Notas introdutórias... 539
-amos diversos
...
...
ribuições para-
···
medidas judi-
,
...
ramos e graus
,
...
...
de atribuições
,
...
judicial suces-
...
...
...
~ÇÃO EXTRA- DUAIS DO MI-
...
BRIGATORIE-
COLETIVO E
488 488 488 489 495 495 495 496 498 498
501
501 507 517 524 527
529
537
539
539
2. Legitimação ministerial e mandado de segurança coletivo... 541
3. A tutela de lesão ou ameaça de lesão a direitos difusos como objeto do mandado de segurança coletivo... 548
4. A competência territorial e absoluta para processar e julgar mandado de segurança coletivo... 551
5. Conclusões finais... 554
Bibliografia... 555
'. 19. O DIREITO PROCESSUAL COLETIVO COMO INSTRUMENTO DE TU- TELA DOS DIREITOS DOS ANIMAIS... 557
Gustavo Santana Nogueira e Suzane Pimentel Nogueira 1. A instrumentalidade do processo... 557
2. O acesso à justiça e as ondas renovatórias de Cappelletti e Garth... 559
3. Breves considerações acerca da proteção animal e o processo coleti- vo... 561
3.1. Microssistema de processo coletivo... 563
3.2. Cabimento das ações coletivas em defesa dos animais... 564
3.3. Legitimidade ad causam: do cidadão e do Ministério Público... 569
3.4. Direito probatório: cabimento da inversão do ônus da prova... 574
4. Tutela provisória... 577
5. Tutela inibitória e tutela ressarcitória para os animais: o dano moral coletivo como importante instrumento de proteção dos animais ... . 6. Conclusões ... . 7. Referências bibliográficas ... .. 20. MUTAÇÃO DO MODELO JURÍDICO PROCESSUAL.. ... . Eurico Ferraresi 21. A ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA DEFESA DO DIREITO DO CONSUMIDOR ... . Felipe Peixoto Braga Netto 1. O Ministério Público e o Direito do Consumidor ... .. 2. A Constituição da República e o Código de Defesa do Consumidor ... . 579 582 583 587 591 591 592 3. O Código de Defesa do Consumidor como uma "lei de função social"... 593
4. O caráter funcional do Código de Defesa do Consumidor ... .. 595
5. Os Princípios do Código de Defesa do Consumidor... 598
6. O Ministério Público e a Defesa do Consumidor em Juízo... 615
22. O DIÁLOGO DAS FONTES ENTRE OS MICROSSISTEMAS DO CONSU- MIDOR E AMBIENTAL: EM BUSCA DE REDES DE CONEXÕES CON- CEITUAIS MAIS GENEROSAS PARA AS VÍTIMAS DOS DANOS ... 621
Felipe Peixoto Braga Netto l. Viven<lo no Estado da Ponderação? Situações e exemplos relativos às matérias em questão... 621
2. Mais liberdade existencial e menos autonomia da vontade no sentido tradicional ... 629
3. A responsabilidade civil e o princípio da precaução... 632
4. Análise renovada do ônus da prova... 634
5. Análise renovada do nexo causal... 637
6. Conclusões: protegendo aquilo que é mais relevante proteger... 639
7. Referências bibliográficas... 642
23. RISCO DA ATIVIDADE BANCÁRIA E EXPLOSÕES DE CAIXAS ELE- TRÔNICOS: CONTRIBUTO DIALÓGICO DAS FONTES QUANTO AO REPASSE INDEVIDO DE RISCOS AOS CONSUMIDORES... 645
Fernando Rodrigues Martins l. Introdução: problematizando o tema... 645
2. Criminalização da pobreza: segurança jurídica versus segurança pú- blica... 649
3. Risco criado, risco operacional e prevenção desproporcional: indevi- da transferência de riscos... 656
4. Considerações finais ... 664
5. Referências... 664
24. A DEFESA DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS E DOS ADOLESCENTES PELO PROMOTOR DE JUSTIÇA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE, PÓS-CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988... 667
Kátia Regina Ferreira Lobo Andrade Maciel 1. Considerações iniciais... 667
2. Os direitos fundamentais de crianças e adolescentes após a Constitui- ção Federal de 1988 ... 668
~o ... .
ASDOCONSU- tNEXÕES CON-
DANOS ... ..
1los relativos às tade no sentido
roteger ... .
K CAIXAS ELE- S QUANTO AO iS ... ..
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l JUVENTUDE,
1ós a Constitui-
598 615
621
621 629 632 634 637 639 642
645
645 649 656 664 664
667
667 668
3. O Promotor de Justiça da Infância e da Juventude como garantidor dos Direitos Fundamentais Infanta-Juvenis ... . 4. O papel do Ministério Público no Sistema de Garantia de Direitos das
crianças e adolescentes ... . 4.1. O Promotor de Justiça da Infância e da Juventude como fomen-
tador de promoção de políticas públicas ... ..
4.2. O Promotor de Justiça da Infância e da Juventude e os Conselhos de Direitos e Tutelares ... ..
4.3. A fiscalização de entidades de atendimento e das medidas de '·
acolhimento institucional e familiar ... . 4.4. A atuação ministerial junto às famílias ... . 5. A atuação extrajudicial do Promotor de Justiça da Infância e da Juven-
tude ... . 6. A defesa judicial dos direitos individuais infanta-juvenis ... ..
7. A Defesa dos Interesses Transindividuais ... . 8. Outros instrumentos de defesa ... . 9. Medidas de prevenção especial ... . 10. O Promotor de Justiça da Infância e da Juventude e os adolescentes
infratores ... . 11. Desfecho crítico ... ..
12. Referências Bibliográficas ... ..
25. O MINISTÉRIO PÚBLICO COMO INTERLOCUTOR DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ACOLHIDOS. DA DESNECESSIDADE DE NOMEAÇÃO DE CURADOR ESPECIAL NOS PROCEDIMENTOS DE ACOLHIMENTO ....
Kátia Regina Ferreira Lobo Andrade Maciel e Rosa Maria Xavier Gomes Carneiro
1. Introdução ... . 2. Da missão institucional do Ministério Público de defesa dos interesses
individuais indisponíveis ... . 2.1. Das atribuições do Ministério Público no acompanhamento da
medida de acolhimento ... . 2.2. Da experiência do Ministério Público do Rio de Janeiro na defe-
sa dos direitos das crianças e adolescentes acolhidos ... ..
3. Do Instituto Jurídico da Curadoria Especial ... . 3.1. Dos legitimados ao exercício da Curadoria Especial perante a
Justiça da Infância e da Juventude ... ..
671 674 675 679 683 685 694 695 700 704 706 709 711 712
715
715 717 721 729 734 740
4. Da desnecessidade da nomeação de Curador Especial em procedi-
mentos de acolhimento institucional... 7 44
5. Do entendimento dominante do Superior Tribunal de Justiça... 751
6. Conclusão... 759
Referências Bibliográficas... 761
26. DESAFIOS DA PROMOTORIA NA SAÚDE COLETIVA... 765
Antonio joaquim Fernandes Neto ·, 27. AUTORIDADE COMPETENTE PARA DESIGNAR OS PROMOTORES ELEITORAIS... 771
Emerson Garcia 1. Introdução... 771
2. A Autonomia do Ministério Público... 772
3. A Autonomia Funcional do Ministério Público... 774
4. A Autonomia Administrativa do Ministério Público... 775
5. Designação de Membros do Ministério Público para o Exercício de Funções Eleitorais... 776
6. Conclusões... 779
28. UM NOVO SISTEMA ELEITORAL PARA O BRASIL: O "VOTO TRANS- PARENTE"... 781
Márlon jacinto Reis, Edson de Resende Castro e Marcelo Roseno de Oliveira 1. Introdução... 781
2. O sistema do "voto transparente"... 782
3. Coligações... 783
4. Compreensão do sistema pelos eleitores... 783
5. Vantagens... 783
6. Impacto financeiro da adoção do modelo... 784
7. Campanha... 785
29. A RECOMENDAÇÃO MINISTERIAL COMO INSTRUMENTO EXTRA- JUDICIAL DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS AMBIENTAIS... 787
Marcos Paulo de Souza Miranda 1. Introdução... 787
2. O Ministério Público e a defesa do meio ambiente... 789
ial em procedi- Justiça ... .
PROMOTORES
• o Exercício de
"VOTO TRANS- Roseno de Oliveira
IENTO EXTRA-
;
... .
744 751 759 761 765
771
771 772 774 775 776 779
781
781 782 783 783 783 784 785
787
787 789
3. A atuação resolutiva do Ministério Público como forma de efetivação do acesso à justiça no moderno estado democrático de direito ... . 4. Fundamentação constitucional e infraconstitucional do instituto da
recomendação ... . 5. Conceito e objeto ... . 6. Origens ... . 7. Natureza jurídica ... .
792 798 801 802 804 8. Destinatários... 805 9. Hipóteses de cabimento ... .
10. Efeitos ... .
807 810 11. Forma e estrutura da recomendação... 815
11.1. Forma ... . 11.2. Estrutura ... . 11.2.1. Epígrafe ... . 11.2.2. Indicação da autoria e fundamentação legal... ... . 11.2.3. Cláusulas justificativas do ato ... . 11.2.4. Conclusão e destinatário ... . 11.2.5. Medidas recomendadas ... . 11.2.6. Prazo para atendimento ... . 11.2.7. Requisição de resposta ... . 11.2.8. Providências para a publicidade ... . 11.2.9. Advertência quanto ás conseqüências do descumpri-
mento ... . 11.2.1 O. Local, data e assinatura do recomendante ... . 12. Encaminhamento da recomendação ... . 13. Resposta à recomendação ... . 14. Cumprimento ou não da recomendação pelo destinatário ... . 15. Conclusões ... . 16. Referências bibliográficas ... . 30. O MINISTÉRIO PÚBLICO E A INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA NA
AÇÃO CIVIL PÚBLICA AMBIENTAL ... ..
Roberto de Almeida Borges Gomes
1. Os direitos supraindividuais e as transformações no direito processu- al civil ... .
815 817 817 817 818 819 819 819 819 820 821 822 822 823 824 824 828
833
833
2. O papel do Ministério Público... 836
2.1. Inquérito Civil... 837
3. Do ônus da produção da prova e a busca pela efetividade do processo. 839 4. A aplicabilidade da inversão do ônus na ação civil pública ... 844
4.1. Aplicação do art. 6º, VIII, do CDC ... 844
4.2. Em razão da instrumentalidade do processo... 846
5. Da aplicabilidade da inversão do ônus da prova nas ações civis públi-' cas ambientais propostas pelo Ministério Público... 849
5.1. Do inquérito civil como início de prova e constatação da veros- similhança... 853
5.2. Da hipossuficiência técnica e o princípio da precaução... 856
6. Da posição favorável do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul... 859
7. Conclusão... 862
8. Referências bibliográficas... 863
31. MINISTÉRIO PÚBLICO E POLÍTICAS PÚBLICAS... 867
Fauzi Hassan Choukr 1. Bases para a avaliação proposta... 86 7 1.1. Políticas públicas: argumentos introdutórios... 867
1.1.1. Conceito e métodos de avaliação de políticas públicas... 868
1.2. Políticas Públicas da ciência política para o campo jurídico... 870
2. Ministério Público e Políticas públicas... 871
2.1. A expectativa constitucional do Ministério Público... 871
2.1.1. Topografia (político) jurídica... 871
2.1.2. Exigibilidade das políticas públicas e o Ministério Pú- blico... 875
32. AÇÕES AFIRMATIVAS NAS LICITAÇÕES PÚBLICAS: O ALCANCE DA SUSTENTABILIDADE SOCIAL E A INTERVENÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO... 877
Rita Tourinho 1. Introdução... 877
ade do processo.
>lica ... .
ções civis públi- atação da veros-
836 837 839 844 844 846 849 853
:caução... 856
e do Tribunal de
... ...
líticas públicas ... tpo jurídico ......
ico ......
1 Ministério Pú--··-····--···
1) ALCANCE DA O MINISTÉRIO-···
859 862 863 867 867 867 868 870 871 871 871 875 877 877 2. Do Princípio da Igualdade ... . 3. O Princípio da Igualdade na Carta Constitucional de 1988 ... . 4. As Ações Afirmativas frente à Igualdade Material ... . 5. Da Licitação e seus aspectos Finalísticos ... . 5.1. A Concretização da Igualdade Material através do Processo Lici- tatório ... . 878 880 880 882 884 6. O Prinçípio da Sustentabilidade no Ordenamento Jurídico Brasileiro.... 8877. O Princípio da Sustentabilidade nos Processos Licitatórios ... . 889
7.1. O Acolhimento Legislativo da Sustentabilidade nas Licitações em suas Dimensões Ambiental, Econômica e Social... ... . 889
8. A Sustentabilidade Social como Fundamento às Ações Afirmativas nas Licitações Públicas ... . 890
9. Supostos obstáculos à realização de ações afirmativas através de pro- cesso licitatório ... . 894
10. A Postura do Ministério Público no Controle das Licitações Públicas voltadas à Implementação de Ações Afirmativas ... . 896
33. O MINISTÉRIO PÚBLICO E O COMBATE À IMPROBIDADE ADMI- NISTRATIVA... 899
josé dos Santos Carvalho Filho 1. Introdução... 899
2. Síntese da evolução normativa... 901
3. O Ministério Público... 903
4. A lei de improbidade... 905
5. Atuação do ministério público na via administrativa... 907
6. Atuação do ministério público na via judicial... 912
7. Contaminação social da improbidade... 917
8. Conclusão... 920
9. Referências bibliográficas... 921
34. POR UMA NOVA DISCIPLINA PROCESSUAL DA IMPROBIDADE AD· MINISTRATIVA... 923
Rogério Pacheco Alves Bibliografia ... . 939
35. A LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA NA GARANTIA DO
ACESSO À INFORMAÇÃO... 941
Rita Tourinho 1. O Direito Constitucional à Transparência... 941
2. Da Normatização do Direito de Acesso à Informação... 944
3. Das Restrições ao Acesso à Informação... 946
4. Aspectos Relevantes da Lei de Improbidade Administrativa e sua Apli- cação no Controle do Acesso à Informação... 949
4.1. · Aspectos Relevantes da nº 8.429/92... 950
4.2. Das Condutas Estabelecidas na LAI e Repercussões na LIA... 958
5. Conclusão... 964
36. A RECLAMAÇÃO 2.138/06 E O REGIME DE RESPONSABILIZAÇÃO DOS AGENTES POLÍTICOS... 967
Renato Bretz Pereira 1. O entendimento de cada ministro do STF segundo as notas taquigráfi- cas do julgamento:... 967
2. Críticas ao posicionamento adotado por ocasião do julgamento:... 972
3. Alcance do julgamento proferido na Reclamação 2138 e prognósticos quanto ao foro por prerrogativa de função nos tribunais superiores:.... 974
4. Conclusão:... 976
37. DA INCOMPATIBILIDADE ENTRE A LIMITAÇÃO TERRITORIAL DA COISA JULGADA NAS DEMANDAS COLETIVAS E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ... 979
Gustavo Santana Nogueira 1. Introdução... 979
2. O acesso à justiça e a tutela coletiva... 979
3. A tutela coletiva no direito brasileiro... 984
4. O advento do NCPC e o reforço aos argumentos da impossibilidade de limitação da coisa julgada pela competência territorial... 992
5. Conclusões... 995
6. Referências bibliográficas... 995
38. A LEGITIMIDADE DO MINISTÉRIO PÚBLICO PARA A AÇÃO DE ALI- MENTOS: UMA CONCLUSÃO CONSTITUCIONAL... 997
Cristiano Chaves de Farias 1. Colocação do problema... 997
GARANTIA DO
-ativa e sua Apli-
;ões na LIA ... .
~SABILIZAÇÃO
1otas taquigráfi-
941
941 944 946 949 950 958 964
967
967 lgamento:... 972 1 e prognósticos
ais superiores:.... 97 4
RRITORIAL DA NOVO CÓDIGO
10ssibilidade de 1.. ... .
tAÇÃODEALI-
976
979
979 979 984 992 995 995
997
997
2. Sede constitucional da legitimidade do Ministério Público para a de- fesa de interesses indisponíveis, dentre os quais o direito a alimentos
(CF, art. 127) ... 999 3. Previsão expressa da Lei nº8.069/90 - ECA, autorizando o Ministério
Público a aforar ação de alimentos na proteção integral de criança ou
adolescente... 1006 4. Legitimidade do Ministério Público para a ação de alimentos como
forma de garantir o acesso à Justiça assegurado constitucionalmente.. 1011 5. Irrelevância da existência de serviço de assistência judiciária gratuita
ou de Defensoria Pública instalada... 1012 6. Referências... 1014 39. O DIREITO DE FAMÍLIA MÍNIMO E O MINISTÉRIO PÚBLICO... 1017
Leonardo Barreto Moreira Alves
1. Introdução... 1017 2. Direito de família mínimo... 1021
2.1. A possibilidade de aplicação da autonomia privada no âmbito
do direito de família... 1021 2.2. O princípio da intervenção mínima no âmbito do direito de fa-
mília... 1024 2.3. A consagração do direito de família mínimo na ordem jurídica
brasileira: o artigo 1.513 do Código Civil de 2002... 1028 3. Exemplos do direito de família mínimo... 1029
3.1. Exemplos do exercício da autonomia privada no âmbito do di-
reito de família... 1029 3.1.1. Liberdade de constituir família e liberdade de não
casar... 1029 3.1.2. A união estável... 1030 3.1.3. A união homoafetiva... 1031 3.1.4. A Lei n. 11.441/07 e a Emenda Constitucional n.
66/2010... 1032 3.1.5. Paternidade socioafetiva... 1033 3.1.6. A mediação no direito de família... 1034
3.1.7. A mutabilidade do regime de bens no casamento... 1034
3.2. Situações que não mais admitem a intervenção estatal no âmbi- to do direito de família... 1035
3.2.1. A culpa na separação judicial... 1035
3.2.2. A limitação etária como causa de aplicação do regime de separação obrigatória de bens... 1035
3.2.3. A irrenunciabilidade do direito a alimentos entre côn- juges... 1036
3.2.4. O dever de coabitação e o débito conjugal... 1037
3.3. A atuação do Ministério Público nas causas de família... 1040
4. Conclusão... 1044
5. Referências bibliográficas... 1045
PARTE III ÁREA CRIMINAL
40. O MINISTÉRIO PÚBLICO NA ESFERA CRIMINAL: EM BUSCA DE UM MODELO DE ATUAÇÃO CONTEMPORÂNEO... 1049Gustavo Senna Introdução... 1049
1. A crise do sistema de justiça criminal e seus reflexos... 1052
1.1. O paradoxo do aumento da punição e aumento da criminalida- de: a seletividade penal... 1054
1.2. O descrédito das instituições perante a população: a sensação de impunidade e o efeito expansivo do Direito Penal... 1060
1.3. A "demonização" do Ministério Público na esfera criminal... 1062
1.4. As investidas para a paulatina perda de espaço do Ministério Público no sistema criminal... 1063
2. Promotorias criminais: modelos de atuação contemporânea... 1066
2.1. Da necessidade de criação de modelos de promotorias de pre- venção aos crimes... 1067
2.2. O Ministério Público como filtro em relação ao agigantamento do Estado Policial... 1075
asamento... 1034
estatal no âmbi- 1035 1035 ação do regime 1035 ntos entre côn- 1036 :ai... 1037
amília... 1040
1044 1045 BUSCA DE UM 1049
...
1049,
...
1052da criminalida-
···-··----···--···
1054~ão: a sensação ena! ... 1060
1criminal ... 1062
, do Ministério
...
1063rânea ... 1066
otorias de pre- , ... 1067
agigantamento ,
...
10752.3. O Ministério Público no enfrentamento da criminalidade mo- derna e difusa... 1079
3. Política criminal orientada para as vítimas de crimes ... . Conclusão ... . 1081 1085 Referências... 1087
41. PRINCIPIOLOGIA PENAL E GARANTIA CONSTITUCIONAL À INTI- MIDADE... 1091
Rogério Greco 1. Principiologia do direito penal... 1091
2. Conceito de princípios... 1092
2.1. O caráter normativo dos princípios ... . 1093
3. O princípio da dignidade da pessoa humana... 1096
3.1. A concepção normativa da dignidade da pessoa humana... 1098
3.2. O desrespeito ao princípio da dignidade da pessoa humana pelo próprio Estado... 1100
3.3. A relativização do princípio da dignidade da pessoa humana... 1101
4. Os direitos da personalidade como integrantes da dignidade da pes- soa humana. ... . 1102
4.1. Irrenunciabilidade-ou indisponibilidade dos direitos de perso- nalidade ... _••·~··· 1105
4.2. Direitos humanos e direitos de pers~~~lid;de-~.~ .. ~:;~..,_,... 1106
5. Direito à intimidade como integrante da categoria dos direitos
-- àp-er::
sonalidade... 11076. O direito fundamental à intimidade como decorrência do princípio da dignidade da pessoa humana e seu fundamento constitucional... 1108
7. Conceito e Teorias sobre o direito à intimidade... 1110
8. Direito à intimidade e pessoas públicas... 1112
9. Direito ao esquecimento... 1112
10. Obrigação de indenização independentemente da ocorrência de dano à pessoa ... 1112
11. Disponibilidade do direito à intimidade e consentimento do ofendido. 1113 12. Conclusões... 1114
13. Bibliografia... 1115
42. O PAPEL DESIGNADO AO PROMOTOR DE JUSTIÇA CRIMINAL: AS- SEGURADOR DE PRIVILÉGIOS DA ELITE OU INSTRUMENTO DE
MUDANÇA SOCIAL? ... 1117 Marcelo Cunha de Araújo
1. Introdução... 1117 2. Fundamentos filosóficos mantenedores de um Sistema Penal diferen-
ciador... 1120 2.1. O Direito Penal como discurso neutro e capaz de apreender a
· essência das coisas (a ontologização dos fenômenos jurídicos)
e não como reflexo da ideologia de uma classe... 1121 2.2. O Direito Penal como ramo de uma "Ciência" racionalista e de-
2.3.
2.4.
2.5.
dutiva (e não indutiva e empírica ou mesmo hipotético-deduti- va) ... . O momento histórico brasileiro atual ... . O desrespeito ao princípio da ultima ratio criminal ... ..
A legitimação cotidiana do Sistema Penal pela representação social de criminoso e de crime ... ..
1124 1125 1127 1127 3. Conclusão... 1135 4. Referências Bibliográficas... 1136 43. INVESTIGAÇÃO CRIMINAL PELO MINISTÉRIO PÚBLICO-=- UMA RE-
NITENTE E BRASILEIRJ! P_QI:..Ê_MICA ... " ... T... 1139 Bruno Calabrich
1. Introdução ... , ... ,.· 1139 2. Origens, evolução e superação da polêmica... 1142 2.1. A polêmica perante o STF... 1142 2.2. O STF e a tese intermediária - investigação direta "apenas para
alguns crimes" ... 1144 2.3. O julgamento definitivo pelo STF (RE 593.727 /MG)... 1147 3. A Fragilidade da tese da exclusividade da investigação policial... 1149 4. A inexistência de monopólio e a classificação das investigações crimi-
nais... 1153 5. A investigação criminal pelo Ministério Público no Brasil... 1157
5.1. A investigação criminal como decorrência do princípio da lega-
lidade... 1157 5.2. A investigação criminal pelo Ministério Público e sua compati-
bilidade constitucional... 1158
. CRIMINAL: AS- TRUMENTO DE
1a Penal diferen- : de apreender a nenos jurídicos) acionalista e de- ipotético-deduti-
tinal ... ..
ia representação
ILICO: UMA RE-
-···
••••••••••n•n•••••••••••••••••••
...
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1> e sua compati-
-···---- ..
,...
1117
1117 1120
1121
1124 1125 1127
1 1127
1135 1136
1139
1139 1142 1142 1144 1147 1149 1153 1157 1157 1158
6. Limites constitucionais para a investigação criminal pelo MP - breve 7.
8.
9.
10.
11.
44.
síntese... 1162
Críticas mais comuns à investigação criminal pelo MP ... . 1165
7.1. A regulamentação do procedimento de investigação criminal do MP ... . 1165
7.2. Imparcialidade do mp e investigação... 1166
7.3. A "tendência acusatória" da investigação pelo MP... 1167
7.4. A "paridade de armas" na investigação... 1168
7.5. A seleção dos casos a serem investigados... 1169
7.6. O controle da investigação... 1170
Vantagens da investigação pelo MP... 1170
Posição da doutrina brasileira e de Luigi Ferrajoli ... 1171
Conclusão... 1173
Referências bibliográficas... 1173
CORREIÇÃO PARCIAL, OU RECLAMAÇÃO: UM IMPORTANTE MEIO DE IMPUGNAÇÃO NÃO RECURSAL DE QUE PODERÁ VALER-SE O MINISTÉRIO PÚBLICO PARA A CORREÇÃO DE ABUSOS NO PRO- CESSO PENAL... 1175
José Barcelos de Souza 45. O DESARQUIVAMEN'f-OOOS AUTOS DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL. 1201 Marcel/us Polastri Lima 1. Introdução... 1201
2. O art. 18 do CPP e a Súmula 524 do STF ... 1202
3. O Desarquivamento... 1207
4. Conclusão... 1209
46. ARQUIVAMENTO DE INQUÉRITO EM CASO DE COMPETÊNCIA ORI- GINÁRIA DE TRIBUNAL PARA A AÇÃO PENAL. JURISPRUDÊNCIA EQUIVOCADA DO STF... 1211
José Barcelos de Souza 47. O PGR JÁ PODE DIRIMIR CONFLITO DE ATRIBUIÇÃO ENTRE O MPF E O MPE: ASSIM DECIDIU O STF E, MAIS UMA VEZ, RASGOU A CF/88... 1221
Rómulo de Andrade Moreira
48. A INICIAL ACUSATÓRIA NO PROCESSO PENAL EM FACE DA PES- SOA JURÍDICA: A SUPERAÇÃO DA TEORIA DA DUPLA IMPUTAÇÃO
NO STJ... 1225
Roberto de Almeida Borges Gomes 1. O Direito Penal na sociedade de massa... 1225
2. Desmistificando a denúncia em face da pessoa jurídica... 1228
3. Conclusão... 1239
4. Ref~rências bibliográficas... 1240
49. AS MEDIDAS CAUTELARES PESSOAIS NO PROCESSO PENAL BRA- SILEIRO: PANORAMA DOS TRÊS ANOS DA LEI N.º 12.403 /11... 1243
Fauzi Hassan Choukr 1. Proposta do presente texto... 1243
2. A cautelaridade penal em números... 1244
3. Constâncias sentidas no "novo" modelo: estrutura do art. 312 ... 1249
4. Segue: art. 321 e medidas alternativas... 1253
5. Segue: procedimento de padrão inquisitivo... 1257
50. O NOVO FLAGRANTE E SUA CONVOLAÇÃO EM PRISÃO PREVENTI- VA. INCOERÊNCIAS E INTERPRETAÇÃO DA REFORMA DE 2011... 1263
Marcellus Polastri Lima 1. O flagrante e sua fQrma tradicional... 1263
2: ·· -0.quefflUâou com a Lei 12.403/2011? Houve acerto na reforma?... 1264
3. Conclusão... 1274
Referências... 1275
51. O PARECER DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA SUPERIOR INSTÃNCIA.... 1277
Rómulo de Andrade Moreira 52. JUÍZO DE ADMISSIBILIDADE?! O QUE É ISSO?! - R.H - VISTAS AO MINISTÉRIO PÚBLICO... 1287
Saulo Muri/o de Oliveira Mattos 1. Introdução... 1287
2. O Exemplo do pedido liminar de concessão de tutela de urgência: quando será apreciado?... 1290
3. E Quanto às iniciais acusatórias? O tormento continua... 1295
M FACE DA PES-
>LA IMPUTAÇÃO
ca ... .
iSO PENAL BRA-
1225
1225 1228 1239 1240
12.403 /11... 1243
> art. 312 ... . SÃO PREVENTI- 1243 1244 1249 1253 1257 MA DE 2011... 1263
na reforma? ... .. 1263 1264 1274 1275 JR INSTÂNCIA.... 1277
LH - VISTAS AO 1287 1287 ela de urgência: 1290 :!. ... ;... 1295
4. Lei à variação jurisprudencial dos Tribunais Superiores quanto à na- tureza do recebimento da inicial acusatória e sua necessidade de fun- damentação ... . 1297
5. Conclusões... 1301
Referências ... . 1301
53. O MINISTÉRIO PÚBLICO E A COLABORAÇÃO PREMIADA... 1303
Gustavo Senna 1. Introdução ... . 1303
2. Notas sobre a necessidade de proteção às testemunhas e vítimas ame- 3. 4. açadas... 1306
Os suspeitos/réus colaboradores - da colaboração premiada no Brasil 3.1. Introdução ... . 3.2. 3.3. Hipóteses legais de colaboração premiada ... . Requisitos da colaboração premiada ... . 3.3.1. 3.3,2. Voluntariedade da colaboração ... .. Relevância das declarações do colaborador ... . 1310 1310 1313 1322 1322 1323 3.3.3. ~fetividade da colaboração premiada... 1324
3.3.4. Ou~os requisitos subjetivos e objetivos ... . 3.4. Ética e colabor~~o premiada ... . A atuação do Ministério f>l'.iblico nas colaborações premiadas ... .. 4.1. 4.2. A ilegítima "demonização" do Ministério Público ... . A titularidade exclusiva do Ministério Público para as propostas de colaboração premiada ... . 4.2.1. Cautelas práticas que deve ter o Ministério Público para concretização da medida ... . 4.2.2. A possibilidade de arquivamento do inquérito policial 1326 1327 1335 1335 1340 1342 ou outro procedimento investigativo criminal com fun- damento na colaboração premiada... 1346
5. Conclusão... 1348
6. Referências ... . 1349
54. O MINISTÉRIO PÚBLICO E UM POSSÍVEL (DES)CONTROLE SOBRE O TERMO CIRCUNSTANCIADO... 1355
Saulo Murilo de Oliveira Mattos 1. Introdução... 1355
2. Do encaminhamento do termo circunstanciado: para quem?... 1357
3. A intimação da audiência preliminar na delegacia de polícia e o não comparecimento do promotor de justiça à audiência preliminar jus- tificado por um ofício genérico de proposta de transação penal: uma consequência punitivista ... 1360
4. A atuação do Ministério Público no controle qualitativo sobre o termo circunstanciado... 1364
5. Considerações finais... 1365
6. Re'ferências bibliográficas... 1367
55. OS CRIMES DE COLARINHO BRANCO E AS TEORIAS DA PENA... 1369
Christiano Leonardo Gonzaga Gomes 1. Introdução... 1369
2. Teorias das penas... 1369
3. Crimes do colarinho branco... 1373
4. Questões penais e novos paradigmas... 1376
5:---c-onclüsâo-.~...
13796. Referências bibli~grâfiqis... 1383