Seu imposto pode beneficiar Crianças,
Adolescentes
e Idosos
Compromisso com o futuro ...03
Muito a avançar na garantia dos direitos das crianças e adolescentes ...05
Como fazer a diferença ...07
Mecanismos ...12
Passo a passo para a destinação ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente ...10
Direitos fundamentais das crianças e adolescentes ...12
Fontes de informação ...13
Seu imposto também pode beneficiar pessoas idosas ...14
Índice
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Compromisso com o futuro
O Brasil tem uma das mais avançadas legislações do mundo para a defesa dos di- reitos da população infanto-juvenil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que define prioridade absoluta na promoção, proteção e garantia das condições de vida dessa parcela da população. Mas ainda é preciso avançar para assegurar o pleno desenvolvimento de meninos e meninas de qualquer condição social, econômica, cul- tural, étnica, racial ou de saúde.
A magnitude e a complexidade dessa tarefa exigem o envolvimento de toda a socie- dade. Junto com o presente e futuro dessas crianças e adolescentes estão também em jogo melhores condições de desenvolvimento para o País.
Como parte desse contexto, a Febraban – Federação Brasileira de Bancos dissemina o Estatuto da Criança e do Adolescente, mobiliza associados e parceiros e articula ini- ciativas a favor dos direitos da criança e do adolescente. Esse posicionamento reflete a Missão da entidade - contribuir para o desenvolvimento econômico e social do País - e está baseado em seus valores de incentivo às práticas de cidadania, responsabilidade social e valorização das pessoas.
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Uma das formas de todos os cidadãos e empresas contribuírem para mudar o pano- rama da infância e da adolescência no Brasil é destinar parte do Imposto de Renda devido para os Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, conforme previsto no ECA. Esses recursos são usados para financiar programas e projetos que ajudam a pro- teger crianças e adolescentes do trabalho infantil, da evasão escolar, da desnutrição e outras ameaças graves à saúde, do abuso ou exploração sexual, da negligência ou abandono por parte dos responsáveis, entre outros problemas. Fazer uso desse meca- nismo legal é uma atitude que coloca a cidadania ao alcance de todos.
O Brasil tem 56.290.168 de crianças e adolescentes
na faixa de 0 a 17 anos,
segundo o Censo IBGE 2010.
29,51%
da população do país
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Muito a avançar na garantia dos direitos das crianças e adolescentes
O olhar atento a alguns indicadores evidencia a situação das crianças e adolescentes brasileiros e suas dificuldades de acesso a serviços básicos:
n Em 2010, existiam no país 18.107 adolescentes sob medida socioeducativa priva- tiva de liberdade e 40.657 adolescentes estavam sob medida socioeducativa não privativa de liberdade por prática de ato infracional.
Fonte: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
n No Brasil, em 2010, ocorreram 13,8 homicídios para cada grupo de 100.000 ha- bitantes de 0 a 19 anos de idade. Essa taxa, em 2008, era de 3,4 nos EUA; 2,9 no México; 1,9 na Argentina; 0,4 na Alemanha; 0,3 no Japão e 0,2 no Reino Unido.
Fonte: Mapa da Violência 2012, Instituto Sangari.
n 595 mil jovens de 10 a 19 anos tornaram-se mães em 2008, sendo que 29 mil delas tinham de 10 a 14 anos.
Fonte: Ministério da Saúde - DATASUS.
n Levantamento realizado em 2009 junto a alunos do 9º ano do ensino funda- mental apontou que 24,2% deles já experimentaram cigarro alguma vez, 22,1%
já sofreram algum episódio de embriaguez e 24,1% não usaram preservativo na última relação sexual.
Fonte: Ministério da Saúde.
n 1,9 milhão de crianças e adolescentes de 10 a 15 anos trabalhavam em 2010.
Fonte: Censo, 2010.
n Em 2010, apenas 23,6% das crianças de 0 a 3 anos estavam em escolas de educação infantil.
Fonte: Censo, 2010.
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n 16,7% dos adolescentes de 15 a 17 anos estavam fora da escola em 2010.
Fonte: Censo, 2010.
n 899 mil crianças e adolescentes de 10 a 17 anos permaneciam analfabetos em 2010, o que equivale a 3,3% da população nessa faixa etária.
Fonte: Censo, 2010.
n Foram identificados, em 2010, 1.820 pontos de risco de exploração sexual de crianças e adolescentes ao longo das 60 rodovias federais do país.
Fonte: Polícia Rodoviária Federal.
n O Disque Denúncia Nacional (Disque 100 – que recebe informações sobre casos de violência sexual, tráfico de crianças e adolescentes, maus-tratos, negligência, entre outros crimes) já realizou desde o início do serviço, em maio de 2003, até agosto de 2011, um total de 2.937.394 atendimentos e recebeu e encaminhou 195.932 denúncias provenientes de todo o país. 4.995 municípios brasileiros (90%
do total) já foram atendidos pelo serviço.
Fonte: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
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Como fazer a diferença
A Lei 8069/90, que criou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), permite que as Pessoas Físicas destinem até 6% do Imposto de Renda devido a Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente. Quando apuram lucro real, as Pessoas Jurídicas podem direcionar até 1% do imposto devido para essa finalidade.
Os Fundos são vinculados aos Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente, obrigatoriamente instalados pelos municípios, Estados, Distrito Federal e União.
Os Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente são de caráter paritário, ou seja, integrados por representantes do governo e de organizações representativas da sociedade civil. Devem formular e controlar a execução de políticas de atendimento de crianças e adolescentes e dar finalidade apropriada aos recursos do Fundo.
O ECA também prevê a constituição de Conselhos Tutelares, que são responsáveis por atender a queixas, reclamações, reivindicações e solicitações feitas pelas crian- ças, adolescentes, famílias, comunidades e cidadãos. Devem zelar pelo cumprimento e garantir prioridade na efetivação dos direitos e orientar a construção da política municipal de atendimento a crianças e adolescentes.
A PrIOrIDADe é AbSOlutA
É dever do Estado, da sociedade e da família assegurar os direitos da criança e do ado- lescente.
1% Doação pessoa jurídica 6% Doação pessoa física
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Mecanismos
Pode participar desse esforço a favor da infância e da juventude quem tem:
PeSSOAS JuríDICAS
n Apenas as empresas tributadas pelo lucro real podem deduzir do Imposto de Ren- da devido os valores encaminhados aos Fundos. O limite de dedução é de 1% do imposto devido no mês, no trimestre ou no ano.
n A doação aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente não exclui nem reduz a dedução de outras destinações para Fundos do Idoso, projetos culturais, obras audiovisuais, projetos aprovados pela Lei do Incentivo ao Esporte, ações e serviços aprovados pelo Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica ou pelo Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência.
n O valor da doação aos Fundos não será dedutível como despesa operacional na determinação do lucro real.
n As destinações feitas durante o exercício em curso serão registradas no formulário de lucro real.
IMPOStO
A PAgAr DIreItO à reStItuIçãO
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PeSSOAS FíSICAS
n Apenas quem faz a declaração pelo Modelo Completo pode deduzir do Imposto de Renda devido os valores encaminhados aos Fundos.
n O limite de dedução é de 6% do imposto devido. Dentro desse limite global, a Pessoa Física que efetuar doações entre 01 de janeiro e o último dia útil de abril de um dado ano pode optar pela dedução de até 3% do imposto devido diretamente na Declaração de Ajuste Anual efetuada nesse mesmo ano. Neste caso, os 3%
restantes poderão ser utilizados para deduções referentes a doações que tenham ocorrido no ano anterior.
n No caso das Pessoas Físicas, o limite de dedução de 6% abarca todas as doações incentivadas: Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente, Fundo do Idoso, projetos culturais, obras audiovisuais, projetos aprovados pela Lei do Incentivo ao Esporte, ações e serviços aprovados pelo Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica ou pelo Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência.
n A doação ao Fundo não prejudica outras deduções de despesas com saúde, educa- ção, dependentes, previdência privada ou pensão alimentícia.
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Passo a passo para a destinação ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente
é simples contribuir para melhorar a situação da infância e da adolescência Verifique se, como contribuinte, você preenche os requisitos legais para fazer uma doação incentivada (as Pessoas Jurídicas devem ser tributadas pelo lucro real; as Pessoas Físicas devem utilizar o formulário completo de declaração).
Escolha o ente federativo (Município, Estado, Distrito Federal ou União) para o qual deseja fazer a contribuição.
Entre em contato com o Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente (órgão responsável pela gestão do Fundo no local escolhido) para checar se o Fundo está regulamentado e possui conta bancária. Sem isto a doação não poderá ser feita. Informe- se junto ao Conselho sobre as prioridades locais para melhorar o atendimento do público infanto-juvenil. Isto o ajudará a consolidar a decisão de doar.
Faça a doação e envie uma cópia do comprovante de depósito para o Conselho. A seguir, solicite o envio do recibo de contribuição, pois ele é o comprovante da destinação junto à Receita Federal.
Caso tenha interesse em conhecer mais de perto as ações financiadas pelo Fundo, informe-se junto ao Conselho sobre as
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Segundo dados do Ibge: em 2009, dentre 5.565 municípios brasileiros, 5.084 possu- íam Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e 3.287 possuíam o respectivo Fundo Municipal.
Os conselhos são criados para planejar melhorias e controlar a qualidade dos serviços e programas públicos voltados à população infanto-juvenil.
Os passos e a legislação que regula a destinação ao Fundo estão detalhados no manual:
“Seu imposto pode beneficiar Crianças, Adolescentes e Idosos”
Disponível no site www.febraban.org.br/fia
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Direitos fundamentais das crianças e adolescentes
O reconhecimento da criança e do adolescente como um ser em desenvolvimento inclui direitos fundamentais, tais como:
n Vida, saúde e alimentação – Envolve desde programas de acompanhamento pré- natal, condições de amamentação, apoio alimentar à gestante e a quem está ama- mentando o bebê, atendimento especializado a pessoas com deficiência e prote- ção contra maus-tratos.
n educação, cultura e lazer – Acesso à educação básica obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos de idade, além de atendimento em creche para crianças de 0 a 3 anos conforme a demanda.
n liberdade, respeito e dignidade – A criança e o adolescente têm direito a brincar e praticar esportes; não podem ter violada sua integridade física, psíquica e mo- ral; não podem ser submetidos a tratamento violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.
n Convivência familiar e comunitária – Direito de conviver com a família de origem e com a comunidade, sendo o acolhimento institucional em abrigos de caráter excepcional e de curta duração.
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Fontes de informação
• Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente:
www.sedh.gov.br/clientes/sedh/sedh/conselho/conanda
• CONANDA/ANDI: www.direitosdacrianca.org.br
• Pró-Conselho Brasil:
www1.direitoshumanos.gov.br/clientes/sedh/sedh/spdca/sgd/pro_conselho
• Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públi- cos da Infância e da Juventude: www.abmp.org.br
• Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI): www.andi.org.br
• Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente: www.abrinq.org.br
• Observatório de Educação e da Juventude: www.controlesocial.org.br
• Prómenino: www.promenino.org.br
• Rede Amiga da Criança: www.redeamigadacrianca.org.br
• Rede Brasileira de Informação e Documentação sobre a Infância e Adolescência (REBIDIA): www.rebidia.org.br
• Save the Children: www.scslat.org/web/index.php?xfontmore=1&xid=1&xleng=p
• Prattein – Informação e conhecimento para o desenvolvimento social:
www.prattein.com.br
• Via Blog – Direitos da Criança e do Adolescente: www.viablog.org.br
• Childhood Brasil: www.childhood.org.br
• Unicef – Fundo das Nações Unidas para a Infância: www.unicef.org.br/
• Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura:
www.unesco.org.br
ExIStêNCIA COM DIgNIDADE
Políticas sociais públicas devem assegurar o nascimento e desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.
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Seu imposto também pode beneficiar pessoas idosas
FUNDO DOS DIREItOS DO IDOSO
A partir de agora, também é possível fazer destinação incentivada para os Fundos do Idoso. Os limites de dedução do Imposto de renda devido são os mesmos: 6% para as pessoas físicas e 1% para as pessoas jurídicas.
Segundo o IBGE, no ano de 2009 1.974 municípios brasileiros possuíam o Conselho dos Direitos do Idoso – órgão responsável pela gestão do Fundo do Idoso.
Estimulados pela criação do Fundo Nacional do Idoso, a partir de 2010 vários Estados e municípios que possuíam Conselho dos Direitos do Idoso começaram a providenciar a criação de seus Fundos do Idoso.
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NECESSIDADE DE POlítICAS PARA O ENVElhECIMENtO
O Brasil possuía, em 2010, cerca de 20,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. As estimativas apontam que em 2020 esse número subirá para 30 milhões.
Os dados mostram que há muito a fazer para melhorar as condições de vida da população idosa:
n 32,5% dos idosos não têm seu domicílio cadastrado no Programa Saúde da Família nem têm plano de saúde particular.
Fonte: PNAD, 2008.
n Em 2010, 67,7% das pessoas com 65 anos ou mais declararam possuir alguma deficiência (mental, motora, visual ou auditiva).
Fonte: Censo, 2010.
O Brasil tem 20.590.597 de
pessoas acima de 60 anos,
segundo o Censo IBGE 2010.
10,79%
da população do país
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n Em 2010, a taxa de analfabetismo na faixa de pessoas de 65 anos ou mais era de 29,4%.
Fonte: Censo, 2010.
n No Brasil, a proporção de idosos pobres (com renda até 1 s.m. per capita) que de- claram saúde ruim e muito ruim é quase o dobro em comparação com idosos com renda entre 1 e 3 s.m. per capita e o triplo em comparação com idosos com renda acima de 3 s.m. per capita.
Fonte: IBGE.
n 82,2% das mulheres de 60 anos ou mais ocupadas em 2010 exerciam trabalhos informais.
Fonte: IBGE.
O Estatuto do Idoso, criado em 2003, estabeleceu que é obrigação da família, da co- munidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta priori- dade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.
No entanto, a maior parte das regiões e localidades do País ainda apresenta grande fragilidade no que se refere a instituições, serviços e programas que garantam os di- reitos da pessoa idosa. Por isso, um grande esforço precisa ser desencadeado para que sejam criadas novas condições de financiamento e sejam priorizados, nos orçamentos públicos, recursos para superação progressiva dessa situação.
Doando para os Fundos do Idoso os cidadãos e as empresas podem participar do esforço de superação dos desafios que o País tem pela frente no campo do
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REgRAS PARA DEStINAçãO AO FUNDO DO IDOSO
n As pessoas jurídicas podem doar aos Fundos do Idoso até o limite de 1% Imposto de Renda Devido.
n Somente as empresas que são tributadas pelo lucro real podem deduzir do Impos- to de Renda Devido os valores direcionados a esses Fundos.
n No caso das empresas, as doações aos Fundos do Idoso não concorrem com outras doações incentivadas. Por exemplo, a empresa pode destinar ao Fundo do Idoso 1%
do seu IR devido e mais 1% para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente.
n As Pessoas Físicas podem deduzir doações aos Fundos do Idoso até o limite de 6%, desde que utilizem o Modelo Completo de Declaração do Imposto de Renda. Este limite inclui também as doações efetuadas ao Fundo da Criança e do Adolescente e as demais doações incentivadas.
n Os passos para efetuar a doação ao Fundo do Idoso são muito semelhantes aos que foram descritos anteriormente para as doações ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente. A diferença é que, agora, o contribuinte deverá entrar em contato com o Conselho do Idoso, que é o órgão responsável pela gestão do Fundo do Idoso no ente federativo (Município, Estado, Distrito Federal ou União) escolhido para a doação.
n Dado que a criação do Fundo do Idoso é relativamente recente, antes de efetuar a doação o contribuinte deve se certificar que o Conselho do Idoso do local escolhi- do já efetuou a criação e regulamentação do Fundo do Idoso.
ENVElhECIMENtO COM DIgNIDADE
Devem ser asseguradas às pessoas idosas todas as oportunidades e facilidades para preservação de sua saúde física e mental e para seu aperfeiçoamento moral, intelec- tual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade.
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realização:
FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos Diretoria de Relações Institucionais
Projeto gráfico Ideia Visual Atualização do texto
PRATTEIN – Consultoria em Educação e desenvolvimento Social Produção Fotográfica
Banco de Imagens Setembro | 2012