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Boletim do

Exército

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO

SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO

N° 19/2006

Brasília - DF, 12 de maio de 2006.

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(3)

BOLETIM DO EXÉRCITO N

° 19/2006

Brasília - DF, 12 de maio de 2006.

ÍNDICE 1 ª PARTE LEIS E DECRETOS Sem alteração.

2 ª PARTE

ATOS ADMINISTRATIVOS ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO PORTARIA N ° 029-EME, DE 8 MAIO DE 2006.

Estabelece o número de vagas para o ingresso e para as promoções no Quadro Auxiliar de Oficiais (QAO), em 1° de junho de 2006...7 PORTARIA N ° 030-EME, DE 8 MAIO DE 2006.

Estabelece o número de vagas para as promoções de sargentos de carreira, em 1° de junho de 2006....8 DEPARTAMENTO-GERAL DO PESSOAL

PORTARIA N º 098-DGP, DE 3 DE MAIO DE 2006.

Altera o Anexo I da Portaria n° 030-DGP, de 12 de julho de 1999, que dispõe sobre as Normas Complementares para a Contratação de Auxiliares Locais para prestar serviços nas Representações do Comando do Exército no Exterior...9 PORTARIA N º 099-DGP, DE 3 DE MAIO DE 2006.

Fixa as datas de início e término da convocação especial para a 1ª Região Militar (DEP) para o Estágio do Serviço Técnico (EST) e Estágio Básico de Sargento Temporário (EBST) em 2006...10

DEPARTAMENTO LOGÍSTICO PORTARIA N º 09-D Log, DE 8 DE MAIO DE 2006.

Aprova as Normas Reguladoras para Classificação, Importação e Avaliação Técnica de Fogos de Artifícios, Artifícios Pirotécnicos e Artefatos Similares...10

3 ª PARTE ATOS DE PESSOAL

ATOS DO PODER EXECUTIVO MINISTÉRIO DA DEFESA DECRETO DE 12 DE ABRIL DE 2006.

Admissão no Corpo de Graduados Especiais da Ordem do Mérito Militar...27 DECRETO DE 8 DE MAIO DE 2006.

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MINISTÉRIO DA DEFESA

SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL PORTARIA N ° 625/SEORI/MD, DE 5 DE MAIO DE 2006.

Dispensa de militar de ficar à disposição do Ministério da Defesa...27 COMANDANTE DO EXÉRCITO

PORTARIA N º 222, DE 8 DE MAIO DE 2006.

Exoneração de oficial...28 PORTARIAS N º 223 E 224, DE 8 DE MAIO DE 2006.

Promoção de oficial post mortem...28 PORTARIA N º 225, DE 9 DE MAIO DE 2006.

Recondução de membros efetivos da CPO...29 P

ORTARIA N º 226 , DE 9 DE MAIO DE 2006.

Agregação de Oficiais-Generais aos respectivos Quadros...29 P

ORTARIA N º 227 , DE 9 DE MAIO DE 2006.

Agregação de Oficial-General ao respectivo Quadro...29 PORTARIA N º 228, DE 9 DE MAIO DE 2006.

Reversão de Oficial-General ao respectivo Quadro...29 PORTARIAS N ° 229 E 230, DE 9 DE MAIO DE 2006.

Concessão de Passador de Platina da Medalha Militar...30 PORTARIA N º 231, DE 10 DE MAIO DE 2006.

Nomeação de oficial...30 ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO

NOTA N ° 004-VCh, DE 4 DE MAIO DE 2006.

Representações do Comando do Exército – Designação e Dispensa...30 SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO

PORTARIAS N ° 089 E 090-SGEx, DE 3 DE MAIO DE 2006.

Concessão de Medalha de Serviço Amazônico...32 PORTARIAS N ° 094 A 096- SGEx, DE 9 DE MAIO DE 2006.

Concessão de Medalha Militar...34 PORTARIAS N ° 097 E 098-SGEx, DE 10 DE MAIO DE 2006.

Concessão de Medalha de Serviço Amazônico...39 PORTARIAS N ° 099 A 101-SGEx, DE 10 DE MAIO DE 2006.

Concessão de Medalha Corpo de Tropa...41 4 ª PARTE

JUSTIÇA E DISCIPLINA COMANDANTE DO EXÉRCITO DESPACHO DECISÓRIO N ° 058, DE 24 DE ABRIL DE 2006.

(5)

DESPACHO DECISÓRIO N ° 059, DE 24 DE ABRIL DE 2006.

Medalha do Pacificador com Palma...47 DESPACHO DECISÓRIO N ° 060, DE 24 DE ABRIL DE 2006.

Promoção em Ressarcimento de Preterição...47 DESPACHOS DECISÓRIOS N ° 061 E 062, DE 24 DE ABRIL DE 2006.

Anulação de Punição Disciplinar...49 DESPACHOS DECISÓRIOS N º 064 E 065, DE 8 DE MAIO DE 2006.

Promoção Post Mortem...51

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1 ª PARTE LEIS E DECRETOS Sem alteração.

2 ª PARTE

ATOS ADMINISTRATIVOS ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO

PORTARIA N ° 029-EME, DE 8 MAIO DE 2006.

Estabelece o número de vagas para o ingresso e para as promoções no Quadro Auxiliar de Oficiais (QAO), em 1° de junho de 2006.

O CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe confere o inciso III, do art. 21 das Instruções Gerais para Ingresso e Promoção no Quadro Auxiliar de Oficiais (IG 10-31), aprovadas pela Portaria do Comandante do Exército n° 617, de 16 de agosto de 2005, e de acordo com o n° 4 das Normas para Gestão das Carreiras dos Militares do Exército, aprovadas pela Portaria no 110-EME, de 9 de novembro de 2000, resolve:

Art. 1° Estabelecer o número de vagas para o ingresso no QAO, em 1° de junho de 2006, para subtenentes nas categorias correspondentes, conforme se segue:

CATEGORIAS Vagas para a promoção ao posto de 2° Tenente

Administração Geral 178

Saúde 17

Material Bélico 33

Topógrafo 7

Músico 9

Total 244

Art. 2° Estabelecer o número de vagas para as promoções no QAO, em 1° de junho de 2006, por postos, nas categorias correspondentes, na forma que se segue:

CATEGORIAS Vagas para a promoção aos postos de

Capitão 1° Tenente

Administração Geral 66 40

Saúde 5 2

Material Bélico 15 8

Topógrafo 1 2

Músico 1 5

Total 88 57

Art. 3° Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

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PORTARIA N ° 030-EME, DE 8 MAIO DE 2006.

Estabelece o número de vagas para as promoções de sargentos de carreira, em 1° de junho de 2006.

O CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe confere o inciso III, do art. 20 das Instruções Gerais para Promoção de Graduados (IG 10-05), aprovadas pela Portaria do Comandante do Exército n° 575, de 7 de outubro de 2003, e de acordo com o n° 4 das Normas para Gestão das Carreiras dos Militares do Exército, aprovadas pela Portaria no 110-EME, de 9 de novembro de 2000, resolve:

Art. 1° Estabelecer o número de vagas para as promoções de sargentos de carreira, em 1° de junho de 2006, por Qualificação Militar de Subtenentes e Sargentos (QMS), conforme se segue:

QMS

Vagas para a promoção às graduações de

Subtenente 1° Sargento 2° Sargento

Infantaria 136 153 232

Cavalaria 49 53 66

Artilharia 50 60 63

Engenharia 29 33 59

Comunicações 76 85 120

Intendência 21 14 50

Aviação – Apoio 2 4 2

MB – Manutenção de Viatura Auto 21 32 69

MB – Manutenção de Armamento 16 18 30

MB – Mecânico Operador 11 15 14

Manutenção de Comunicações 19 19 40

Aviação – Manutenção 5 8 6

Saúde – Apoio 26 20 49

Topógrafo 5 9 14

Músico 32 19 37

Corneteiro/Clarim - - 6

Total 498 542 857

Art. 2° Estabelecer o número de vagas para as promoções a 3° Sargento Músico.

Músico - - 145

Art. 3° Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

(9)

DEPARTAMENTO-GERAL DO PESSOAL PORTARIA N ° 098-DGP, DE 3 DE MAIO DE 2006.

Altera o Anexo I da Portaria n° 030-DGP, de 12 de julho de 1999, que dispõe sobre as Normas Complementares para a Contratação de Auxiliares Locais para prestar serviços nas Representações do Comando do Exército no Exterior

O CHEFE DO DEPARTAMENTO-GERAL DO PESSOAL, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 15 da Portaria Ministerial do n° 763, de 04 de dezembro de 1998, alterada pela Portaria do Comandante do Exército n° 160, de 31 de março 2006, resolve:

Art. 1° Alterar o Anexo I da Portaria n° 030-DGP, de 12 de julho de 1999, que passa a vigorar com a seguinte redação:

QUADRO DE LOTAÇÃO DE AUXILIARES LOCAIS DAS REPRESENTAÇÕES

PAÍS REPRESENTAÇÃO

FUNÇÕES Assistente

Técnico Auxiliar

Administrativo Auxiliar

de Apoio TOTAL

ESTADOS UNIDOS CEBW 01 15 02 18

ESPANHA ADIDEFEX 01 01 02

GUATEMALA ADIDEFEX 01 01 02

PARAGUAI ADIDEFEX 01 01 02

PERU ADIDEFEX 01 02 03

POLÔNIA ADIDEFEX 01 01 02

VENEZUELA ADIDEFEX 02 02

COLÔMBIA ADIDEFNAVEX 02 01 03

EGITO ADIDEFNAVEX 01 03 04

GUIANA ADIDEFNAVEX 01 01 02

ANGOLA ADIDEFNAVEXAER 01 01 02

IRÃ ADIDEFNAVEXAER 01 02 03

IRAQUE ADIDEFNAVEXAER 01 01 02

ISRAEL ADIDEFNAVEXAER 01 01 02

JAPÃO ADIDEFNAVEXAER 01 01 02

MÉXICO ADIDEFNAVEXAER 01 01 02

MOÇAMBIQUE ADIDEFNAVEXAER 01 01 02

NAMÍBIA ADIDEFNAVEXAER 01 01 02

NIGÉRIA ADIDEFNAVEXAER 01 01 02

RÚSSIA ADIDEFNAVEXAER 01 02 02 05

SURINAME ADIDEFNAVEXAER 01 02 03

ÁFRICA DO SUL ADIEX 01 01 02

ARGENTINA ADIEX 01 01 02

BOLÍVIA ADIEX 01 01 02

CHILE ADIEX 01 01 02

CHINA ADIEX 01 03 04

ESTADOS UNIDOS ADIEX 02 02 04

FRANÇA ADIEX 01 01 02

INGLATERRA ADIEX 01 01 02

(10)

PAÍS REPRESENTAÇÃO

FUNÇÕES Assistente

Técnico Auxiliar

Administrativo Auxiliar

de Apoio TOTAL

ITÁLIA ADIEX 01 01 02

URUGUAI ADIEX 01 02 03

ALEMANHA ADIEXAER 01 01 02

PORTUGAL ADIEXAER 01 01 02

EQUADOR ADNAEX 01 01 02

SUÍÇA CONSELHEIRO EM GENBRA 01 01 02

TOTAL 03 50 47 100

Art. 2° Revogar a Portaria n° 027-DGP, de 15 de junho de 2000.

Art. 3° Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

PORTARIA N ° 099-DGP, DE 3 DE MAIO DE 2006.

Fixa as datas de início e término da convocação especial para a 1ª Região Militar (DEP) para o Estágio do Serviço Técnico (EST) e Estágio Básico de Sargento Temporário (EBST) em 2006.

O CHEFE DO DEPARTAMENTO-GERAL DO PESSOAL, no uso da atribuição que lhe foi conferida pela alínea a) do n° 3) da letra b. do item 3 da Diretriz Complementar para o Serviço Militar Temporário em tempo de paz, aprovada pela Portaria do Ministro do Exército n° 388, de 10 de julho de 1998 e pelo inciso VI do art. 4° e art. 31 das Instruções Gerais para a Convocação, os Estágios, as Prorrogações de Tempo de Serviço, as Promoções e o Licenciamento dos Integrantes da Reserva de 2ª Classe (IG 10-68), aprovadas pela Portaria do Comandante do Exército n° 462, de 21 de agosto de 2003, resolve:

Art. 1° Fixar as datas de início e término da convocação especial para a 1ª Região Militar (DEP) para o EST e EBST em 2006, em 21 de junho de 2006 e 20 de junho de 2007, respectivamente.

Art. 2° Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

DEPARTAMENTO LOGÍSTICO

PORTARIA N º 09-D Log, DE 8 DE MAIO DE 2006.

Aprova as Normas Reguladoras para Classificação, Importação e Avaliação Técnica de Fogos de Artifícios, Artifícios Pirotécnicos e Artefatos Similares.

O CHEFE DO DEPARTAMENTO LOGÍSTICO, no uso das atribuições constantes do inciso IX do art. 11 do Capítulo IV do Regulamento do Departamento Logístico (R128), aprovado pela Portaria n° 201, de 2 de maio de 2001, de acordo com o artigo 24 da Lei 10.826, de 22 de dezembro de 2003, de acordo com o inciso XV do art. 27, do Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados, aprovado pelo Decreto n° 3.665, de 20 de novembro de 2000, e por proposta da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC), resolve:

Art. 1° Aprovar as Normas Reguladoras para Classificação, Importação e Avaliação Técnica de Fogos de Artifícios, Artifícios Pirotécnicos e Artefatos Similares, que com esta baixa.

(11)

Art. 2° Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

Art. 3o Revogar os incisos II e III da Portaria 17-D Log, de 28 de dezembro de 2004, tão somente no tocante aos produtos controlados de código 2160 (dois mil cento e sessenta) e 2165 (dois mil cento e sessenta e cinco).

NORMAS REGULADORAS PARA CLASSIFICAÇÃO, IMPORTAÇÃO E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE FOGOS DE ARTIFÍCIOS, ARTIFÍCIOS PIROTÉCNICOS E ARTEFATOS

SIMILARES ÍNDICE

Cap. Título Art.

I DA FINALIDADE 1º

II DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 2º e 3º

III DA CLASSIFICAÇÃO E DA COMERCIALIZAÇÃO, 4º ao 7o

IV DAS AVALIAÇÕES 8º ao 15

V DA IMPORTAÇÃO E DO DESEMBARAÇO ALFANDEGÁRIO 16 ao 22

VI DO TRANSPORTE E DA ARMAZENAGEM 23 ao 24

VII DAS EMBALAGENS 25 ao 27

VIII DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS 28 ao 30

ANEXOS

“A” - REQUERIMENTO PARA AVALIAÇÃO TÉCNICA

“B” - FICHA DE SOLICITAÇÃO DE AVALIAÇÃO TÉCNICA - FISAT

“C” - ROTEIRO PRÁTICO DE DESENHO TÉCNICO

“D” - NOMENCLATURA DE FOGOS DE ARTIFÍCIO, ARTIFÍCIOS PIROTÉCNICOS E ARTEFATOS SIMILARES

CAPÍTULO I

FINALIDADE E ABRANGÊNCIA

Art. 1º As presentes Normas regulam a classificação, a comercialização, a avaliação, a importação, o desembaraço alfandegário, o transporte, a armazenagem e as embalagens de fogos de artifício, artifícios pirotécnicos e artefatos similares, no âmbito da fiscalização de produtos controlados pelo Exército Brasileiro (EB).

Art. 2º São abrangidos pelas presentes Normas os artefatos destinados a espetáculos pirotécnicos, festejos e folguedos.

CAPÍTULO II

LEGISLAÇÃO DE INTERESSE

Art. 3º Além das determinações contidas nas presentes Normas, o material objeto da presente submete-se, ainda, às prescrições contidas nos dispositivos e normas abaixo relacionados, no que couber:

I - Regulamento para a Fiscalização de Produtos Controlados (R-105), aprovado pelo Decreto nº 3.665, de 20 de novembro de 2000;

(12)

II - Regulamento para o Transporte Terrestre de Produtos Perigosos, aprovado pelo Decreto nº 96.044, de 18 de maio de 1988;

III - Instruções Complementares ao Regulamento do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos, aprovada pela Resolução 420, de 12 de fevereiro de 2004, da Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT;

IV - Regulamento Técnico de Embalagens de Produtos da Classe 1 - Explosivo (REG/T01), aprovado pela Portaria 043 - SCT, de 7 de agosto de 1998;

V - Regulamento Técnico 02 (REG/T 02) - Fogos de Artifício, Pirotécnicos e Artefatos Similares, aprovado pela Portaria 046 - SCT, de 3 de outubro de 2003;

VI - NEB/T M-251 - Avaliação Técnica de Fogos de Artifício, Pirotécnicos, Artifícios Pirotécnicos e Artefatos Similares - Método de Ensaio, aprovada pela Portaria 056 - SCT, de 23 de dezembro de 2003;

VII - NEB/T Pr-19 - Execução de Ensaios e Exames, publicada no BI - CTEx no 52, de 19 de março de 1985 e homologada no BI - EME no 140 de 26 de julho de 1985; e

VIII - Portaria nº 09-D Log, de 25de junho de 2004 - Aprova os procedimentos detalhados para Licenciamento de Importação (LI) e consolida as disposições regulamentares das operações de importação.

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 4º Todos os fogos de artifício, artifícios pirotécnicos e artefatos similares, destinados a espetáculos, festejos e folguedos, fabricados no país ou importados, devem ser submetidos à avaliação técnica para verificação de sua conformidade, à luz do REG/T 02.

§ 1º Esses produtos somente podem ser comercializados ou utilizados em espetáculos pirotécnicos após a obtenção de conformidade atestada por relatório de avaliação técnica homologada.

§ 2º A concessão de Título de Registro (TR) para a fabricação desses produtos e de Certificado de Registro (CR) para sua exportação, importação, distribuição ou utilização, bem como os seus apostilamentos, também está condicionado à obtenção prévia de conformidade atestada por relatório de avaliação técnica homologado.

CAPÍTULO III

DA CLASSIFICAÇÃO E DA COMERCIALIZAÇÃO

Art. 5º São produtos controlados de uso restrito, classificados no grau de restrição C, os seguintes artigos pirotécnicos:

I - bombas aéreas e morteiros com diâmetro superior a 76,2 mm;

II - rojões e outros dispositivos autopropulsados, com meios de estabilização de vôo, com diâmetro superior a 40 mm;

III - candelas com diâmetro maior que 50 mm e massa total de composição pirotécnica superior a 45 gramas;

IV - fontes (vulcões, “Sputnik” e similares) com massa de composição pirotécnica superior a 1 kg;

(13)

V - conjuntos de múltiplos tubos de lançamento que não atendam aos limites abaixo estabelecidos:

a) 12 foguetes para calibres acima de 45 mm e até 76,2 mm; e b) 144 foguetes para calibres até 45 mm.

VI - todos os outros fogos de artifício classificados como explosivo subclasse 1.1 e 1.2, segundo os ensaios descritos no Manual de Testes e Critérios - ONU.

§ 1º Os produtos classificados como explosivos subclasse 1.3, no Manual de Testes e Critérios - ONU, somente integram a classificação do caput, caso fiquem enquadrados em uma das descrições estabelecidas neste artigo.

§ 2º Os produtos enquadrados nos incisos I a V, do presente artigo, classificados como explosivos subclasse 1.4 deixam de integrar a classificação constante do caput.

§ 3º A classificação e grau de restrição referidos no caput, correspondem às definições apresentadas no Decreto 3.665 de 20 de novembro de 2000 (R - 105).

Art. 6º Permanecem classificados como “de uso permitido”, os fogos de artifício não incluídos no artigo do anterior.

Art. 7º A venda dos produtos referidos no art. 5º pelos fabricantes, importadores e distribuidores somente é permitida a pessoas jurídicas autorizadas a realizar espetáculos pirotécnicos, conforme constante de seu registro junto ao Exército.

Art. 8º As empresas que adquirirem fogos de uso permitido para o comércio varejista não necessitam de registro no Exército.

Parágrafo único: As empresas de espetáculo pirotécnico, mesmo quando utilizarem exclusivamente artigos de uso permitido, ficam obrigadas ao registro, junto ao Exército, conforme previsto no REG/T 03.

CAPÍTULO IV DAS AVALIAÇÕES

Art. 9º A avaliação técnica dos produtos de que tratam estas Normas deve ser efetuada pelo Órgão Avaliador do Exército (OAEx) ou por Órgão Civil Avaliador de Produto (OCAP), por esse certificado.

§ 1º Considera-se como OAEx o conjunto de recursos em pessoal, material e instalações, subordinado ao Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, encarregado por aquele Departamento das avaliações técnicas previstas nas presentes normas.

§ 2º Cabe ao OAEx a homologação das avaliações técnicas realizadas por OCAP.

§ 3º Correrão por conta do fabricante ou do importador todos os custos relativos à avaliação técnica de seus produtos.

Art. 10. A obtenção da conformidade está sujeita aos requisitos e métodos de ensaios preconizados pelo REG/T 02 e pelas NEB/T M - 251.

Art. 11. A solicitação para a avaliação técnica deve ser dirigida pelo interessado ao Departamento Logístico - D Log, por intermédio do Comando da Região Militar (Cmdo RM) onde o mesmo está registrado, instruída com os seguintes documentos, adequadamente capeados e em três vias:

I - requerimento (Anexo A);

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II - FISAT - Ficha de Solicitação de Avaliação Técnica (Anexo B), sem emendas, rasuras ou entrelinhas, pelo fabricante ou importador interessado em realizar Avaliação técnica de seus produtos, observando-se ainda que:

a) O nome do representante da empresa deverá ser o mesmo do requerimento de que trata o art. 55 e o Anexo IV, do R-105.

b) Os nomes dos responsáveis técnicos da empresa deverão ser os mesmos dos constantes do questionário de que trata o inciso XIV do art. 55 do R-105.

III - memorial descritivo com desenhos técnicos, em folha de papel A-4, contendo a apresentação de exemplares, segundo Roteiro Prático de Desenho Técnico do Centro Tecnológico do Exército - CTEx (Anexo C):

a) vistas frontal e lateral: em folhas separadas, com cotas em milímetros e respectivas tolerâncias, com a escala utilizada, com o nome e a assinatura dos engenheiros responsáveis pelo projeto e fabricação e com o número de registro no CREA ou CRQ;

b) o memorial descritivo deve ser organizado de modo a abordar os assuntos a seguir mencionados, podendo ser acrescido de outros itens julgados necessários, de acordo com as NEB/T Pr-19:

1. objeto da solicitação: deve explicitar se é para Avaliação Técnica de Produto, de Protótipo, de Lote Piloto ou Colaboração Técnica;

2. empresa interessada no ensaio: identificar a razão social, o CNPJ, CR ou TR, o número do telefone, do fax, endereço, etc., suas atividades principais, linhas de produtos, experiência acumulada e outras informações julgadas necessárias, e os responsáveis técnicos pelos seus diversos ramos, citando número registro no CREA ou CRQ, data da sua expedição e título profissional;

3. apresentação do produto: deve abordar identificação e nomenclatura, fabricante, origem e histórico do desenvolvimento, descrição do produto e componentes, respectivas composições, modelo (definido pelo fabricante), características gerais e específicas, especificações técnicas (determinando com exatidão o material empregado e o processo de fabricação), descrição do funcionamento, os efeitos desejados e os não desejados; e

4. instrução de manuseio e segurança: deve abordar todas as informações necessárias sobre o produto quanto a manuseio, montagem e desmontagem, armazenamento, transporte, etc., objetivando segurança pessoal e material.

Art. 12. O D Log, após análise do processo, deve encaminhá-lo ao órgão avaliador de sua escolha para a realização dos ensaios, se estiver completo e correto, ou restituí-lo ao interessado para as correções necessárias, se estiver incompleto ou incorreto.

Art. 13. Os produtos devem ser submetidos a testes mecânicos, de desempenho e químicos, com o objetivo de comprovar a ausência de alto-explosivo ou substâncias tóxicas nas suas formulações, sendo que as formulações de seus constituintes devem estar, ainda, isentas de qualquer uma das seguintes substâncias:

I - arsênio e seus compostos;

II - boro e seus compostos;

III - cloratos, exceto em misturas para produção de fumaça, iniciadores e retardos pirotécnicos;

IV - ácido gálico, sais de ácido gálico ou sais derivados de hidróxido de gálio;

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V - chumbo e seus compostos;

VI - sais de mercúrio;

VII - picratos e ácido pícrico;

VIII - tiocianatos;

IX - enxofre, com acidez superior a 0, 010% em termos de H2SO4; X - zircônio com tamanho de partícula menor que 40x10-3mm; e XI - fósforo, com exceção do fósforo vermelho nos iniciadores.

§ 1º Os elementos a constituírem os corpos de prova devem ser colhidos junto aos interessados pelo SFPC Regional, na forma e quantidades requeridas pela bateria de testes a ser executada, conforme previamente definido pelo órgão avaliador encarregado.

§ 2º Os elementos colhidos devem ser lacrados pelo SFPC Regional e remetidos para o órgão avaliador, às custas dos interessados.

Art. 14. O Relatório Técnico com o resultado da avaliação deve ser remetido D Log e ao interessado, devendo o órgão avaliador manter uma via em seus arquivos.

§ 1º Caso a avaliação seja executada pelo OAEx, este deve encaminhar uma via ao D Log e outra diretamente ao interessado.

§ 2º Caso a avaliação seja executada por OCAP, este órgão deve encaminhar uma via ao D Log, a qual deve providenciar a sua homologação junto ao OAEx e, posteriormente, remetê-la ao interessado.

Art. 15. Os produtos considerados “não conformes” podem ser submetidos a uma nova avaliação, a título de contraprova, por meio de solicitação do interessado e mediante pagamento dos custos decorrentes.

Art. 16. Os produtos, depois de avaliados e considerados conformes, permanecem sujeitos a posteriores inspeções a critério da administração militar para verificação da preservação das conformidades.

Parágrafo único. Caso julgue pertinente, o órgão avaliador pode manter em seu poder testemunhos dos corpos de prova dos produtos, de forma a possibilitar a realização de outras avaliações técnicas, sempre que necessário.

CAPÍTULO V

DA IMPORTAÇÃO E DO DESEMBARAÇO ALFANDEGÁRIO

Art. 17. A importação de fogos de artifício e artigos pirotécnicos, classificados nas NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) 3604.10.00, 3603.00.00 e 3604.90.10, e artefatos similares classificados na NCM 3604.90.90, está sujeita ao licenciamento não automático do Sistema de Comércio Exterior (SISCOMEX) e à autorização prévia a cargo do Comando do Exército.

§ 1º A autorização prévia de importação é concedida pelo D Log, por meio de Certificado Internacional de Importação - CII.

§ 2º Quando do preenchimento do CII, o importador deve observar o seguinte:

I - em cada CII devem constar apenas produtos de uma única classificação fiscal;

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II - a unidade de medida a ser declarada no CII deve ser a mesma da fatura comercial e da Licença de Importação - LI;

III - ao utilizar a “caixa” como unidade de medida, o importador deve declarar, também o arranjo de empacotamento (packing); e

IV - caso o campo destinado à descrição da mercadoria no CII não seja suficiente, pode ser utilizada uma folha suplementar.

Art. 18. Não estão autorizadas importações na modalidade de admissão temporária, bem como por consignação.

Art. 19. A importação comercial deve obedecer aos seguintes procedimentos:

I - requerer ao D Log autorização prévia para a importação dos produtos;

II - especificar no campo “dados complementares” do requerimento para obtenção do CII:

a) finalidade de importação (comércio ou apresentações pirotécnicas); e

b) descriminar cada produto a ser importado como de uso permitido ou restrito, de acordo com as definições apresentadas no art. 5o das presentes Normas.

Art. 20. Nas operações de importação devem ser obedecidos, ainda, os procedimentos relacionados com o licenciamento da importação, conforme consta na Portaria nº 09-D Log, de 25de junho de 2004.

Art. 21. Os produtos importados devem estar íntegros, sem partes soltas ou com folgas e com todos os seus elementos constitutivos correlacionados com o seu funcionamento, sendo proibida a importação de produtos semi-acabados.

Parágrafo único. As bombas aéreas e seus tubos de lançamento com calibre superior a 76,2 mm poderão ser importados isoladamente, desde que seja prevista a reutilização dos tubos.

Art. 22. Os produtos importados devem permanecer armazenados e lacrados em depósito do importador ou em estabelecimento alfandegário, onde serão colhidos os elementos a constituírem os corpos de prova, consoante o previsto no § 1° do art. 13.

§ 1º O desembaraço alfandegário deve ser realizado no local de armazenagem, mediante autorização da DFPC, após os produtos terem sido avaliados e considerados conforme.

§ 2º Na hipótese dos produtos serem considerados não-conforme ou, se a importação contrariar as normas em vigor, os mesmos devem permanecer retidos no local de armazenagem até que sejam reembarcados ou destruídos, devendo o importador se responsabilizar por todos os custos decorrentes da apreensão, armazenagem, transporte, reembarque e destruição.

Art. 23. Ficam dispensados da avaliação técnica, pelo prazo de dois anos, os produtos importados já avaliados e considerados conforme, desde que permaneçam inalterados o país de origem, o fabricante e a sua composição.

§ 1º Caso julgue necessário, o órgão avaliador poderá requisitar amostras dos produtos já aprovados antes do término do prazo previsto no caput, com vistas à verificação da preservação das conformidades, como previsto no art.16.

§ 2º Os produtos dispensados de avaliação técnica, nas condições previstas no caput, estão sujeitos à inspeção para fins de desembaraço alfandegário.

(17)

CAPÍTULO VI

DO TRANSPORTE E DA ARMAZENAGEM

Art. 24. Para realizar qualquer operação de transporte e armazenamento, os produtos, devem estar acondicionados em caixas coletivas de papelão, com código de designação de tipo de embalagem 4G, conforme as prescrições do Decreto nº 1.797, de 1996, e do REG/T 01.

Parágrafo único. Os produtos devem ser armazenados em depósitos autorizados, apostilados ao CR ou TR, obedecendo às distâncias mínimas de segurança prescritas no Anexo XV do R-105.

CAPÍTULO VII DAS EMBALAGENS

Art. 25. Com a finalidade de permitir que os produtos sejam facilmente reconhecíveis, além das prescrições estabelecidas no Decreto nº 1.797, de 1996, no REG/T 01 e no REG/T 02, estes devem conter, no mínimo, as seguintes informações:

I – nas embalagens:

a) marca;

b) fabricante;

c) nome comercial;

d) denominação genérica, conforme o Anexo D;

e) peso bruto, peso líquido e peso de explosivo;

f) composição qualitativa dos produtos químicos;

g) identificação do produto, contendo número código da ONU, classificação de risco, grupo de compatibilidade e a quantidade isenta, conforme previsto na Resolução ANTT nº 420, de 12 de fevereiro de 2004;

h) inscrição de: "EXPLOSIVO - PERIGO", em letras laranjas pantone básico 152, conforme normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) bem visíveis;

i) rótulos de risco, de acordo com a NBR 7500;

j) rótulos de segurança, de acordo com a NBR 7500;

k) uso permitido/restrito;

l) instruções de segurança e utilização;

m) número do lote e data de fabricação; e n) país de origem da fabricação.

II - nos produtos bomba aérea, conjunto de múltiplos tubos, foguete, morteiro, fonte, fumígeno, candela e rojão:

a) marca;

b) fabricante;

(18)

c) nome comercial; e

d) denominação genérica, conforme o Anexo D.

Art. 26. As embalagens devem conter, ainda, o nome do importador, conforme registrado no Exército, sendo que todas as informações devem estar grafadas em português.

Art. 27. Na ausência de tratados internacionais de reconhecimento, os testes de homologação de embalagem só podem ser realizados em território brasileiro.

CAPÍTULO VIII

DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS

Art. 28. Fica modificada a descrição do produto controlado de código 2160, que passa a vigorar com a seguinte redação:

Código Categoria de

controle Grupo Nomenclatura do Produto

2160 3 Pi fogos de artifício

Art. 29 Fica estabelecido o prazo de cento e oitenta dias, a contar da data da publicação destas Normas, para os fabricantes iniciarem os processos de avaliação técnica dos seus produtos.

§ 1º O prazo citado no caput refere-se aos produtos já comercializados no mercado nacional à data da publicação desta portaria.

§ 2º A comercialização de produtos desenvolvidos a partir da vigência deste documento estará condicionada à respectiva aprovação em Avaliação Técnica.

Art. 30. O exercício de qualquer atividade com os produtos de que tratam estas Normas em desacordo com as mesmas, sujeitam o infrator à penalidades previstas em legislação específica.

Art. 31. Os casos não previstos nestas normas serão solucionados pelo Departamento Logístico.

ANEXO A

REQUERIMENTO PARA AVALIAÇÃO TÉCNICA

Exmo Sr Chefe do Departamento Logístico

... (nome da empresa) ..., estabelecida em ...(endereço) ..., CR (ou TR) nº ..., representada, neste ato, por seu proprietário (sócio ou diretor, etc.)..., vem pelo presente, requerer a V Exª avaliação técnica de ... (citar o(s) produto(s)), de acordo com o art. 11 das Normas aprovadas pela Portaria nº ________ D Log, de ______________

____________________________________

responsável (nome completo e função)

(19)

ANEXO B

FISAT - FICHA DE SOLICITAÇÃO DE AVALIAÇÃO TÉCNICA

FICHA DE SOLICITAÇÃO DE AVALIAÇÃO TÉCNICA - FISAT

NOME DA EMPRESA SOLICITANTE: _________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________ CNPJ: ______________________________________________

ENDEREÇO DA EMPRESA: ___________________________________________________________________________________________________

____________________________________________________________________________________ CEP: _____________________________________

TELEFONE NO _____________________________________ FAX NO ______________________________________________

NOME DO REPRESENTANTE DA EMPRESA

______________________________________________________________________________________________________________________________

______________________________________________________________________________________________________________________________

ENGENHEIROS RESPONSÁVEIS TÉCNICOS DA EMPRESA (NOME – NO REGISTRO NO CREA OU CRQ – DATA DA EXPEDIÇÃO DA CARTEIRA – TÍTULO PROFISSIONAL)

________________________________________________________________________________________________________

________________________________________________________________________________________________________

________________________________________________________________________________________________________

________________________________________________________________________________________________________

________________________________________________________________________________________________________

RELAÇÃO DOS PRODUTOS, PROTÓTIPOS OU LOTES PILOTOS A SEREM AVALIADOS

N O M E N C L A T U R A NO DO FABRICANTE QUANT.

_____________________________________________, _______, _______/_______/____.

Local Data

Assinatura do Representante da Empresa

OBSERVAÇÃO:

Observações ou complementações de informações poderão ser transcritas em página suplementar

(20)

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DESTA FISAT

1. Esta ficha deverá ser preenchida à máquina, sem emendas, rasuras ou entrelinhas, pelo fabricante ou importador interessado em realizar Avaliação Técnica de seus produtos.

2. Esta FISAT deverá ser incluída no processo para concessão de TR ou CR, conforme o caso.

3. O nome do representante da empresa deverá ser o mesmo do requerimento de que trata o art. 55 e o Anexo IV, do R-105.

4. Os nomes dos responsáveis técnicos da empresa deverão ser os mesmos dos constantes do questionário de que trata o art. 56 do R-105.

5. Observações ou complementações de informações que a empresa solicitante desejar fazer poderão ser transcritos no espaço abaixo:

ANEXO C

ROTEIRO PRÁTICO DE DESENHO TÉCNICO 1. OBJETIVO

Este roteiro, baseado nas normas de desenho técnico em vigor, destina-se a orientar as empresas, interessadas em realizar ensaios para avaliações técnicas de seus produtos, na execução de desenhos técnicos simples, para cumprimento do prescrito na letra c, dos itens 5.1 e 5.2, das NEB/T Pr-19.

(21)

2. DESENVOLVIMENTO

a. Formatos de Papel: (Ref.: NBR 10068)

1) O original deve ser executado em menor formato possível, desde que não prejudique a sua clareza.

2) As folhas de desenhos podem ser utilizadas na posição horizontal (formatos A0, A1, A2 e A3) ou vertical (formato A4). Esses formatos poderão ser adquiridos em papelarias, em blocos ou avulsos, já com as margens impressas.

3) As dimensões (em milímetros) dos formatos de papel e das margens são as seguintes:

DESIGNAÇÃO DIMENSÕES (mm) (Largura x Altura)

MARGEM (mm)

Esquerda Direita Superior Inferior

ESPESSURA DA LINHA

(mm)

A0 1189 x 841 25 10 10 10 1,4

A1 841 x 594 25 10 10 10 1,0

A2 594 x 420 25 7 7 7 0,7

A3 420 x 297 25 7 7 7 0,5

A4 210 x 297 25 7 7 7 0,5

b. Legenda: (Ref.: NBR 10068)

1) Toda folha desenhada deve levar, dentro do quadro e no canto inferior direito, uma legenda, que deve ter 178 mm de comprimento nos formatos A4, A3 e A2 e 175 mm nos formatos A1 e A0.

2) Da legenda devem constar as seguintes indicações, além de outras julgadas indispensáveis para um determinado tipo de desenho:

– Número do Desenho;

– Título do Desenho;

– Proprietário do Desenho;

– Escala Principal;

– Unidade em que são expressas as dimensões;

– Valores das Tolerâncias gerais e, se necessário, outras indicações para classificação e arquivamento;

– Datas e assinaturas dos responsáveis pela execução e aprovação;

– Indicação de “substituir a” ou “substituído por”, quando for o caso.

3) Como exemplo de legenda, sugere-se:

TOLERÂNCIAS N N FIRMA

O C

P RESP

.

Nome: M TÍTULO

TEC CREA: L

APROV.: J K / / B

P DES.: H I / /

PROJEÇÃO ESCALA UNIDADE FORMATO FOLHA NR

P D E F G / A

A – Número do Desenho.

B – Título do Desenho.

C – Proprietário do Desenho (designação da firma).

(22)

1o Quadrante

D – Método de Projeção:

3o Quadrante E – Escala Principal.

F – Unidade de Dimensão Linear.

G – Formato da Folha de Desenho (A0, A1, A2, A3 ou A4).

H – Rubrica do desenhista ou projetista.

I – Data de Elaboração do Desenho.

J – Rubrica do Responsável Técnico da Empresa.

K – Data da Liberação do Desenho.

L – No Registro no CREA, do Responsável Técnico da Empresa.

M – Nome do Responsável Técnico da Empresa.

N – Informações Administrativas.

O – Valores das Tolerâncias Gerais (dimensionais e/ou geométricas).

P – Informações Técnicas Complementares.

c. Escalas: (Ref.: NBR 8196)

1) Escala: é a relação entre a dimensão linear de um objeto (ou elemento) representado no desenho e a dimensão real deste objeto (ou elemento), devendo ser indicada, obrigatoriamente, na legenda.

2) Quando for necessário o uso de mais uma escala na folha para desenho, estas devem estar indicadas junto à identificação do detalhe ou vista a que se referem. E, na legenda, deve constar a palavra indicada.

3) Escala natural: é a escala onde a representação do objeto (ou elemento) é feita em sua verdadeira grandeza.

4) Escala de ampliação: é a escala onde a representação do objeto (ou elemento) é maior que sua verdadeira grandeza.

5) Escala de redução: é a escala onde a representação do objeto (ou elemento) é menor que sua verdadeira grandeza.

6) Escalas recomendadas para uso em desenho técnico:

de Redução Natural de Ampliação Observação

1:2 1:5 1:10

1:1 2:1

5:1 10:1

Estas escalas podem ser re- duzidas ou ampliadas à razão de 10.

d. Linhas: (Ref.: NBR 8403)

1) Nos desenhos técnicos é recomendada a utilização de duas espessuras de linhas: larga e estreita.

2) Qualquer que seja o meio de execução, a lápis ou a tinta, ao desenhista é facultada a fixação da relação entre as larguras de linha larga e estreita, a qual deverá ser igual ou superior a 2.

(23)

3) São normalizadas as seguintes espessuras de linhas no desenho: 0,13; 0,18; 0,25; 0,35;

0,50; 0,70; 1,00; 1,40; e 2,00 mm.

4) As penas das canetas à tinta nanquim são identificadas com cores, de acordo com a largura das linhas que traçam:

0,13mm - lilás 0,18mm - vermelha 0,25mm - branca 0,35mm - amarela 0,50mm - marrom 0,70mm - azul 1,00mm - laranja 1,40mm - verde 2,00mm - cinza 5) Tipos de Linhas

Denominação Aplicação Geral

Contínua larga Contornos visíveis;

arestas visíveis;

margens (das folhas de papel)

Contínua estreita

linhas de cotas;

linhas auxiliares;

linhas de chamada;

hachuras;

contornos de seções rebatidas na própria vista;

linhas de centros curtas.

Contínua estreita a mão livre limites de vistas ou cortes parciais.

Contínua estreita em ziguezague limites de vistas ou cortes parciais confeccionados por máquinas.

Tracejada larga Contornos não visíveis;

arestas não visíveis.

Tracejada estreita Contornos não visíveis.

Traço e ponto estreita linhas de centro;

linhas de simetrias;

trajetórias.

Traço e ponto estreita, larga nas

extremidades e na mudança de direção planos de cortes.

Traço e ponto larga Indicação das linhas ou superfícieis com indicação especial.

Traço e dois pontos estreita

Contornos de peças adjacentes;

Posição limite de peças móveis;

linhas de centro de gravidade;

cantos antes da conformação;

detalhes situados antes do plano de corte.

(24)

6) Ordem de prioridade de linhas coincidentes:

Se ocorrer coincidência de duas ou mais linhas de diferentes tipos, devem ser observados os seguintes aspectos, em ordem de prioridade:

a) arestas e contornos visíveis (linha contínua larga);

b) arestas e contornos não visíveis (linha tracejada);

c) superfícies de cortes e seções (traço e ponto estreita, larga nas extremidades e na mudança de direção).

d) linhas de centro (traço e ponto estreita);

e) linhas de centro de gravidade (traço e dois pontos estreita);

f) linhas de cota e auxiliar (linha contínua estreita).

7) Terminação das linhas de chamadas.

As linhas de chamadas devem terminar:

a) sem símbolo, se elas conduzem a uma linha de cota;

b) com um ponto, se terminam dentro do objeto representado;

c) com uma seta, se elas conduzem e/ou contornam a aresta do objeto representado.

e. Letras e Algarismos: (Ref.: NBR 8402/1994)

1) As principais exigências na escrita em desenhos técnicos são a legibilidade, uniformidade e adequação à microfilmagem e a outros processos de reprodução.

2) A distância mínima entre caracteres deve corresponder, no mínimo, a duas vezes a largura de linha (espessura do traço) das letras e/ou algarismos. No caso de larguras de linha diferentes, a distância deve corresponder à da linha mais larga.

3) Os caracteres devem ser escritos de forma que as linhas se cruzem ou se toquem, aproximadamente, em ângulo reto.

4) Para facilitar a escrita, deve ser aplicada a mesma largura de linha para letras maiúsculas e minúsculas.

5) A altura mínima das letras maiúsculas ou minúsculas deve ser de 2,5mm. Na aplicação simultânea de letras maiúsculas e minúsculas, a altura mínima das letras maiúsculas deve ser de 3,5 mm.

6) A escrita pode ser vertical ou inclinada, em um ângulo de 15º para a direita em relação à vertical.

7) As palavras, os números e os símbolos devem ser colocados de frente para quem observa o desenho pelo lado inferior ou pelo lado direito.

f. Cotagem: (Ref.: NBR 10.126/1987)

1) Todas as cotas necessárias à caracterização da forma e da grandeza do objeto devem ser indicadas diretamente sobre o desenho, de modo a não exigir, posteriormente, o cálculo ou a estimativa de medidas. Deve-se procurar indicar no desenho as cotas que exprimam as dimensões totais do objeto.

2) Cada cota deve ser indicada na vista que mais claramente representar a forma do elemento cotado.

(25)

3) Desenhos de detalhes devem usar a mesma unidade (p. ex, milímetro) para todas as cotas sem o emprego do símbolo. Se for necessário, para evitar mau entendimento, o símbolo da unidade predominante para um determinado desenho deve ser incluído na legenda. Onde outras unidades devem ser empregadas como parte da especificação do desenho (p. ex. N.m. para torque ou KPa para pressão), o símbolo da unidade apropriada deve ser indicado com o valor.

4) Os elementos de cotagem incluem a linha auxiliar, a linha de cota, o limite (a extre- midade) da linha de cota e a cota.

5) As linhas auxiliares e as linhas de cota são desenhadas como linhas contínuas estreitas.

6) A linha auxiliar deve ser prolongada ligeiramente (2 a 3 mm) além da respectiva linha de cota. Um pequeno espaço (1 mm) deve ser deixado entre a linha de contorno e a linha auxiliar.

7) A indicação dos limites da linha de cota é feita por meio de setas ou traços oblíquos.

A seta é desenhada com linhas curtas, formando ângulos de 15º, podendo ser aberta ou fechada preenchida.

Já o traço oblíquo é desenhado com uma linha curta (2 a 3 mm) e inclinado a 45º.

8) A indicação dos limites da linha de cota deve ter o mesmo tamanho num mesmo desenho.

9) Somente uma forma da indicação dos limites da linha de cota deve ser usada num mesmo desenho. Entretanto, quando o espaço for muito pequeno, outra forma de indicação de limites pode ser utilizada.

10) Quando houver espaço disponível, as setas de limitação da linha de cota devem ser apresentadas entre os limites da linha de cota. Quando o espaço for limitado, as setas de limitação da linha de cota podem ser apresentadas externamente no prolongamento da linha de cota, desenhado com esta finalidade.

11) Existem 2 métodos de cotagem, mas somente um deles deve ser utilizado num mesmo desenho:

a) 1o Método:

(1) - As cotas devem ser localizadas acima e paralelamente às suas linhas de cotas e preferencialmente no centro.

(2) - As cotas devem ser escritas de modo que possam ser lidas da base e/ou do lado direito do desenho.

b) 2o Método:

(1) - As cotas devem ser lidas da base da folha de papel. As linhas de cota devem ser interrompidas, preferencialmente no meio, para inscrição da cota.

12) Os símbolos seguintes são usados com cotas para mostrar a identificação das formas e melhorar a interpretação do desenho:

∅ - diâmetro R - raio

- quadrado

∅ ESF - diâmetro esférico R ESF - raio esférico

(26)

ANEXO D

NOMENCLATURA DE FOGOS DE ARTIFÍCIO, ARTIFÍCIOS PIROTÉCNICOS E ARTEFATOS SIMILARES

NOME DESCRIÇÃO EFEITO

PRINCIPAL EXEMPLOS Bomba aérea

Artefato lançado por meio de tubos de lançamento, contendo carga de projeção, retardo, carga de abertura, baladas e/ou tiros

Ascensão seguida de

efeitos diversos Bomba de polegadas, shell, shell- in-mortar, minas

Bomba de solo tubo, de papel ou de plástico, contendo composição pirotécnica

e iniciador. Estampido Traque, estalo de riscar bomba numerada, banger, firecracker Centelhador de

tubo tubo contendo composição

pirotécnica Emissão de centelhas Vela, velinha, chuva, bengala, cascata, estrela lume

Centelhador de vara

Arame ou palito parcialmente coberto de composição

pirotécnica Emissão de centelhas Chuva, chuvinha, estrela, estrelinha, sparkle

Conjunto de múltiplos tubos

Montagem que inclui dois ou mais tipos de fogos de artifício, com um ou mais pontos de iniciação e queima em seqüência, para apresentação em show.

Efeitos diversos Tortas, girândolas, cakes, letreiros, set pieces, kits, base de míssil

Estalo de salão Dispositivo contendo composição pirotécnica sensível

a choque mecânico Estampido Traque de massa, estalinho, throwdown

Estopim

Fio ou cordão, encapado ou desencapado, empregnado de composição pirotécnica

Transmissão de chama

com ou sem retardo Retardo, rastilho, safety fuse, quickmatch

Foguete Tubo com carga de projeção, contendo baladas e/ou bombas aéreas

Lançamento de

baladas e/ou bombas aéreas de efeito sonoro e/ou visual

Três tiros, rabo de pavão, bouquet de lágrimas, crakling,, prepitante, bomba 12 x 1

Tubo de

lançamento- Morteiro

Tubo com carga de projeção contendo bomba aérea singela

Lançamento de

bombas aéreas Nº 2, no 3, no 4, no 5, no 6, no 7 e no 8.

Fonte Tubo cônico ou cilíndrico contendo composição pirotécnica

Emissão de centelhas e chamas coloridas

Vulcão, sputnik, árvore de natal, fountain

Fumígeno Tubo contendo composição

pirotécnica Emissão de fumaça Smoke

Giratório aéreo Tubo provido de hélice contendo composição pirotécnica

Ascensão em

movimento giratório

Aviação, abelinha, ovni, helicóptero, disco voador, coroa giratória

Giratório de solo

Tubo cilíndrico ou em forma de espiral contendo composição pirotécnica

Movimento giratório

em torno de um ponto Peão, giroloco, roseta

Candela

Tubo com diversas cargas de projeção contendo baladas e/ou bombas aéreas, montadas em alternância

Lançamento de

baladas e/ou bombas aéreas, em seqüência.

Vela romana, ("roman candle", pistola)

(27)

3 ª PARTE ATOS DE PESSOAL

ATOS DO PODER EXECUTIVO MINISTÉRIO DA DEFESA DECRETO DE 12 DE ABRIL DE 2006.

Admissão no Corpo de Graduados Especiais da Ordem do Mérito Militar.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, de acordo com o disposto no art. 84, inciso XXI, da Constituição, e na qualidade de Grão-Mestre da Ordem do Mérito Militar, resolve

ADMITIR

no Corpo de Graduados Especiais da Ordem do Mérito Militar as seguintes personalidades:

NO GRAU DE GRANDE-OFICIAL:

Arcebispo ALDO DI CILLO PAGOTO;

NO GRAU DE COMENDADOR:

Senhor LUCAS AZEVEDO MOREIRA DOS SANTOS.

(Decreto publicado no Diário Oficial da União n° 72, de 13 de abril de 2006 – Seção 1).

DECRETO DE 8 DE MAIO DE 2006.

Admissão no Corpo de Graduados Especiais da Ordem do Mérito Militar.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, de acordo com o disposto no art. 84, inciso XXI, da Constituição, e na qualidade de Grão-Mestre da Ordem do Mérito Militar, resolve

ADMITIR

a Senhora ANA MARIA BRAGA MAFFEI no Corpo de Graduados Especiais da Ordem do Mérito Militar, no grau de Comendador.

(Decreto publicado no Diário Oficial da União n° 87, de 9 de maio de 2006 – Seção 1).

MINISTÉRIO DA DEFESA

SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL PORTARIA N ° 625/SEORI/MD, DE 5 DE MAIO DE 2006.

Dispensa de militar de ficar à disposição do Ministério da Defesa.

O SECRETÁRIO DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL DO MINISTÉRIO DA DEFESA, no uso da competência que lhe foi subdelegada pelo contido no Art. 4° da Portaria Normativa n°

852/MD, de 1° de julho de 2005, publicada no Diário Oficial da União n° 127, Seção 1, de 5 de julho de 2005, resolve:

DISPENSAR o Cel QEM QEMA ANTONIO ELISEU DIAS SOMMERLATTE de ficar à disposição do Ministério da Defesa, a contar de 30 de abril de 2006.

(Portaria publicada no Diário Oficial da União n° 87, de 9 de maio de 2006 - Seção 2).

(28)

COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTARIA N º 222, DE 8 DE MAIO DE 2006.

Exoneração de oficial

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe é conferida pelo art.

9º, inciso II, alínea "b", do Regulamento de Movimentação para Oficiais e Praças do Exército, aprovado pelo Decreto 2.040, de 21 de outubro de 1996, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, resolve

EXONERAR,

por necessidade do serviço, ex officio, de Oficial do seu Gabinete, os seguintes militares:

- Maj Int JOAO ALBERTO REDONDO SANTANA; e - Cap QAO ANTONIO PEREIRA DE SOUZA.

PORTARIA N º 223, DE 8 DE MAIO DE 2006.

Promoção de oficial post mortem

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe foi delegada pelo art. 1º, inciso V, do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 09 de junho de 1999, e de acordo com o art. 60, da Lei no 6.880, de 09 Dez 80 (Estatuto dos Militares), os arts. 4o, alínea e), 9o e 30, alínea c), da Lei no 5.821, de 10 Nov 72 (Lei de Promoções dos Oficiais da Ativa das Forças Armadas), art. 1o, alínea b), do Decreto no 57.272, de 16 Nov 65, alterado pelo art. 1o, do Decreto no 64.517, de 15 Mai 69, e o art. 1o, da Lei no 5.195, de 24 Dez 66, resolve:

PROMOVER,

post mortem, ao posto de Tenente-Coronel do Serviço de Saúde, Quadro de Médicos, a contar de 24 de maio de 2005, o falecido Maj Med (018740893-5) RENATO CARDOSO DE MELLO.

PORTARIA N º 224, DE 8 DE MAIO DE 2006.

Promoção de oficial post mortem

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe foi delegada pelo art. 1º, inciso V, do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 09 de junho de 1999, e de acordo com o art. 60, da Lei no 6.880, de 09 Dez 80 (Estatuto dos Militares), os arts. 4o, alínea e), 9o e 30, § 1o, da Lei no 5.821, de 10 Nov 72 (Lei de Promoções dos Oficiais da Ativa das Forças Armadas), resolve:

PROMOVER,

post mortem, ao posto de Major, da Arma de Infantaria, a contar de 25 de novembro de 2005, o falecido Cap Inf (055409042-3) EDIUSON GALILEU GONÇALVES ANTUNES SANTOS.

(29)

PORTARIA N º 225, DE 9 DE MAIO DE 2006.

Recondução de membros efetivos da CPO.

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da delegação de competência conferida pelo Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com a art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, e de acordo com o art. 27, § 1º, da Lei nº 5.821, de 10 Nov 72 (Lei de Promoções de Oficiais da Ativa das Forças Armadas), resolve:

RECONDUZIR,

como membros efetivos da Comissão de Promoções de Oficiais, pelo prazo de 1 (um) ano, os seguintes Oficiais-Generais :

- General-de-Divisão Combatente CARLOS BOLIVAR GOELLNER, a contar de 20 de abril de 2006; e

- General-de-Brigada Combatente ODILSON SAMPAIO BENZI, a contar de 8 de abril de 2006.

P

ORTARIA N º 226 , DE 9 DE MAIO DE 2006.

Agregação de Oficiais-Generais aos respectivos Quadros

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da delegação de competência conferida pelo Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, e de acordo com o art. 81, inciso II, da Lei nº 6.880, de 9 de dezembro de 1980, resolve

AGREGAR,

aos respectivos Quadros, a contar de 17 de abril de 2006, os seguintes Oficiais-Generais:

- General-de-Divisão Combatente RUBEM PEIXOTO ALEXANDRE; e - General-de-Divisão Combatente WALTER PAULO.

P

ORTARIA N º 227 , DE 9 DE MAIO DE 2006.

Agregação de Oficial-General ao respectivo Quadro

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da delegação de competência conferida pelo Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, e de acordo com o art. 81, inciso IV, da Lei nº 6.880, de 9 de dezembro de 1980, resolve

AGREGAR,

ao respectivo Quadro, a contar de 4 de maio de 2006, o General-de-Divisão Combatente UBIRATAN ATHAYDE MARCONDES.

PORTARIA N º 228, DE 9 DE MAIO DE 2006.

Reversão de Oficial-General ao respectivo Quadro.

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da delegação de competência conferida pelo Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, e de acordo com o art. 86, da Lei nº 6.880, de 09 de dezembro de 1980, resolve

REVERTER,

ao respectivo Quadro, a contar de 24 de abril de 2006, o General-de-Exército RENALDO QUINTAS MAGIOLI.

(30)

PORTARIA N ° 229, DE 9 DE MAIO DE 2006.

Concessão de Passador de Platina da Medalha Militar

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto n° 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar n° 97, de 9 de junho de 1999, e de acordo com o que propõe a Secretaria-Geral do Exército, resolve

CONCEDER

o Passador de Platina da Medalha Militar ao General-de-Brigada (0231804113) ODILSON SAMPAIO BENZI, criada pelo Decreto n° 4.238, de 15 de novembro de 1901, nos termos do Decreto n° 39.207, de 22 de maio de 1956, com a redação dada pelo Decreto n° 70.751, de 23 de junho de 1972, por haver completado, em 20 de abril de 2006, quarenta anos de bons serviços nas condições exigidas pela Portaria do Comandante do Exército n° 322, de 18 de maio de 2005.

PORTARIA N ° 230, DE 9 DE MAIO DE 2006.

Concessão de Passador de Platina da Medalha Militar

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto n° 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar n° 97, de 9 de junho de 1999, e de acordo com o que propõe a Secretaria-Geral do Exército, resolve

CONCEDER

o Passador de Platina da Medalha Militar ao General-de-Brigada (017182031-9) ALÉSSIO RIBEIRO SOUTO, criada pelo Decreto n° 4.238, de 15 de novembro de 1901, nos termos do Decreto n° 39.207, de 22 de maio de 1956, com a redação dada pelo Decreto n° 70.751, de 23 de junho de 1972, por haver completado, em 4 de abril de 2006, quarenta anos de bons serviços nas condições exigidas pela Portaria do Comandante do Exército n° 322, de 18 de maio de 2005.

PORTARIA N º 231, DE 10 DE MAIO DE 2006.

Nomeação de oficial

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe é conferida pelo art.

9º, inciso II, alínea "b", do Regulamento de Movimentação para Oficiais e Praças do Exército, aprovado pelo Decreto 2.040, de 21 de outubro de 1996, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, resolve

NOMEAR,

por necessidade do serviço, ex officio, Oficial do seu Gabinete, o Maj Art ALFREDO SANTOS TARANTO.

ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO NOTA N ° 004-VCh, DE 4 DE MAIO DE 2006.

Representações do Comando do Exército – Designação e Dispensa

O CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe foi delegada pela Portaria n° 761, de 2 de dezembro de 2003, do Comandante do Exército, resolve DESIGNAR, sem prejuízo de suas funções:

- o Cel WALDIR MENACHO DOS ANJOS, do Estado-Maior do Exército (EME), para representante titular do Comando do Exército junto ao Ministério da Cultura, no Grupo de Trabalho Interministerial para a recuperação e conservação de Fortes, Fortalezas e Monumentos Históricos (GTI FORTES), em substituição ao Cel R/1 HAROLDO DA COSTA GUIMARÃES;

(31)

- o Cel RUBENS APARECIDO PEDRO, do Estado-Maior do Exército (EME), para representante suplente do Comando do Exército junto ao Ministério da Cultura, no Grupo de Trabalho Interministerial para a recuperação e conservação de Fortes, Fortalezas e Monumentos Históricos (GTI FORTES), em substituição ao Gen Bda ANTÔNIO MARCOS MOREIRA SANTOS;

- o Cel MARCUS GERSON CORDEIRO VINHAS, do Estado-Maior do Exército (EME), para representante do Comando do Exército junto ao Ministério da Defesa, a fim de prestar assessoria técnica ao Grupo de Trabalho para avaliar a situação da força de trabalho do Ministério da Defesa (GT FORÇA TRAB), em substituição ao Gen Bda ANTÔNIO MARCOS MOREIRA SANTOS;

- o Cel JOSE ANTONINO BAHIA VASCONCELOS CAMARGOS, do Estado-Maior do Exército (EME), para representante suplente do Comando do Exército junto ao Ministério da Ciência e Tecnologia, na Comissão Interministerial para aplicação dos dispositivos da Convenção Internacional sobre a Proibição do Desenvolvimento, Produção, Estocagem e Uso das Armas Químicas e sobre a Destruição das Armas Químicas existentes no mundo (CPAQ), em substituição ao Cel ANTÔNIO DE ARAÚJO FEITOSA FILHO;

- o Cel PEDRO THEÓPHILO GASPAR DE OLIVEIRA FILHO, do Estado-Maior do Exército (EME), para representante titular do Comando do Exército junto ao Ministério do Meio Ambiente, no Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), em substituição ao Ten Cel DOVANIL FERRAZ CAMARGO JUNIOR;

- o Cel GEOVANI AMORIM DE FARIA, do Estado-Maior do Exército (EME), para representante titular do Comando do Exército junto ao Ministério das Relações Exteriores, no Grupo de Trabalho sobre Mineração Ilegal na Comissão Binacional de Alto Nível Brasil-Venezuela (COBAN- GTMI), em substituição ao Ten Cel EUSTÁQUIO BOMFIM SOARES;

- o Cel GEOVANI AMORIM DE FARIA, do Estado-Maior do Exército (EME), para representante titular do Comando do Exército junto ao Ministério das Relações Exteriores, no Grupo de Trabalho de Cooperação Militar da Comissão Binacional de Alto Nível Brasil-Venezuela (COBAN- GTCM), em substituição ao Ten Cel EUSTÁQUIO BOMFIM SOARES;

- o Cel JOSE ANTONINO BAHIA VASCONCELOS CAMARGOS, do Estado-Maior do Exército (EME), para representante suplente do Comando do Exército junto ao Ministério das Relações Exteriores, no Grupo de Trabalho sobre Mineração Ilegal na Comissão Binacional de Alto Nível Brasil- Venezuela (COBAN-GTMI), em substituição ao Cel ANTÔNIO DE ARAUJO FEITOSA FILHO;

- o Cel JOSE ANTONINO BAHIA VASCONCELOS CAMARGOS, do Estado-Maior do Exército (EME), para representante suplente do Comando do Exército junto ao Ministério das Relações Exteriores, no Grupo de Trabalho de Cooperação Militar da Comissão Binacional de Alto Nível Brasil- Venezuela (COBAN-GTCM), em substituição ao Cel ANTÔNIO DE ARAÚJO FEITOSA FILHO;

- o Cel JOSE ANTONINO BAHIA VASCONCELOS CAMARGOS, do Estado-Maior do Exército (EME), como Oficial de Ligação do Comando do Exército junto à Secretaria Executiva Permanente da Conferência dos Exércitos Americanos (OF LIG SEPCEA), em substituição ao Cel PAULO SERGIO AUGUSTO DO AMARAL;

- o Cel JOSE ANTONINO BAHIA VASCONCELOS CAMARGOS, do Estado-Maior do Exército (EME), para representante titular do Comando do Exército junto à Secretaria Executiva Permanente da Conferência dos Exércitos Americanos, no Comitê AD-HOC de Treinamento e Ensino da Conferência dos Exércitos Americanos, em substituição ao Cel PAULO SERGIO AUGUSTO DO AMARAL;

- o Ten Cel JESUINO JOSÉ DE BRITO NETO, da Diretoria de Controle de Efetivos e Movimentações (DCEM), para representante do Comando do Exército junto ao Ministério da Defesa, a fim de prestar assessoria técnica ao Grupo de Trabalho para avaliar a situação da força de trabalho do Ministério da Defesa (GT FORÇA TRAB), em substituição ao Cel CELESTINO KENYU KANEGUSUKU;

Referências

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