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(1)

Abordagem Quantitativa:

Vê Epistemológico de Gowin ou Diagrama V

e

Mapas Conceituais

Universidade Federal do Amazonas

Instituto de Ciências Biológicas/Departamento de Biologia/Área de Ensino Prof°. Me. Saulo C. Seiffert Santos

(2)

Exemplo:

 Na atividade da WQ 2 foi

estudado por vídeos e textos sobre o conhecimento;

 Se construiu um saber;

 Depois se fez um hipótese

tácita: As pessoas pensam que o

conhecimento provem da experiência.

 Se fez uma arcabouço filosófico, teórico e metodológico.

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2

Pergunta 1: Conhecimento se adquire com a experiência?

Gráfico 01: Resultados da enquete sobre conhecimento e possibilidade.

(3)

Como Pesquisar:

1) Escolha do Tema;

2) Revisão de Literatura

3) Formulação do problema, Justificativa, 4) Determinação de objetivos e Hipótese 5) Metodologia,

6) Coleta de Dados, 7) Tabulação de Dados,

8) Análise e Discussão dos Resultados, 9) Conclusão da análise dos resultados, 10) Redação e

11) Apresentação do Trabalho Científico

3

(4)

O problema

Introdução

Faz uma introdução ao tema da pesquisa. É adequado citar os autores mais importantes, mostrando o “estado da arte”.

Problema de pesquisa:

não pode ser

problema de engenharia ou valor (como se

faz?), deve ser científico. Para isso, necessita

envolver variáveis que possam ser testáveis.

4

(5)

Objetivos

 O que se pretende com o desenvolvimento da pesquisa e quais resultados se procura alcançar;

Justificativa

 Consiste na apresentação das razões de ordem teórica e/ ou prática que justificam a realização da pesquisa;

Delimitação

 Restrição do campo de interesse.

5

(6)

Revisão de literatura

 É de extrema importância, irá familiarizar o leitor com outros estudos;

 Demonstra a necessidade da realização do estudo, assim como, a obtenção de resultados expressivos por outros autores.

6

(7)

Modelo de estudo;

Descrição da amostra: seleção dos sujeitos;

Instrumentos: Indicação de testes,

questionários, entrevistas, observações a serem utilizados;

Procedimento da coleta de dados: como,

quando e por quem foram aplicados os instrumentos;

Tratamento de dados: explicitação estatística

utilizada ou outros modos de interpretação de dados – abordado no Referencias teórico;

Limitação do estudo: aspectos indesejáveis que

influenciarão os resultados e não são controláveis;

Metodologia

7

(8)

Resultados e Discussão

Tabelas e figuras: devem

conter título e numeração;

Ênfase nos resultados mais

significativos,

apontar

divergências

e

convergências

com

a

literatura.

Obras e autores: citação

simples,

sobrenome

dos

autores seguido do ano. Ex:

(JACOBS,1932);

(ARY,

JACOBS & RAZAVIER, 1972)

8

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Regression 95% confid. IDADE_ME vs. ESTATURA (Casewise MD deletion)

ESTATURA = 83,043 + 5,7031 * IDADE_ME Correlation: r = ,92320 IDADE_ME E S TA TU R A 80 100 120 140 160 180 200 2 4 6 8 10 12 14 16 18

(9)

Organização da Pesquisa

Organização da Pesquisa

Tema Tema Delimitação do tema Delimitação do tema Problema de Pesquisa Problema de Pesquisa Questões Orientadoras – Hipótese Questões Orientadoras –

Hipótese JustificativaJustificativa

Objetivos (Geral e Específico) Objetivos (Geral e Específico) Referencial Teórico Referencial Teórico Teoria(s), Leis, Princípios, Conceitos Teoria(s), Leis, Princípios, Conceitos Procedimento Metodológico Procedimento Metodológico Abordagem, Métodos, ICD, IAD - Resultados Abordagem, Métodos, ICD, IAD - Resultados Discursão, Considerações Discursão, Considerações Referências Referências 9

(10)

Organização do Projeto de Pesquisa

Organização do Projeto de Pesquisa

Tema Tema Delimitação do tema Delimitação do tema Problema de Pesquisa Problema de Pesquisa Questões Orientadoras – Hipótese Questões Orientadoras

– Hipótese JustificativaJustificativa

Objetivos (Geral e Específico) Objetivos (Geral e Específico) Referencial Teórico Referencial Teórico Procedimento Metodológico Procedimento Metodológico Consideraçõe s Cronograma Consideraçõe s Cronograma Referências Referências 10

(11)

Mapa

Conceitual

Ferramenta de estruturação

do conhecimento

(12)

Histórico

 Criado por Joseph D. Novak em 1960.

Novak é professor convidado da University of West Florida

 Baseado na Teoria de Aprendizagem Significativa de David Ausubel.

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O que é um Conceito?

 Conceito descreve objetos, eventos ou situações que possuem atributos comuns.

 O mapa conceitual faz ligações entre conceitos, estruturando suas relações.

 Novak compara os conceitos e as proposições a tijolos que constroem o conhecimento dentro de um domínio.

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(14)

Mapa Conceitual

Procura imitar a estrutura cognitiva do

cérebro, que organiza o conjunto de

conceitos de forma hierárquica

representando o conhecimento e as

experiências adquiridas por uma

pessoa.

São baseados na teoria construtivista,

onde o aprendiz constrói o seu

conhecimento, baseado em conceitos

sistematizados, transformando-o em

conhecimento significativo.

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(15)

Mapa Conceitual

O mapa conceitual deve obedecer aos princípios da aprendizagem significativa: diferenciação

progressiva (separação de diferenças) e

reconciliação integrativa (união de semelhanças).

O primeiro diz respeito aos conceitos serem

apresentados do mais geral para o mais

específico e o segundo leva ao levantamento de relações de semelhança e diferença entre os

conceitos.

Por isso os mapas conceituais devem ser

montados respeitando a hierarquia dos termos para depois fazer as ligações entre eles.

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Mapa Conceitual

Conceitos são identificados em retângulos e

interligados por linhas ou setas

identificadas por proposições.

Temos, então a ligação:

conceito – relação – conceito.

Conceito 1 ligação Conceito 2

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Exemplo de Mapa Conceitual

ligam é composto de identifica é composto de Conceitos Um mapa conceitual Frases ligadas Relacio-namentos

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são usadas para delimitar a construção representam relações entre são requisitos para aparecem em em geral, são descritos por relacionam formam são representados por explicitam exigem Mapas Conceituais Conceitos Proposições Perguntas Caixas Substantivos Frases de ligação CONCEITO 1 FRASE DE LIGAÇÃO CONCEITO 2 Verbos

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(19)

Pela simplicidade de sua modelagem

pode ser feito em qualquer mídia:

quadro, caderno, computador, etc.

Também permite sua aplicação em

vários níveis de educação.

Tem flexibilidade de regras para

construção dos modelos gráficos dos

mapas, o que pode ser mais

simplificado a princípio para evitar

resistência do aprendiz.

Vantagens do MC

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(20)

Ajuda o aluno a construir seu

conhecimento e ao professor a estruturar

o conteúdo a ser transmitido.

Ao seu construtor ajuda na organização

das idéias relacionadas ao domínio

estudado.

A construção do conhecimento poderá ser

coletiva, na medida em que o professor

estimula a comparação entre os mapas

individuais e sua revisão;

Vantagens do MC

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(21)

O aprendizado colaborativo permite, além da

troca de idéias, o desenvolvimento de uma

visão crítica através de discussões entre

pontos de vista diferentes.

Ajuda a desenvolver a abstração nos alunos,

independente dos conceitos representados

serem concretos ou abstratos.

Com o uso de softwares disponíveis

gratuitamente na Internet, torna-se muito

fácil a criação de mapas individuais, bem

como compartilhamento desses mapas com

outras pessoas através da Internet.

Vantagens do MC

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(22)

Ferramenta CMap Tools

IHMC CMap Tools é um software para facilitar a

construção de Conceptual Maps.

Auto denominação: “kit de modelagem de conhecimento”

Potencializa a construção, navegação,

compartilhamento e crítica de modelos de

conhecimento representados por Mapas Conceituais.

IHMC – Institute for Human and Machine Cognition é

um instituto da Florida University que se propõe a

estender as capacidades humanas, através de estudos sobre cognição humana, autonomia ajustável

(próteses), robótica, interfaces avançadas, comunicação e colaboração, sistemas de mediação educacional,

dentre diversos outros. Vários órgãos governamentais e grandes empresas financiam suas pesquisas.IBB046 Prof. Saulo Seiffert

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Ferramenta CMap Tools

 Disponível em:

http://ihmc.us – página inicial da IHMC

http://cmap.ihmc.us – visão geral sobre Cmap Tools http://cmap.ihmc.us/download – download

 É gratuito para uso acadêmico ou licenciado para empresas comerciais.

 Permite compartilhamento de mapas através de servidores.

 Armazena mapas em formato próprio (.cmap) ou exporta para formatos: pdf, jpg, bmp, dentre outros.

 Também gera páginas web (.html). IBB046 Prof. Saulo Seiffert

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Como analisar trabalhos de pesquisa em

que possa analisar sua consistência?

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Diagrama em Vê (V de Gowin)

Idealizado por Gowin e fundamentado na AS.

É a interpretação organizada de um conteúdo em um determinado material instrucional apresentado. Possui na sua estrutura o problema, o

procedimento (evento) a parte conceitual (filosofia, teoria,

princípio-hipótese, conceitos) e a parte metodológica (registro,

transformações metodológicas, juízos de conhecimento [resultado] e de valor). Campo Conceitual Campo Metodológico Área do conhecimento Problema ou questão do material apresentado Evento ou procedimento adotado no material apresentado Filosofia Teoria(s) Princípio(s) ou Hipótese(s) Sistema conceitual Conceitos Registro Informação Transformação metodológica Juízo de conheciment o (resultado) Juízo de valor INTERAÇÃO 25

(26)

Diagrama em Vê (V de Gowin)

Diagrama em Vê (V de Gowin)

Campo Conceitua l Campo Metodológic o Área do conheciment o Problema ou questão do material apresentado Evento ou procedimento adotado no material apresentado Filosofia: filosofia ou crença apoiada. Teoria(s): teoria ou estrutura conceitual apoiada Princípio(s) ou Hipótese(s) Sistema conceitual: grupo conceitual de uma referencia. Conceitos: definições utilizadas freqüentemente. Registro: tipo de registro utilizado Informação: tipo de dado processado Transformação metodológica: metodologia Juízo de conhecimento: resultado. Juízo de valor: importancia do conteúdo apresentado INTERAÇÃ O Pode-se utilizar na leitura de capítulos, analise de seminários, relatórios de aulas práticas. 26

1

2

3

4

5

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Teoria da educação de Novak

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Resumo

Um dispositivo heurístico conhecido como Vê epistemológico de Gowin, ou diagrama V, é proposto como instrumento de análise do currículo e como recurso útil no ensino, na aprendizagem e na avaliação do ensino. São dados exemplos na área da Física e procedimentos para usá- lo em sala de aula. Além disso, é feita uma análise crítica de sua utilização como recurso didático e são apresentados exemplos em outras áreas de conhecimento. Ao final, é proposta uma adaptação desse dispositivo para a modelagem e asimulação computacionais.

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Gowin, (1981) vê a investigação científica como uma maneira de gerar estruturas de significados, ou seja, de conectar conceitos, eventos e fatos:

O processo de pesquisa pode ser visto como uma estrutura de

significados. Os elementos dessa estrutura são eventos, fatos e conceitos. O que a pesquisa faz através de suas ações é estabelecer conexões específicas entre um dado evento, os registros feitos deste evento, os julgamentos fatuais derivados desses registros, os conceitos que focalizam regularidades nos eventos e os sistemas conceituais utilizados para interpretar esses julgamentos a fim de se chegar à explanação do evento. Criar essa estrutura de significados em uma certa investigação é ter feito uma pesquisa coerente.

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Portanto, o processo de pesquisa, segundo a perspectiva de Gowin, tem a ver com a conexão

entre eventos, fatos e conceitos. Tal como

mostra a Figura1, esta conexão pode ser vista como tendo a forma de um Vê ligando eventos, na ponta do Vê, a conceitos e fatos em cada um dos lados. O lado esquerdo se refere a conceitos e sistemas conceituais (i.e., ao domínio conceitual do processo de investigação): ali se encontram os conceitos, propriamente ditos, e os sistemas conceituais usados na pesquisa, os quais geram princípios e leis que, por sua vez, dão origem a teorias. Subjacentemente às teorias estão determinados sistemas de valores, visões de mundo ou filosofias. Este lado do Vê corresponde ao “pensar” da pesquisa. IBB046 Prof. Saulo Seiffert

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Na base do Vê estão os eventos que acontecem naturalmente, ou que o pesquisador faz acontecer a fim de fazer registros através dos quais os fenômenos de interesse possam ser estudados. Obviamente, às vezes o fenômeno de interesse é estudado através de objetos e não de eventos, mas nesse caso pode-se dizer que o evento é o objeto. O lado direito

do Vê tem a vercom fatos nos três sentidos propostos por Gowin: eventos , registros e asserções. Este lado pode ser chamado de “domínio fatual”, mas Gowin prefere chamá-lo de “domínio metodológico”, pois nele se encontra toda a “metodologia” da produção de conhecimento.

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A partir dos registros dos eventos chega-se a dados, os quais sofrem transformações metodológicas que servem de base para a formulação de asserções de conhecimento (o conhecimento produzido, repostas a questões investigadas) e asserções de valor (qual o valor do conhecimento produzido?). Esse lado do Vê corresponde ao “fazer” da pesquisa; observe-se que tudo que é feito no lado metodológico do Vê é guiado por conceitos, princípios, teorias e filosofias, ou seja, pelo domínio conceitual.

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Conclusão

O Vê epistemológico de Gowin é proposto como instrumento útil na análise do currículo, no ensino, na aprendizagem e na avaliação da aprendizagem.

A rigor, é apenas uma estratégia a mais nesse vastíssimo campo que é o do currículo e da instrução em ciências, mas implica a adoção de uma postura epistemológica que pode acarretar mudanças significativas nesse campo.

O Vê não deve ser encarado como uma espécie de formulário a ser preenchido por alunos ou professores. O importante é a questão epistemológica subjacente ao Vê. Interpretá-lo como um formulário é uma completa distorção e um grande desperdício de sua potencialidade instrucional e curricular.

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Exemplos:

 BARRA, Vilma Maria Marcassa. Exploração de

necessidades socio-educativas e análise de modelos formativos de educação ambiental com caráter

experimental.

 Neste artigo apresentamos uma síntese de tese doutoral

defendida há cinco anos, mas de plena validade referencial, quanto a conteúdo e método. A pesquisa, caracterizada como um projeto de intervenção socioeducativa, foi desenvolvida em uma escola da Rede de Ensino Municipal de Pinhais-PR, na região metropolitana de Curitiba. Foi implementado e testado um enfoque interdisciplinar de Educação Ambiental no

sistema escolar a partir de um modelo multidisciplinar

(Método de Infusão), tendo como diretriz a ambientalização do currículo escolar. O trabalho teve três etapas [...] Nesta síntese, no entanto, nos limitaremos a apresentar os dados relativos ao estudo empírico.

(37)

VIEIRA, Eliara Pinto, MIRANDA, Elisiane Crestani de,

CALAIS, Lucila Leal et al. Proposta de acompanhamento

em grupo para idosos protetizados.

 A implantação de programas de reabilitação para o deficiente auditivo adulto é de grande importância,

principalmente na população geriátrica, sendo necessário incorporá-los à rotina dos serviços ambulatoriais.

OBJETIVO: Apresentar um programa de atendimento em

grupo voltado para idosos protetizados. MATERIAL E

MÉTODO: Realizar um estudo piloto do tipo clínico e

experimental, com a participação de 40 idosos usuários de próteses auditivas, doadas em um Serviço Público,

distribuídos em seis grupos, com no máximo oito idosos mais seus respectivos acompanhantes. [...] CONCLUSÃO: a formação de grupos facilitou a interação entre idosos,

permitiu o esclarecimento das dúvidas e estratégias de comunicação e, conseqüentemente, favoreceu o processo de adaptação.

(38)

STEIL, Andrea Valéria,

PILLON, Ana Elisa

e

KERN, Vinícius Medina

. Atitudes com relação à

educação a distância em uma universidade.

Este artigo descreve os resultados de uma pesquisa

exploratória que investigou as atitudes de alunos

com relação à educação a distância. A

população-alvo foi de 22 alunos matriculados em uma disciplina

a distância do curso Ciência da Computação de uma

instituição de ensino superior do Sul do Brasil,

oferecida no primeiro semestre de 2003. A pesquisa

foi de natureza descritiva e aplicada, realizada sob

uma perspectiva predominantemente quantitativa.

Os resultados revelaram atitudes negativas dos

alunos, especialmente nas categorias desempenho,

flexibilidade e conveniência, preparação para a

educação a distância, material didático e dinâmica

de grupo na lista de discussão. [...]

(39)

Tarefa

 Selecione um tema entre as grandes temáticas no Ensino de Ciências:  Aluno – aprendizagem (didática)

 Professor – ensino (estratégias de ensino)

Conteúdo – Material didático/Assuntos (Ciências)

 Contexto – Temas Macros (Educação Ambiental, Orientação Sexual, OGM, Pluriculturalismo, Cidadania, etc.) e a escola (formal e não formal).

 Avaliação – formas de avaliar.

No site do Enpec 2013 escolha palavras chaves e leia 10 resumos e aplique o Vê de Gowin

 Faça um mapa conceitual sobre sua concepção de Abordagem Quantitativa

 Na próxima aula será liberado para finalização da WQ e para fechar os exercícios até sexta-feira.

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Em Português

BRAATHEN, Christian. O processo ensino aprendizagem em disciplinas básicas do terceiro grau. Revista Educação

Tecnológica: Belo Horizonte: V.8, n.1, p.34-41, jan/jun.

2003.

NAGEM, Ronaldo L.; WIKROTA, Jordelina L. M.; OLIVEIRA,

Nyelda R.. A educação, a ciência e a tecnologia: princípios a considerar. Revista Educação Tecnológica. Belo

Horizonte: v.3, n.1, p. 5-6, jan./jun. 1998.

SOUZA, Renato Rocha. Uma experiência de uso de Mapas Conceituais para avaliação de conhecimentos. In: Anais do

II Simpósio Mineiro de Sistemas de Informação – SMSI 2005. Belo Horizonte, MG, 2005.

Referência Bibliográfica

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(41)

Na Internet

TAVARES, Romero. Construindo mapas conceituais. Disponível em:

http://www.cienciasecognicao.org/pdf/v12/m347187.pdf. Acesso em: 04/04/2009.

Site educacional na UFRGS

http://penta2.ufrgs.br/edutools/mapasconceituais/

A Wikipedia apresenta uma grande lista de referencias

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mapa_conceitual

Referência Bibliográfica

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Em Inglês (do próprio Novak)

AUSUBEL, D. P.; NOVAK, J. D.; HANESIAN, H. Educational Psychology: A

cognitive view. 2.ed. New York: Holt, Rinehart & Winston, 1978.

NOVAK, Joseph D. Introduction to Concept Mapping. Disponível em:

http://uwf.edu/jgould/ConceptMappingIntro.pdf. Acesso em 04/04/2009.

NOVAK, Joseph D. The Theory Underlying Concept Maps and How To

Construct Them. Disponível em:

http://cmap.coginst.uwf.edu/info/printer.html. Acesso em 15/02/2006.

NOVAK, Joseph D.; GOWIN, D. B.. Learning how to learn. New York: Cambridge University Press, 1984.

NOVAK, J.D., (1991) Clarify with concept maps: A tool for students

and teachers alike. Science Teacher,58(7)45-49. (Serials Q 181 S38)

NOVAK, J.D., (1993) Abstraction in concept map and coupled outline

knowledge representations. Science Teacher, 60(3)50-55. (Serials Q

181 S38)

NOVAK, J.D., (1998) Learning, creating, and using knowledge

concept maps as facilitative tools in schools and corporations.

Available on NetLibrary.

Referência Bibliográfica

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Referências

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