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FIGURA 43 - Defeito no AGI – 01

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FIGURA 44 - Recuperado o Defeito do AGI – 01

Fonte: Acervo do Autor

Um isolador de vidro de dois corpos 25KV com vazamento instalado em uma estrutura do tipo LE-U3, no AGI – 02 como mostra a figura abaixo.

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FIGURA 45 - Isolador com Vazamento no AGI – 02

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FIGURA 46 - Trocado o Isolador do AGI – 02

Fonte: Acervo do Autor

Vegetação próximo a rede de distribuição no alimentador AGI – 01, sentido Celso Ramos, que foi relatado e feito um croqui de localização, para equipe de manutenção em linha viva para efetuar a poda.

FIGURA 47 - Vegetação Próximo a Rede do AGI – 01

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FIGURA 48 - Defeito no AGI – 02

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8 RESULTADOS OBTIDOS

Com o objetivo de analisar e compreender a importância de um sistema eficaz da manutenção nas redes de distribuição de energia elétrica, considerando diversos fatores que vão desde a produtividade até a segurança das pessoas envolvidas nas operações, constatou-se que esse tipo de inspeção nas redes de distribuição poste á poste é de estrema importância para empresa, verificamos que produtividade da inspeção reduz cerca de 50% os defeito ou futuras falhas no sistema elétrico, já que a ANEEL exige que todas concessionárias do País tenham um bom desempenho no fornecimento de energia elétrica..

Os dados e gráficos abaixo nos trazem uma visão melhor no desempenho do DEC e FEC do município de Anita Garibaldi e Região.

FIGURA 49 - Índice dos Indicadores

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FIGURA 50 - DEC – Anita garibaldi

Fonte: CELESC, 2015. FIGURA 51 - DEC - Acumulado

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FIGURA 52 - FEC – Anita Garibaldi

Fonte: CELESC, 2015. FIGURA 53 - FEC - Acumulado

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FIGURA 54 - DEC – Regional Lages

Fonte: CELESC, 2015. FIGURA 55 - FEC – Regional Lages

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9 SUGESTÃO DE MELHORIA PARA OTIMIZAR AS INSPEÇÃO

9.1 OTIMIZAR O PROCESSO DE INSPEÇÃO DAS REDES DE DISTRIBUIÇÃO

Recomenda-se a parceria entre as concessionárias COELCE e CELESC, os engenheiros e técnicos da Coelce desenvolveram um programa de inspeção contendo todas atividades que deverão ser realizadas durante a manutenção poste a poste.

Para a execução da inspeção em campo o inspetor utilizava um equipamento GPS, uma máquina fotográfica, formulários impressos e as ordens de serviço. A dificuldade de manuseio dos equipamentos evitava que a inspeção fosse realizada de maneira ágil, além de dificultar a descrição de defeitos encontrados e, por conseguinte, sua correção.

Com o avanço da tecnologia e a crescente preocupação com o meio ambiente, nasceu a proposta de otimizar o processo de inspeção, evitando o uso de papel e essa grande quantidade de equipamentos que era levado à campo para realizá-la. Dessa forma, foi desenvolvido o software “Inspeção Móbile” para melhorar a execução da inspeção em campo e a inserção de dados no sistema GOM.

Dessa forma, o acompanhamento da execução do Plano Anual de Inspeções e o acompanhamento das correções dos defeitos encontrados a partir deste plano tendem a ser minuciosamente controladas, pois afetam diretamente o custo para a empresa e seu retorno será percebido na qualidade do fornecimento.

Contudo, como o processo de inspeção era realizado de maneira manual, a possibilidade de erros na indicação da localização do defeito e, principalmente, da descrição do defeito era bastante alta, já que os inspetores realizavam seu trabalho escrevendo o que fosse necessário em formulários impressos e, ao chegar ao escritório, o inspetor ou outro colaborador da área deveria transcrever os formulários em planilhas e ingressar os defeitos no sistema GOM para gerar uma ou mais ordens de serviço para correção dos defeitos.

O principal problema estava na associação do defeito descrito pelo inspetor com uma tabela de defeitos existente no sistema GOM com mais de 500 códigos.

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Com este cenário, foi desenvolvido um software para smartphone que possui as seguintes configurações mínimas: GPS integrado, câmera fotográfica e máquina virtual Java. O “Inspeção Mobile®” comunica-se diretamente com o sistema GOM pela internet. No entanto, a inspeção é realizada de maneira off-line, sendo necessário conectar à GOM somente nos seguintes casos: sincronizar toda a lista de defeitos com seus códigos e descrições, baixar as Os disponíveis para o inspetor e enviar as Os executadas para o sistema GOM.

Então, basicamente, tínhamos um processo da seguinte maneira: FIGURA 56 - Antes do Sistema Mobile®

Fonte: Portal o Setor Elétrico

Com a aplicação deste projeto, eliminamos o uso de papel, da câmera fotográfica e do GPS, além da dispendiosa tarefa de digitar vários formulários em um computador para ingressar a inspeção no sistema GOM, ficando então o processo da seguinte maneira:

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FIGURA 57 - Comunicação com o Satélite

Fonte: Portal o Setor Elétrico

Para mostrar a facilidade em realizar uma inspeção com o novo sistema, seguem algumas imagens do sistema em funcionamento:

FIGURA 58 - Carregando o Sistema.

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FIGURA 59 - Tela Inicial sem Instruções

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FIGURA 60 - Tela Inicial com Instruções

Fonte: Portal o Setor Elétrico

Ao inicializar o sistema, ele carrega a lista de defeitos na memória para facilitar o cadastro das anomalias pelo inspetor no sistema.

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FIGURA 61 - Identificação do Inspetor

Fonte: Portal o Setor Elétrico FIGURA 62 - Baixando as Inspeções

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FIGURA 63 - Navegações

Fonte: Portal o Setor Elétrico

A partir desse momento, o inspetor já está com as inspeções no smartphone para iniciar sua execução, bastando para isso selecionar a OT que deseja executar, acessar o menu principal e clicar em “Executar OT de inspeção”. A partir desse momento, o software começa a registrar as coordenadas GPS do trajeto do inspetor para posterior análise da qualidade de inspeção. Seguem imagens da tela de execução da inspeção.

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FIGURA 64 - Tela Principal de Inspeção

Fonte: Portal o Setor Elétrico FIGURA 65 - Menu de Execução

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Uma vez na tela de execução pode ser feita a gestão dos defeitos encontrados nessa inspeção.

FIGURA 66 - Cadastro de Defeito

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FIGURA 67 - Categorias de Defeito

Fonte: Portal o Setor Elétrico FIGURA 68 - Listas de Defeitos

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Fonte: Portal o Setor Elétrico

Para inserir um novo defeito na inspeção, basta preencher os campos da tela anterior, em que os dois principais campos são Categoria e Defeito. Além disso, o inspetor irá apenas selecionar uma das opções disponíveis e como o campo está organizado por categoria torna fácil a tarefa de encontrar o defeito desejado.

Com esse novo processo de inspeção, resolveu-se também a questão da medição da qualidade da inspeção, isto é, como saber se o inspetor percorreu toda a instalação e quanto tempo ele realmente levou para fazê-la.

Então, durante a execução da inspeção, é realizada a coleta de coordenadas geográficas de todo o percurso do inspetor, possibilitando, então, plotar esse trajeto no Google Earth, conforme mostra a Figura.

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FIGURA 69 - Trajeto e Defeitos da Inspeção

Fonte: Portal o Setor Elétrico

Conforme a imagem anterior, foi possível visualizar o caminho do alimentador em rosa, os pontos que o inspetor passou, em amarelo, e os locais em que foi encontrado defeito em vermelho.

Portanto com esta ferramenta de fácil manuseio e compreensão por parte dos inspetores tem um ganho enorme em produtividade e redução de erros de digitação, além de permitir o cadastramento das coordenadas geográficas dos defeitos encontrados no sistema elétrico, aumentando a agilidade da equipe de manutenção em localizar os defeitos. Foi possível medir a qualidade na execução das inspeções com a coleta de coordenadas geográficas durante a execução da inspeção. No entanto, uma das principais vantagens foi

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conseguir a diminuição do impacto ambiental ocasionado pelas impressões, que eram cerca de 20.000 ao ano, e que agora ficaram desnecessárias com o uso dessa tecnologia, além da redução de custos no tocante à aquisição do GPS e da máquina fotográfica, os quais já vem integrados ao smartphone.

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10 PROPOSTA DE MELHORIA NAS REDES DE DISTRIBUIÇÃO

10.1 PADRONIZAR A INSPEÇÃO POSTE A POSTE NAS ESTRUTURAS COM EQUIPE PRÓPRIA

Recomenda-se o desenvolvimento de uma inspeção contendo todas atividades que deverão ser realizadas durante a manutenção poste a poste e a elaboração de uma lista de verificação que deverá ser preenchida pelo encarregado da equipe de linha viva.

Nesta lista deve conter os seguintes itens:  Campo para a data da vistoria;

 Campo para a identificação de qual alimentador está sendo inspecionado;  Campo para qual o tipo de poste e cabo;

 Campo para qual o tipo de estrutura a ser analisada;  Campo qual o material está sendo aplicado;

 Campo quantidade de material está sendo retirado;

 Campo para anotações onde o técnico registre qualquer outra informação que contribua na identificação e estratégia a ser tomada para a troca do equipamento ou estrutura;

 Campo se há perigo a terceiros;

 Campo se é seguro efetuar a manutenção com linha viva ou morta;  Campo de observações gerais.

10.2 REALIZAÇÃO DE UMA ANÁLISE CRÍTICA FINAL DO SERVIÇO

A análise crítica dos serviços é extremamente importante, pois através dela a equipe de manutenção poderá evoluir no planejamento na execução e reduzir passos a fim de manter uma evolução continua dos serviços. Portanto, deve ser avaliado:

 Se o serviço em função dos fatores externos não previsto, deveria ter sido executado por um número maior de elementos;

 Foi atendido o horário para o início e termino dos serviços;  O tempo executado foi corretamente previsto;

 O ferramental e equipamentos previstos foram os necessários para a perfeita execução das tarefas;

 Todos os serviços previstos foram executados;

 Todos os passos recomendados foram devidamente seguidos;  Foi cometido algum ato inseguro;

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11 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com a realização deste trabalho de estágio e proposta, foi possível perceber que a manutenção tem um papel fundamental no sistema de operação e que para melhorar os resultados todos os profissionais tem que está altamente qualificado e fica a recomendação para empresa avaliada a proposta de melhoria no sistema de manutenção citada acima e a parceria com a Coelce na implementação do programa de inspeção mobile, que poderia ser desenvolvido um roteiro de inspeções levando em considerações as áreas mais afetadas, e através desse roteiro determinariam as datas em que as áreas da cidade deveriam ser vistoriadas, evitando que os equipamentos da rede fiquem sem acompanhamento por longo periodo.

E em relação a segurança todos os profissionais possuem treinamentos adequado e estão capacitados para realizar suas tarefas, mas recomenda-se que intensifiquem as análise de crítica após o serviço realizado na busca de melhorias no sistema de manutenção e inspeção das redes de distribuição.

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REFERÊNCIAS

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