F
ONTES
R
ENOVÁVEIS
Í
NDICE
❖
M
ATRIZ ENERGÉTICA
B
RASILEIRA
❖
F
ONTE
E
ÓLICA
❖
F
ONTE
S
OLAR
❖
M
ODALIDADES DE PRODUÇÃO
❖
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
❖
E
XPERIÊNCIA DO
E
SCRITÓRIO
❖
M
ODALIDADES DE PRODUÇÃO
O
VERVIEW
| M
ATRIZ
E
NERGÉTICA
B
RASILEIRA
Geração de Energia no Brasil, Capacidade Instalada (MW)
Tipo Quantidade Potência Outorgada Potência Fiscalizada (Kw) %
CGH
617
558.544
561.000
0,36
EOL
462
11.343.639
11.300.443
7,34
PCH
431
4.970.991
4.955.175
3,22
UFV
55
236.248
236.248
0,15
UHE
219
101.169.128
93.858.334
60,95
UTE
2.928
42.496.570
41.101.327
26,69
UTN
2
1.990.000
1.990.000
1,29
Total4.714
162.765.120
154.002.527
100
ANEEL/EPEO Brasil é um dos líderes mundiais na geração de energia possuindo atualmente
mais de 4.700 empreendimentos em operação, totalizando 154.002.527 kW de
potência instalada
Está prevista para os próximos anos uma adição de 24.038.509 kW na
capacidade de geração do País, proveniente dos 268 empreendimentos
atualmente em construção e mais 561 em Empreendimentos com Construção
não iniciada
F
ONTE
E
ÓLICA
O Rio Grande
do Norte e o
Rio Grande do
Sul são os
Estados com
maior número
de instalações
e com maior
potência
instalada
Incentivos e
politicas
governamentais
/ grande
crescimento em
termos de
capacidade
instalada
Menor
potencial de
risco
ambiental se
comparado a
outras fontes
de energia
Nº de Empreendimentos
Situação
Potência Associada (kW)
136
Construção não iniciada
2.991.400
159
Construção
3.691.650
462
Operação
11.300.443
Os custos de
produção por
kWh no
decorrer dos
últimos 10
anos, têm sido
reduzidos
drasticamente
➢
Utilização da força dos ventos para acionar uma usina elétrica:
➢
Situação Atual dos Empreendimentos:
Condições
Diferenciadas
de
Financiamento –
BNDES financia
até 70% dos
itens
financiáveis
F
ONTE
S
OLAR
O Brasil se beneficia
da grande
disponibilidade de
radiação solar no
Nordeste,
equiparada às
melhores áreas de
radiação no mundo
A fonte solar vem
se beneficiando de
iniciativas e
programas
governamentais, e
tem grandes
possibilidades de
expansão para os
próximos anos
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
| A
VANÇO DA
F
ONTE
S
OLAR
0
20
40
60
80
100
120
140
160
180
2012
2013
2014
2015
2016
2017
Evolução da Potência Instalada (MW) da
Microgeração e Minigeração Distribuída por
Tipo de Fonte
CGH
EOL
UTE
UFV
0,4
348%
O
número
de
consumidores
que
utilizam
geração
distribuída
tem
crescido de forma relevante nos últimos
anos, conforme mostra o gráfico ao
lado, elaborado pela ABSOLAR
A
principal
fonte
utilizada
pelos
consumidores para geração própria de
energia é a solar fotovoltaica, conforme
gráfico disponibilizado pela Aneel, na
Nota Técnica 0017/2015–SRD
1,8
5,2
16,7
84,5
175,3
186%
223%
407%
107%
G
ERAÇÃO
| M
ODALIDADES DE PRODUÇÃO
Autoprodutor (AP)
Produção de energia elétrica a
ser
consumida
pelo
próprio
produtor,
em
caráter
de
exclusividade, com a concessão
de uso de bem público de
potência
superior
a
1000kW
(pode vender excedente)
Produtor Independente
(PIE)
Produção de energia elétrica
destinada ao comércio de toda
ou parte da energia produzida,
por sua conta e risco com a
concessão ou autorização do
poder concedente
Geração Distribuída
Geração
pelo
próprio
consumidor
por
meio
de
fontes
renováveis
com
possibilidade de geração de
excedente que deverão ser
compensados
em
faturas
posteriores (Net Metering).
Não necessita de outorga
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
| S
ISTEMA DE
C
OMPENSAÇÃO
* O Sistema de Compensação ou Net Metering
é o sistema pelo qual a energia injetada por
unidade
consumidora
é
cedida
à
distribuidora e posteriormente compensada
com o consumo de energia elétrica da
mesma unidade ou de outras unidades detidas
pelo mesmo consumidor
O consumidor recebe créditos em
energia (kWh) nas próximas faturas
Excedentes podem
ser compensados em
outras unidades do
mesmo consumidor
Compensação
prioritária para outras
unidades no mesmo
posto tarifário (área de
concessão)
Sistema de Compensação de Energia
Elétrica*
Introduzido pela Res.
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
| C
ARACTERIZAÇÃO
(M
ARCO
R
EGULATÓRIO
)
Res. Normativa 482/12
Introduz a
figura da mini e
micro geração
distribuída
Compensação
possível apenas
para a mesma
unidade
consumidora
Unidade Geradora
Micro: potência
instalada menor ou
igual a 100kW
Mini: potência
instalada superior a
100kW e menor ou
igual a 1MW
Compensação de Créditos
Apenas para as unidades
consumidoras diretamente
associadas a unidades de
geração distribuída atribuídas
ao mesmo CPF/CNPJ
Prazo de duração de 36
meses para utilização do
crédito excedente
Desconto Unidade Consumidora de titularidade do consumidor cativo Unidade de geração distribuída de titularidade do consumidor cativo Consumidor CativoUnidade de geração distribuída
>>Sem possibilidade de geração em local distinto ou autoconsumo remoto<<
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
|
REN 687/2015 (I
NOVAÇÕES
)
Estabelecimento das modalidades de autoconsumo remoto e geração compartilhada:
possibilidade de geração em terrenos afastados do local de consumo (mas ainda na área da
mesma distribuidora)
Possibilidade de compensação de créditos de energia entre matrizes e filiais de
grupos empresariais
Sistemas de geração distribuída condominiais em áreas remotas ou contíguas para
pessoas físicas e jurídicas (desde que dentro da mesma área de distribuição)
Ampliação da potência máxima de 1 MW para 5 MW
Ampliação da duração dos créditos de energia elétrica de 36 meses para 60 meses,
mantido o direito de acumulação dos créditos. Os créditos existentes após esse período
serão cancelados
Redução dos prazos de tramitação de pedidos junto às distribuidoras
Padronização dos formulários de pedido de acesso para todo o território nacional.
Permitidas
associações
de
unidades
consumidoras
em
condomínio (ex.: condomínios
de
casas,
edifícios
ou
condomínios
comerciais),
devendo cada associado ter
unidades geradoras atribuídas
ao seu CPF ou CNPJ
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
| E
MPREENDIMENTOS DE
M
ÚLTIPLAS
U
NIDADES
• Empreendimentos
de
múltiplas
unidades
caracterizados pela utilização de energia elétrica de
forma independente, no qual cada fração com
uso
individualizado
constitui
uma
unidade
consumidora e as instalações para atendimento
das áreas de uso comum são uma unidade
consumidora
distinta,
de responsabilidade
do
condomínio, da administração ou do proprietário
do empreendimento, desde que (i) não se
configure (conforme entendimento da ANEEL)
atividade de comercialização, e (ii) as unidades
estejam localizadas em uma mesma propriedade
ou em propriedades contíguas.
Vizinhos que
estejam fora dos referidos empreendimentos não
se enquadram nesse conceito
Se a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida naquele
período, o consumidor fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses
seguintes. De acordo com as novas regras, o prazo de validade dos créditos passou de 36 para 60 meses.
Os créditos também podem ser usados para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo
titular situadas em outros locais (e.g. filiais de rede de lojas), desde que na área de atendimento de uma
mesma distribuidora. Esse tipo de utilização dos créditos foi denominado “autoconsumo remoto”.
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
| A
UTOCONSUMO
R
EMOTO
Geração 250kW Consumo 100kW Consumo 100kW Potencial desconto 100kW
1
2
3
Crédito de 150kW Utilização em até 60 meses Consumo 100kW Potencial desconto 50kW Empreendimento de Geração Remota Titular de Diversas Unidades ConsumidorasO titular do empreendimento gerador deve
definir o percentual da energia excedente
que será destinado a cada unidade participante
do sistema de compensação de energia elétrica,
podendo solicitar eventuais alterações junto à
distribuidora competente, acompanhada da cópia
de
instrumento
jurídico
que
comprove
o
compromisso
de
solidariedade
entre
os
integrantes
A ANEEL criou a figura da “geração
compartilhada”,
possibilitando
que
diversos interessados se unam em
forma
consórcio,
condomínio
ou
cooperativa, iniciem um empreendimento
de
micro
ou
minigeração
distribuída
utilizando a energia gerada para redução
das
faturas
das
unidades
consumidoras
detidas
pelos
consorciados ou cooperados
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
| G
ERAÇÃO
C
OMPARTILHADA
Os consumidores são, de
fato, os titulares – mesmo
que
indiretamente
–
da
unidade consumidora na qual
a micro ou minigeração está
instalada.
Não
atuam
como consumidores livres
ou especiais, pois geram
sua própria energia – de
forma compartilhada - não
adquirem
insumo
de
terceiro
Na geração compartilhada
os consumidores
reúnem-se por meio de cooperativa,
por
exemplo,
e
essa
cooperativa
se
torna
titular
de
unidades
consumidoras com micro
ANEEL: O
compartilhamento
não deve ser
utilizado para
“disfarçar a venda
de energia por
centrais
geradoras a
consumidores
cativos”
Em ambos os casos
o pagamento pela
quota ou pelo uso
da terra estariam
disfarçando uma
venda de energia
elétrica a
consumidores
cativos
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
| E
NTENDIMENTO
ANEEL
Propostas
levantadas em
Audiência Pública
e não aprovadas
pela ANEEL
• criação de uma única central geradora de maior porte (acima do máximo permitido para
minigeração), subdividida em várias unidades geradoras de menor porte (quotistas do
empreendimento de energia), na qual o crédito da energia produzida em cada unidade
(proporcional à quantidade de quotas) seria usado para abater a conta de unidades
consumidoras remotas de propriedade dos mesmos quotistas (mesmo CPF ou CNPJ)
• instalação de centrais geradoras de menor porte em lotes fundiários alugados pelos
consumidores, somente para geração da energia, com pagamento do aluguel
proporcional à energia gerada pelo sistema de geração instalado
Divisão de central geradora subdividida
em unidades de menor porte para se
enquadrar nos limites de potência para
microgeração ou minigeração distribuída
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
| E
MPREENDIMENTOS
V
EDADOS
Aluguel de equipamentos ou terrenos, lotes e
propriedades em plantas administradas por
terceiros,
com
pagamento
do
aluguel
proporcional à energia (kWh) gerada
pelo sistema de geração instalado
Quotista B (50%) Quotista A
(50%) Unidades consumidoras detidas por A e B
Locação de Lote pelo titular da unidade consumidora, com pagamento proporcional ao kWh gerado Condomínio Solar Lote Padrão Unidade Geradora Injeção de 100% da energia gerada
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
| M
ECANISMO DE
C
OMPENSAÇÃO
A mini e microgeração utilizam mecanismos de
compensação
de
energia
elétrica
para
os
consumidores
que
produzirem
sua
própria
energia elétrica. A compensação é calculada em
R$/MWh
As centrais geradoras de micro e minigeração
devem utilizar fontes renováveis de energia ou
cogeração
qualificada
(combinação
de
duas
fontes em ciclos alternados)
Além de apresentar a documentação do Prodist, é
necessária a formalização de (i) contrato de
adesão ao sistema de compensação de energia, a
ser firmado entre o titular e a concessionária
distribuidora,
para
microgeradores;
ou
(ii)
relacionamento
operacional
para
os
minigeradores. Em ambos os casos, a central
geradora está dispensada da assinatura de
contratos de uso e conexão (Res. 687/15)
Potência Instalada
Microgeração: menor ou igual a 75KW
Minigeração: superior a 75 KW e menor ou
igual a (i) 3 MW para fontes hídricas, ou (ii)
5MW para as demais fontes
60 meses
Para aderir ao sistema de compensação de
energia elétrica, o consumidor cativo deve estar
inscrito na ANEEL como (i) mini ou micro
gerador; (ii) integrante de empreendimento de
múltiplas
unidades
consumidoras;
(iii)
empreendimento de geração compartilhada; ou
(iv) autoconsumo remoto (Res. 687/15)
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
| F
ORMA DE
C
OMPENSAÇÃO
A distribuidora deve considerar a compensação sobre
todas as componentes da tarifa em R$/MWh
Benefícios: geração próxima ao consumo gera
postergação de investimentos na rede e redução de
perdas técnicas – tornando os subsistemas mais
confiáveis
Obstáculos: a capacidade de recepção da rede pode
limitar a quantidade de energia devolvida e o excesso
de energia injetada pode gerar sobrecarga
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
| F
ORMA DE
C
OMPENSAÇÃO
Nos casos de geração compartilhada ou
autoconsumo remoto a distribuidora
deve considerar apenas o componente
da tarifa de energia fora de ponta,
excluindo a parcela referente à TUSD,
para o cálculo do crédito de energia
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
| F
ATURAMENTO
Regras Gerais
No faturamento da unidade com geração distribuída a cobrança mínima será equivalente ao
custo de disponibilidade para o consumidor de baixa tensão (grupo B) ou da demanda
contratada para o consumidor conectado em média tensão (grupo A)
Compensação do crédito na própria unidade consumidora
Sobre o faturamento de energia e cálculo do crédito de energia deverão incidir todas as
componentes da tarifa em R$/MWh:
Crédito = [Saldo de Energia * TE * TUSD]
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
| F
ATURAMENTO
Compensação do crédito em diferente unidade consumidora
Sobre o faturamento de energia deverão incidir todas as componentes da tarifa em R$/MWh ,
entretanto o crédito deve ser calculado como geração em período fora de ponta:
Crédito = [Saldo
de Energia * TE Fora de Ponta]
Pelo método escolhido pela ANEEL os créditos compensados na própria unidade consumidora
possuem melhor metodologia de compensação e serão potencialmente maiores
G
ERAÇÃO
D
ISTRIBUÍDA
| I
NCENTIVOS
T
RIBUTÁRIOS
Convênio ICMS (CONFAZ)
• autoriza os Estados de SP, MG,
GO, PE, BA, RN, CE, TO, AC, AL,
RJ, RS, MA, PR, RO, SE e RR a
concederem isenção na cobrança
do
ICMS
incidente
sobre
a
circulação de energia elétrica
PIS/COFINS – Lei Federal
13.169/2015
• reduzidas a zero as alíquotas da
Contribuição para o PIS/Pasep e
COFINS incidentes sobre a energia
elétrica
ativa
fornecida
por
distribuidoras
às
unidades
consumidoras, limitada ao saldo
(consumo
x
geração)
correspondente a cada titular da
unidade geradora
Imposto Sobre Importação
• o projeto de lei nº 8.322 que tem
por objetivo a isenção de imposto
sobre
importação
sobre
equipamentos de geração solar
fotovoltaica está sob revisão pela
Comissão
de
Constituição
e
Justiça da Câmara dos Deputados.
A isenção apenas será aplicável
caso não haja produto nacional
similar
F
INANCIAMENTOS
| L
INHAS DE
F
INANCIAMENTO
➢
Disponível para pessoas físicas e
jurídicas
➢
Crédito com parcelamento de
até 60 vezes
➢
Taxa de juros varia de acordo
com os valores
➢
Prazos e demais condições são
escolhidas pelo beneficiado.
➢
Disponível para empresas,
produtores rurais, cooperativas e
associações dos estados
nordestinos, além do norte de
Minas Gerais e do Espirito Santo
➢
Prazo de pagamento de até 144
meses
➢
Financiamento de até 100% do
custo da obra
➢
Disponível para grandes projetos de
energia solar
➢
Financiamento de até 80% do custo da
obra, sendo o investidor obrigado a ter
uma participação mínima de 20% dos
custos com possibilidade de emissão
de debêntures, das quais o BNDES se
compromete a adquirir até 50%
➢
Taxa de juros de 7,5% ao ano
➢
Disponível para pessoas físicas, voltado
para residências
➢
Linha de crédito com prazo de
pagamento entre 12 e 60 meses
➢
Taxa de juros de 1,56% ao mês
➢
Valor mínimo da operação é de R$ 5
mil
➢
Disponível para o meio rural, tanto
para pessoas físicas, jurídicas e
cooperativas
➢
Taxas variam de 2,5% até 12,75% ao
ano e o prazo médio de 10 anos
✓
Escritório full-service com mais de 200 advogados e vasta experiência em diversas
áreas do Direito
✓
Equipes formadas por advogados altamente especializados. Maioria dos advogados com
experiência internacional, pós-graduados e Masters of Law (LLM) em universidades
americanas e europeias prestigiadas
✓
Recorrentemente indicados como escritório-líder em project finance e outras áreas do
Direito Empresarial
✓
Grande experiência em financiamentos estruturados e aquisições no setor portuário e
extenso conhecimento da cadeia de execução de projetos de infraestrutura portuária.
Proficiência e experiência em lidar com os principais agentes do setor
FINANCIAMENTO
➢Consultoria a instituições financeiras, grupos de capital privado e patrocinadores no financiamento das construção e operação de diversas pequenas plantas de hidroelétricas: São Domingos, Piedade, Brasil PCH, Projeto ERSA, Cachoeira da Lixa, Colina 1 e 2, Jararaca e PCH da Ilha.
➢Assitência a bancos comerciais, multilaterais e patrocinadores locais no financiamento para a construção e operação de várias usinas hidrelétricas: Santo Antônio (3.150MW uma usina hidrelétrica), Cana Brava, Dona Francisca, Campos Novos, Serra do Facão, Estreito, Luis Eduardo Magalhães, Guaporé e Itapebi.
FINANCIAMENTO
E
XPERIÊNCIA
E
SPECÍFICA
S
OUZA
C
ESCON
| E
NERGIA
➢Assistência a SPE Terna na aquisição de concessionárias de transmissão de energia e a venda á Cemig de todos os bens de transmissão.
➢Consultoria a Cemig, um dos maiores grupos de fornecimento de energia do Brasil, na reestruturação dos bens de transmissão e na aquisição da Rosal Energia, companhia hidroelétrica.
FINANCIAMENTO E M&A
➢“2010 Wind Deal of the Year ”, segundo a publicação Project Finance Magazine
➢Assessoria na venda de 100% de participação da sua subsidiária brasileira para a CPFL Energia
➢Assessoria ao Banco Santander em projeto de US$225,8 milhões para a construção e refinanciamento relacionado ao desenvolvimento e comissionamento de 210MW de energia eólica da SIIF Energies do Brasil
➢Assessoria à Renova Energia em diversos financiamentos obtidos tanto de bancos particulares quanto do BNDES, tendo como objetivo a construção e operação de projetos de energia eólica, que tiveram sua energia comercializada através de leilões promovidos pelo governo
O Projeto
E
XPERIÊNCIA
E
SPECÍFICA
S
OUZA
C
ESCON
| E
NERGIA
M&A
➢Consultoria a Tarpon Investimentos, no investimento de US$ 210 milhões na Omega Energia Renovável para a aquisição e desenvolvimento de projetos eólicos.
FINANCIAMENTO
➢Assessoria a Terna no financiamento da transmissão de linhas que integram as regiões sudoeste e noroeste no Brasil.
➢Assessoria jurídica aos acionistas vendedores e Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. nas 27,000,000 Unidades seguintes, a serem inseridas no Brasil, com venda no exterior. A oferta levantou R $ 1,7 bilhão e foi premiada com o Deal of the Year pela Revista Latin Finance na categoria Patrimônio Follow-On (2012).
MERCADO DE CAPITAIS
➢Assistência aos bancos e patrocinadores no financiamento da construção e operação de diversas fazendas eólicas: SIIF Énergia do Brasil, Enel Green Power, EDP, Renova Energia, Iberdrola and Voltalia/Encalso.
RENOVÁVEIS
M&A
➢Assistência a Pantanal Energética, subsidiária da EDP – Energias do Brasil, na venda para Cachoeira Escura Energética.
✓ Assessoria legal Grupo FCC na elaboração e
negociação de contratos de infraestrutura,
incluindo, mas, não se limitando a, contratos de engenharia e construção (EPC, Turnkey, Aliança, EPCM, BOT, contratos padrão internacional FIDIC),
contratos de fornecimento e instalação de
equipamentos;
✓ Assessoria legal à Bechtel do Brasil
Construções Ltda. em projetos relacionados à produção de Celulose, Pneus e Químicos, dentre outros;
✓ Assessoria legal à Racional
Engenharia Ltda. em projetos relacionados à construção de fábricas e shopping centers envolvendo na elaboração e negociação de contratos de engenharia e construção.
✓ Assessoria legal ao
consorcio construtor
contratado pela Norte
Energia S.A para a
execução das obras civis da Usina Hidrelétrica de Belo Monte;
Todos os direitos reservados. Esta apresentação não deverá ser divulgada ou distribuída para qualquer terceiro sem o consentimento prévio e expresso de Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados. Esta apresentação não constitui e não deve ser interpretada como aconselhamento legal, o qual deve ser obtido especificamente para qualquer atividade ou operação que se pretenda realizar. Não assumimos qualquer responsabilidade pela atualização das informações contidas nesta apresentação.
SOUZA, CESCON, BARRIEU & FLESCH ADVOGADOS
Luis Antonio Semeghini de Souza
[email protected] | (11) 3089-6501
Roberto Mario Amaral Lima Neto
[email protected] | (11) 3089-6548
Karin Yamauti Hatanaka
[email protected] | (11) 3089-6724
Mauricio Teixeira dos Santos
[email protected] | (21) 2196-9212
Fernando de Melo Gomes
[email protected] | (11) 3089-6532
Rafael Baptista Baleroni
[email protected] | (21) 2196-9229
Alexandre Leal Ribeiro Leite
[email protected] | (11) 3089-8331