LIBRAS I
Professora: Dinéia Ghizzo Neto Fellini E-mail: [email protected]
LIBR
AS I
Foz do Iguaçú
2017
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SUMÁRIO
1 A LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS... 04
1.1 UNIVERSALIDADE... 04
1.2 VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NA LIBRAS... 05
1.2.1 Variação de país... 05 1.2.2 Variação regional... 05 1.2.3 Variação social... 06 1.2.4 Mudanças Históricas... 06 2 ICONICIDADE E ARBITRARIEDADE... 06 2.1 SINAIS ICÔNICOS... 07 2.2 SINAIS ARBITRÁRIOS... 07
3 ESTRUTURA GRAMATICAL DA LIBRAS... 08
4 DATILOLOGIA... 15
5 IDENTIFICAÇÃO PESSOAL... 16
6 NUMERAIS... 18
6.1 NUMERAIS ORDINAIS... 18
7 VALORES MONETÁRIOS... 19
7.1 TRANSAÇÕES COMERCIAIS E BANCÁRIAS... 19
8 SOLETRAÇÃO RITMICA... 22
9 ESTRUTURA E FORMAÇÃO DAS PALAVRAS... 23
10 CUMPRIMENTOS... 24
11 GRAMÁTICA... 25
11.1 11.1 PRONOMES PESSOAIS... 25
11.2 PRONOMES INTERROGATIVOS... 27
11.3 EXPRESSÕES FACIAIS GRAMATICAIS, SETENCIAIS... 29
11.4 ADVÉRBIOS DE LUGAR... 33
12 CONHECIMENTOS PESSOAIS, SOCIAIS E GEOGRÁFICOS... 34
12.1 FAMILIA... 34
12.2 CALENDÁRIO... 37
12.3 DIAS DA SEMANA/ TEMPO... 39
12.4 ESTADOS DE TEMPO... 42
12.5 DOCUMENTOS... 43
12.6 CORES... 45
12.7 FRUTAS... 48
12.8 VERDURAS/ LEGUMES/ CEREAIS... 49
12.9 ALIMENTOS DIVERSOS/ BEBIDAS... 50
12.10 ANIMAIS... 53
12.12 ESCOLA... 57 12.13 LAR... 63 12.14 OBJETOS DIVERSOS... 64 12.15 PROFISSÕES... 64 12.16 LUGARES PÚBLICOS... 66 13 REFERÊNCIAS... 68
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1 A LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Infelizmente, a falta de conhecimento acerca da surdez e da possibilidade de autonomia da pessoa surda, limita a sociedade de perceber o potencial desses sujeitos no meio social. A deficiência é tida pelos ouvintes como uma barreira que restringe o surdo quanto ao acesso às informações, rotulando assim, como incapaz de progredir nas áreas, tanto acadêmica quanto profissional. Constantemente temos visualizado que o desenvolvimento cognitivo, social e afetivo do surdo tem superado esse paradigma social, comprovando a capacidade dos mesmos, indiferente da área ou esfera que se encontra.
A deficiência deve sim, ser deixada de lado para que se possa reconhecer e respeitar a pessoa surda e a sua língua, considerando esta, instrumento necessário para a sua formação humana, pois a mesma possui valores e elementos linguísticos como as demais línguas, visto que, surgiu espontaneamente da comunicação entre surdos, portanto, deve ser considerada de tamanha importância como a língua portuguesa, sem que uma sobreponha sobre a outra seu poder de uso e importância.
As línguas de sinais são, portanto, consideradas pela linguística como línguas naturais ou como um sistema linguístico legítimo e não como um problema do surdo ou como uma patologia da linguagem. Stokoe, em 1960, percebeu e comprovou que a língua dos sinais atendia a todos os critérios linguísticos de uma língua genuína, no léxico, na sintaxe e na capacidade de gerar uma quantidade infinita de sentenças. (QUADROS e KARNOPP, 2004, p.30).
A língua de sinais, independente do país a que pertença, apresenta estrutura, construção e funcionamento como quaisquer outras línguas, além do seu uso. Para Vygotski (2000), a linguagem possui condições necessárias para que a atividade consciente do homem ocorra, além disso, é por meio das relações sociais que a mesma, bem como, a atenção, a memorização, abstração e o pensamento se concretizam. Dessa forma, conclui-se que a língua de sinais é uma língua extremamente completa.
1.1 UNIVERSALIDADE
Em sua grande maioria, as pessoas acreditam que a Língua de Sinais é universal, ao contrário dessa ideia, cada país possui sua Língua de Sinais, ou seja, a Língua Brasileira de Sinais, como o próprio nome confirma, é uma língua utilizada por surdos que vivem no Brasil, embora em nosso país ainda exista outra Língua de Sinais, a dos índios Urubus-Kappor. A Língua de Sinais oficializada legalmente no Brasil se distingue da Língua Americana de Sinais (ASL), da Língua de Sinais Francesa (LSF), bem como, das demais línguas sinalizadas por
surdos no mundo todo. Sendo assim, compreende-se que não há uma padronização na língua visoespacial, cada país possui a sua especificamente, porém, cabe lembrar que foi criada uma Língua de Sinais artificial, o Gestuno, língua esta que os surdos do mundo inteiro podem utilizá-la como meio de comunicação quando não se domina as demais línguas sinalizadas.
1.2 VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NA LIBRAS
Conforme Karnopp, se realizarmos estudos em comunidades que usam uma língua, independente a modalidade dela, imediatamente, constata-se a existência da variação da língua de sinais. Essas maneiras de se comunicar pela língua de sinais, denomina-se de “variedades lingüísticas”, pode-se considerar que usuários da língua de sinais brasileira se comunicam tranquilamente e se entendem também, embora não haja pessoas que façam sinais de maneira idêntica, já que existem vários motivos que afetam as habilidades linguísticas desses usuários, ou seja, idade, escolaridade, o contato com a comunidade surda, a classe social a que estão inseridos, sexo, classe social, etc.
Cabe considerar que no mundo, exista ao menos, uma língua de sinais usada pela comunidade surda, independente da língua falada que se usa numa mesma área geográfica. Sendo assim, fica evidente que as variações linguísticas nas línguas de sinais existem porque são línguas independentes das línguas orais.
1.2.1 Variação de país: representa as variações de sinais de um país para outro.
Ex.: NOME
ASL LIBRAS
1.2.2 Variação regional: representa as variações de sinais de uma região para outra, no mesmo
6 Ex.: VERDE
Rio de Janeiro São Paulo Curitiba
1.2.3 Variação social: refere-se às variações na configuração das mãos e/ou no movimento,
não modificando o sentido do sinal. Ex.: AJUDAR
1.2.4 Mudanças históricas: com o passar do tempo, um sinal pode sofrer alterações
decorrentes dos costumes da geração que o utiliza. Ex.: AZUL
2 ICONICIDADE E ARBITRARIEDADE
A modalidade gestual-visual-espacial pela qual a LIBRAS é produzida e percebida pelos surdos, leva muitas vezes, as pessoas a pensarem que todos os sinais são o “desenho” no ar do referente que representam. É claro que, por decorrência de sua natureza linguística, a realização de um sinal pode ser motivada pelas características do dado da realidade a que se
refere, mas isso não é uma regra. A grande maioria dos sinais da LIBRAS são arbitrários, não mantendo relação de semelhança alguma com seu referente.
2.1 SINAIS ICÔNICOS
Uma foto é icônica porque reproduz a imagem do referente, isto é, a pessoa ou coisa fotografada. Assim também são alguns sinais da LIBRAS, gestos que fazem alusão à imagem do seu significado.
2.2 SINAIS ARBITRÁRIOS
São aqueles que não mantêm nenhuma semelhança com o dado da realidade que representam. Uma das propriedades básicas de uma língua é a arbitrariedade existente entre significante e referente. Durante muito tempo afirmou-se que as línguas de sinais não eram línguas por serem icônicas, não representando, portanto, conceitos abstratos. Isto não é verdade, pois em Língua de Sinais tais conceitos também podem ser representados, em toda sua complexidade.
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3 ESTRUTURA GRAMATICAL DA LIBRAS
Os sinais são formados a partir da combinação da forma e do movimento das mãos e do ponto no corpo ou no espaço onde são feitos. A estrutura da Língua Brasileira de Sinais é constituída de parâmetros primários e secundários que se combinam de forma sequencial ou simultânea.
Segundo Brito (1995, p. 36 – 41) os parâmetros primários são:
Configuração das mãos (CM): São formas das mãos que podem ser da datilologia (alfabeto
manual) ou outras formas feitas pela mão predominante. Os sinais DESCULPAR, EVITAR e IDADE, por exemplo, possuem a mesma configuração de mão (com a letra y). A diferença é que cada uma é produzida em um ponto diferente no corpo.
ME AVISAR DESCULPAR
Ponto de articulação (PA): local onde é feito o sinal, podendo tocar alguma parte do corpo ou
estar em um espaço neutro.
TER TÊNIS
Movimento (M): Os sinais podem ter um movimento ou não. Por exemplo, os sinais PENSAR
SILÊNCIO BASQUETE
Direcionalidade do movimento
a) Unidirecional: movimento em uma direção no espaço, durante a realização de um sinal.
Ex.: PROIBIDO, SENTAR, MANDAR.
b) Bidirecional: movimento realizado por uma ou ambas as mãos, em duas direções
diferentes. Ex.: PRONTO, JULGAMENTO, GRANDE, COMPRIDO, DISCUTIR,
EMPREGADO, PRIMO, TRABALHAR, BRINCAR.
c) Multidirecional: movimentos que exploram várias direções no espaço, durante a realização
10 Tipos de movimentos a) Movimento retilíneo: CUNHADO FRIO b) Movimento helicoidal:
ALT@ MACARRÃO AZEITE
c) Movimento circular:
d) Movimento semicircular:
SURDO SAPO CORAGEM
e) Movimento sinuoso:
BRASIL RIO NAVIO
f) Movimento angular:
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Parâmetros secundários
a) Disposição das mãos: a realização dos sinais na LIBRAS pode ser feito com a mão
dominante ou por ambas as mãos. Ex.: BURRO, CALMA, DIFERENTE, SENTAR,
SEMPRE.
b) Orientação das mãos: direção da palma da mão durante a execução do sinal da
LIBRAS, para cima, para baixo, para o lado, para a frente, etc. Também pode ocorrer a mudança de orientação durante a execução de um sinal. Ex.: MONTANHA, BAIXO,
FRITAR.
c) Região de contato: a mão entra em contato com o corpo, através do:
Toque: MEDO, ÔNIBUS, CONHECER. Duplo toque: FAMÍLIA, SURDO, SAÚDE.
Risco: OPERAR, JOSÉ (nome bíblico), PESSOA.
Deslizamento: CURSO, EDUCADO, LIMPO, GALINHA.
Expressão facial e/ou corporal: As expressões faciais / corporais são de fundamental
importância para o entendimento real do sinal, sendo que a entonação em Língua de Sinais é feita pela expressão facial. Quadros e Pimenta (2006) explicam que existem dois tipos diferentes de expressões faciais: as afetivas e as gramaticais (lexicais e sentenciais). As afetivas são as expressões ligadas a sentimentos / emoções.
Afirmativa Negativa Interrogativa Exclamativa
Bravo Admirativa Vergonha Mal humorada
Convencido Dúvida Medo Desconfiança
INTENSIDADE
As expressões faciais gramaticais lexicais estão ligadas ao grau dos adjetivos:
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Algumas convenções da LIBRAS para facilitar a sua compreensão:
A grafia dos sinais em LIBRAS: para simplificação serão representados na Língua Portuguesa em letra maiúscula.
Ex.: CASA, INSTRUTOR.
Sinal único: traduzido por duas ou mais palavras da língua portuguesa, será representado pelas
palavras correspondentes, separadas por hífen.
Ex: NÃO-PODER, COMER-MAÇA, TOMAR-ÁGUA.
Sinal Composto: será representado por duas ou mais palavras, mas com a ideia de uma única
coisa que serão separados pelo símbolo ^.
Ex: CASA^ESTUDAR “escola”.
A datilologia (alfabeto manual): usada para expressar nomes de pessoas, lugares e outras
palavras que não possuem sinal, estará representada pelas palavras separadas por hífen.
Gênero (masculino e feminino) e numero (plural e singular): o sinal representado por
palavra da língua portuguesa que possui essas marcas, está determinado com o símbolo @.
Ex: AMIG@.
Os verbos: serão apresentados no infinitivo. Todas as concordâncias e conjugações são feitas
no espaço. Ex.: EU QUERER CURSO.
As frases: obedecerão à estrutura da LIBRAS, e não à do Português. Ex.: VOCÊ GOSTAR CURSO? (Você gosta do curso?)
4 DATILOLOGIA
Conheça a arte de conversar, configurando as mãos. A forma que uma mão assume na realização de uma letra está indicada no Alfabeto Manual Brasileiro, uma serie de letras convencionadas que correspondem às letras escritas.
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5 IDENTIFICAÇÃO PESSOAL
Para perceber a visualização deve sempre olhar a frente do outro, que pode relatar a função da linguagem. Também a diferença facial que é através do contexto. Ele pode mudar o significado de um sinal. Veja o exemplo:
SEU NOME SEU SINAL MEU SINAL
Observe as pessoas famosas e dê um sinal para elas:
ATIVIDADE QUEM É QUEM? ( 1 ) JOÃO ( 2 ) PELÉ ( 3 ) MARA ( 4 ) CARLOS ( 5 ) FABIO ( 6 ) JOSÉ ( 7 ) ZICO ( 8 ) ROSA ( 9 ) SÉRGIO ( 10 ) PEDRO ( 11 ) SILVIA ( 12 ) ELZA ( 13 ) EVA ( 14 ) VALDIR ( 15 ) RAFAEL ( 16 ) IGOR ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( )
6 NUMERAIS
As Línguas podem ter formas diferentes para apresentar os numerais quando utilizados como Cardinais, Ordinais, Quantidade, Medida, Idade, Dias da semana ou mês, Hora e
Valores monetários. Isso também acontece na LIBRAS, por exemplo: o numeral cardinal 1 é
diferente da quantidade 1, como em livro 1, que é diferente de primeiro lugar, que é diferente de primeiro andar, que é diferente de primeiro grau, etc.
NUMEROS CARDINAIS QUANTIDADE
6.1 NUMERAIS ORDINAIS
Os numerais ordinais do primeiro até o nono tem a mesma forma dos cardinais, mas aqueles possuem movimento enquanto estes não possuem. Os ordinais do primeiro até o
quarto tem movimento para cima e para baixo e os ordinais do quinto até o nono tem
movimentos para os lados. A partir do numeral dez, não há mais diferença entre os números, observe:
ATIVIDADE:
a) Complete as frases com o numeral mostrado pela professora: 1- EU MORAR____________ANDAR.
2- MEU PAI TRABALHAR RUA _________PRÉDIO. 3- EU TER _______ FILHOS.
4- MINHA CASA TER NUMERO________________.
5- TELEFONE MEU TER NUMERO____________________. 6- EU ESTUDO _________________ DISCIPLINAS.
7- PESO BANANA MERCADO É _______________ KG. 8- MEU TIME FUTEBOL É _______________ LUGAR.
7 VALORES MONETÁRIOS
Em LIBRAS para se representar os valores monetários de um até nove reais, usa-se o sinal do numeral correspondente ao valor, incorporando a este o sinal VÍRGULA.
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DINHEIRO REAL MOEDA / CENTAVO NOTA
Para os valores de um mil até nove mil há incorporação da VÍRGULA no sinal e o movimento é mais prolongado. Podem ser usados também os numerais seguidos de PONTO. Quando valor é centavo, o sinal VÍRGULA vem depois do sinal ZERO, mas na maioria das vezes nem há necessidade porque o contexto pode esclarecer os valores para centavos.
a. TRANSAÇÕES COMERCIAIS E BANCÁRIAS
BANCO CARTÃO CHEQUE POUPANÇA
SAQUE EMPRÉSTIMO PAGAR A VISTA PAGAR A PAZO
QUANTO CUSTA? PRESTAÇÃO PROMOÇÃO PAGAMENTO
AUMENTO MUITO CARO! MUITO BARATO!
ATIVIDADE:
Dinâmica e/ou diálogo sobre dinheiro conduzido pela professora, fique atento(a) as explicações. Anote o valor de cada mercadoria de acordo com a sinalização da professora.
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Atividade:
A professora irá escolher uma das situações abaixo, e em DUPLAS, criem um contexto para sinalizar:
Uma pessoa no banco fazendo a abertura de uma conta;
Na loja, fazendo o cadastro de uma pessoa, após comprando um eletrodoméstico,
roupas ou calçados;
Uma pessoa solicitando emprego
Compra com devolução de moedas
Empréstimo de dinheiro
Compra de um apartamento
8 SOLETRAÇÃO RÍTMICA
Em LIBRAS muitas palavras, quando soletradas, se transformam em sinais que possuem um ritmo próprio. É o timbre das palavras, uma soletração com forma e ritmo diferentes.
Veja os exemplos:
A palavra “ACHA”, se simplesmente for soletrada, o surdo não entenderá, pois existem vários significados para a palavra. Com a soletração rítmica esse problema desaparece!
- ACHA... (significado de procura) - ACHA... (significado de parece)
ACHA AR ALHO
9 ESTRUTURA E FORMAÇÃO DAS PALAVRAS
Na Língua Portuguesa, temos palavras primitivas, derivadas, simples e compostas. Também na LIBRAS, temos palavras simples, compostas e faciais.
SIMPLES – apenas um sinal:
HOMEM CARNE
COMPOSTA – dois ou mais sinais simples:
AÇOUGUEIRO
HOMEM CARNE VENDER
FACIAL – não há movimento das mãos, somente da face.
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10 CUMPRIMENTOS
Oi! Tudo bem?
FIQUE A VONTADE DESCULPA BOM APETITE
11 GRAMÁTICA
11.1 PRONOMES PESSOAIS
A LIBRAS possui um sistema pronominal para representar as pessoas do discurso:
Primeira Pessoa do Singular: EU
Apontar para o peito do enunciador (a pessoa que fala)
EU
Primeira Pessoa do Plural: NÓS – 2, NÓS – 3, NÓS – 4, NÓS-TOD@
NÓS – 2 NÓS – 3 NÓS – 4
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Segunda Pessoa do Singular: VOCÊ
Apontar para o interlocutor (a pessoa com quem se fala)
VOCÊ
Segunda Pessoa do Plural: VOCÊ – 2, VOCÊ – 3, VOCÊ – 4, VOCÊ – TOD@
VOCÊ – 2 VOCÊ – 3 VOCÊ – 4
VOCÊ – TOD@ VOCÊ – TOD@ /
VOCÊ - GRUPO
Terceira Pessoa do Singular: EL@.
Apontar para uma pessoa que não está na conversa ou para um lugar convencional.
EL@
Terceira Pessoa do Plural: EL@ - 2, EL@ - 3, EL@ - 4, EL@ - GRUPO, EL@ -
EL@ - 2 EL@ - 3 EL@ - 4
EL@ - GRUPO EL@ - TOD@
11.2 PRONOMES INTERROGATIVOS QUAL? QUAL? (COMPARATIVO)
QUAL DOS DOIS
POR QUÊ?/PORQUE?
PRA QUÊ?
COMO?
28 CADA CADA UM ALGUNS ALGUNS POUCO POUCO
POUQUINHO NINGUÉM (PESSOA)
NINGUÉM/ NADA/ NENHUM NENHUM/ NADA MUITO MUITO VÁRIOS MAIORIA MAIORIA MINORIA
11.3 EXPRESSÕES FACIAIS GRAMATICAIS SENTENCIAIS:
INTERROGATIVAS
COMO? O QUE? QUERER? PODE?
POR QUÊ? ONDE?
AFIRMATIVAS / NEGATIVAS
SIM NÃO
EXCLAMATIVAS
(expressões faciais demonstrativas)
O – QUE – ISTO? (O – QUE – ISSO?)
Utilização do pronome demonstrativo e advérbio de lugar em LIBRAS. Veja o exemplo que a instrutora indica na sinalização.
30 EST@ (LÁPIS) DE – QUEM – É (expressões de interrogação, dúvida)
ESS@ (CANETA VERMELHA) DE – QUEM – É (expressões de interrogação, dúvida) AQUEL@ (CARRO PRETO) DE – QUEM – É (expressões de interrogação, dúvida)
AQUI SALA ME@, OUTR@ SALA LÁ DE – QUEM – É (expressões de interrogação, dúvida)
AQUI SALA DE – QUEM – É
ONDE?
ME@ CARRO ONDE (expressões de interrogação, dúvida) ME@ LÁPIS ONDE (expressões de interrogação, dúvida) CANETA DEL@ ONDE (expressões de interrogação, dúvida)
Pronomes e expressões Interrogativas
QUANDO e D-I-A
Sempre simultaneamente aos pronomes ou expressões interrogativas há uma expressão facial indicando que a frase está na forma interrogativa.
Há três sinais diferentes para “quando”, um que especifica passado; outro futuro; e outro sinal soletrando D-I-A. Exemplos:
QUANDO (PASSADO) QUANDO (FUTURO) D-I-A
QUE – HORA e QUANT@ - HORA
Na LIBRAS para se referir a horas, usa-se a mesmo configuração dos numerais para quantidade e, após doze horas, não se continua a contagem, começa-se a contar novamente: HORA 1, HORA 2, acrescentando o sinal de TARDE, NOITE ou MADRUGADA, pois geralmente pelo contexto já se sabe o que está se referindo.
QUE - HORA QUANT@ - HORA Veja os exemplos:
HORA 1 HORA 2 HORA 3
HORA 4 HORA 5
Observe como sinalizar os horários abaixo:
7:00 12:00 19:00 00:00 8:05 13:00 20:30 01:00 9:15 14:30 22:15 02:01 10:30 15:15 23:35 03:02 11:47 17:20 13:10 04:23 QUE – HORA?
AULA COMEÇAR QUE – HORA AQUI?
VOCÊ TRABALHAR COMEÇAR QUE – HORA?
VOCÊ ACORDAR QUE – HORA?
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QUANT@ - HORA?
VIAJAR SÃO – PAULO QUANT@ - HORA?
TRABALHAR ESCOLA QUANT@ - HORA?
As expressões, QUEM – DE QUEM É – QUEM É, são feitas com a mesma configuração de mão, a principal diferenciação você irá perceber no contexto, na expressão facial e no sinal auxiliar.
ATIVIDADE:
Em dupla, criar um contexto utilizando os seguintes sinais: SÓ, SOZINHO, CADA UM, ALGUNS, POUCO, POUQUINHO, MUITO, VÁRIOS, MAIORIA E MINORIA.
ATIVIDADE:
Escreva em números ordinais, a ordem das frases de acordo com a ordem em que a professora apresenta em LIBRAS:
( )Q-U-E-M FALTAR HOJE?
( )Q-U-E-M QUER FALAR COMIGO? ( )Q-U-E-M SABER?
( )CARRO, DE QUEM-É? ( ) PESSOA, QUEM-É? ( )TELEFONAR, QUEM-É? ( )CAMPAINHA, QUEM-É? ( )QUEM TER LIVRO? ( )QUEM FAZER ISSO?
( )QUEM NASCER RIO DE JANEIRO? ( )EL@, QUEM-É EU NÃO CONHECER!
( )EU NÃO-TER DINHEIRO. VOCÊ TER? QUEM TER? ( )PROFESSOR NÃO PEGAR LÁPIS, QUEM PEGAR? ( )O-QUE VOCÊ FALAR?
11.4 ADVÉRBIO DE LUGAR
LONGE – MUITO LONGE PERTO
LONGE PERTO
Sugestão de frases:
a) VOCÊ MORA LONGE, PERTO ESCOLA? Longe (muito) b) AVIÃO, ONDE? Longe (perspectiva) c) RESTAURANTE, PERTO TRABALHO? Perto (próximo) d) APAE PERTO AMESFI? Perto (objeto) e) CINEMA PERTO CASA SURDO? Perto (pessoa)
PRIMEIRO (ORDINAL)
PRIMEIRA VEZ
34 PRIMEIRO LUGAR
ÚLTIMO ÚLTIMO
12 CONHECIMENTOS PESSOAIS, SOCIAIS E GEOGRÁFICOS
12.1 FAMÍLIA
PESSOA HOMEM MULHER CRIANÇA BEBÊ MENIMA
MENINO PARENTES PAPAI MAMÃE FILHO
FILHA FILHO IRMÃO IRMÃ VOVÔ VOVÓ ADOTIVO
TITIO TITIA PRIMO PRIMA CUNHADO(A)
SOGRO SOGRA MARIDO ESPOSA CASADO SOLTEIRO
VIÚVO SEPARADO PADRASTO MADRASTA MEIO IRMÃO GÊMEOS
36
ATIVIDADE:
12.2 DIAS DA SEMANA
HORAS ONTEM HOJE AMANHÃ DE MANHÃ
TARDE NOITE DIA DIA DIA
38
SEMANA
ATIVIDADE
Faça uma entrevista ao seu colega em Língua de Sinais, perguntando o que normalmente ele costuma fazer durante a semana. Anote as respostas no quadro da página seguinte para posteriormente apresentá-las:
DIA O QUE COSTUMA FAZER
DOMINGO SABADO DIAS UTEIS DA SEMANA FERIADOS E FÉRIAS
12.3 CALENDÁRIO MÊS ATIVIDADE:
Enumere corretamente os meses do ano de acordo com as imagens:
( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 )
JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL
MAIO JUNHO JULHO AGOSTO
40
( 5 ) ( 6 ) ( 7 ) ( 8 )
( 9 ) ( 10 ) ( 11 ) ( 12 )
Agora enumere corretamente:
( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( )
( ) ( ) ( ) ( ) ( )
AIVIDADE:
Siga as orientações da professora e responda adequadamente nos calendários:
Expressões relacionadas ao ano
o SEMANA QUE-VEM / MÊS QUE-VEM / ANO QUE-VEM o SEMANA PASSAD@ / MÊS PASSAD@ / ANO PASSAD@ o PROXIM@ SEMANA
o TOD@ SEMANA
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FERIADO FÉRIAS LICENÇA FOLGA
ATIVIDADE:
Escreva conforme sinalizado pela professora:
1. _____________________________________________________________ 2. _____________________________________________________________ 3. _____________________________________________________________ 4. _____________________________________________________________ 5. _____________________________________________________________ 6. _____________________________________________________________ 7. _____________________________________________________________ 8. _____________________________________________________________ 9. _____________________________________________________________ 10. _____________________________________________________________ 12.4 ESTADOS DO TEMPO
CHUVA SOL VENTO NUVEM NUBLADO
GEADA ESTRELA LUA CALOR FRIO
Atividade:
A professora irá selecionar alunos aleatoriamente e pedir que se utilizando da intensidade, faça o sinal solicitado.
12.5 DOCUMENTOS
CARTÃO CARTEIRA CARTÃO DE CRÉDITO CARTEIRA DE ESTUDANTE DE MOTORISTA
CARTÃO CARTEIRA CARTÃO DE BANCO CARTEIRA PONTO DE TRABALHO DE VACINAÇÃO
CARTÃO CERTIDÃO REGISTRO
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CERTIDÃO TÍTULO DE ELEITOR CHEQUE CPF
ESCRITURA DOCUMENTO IMPOSTO DOCUMENTO PROCESSO DE CASA DE RENDA DE CARRO JUDICIAL
Para sinalizar IPTU e IPVA deve-se soletrar com letras dactilologicas em LIBRAS: I-P-T-U e I-P-V-A.
ATIVIDADE: Preencha com a letra no parêntese correspondem aos sinais.
A) B) C)
D) E) F)
G) H) I)
( ) ( ) ( ) ( )
( ) ( ) ( ) ( )
( ) ( ) ( )
12.6 CORES
AZUL AMARELO VERMELHO VERDE LARANJA
46
VIOLETA VINHO BRANCO PRETO CLARO ESCURO
ATIVIDADE:
Observe os sinais e escreva as cores correspondentes:
48 12.7 FRUTAS
ABACAXI MAÇÃ BANANA COCO LARANJA
MANGA MELANCIA MORANGO TANGERINA CAJU PÊSSEGO
LIMÃO ABACATE UVA MAMÃO MELÃO
12.8 VERDURAS LEGUMES CEREAIS
ALFACE REPOLHO COUVE-FLOR CEBOLA TOMATE CENOURA
BATATA BATAB-DOCE ABÓBORA ALHO NABO
PIMENTÃO CANA PEPINO ARROZ FEIJÃO SOJA DE AÇÚCAR
MILHO AMENDOIM ERVILHA SALADA SALADA SOPA DE FRUTAS
50
12.9 ALIMENTOS DIVERSOS BEBIDAS
DOCE AÇUCAR MEL BOLO BOLO DE SORVETE ANIVERSÁRIO
PICOLÉ BALA BOMBOM CHOCOLATE OVO PIRULITO DE PÁSCOA
CHICLETE GELATINA GELÉIA SAL BOLACHA MANTEIGA
PÃO QUEIJO PRESUNTO ÓLEO VINAGRE SANDUICHE
PASTEL TORTA SALGADA CACHORRO PIZZA PIPOCA QUENTE
OVO AZEITONA FAROFA BOLINHO PINHÃO X-SALADA DE CARNE
MISTO-QUENTE CAMARÃO MACARRÃO QUEIJO TEMPERO CARNE RALADO
FRANGO PEIXE CHURRASCO BEBIDA ÁGUA CHÁ ALCÓLICA
CAFÉ LEITE SUCO SUCO ARTIFICIAL CERVEJA CHOPP
WHISKY VINHO CHAMPANHE BATIDA CACHAÇA GELO
REFRIGERANTE COCA-COLA COCA-COLA FANTA GUARANÁ CHOCO LARANJA MILK
52
ATIVIDADE:
Complete a cruzadinha de acordo com os sinais correspondentes:
01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 Cruzadinha: VAMOS BRINCAR???
12.10 ANIMAIS
CACHORRO GATO COELHO CAVALO BURRO RATO
CARNEIRO PORCO BODE BOI VACA TARTARUGA SAPO
LEÃO ONÇA ONÇA PINTADA TIGRE PANTERA URSO
VEADO LOBO ZEBRA ELEFANTE GIRAFA MACACO GORILA
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COBRA DINOSSAURO PEIXE TUBARÃO GOLFINHO FOCA CAMARÃO
/
OSTRA CARANGUEJO PINGUIM AVES PASSARINHO GALINHA
PERU PATO PAPAGAIO ARARA CORUJA PAVÃO
TUCANO PIRIQUITO BEIJA-FLOR PICA-PAU POMBO EMA INSETOS
BORBOLETA BARATA ARANHA ABELHA MOSCA FORMIGA CARACOL
ATIVIDADE:
Use sua intuição e descubra que animal esta sendo representado nos sinais abaixo, para auxiliar na descoberta, cada traço corresponde a uma letra do nome.
Obs.: ainda não aprendemos estes sinais, portanto, preste muita atenção em cada detalhe
___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ____ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ 12.11 VESTUÁRIOS / ACESSÓRIOS
CHAPÉU BONÉ BOINA GORRO LUVA CACHECOL CINTO
MEIA ROUPA / BLUSA SAIA VESTIDO CASACO CAPA CAMISA DE CHUVA
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CALÇA GRAVATA GRAVATA LINGERIE SHORT MAIÔ
BORBOLETA
COBERTOR GUARDA SAPATO TÊNIS CHINELO SAPATO CHUVA DE SALTO
BOLSA MOCHILA MALA RELÓGIO BRINCO COLAR BROCHE
CARTEIRA CABIDE FIVELA PARA ARCO PARA
CABELO CABELO
CARACTERÍSTICAS DAS ROUPAS
COM BOLINHA QUADRADO BONITO FEIO VELHO USADO
GRANDE PEQUENO GROSSO NOVO FINO
ATIVIDADE:
Aleatoriamente, a professora fará perguntas, preste muita atenção e responda corretamente ao chegar sua vez.
12.12 ESCOLA
58
ESTUDANTE
PROFESSOR
60 DIVISÃO/ DIVIDIR MULTIPLICAÇÃO LÁPIS DE COR LOUSA ADIÇÃO SOMAR SUBTRAÇÃO/ DIMINUIR
GEOGRAFIA HISTÓRIA EDUCAÇÃO FÍSICA MATEMÁTICA CIÊNCIAS PORTUGUÊS QUIMICA FILOSOFIA ARTE UNIFORME
62 VESTIBULAR PROVA/ AVALIAÇÃO REDAÇÃO/ TEXTO (com a letra “T”) FACULDADE/ UNIVERSDADE
(usar a letra “U”)
NOTAS/ BOLETIM ENSINAR ATIVIDADE:
Seguindo os sinais realizados pela professora, preencha os espaços abaixo: 1._______________________________________ 2._______________________________________ 3._______________________________________ 4._______________________________________ 5._______________________________________ 6._______________________________________ 7._______________________________________ 8._______________________________________ 9._______________________________________ 10.______________________________________ 11.______________________________________ 12.______________________________________
12.13 LAR
CASA DE CASA DE SOBRADO PRÉDIO APARTAMENTO VIZINHO ALVENARIA MADEIRA
ELEVADOR CÔMODOS SALA SALA DE SALA DE SALA DE DA CASA VISITAS JANTAR TELEVISÃO
COZINHA BANHEIRO LAVANDERIA QUARTO DE QUARTO DE QUARTO DE SOLTEIRO CASAL BEBÊ
ESCRITÓRIO BIBLIOTECA GARAGEM SALÃO DE CHURRASQUEIRA *JANELA FESTAS
64 12.14 OBJETOS DIVERSOS
QUADRO FOTO PORTA RETRATO VASO ESPELHO PAPEL
PAPEL COPO PRATO XÍCARA PANELA BANDEJA HIGIÊNICO
FACA GARFO COLHER ATIVIDADE:
Com base em tudo que você aprendeu até este momento, reúna-se com um colega e produza um pequeno diálogo utilizando objetos disponibilizados pela professora, seja criativo (a) e divirta-se.
12.15 PROFISSÕES
PROFESSOR PSICÓLOGO ASSISTENTE DIRETOR FONOAUDIÓLOGA SECRETÁRIA SOCIAL
SERVENTE PEDREIRO GARÇON PADEIRO CARTEIRO AÇOUGUEIRO
PINTOR PINTOR DE EMPREGADA CANTOR LAVRADOR ADVOGADO QUADROS
MOTORISTA PILOTO AEROMOÇA BOMBEIRO DIGITADOR DENTISTA
INSTRUTOR MONITOR ATOR FOTÓGRAFO CHEFE ARQUITETO DE LIBRAS
INTÉRPRETE MECÂNICO ENCANADOR POLICIAL MÉDICO ENFERMEIRA DE LIBRAS
VETERINÁRIO VENDEDOR BAILARINA BANCÁRIO CABELEIREIRO COSTUREIRA
66
COZINHEIRO ELETRICISTA FARMACÊUTICO FISIOTERAPEUTA REPRESETANTE
ATIVIDADE:
De acordo com a profissão sorteada, realize uma conversação com outro companheiro, posteriormente apresentando aos demais colegas.
12.16 LUGARES PÚBLICOS
BANCO CADEIA HOTEL / MOTEL MERCADO AÇOUGUE FARMÁCIA
HOSPITAL IGREJA RODOVIÁRIA ESCOLA FACULDADE UNIVERSIDADE
RESTAURANTE LANCHONETE PADARIA AEROPORTO CEMITÉRIO CORREIO
PARQUE DE ZOOLÓGICO PAPELARIA BOATE BAR DISCOTECA DIVERSÃO
PREFEITURA PALÁCIO TRIBUNAL FEIRA FEIRA HIPPIE
68
13 REFERÊNCIAS:
ALBRES, Neiva de Aquino. A educação de alunos surdos no Brasil do final da década de
1970 a 2005: análise dos documentos referenciadores. Dissertação de Mestrado pela
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Centro de Ciências Humanas e Sociais, Campo Grande: MS, 2005.
BRITO, Lucinda Ferreira. Integração social e educação de surdos. Rio Janeiro: Editora Babel, 1993.
FENEIS. Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos. Disponível em: http://www.feneis.org.br/page/noticias_detalhe.asp?categ=1&cod=621. Acesso em 12 de junho de 2014.
SACKS, Oliver. Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio Janeiro: Imago, 1989. PACHECO, Jonas; ESTRUC, Ricardo. Curso Básico da LIBRAS: Língua Brasileira de Sinais. Vol. 11, 2001. Disponível em: www. Surdo.org.br. Acesso em 24 de maio de 2014. BRASIL. Lei nº 8.213 de 24 de julho de 1991. Dispõe sobre os planos e benefícios da
previdência social e dá outras providencias. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm. Acesso em 12 de maio de 2014. ______. Lei nº. 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial / MEC/SEESP. Brasília, 2002. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10436.htm. Acesso em: 23 de junho de 2014.
______. Decreto nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Ministério da Educação/ Secretaria de educação Especial (MEC/SEESP). Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5296.htm. Acesso em: 15 de maio de 2014.
______. Decreto Nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Ministério da Educação / Secretaria de Educação Especial / MEC/SEESP.
Brasília, 2005. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm. Acesso em: 28 de junho de 2014.
______. Lei nº 10.436 de 1º de setembro de 2010. Regulamenta a profissão de Tradutor e
Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS. Disponível em:
http://www.trt02.gov.br/institucional/indice-de-noticias/62-legislacao/leis-decretos-e-codigos/3830-lei-n-12-319-10. Acesso em: 24 de maio de 2014.
MAZZOTTA, Marcos J. S. Educação especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 2001.
QUADROS, R. M. de & KARNOPP, L. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. ArtMed: Porto Alegre, 2004.
VYGOTSKY, Lev Semenovitch. Obras Escogidas III. Inclui problemas do desenvolvimento da psique. Madrid; Visor, 2000.
FELIPE, T.; MONTEIRO, M. S. LIBRAS em contexto. Curso Básico. Brasília: Ministério da Educação e do Desporto/Secretaria de Educação Especial, 2001.
PIMENTA, N.; QUADROS, R. M. Curso de LIBRAS 1 – Iniciante. 3 ed. rev. e atualizada. Porto Alegre: Editora Pallotti, 2008.