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(1)

Introdução

Introdução àsàs RedesRedes IndustriaisIndustriais Introdução

(2)

Pirâmide

(3)

AS

AS--i i -- Definição e Pontos ChaveDefinição e Pontos Chave AS

AS--i i -- Definição e Pontos ChaveDefinição e Pontos Chave

• Actuator Sensor Interface (AS-i) . . .

– Barramento que interconecta produtos binários de custo baixo tais como atuadores, sensores (chaves limite, botoeiras, relés, válvulas solenoides), etc.

– Substituição digital para cabos tradicionais

– A tecnologia I pertence e é administrada pela AS-International

(4)

Aplicações AS-i Aplicações AS-i • Partida de Motores • Variadores de Frequência • Válvulas On-Off • Ilhas de Valvulas

(5)

Benefícios AS Benefícios AS--ii Benefícios AS Benefícios AS--ii

• Tempo de scan Rápido (max. 5 ms) • Auto - Sensing & Auto - Addressing • Comunicação Mestre - Escravo

• Economia de Hardware

– Fiação simples e segura

– Tecnologia de instalação rápida – Instrumentos “baratos”

• Padrão Aberto

– Independente de Fabricante e Interoperavel – Produtos Certificados, Aceitação iternacional

(6)

Cabo AS-Interface: Alimentação CC no mesmo par de comunicação Características Básicas Características Básicas Fonte ASI 30,5 Vcc 100m Max. 62 Escravos Max.

(7)

Topologias aplicáveis Topologias aplicáveis

(8)

Aplicações Aplicações Aplicações Aplicações

• linha de transporte de processo de empacotamento,

• Silos de Granulados

• Módulos Compactos para aplicação em Cervejarias

(9)

• Originalmente desenvolvido pela BOSH para o

mercado automobilístico europeu no início dos anos 80;

• Substituiu a fiação custosa e trabalhosa por cabos de rede de baixo custo;

• Resposta rápida e alta confiabilidade (Freios Anti-travantes e airbags);

• Substituiu a fiação custosa e trabalhosa por cabos de rede de baixo custo DeviceNet tem uma camada de software de aplicação sobre o CAN.

Devicenet Devicenet Devicenet Devicenet

(10)

Devicenet Devicenet Devicenet Devicenet

Rede industrial de padrão aberto de comunicação para conexão entre : – Sensores de proximidade indutivos,capacitivos,fotoelétricos,

– Painéis e interfaces de operação, – sensores de processos,

– leitores de código de barras, – variadores de frequência, – motores de partida,

(11)

Especificações da rede DeviceNet Especificações da rede DeviceNet Especificações da rede DeviceNet Especificações da rede DeviceNet

• Projetado para sinais simples • Até 64 instrumentos

• Cabos par-trançado ou fibra • Cabos até 500m

• Topologia de barramento com derivações (bus with spurs) • Cabos e conectores especiais

• Modelo Produtor/Consumidor – Qualquer device pode iniciar um processo de comunicação

(12)

Topologias Topologias Topologias Topologias

A topologia da rede Devicenet é baseada em um tronco principal com ramificações

O tronco principal deve ser sempre terminado nas duas pontas com resistores de 121, 1%, ¼ W.

(13)

Cabos DeviceNet Cabos DeviceNet Cabos DeviceNet Cabos DeviceNet

São 4 tipos de cabos padronizados:

cabo redondo grosso, fino, médio e flat.

Mais Utilizado: cabo grosso para o tronco. cabo fino para as derivações.

Tipo

de cabo Bitola

Bitola dreno

Bitola

comum I (A) Dim Resist

Grosso 15AWG 18AWG 18AWG 8A 12,5mm 0,015Ω/m

Fino 22AWG 22AWG 24AWG 3A 7,0mm 0,069Ω/m

(14)

Comprimentos máximos Comprimentos máximos dos cabos dos cabos Comprimentos máximos Comprimentos máximos dos cabos dos cabos

Tipo de cabo Função do cabo Taxa de transmissão

125 Kbits/s 250 Kbits/s 500 Kbits/s

Grosso Tronco 500m 250m 100m

Fino Tronco 100m

Flat Tronco 380m 200m 75m

Fino Derivação 6m

Fino ∑ Derivações 156m 78m 39m

• Ramificação na rede não pode ser maior que 6 m

• A soma dos comprimentos de todas as ramificações deve ser menor que o máximo permitido para a taxa de

(15)

Exemplo de rede Devicenet Exemplo de rede Devicenet Exemplo de rede Devicenet Exemplo de rede Devicenet

(16)

Aplicações DeviceNet Aplicações DeviceNet Aplicações DeviceNet Aplicações DeviceNet

(17)

PROFIBUS

(18)

H1 H1    H1 BS Estação Engenharia Estação Manutenção Estação Operação Arquitetura

Arquitetura –– PROFIBUS DPPROFIBUS DP

(19)

• Par-trançado com 2 fios (RS-485)e blindagem somente para sinal, • Até 128 dispositivos divididos em 4 segmentos com repetidores, • Velocidades ajustáveis de 9.600 a 12 Mbits/s

• De 100 a 1.200m conforme a velocidade; • Sistema de comunicação mestre - escravo.

Profibus

(20)

Aplicações Profibus DP Aplicações Profibus DP Aplicações Profibus DP Aplicações Profibus DP • Partida de Motores • Variadores de Frequência • Balanças

• Controle Discreto de Válvulas • E/S em Zone 1

(21)

Comunicação Multi Mestre Comunicação Multi Mestre Passagem de “token”

Passagem de “token”

Comunicação Multi Mestre Comunicação Multi Mestre Passagem de “token” Passagem de “token” PLC / DCS / PC Industrial PC token token token tokentokentoken

Profibus-PA 31.25 kbit/s 24 V Drives I/O Remota Equipamento PA

Muitos masters podem acessar os escravos para funções de leitura,

Velocidade até 12Mbps

Um sistema Multi-master consiste de: - múltiplos mestres (classe 1 ou 2) - 1 a 124 DP-Escravos no máximo. - max. de 126 dispositivos no mesmo battamento

(22)

PROFIBUS

PROFIBUS--DP: DP:

Distâncias Max. Permitidas Distâncias Max. Permitidas

• Verificação das distâncias máximas permitidas

– Distâncias limites dependem do tipo do cabo assim como da taxa de comunicação;

– Expansível até 10km com uso de repetidores ou 80km com fibra Ótica

– 32 estações por segmento

Baud rate (kbit/s) 9.6 19.2 93.75 187.5 500 1500 12000 Comprimento Total (m)

ou Segmento (m) 1200 1200 1200 1000 400 200 100 Tronco Máximo (m) 500 500 900 967 380 193.4 100 Ramos (Spur) Máximo (m) 500 500 100 33 20 6.6 0

(23)

PROFIBUS

PROFIBUS--DP: AplicaçõesDP: Aplicações PROFIBUS

PROFIBUS--DP: AplicaçõesDP: Aplicações

(24)

H1 H1    H1 BS Estação Engenharia Estação Manutenção Estação Operação Arquitetura

Arquitetura –– PROFIBUS PAPROFIBUS PA

(25)

• É um protocolo de comunicação dedicado a Automação de Processos e otimizado para dispositivos de campo.

• Transmissores, Válvulas, Atuadores, Convertersores, etc • Internconectado e alimentado pelo barramento

• Cada dispositivo de campo tem um endereço físico e único no barramento.

• A aplicação em áreas classificadas (zonas 0, 1 e 2) em modo Intrisincamente Seguro (ia/ib).

• Mesmas características físicas (elétricas) do protocolo FF

PROFIBUS

(26)

• Dispositivos usados para traduzir as características físicas entre PROFIBUS DP (RS485) e o PROFIBUS PA : H1

(31,25kbits/s);

• Eles são transparentes para os mestres e não tem endereço no lado Profibus DP;

• Eles atendem aplicações intrinsecamente seguras(Ex) e (Non-Ex), definindo e limitando o máximo numero de

equipamentos em cada segmento PA; • Eles são alimentados por 24VDC;

ACOPLADORES (COUPLERS):

Elementos da Rede PROFIBUS Elementos da Rede PROFIBUS

(27)

PLC / DCS / PC DP/PA acoplador PROFIBUS-PA 31.25 kbit/s Slaves 24V PROFIBUS-DP

45.45 kbit/s ou 93.75 kbit/s SK2 12Mbit/s

Class 1 PROFIBUS Master

Acopladores (COUPLERS 24 V DP/PA Acoplador OUPLER PROFIBUS-PA 31.25 kbit/s

Elementos da Rede PROFIBUS Elementos da Rede PROFIBUS

4 3

2 1

(28)

• Os dispositivos são usados como escravos na rede PROFIBUS DP (RS485 até 12Mbits/s) e mestres na PROFIBUS PA

(H1:31,25kbits/s);

• Permitem velocidades até 12Mbits/s em Profibus DP;

• É permitido até 5 acopladores (couplers), com um número máximo de dispositivos variando de 30 a 64 equipamentos conforme, dependendo do modelo;

• Eles tem endereço específico para a rede PROFIBUS DP;

• Ex: IM157 – Siemens.

Links:

Elementos da rede PROFIBUS Elementos da rede PROFIBUS

(29)

Elementos da Rede PROFIBUS Elementos da Rede PROFIBUS

PLC / DCS / PC DP/PA Link + Couplers PROFIBUS-PA 31.25 kbit/s Slaves

PROFIBUS-DP até 12Mbit/s

Classe 1 Master PROFIBUS

24 V

PROFIBUS-PA 31.25 kbit/s

24 V

Max. 5 DP/PA acopladores por link IM157

DP/PA Link + Acop´ladores

Max. 32 equipmentos por link IM157 – Ex ia * Max. 64 equipmentos por link IM157 - Non-Ex *

(*) dependendo do consumo de corrente do dispositivo e do numero de slots/dispositivos ocupados. 2 3 2 1 2 3 1 1

(30)

Function Blocks

PID-Control Analog Input Analog Output Discrete Input Discrete Output

Totalisator Counter

Nicht Bestandteil des Profils Bestandteil des Profils

• Blocos de Funções são interfaces padrões (normalmente 4 bytes para o valor medido e 1 byte para o status), que

ciclicamente trocam informações com um master classe 1; • Eles podem oferecer funçoes básicas como caracterização, escalas, etc;

Blocos de

(31)

Tanques de Armazenagem e Fermentação TMD 834 Cerabar S Samson Control Valve Promag 33 Deltapilot S Mycom L PROFIBUS-PA IEC 1158-2 Segment coupler SiemensET 200 Remote I/O Engineering COMMUWIN II Visualisation SISTAR Control SIMATIC S5 PROFIBUS-DP RS 485 fibre optical industrial Ethernet

Danfoss AC Motor Speed Controller Festo Valve control PROFIBUS PA:Aplicações PROFIBUS PA:Aplicações PROFIBUS PA:Aplicações PROFIBUS PA:Aplicações

(32)

HART

HART -- Histórico

Histórico

HART

HART -- Histórico

Histórico

1. Sistema 4 a 20mA

4 a 20mA

Comporta-se como uma Programador Portátil (Handheld) 2. Sistema 4 a 20mA e digital proprietário 4 a 20mA 3. Sistema HART Programador Portátil (Handheld) 4 a 20mA

(33)

Introdução Introdução Introdução Introdução

• HART

Highway Addressable Remote Transducer

• Origem

– Fischer Rosemount – 1980

• Protocolo Aberto

(34)

 Simultaneos 4-20 mA e comunicação digital

 Dois Mestres de rede possíveis: DCS e HHT (programador de mão)

 Comunicação Multidrop (bus) até 15 devices. Mestre-Escravo

1200 Hz “1” 2200 Hz“0” 1 mA 4 mA 20 mA Tempo Protocolo HART Protocolo HART Protocolo HART Protocolo HART

(35)

Flexibilidade operacional Flexibilidade operacional Flexibilidade operacional Flexibilidade operacional

• Uso de dois mestres (primário e secundário) – Interoperabilidade entre dispositivos

(36)

Aplicações Aplicações Aplicações Aplicações

(37)

Wireless HART

Wireless HART -- ArquiteturaArquitetura Wireless HART

Wireless HART -- ArquiteturaArquitetura

Network Manager:

– distribui chaves de segurança;

– configura e coordena equipamentos e rede.

Gateways interfaceiam os equipamentos sem fio com os hospedeiros:

– Serial, Ethernet e Wi-Fi, por exemplo, podem ser usadas.

(38)

Rede

Rede MeshMesh (Malha)(Malha) Rede

Rede MeshMesh (Malha)(Malha)

DSSS (Direct Sequence Spread Spectrum) FHSS (Frequency Hopping) Blacklisting

(39)

Time

Time DivisionDivision MultipleMultiple AccessAccess Time

Time DivisionDivision MultipleMultiple AccessAccess

• Utilização de Time Slots:

– A comunicação entre dois instrumentos acontece num time slot.

– Uma coleção de time slots, que se repete ciclicamente, compõe um Superframe.

(40)

Rede

Rede MeshMesh Rede

(41)

Aplicações Aplicações Aplicações Aplicações

• Substituição da conexão através de cabos entre computadores pessoais e periféricos;

• Implementação de Redes Locais (LANs) em ambientes onde uma rede cabeada não é viavel ou desejável;

• Extensão de Redes Cabeadas para usuários que requerem mobilidade;

• Conexão entre prédios ou situações onde o uso de uma linha privada ou enlace óptico não é viável;

• Acesso a Redes IP a partir de celulares ou PDAs;

• As aplicações envolvendo Wireless HART são orientadas à

sistemas de Monitoração ou Controle em Malha Aberta, dados os tempos envolvidos em todo o scan da rede (segundos);

(42)

Evolução

Evolução: HSE WIO : HSE WIO –– Wireless and Remote I/OWireless and Remote I/O Evolução

(43)

Foundation Fieldbus é um protocolo digital que oferece comunicação digital de via dupla em modo multi-ponto entre os equipamentos de chão-de-fábrica, sistemas de automação e de visualização.

FF é essencialmente uma rede local (LAN) para os equipamentos de campo utilizados em automação industrial.

Fieldbus

Sistemas de Automação e Visualização

P L F Processo Foundation Fieldbus Foundation Fieldbus Foundation Fieldbus Foundation Fieldbus

(44)

Rede Local DCS

CAMPO

4 - 20 mA E/S DCS Tradicional DCS Tradicional DCS Tradicional DCS Tradicional

(45)

Rede Local SISTEMA SUPERVISÓRIO FIELDBUS

CAMPO

DPT101 PT101 FCV101 DPT102 PT102 FCV102 Sistema de Controle FF Sistema de Controle FF Sistema de Controle FF Sistema de Controle FF

(46)

SCADA BRIDGE

Fieldbus H1

ANALIZADOR PLC

H1… Fieldbus de baixa velocidade

31.25 Kbps

substitui 4 a 20 mA

2 - 32 Equipamentos (não alim. barramento)

2 - 16 Equipamentos (alim. barramento)

Potência & Comunicação

Intrinsecamente Seguropar trançadocomprimento 1900 m PLC SERVIDOR GATEWAY ETHERNET Backbone HSE

HSE - Fieldbus de alta velocidade

FAST ETHERNET - 100Mbps

Meios Físicos Meios Físicos Meios Físicos Meios Físicos

(47)

Topologia Fieldbus

Topologia Fieldbus -- HSEHSE

Topologia Fieldbus

Topologia Fieldbus -- HSEHSE

H1 P L Planta P L Planta P L Planta H1 H1 P L Plant H1

100 metros no par trançado 2000 metros na fibra ótica

CLIENTE HSE 100 Mbit/s Switch Linking Device Linking Device Equipamento de campo Ethernet Gateway I/O Network

(48)

REDE DA PLANTA /HSE BRIDGE

JUNCTION BOX

H1 LEVEL

Barramento com Barramento ponto a

(Terminadores não são mostrados)

Topologias Fieldbus

Topologias Fieldbus –– H1H1

Topologias Fieldbus

(49)

DCS

TRADICIONAL

CONTROLE NOS EQUIPAMENTOS DE CAMPO ! CONTROLE NOS EQUIPAMENTOS DE CAMPO !

SUBSISTEMA E/S CONTROLADOR Redução de hardware AO AI AI PID SISTEMA FIELDBUS Economia Economia Economia Economia

(50)

AI OUT OUT IN PID IN AO TRANSMISSOR EQUIPAMENTO FIELDBUS VÁLVULA EQUIPAMENTO FIELDBUS

INTERCONEXÃO ENTRADA / SAÍDA

“PILHA” COMUNICAÇÃO

CAMADA USUÁRIO

CAMADA FÍSICA

Tecnologia FOUNDATION Fieldbus Tecnologia FOUNDATION Fieldbus Tecnologia FOUNDATION Fieldbus Tecnologia FOUNDATION Fieldbus

(51)

Analog Alarm Analog Input Arithmetic Constant Density Input Selector Characterization Advanced PID Integrator Lead Lag

Output Signal Selector and Dynamic Limiter PID

Set Point Generator Splitter

Timer / Logic

Blocos de Funções no Campo Blocos de Funções no Campo Blocos de Funções no Campo Blocos de Funções no Campo

(52)

USER APPLICATION FIELDBUS MESSAGE SPECIFICATION FIELDBUS ACCESS SUBLAYER DATA LINK LAYER PHYSICAL LAYER

PREAMBLE DELIMITERSTART DLL PDU** DELIMITEREND

5-15 5 to 256 2 1 4 to 255

4 0 to 251

DLL

PCI* FAS PDU**

FAS

PCI* FMS PDU**

FRAME CHECK SEQUENCE

FMS PCI* USER ENCODED DATA

USER DATA

1*** 1 8 to 273 1

Codificação

Codificação dada CamadaCamada FísicaFísica Codificação

(53)

DCS/PLC Sistema FIELDBUS Visão Expandida Visão Expandida Visão Expandida Visão Expandida

(54)

HMI / CLIENTE OPC OLE . . . . . . Servidor OLE SOMENTE UM DRIVER CLIENTE OPC Padrão OPC Padrão OPC Padrão OPC Padrão OPC

(55)

Distribuição de Tarefas Distribuição de Tarefas Funções de tempo crítico no campo: – Controle – Lógica – Seqüencial – Computacional – Seleção – Alarme – Diagnóstico Funções do host: – Visualização – Operação – Supervisório do Controle – Aplicação de Usuários – Otimização – Batelada – Receita – Tendência – Alarme – Relatórios – Banco de Dados – Sinótico Fluxo do Processo – Gerenciamento de

(56)

Aplicações FF Aplicações FF Modbus Ethernet Trm Pressão Trm Temperatura Trm Nível (Radar) Caixa Junção (JM400) Foundation Fieldbus H1 Instalação dos Controladores no Campo ou na Sala de controle Válvula Motorizada Trm BSW

(57)

Demokit

Demokit Smar

Smar FF

FF

Demokit

(58)

Demokit

Demokit PROFIBUS

PROFIBUS Smar

Smar

Demokit

(59)

Introdução às Redes Industriais Introdução às Redes Industriais Introdução às Redes Industriais Introdução às Redes Industriais

Referências

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