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DIÁRIO DE NATAL 10.04.1947

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« H » N M M É

wmmmm

BOLCHEVISTA

TOVi :-;MSTÊaô|fSqûïlMWqijrôjyisitîm p K j ®

•^virtù^él áãf^íg il ancia|d a| cerP y' Se i um: regîme ;ohipotéiUe, :

on-idé^'a*lëi • M continua-'iàri'ser a vòritàdé & do ï;: chefc e ònde o

direito continua a ser aquilo que é cònvéhicule aos - deten-tores do ípÒUer .. do Estado. Porem, c o m o , . . ne^te mundo indiscreto, liada se esconde, aos • poucos aparecem os re-latos dos processos terroristas qüé lá imperam p3ra manter e ; assegurar o governo.

.. Um . dia, a claridade há de ser feita sobre tudo isso e há de se verificar que o Terror francês» quando da ditadura de Robespierre, e inocente e suave diante do atual ternir

russo, •

Í3i

P S if ca s t k ^ i ^ S à ' i è » i": •— Ivvunr.í-No a .•: i h t a « s a r a S..1":) ( v:i iaV d o s ' • ii'os ? i l S g e i a i ï ï t â f p ï SW||.i|!|sm!|| <.;•;']i'S Ù\ï n o t t l c s i c , SCtuio' :ápi*i> •) " " p M f fco

\iv) aaínri:-:a o f o v e n i « a a b r i r iîsïh

s r c í i i u i r i o t í c 2 0 . 0 0 0 , 0 0 0 d e v e n i z o i r o s s r W k

;»ni$rv£r«c!os sy> s « ; * o r r o á a v i t i n i a s / - d á s ' t ' o n c n e i P U;;-: n-:* I " ) i s i r i t o F e d c n ^ , F a r á , M a A ^ ú h H Ó ^ P i a m í •Ocará. R i » G r a n d e <Ií> N o r t e , P a r a í b a , l ^ V r i i á m

-A í a í r o a s ,

ília

tio J a n e i r o o M i n a s

QonnnM

s t*

F'AHi.AMs.wiAívDb WO UATtíTr; — us composâmes «a Mesa da Cardara dos Depuiados. xcccntsnujnio ei s Site, lendo á frente sc-u presidente, depuitdo Sai-cmc! Dus rie, ícrrtrn re-cebidos, nc Crüeíe, em vsssia do cori-siia nelo pi-csi.ícn^ da Republica. Vemos na rsuviira aci-na n:n flagrante òo i/cuc-ral Duíra e n palestra com o pre^dervío da Gamava. (iJvrví-ço da "Agencia Meridional", para o D í A H IO D:- H A T A U

SegurançaYda^KàçoosS .. ...V....v.. •.-. .•• -:•• •• ••:'••:..V• s-;-.;-,

v..-'ï ..-»y.••yS,^

Carência, anisa <le proceder e aboriurà'da: que' ^ l é í p c ü p M i ã ^

. N ;S?) ï:v Seíviço|d a|£'Ãgènc

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A13ás> pensam as eminên-cias pardas do Comunismo universal, que é o terror sem duvida a melhor e a mais eficiente arma de domínio. Com ele, com as facilidades de irresponsabilidade de ci-ma ^ do medo de baixo, tu-do deve correr ás mil mara-vilhas. Toda a educação que

se íaÉ é nesse plano, para arrancar do homem qualquer

espirito de to!erancia.' qual-quer pendor pela justiça, qualquer forma de

sentimen-talisnio, pprque, o iúiien-v

talismo e ' ü m dos mais peri-f o s o s males burgueses.

O Terror francês passou tipi dia. Até os covardes se revoltaram contra a situação cada vez mais desumana. ; TJm dia desapareceram todas as formas parasitarias da re-volução e os povos tiveram o direito de se governar a si mesmo. Isso, porem, não acontece agora. *0 terror boL chevista ainda não passou. A politica das eliminações radi-cais continua entusiasmada e feroz. Subsiste, com todas as suas consequências, a politica do "crê oii morre". R I O , 10 ( M o v i d h m a i ) p e r t i n o q u e a ; í U m í o -n o d i a 2í) d e -n u U h : : u r n a a s s o e i i u ; a o t:^

vtíI^kV

t a q u e Uil r e g U i r o , n ^ v n n O n t e m , o M i n i ^ í r o d a J ^ s s o r e f e r e n t e á o r g r j i i s a r a n i í i v o . c o n c l u e a i n í ; > n : ; a B I O , l ü ( M e r i d i o n a l ) >o tio R i o d e J a n e i r o , d e p o i s d e c l a r a ç õ e s , a f i r m 6 u q u e " O i Ò t à l i M r i s m o | ^ o e c o a d u n a c o m a s c o s e i e n c i a à q u e s e f f o r a r a m a l u x d o E v a n g e U o / V F i n a l i z ò u f Ó Ò n i W vua e n t r e v i s t a . a f i r m a n d o : " E s t ò i i ^ f c è r t o!f j f l é ^ u e ' - i s n i p r o c o m o m e u d e v e r , a l e r t a n d o < h i a i s i M a ' w x a p a t r i a b r a s i l e i r a c o n t r a o s p e r i g o s q t i t ó i à

ANO V : N

i í i o , K) (Meridional) — Um ve.-pertíno afirma ter apura-iio i\M0 o Hucjo Borghi» de

nu>neirn aJ^uma, participará jiovo partido político, o íí: i•'I será formado pelos srs.

Vtlorino Freire e Eurico Sou j...eao, Acrescenta, conlir-í: i .'íVilIü nossa informação íT:i-t«.-rsi r, qiit> o iru*. Hu^o Cor»

]>iciV:riu fundar ou iro }j :viido que {Jo\'2rá receber a

denominação de "Movimento Popular Trabalhista"* ..

I A M A D E R I D O

13S8SS

E o pior é que essa politi-ca, que permanece, ao invés de diminuir em sua eficácia, procura aumcntà-la todos os

dias, á medida que aumentam as , pretensões Imperiais do bolchevismo. Ò , terrorismo ;-;não está só na Hüssia. Está

t a mb e m na Alemanha, na

SÊ:;.'.' :Vem qúe;; os russos

do-WSS:-^. minam. -.; Éstá nò^paises vi- | I H z i n h o s d o ; imperio moscovita^ |||féÍ;^'ohdé ;.;.à' açaò fdo "governo de | f | g : ; M o s c ò u ; s e ;faz sentir, com

to-l to-l S ^ g j d ò í s éÜL v p M 6 . ® i^ssé^ terror iídésce^ sobre a

i®^ c o m u m a |||||||^ÍTtóé^jticià | nunca •vàlcãhgáda. ^ggglli; E lá; ^ rec ál ^ ai^r o J. tim | p d v b ^ cas-^ cas-^ l l l l cas-^ i g t ó cas-^ Ç o a i s cas-^ pòss i v et ijpè 1 a § | S | g g f ^ .. I l j l l l l l ^ ^ ® J § | g ^ Íge||nòS 5 i níia^ ^ ^ ^ j ò ^ ^ o f n â p i ^ J o u t ^ « c r livre de « o » ^ , » ^ ^ l

- , •

mnmia%v<im

p c i - u g u .

nmizuü

CAIRO 9 (ÜP) — "Ou pro- and, ecompanhedo der. blcmas do-Egito e dos países õ a v w IIa.%r>cv o Jc-in: í-J-m

do orienie médio e arabe

ieressam, grandemenie, ao oraves d-r^;, pr.;;?. Paii/. Brasil c a ioda a AmCrica VIAJAI!A' DOMINGO, Laíina", dcclaxou o sr. Asbís PAÍ1A rJW.ií.i

Chaleuabriantl, d^rcJor dos

1>.'ak

(iwv-ritüúi;: 1) "Diários e Ra<Kos Asco ciados" j Aj.1,:. Fiv.no:-:»; \

«Ií-ao embarcar na madru^uvla tKst>íbuiu »»

da hoje^ de avião, Ccui des- ti;Sr;ir::nu» j ' > í 1 s ; de lino a Roma. O bi*. Assis • n u : ' (.) .jí.rru:!

Mn J\

:

:.?.vS'L

ChaleãuBriand . contcronciou traubTisirni p-titüi y còm-aliOe funcionários o 2cc Flprríírn. j>í\ác drv<v;«'i v ** *'

nicos - e g í p c i o s e almoçou em teir oidíi!^. r

companhia i do Prímoii^o; Mi- r •

nin-nisirò:':;Nockráchi VPácHá;^:par. }ív ã Ilrnia.-.ò C

iicipàndd;| igüáimèriiè^dó:;mes'' j t eà'iti'irla nd : c i VI r o i d i

árioi Mí íiià^ír cs %H Sa J í as; j t c mí^iy j»c S o - ^ i ; m b a 5 K a í I í .;r

pezsÒnáUciàdésif ÒslsrsSPacha^ MrShVf »í :íiVÒ'*1 v I P 0 1 í ra Si t . ' : . ' ( ! H í ' " "

^ramláuiSiSif3BSigaS;g|énÍ reyisííal jS-í í fii^i C

iuij^iâèi^ ! SM •'''! m ©rá^^^l^ ii^í |||0 is];; } i n í a M a .EIC, 1 0 ( U P . ) | c o n s t r ' u l i v ò ' ; G ; n i é l l i Ò r l O ^ M ^ a í n d a • : • e m s u a e n -j o V k : C " P r o í ; i " ' ' á n t i - c ò m i i n i s m o o a n t i - o v i s t a c o l e t i v a ^ : si?.; í n i s i . r o d o s r u s « i S n i o § k o < g u S Í T í u f m ^ i í c j .:; ( í o i i c c c l é i i c x p ô : ; i n o s m o u m ' p r o - , ;f r m í í f ç i i f S í t x i j I o | ^ | R u | | f ! Í ) l c o s .,r c ; ; ; ) o . v - . ::in, o , q u i t n c i o ü m c ò r r è á: !o - ínvj)reissa,_ p o t i d o n t e . - ^ . ' « i a ! , n u íjimI c m » i p c r f l u u l o u q u e m a R ú s s i a d s v e a ^ ^ ^ : • a d i a « - ' p a ^ r : <; S l l i l i l i i l fiSiffl S I Ü i i í t t i B l ® i i l i l B i l l i l l ^ É W

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i ã o S p o r e m ; ' i n f o r m a ç õ e s s o c a s , m e r a é s i m u m a c o m p r e e n s ã o h i s -d á Fei-dà-de* • i p f ^ K á ^ e ! ^ - R i o d e J a n e i r o , d e s d e a í z ^ a a è e o g i ^ f i c a é p o l i t i c a a t é á s e r e n -^ | t ó i ó g f r a f i a ; d a c a p i t a l b r a s i l e i r a , f e i t a í ^ a ^ f h e t ó j c o m | u m a d o c u m e n t a ç ã o e b u h -'' t i r a d o d o s a r q u i v o s o u í o n t e s d e n o t i c i a s a n t i g a s . •• • c o r n o v i v i a m o s n o s -_ -_ m e i o s de- t r a n s p o r t e s , ento^v a s f e s t a s religi«}»^ • religi«}»^ f m g religi«}»^ religi«}»^ e i f s ó c i à i s . -çie , c u i d a d o s a ^ v q g t i g ^ c ã a t a m p o s d e a t f v T d a d e n d o " • ^ i - s é â ^ d o ' I m p é r i o . ' s o u t r a s o b r a s , c o n s S P ^ i ^ a f í ò ^ í i ü ^ ; d o s m a i s p r o f u n d o s ç o -d o i s r e i n a 4 s f " " " " • íjire''^as g e r a ç õ e s p r e s e n t e s l i i t ó i t ^ ^ i d e r l d O n j u n t o d a s r a i z e s d a s o -c e n t r o m a i s -c u l t o -c l ô:p a í s A U L T I M A P A L A V R A f ; M f í n C f - P T C - H U : A P O ' S ( i U L R R A M O D L f . O T U H ) 2 S :• p a r a c o r r c i » í c c o i i l i n mi e a l i cr• « a ? I a M• r» » \ 5 v a - v u ' a s 3 f a i x a s H i n ! f f i i l o t r . ovc l c\ j h a k e l H e , c-,. o & h r a r c c cfv » V S ' ; . i . ' v • I .i *

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C/fïRO. »AFP) Ni; ni j Ej; ' i : > c •vj.:

M-air I s e j d c ä i = j ; | î o r n e c e = i a a a e | a à l s e m é î l t é J Ä i l l i i m f ^ J r è f é r k l o , p r o d u t o r J M m n t i i i a à e l i l i f í i q s ^ s r s i î i i i M S î i i s a i î H , â i l H B f t i ^ M i i i Ä Fiji J h M

sp-.íJiii, o sr. Aspís

Cluiír:ni-briáhd, mr.gnata cia impirn-.brasileira, tornou «si.* umm

1 r<hMr» i r*

pc-rsonalitlado mui lo c.jiha-i-da no E;;ito. . Ánles nu^nv«

siia^Oiègítua, uma :uim o):i dê! ctiíios'i;Iado cercava u jh>-niQ Ou .homem ciiu» pr;:r.ni i V J . * -VantiíH jornais como U;ila imprensa do Egito o ilf) Oji -onlü"Tvl.diò- juntai. I í ^ j , o ;

jorn^ia trazem. iuiprL*;;;;a s gnuii.fe fotografia:-: <h

Chatrtiubnanu tilir^íajulo .\ú* «trcídramo cfi> Faruk, ft, i i -i<i .do f a i r o . Ab:^iut;!Uii.-iit" jmii) rançado per 30 hurLs <1* • voo, ;<k'flcle-lâriUnn ijilo

CLa-tai abriaiid íõi refonh^eid.i

;pelos inúmeros .-clientes

'Shopherds, onde passoiS va-rias horas cm cciíipanhía d-i Diretor da "Franco-Presj1' no

;Egito: « Quaiido todos aspir:;-Jvam a i;m legitimo rrpous.i,

ipela .. :macíi'ugada,'

Cliateai;-•:brianti Ícíxpretssourfj <Íc\stjo ci-j j admirar

aá dansarirjiisr ov• ilo,s pt.-r puias «iirhan:»*' i r ò b & g e ' iimiio tardo ó^desapamrorain, i:ir.>)l:nb:; rm ' nal':-;: :{tÍuè;Vdt;ixòn.'um dos rniiis ee- eaint.Oos por líi-tiM/. Pira

. do Cídro. ' mulo:* dit - piíVa Ji a^ A =:%« í-i !ipfi^oMnàòimpc?dftt;• qü6, á^ eerla.s íddoJa:? á mar fom -do -• Pr. ? ® M' ? " ^ X ^' 5 ^^: i ti 11 xi í - í; õ « roo Cl " - dí^ertr^ ondo <';p'.rrmi encí-n- ^u-rn-n-n

S i t É n ^ t r o r curior.idades rolatlvar. AíWdia

Br ás i 1 - I hiccti iò- | rntiguiíladcs far;\ú nicas . U o t d H t i o " vida. dos "Jdlair' ejíip-ji

Uracil í!o pr»nlo ci1 \ i

nuinieo. J^ii c r í r s ;> ml paj'1 ictíianih Í:1C

iv::pcilo aos riví'.r.-íi

liccK il-j Nik, M i-VJío « niai;; r:dia;Mi'.cio u::/ r. {...:

pn ei;-;;nif.'Mí: '-i n i*•» onero

A tarde

ViEfi.is a j£ t• #ií .i-ns-11:1»; d Cairo {• sobreivt.i'> Unívi-r -O' l t. í à> 11 . A' Iji.:lrt < lUir^iiUat'-'i •'Auli. i í; dr-;: Py j Ioda a- alia iiueit j'.». á <;imJ v: tin hinii» nma t** per-hiijocm d i : ameraMjrà.

Ot; joi íiidisia.: A'r.i./.rn n David Nar-se!• ;:b:;tul. nar^in Chat eati brial Hi r,ti)í!:.r;icn:e

p.ra se oeuparem cimo in -qmiriio pci.:íuai , Ae; ?n^aníi;i

v^õ s t Cíi ! 6 s^^T» j

-n r i ü'^|aíiv|P:iÍáe i Òfli fâ Uí o-n - i e A ü i o . ; ; h (KW) A CHEGADA

dl' SP- inscreveu HO «vs;:n I : J,.. <• :,l ti;t l':.,. ;,- ,..„, „,;-..

(tf> Cerimonia. sí-)ic itou' an Üva-i}. h.-; t -..:,r ' j „ ; . ! : , i ; : . ! ; , ,

tírandf Mordem» uma :m:h- («- t :-|»ii:,: j -, a - - i. v - . -v I , .

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q u a p e

n&àa

( t f C t t t l I t l f á p r f f * I r Ç c u P e r a d o s , c o u s t i t u c m u m a , p e r m a n e n t e a d -1 ' — ' v e r i e n c i a c o n t r a « m a a v e n t u r a d e t a l o r d e m . . Ê PRACISTA I s e , d i g o a v e n t u r a é p o r q u e ç m v e r d a d e n e n h u m f - S e n h o r1, idôneo, pratico, lm *s d o m u n d o p o d e r á p r o v o c a r o u e n t r a r e r a dando referencias, o f e r e c e I c o n f l i t o a r m a d o c o m a c e r t e z a a n t e c i p a d a d a ! seus- serviços. Cartas' nesta I v i t o r i a . J á a s m a q u i n a s d e g u e r r a m o d e r n a s e o s

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Nogueira na. casa "%vistnh»:oú

é^Rtfa v cjiile, . 8 0 / ' telefone

; ATENÇÃO SENHORES

AGRICULTORES:

S i q u e r e i s t e r ü m á a g r i c u l t u r a r e n d o ^ s a e p o u c a d e s p e n d i o s a ^ n j l t i v a i a f m o n a i p i ^ g e m e n t e d e C a r r a p a t e i r a . i M Á C A R Ä A O " R O Y A L " P r e ç o para o p u b l i c » Cr.S a.20 K .a . D E P O S I T - 0 : . A v . D u q u « - d f;C ä x i a s , 174 ÍFQNE — 1955 4 D E F I N I R Á ' A C O N D U -T A " D A U . D . N . R I O , 9 ( M e r i d i o n a l ) — O s r . J o S é A m é r i c o » •

t

b ' d e c l a r o u ás; j e p a r É f t g é m . q u e d e n t r o d e b r e v o s d i a s d i s c u r s a r á n o S c i m -d o , -d c f i i i i n -d o a I l n l i a -d e ç ò t t d u t a d a Ü i D . N . c a -e l -e i t o r a l c p o l i t i c a j á p a s s o u . V a m o s e n t r a r , a g o r a ; n u m a n o v a d t á p a i n t e n s a a ^ ã o i é f j í s l a -C O N F L I T O E i y t T U R I M *

TURIM^ 10 cuPJ ^ Vários milhares de ant1gos

prisio-neiros de guerra, ex-comba-tentes e guerrilheiros, iriva-diríim o edificio da Prefeitu-ra Icchl, depois de lutarem contra a policia. Protestavam

eles contra a atraso, no paga-. • * mento dns indenizações aos

sc-jn trabalho, e o conflito'es-Ujurou quando foram vaiados por vários milhares de operá-rios da Fabrica de Automo-vois. Fiat.

A B S T E N Ç Ã O E M P L E I T O S U P L E M E N T A R

À i l A C Á ^ U ' , 10 {Mpfidio-nal) — grAhíe; a;

Absten-ção; nas. eleições suplérpenía res de domingo ultimó, . Se-gundo, se reyela agora» dos 1.300 .eleitores inseri^ to-,, menos de^lVoóO compà-•

;VBNDE-SE, em otimo es-t^áp^ de, conservação, uma sa)a;dè 'jantar; um dormitório oüm 11' peças; l terno de

8a-visita; e um terno de igayéi.; A tratar 4 A v . A f o n -Síft-Pttila. 811. Tirol.: das 18 ás 22/,hoías. eOSjKHEIRA sS^heirô èm

Ptãè-rcéeram: as urnasi.: 1

iíi ' • fa

e o conforto acima do

li £ ti 1 *-f) i í. '

• r F r à

Com p seguinte orçamento, terá V.S., LUZ G

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.«r J.^i •u • .

em sua fázenda

jt U m c a t a - v e n t o s W i n c h a r g e r 6 v o l t s S U P E R U m R a d f o ' Z e i f f i t h V m o d . 5 . ^ B . 0 4 2 ^ c / f a i x a s a m p f í a d â s . . . . • ; . U m a B a t e r i a " A T L A S " d e 2 1 p l a c a s . . . . .

-.1 A'.'

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t> il. J <hi>. '.«li .... i

RADIO

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vftmos -fccâ^icvismo;- ^ K ^ á d ô s . q u ç i j U d o r e j ^ ^ a j t í . l S á ^ - , - - . fijda^ e, --«stívèsSéro; ^rtáli-aíé á .-eon#piraçíó? íertsltS^e

iíiia - m e c i d f t d o j - s u a f e f i e í í a é e í ^ e fieus TOfelhore'^' SoWwfe ^ í a s a aventura;- é- í j o r q t f e ^ ^ o l â f f f e continua íomo^pals- èc^Hlúiá-òí? o ^Queríeatrtêftte vSofrt^e •

qiie^ tvalftehte ^ j i t a v * E é por isso q u í W ftiuháo não encontra m a i s . oj seu- ca^ minho. O ewnffliíttVô^ sfemeía. por toda • » » r t è ^ - ^ I K ^ á i ^ i b

e - a .

ele^ passar « l o r f e - « tWülT^ul^. : '

dade.. Ele «nsrát*áv«£-pg)&w , nia e ensanguenta «a ^ChiiiaV K se a conscienefe « f c f ò f f & l . . não estiver a t e n t a i e ^ T è d S

-posta, ele eflsaiigumtert^.^ò ~ " mundo. . •• . "

-Riia pr. Baratá, 194 — Natal

valli

n a i r r f t r " preçil ' ?VD Ê J ^ e ^ T T O f . A v . © u q y e m & i á & f t r i y - ' > F ö N B * 4 ! i t e . . -i. ^ -lufiiâade í t o í c h ò é ^ t rayésifeir íqs .para tÂsâr>. % o í t e J r o 3 ^ Í Ã a . comprem .n^-^Colchbà^ ria S ã o ' José". PaiahWes; : > t >4 • i •

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t a , c o m 3 ; p o r t a 4 d e f r e n t e , d e p e n d e i i c i a e u m s a l ã o ' i r a n a i f a r s u p e r i o ^ A L U G U E L A N T I G O E C O N T R A T O A T E * 1 9 5 1 . P r o p r i o p á r a Q u a l q u e r r a m ó d e i i e g p c i o . o s . M A ^ p ^ i n r ; o e e a ç u dfl sistema os 'flãd . o r E S A ç a s a DeeBças' v è D e j ^ a r u B ' W u l t . : Rua G e l / B i L CJ 'S;

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-ftpoftto .S^Âtré^s^JjjBjc,;: ò ; pãqyctè

.Itanagé, '.do' norte. • \

LOIÓÊ: •—• O càfgãeirò "Ca-bèdélç" éa:rá.,do: Âío á 9, í!en d o ^ p ^ r á d o á Ä f v j* » • * r CÍA. - C O á T á i f t  Che ô ü ç ã n i Z ^ B - 5 D R . A L V À R O íhefe d e C l M c a .•' "àowitãl1 M i ^ ^ - t í ^ ^ f c ; , i X l N J C A D E gt) 'J ' ' . . Ò P È f t Á ç õ i ^ ELÊlTUClpÂDE'- '»fi Jiidaa .Cartas-''^-e o l a ç í » -4»; íaa Ú h l à ^ o r i & M _ _ Is-CaicUs;. i teddenisjijíJÁ^ÁX&äst ' ' ' k ir

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gou; hoje procedente do norte, o paquete ^ J t ^ u g é ; o . sairá ; V p ^ i y ^ « n t e lioJe .Vá •V

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firma;'.Santos &\Ciav>?;íitdaV^ o'vaniversariantelUíèèbèWí^ná: iumlenatíénH de s cu.s amigoí)

e admiradores. £ ~ Arlindo Cavalcanti, chef

to do Trafego" das Docas do Porto •

. — Capitão Julio Cesar Pir uheiro, oficial da Força. Poli*-eia) do Estado.

— tionçidn Ismael iln Mou-SPIRAO D E B A T A T A

Ponha para cosinhar 1|2 quUo do balatas, depois de b e m ;; cosidas descasque e, ainda quentes, passe pelo es-premedór d e ^ b a t a i a . Leve i imediatamente a o ' f o g o c o m

: colheres de m a n t e i g a J ^ » funcionário aposentado da Prefeitura de Natal.

Senhoras

Vanda Tinoco Farachc, es-posa do Adalbei to Kara-chc, comerciante em nuira praça.

— Naim Leite Bezerra, cã-posa do sr. Jnfm Bezerra de Moio, comercia»tu nesta ca* pitai,

— Maria Du!ujvs^de Soti-"|/a Nunc.", dtj m\ ls-" Iraci Forn ir i Nvíncu, pioc. ra-iidos pelo meio, e sobre es- d o r {I(J l r i M ituh> (Us CVmcr-; ies, • tomate s*m semente e ' oiário.s

m e x e n d o rapidamente, e jun-f l e / a of i poucos» uma xícara de

leite fervente. Prove o sal o arranje da seguinte maneira: ; Coloque o pirão de balata • no centro d e uma travessa»

dê á f o r m a de uma grande • espiga de m i l h o !

" Bata levemente c o m o ralo : para fingir os grãos de mi* { l h o . Em redor coloque alia*

. c e picada b e m Jininha e

en-: feite c o m ovos cozidos, par

(Conclusão da 2n

pag-nha Rio-Cairo, via L!sboa . • • • • • < . ^ » • • • w Roma* declarou á Frandtf Pivss x\ sua passagem po§l

IJsboa, que espera podirl accHai* o <convite :que lhe

*iaV.

feito polo . governo francês p w a visitar., tfarls, caso seu»; afazerem não exijam sua pré-:

sença imediata no Rio» - após a vinijenr ao lígito. .

De regresso d o Cairo, o co* nUcL.ido jornalista dcvex*a de-m :rar-se cerca ds cinco dias w.i R<una. Km seguida virá a LLboa, < m p r e t e n d e

pas-r também alguns dias e d..qui. so possivel, ir a Paris,

ß I S C O U T O S K iVÎ A C A It l i A O

" R O Y A L "

K N C O N T R A M - S E / V E N D A );:M S O C í L r o N K — i í»r>:>

A v . T)»<ru1' <U-. i7't

^ünd^qucèflaoxpode^to^

íémimteéiàmmü*

• v o. -o • • ^ • . • • ^àâH^antes do dia 2t) do;cor-fônti^fpossivéhncnto a í í ou

ÍS^Ipàra naò prejuiüf nr sua próxima viagem au^ E.stados Unidos.

De excelente bom humor, após u um a viagem sem

histe-ria" segundo suas p r ó p r i a s ' l e v a também como pcissagei-exprcssôes, Chateaubriand cIr. j r o o presidente da Panuir do morou-se alguns niinutos no | Brasil, sr. Paulo Sampaio,

bar do aeroporto, a paloatrar »que, falando por sua vex aos c o m amigos e jornalistas e representantes da imprensa

© i í o P ã n i ^

açâoif pat roein ada tpel o s ^ D i a - ; rios 5 Associb(!Jsr^ a o ^

Clube de Portuga], apârêlhoâ e.sses que foram : batizados com os nomes de ^ s c o da Carha e Portugal/' :

O t,Constellatlon*, da Panair

em que viaja Chaíeaubriand

intelectuais portugueses que disse que conta poder con-o vieram saudr«r, a despeitcon-o cluir favcon-oravcl con-o deíinitiva-da hora matinal. Entre as .mente com o governo egípcio pessoas presentes pudemos t os últimos detulhes para o

destacar a artista brasileira J estabelecimento definitivo da Aimée, que j^ealiza atual- linha acrea regular entro» o

. partido pelo m e i o . Enfeiie . n o cabo c o m folhas de acel» <:0*j> para imitar palha de

mi-l h o . Estes ovos ficam pare* ,cendo cogumelos.

A qualquer consulta, e^Jou .pronta a responder; as cortas . deverão ser enviadas ao

Cur-SO Santa Rita, Á v . Angelica, .525, S . Paulo.

ANIVERSÁRIOS

HOJE B (Senhores

Ezequiel M . de Souza, re-sidente em Santa Cruz o

fi-gura tradicional nos círculos políticos e sociais daquele jnynicipio.

* • O" aniversariante enconlru-Se,nesta capital, hospedado • fcâ'residencia de seu filho,

d r . Gentil Ferreira de Souza, ..'•—•Durval Paiva Filho,

co-merciante nesta'cidade.

—.Aniversaria na data de hoje, o sr. José Alves do* Santos, figura de destaque

— ;vhu:khk y "US' Junior,

esposei do sr. Juso Moux Ju-.nioJ'. gcrc-rUe dr; D;pu::itu d:»

Fabrica C;i:;;a> Jovc-ns

VJci i. ' i D' '>' ra dn Srxizn î,Yîo, .Min) m\ Lui/ Î)i>* tj'a iU« K >ij/.:j. J;I t;J. . ido.

Senliorilas

CusU'dio Toscano, juiz muni-cipal no imerior do Esi ado.

— Ari, filho do sr. Albcri* ro Noronha, comerciante nes. j\u pra^a.

NASCIMKNTOS

C)':orrf u. do?v.!n^o ultima, jiîi cid:iik' de

Curnil*

Nu vos o cimento d:i mcnin;i Ti«-Cv- u >a ü< ^errri fühn rt-sci Mu r!:i. fill) in ha do sr. (>n;[. S^vorino i i, il'.\

e-tor do I). pürlamHiki du Kdii-eai.-ao.

• • • K;;iU' l\] d;* A KJ O-jo, lum-innária kUi O.-paria-menlo Estadual do lnform;?-VÕcü e filha do sr. João M. do Araujo, eonutvianU' nrst:i c; pitai.

— Diilre (ííjjnvc da ta. íiliia do sr. Jriunimu lîoUJr:» da Costa, eoi n creia ti U» c m no£i:a pnira.

— Igara Galvão Ilevoredo. aluna do Coiegi:.) E^tadral i: filha do sr. João Kevnrcdo. comorcirnte nestn eidade.

Crianças

Maria Nina, filha cjo sr.

(Ja:mundo Dias <le Sá, fun * " . < ) : : o f!a cio Po nd

«!'•• Arari, n d'- suu d. Ada: lí^/^ rra th' Sá.

— .NaM.vu. nesta capital. IUJ dia 7 do cnnvni<\ o garo-to IJoberlo. f\)ha »Ir» sr. Luis Moreira de Franç*i. funcioná-rio da Poli ei n Mari t ima, e de sua t'?prs-':i d. Adelice Med":ros t\v Fríin<;a.

DIVERSAS

D-' sua via^.-m ao Rio e S. Paulo, p.itri-y^ru na tarde cie c-r.trm a o t a copi ai, prr via aérea, o dr. Onofre Lopes, cjtie já vc.llou ao exercício de siuns funções em seu consul-tório á rua João Pessoa.

mente uma temporada teatral em Liábiiü, o adido comer-cial â Embaixada Brasileira, o diretor do Aeroporto e re-presentantes da imprensa e do radio portugueses.

De cabeça descoberta, mas trazendo na laoela do gros-so gros-sobretudo a classica eti-queta dos paspntjeiros de avião, viu-Se o jornalista'

brasileiro logo envolvido pe-los abraços dos amiyoí c rúu-dações dos colegas portugue-ses e um rrpre* entante do Secretariado Nacional de In» lormaçôt s, que havia dispôs* to um.i I u!ia especial, nessa hora tardia, e pediu c;ue o ilustre viajante diasesse al-gumas palavras pela radio oficial.

Sorridente, Assis Chaíeau-briand saudou "em neme de um puis recentemente

demo-eratizado, a deme cracia por-tuguesa", fazendo cm segui-da caloroso elogio aos esfor-ços dos portugueses, nos sé-culos passades, para ''des-bravar os vastíssimos terri-tórios brrsileiros, aos quais contribuíram para dar o que estes possuem atualmente'*.

Rio o o Cairo, linha cuja inau.

^ « s s ^ a U

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Ui&noras^

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e ^ as

c í h M ^ p l o s S f & m ò s d è f p r ôdu •

l i i l ^ É l i ^ M i c i p â r W ^ ^

|togrâmô|q^e: é um verdadei-rò? dèsfilê ;<Ío: astros, Valdirr,

iMèdciroè» • Zezé Gomes, Pi-s\s S S^ mentol e sua Orquestra e Regional, S N s s '

Teremos assim, um grande programa na 4,Associada

Poti-gutíx*Mt és 20,30 horas de hoje.

"Jóias Musicais" um pro-grama que a firma I\t., Mar-tins & Cia. oferece »semanal-mente na ZYB-5, estará hoje na onda dos 3.270

quiloci-cios, I conquistando novos aplausos.

guraçâo oficial s?râ provavel-mente a primeiro de maio proximo.

program n s t ä S i B ö « » M Ä isso lern d è l x à c t e v Û é ï i & n  tar n o v o f í i Ü Â ^ De vários pontos do

Esta-do, particularmente da *onn oeste, continuam chegando in« formações do bôa recepção dn Resenha de Noticiás dò OÍav

noticiário que a Radio Pgt. oferece, diariamente^ excftto aos domingos, áü 21^45; Eáíe programa, como as duas é^i-çôcs do Grande Jornal Poli, tem o patrocínio da S E P A N e tom motivos justos para ter

grande numero do ouvintes,

L O J A

Passasse o contrato de urna, no

Edi-fício " B I L À " , á rua Duque de Caxias

t

118,

Tratar no Cia. Radio Internacional do

Brasil, á praça Augusto Severo, 103,

O P R O G R A M A F H V À N G R I J C O

ouça na

u

Rádio P o í y "

7 odas as terças-feiras, das

18,45 ãs 19 horas

Programa de h o ! « : , Segunda pari®

18.00 — A v e Maria

10.03 — Grande Jornal Potl — 2* edição

ia.20 — Cinemr/do Ar Lever 18.25 — Azes rio teclado

la.SO — Panorama esportivo 19.00 — Jóias Musicais

13.30 — Noticiário Radiofô-nico da Agencia Nacional 20.00 — Maria Isabel

20.3Q — Programa " R o y a r com Valdira Medeiros, Pi-mentel e sua Orquestra, Zezé Gomes e Regional

21.00 — Transmissão espor-tiva

21.45 — "Resenha de Noti-cias do Dia" — SEPAN 22. IJ0 — Transmissão

espor-tiva

22.45 — PrJfixo — Encerra-mento

Ferragens em geral, tintas, artigos sanitarios

meteria] para construções.

G A L V Ã O , M E S Q U I T A L T D A.

Rua Dr. Barata, 317 — Telefone 11-58 — Natal

"V.vV'-'V*-*; '

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noticia que todos es

está sendo vendida, em

larga escala, a insubstituível farinha

de trigo dnro da

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A D i r ó t o n a - s o c i a l cl 6 S a n t a C r u z F\ C . , a c a r g o d o s r . S a l v a d o r T r i n d a d e , r e s o l v e u , e m r e u n i ã o r e a l i z a d a n a u l t i -m a t e r ç a - f e i r a , l e v a r a e f e i t o , n o ' p r o x i n i o d o m i n g o , e m s u a s e d e s o -c i a l , á r u a J o ã o P e s s o a , ru:im n d a m a ti n 6 o d a n o. d e d i c a d a a o s s o -ci(-s e s u a s f a m i l i a r . A- o r q u e s t r a e s t a r á n r a r e o d o n r o í . J o ã o M i l i U(Ui j a z p r e v e r , a.s-- ini, (|mc a p e l e j a e n t r e :*!fl>ií»s e p o t i g u a r i n o s d í - r o r r o r n a n i m a d a e p r o p o r c i o n a r á m o m e r t -!- d o f r a u d o . s e n s à e á o , • | j 111 >1 i c o n u m e r o s o 'l'.[(v h u n t a c o r r e r á à n o s -[iwis OS njjj:r/.i\S d o A í i c o i\sper;un ! ; ; -z r r m e l h o r l i s u r a d o c|Uc (ii )i n i M p a s m a d o u ; laiiiin p e r d e r a i u d e p a r a o A m ó r i e a , d e -p o i s d e m o v i m e n t a d a p e l e j a . O s p u p i l o s d e M a r a n i i ã o v o l t a r ã o a o e r a m a d o d i s p o s t o s a u."i y r a n - e s l o r e o p a r a TOSSE? BRONQUITES? J VINHO CRKOSOTADO \ "KlLVfcllHA" i O A m é r i c a , n ã o o b s -t a n -t e d i s p o r d e b o n s e l e m e n t o s t a i s ei d u o N o n a t o , R e i n a l d o , J o ã o A g u s l o , B a r b o s a , J-Jriia-ni o T i c o , a l e m ik> u n l ó e n i c o q u e v e m p r e p a -r a n d o c u i d a d o s a m e n i -r ! o o n z e d a j a q u e t a r u -b r at v a i s u s t e n r n r u m j d u e l o s e n s a c i o n a l e o m a ' c r u t u o s ò :

que sao dos clubes spcvmla- A RODADA .DE DOMINGO

- i 4

rios que p rtem para a Pri- ftualizftu-se, riu noite de ^ n . - - . j terça-feira uma reuniím dos

meira D.visao jogadores que. , , . clubes secundários, na reviu-' a . amanhã, estaran integrando ção de " A R e p u b l i c a ' . De os nosses selecionados. acordo ccm o que ficou

rcsol-vido, a primo ir rodada da campeonato, í:erá com os

so-^uin.es-jegus:

Em NliLiíI,. nn tsíâdio "Ju-venal Lamarimu". Pntrnsí ^ Rfcrtatiyo Clube x Havay • y v j / Sporting Ciu be. p:.-la manhã, i / ^ Ceara-írfirím, campy <ic> r / v ^ ^ r y Q A . CçtUro E:p^rlivo , ,mj_ y e ÀtJeiico <la"me.sma cMr.cio

, ^ o Oiue Futebol Clube, n Carde..

- r m.. -Em Macalba, canino fio Cru

f fl f , 6 1 0 8 1 0 *e i e o C r u f • c • .

^ da _ mesma cidade, e Silo ^ _ í . ^ . " " ^ B ÍÜ C.. Ú lardu. L^iMiors, i o a r e n . s e r i x d v i a n o m o . > L r a r n m - s e e l e m e n t o s p o s i t i v o s , e n -• a an ( o B u d o í . e m b o r a •d;ida r e c e i o s é u m j j -p e i - i ^ o s o . P a r a Í c?Meui*san a o t:rx,:í " C d e S,:4o P a u l o " , 1 J ' a d i c i o n a l í r o i c ti iiti:» • "í'11;:v a ; : u : í ] m e n í e o s p r i m i n r u s k {'"r cac'i i ri'Uiiiie l i n i i o d;>.S c h i b o s p r o -s ^ r a d i -s p u t a d a e -s í e íüid a p a r t i r d o rio-ii\inL»ô v i n d j u r o . Pel;« p i a m u i r a vi?z, rit?::dct a u í s

-1 i t u k ; i ! 0 d o r i r o trn!\Hr o q u e s e v e r i f i c o u e m . . , . 5S4J d e i x a r á o e i r a s d e e n t r a r n a s d i s p u -!:íí; X ) p r é l i o d e d o m i n g o s e r á r e a l i z a < ! o e n t r e e C u r i r i l í a n s e a P o r t u g u e s a d e D e : ; p n i ' t e s . OS JUI2ES ESCALADOS P Á R A DOMINGO

Fiotiu trnabem n^olvúlu entre oã efubes prol ia mus. a escolha dos. seyu:iites juizes

p a ú . os prélios de domingo: Em Natal,;no jt-go do Po-tengi.. x Havay, servirá ih arbitro .o sr.:.:ÍEdval Silva.

• No jü5o de oiVÍacaiba, entre ta équipt* local íe o São Pau-* 't' lo, servirá de:mediador o sv. T o n « . Rcmosv..;.-Viana e em Ceará-M irim^í l^o preliu rtn. Centro- versus .. . Onze, atuará o s r . ' Edvrd SilWi. I N G R E S S O S ^ : PREÇOS M . ^icBti!ètti;êsfcTtízeiÍi • ^ ^ ^ Í ^ M P ^ J ^ IJ S pr o Q Ê raíins i í Soê^tó® n o v o m a r a v i l h a d q r e l o j o a r i a s u í ç a : M I D O VAAÜLTIFOKT " s u p e r - a u t o m á t i c o "

para

s e n í i o r a s , ^ ' ... - •. .. " - V Ç | | ^ ô u h ò ' 1 ô d a s a s q u a l i d a d e s e x t r a o r d i n á r i a s q u e tqr-y • ••. > ' • : . j . ' ... • . n a r a m M I D O M U L T I F O R T í o m o s o n o m u n d a

mtei-- Y mtei-- . v : • . ;

r o l F a ç a d ó s e ü M l D Ò " s u p e r r o u t o m á f i ç o " o..com'-í.,: v p a n í i é i r o i n s e p a r á v e l . d e t o < J à s Ó s s u a s a t i v i d a d e s «BillSI W

\ j i >v/íí, tio t.nnjj>in:i O r n n d o . iMiih-ntos.!

} ' ' « r a t r e i i u i r s u a e i j u i p e í M a n o e l dr-:-: b y n u - . s . o p o j n ü a r i ú x o H a í a l u s ò . O c l u b « p a r a i b a i i ó c s U s c ^ p r o p a r n n d o p r i m : a s ^ d i s p u t a s f i n a i s ^ d o ^ T ò í f n c i o cio N o r d e s t e . . •

ví^SÊ.^6^11 u11 o J'fí i f i íV111 j^atlfiíícV; ^• Vti^Fíilí 1 ^ B i í e 1 { ^ | íO• m i 11 i K t r o , d o T r a b a l h o , s r ! ' f l f f i í a ' f g f p» a 2 W i o f f f e l tejBi c o m e m o r a t i v o s . . d o . . D i a . g o T r a b a l h o , p r è l i á n d í c o n t r á . o é s q u a d p o d o . V a s c o d a G a m a , ' , n ò ' { c n m ^ ^ c s ^ i S ã ô f í a i f t t á r i o , c ô n v a s p o r t o e s ^ b e i ' : t o s a o p 11 hl i c o . .

m g m ã r n g m m m m i m m É Ê Ê m

" " " ' " " Ü ® A N S P Q R T E DE i l M i « ^ - ; l l S ^ ^ ^ t ^ o S l ^ J i s l ç l u l l i S eMuwicnistes d o b a b i B B S

àmmmsmmmmrni

-mmmmmm

« ü l Ü f í a i p i c f i f a i ^ t t i S ; M M "íi^f

(6)

mm

V

M

O ministro C^st» Neto acal. da "juventuíe hitleriáti||| mou a Nação, com n noticia para que fossem afaslaaolt do que as autoridades estão da face da torra os reÉimèl tomando ás ni'ecs;sarias pro- de forçu, sedimentados, á

.bà-videncias no «entldo do sus- g*.'da educação dirigida patia lar o funcionamento dcss'j | o.;íaririlÍsmò . politico é que* "União da Juventude Cornu- 'milhões de'vidas foram sacri-nista" ccm que os agentes de 'ficadas, e três continentes se Moscou pretendem contami- ensanguentaram. Depois dis» nar a mocidade brasileira, e so, ctmo muito bem salien-kv\á-Ia a desservir. â Patria, tou o m nistro da Guerra, ge

As declarações dô titular da neral Cunrobert, seria um es p .stn da Justiça vieram a cárneo p. imitíssemos ao se tempo, e • equivaleram, sem nador Prestes lundar ess. duvida, n um u^temunho do "Uniíio da 'Juventude Cornu*, que o governo vigilante, nlsta" oc.ibcrt.dn por algu pronto a jugular ^ atrevimón mus leis democrà iças qu< to i4 a insidia nos bolchcvis- ele deseja substituir polo rei

tas«

N ã o so compreenderia, cm

nado do aebilrii* 'moscovita. Esprrava a N;;ç?io -que (

que escolhia para vitima de suas doutrinas entorpecentes

àqueles que. j^vc-ns o inejf-perientes, se unuunravam em melhores ermei.rríe? de reccp-ti v idade. Uma ali tudo dessa natureza tios conduzia ao fuicidio, e sm pior niiridio — eo dti.sfibramciho moral e cl-\ :co.

De nada iv^ teriam vali-do as liçnes da guerra contra o nazismo, se consentíssemos que os comunistas arregi-mentassem n nossa mocidade

das escolas e das fábricas e

verdade, permaivvcessc-mus de governo a.'acalmasse, pois dr braços cruzados, cm atitude desassossego cr.i o seu esta* contemplativa, di^nw do Ira- do. ante o atrevimento co-bailio do sapa que a quinta- mumsia. Coube ao ministro coluna vermelha se-dispunha Cosia Neto d;;r a palavra a levar ás ultimas consc- oficial sebre o assunto. Con-queneias. minando. os aliccr- siderundo-a uma entidade ces da nncionaKd . <U\ de vez ] quo contraria profundamente

o esp.rito democrático das nossas instituições e que não

pede ter existoncia legal, o titular da pasta cia Justiça lançou uma pá de cal na Ju-ventude Cr.munista do se-nhor Prestes, e traduziu

mui-to bem o esp'rilo de repulsa quo :.nima o povo brasileiro

ante o problema. Confia a Nação eni que es providen-cias anuncii: das não ve-nham a tardar, pois quan-to mais cedi» sr

extin-guir o foco infecção melhor respirará, livre de

in-û preparassem para executar junções sediciosas, a moeda-seus planeis dn domínio poli de brasileira, futuro e esoe-tico, â mona dos "balilas" o rança de nessa Pátria.

' 'Único beij o " , peça de

es-treia de Iracema Alencar

Sctsíibo, noTcairoCarlos G.nnet

P l i l ^ g l l p

À" cidàde fèvérehciòu

na manhã de hoje em

iocante cerimonia, a

memória dos

america-ios mortos no Brasil

lurante a guerra. 214

laixões encimados pelo

javilhão americano

fo-•am conduzidos em

ca-iiinhões do Exercito

Brasileiro e da FAB

lesde Parnamirim até o

cais do porto. Por todo

imenso percurso grande

.'oi a multidão

acompa-nhar o cortejo fúnebre

iiie chegou ao cais do

porto, precisamente ás

9 horas.

Após a encomendacão

os

D i o i i l l i l M i l p

dos corpos, ò;bispo D\

Marcolino Dantas

pro-nunciou uma - oração,

ouvida com atenção por

todos os presentes e na

qual focalisava a

ativi-dade dos americanos

durante a guerra em

to-dos os fronts do mundo e

especialmente n e s t a

área.

Salvas por forças de

Exército prestaram

der-radeira homenagem aos

americanos e por fim

foi ouvido o toque de

silencio.

Os caixões f o r a m

transferidos dos

cami-nhões por oficiais e

sol-d a t í o i M a n h h á è ; d à " A e r ò n a ü ^ ! t i c a è c o l o c a d o s n o n a v i o d o E x é r c i t o A m e r i c a n o q u e o s t r a n s p o r t a -r á d e -r e t o -r n o á p á t -r i a .

As autoridades civis

e militares, inclusive o

Sr. Interventor Federal

e seus auxiliares

assis-tiram todas as

solenida-des e grande multidão

solidarizou-se com as

homenagens da manhà

de hoje aos civis e

sol-dados yankees

tomba-bados no cumprimento

do dever.

A banda do 16.°

Re->

gimento de Infantaria

c i o n a i s é a m e r i c a n o s á c h é g a d á d o s c o r j p o s á o c a i s d o p o r t o .

Em nomo da cidade

foi ofertada uma coroa.

NATAL Qumitf-;y'ra. 10 dc Abril de 1S47

Alanifesío do Dr.

Raul Fernandes

i senhora

Faipili: s das relações de .miisa<ie cio casal Raul

Fer-nandes» preparam-lhes signi .'icaiiva manifestação de *a-preço. por ter de lixar resi-i : ncresi-ia no Rresi-io de Janeresi-iro, a

-iual eonstaiâ de um jantar .)o grande hotel, em 26 do jcrrenle mes.

A l.sta encontra-se na por-taria do reürido hotel, â dis pusiçau cie quantos desejam participar da hom^n.gom» já ^(«ntando ci.m os nnnies:

troco nos

Falta

ônibus da

Uma sugestão á C. E. P.

segu.nte.s

Cum a redução do preço das passagens de ônibus, es-tá'se verificando uma verda-deira con fusão em matéria de írueo. Cume.nvnie. r>

pas-ser viço, ou, ao menos, por uma delas, com aceitação desses "pussesM nos ônibus

das suas • congeneres. Com "passes" do 10. 20 e 40 Oenta-saleiro não tem níquel e dá [vus estaria resolvido lison-ao ccjndutur uma cédula ou jHrnmenle o problema, evi-moeda de dois cru/.oiros uu jiando-se, deste modn, discus-de um cruzeiro. Mas. nunca sfies o

Dr. J anu a rio Ciceo, Teo-dorico Bezerra e Senhora, Dinarte Mariz e Senhora, dr.

Djalma Aranha Marinho; c

Senhora, dr. Eutiquiano Gar cia Iteis, Lucilio Reis e ir-mã, dr. Alvaro Vieira, Jor-ge Femandüg Delamosa e dr. Manoel Vilar.

aparecem <.s ciíiif.avos para o trôco. E qiwisi sempre a pass;yem fica pelo pivço an tiyo, turnando-se, assim, inu til (j esj\ii\io da Comissão de

Prevos.

Tareco que seria oportuna a omissão de "passes" pelai; empresas que exploram o

aborrecimentos entre condutores o passageiros.

Ai fica a sugestão aus mem hros da t\ K. V.

Para a Escola Técni*

ca do Recife, alunos

concluintes da Hs^

cola Industrial

de Natal

Peln trem inter-estadual de terça-toira uliima, ^egüi-ram para a capital

pernam-bucana, aonde vão ínz.or o curso técnico da Escola

Téc-nica do Recite» três jovens que, no ano pass::dn, conclui r*im os estudos na Escola In dustrial de Natal. Esse<. ra-pazes, que são. Eduardo Ri-beiro Viana, José do Patrocí-nio Morais e Mario Cavai-canl i, prestaram exames de admissão ao curso teknico a-qui em Natal, no estabeleci-menlo onde haviam concluí-do u curso industrial, tenconcluí-do sklo aprovados. Na escola do Recife eles certamente conti nuarão a tradição de estudo que aqui deixaram, honrando •b nome <^o estabelecimento onde fizeram o primeiro grau do curso técnico- industrial.

E d i ç ã o d e h o j e C r . $ 0 , 5 0

I i i s

P i

\ S U v i o U

-lbu s ob re o ai$ unip;^ «mbor a

ainda com

ctrta

iloc« d« »lt-mismo.

Às coisas a o Brasil infelix-menie costumam s*r assim. Nu hora da politica, quando há necessidade do

álardta*

menlo do prestigio, indo íica íacil e a genie chega a l « a

acreditar na rapidez do e n -caminhamento dosassunioe de interesse coletivo. O ca* so da nosso restaur&nie po-pular é lipico Houve a doa-ção d? terreno por

parte

do

Interventor Federal e por sinal» com a exigencia

para

o inicio da construção no prazo de um ano, e houve

muito movimento sobre o íuluro restaurante

do 8ÂF8»

Parecia até que já estava-mos vendo os operários ten-do magnificas refeições a

1,60. O proprio presidente da Republica manifestou d e publico, o seu interesse

pela

construção que afinal nao foi iniciada e agora talvez tão cedo nao o seja,

O proprio sr. Vicente Me» deiros que aqui esteve dan» do entrevistas e querendo abrir, antes do tempo, a con. correncia publica para a construção, foi um dofi

atin-gidos pelas medidas, que pe-garam em cheio toda alta administração daquela auiar, quia, inclusive o sr. Evan« geiisla, o diretor e a sra. Clara Sambaqui, elemento de sua imediata confiança.

E agora, natalenses, toca a esperar de n o v o . . , — Y .

O u ç a m Z Y B - 5 R a d i o F o t i

d e N a t a l

ALUGA-SE

Primeiro andar com tròs salas e

depen-dencia sanitaria, no prédio sito á Rua

Fer-reira Chaves, n.ò 71. A tratar no mesmo

endereco.

^OMMlk«.,

Rodolfo Aròna Aproxima-se o dia da

es-tréia da Cia. Iracema de

deslocando-se Iracema de Alencar, cujas excelentes qua* Alcncar-Rodolío Arena, no Ududes artísticas são bem co-p;dco do Teatro Carlos Go- *nhcc!das da nossa platéia, mes,

O aplaudido conjunto da Conforme já foi noticiado. comédia^-fará, aqui, uma bri- «a peça de estréia, no sabado. lhante temporada, com uma 12, será a comédia "Único séiie dc peças de alto suces- Be'jon, original dc L.

Navar-so, ra e A . Torrada, cm 3 ato-; O elenco incluo nc.m^s dr e com tradução de Daniel

ivievo da ribalta nacional, Rocha.

Queixa-se contra as

cadeiras do S. Luis

Esteve ontem em nossa redução o sr. Manoel Luiz Dantas que fez, por intérme-Jio deste jornal um apelo á tamprcza proprietária do cine.

ma S. Luis, alegando que ás cadeiras daquela c:sa de di-*

versões continuam a sujar a roupa dos frequentadores. Alegou o reclamante que

an-teriormente vinha isso

acon-tecendo, mas foram tomadas

em tempo as providencias e solicita assim, aos proprietá-rios a renovação- da medida no interesse dos frequentado-res.

C O M I S S Ã O E S T A D U A L " D E ^ R E Ç O f

i

Wks'-'-C i d a d ã o ! : : S e j a i n t r a n s i g e n t s l l j l f e i U i s q u e a l e i ; l l i e , a s s e g u r a . ^ ^ M ä i e l i i o i " e : s c i v i: p á d i ' ä f i : d é y i i d a c o n i b á

-Reuniu-se

a

Cruz Vermelha

Assuntos tratados, ontem

Pascoa tias Senho»

•às, don^iijfi

Real:zar-se-á no proximo domingo, 13 do çirrèntts á

iuscou das- SenhorasVfpròmò*

ida pelas^^ Senhora^ ída Àção O santoí sácrificiòl dã

Mis-• c'eÍèbraío#peí^ , ir e 5 N I v a I d o i í ^ ^ t i ^ ^ i u r í : naculada M i j Ç o n c e i ç S õ ^ :

mmmm^^^mm

JíM CONHUK l A V E I S A V I Õ E S

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Sob a presidência do sr, Adolfo Ramires e com a pre-sença dos diretores Aldo

Fernandes, Edilson Varela e Sergio Severo, respectiva-mente diretor-tesoureiro, se-cretário geral e diretor

sacre-COMPRE seus moveis

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Rua Frei Migueiioho, 130

Réclama contra a

construção de «ma

^faxina

n

j á rua

||Ròcebcmos, ontem, pelo te-iieïonoV • a reclâtnaçâo dél uma '^Wsôa^rcsiâèiíiò ná. rua

Trai«-contra a c o n ^ u H o | d e R t ^ ''faxina1'.

a l n o s Ïïh^íltierl ofíâa}Çpis to v ^ à â ^ â ^

Ä1 ocl amti n't e £qu :èl

u f f S a l ^

tário» esteve reunida a dire-toria da Cruz Vermelha Bra-sileira, fitial do Rio Grande do Norte,

Dentre os assuntos ventila-dos c resolviventila-dos» ficou

delibe-rado a participação da Cruz Vermelha nas homenagens á memória dos americanos mor.

tos no Brasil com a designa* çüo de uma comissão para assistir ús splenidades. .

O presidente da instituição' ficou incumbido de entendi-mentos com o diretor

da'PO-liclínica do Alccrân para oi venda dc material adquirido peiâ Cruz Vermelha durante a guerra.

Resolveu , também, a dire*' torin, delegar pndorós aòi di-- : retor tesoureiro pára r e g ü í V ' ris ar junto^ & • Praíeituni^a^ situaçao do ;> tcrrehòVdè^prò-í) priedadô ^ d a í i n s t i t ü í è ^ b a i n ' û ^ d o ^ - T i r ô l ^ - c ^ f S ^ A i ré t ò r i a p r e s o î v pii t at^fô bfemX : bf B f i i i l I M « è i Sncerrou-se,: = / ontem,,: -o -, i Ä f i i S

mwm^

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