TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS PARA A ATENÇÃO À SAÚDE DO IDOSO: A PERSPECTIVA DOS UNIVERSITÁRIOS SOBRE SENESCÊNCIA E SEUS DESAFIOS
TÍTULO:
CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:
ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS ÁREA:
SUBÁREA: Psicologia SUBÁREA:
INSTITUIÇÃO(ÕES): UNIVERSIDADE DE FRANCA - UNIFRAN INSTITUIÇÃO(ÕES):
AUTOR(ES): THAMIRES APARECIDA CARVALHO SILVA AUTOR(ES):
ORIENTADOR(ES): CLÉRIA MARIA LOBO BITTAR ORIENTADOR(ES):
COLABORADOR(ES): CAMILA DE FREITAS SOUZA, ROBERTA PEREIRA DO SANTOS OLIVEIRA COLABORADOR(ES):
1 1. RESUMO:
Com o declínio das taxas de fecundidade e aumento da expectativa de vida no Brasil, é possível observar uma alteração na pirâmide etária do país. À vista disso, se faz necessário a formação de profissionais qualificados e aptos para trabalharem com esta população. Partindo desta premissa, este estudo de natureza qualitativa objetivou conhecer o que os universitários dos cursos de saúde pensam a respeito da senescência e da atenção à saúde do idoso. Os alunos responderam a um questionário online que continha perguntas fechadas e abertas que tinham como finalidade identificar o que os alunos entendiam sobre as competências aprendidas em sua formação para lidar com este público. Participaram 236 alunos regularmente matriculados nos cursos de saúde de uma universidade privada e os dados foram analisados à luz da Análise do Conteúdo, seguindo-se o critério da saturação das respostas. Foram encontradas duas categorias “Aprendizagem e conhecimentos” e “Capacitação e aptidão para o trabalho com idoso.”. Segundo os participantes as disciplinas sobre envelhecimento enfatizam as alterações fisiológicas do processo e os aspectos relacionados às doenças da terceira idade. As práticas de cuidados à saúde com idosos nos estágios são poucas e nem todos os alunos têm esta experiência direta com este público. Diante do acelerado processo de envelhecimento populacional do país, torna-se necessário investir em uma formação que garanta as competências necessárias para lidar nas diferentes situações com o público idoso, o que aponta para a grande necessidade de aumentar as experiências práticas e estágios junto ao público idoso.
Palavras-chave: idosos – senescência – universitários – cuidados em saúde – competências
2 . INTRODUÇÃO:
O envelhecimento pode ser entendido como um processo natural, de redução progressiva da reserva funcional dos indivíduos – senescência – que, em circunstâncias normais, não costuma gerar qualquer problema. Contudo, em situações de sobrecarga como, por exemplo, doenças, acidentes e estresse emocional, pode provocar uma condição patológica que demande assistência – senilidade. Cabe salientar que certas alterações decorrentes do processo de
2 senescência podem ter seus efeitos reduzidos pela assimilação de um estilo de vida mais ativo (BRASIL, 2007).
No Brasil, o processo do envelhecimento ocorreu de maneira acelerada e transformou drasticamente a pirâmide populacional, gerando uma demanda intensas por serviços característicos desse grupo etário (VERAS, 2003; SILVA, 2005; CARVALHO; WONG, 2008; LEBRÃ, 2009).
O idoso faz parte de um grupo de risco que requer um perfil de atendimento diferenciado e altamente qualificado, sendo imprescindível que os profissionais procurem maiores conhecimentos sobre o processo natural do envelhecimento e das patologias a elas correlacionadas. (SANTOS, ANDRADE, BUENO, 2009; MENDES et al., 2009).
Para isto se faz imprescindível uma educação que inclua as necessidades do idoso, da mesma maneira que a compreensão das transformações fisiológicas, psíquicas e sociais que acontecem no decorrer do processo de envelhecimento, culminando com a velhice. A educação para a compreensão do processo de envelhecimento fomenta uma educação continuada que considere a interdisciplinaridade, abrangendo o conhecimento de diversos profissionais sobre o tema.
3 OBJETIVO:
Conhecer as percepções a respeito das competências desenvolvidas na formação acadêmica, para lidar com o idoso.
4 METODOLOGIA :
Trata-se de uma pesquisa de natureza descritiva e qualitativa, realizada com alunos de ambos os sexos, regularmente matriculados nos cursos de saúde da Universidade de Franca. Não fizeram parte deste estudo aqueles que não consentiram expressamente em participar, tampouco aqueles que ingressaram em 2017. Foi disponibilizado e respondido através da plataforma BlackBoard, um questionário on-line que continha 24 perguntas, destas 20 eram fechadas e 4 abertas. Para este estudo, foram analisadas duas questões abertas que visavam identificar o que os alunos entendiam sobre as habilidades aprendidas em sua formação para lidar com essa população.
3 O questionário encontrou-se acessível por duas semanas, durante o mês de abril de 2017, apenas alunos dos 11 cursos da área de saúde, que são: Odontologia, Nutrição, Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Biomedicina, Educação Física, Farmácia, Psicologia, Medicina e Radiologia. Todos os integrantes estavam matriculados a partir do 5º semestre, isto é, no momento em que já tinham atingido a metade do tempo de sua formação, e conforme a grade curricular, já tinham tido contato com as disciplinas sobre o envelhecimento.
A pesquisa teve aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Universidade de Franca (CEPE), sob o protocolo 62268016.7.0000.5495, de acordo com a determinada Resolução 466/12.
5. DESENVOLVIMENTO
O crescimento proporcional na população de idosos, adicionado a queda das taxas de fecundidade e a evolução terapêutica e tecnológica nos tratamentos de doenças, especificamente nas crônicas (DANT),influi na tendência de mudança da disposição etária na população, em particular no Brasil, em função do aumento do contingente de pessoas com mais de 60 anos, fruto do envelhecimento da população que aconteceu em um curto espaço de tempo, resultou em um importante impacto para o sistema de saúde. (CIOSAK et al. 2011)
Em estudo conduzido por Nazaré et al (2013),sobre percepção de universitários do curso de Enfermagem sobre cuidado com idosos, verificou-se que os universitários atribuem sentimentos ambíguos para lidar com essa população, alternando entre o gosto pelo cuidado e o medo em não serem suficientemente habilidosos ou aptos para atenderem às demandas deste grupo. Sendo assim, uma das principais dificuldades da formação na área da saúde é criar novas formas de fazer saúde baseado na integralidade da atenção e na individualidade através de ações intersetoriais e com o trabalho em equipe (BRASIL, 2009).
Para enfrentar as diferentes demandas que a sociedade como um todo, impõe na atualidade, deve-se investir em uma educação que seja capaz de
4 desenvolver as competências profissionais para o desenvolvimento efetivo de programas e ações de promoção da saúde, formando profissionais capacitados com ferramentas, competências e habilidades para traduzir a teoria, a política e a pesquisa em promoção da saúde em efetivas ações (BATTEL-KIRK et al., 2009).
6. RESULTADOS
Logo após a leitura das respostas obtidas nas entrevistas, os resultados foram analisados de acordo com a Análise do Conteúdo, seguindo-se o critério de saturação das respostas segundo Bardin (2011). Assim sendo, foram agrupadas em duas categorias. A primeira discorre sobre Aprendizagem e conhecimento e a segunda disserta sobre Treinamento e aptidão para o trabalho com idosos. Em relação a caracterização dos participantes do estudo, considerou-se todos os alunos matriculados a partir do 5° semestre dos cursos da área da saúde, que totalizavam 1.871 alunos, dos quais 236 responderam ao questionário.
Aprendizagem e Conhecimentos:
Ao serem questionados se julgam suficiente os conteúdos das disciplinas sobre idoso/envelhecimento, é possível identificar manifestações diversas, evidenciando as diferentes percepções a respeito desta temática. Os discentes que responderam ao questionário possuem em sua maioria, uma visão na qual expõe que o tempo e conteúdos ofertados na grade curricular são insuficientes para a explanação total do assunto.
Porque é um assunto muito extenso, que vai ao longo do tempo se estendendo ainda mais. São muitos detalhes e muitos olhares e teorias que devem ser aprendidas acerca desse fato. É necessário um tempo maior e muito conteúdo para que fique bem fixado e clara as peculiaridades do envelhecimento no nosso país. (P12)
Muito conteúdo para pouco tempo, com isso o professor não consegue cumprir com o plano de aula e os alunos sendo prejudicados (P55)
Isaia e Bolzan (2004) apontam que “ensinar não pode ser confundido com o repasse simples de conteúdos prontos, mas deve ser identificado com um
5 processo intencional e sistematizado de organizar os conhecimentos, saberes e fazeres”.
Os participantes trouxeram que os conteúdos das disciplinas que contemplam esta temática dão enfoque ao envelhecimento seguido de patologias.
Aprendi todos os aspectos fisiológicos e patológicos do envelhecimento. (P 60)
Pois não foi tão abordado o envelhecimento, mais sim as doenças que rodeiam a pessoa idosa. ( P 70)
Apesar de a probabilidade de desenvolver certas doenças aumentar com a idade, envelhecer não é sinônimo de adoecer (Neri, 2002). No entanto, há uma parcela de pessoas que experimentam o envelhecimento associado a perdas físicas e cognitivas em um período relativamente curto (Neri, 2002).
Contudo, um outro participante da entrevista trouxe em sua fala ter adquirido conhecimentos sobre o envelhecimento com qualidade de vida.
porque obtive muita informação que ajudou a melhorar o convívio e o auxílio com meus parentes e amigos, tendo mais consciência das dificuldades e prevenir para uma vida mais saudável no futuro. (P 108)
A velhice acarreta uma série de transformações biopsíquicas no ser humano. É também uma etapa da vida que se caracteriza, pela ocorrência de sentimentos positivos e negativos.
A dualidade destas conotações, evidenciadas anteriormente, tem suas origens no processo de viver de cada pessoa. O contexto familiar, social, cultural, religioso, político e de saúde são os principais responsáveis tanto pelos sentimentos positivos quanto pelos negativos na velhice. A maneira como a pessoa vivenciou, enfrentou e superou, ou não, suas adversidades ao longo da vida, terá repercussão no seu envelhecimento. Portanto a velhice é um fenômeno de caráter estrutural, multidimensional ou multifatorial. (PASCHOAL, 2006)
6 Os participantes também expuseram que é de suma importância que após a conclusão da graduação, os alunos que se interessam por este público procurem algum tipo workshop, cursos e especialização para aprimorarem seus conhecimentos.
Este tema é extremamente amplo e jovem na grade dos alunos. se faz necessário se aprofundar por fora.(P6)
Toda disciplina traz conhecimento parcial sobre os diversos conteúdos, o que não é diferente com o envelhecimento. Toda disciplina deve ser aprofundada pelo aluno que deseja seguir essa área, com especializações. As aulas servem de apoio para a prática, porém é lá fora que o aluno aprenderá realmente sobre os desafios encontrados. (p 77)
Hoje, como o ensino de graduação não fornece o treinamento e os conhecimentos suficientes no que diz respeito à questões específicas da geriatria e gerontologia, bem como instrumentos de avaliação da capacidade funcional e cognitiva (Motta e Aguiar, 2007), surgem para suprir essa demanda os cursos em nível de extensão e pós-graduação strito sensu e lato sensu em Gerontologia.
Os discentes também expõem a grande lacuna existente sobre conteúdos relacionados a políticas públicas específicas para os idosos.
Foram disciplinas breves para um tema que demanda muito estudo, inclusive de políticas públicas, direitos dos idosos, doenças crônicas e agudas, mercado de trabalho entre tantos outros. (P17)
Aprendemos alguns aspectos do desenvolvimento biológico, cognitivo e social, porém não se fala de uma forma ampla e nem focando nas políticas públicas existentes no Brasil hoje. (P 24)
Há necessidade da capacitação de recursos humanos não só no âmbito profissional como no leigo, junto às organizações comunitárias e famílias, às quais cabe, muitas vezes, o cuidado de idosos comprometidos. Nesse sentido, há de se estimular as instituições de ensino superior, os centros formadores de opinião, bem como as entidades governamentais, a priorizarem a instrumentalização dessas pessoas que quase sempre são cuidadores informais de idosos, via seminários, treinamentos, cursos de extensão, ciclo de palestras,
7 ações essas que já estão propostas no artigo 18 do Estatuto do Idoso (Marziale, 2003; Brasil, 2003).
Treinamento e aptidão para o trabalho com idosos
Quando questionado aos discentes se julgam-se aptos para trabalhar ou atender pessoas com esta faixa etária, foi notário os posicionamentos divergentes frente a esta questão, revelando que em sua maioria os futuros profissionais da área da saúde não se sentem seguros para lidar com as particularidades desse público. Os alunos trouxeram que sentem não terem adquirido conhecimentos suficientes para trabalhar com este público.
Preciso adquirir muito mais conhecimento para tratar com todo o respeito e dignidade que o público-alvo precisa e merece. Pretendo ainda me qualificar na área. (P34)
Acredito que para que eu tenha o suporte necessário para trabalhar com esse público será necessário buscar capacitações, e cursos de aprofundamento para atender a demanda, uma vez que o assunto não foi aprofundado e sim como disse anteriormente de forma superficial. ( P123)
A população idosa apresenta alterações fisiológicas e patológicas que cursam com crescente dependência. Do ponto de vista teórico, tal fato demanda aprofundamento de conceitos, tais como níveis de prevenção, paliativismo, suporte e apoio social. Conceitos específicos da gerontologia como síndromes geriátricas, reabilitação, fragilidade, independência (capacidade de executar tarefas sem ajuda) e autonomia (capacidade de autodeterminação) não constam habitualmente dos conteúdos de cursos de graduação na área da saúde (MOTTA; AGUIAR, 2007)
Alguns participantes da entrevista relataram já ter um contato através do seu trabalho com este grupo da população.
Já trabalho com idosos, tenho muito carinho por eles, adoro fazer cuidado neles. São pessoas sinceras e merecem todo carinho, admiro os que são independentes. O segredo é ter paciência em ouvi los quando contam sua s histórias. (P 76)
8 Cuidar do outro pressupõe disponibilizar atenção à sua individualidade e suas necessidades. A dimensão do cuidado está fundada na “arqueologia” do ser-com-o-outro. O cuidado torna-se presente por intermédio da relação que o encontro inter-humano entre o cuidador e a pessoa cuidada proporciona aos seus intervenientes, assim, o cuidador deve ter como princípio a conscientização de que constitui o orientador essencial para a promoção do cuidado do idoso (FRAGOSO, 2008).
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Se faz necessário uma reflexão sobre a formação acadêmica, dos profissionais da área da saúde, para que consigam desenvolver aptidões e habilidades para trabalhar com este público, considerando uma didática que aborde temas sobre o processo de envelhecimento saudável bem como o patológico, as alterações psíquicas e sociais que ocorrem ao longo deste processo e políticas públicas voltadas exclusivamente para os idosos, desenvolvendo práticas, nas quais os alunos tenham um contato direto com estas pessoas.
Através do resultado desta pesquisa foi possível reconhecer o nível de conhecimento sobre o envelhecimento e cuidados com os idosos, dos alunos de graduação dos cursos de saúde de uma Universidade privada do interior de São Paulo, assim como, também foi revelado alguns pontos que precisam ser melhorados e discutidos, como a questão do pouco tempo para a explanação do conteúdo e as faltas de práticas que promove a ideia de inaptidão para atender este grupo em particular.
8. FONTES DE CONSULTA
BATTEL-KIRK, B. et al. A review of the international literature on health promotion competencies: identifying frameworks and core competencies. Global Health Promotion, London, v. 16, n. 2, p. 12-20, 2009. Disponível em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/labs/articles/19477859/
BARDIN L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70; 2011.
BRASIL. Ministério da Saúde. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde; 2007.
9 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação em Saúde. (2009). Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Brasília. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/07_0269_M.pdf.
CARVALHO, J. A. M.; WONG, L. L. R. A transição da estrutura etária da população brasileira na primeira metade do século XXI. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, n. 3, p. 597-605, mar. 2008. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102311X200800030 0013&lng=en&nrm=iso>.
CIOSAK, Suely Itsuko et al. Senescência e senilidade:: novo paradigma na atenção básica de saúde. Revista da Escola de Enfermagem Usp , São Paulo,
v. 45, p. 1763-1768, nov. 2011. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S008062342011000800 022&lng=pt&tlng=pt>. Acesso em: 15 ago. 2018.
FRAGOSO, Vitor. Humanização dos cuidados a prestar ao idoso institucionalizado. Revista IGT na Rede, São Paulo, v. 5, n. 8, p.51-61, 2008 LEBRÃ, M. L. Epidemiologia do envelhecimento. BIS: Bol. Inst. Saúde, São Paulo, n. 47, p. 23-26, abr. 2009.Disponível em: <http://periodicos.ses.sp.bvs.br/scielo.php.script=sciarttext&pid=S15181812200 9000200006&lng=en&nrm=iso>
MOTTA, L. B. da e AGUIAR, A. C. de (2007). Novas competências profissionais em saúde e o envelhecimento populacional brasileiro: integralidade, interdisciplinaridade e intersetorialidade. Ciência & Saúde Coletiva, v. 12, n. 2, pp. 363-372.
MOTTA, Luciana Branco; AGUIAR, Adriana Cavalcanti. Novas Competências Profissionais em Saúde o Envelhecimento Populacional Brasileiro: integralidade, interdisciplinaridade e intersetorialidade. Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro: v. 12, n. 2, p. 363-372. 2007
.NAZARÉ OLIVEIRA, E., RODRIGUES, S., CRUZ LINHARES, J., QUEIROZ LIRA, T., EVANGELISTA LOPES, R., MARTINS, P., & BISPO, M. (2013).
10 Percepção acerca do envelhecimento e da pessoa idosa para um grupo de estudantes de graduação em Enfermagem. Saúde Coletiva, 10(59).
Neri, A.L. (2002). Envelhecer Bem no Trabalho: possibilidades individuais, organizacionais e sociais. A Terceira Idade, São Paulo, v. 13, n. 24, p.7-27. PASCHOAL, S.M.P. Qualidade de vida na velhice. In: FREITAS, E.V,. et at. Tratado de geriatria & gerontologia. 2. Ed. Rio Janeiro: Guanabara Koogan,2006. Cap. 14, p. 147-1636
RODRIGUES, R. A. P. et al. (2007). Política nacional de atenção ao idoso e a contribuição da enfermagem. Texto & Contexto Enfermagem, v.16, n. 3, pp. 536-545.
SANTOS, F. H.; ANDRADE, V. M.; BUENO,O. F. A. Envelhecimento: um processo multifatorial. Psicol. estud., Maringá, v. 14, n. 1, p.3-10, jan./mar. 2009. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141737220090001000 02.
SILVA , M. da C. O processo de envelhecimento no Brasil: desafios e perspectivas. Textos Envelhecimento, Rio de Janeiro, v. 8, n. 1,p. 43-60, jan./abr. 2005. Disponível em:
http://revista.unati.uerj.br/scielo.php?script=sciarttext&pid=S1517-9282005000100004&lng=pt&nrm=iso
VERAS, R. P. Em busca de uma assistência adequada à saúde do idoso: revisão da literatura e aplicação de um instrumento de detecção precoce e de previsibilidade de agravos. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 19, n. 3, p. 705-715, maio/jun.2003. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102311X200300030 0003&lng=en>.