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Perspectivas e limites de programas de gestão da demanda de água na Macrometrópole de São Paulo

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(1)

Perspectivas e limites de programas de

gestão da demanda de água na

Macrometrópole de São Paulo

Orestes M. Gonçalves

Escola Politécnica da USP

Departamento de Engenharia de Construção Civil

(2)

Gestão da Demanda da Água nos Cidades-Edifícios

Gestão da demanda de água

Recursos hídricos e sistemas prediais

Programas Institucionais

PNCDA, PURA- Sabesp, /PBQP-H/Qualihab. Proaqua-Sabesp

Ações estruturantes para a gestão da demenda

Ações Institucionais

Ações de Tecnologia: Qualidade, Desempenho e Inovação;

Gestão e Capacitação.

Recomendação de ações iniciais

(3)

Gestão da Demanda da Água nos Cidades-Edifícios

3

Gestão da demanda de água

Recursos hídricos e sistemas prediais

Programas Institucionais

PNCDA, PURA- Sabesp, /PBQP-H/Qualihab. Proaqua-Sabesp

Ações estruturantes para a gestão da demenda

Ações Institucionais

Ações de Tecnologia: Qualidade, Desempenho e Inovação;

Gestão e Capacitação.

(4)

Hidrografia da Macrometrópole Paulista

4

Projeção de

população 2035

37 milhões

Plano Diretor de

Recursos Hídricos

outubro 2013

(5)

Plano Diretor de Recursos Hídricos

outubro 2013

5

Projeção da Demanda Total

Ações de gestão de demanda

32 m3/s

 a redução do índice de perdas nas

redes públicas;

 a gestão da demanda em edifícios

programas de uso racional da água

e mudanças comportamentais;

 mudanças tecnológicas e gestão do uso

da água na irrigação;

 tecnologia de produção mais limpa e

regulamentação da cobrança pelo uso da

água nas indústrias.

(6)

6

Evolução do enfoque no saneamento

Enfoque

Gestão da oferta da

água

Gestão da oferta e da

demanda

da água

Agentes Intervenientes

• Entes reguladores

• Empresas de Serviços: projetistas /

gerenciadores / construtores sistemas públicos;

• Cias Concessionárias ;

• Empresas de Materiais de Saneamento - sistema

público.

• Agentes Reguladores;

• Cias Concessionárias;

• Empresas Serviços: projetistas / gerenciadores

/ construtores / Instaladores - sistemas públicos

e prediais;

• Empresas de Materiais de Saneamento -

sistemas públicos e Prediais;

(7)

Gestão da Demanda da Água nos Cidades-Edifícios

7

Gestão da demanda de água

Recursos hídricos e sistemas prediais

Programas Institucionais

PNCDA, PURA- Sabesp, /PBQP-H/Qualihab. Proaqua-Sabesp

Ações estruturantes para a gestão da demenda

Ações Institucionais

Ações de Tecnologia: Qualidade, Desempenho e Inovação;

Gestão e Capacitação.

(8)

PNCDA

Programa Nacional de Combate ao Desperdício de Água

Programas Institucionais Gestão da Demanda da Água

8

• planejamento, gestão e articulação institucional das ações de

conservação e uso racional da água;

• conservação da água nos sistemas públicos de

abastecimento;

• conservação e uso racional da água nos sistemas prediais.

(9)

PNCDA

9

1.

promoção da produção de informações técnicas confiáveis para o

conhecimento da oferta, da demanda e da eficiência no uso da água

de abastecimento urbano;

2.

apoio ao planejamento de ações integradas de conservação e uso

racional da água em sistemas municipais, metropolitanos e regionais

de abastecimento, incluindo componentes de gestão de demanda

(residencial e não residencial), de melhoria operacional no

abastecimento e de uso racional da água nos sistemas prediais;

3.

apoio aos serviços de saneamento básico no manejo de cadastros

técnicos e operacionais com vistas à redução nos volumes de águas

não faturadas;

(10)

PNCDA

10

4.

apoio aos serviços de saneamento básico na melhoria operacional

voltada à redução de perdas físicas e não físicas, notadamente em

macromedição, micromedição, controle de pressão na rede e redução de

consumos operacionais na produção e distribuição de água;

5.

promoção do desenvolvimento tecnológico de componentes e

equipamentos de baixo consumo de água para uso predial, inclusive

normalização técnica, códigos de prática e capacitação laboratorial; e

6.

apoio aos programas de gestão da qualidade aplicados a produtos e

processos que envolvam conservação e uso racional da água nos

sistemas público e prediais.

(11)

11

1.

Banco de Dados de Tecnologias, Documentação Técnica e Estudos de

Casos;

2.

Laboratório Institucional do Programa de Uso Racional da Água (LIPURA);

3.

Programa de Avaliação e Adequação de Tecnologias (PAAT);

4.

Caracterização da Demanda e Impacto das Ações de Economia no Setor

Habitacional;

5.

Documentação Relacionada a Leis, Regulamentos e Programas Setoriais

da Qualidade;

6.

Programas Específicos de Economia de Água em Diferentes Tipos de

Edifícios

Gestão da Demanda da Água nos Edifícios

PURA – Sabesp

(12)

44%

Fase 2 - 56 para 38 mil m³/mês

Total - 137 para 66 mil m³/mês

Fase 1 - 81 para 27 mil m³/mês

32%

14%

66%

52%

32%

Intervenções do PURA-USP

Gestão da demanda de água

Ratifica a importância do caráter permanente do Programa

(13)

PURA-USP

– Gestão

FASE 1 Demanda (m³/mês) FASE 2 Demanda (m³/mês) FASE 2 Demanda (m³/mês) FASE 2 Demanda (m³/mês)

nº USP Ligação Controle Real Status nº USP Ligação Controle Real Status nº USP Ligação Controle Real Status nº USP Ligação Controle Real Status

03 EP 10.459 9.575 01 RUSP 3.789 3.507 27 ECA 1.703 2.027 44 IGc 1.434 737

0301 ELÉTRICA 2.301 1461 0101 BLOCO K 551 370 2701 ECA 504 458 4401 IGc 1.721 737

0302 PRODUÇÃO 627 1.126 0102 BLOCO L 502 322 2702 BLOCOS D, E, F 765 544 4402 POÇO ARTESIANO P7 0 0

0303 BIÊNIO 830 738 0103 ALMOXARIFADO 1 68 51 2703 CONJUNTO DAS ARTES 944 1.025 4403 POÇO ARTESIANO P8 0 0

0304 CIVIL 2.730 1.929 0104 ALMOXARIFADO 2 554 376 32 MAC 202 116 45 IME 1.142 1.016

0305 CIVIL - ANEXO 60 53 0105 DIVERSOS BARRACÕES 1 287 136 3201 MAC 263 116 4501 IME 1 1.243 885

0306 ADMINISTRAÇÃO E ANEXOS 839 343 0107 DIVERSOS BARRACÕES 3 1.156 733 35 SAS 11.815 11.251 4502 IME 2 159 131

0307 MINAS/METALURGIA 3.185 2.421 0109 CENTRO DE CONVIVÊNCIA 27 5 3501 CRUSP - BLOCO A 1.287 818 47 IP 964 1.066

0308 NAVAL 535 562 0111 ARQUIVO CENTRAL 41 31 3502 CRUSP - BLOCO B 1.411 954 4701 IP 1.253 1.066

0309 MECÂNICA 421 223 112 SAUSP 129 92 3503 CRUSP - BLOCO C 1.119 917 48 FE 1.173 1.216

0310 SEMI-INDUSTRIAL 508 499 0113 BIBLIOTECA BRASILIANA 251 363 3504 CRUSP - BLOCO D 1.200 1.000 4801 FE 1.408 1.124

0312 HIDRÁULICA 1 836 138 0114 NOVA REITORIA 211 366 3505 CRUSP - BLOCO E 1.190 1.075 4802 BIBLIOTECA 65 92 0313 HIDRÁULICA 2 30 54 0115 CONSELHO UNIVERSITÁRIO 427 132 3506 CRUSP - BLOCO F 1.080 893 49 PUSP-C 1.887 1.579

0314 MECÂNICA OFFSHORE 24 28 0116 BLOCO K - ANEXO 35 31 3507 CRUSP - BLOCO G 1.110 804 4901 PUSP-C 1.281 1.013

08 FFLCH 2.845 3.966 0117 SCS - RÁDIO USP 367 267 3508 CRUSP - BLOCO B - LAVANDERIA 31 0 4902 PORTARIA 1 - PRINCIPAL 64 60

0801 ADMINISTRAÇÃO 294 544 0118 SCS - POSTO DE INFORMAÇÕES 7 7 3509 CASA DAS CALDEIRAS 510 387 4903 PORTARIA 2 - JAGUARÉ 33 17

0802 CIÊNCIAS SOCIAIS/LETRAS 2.112 2.114 0119 STI 1 316 174 3510 CRECHE CENTRAL 680 493 4904 PORTARIA MERCADINHO 307 369

0803 HISTÓRIA/GEOGRAFIA 707 1.107 0120 STI 2 76 23 3511 CRECHE OESTE 521 209 4905 PORTARIA VILA INDIANA 17 3

0804 CASA DE CULTURA JAPONESA 139 95 0121 STI - CENTRAL TELEFÔNICA 38 28 3513 CLUBE DA UNIVERSIDADE 382 293 4907 PÇA. DO RELÓGIO 2 1

0805 BIBLIOTECA 291 106 04 IEE 440 838 3514 RESTAURANTE CENTRAL 1.682 1.632 4908 FONTE 283 0

09 FCF 138 90 0401 IEE 1 196 441 3515 RESTAURANTE DA FÍSICA 523 497 4909 VIVEIRO DE PLANTAS - PORTARIA 40 7

0901 BLOCO 13B 207 90 0402 IEE 2 254 192 3516 ADMINISTRAÇÃO 69 46 4910 VIVEIRO DE PLANTAS 409 62

12 FEA 1.675 2.562 0403 IEE 3 209 205 3520 CRUSP - BLOCO A1 2.142 1.233 4911 PÇA. RAMOS DE AZEVEDO 0 0

1201 FEA 2.010 2.562 10 FMVZ 3.231 3.460 39 EEFE 1.170 978 4915 POÇO ARTESIANO P6 0 0

42 ICB 2.546 2.285 1001 FMVZ 3.877 3.460 3901 EEFE 1.404 978 4919 PORTARIA ALMEIDA PRADO 6 3

4201 ICB I 1.633 1.010 14 IAG 628 462 41 IB 2.238 2.062 4920 PORTARIA 3 - CORIFEU 38 44 4202 ICB II 798 600 1401 IAG 1 354 234 4101 ERNESTO MARCUS 1 267 249 63 CEPEUSP 6.547 7.130

4203 ICB III 99 97 1402 IAG 2 83 90 4102 ERNESTO MARCUS 2 4 2 6301 VELÓDROMO 1.621 1.746

4204 ICB IV 652 578 1403 IAG 3 72 53 4103 ADMINISTRAÇÃO 497 458 6302 CEPEUSP 1 1.914 1.207

4205 ICB III - GUARITA 5 s/dados 1404 IAG 4 328 85 4104 PAULO SAWAYA 174 143 6303 CEPEUSP 2 32 9

46 IQ 4.620 4.929 16 FAU 627 771 4105 ANDRÉ DREYFUS 859 599 6304 ESTÁDIO OLÍMPICO 1.876 2.074

4601 BIBLIOTECA 250 209 1601 FAU 1 769 746 4106 PROJETO GENOMA 151 133 6305 RAIA OLÍMPICA 1 6 0

4603 CONJUNTO DAS QUÍMICAS 5.301 4.692 1602 FAU 2 53 25 4107 MINAS GERAIS 88 115 6307 PQ. ESPORTE PARA TODOS 74 121

4604 BIBLIOTECA - ANEXO 54 28 1603 ATELIER s/dados s/dados 4108 CENTRO DE CONVIVÊNCIA 926 363 6308 PISCINAS MÚLTIPLAS 1.782 1.435

62 HU 10.952 10.886 21 IO 593 575 43 IF 3.124 6.013 6309 GARAGEM DE BARCOS 622 538

6201 HU - LIG. OPCIONAL 0 0 2101 IO 688 516 4301 IF 1.675 4.602 71 MAE 186 130

6202 HU 13.111 10.830 2102 BLOCO DIDÁTICO 95 59 4302 LABORATÓRIO DE PLASMA 191 113 7101 MAE 280 130

6204 FM - NUCEL 39 56 23 FO 3.016 2.105 4303 PELLETRON 555 552

TOTAL FASE 2 (98 lig)

45.908

47.039

2%

TOTAL FASE 1 (31 lig)

33.235

34.293

3%

2301 FO 2.422 1.760 4307 ACELERADOR LINEAR 15 2

2302 CLÍNICAS 1.296 345 4308 LAFN 12 2

TOTAL CUASO (129 lig)

79.144

81.332

3%

Demanda total por Unidade (em azul): Somatória das médias das demandas mensais representativas de 2011, 2012 e 2013. 4310 LABORATÓRIOS E MANUTENÇÃO 1.389 742

ALERTAS (nº lig. , %)

16

12%

Controle: Média das demandas mensais

representativas de 2011, 2012 e 2013 multiplicada por um fator de 1,5 (p/ média até 200), 1,3 (p/ entre

201 e 1.000) e 1,2 (p/ acima de 1.000 m³/mês).

Status: Demanda real do mês abaixo do controle. Demanda real do mês acima do contole (Alertas). Ligação com dados insuficientes para avaliação (p.ex. ligação nova cujo controle foi estabelecido com histórico reduzido).

(14)

- 52%, de 137.881 para 66.247 m³/mês,

apesar do crescimento superior a 10% da população fixa e área const.

- Volume de água mensalmente economizado 71.634 m³,

PURA-USP - RESULTADOS

Redução da demanda média mensal de água na CUASO - 1998/2014

Demanda

(m³/mês)

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

2014

Fase 1

81.147

60.116

48.885

45.715

45.520

44.085

39.604

38.675

37.769

39.106

34.620

29.593

31.409 35.381 33.460 35.025 27.447

Fase 2

56.734

56.734

59.095

48.649

48.229

47.099

41.139

40.948

44.546

43.840

41.913

36.914

39.122 43.440 47.523 45.980 38.800

CUASO

137.881 116.850 107.980

94.364

93.748

91.183

80.743

79.623

82.315

82.946

76.533

66.507

70.531 78.821 80.983 81.005 66.247

Redução dos gastos com água e esgoto (CUASO)

gastos em 2014

R$ 15,6 milhões

previsão sem o PURA-USP

R$ 50,8 milhões

(15)

PBQP-H

Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat do MCidades

Tecnologia: Qualidade, Desempenho e Inovação

15

 SiAC,

Sistema de Avaliação da Conformidade de Serviços e Obras

,

que regula e acompanha a conformidade da prestação de serviços por quem

projeta e constrói;

 SiMaC,

Sistema de Qualificação de Empresas de Materiais

,

Componentes e Sistemas Construtivos, que regula e acompanha a conformidade

de materiais e componentes normalizados; no âmbito do SiMaC são

implementados os Programas Setoriais da Qualidade dos produtos de

construção; e

 SiNAT,

Sistema Nacional de Avaliações Técnicas

, que regula e

acompanha

avaliações técnicas de inovações tecnológicas

de

componentes, subsistemas e sistemas na construção de edifícios

(16)

Programas Setoriais da

Qualidade – PSQs

Normas técnicas

Avaliação da conformidade

Indicadores do setor

Qualidade de Materiais e Componentes

Componentes Normalizados – PBQP-H/SiMAC

PSQs dos Sistemas Hidráulicos

Metais sanitários

Equipamentos economizadores

(17)

pbqp-h.cidades.gov.br

(18)

18

Programas Setoriais da Qualidade - PSQs

Índice de

conformidade

Aparelhos Economizadores de Água

89,00 %

Argamassa Colante

88,60 %

Barras e Fios de Aço

94,95 %

Blocos Cerâmicos

2,90 %

Blocos de Concreto e Peças de Concreto para Pavimentação

66,00 %

Cal Hidratada para Construção Civil

88,40 %

Cimento Portland

93,10 %

Componentes para Sistemas Construtivos em Chapas de Gesso para Drywall

85,00 %

Eletrodutos Plásticos para Sistemas Elétricos de Baixa Tensão em Edificações

80,70 %

Esquadrias de Aço

17,00 %

Esquadrias de Alumínio

30,00 %

Fechaduras

89,00 %

Lajes Pré-fabricadas

17,70 %

Louças Sanitárias para Sistemas Prediais

86,40 %

Metais Sanitários

80,00 %

Painéis de Partículas de Madeira (MDP) e Painéis de Fibras de Madeira (MDF)

81,90 %

Perfis de PVC para Forros

67,00 %

Pisos Laminados Melamínicos

90,50 %

Placas Cerâmicas para Revestimento

63,00 %

Reservatórios Poliolefínicos para Água Potável de Volume até 2.000 L

(inclusive)

84,00 %

Telhas Cerâmicas

11,20 %

Tintas Imobiliárias

85,20 %

Tubos de Aço-Carbono para Uso Comum na Condução de Fluidos e Conexões de Ferro Maleável

95,00 %

Tubos de PVC para Infra-Estrutura

94,00 %

Tubos e Conexões de PVC para Sistemas Hidráulicos Prediais

96,90 %

PBQP

SiMaC

PSQs

(19)

Qualidade

Ensaio de Dispersão de Jato- NBR 10281/03

Torneiras de pressão dn15 para

pia de entrada horizontal

ensaio realizado em 3 torneiras de

marcas distintas:

1. produto conforme

2. produto conforme

3. produto não conforme

1

2

3

(20)

Conforme

disp = 0%

Conforme

disp = 4%

Não conforme

disp = 12%

Água fora do orifício central em 1 minuto

750 ml

350 ml

0 ml

Qualidade

(21)

Soluções confiáveis

quanto à concepção e uso

Garantia

Precaução

com relação a utilização de soluções inovadoras

Durabilidade do sistema

Inovação - PBQP-H – SiNAT

Avaliação de desempenho de produtos inovadores

Objetivo

Definição de requisitos e ensaios de desempenho que

reduzam o risco de mal funcionamento e vida útil do

(22)

PROJETO SINAT

Modelo de DIRETRIZ SINAT

Inovação - PBQP-H – SiNAT

(23)

PROACQUA – Sabesp

23

1.

Programa de Avaliação Técnica de Produtos Inovadores (qualidade

dos equipamentos);

2.

Programa de Capacitação e Reconhecimento Profissional (qualidade

dos prestadores de serviço);

3.

Programas de Garantia da Qualidade (qualidade dos produtos e

componentes fabricados e instalados; e

4.

Programa de Gestão e Educação (mudança de hábitos e gestão da

demanda)

Programa da qualidade dos sistemas de medição individualizada da

água em edifícios

(24)

Gestão da Demanda da Água nos Cidades-Edifícios

Gestão da demanda de água

Recursos hídricos e sistemas prediais

Programas Institucionais

PNCDA, PURA- Sabesp, /PBQP-H/Qualihab. Proaqua-Sabesp

Ações estruturantes para a gestão da demanda

Ações Institucionais

Ações de Tecnologia: Qualidade, Desempenho e Inovação;

Gestão e Capacitação.

Recomendação de ações iniciais

(25)

Ações Estruturantes de Gestão da Demanda de Água nas Cidades

(26)

Ações Institucionais

26

 Atualizar, ampliar e implementar os programas institucionais

existentes de gestão da demanda de água

PNCDA e PURA -

integrando as ações nas três esferas do governo, com o apoio dos agentes

privados;

 Promover a interação com outros programas institucionais, em

especial de energia, resíduos sólidos, educação e saúde;

 Elaborar Códigos Modelo de Práticas de Conservação de Água

que possam

nortear os governos estaduais e municipais

em seus

programas, financiamentos, códigos de obra e o projeto e execução de

edifícios

 Implementar planos regionais e municipais de conservação de

água, que estabeleçam redução dos indicadores de perdas de água

em redes e redução do consumo de água nos edifícios, como

(27)

Ações Institucionais

27

 Fortalecer e ampliar os programas do PBQP-H/Qualihab para

garantia da qualidade dos produtos e serviços da Construção Civil,

em especial para sistemas de saneamento; combater a não

conformidade

 Desenvolver novo modelo tarifário, atrelado à redução do consumo

da água, e que garanta a saúde financeira das prestadoras de serviço;

 Aperfeiçoar o arcabouço institucional e legal (leis, decretos,

regulamentos, portarias e normas) - Proliferação de leis municipais,

estaduais e federais, sem o embasamento técnico necessário

(28)

Ações de Tecnologia

28

Estimular e incentivar parcerias entre universidades, centros de

pesquisa e a indústria para o desenvolvimento de tecnologias que

favoreçam a conservação de água, tais como:

 comandos hidráulicos e bacias sanitárias ainda mais eficientes, duchas e

chuveiros eficientes;

 sistemas integrados de esgotos sanitários;

 medição setorizada e remota, de medição individualizada de água em edifícios

residenciais e de escritórios;

 detecção e correção das perdas físicas nos sistemas prediais;

 redução dos riscos provenientes da estagnação da água nos sistemas;

 aproveitamento seguro de água não potável, integrando novos materiais básicos

e eletrônica; novas soluções construtivas para edifícios novos e em operação,

transformando os processos atuais artesanais em atividades de montagem;

modelos de gerenciamento do consumo de água

 Estimular a pesquisa de sistemas distritais de distribuição de água não potável,

com gestão centralizada da operação e manutenção.

(29)

Sistemas e Componentes Economizadores –

redução de volume e duração da descarga

(30)

Critérios de avaliação:

• Espalhamento da ducha;

• Temperatura de água na

entrada, no alvo e no

espalhador;

• Espalhamento da ducha (área

de cobertura) no alvo e

alcance;

• Gráfico Pressão x Vazão

• Eficiência da articulação;

alvo

espalhador

entrada

Componentes Economizadores –

Desempenho

(31)

Estudo de Campo

Avaliar o comportamento das bacias de

volume reduzido em condições reais de

utilização;

Implantação de sistema de monitoramento

em 24 residências em

Pindamonhangaba/SP;

Verificação do comportamento das bacias

sanitárias: descargas duplas, obstruções e

entupimentos;

Questionários: hábitos e satisfação dos

usuários.

Estudo do Volume Reduzido Nominal 6 litros

Bacias Sanitárias

(32)

Inovações tecnológicas

bacias sanitárias com volumes reduzidos de descarga

(33)

Inovações tecnológicas

b

acias sanitárias com volumes reduzidos de descarga

(34)

Ações de Tecnologia

34

 Mapear e identificar as regiões e edificações, por tipologia, com maior

potencial de redução do consumo para

estabelecimento de prioridades na

implantação de programas de Uso Eficiente da Água.

 Planejar a implantação de programas de Modernização dos

Sistemas Hidráulicos Prediais de edifícios com mais de 4 pavimentos

para o uso eficiente da água, objetivando a eliminação de perdas e

desperdício provocado por equipamentos antiquados, controle de

pressão e vazão, instalação de sistemas de medição do consumo para

viabilizar a Gestão da Demanda;

 Planejar a implantação de programas de substituição (rebate) e

adequação de equipamentos (troca de bacias sanitárias, instalação de

arejadores, entre outros) para casas e prédios com até 4 pavimentos.

(35)

Ações de Gestão e Capacitação Profissional

 Implantar programas de uso eficiente da água com estabelecimento

de práticas duradouras – foco na Gestão da Demanda; estimular a

definição de gestores da água e estabelecimento de

responsabilidades para manutenção de indicadores de consumo

em patamares compatíveis com as tipologias dos edifícios e tipos de

utilização da água;

 Incentivar a implementação de programas de capacitação e

reconhecimento profissional, em parceria com associações de

projetistas e instaladores e com universidades, com foco na

capacitação, qualificação e certificação, para garantir a qualidade

dos prestadores de serviço; programas de educação continuada;

 Implantar programa permanente de gestão da demanda em

instituições públicas como indutor para criação de novos hábitos de

consumo;

(36)

Gestão da Demanda da Água nos Cidades-Edifícios

Gestão da demanda de água

Recursos hídricos e sistemas prediais

Programas Institucionais

PNCDA, PURA- Sabesp, /PBQP-H/Qualihab. Proaqua-Sabesp

Ações estruturantes para a gestão da demanda

Ações Institucionais

Ações de Tecnologia: Qualidade, Desempenho e Inovação;

Gestão e Capacitação.

Recomendação de ações iniciais

(37)

 Programa de modernização dos sistemas prediais

hidráulicos em edifícios multifamiliares para o uso eficiente

da água

 Programa permanente de gestão da demanda em

instituições públicas (Pura

– Sabesp/USP).

 Programa de qualidade e desempenho dos sistemas de

saneamento (PBQP-H/Qualihab).

 Planejar planos municipais de conservação de água

(PNCDA)

(38)

PNCDA

Programa Nacional de Combate ao Desperdício de Água

Orestes M. Gonçalves

Referências

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