Determinantes
Sociais da Saúde
Prof. Alexandre Brasil Fonseca
Tópicos:
1. O real é relacional
2. As causas das causas
3. E os médicos?
Tópicos:
1. O real é relacional
2. A causa das causas
3. E os médicos
O real é relacional
• As situações sociais são interligadas e interdependentes;
• A iniqüidade social faz mal a saúde de todos;
10 dicas para permanecer saudável
1. Não fume, se fumar pare
2. Siga uma dieta balanceada rica de frutas e vegetais
3. Mantenha-se fisicamente ativo
4. Evite o stress, marque hora para relaxar
5. Se você beber álcool, o faça moderadamente 6. Proteja-se do sol, use protetores solares.
7. Pratique sexo seguro
8. Faça os “Screenings” para cancer
9. Dirija com cuidado, respeite o código de trânsito 10. Aprenda técnicas de ressuscitação ABC
10 dicas para permanecer saudável
1. Não seja pobre. Se puder, pare de ser.
Se não puder, tente não ser por muito
tempo.
2. Não viva em áreas pobres, quando
puder mude.
3. Tenha um carro.
4. Não tenha um emprego manual mal
pago e estressante.
5. Não fique desempregado ou seja
morador de rua.
10 dicas para permanecer saudável
6. Seja capaz de viajar nos feriados e tomar sol. 7. Não seja uma pessoa solitária, tenha uma
família.
8. Desfrute de todos os benefícios a que tem direito seja por desemprego, por
aposentadoria, por doença ou por invalidez. 9. Não viva perto de uma estrada muito
movimentada ou de uma fábrica poluidora. 10. Use a educação para melhorar a sua posição
Conceitos de saúde
• Estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não meramente a ausência de
doença e enfermidades - OMS;
• Resultante das condições de alimentação, habitação, educação, renda, meio ambiente, trabalho, transporte, emprego, lazer,
liberdade, acesso e posse da terra e acesso a serviços de saúde – 8a. CNS;
Determinantes da Saúde
Saúde e desigualdade
Desigualdades Sociais Iniqüidade nas condições de vida Iniqüidade no acesso e gasto em atenção de saúde Iniqüidade no estado de saúdeTópicos:
1. O real é relacional
2. As causas das causas
3. E os médicos?
4. Saber querer
As causas das causas
Distinguindo conceitos:
Desigualdades - diferenças sistemáticas na situação de saúde de grupos populacionais
Iniqüidades - as desigualdades na saúde evitáveis, injustas e desnecessárias (Whitehead)
Determinantes sociais de saúde – são as condições sociais responsáveis pelas iniqüidades.
“Características sociais dentro das quais a vida transcorre” (Tarlov).
•Em 2003, 1% dos brasileiros
mais ricos (somente 1,7
milhão de pessoas) se
apropriava de uma soma das rendas domiciliares semelhante àquela detida
pelos 50% mais pobres (86,9
milhões de pessoas).
Os 10 países com maiores
desigualdades de renda
0 20 40 60 80 Paraguay South Africa Brazil Guatemala Swaziland Central African Republic Sierra Leone Botswana Lesotho Namibia Países escandinavos = 25•Cerca de um terço da população brasileira é pobre (ou 53,9 milhões de pessoas). •Quanto aos
muito pobres (ou indigentes), a
proporção é de
um oitavo (ou
21,9 milhões de
Saúde
•As mortes por doenças
não-transmissíveis (como tumores e problemas
respiratórios) ganharam peso na mortalidade da população nas últimas décadas.
•As causas externas de
mortalidade (acidentes, homicídios e suicídios) também. Elas respondem sozinhas por 14,9% do total de óbitos do país e apresentam uma taxa de
71,7 óbitos por 100 mil
Aspectos da desigualdade
• Mortalidade infantil
• Mortes violentas
• Saneamento básico
• Raça, gênero e geração
• Educação
Saneamento básico:
quem não tem água
Saneamento básico:
quem não tem esgoto
• A segunda maior nação escravista da era moderna
• O último país do mundo ocidental a abolir a escravidão (1888)
• O penúltimo país da América a abolir o tráfico de escravos (1850)
• O maior importador de toda a história do tráfico atlântico
O Brasil tem hoje
A segunda maior população negra (afrodescendente) do mundo, com cerca de 80 milhões de indivíduos, só sendo superado pela Nigéria
• Em Minas Gerais, em 1831, 34% dos domicílios possuía escravos (dois terços destes tinham de 1 a 5 indivíduos)
• Em 1997, 24% dos domicílios mineiros tinham automóvel
Evolução educacional na América Latina
0 2 4 6 8 10 12 1930 1940 1950 1960 1970Nicaraguá El Salvador Brasil
México Chile Argentina
Evolução educacional entre países
0 2 4 6 8 10 12 14 1930 1940 1950 1960 1970Brasil Média AL Coréia Taiwan EUA
Jovens (15 a 19 anos) pobres que
concluíram o ensino fundamental
Fonte: Agenda Perdida, 2002
0 20 40 60 80 100 C am ar õ es R w an d a Ín d ia D o m in ic an a C o lô m b ia B ra si l U g an d a T an zâ n ia Z im b ab w e T u rq ia
• O Brasil não é um país pobre, mas sim
um país extremamente injusto e desigual com muitos pobres;
• O aumento das desigualdades em
outros países já foi definido na literatura sociológica como um processo de
Brasil: Carga Tributária (%) por Décimos de Renda, 2002-2003, a partir da POF 32,8 10,7 14,6 16,4 16,4 17,6 18,3 19,4 20,7 24,2 29,1 3,7 2,8 4,1 4,5 4,9 5,7 6,9 7,7 8,8 12,0 27,0 24,8 23,9 23,2 23,3 23,3 24,1 23,4 22,7 0,0 5,0 10,0 15,0 20,0 25,0 30,0 35,0 Tributação Indireta 29,1 24,2 20,7 19,4 18,3 17,6 16,4 16,4 14,6 10,7 Tributação Direta 3,7 2,8 4,1 4,5 4,9 5,7 6,9 7,7 8,8 12,0 Tributação Total 32,8 27,0 24,8 23,9 23,2 23,3 23,3 24,1 23,4 22,7 1o 2o 3o 4o 5o 6o 7o 8o 9o 10o
A face da pobreza brasileira está
cada vez mais:
• Feminina
• Jovem (vivendo em famílias monoparentais)
• Negra
• Não-agrícola
• Informal
A desigualdade diminuiu
• Pico da desigualdade - segunda metade da década de 1980
• Pequenos sinais de queda - década de 1990 • Tendência clara de redução da desigualdade
– a partir de 2001, qualquer que seja a medida
• Nas últimas três décadas a desigualdade jamais esteve tão baixa quanto em 2004 (mas ainda é muito alta)
0.626 0.606 0.584 0.597 0.599 0.601 0.637 0.583 0.601 0.602 0.595 0.597 0.585 0.775 0.683 0.724 0.753 0.744 0.696 0.735 0.738 0.716 0.729 0.689 0.574 0.667 0.873 0.892 0 .5 0 .6 0 .7 0 .8 0 .9 1 9 7 5 1 9 8 0 1 9 8 5 1 9 9 0 1 9 9 5 2 0 0 0 2 0 0 5 G in i T h e il T C om po rt am en to do C oe fici en te de G in ie Ín di ce de T he il F ont e: I P E A , 2006
0 5 10 15 20 25 30 Brasil PanamáPeru BotswanaZâmbia México ColômbiaTurquia VenezuelaCostaRica Fiji Filipinas ArgentinaPortugal Índia ElSalvador CoréiadoSulItália FrançaEUA Paquistão ReinoUnidoEspanha AlemanhaJapão Hungria Holanda
Grau de desigualdade de renda
Razão entre a renda dos 10% mais ricos pela renda dos 40% mais pobres
Fonte: IPEA/95
Fonte: CPS/IBRE/FGV processando os microdados da PNAD/IBGE 35.31 28.50 27.18 28.17 25.38 28.38 27.63 28.79 28.99 35.16 26.72 22.77 22.00 25.00 28.00 31.00 34.00 37.00 40.00 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004
Miséria - % da População,Brasil
2001-2004
As Particularidades da Queda
• Crescimento da renda dos pobres: para os mais pobres a situação só melhorou nesta década.
• 70% da população teve aumento de
rendimentos familiares. Os 11% mais ricos tiveram perdas.
• Apesar da queda na renda média, a renda dos mais pobres cresceu pelo menos 10%.
2001-2004
As Particularidades da Queda
• Mudanças de extremo a extremo: queda dos muito ricos, aumento da renda dos muito
pobres.
• Quem mais ganhou foram os 20% mais
pobres. Quem mais perdeu, o 1% mais rico. Se é para haver perdas, foi a melhor
“Baixou a tolerância da sociedade brasileira em relação à desigualdade”
• Há uma menor tolerância na sociedade em relação a desigualdade social;
• Entre 2001 e 2004 tem-se significativos efeitos das políticas de renda mínima. Menor em 2005;
• Cada real gasto no Bolsa Família representa uma redução duas vezes e meia maior da pobreza do que um real de aumento no salário mínimo => gasto efetivo com mais pobres, especialmente crianças.
• É preciso ir “para além” do Bolsa Família; com o
melhoramento do gasto social e com a apresentação de alternativas de saída/qualificação profissional:
“Encontrar” os pobres; tirá-los da pobreza e transformar sua realidade por intermédio da melhora dos postos de trabalho.
• Se o Lula é o pai dessa redução, FHC é o avô.
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 P or ce nt ag em d a re nd a ap ro pr ia da 50% mais pobres 40% seguintes 9% seguintes 1% mais rico
Fonte: Elaborado pela Diretoria de Estudos Sociais do IPEA, a partir da PNAD.
A iniquidade faz mal à saúde de todos
• A desigualdade na distribuição de renda não é prejudicial a saúde apenas dos grupos mais
pobres, também é para a sociedade em seu conjunto.
• Grupos de renda média em um país com alto grau de iniqüidade de renda possuem situação de saúde pior que a de grupos de renda
inferior que vivem em sociedades mais eqüitativas.
Tópicos:
1. O real é relacional
2. As causas das causas
3. E os médicos?
Uma profissão singular
• Autonomia e auto-regulação.
– Autonomia técnica: abrange elevado e
complexo corpo de conhecimento científico; – Autonomia econômica: controle sobre o
processo de trabalho;
• Profissão liberal: Liberdade de pensar, agir e de estipular o valor monetário de seus
serviços.
• Formada por experts, únicos habilitados. Quase sempre prevalece a opinião do
Características gerais:
• “Elitização”: filhos de profissionais de nível
superior. Cerca de 8% são filhos de médicos e quase a metade tem algum parente na
profissão.
• Rejuvenescimento do contingente médico. • Feminização (30% são mulheres, entre
residentes 50,3%, entre profissionais até 27 anos são 40%. Entre 50-59 anos são 18%). • 119 escolas de medicina em janeiro de 2006
(65 pub. e 54 priv.) – taxa de crescimento
Formação:
• Graduação em instituição pública: 66,4% • Fez mestrado: 14% (2002; 1996 = 7,7%) • Fez doutorado: 6,8 (1996 = 3,7%)
• Fez residência médica: 61,6% (1996 = 74,1%) • Curso de especialização: 40,7%
• Título de especialista: 66,5%
• Participa em congressos: 86,7%
• Filiado a sociedade científica: 98,3%
• Vê necessidade de aprimoramento profissional: 96,3%
Relação médico/habitantes
DF 257 MA 1672 1010 AP 1017 CE 1034 AC 1129 RO 463 PR 1190 PA 411 SP 1207 PI 279 RJ UF UFExistem 292 mil médicos
ativos no Brasil (12/2003)
Relação capital x interior
34%
66%
Concentração
• 80% dos médicos estão em sete Estados:
– Rio de Janeiro – São Paulo – Minas Gerais – Bahia – Pernambuco – Paraná
Inserção no mercado de trabalho,
1996
• 69,7% atua no setor público, 59,3% no setor privado e 74,7% em consultórios. • 79,1% mantém convênios (limita a
autonomia e confere isonomia salarial). • 48,9% trabalha em regime de plantão. • A renda mensal é de US$ 1,280 (valor
modal). 50% ganha entre 1500 e 3000. 40% ganha menos e 10% ganha mais.
Rendimentos dos médicos, 2004
• 42,7% afirmam que sua remuneração
diminuiu, nos últimos 7 anos, (época em que foi realizada a Pesquisa Perfil do Médico,
pela Fiocruz), 26,2% afirmam que ela não se alterou nesse período e 31,1% dos
entrevistados afirmam que sua remuneração aumentou.
• A renda mensal do médico gira em torno de 1.667 dólares, a renda mensal desejada fica em 3.333 dólares. 52% ganham até 2000
USD (eram 45% em 1996). 9% ganham acima de 4000 USD (eram 19%).
Médicos distribuídos por
modalidade de consultório
3,8 Horário sublocado
6,0 Cedendo percentual da produção
6,8 Comodato em hospital 20,3 Em grupo 9,8 Individual 30,1 Alugado 13,8 Em grupo 26,7 Individual 40,5 Próprio (%) Modalidade de consultório
Médico distribuídos por número
de atividades
(público, privado econsultório)
6% 2%
31% 28%
17% 16%
Fases da vida profissional
• Iniciando-se na vida profissional
– (até 4 anos de formado). Valor modal US$ 786,10
• Afirmando-se no mercado
– (5 a 9 anos), US$ 1053,60 – multiprofissional
• Consolidando-se na vida profissional
– (10 a 24 anos), US$ 1595,90
• Desacelerando as atividades médicas
– (25 a 34 anos), US$ 2,133,00
• Paralisando a vida profissional
Especialidades:
• Principais (“matrizes”):
– Pediatria (13,5%), fem (60%), US$ 2163,00
– Gineco-Obstetrícia (11,8%), masc (60%), US$ 2824,00
– Medicina Interna (8,0%), masc (71%), US$ 2247,00
– Cirurgia Geral (5,5%), masc (95%), US$ 3008,00
• Absorvem 38,8% dos médicos.
• Outras seis principais especialidades:
– Anestesiologia (5,25%), Cardiologia, Ortopedia e Traumatologia, Oftalmologia, Psiquiatria e
Médicos distribuídos por gênero
segundo faixas de renda (US$)
0 5 10 15 20 25 30 35 40 até 1000 1001/2000 2001/4000 4001/8000 8000 + Homens Mulheres
SUS e PSF
• Uma realidade: 84,2% dos médicos afirmam a presença do SUS ou PSF na sua cidade;
Tabela – % dos que consideram que melhorou com o SUS e do PSF 70,0 50,7 Cobertura da assistência 74,6 44,8 Emprego médico 38,9 27,5
Organização dos serviços
37,2 20,7
Qualidade dos serviços
40,6 9,9 Rendimento médico 19,5 11,7 Condições de trabalho PSF SUS
Sistema de convênios
Tabela – Conseqüências do sistema de convênio em fatores ligados à prática médica
6,8 78,0 Autonomia profissional 3,0 83,6 Liberdade de fixação de $ 26,7 38,7 Clientela certa 29,6 50,7
Facilidades internação e exames
32,2 41,1 Abertura de mercado de trabalho 83,4 4,9 Burocracia no consultório 31,3 52,3
Liberdade de escolha para pc
Melhor Pior
Ser médico no Brasil hoje é...
• Possuir uma posição de prestígio e poder. • Ser profissional liberal.
• Misturar vida pessoal com vida profissional • Sofrer desgaste e sofrimento psíquico:
– Perda de autonomia
– Conflito/cobrança da população (estar “24 horas no ar”);
– Relação médico paciente;
– Área de atuação/especialidade; – Diminuição da remuneração; – Más condições de trabalho;
– Responsabilidade com a “vida”
– Excesso de trabalho/multiemprego (média 3 funções).
= sal
Branco, abundante e barato.
... se anatomia e a fisiologia foram
fundamentos da medicina clássica, a física e química foram as disciplinas básicas da
medicina do século 19, as disciplinas sociais ou ecológicas serão essenciais para a medicina
do terceiro milênio. Antropologia Médica,
História da Medicina, Psicologia e Pedagogias Sociais, Sociologia e Epidemiologia, Estatística e Ética Médicas, dentre outras, serão
fundamentais para erigirmos uma nova teoria da medicina, preocupada com as tarefas
curativa, preventiva e reabilitadora, mas
também com a melhoria da natureza humana e o bem-estar social, através do atendimento
adequado a necessidade de saúde de indivíduos e populações.
Comissão Interinstitucional Nacional de Avaliação do Ensino Médico Projeto CINAEM, III Fase - Relatório 1999-2000
Percepção dos médicos sobre o quanto
algumas palavras definem muito ou totalmente o futuro da sua profissão
Tecnologia Pessimismo Otimismo Incerteza Cooperativa Convênio Competência Assalariamento
Percepção dos médicos sobre o quanto
algumas palavras definem muito ou totalmente o futuro da sua profissão
77,5% Tecnologia 45,7% Pessimismo 14,7% Otimismo 59,9% Incerteza 51,8% Cooperativa 61,4% Convênio 46,0% Competência 62,2% Assalariamento
Tópicos:
1. O real é relacional
2. A causa das causas
3. E os médicos?
• Querer é fundamental, mas não é
suficiente. É preciso também saber
querer, aprender a saber querer, o
que implica em saber lutar
politicamente e com táticas
adequadas e coerentes com nossos
sonhos estratégicos
. (Paulo Freire)
Estratégias de ação
• MEDIÇÃO: Quem são, onde estão os
pobres. Medir as diferenças entre os
grupos e estabelecer metas de
Estratégias de ação
• EMPODERAMENTO DA
SOCIEDADE: A maior equidade em
saúde (atenção, cobertura,
financiamento) assumida como um
elemento de pressão social e política.
Necessidade de participação e
Estratégias de ação
• DEFESA DE DIREITOS E
PROMOÇÃO: Aumentar a
consciência social sobre as
• Não há um “eu sou”, um “eu sã”,
um “eu liberto”, um “eu me salvo”;
como não há um “eu te dou
conhecimento”, um “eu te liberto”,
um “eu te salvo”; mas pelo
contrário, um “nós somos”, um “nós
sabemos”, um “nós nos
libertamos”, um “nós nos
salvamos”. (Paulo Freire)
Referências:
BARROS, R.: CARVALHO, M.: FRANCO, S. A contribuição dos benefícios sociais para a queda recente da
desigualdade e da pobreza. Brasília: IPEA, 2007.
BARROS, R.: CARVALHO, M.: FRANCO, S.: MENDONÇA, R. Conseqüências e causas imediatas da queda recente da
desigualdade brasileira. Brasília: ICSW 36, 2006.
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MACHADO, M. H. (coord.). Os médicos no Brasil: um retrato da realidade. Rio de Janeiro, Fiocruz, 1999.
MACIEL FILHO, R & PIERANTONI, C. R. O médico e o mercado de trabalho no Brasil: revendo conceitos e mudanças. In: Ministério da Saúde. Observatório de Recursos Humanaos em Saúde no Brasil. Brasília: MS, 2004.
LEAL, ML. Iniqüidades sociais e na saúde das populações. Biblioteca Multimídia da ENSP. MARTINS, Roberto Borges. Desigualdades raciais no Brasil. IPEA, 2001.
MEDEIROS, M. & OSORIO, R. A queda da desigualdade de renda no Brasil. Brasília: IPEA, 2006. NERI, M. Miséria, desigualdade e estabilidade: o segundo real. Rio de Janeiro:FGV/CPS, 2005. NUNES, E.. Mensuração e caracterização da pobreza no Brasil. São Paulo: Visão Mundial, 2003. PEREIRA-NETO, A. F. Ser médico no Brasil: o presente no passado. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2001.
PERRUSI, A. Profissão vocação e medicina. Política & Trabalho, João Pessoa, 6:73-84, set, 2000. Pochmann, M. Justiça tributária: iniquidades e desafios. Brasília: IPEA,, 2008.