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REGULAMENTO DE ESTÁGIO/PROJECTO

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REGULAMENTO

DE

ESTÁGIO/PROJECTO

Aprovado pelo Conselho Técnico-Científico em 20 de Outubro de 2010

Escola Super ior de Educação, Comunicação e Despor t o

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Tendo em consideração o disposto no Regulamento Escolar dos Cursos de 1.º Ciclo, no Regulamento de Estágios e no Regulamento dos Cursos de Especialização Tecnológica (CET’S) do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), e as especificidades dos cursos ministrados na Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto (ESECD), são definidas neste documento as regras básicas que permitem situar cada um dos intervenientes, definindo-lhes objectivos, competências e responsabilidades a considerar no desenrolar das actividades de estágio.

1. DISPOSIÇÕES GERAIS

1.1. O estágio curricular tem por objectivo complementar a formação académica através do exercício de tarefas e funções práticas em Instituições, proporcionando ao estudante a aprendizagem de competências profissionais num contexto real de trabalho.

1.2. O estágio curricular é realizado em Instituições, públicas ou privadas, que proporcionem condições para o seu desenvolvimento enquadrado no plano de estágio e nas saídas profissionais do curso em questão.

1.3. O IPG, através dos diferentes Gabinetes de Estágios e Saídas Profissionais (GESP) das Escolas que o compõem, promove anualmente o Programa de Estágios Curriculares. Assim, é criada uma base de dados de Instituições interessadas em cooperar com o IPG no acolhimento de estudantes para a realização dos seus estágios curriculares, disponibilizando-se a mesma a todos os interessados, nomeadamente através de um portal informático (www.gesp.ipg.pt).

1.4. Paralelamente o estudante poderá, por sua iniciativa, contactar outras Instituições que não integrem o referido Programa.

1.5. O tema e o plano do estágio devem ser previamente elaborados em conjunto pelo Supervisor ou Supervisores na Organização de acolhimento, o estudante e pelo Orientador na Escola.

1.6. O estágio curricular deve ter a carga horária prevista no Despacho de criação do curso em questão, não podendo, todavia, ser inferior a três meses. Poderão existir excepções para os estágios realizados ao abrigo de Protocolos com Associações ou Ordens Profissionais, os quais serão objecto de regulamentação própria quando necessário.

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se considerar serem objecto de regulamento específico no âmbito de cada curso.

2. CONDIÇÕES DE ADMISSÃO 2.1. O início do estágio curricular pode ocorrer quando:

2.1.1. Além do estágio, o aluno tenha até três unidades curriculares por aprovar.

2.1.2. No caso do curso de Desporto, poderá iniciar o estágio, no 5.º semestre lectivo, o aluno que haja obtido aprovação a um número de unidades curriculares correspondentes a um mínimo de 90 ECTS.

2.1.3. De acordo com o ponto 14 do artigo 12.º do Regulamento dos CET’S do IPG, só são admitidos a frequentar a componente de formação em contexto de trabalho formandos que tenham obtido aprovação em unidades de formação correspondentes a, no mínimo, 70% dos ECTS da componente de formação geral e científica e, cumulativamente, 80% dos ECTS da componente de formação tecnológica.

2.2. O estudante deverá dirigir-se ao GESP para iniciar o processo de admissão ao estágio curricular, até ao final do primeiro semestre (Modelo GESP.011).

3. ORIENTADOR NA ESCOLA

3.1. O estágio curricular deve, sempre que possível, ser acompanhado por um docente da área científica mais directamente relacionada com o curso.

3.2. Excepcionalmente, o orientador de Estágio poderá ser um Professor contratado a tempo parcial. Se o estágio e/ou a sua defesa se prolongar para data posterior ao período do contrato do referido Professor, o Director de Curso a que o estágio pertence terá de assumir todas as responsabilidades administrativas por vez do orientador.

3.3. O estudante pode propor a indicação do Orientador na Escola, devendo esta ser oficializada através de requerimento ao Director(a) do curso a que pertence (Modelo GESP.001).

3.4. Quando o aluno não indique por sua iniciativa o nome de um Orientador, deve requerer ao Director(a) do curso a que pertence a sua nomeação (Modelo GESP.001).

3.5. Recomenda-se que cada docente não acompanhe mais de seis estudantes em simultâneo.

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3.6. O Orientador na Escola deverá conciliar os interesses e deveres da Organização que concede o estágio curricular, os interesses e deveres do estagiário e os objectivos e competências profissionais do estágio curricular enquadrado no curso da Escola.

3.7. O Orientador na Escola deve colaborar na elaboração do Plano de Estágio (Modelo GESP.003). Caso exista já um plano definido entre o estagiário e a Organização de acolhimento, o Orientador na Escola deverá pronunciar-se sobre o seu conteúdo e proceder à sua validação.

3.8. Ao Orientador na Escola caberá ainda a realização das seguintes tarefas: 3.8.1. Orientar o estudante na eventual escolha da Organização, tendo em

conta os objectivos por este manifestados;

3.8.2. Analisar e participar na elaboração do Plano de Estágio elaborado entre a Organização e o estudante;

3.8.3. Esclarecer o estudante e a Organização de acolhimento relativamente a questões e dúvidas no decorrer do estágio curricular;

3.8.4. Efectuar uma apreciação preliminar ao relatório de estágio curricular apresentado pelo estudante antes de o submeter à apreciação do júri;

3.8.5. Realizar uma síntese do Plano de Estágio cumprido e uma avaliação global do estágio curricular para posterior transcrição no Certificado de Estágio Curricular (Modelo GESP.004).

4. ORGANIZAÇÃO DE ACOLHIMENTO

4.1. A Organização de acolhimento deverá designar um Supervisor para o acompanhamento efectivo do estágio curricular, com experiência relevante na área ou afim e, preferencialmente, com formação superior.

4.2. O estágio curricular não é remunerado, reservando-se, contudo, à Organização o direito de atribuir uma gratificação ao estagiário pelo trabalho desenvolvido.

4.3. O Supervisor na Organização deverá emitir uma avaliação qualitativa no final do período de estágio curricular, em impresso próprio (Modelo GESP.004), sobre o desempenho do estudante e a forma como decorreu o estágio curricular.

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4.4. Para assistir à apresentação e discussão do relatório de estágio curricular, poderão ser convidados elementos da Organização, não tendo estes, no entanto, direito a intervir na deliberação relativa à nota do estágio curricular. 4.5. Em caso de incumprimento por parte do estudante do estipulado no ponto

5.2.1, reserva-se à Organização o direito de rescindir a Convenção de Estágio

Curricular (Modelo GESP.002), com notificação prévia à Direcção da Escola, recomendando-se que o Supervisor na Organização contacte o Orientador na Escola fundamentando a decisão.

5. ESTÁGIO CURRICULAR 5.1. Início do Estágio:

5.1.1. O estágio curricular decorrerá nas instalações da Organização, ou em outro local por ela designado, desde que tenha sido do conhecimento e acordo prévio do estudante.

5.1.2. Antes ou no prazo máximo de trinta dias após o início do estágio curricular, o estudante deve entregar, em duplicado, no GESP, a Convenção de Estágio Curricular (Modelo GESP.002), devidamente preenchida e assinada pela Organização e pelo Orientador na Escola, com carimbo por parte dos Serviços Académicos, comprovando o cumprimento de todas as condições exigidas para o início do estágio.

5.1.3. Aos dois exemplares da Convenção de Estágio Curricular deverá ser obrigatoriamente anexo o Plano de Estágio (Modelo GESP.003), com a descrição das actividades previstas a desenvolver, assinado pelo Supervisor na Organização e pelo Orientador na Escola.

5.1.4. Após a assinatura pela Direcção da Escola, um dos exemplares será enviado para a Organização por correio, ao cuidado do Supervisor, para regularização da situação do estudante no local de estágio. 5.2. Durante o Estágio:

5.2.1. O estagiário, durante o período de estágio curricular, ficará sujeito à disciplina e regras da Organização, nomeadamente no que diz respeito ao horário laboral, normas de saúde, higiene e segurança no trabalho, bem como a qualquer regulamento interno.

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5.2.2. O estagiário deve cumprir com as directivas emanadas da Direcção da Escola, bem como acatar e seguir as instruções dos responsáveis pela orientação.

5.2.3. A condição de estudante do IPG garante ao estagiário os direitos que assistem a qualquer estudante do Ensino Superior, designadamente em termos de seguro escolar.

5.2.4. Durante o decurso do estágio curricular, ficará ao critério do Orientador na Escola a obrigatoriedade do estudante lhe apresentar os seguintes elementos:

 Resumos mensais da actividade desenvolvida pelo estagiário;  Partes do relatório de estágio para sua prévia apreciação;  Dossiê contendo diversos materiais do Estágio.

5.2.5. O Orientador na Escola poderá, por solicitação do estudante ou do Supervisor na Organização, deslocar-se, se possível, ao local de estágio curricular para conhecimento das condições em que o mesmo está a decorrer.

5.2.6. Caso não se verifique o cumprimento do Plano de Estágio inicialmente acordado, por motivos alheios ao estagiário ou à Escola, poderá o estudante solicitar ao Director da Escola, com conhecimento ao Director(a) de curso e Orientador, a alteração dos objectivos iniciais ou o início de um novo estágio curricular em Organização diferente. 5.3. Fim de Estágio:

5.3.1. O estudante deverá entregar para apreciação pelo Orientador na Escola uma primeira versão do seu relatório no final do período de estágio curricular.

5.3.2. No final do processo de apreciação por parte do Orientador na Escola, o estudante deverá entregar três exemplares em papel do seu Relatório de Estágio curricular, em versão provisória, para ser submetido à apreciação do júri.

5.3.3. Com a entrega dos exemplares do relatório de estágio curricular, o estudante deverá entregar igualmente o Certificado de Estágio Curricular (Modelo GESP.004) preenchido e assinado pelo Supervisor na Organização.

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5.3.4. O estudante poderá solicitar documento comprovativo da sua recepção no qual deverá constar o nome do estudante estagiário, o título do trabalho e a data da entrega dos relatórios.

5.3.5. O Orientador na Escola deverá solicitar ao Director(a) de Curso, até cinco dias (úteis) antes da data pretendida, a nomeação de júri para avaliação do relatório de estágio curricular, podendo, de sua iniciativa, apresentar uma proposta de composição de júri (Modelo GESP.005).

5.3.6. É interdita, e será declarada nula e sujeita a procedimento disciplinar, a avaliação de qualquer relatório cujo júri não tenha sido homologado pelo Director da Escola.

5.3.7. Na nomeação dos elementos do júri deve ser garantida uma distribuição equitativa por todos os docentes da área científica com maior ligação ao curso do aluno em causa, devendo ser, sempre que possível, integrados docentes de outras áreas científicas.

6. REGRAS PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO

6.1. O relatório de estágio curricular deverá permitir uma avaliação correcta do trabalho desenvolvido na Organização, efectuar a ligação entre a prática e os conhecimentos adquiridos na ESECD e relacionar os objectivos, meios e acções da actividade desenvolvida com os resultados obtidos. Para tal, será seguida a seguinte estrutura:

a) Ficha de identificação, onde figure o nome do estudante, o nome da Organização, moradas, localidades, datas de início e fim de estágio curricular, nome e grau académico do Supervisor na Organização e nome do Orientador na ESECD;

b) Agradecimentos;

c) Índice geral, índices parcelares (quadros, tabelas, figuras, gráficos e outros que se justifiquem), lista de siglas, glossário de termos técnicos; d) Introdução, onde deverá ser referido o Plano de Estágio, a anexar; e) Caracterização sumária da Organização (sector de actividade, sede,

sucursais, número de trabalhadores no local onde realizou o estágio curricular, organização interna, datas e factos relevantes para conhecimento da actividade da Organização);

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g) Actividades desenvolvidas (com indicação das aprendizagens efectuadas e das dificuldades encontradas e superadas);

h) Reflexão final (autoavaliação do estagiário, contendo elementos que possam perspectivar a melhoria da qualidade da formação, quer na Escola, quer em futuros momentos de formação nas Instituições; abordagem da relação entre o plano do curso e o trabalho desenvolvido; referência a eventuais sugestões para a organização de futuros estágios);

i) Bibliografia; j) Anexos.

6.2 . Como factores de avaliação devem ser tomadas em conta as seguintes recomendações na apresentação do relatório de estágio curricular:

a) O Relatório de Estágio curricular deve ser redigido de forma clara e objectiva, sem rasuras e/ou erros;

b) Terá de ser obrigatoriamente dactilografado a espaço e meio, com letra do tipo Times New Roman e tamanho 12;

c) Devem ser utilizadas folhas opacas de formato A4, preferencialmente brancas;

d) A capa do relatório de estágio curricular deve observar, obrigatoriamente, o modelo disponível no GESP e no Portal [email protected] (modelo GESP.007).

e) O Relatório dever ser paginado segundo a seguinte regra: Numeração romana até à introdução (exclusive), excepto a capa. Numeração árabe a partir da introdução (inclusive) até à última página da Bibliografia.

f) As figuras, quadros e outros elementos visuais devem apresentar legendas, contendo número, título e fonte;

g) A utilização de siglas ou abreviaturas deve restringir-se à forma padrão, evitando a sua inserção no título; a designação completa da instituição/organismo/obra à qual se refere a abreviatura ou sigla deve preceder, no texto, a primeira indicação destas - exemplo: Instituto Politécnico da Guarda (IPG). Não devem ser utilizados pontos nas siglas - exemplo: IPG em vez de I.P.G.

h) Os vocábulos estrangeiros devem ser devidamente assinalados em

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i) Os números, quando não forem seguidos por unidade de medida, devem ser apresentados por extenso, de primeiro a décimo e de um a dez (inclusive), e por algarismos a partir deste último;

j) As referências bibliográficas devem ser colocadas no corpo do texto, através da indicação do autor, do ano de edição e, no caso de citações formais, da(s) página(s), de acordo com os seguintes exemplos:

- “ Contribuem para o bem (Hughes, 2001) …; - “Como é referido por Zen (1980) …; - “ «O objecto vale o preço» (Reis, 2000: 35); - Diversos autores: (Santos e Neves, 2004) ou (Simões et al., 1995);

k) A lista bibliográfica - obrigatória, conforme a alínea i) do ponto 6.1 - é organizada por ordem alfabética e deve conter todas as referências existentes no texto e outras fontes que, não estando referidas, foram necessárias à elaboração do trabalho, tais como:

Livros - exemplo: Oliveira, J. B. (2007). Psicologia da Educação (8ª ed., Vols. 1-2). Porto: Livpsic; Artigos Científicos - exemplo: Lee, A. (1997). Contributions of Research on Student Thinking in Physical Education.

Journal of Teaching in Physical Education, 16, 3, 262-277; Artigos ou

Capítulos de Livros - exemplo: Vala, J. (1986). A Análise de Conteúdo. In A. Silva & J. Pinto (orgs.), Metodologia das Ciências Sociais (pp. 101-128). Porto: Edições Afrontamento; Actas de Congresso, Simpósio ou Seminário - exemplo: Piéron, M. (1986). Analysis of the research based on observation of the teaching of physical education. In M. Piéron & G. Graham (Eds.), The Olympic Scientific Congress: Proceedings (pp. 193-202). Champaign: Human Kinetics; Dissertações de Doutoramento, Mestrado e monografias de final de curso - exemplo: Neto, C. (1987). Motricidade e desenvolvimento: estudo do comportamento de

crianças de 5-6 anos relativo à influência de diferentes estímulos pedagógicos na aquisição de habilidades fundamentais de manipulação.

Dissertação de doutoramento não publicada, Universidade Técnica de Lisboa, Lisboa, Portugal; CD-ROM - exemplo: Instituto Nacional de Estatística (1998) Anuários estatísticos regionais: 1996-1997. (CD-ROM), Lisboa: INE; Artigo retirado de uma revista electrónica - exemplo: Vásquez Olcese, C. (2002). El diagnóstico en terapia familiar sistémica.

Psicologia com: Revista Electrónica de Psicologia, 6. Consultado em

24/Jul, 2003, em http://www....; Documento retirado de uma página web - exemplo: Kopta, S. M., Lueger, R. J., Saunders, S. M., & Howard, K. I. (1999). Individual psychotherapy outcome and process research:

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Challenges leading to greater turmoil or a positive transition? Consultado

em 24/Out, 2003, em http://www....;

l)

No final devem ser agrupados os anexos, acompanhados da respectiva listagem;

m)

Cada anexo será separado por uma folha de rosto contendo número e título;

n) Todas as digitalizações devem apresentar boas condições de legibilidade;

o) O texto deve ser justificado nas páginas A4, devendo a margem esquerda ter 3 centímetros e a direita 2.

p) O texto não deverá ultrapassar os 60 mil caracteres (cerca de 50 páginas);

q) Os diversos exemplares do relatório de estágio curricular devem ser brochados ou encadernados;

r) Folhas com dimensões superiores (mapas, peças desenhadas de projectos, etc.) devem ser introduzidas em carteiras plásticas, as quais serão encadernadas conjuntamente com o texto do relatório de estágio.

7. PRESTAÇÃO DE PROVAS

7.1. A defesa do relatório de estágio deverá realizar-se até 31 de Dezembro do ano lectivo de conclusão do curso em que o aluno se encontra inscrito.

7.2. O aluno poderá, ainda, fazer a apresentação e defesa do relatório de estágio até ao final do primeiro semestre do ano lectivo posterior àquele em que se matriculou a esta unidade curricular, tendo, no entanto, de efectuar a renovação da sua inscrição para o ano lectivo seguinte.

7.3. O prazo máximo para apresentação/defesa do relatório de estágio curricular é de três meses após o término da permanência na Organização, excluindo deste período o mês de Agosto.

7.4. Na impossibilidade de cumprir o disposto no ponto anterior, o estudante deverá apresentar um requerimento ao Director da Escola, quinze dias antes do final do prazo, fundamentando de forma clara os motivos da solicitação de prorrogação

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7.5. No caso de não cumprir o disposto nos pontos anteriores, o estudante terá, obrigatoriamente, de iniciar novo processo de estágio, respeitando a globalidade dos procedimentos referidos no presente regulamento.

7.6. A prestação de provas relativamente ao Estágio curricular realizado pelo estudante será efectuada perante um júri, à excepção dos casos referentes aos cursos em que tal prestação de provas não é exigido.

7.7. O júri será constituído por três docentes dos quais um será, obrigatoriamente, o Orientador na Escola e os restantes dois docentes serão nomeados pela Direcção do Curso e validados pelo Director da Escola.

7.8. O Orientador na Escola não pode ser arguente no decorrer da apresentação do relatório de estágio curricular.

7.9. A marcação do dia e hora em que se procederá à apresentação do relatório de estágio curricular será realizada de comum acordo entre todos os elementos do júri e o estudante. Cabe ao Orientador na Escola comunicar esses dados ao estudante pelos meios que considerar mais convenientes.

7.10. O estudante deverá tomar conhecimento dos dados anteriores com, pelo menos, quarenta e oito horas de antecedência. A apresentação do relatório de estágio curricular não poderá exceder sessenta minutos, devendo reservar-se para o estudante um período equivalente aos dos membros do júri.

7.11. Após a apresentação do relatório de estágio curricular, o júri deliberará em sessão fechada qual o resultado obtido e respectiva classificação. O júri apreciará o relatório e emitirá um parecer sobre o mesmo com um resultado final que será Aprovado ou Reprovado. Quando o resultado for Aprovado, será atribuída uma classificação final numa escala inteira entre 10 a 20 valores. 7.12. O estudante deverá ter conhecimento imediato da deliberação do júri. 7.13. O relatório de estágio curricular será reprovado quando:

I. O estudante praticar fraude (por exemplo, plágio) na realização do mesmo;

II. O estudante se recuse a fazer as alterações formais sugeridas pelo júri ou que o estudante não tenha conseguido discutir o relatório de estágio curricular de uma forma minimamente aceitável e o júri conclua, após a apresentação, que o relatório de estágio curricular não merece a classificação mínima de dez valores.

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7.14. Da deliberação de reprovado, deverá o júri elaborar relatório detalhado que entregará ao Director(a) de curso que dará, posteriormente, conhecimento à Direcção da Escola.

7.15. Recomenda-se que decisões desta natureza sejam tomadas por votação, prevendo-se que no Relatório a apresentar possam constar eventuais declarações de voto dos membros do júri.

7.16. Se a deliberação do júri conduzir a um resultado de Reprovado, o estagiário deverá repetir o estágio curricular, respeitando a globalidade dos procedimentos referido no presente regulamento. Será ainda à Direcção da Escola que caberá a decisão sobre a possibilidade de repetir o estágio curricular na mesma instituição ou sobre o recurso a outra diferente.

7.17. Após a prestação de provas, o estudante terá de entregar ao Orientador da Escola uma versão definitiva (em papel e em suporte digital) do relatório de estágio curricular já com as correcções formais sugeridas pelo júri, quando tal tenha sido considerado necessário. Este exemplar será entregue no GESP, que diligenciará o seu arquivo na Biblioteca do IPG.

7.18. Não é permitido o lançamento da nota de estágio enquanto não for feita prova da entrega da versão final do relatório no GESP.

7.19. A prova a que se faz menção no ponto anterior será concretizada através de carimbo do GESP no Certificado de Estágio Curricular (Modelo GESP.004). 7.20. Os Serviços Académicos da Escola não poderão recepcionar qualquer

Certificado de Estágio Curricular que não seja acompanhado de todos os elementos previstos no presente regulamento.

8. PROJECTO

Nos cursos em que os alunos possam, em alternativa ao Estágio, realizar um Projecto, devem seguir as normas gerais deste Regulamento, mas com as seguintes particularidades:

8.1 . O projecto é de natureza individual.

8.2 O Projecto consistirá numa proposta de intervenção, tendo como enquadramento a área do respectivo curso numa Organização ou na elaboração de uma proposta para a criação de uma Organização com o mesmo enquadramento.

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Avaliação de Projecto, constituída pelos Professores indicados (até dois) por cada uma das Unidades Técnico-Científicas. Compete a esta Comissão:

i. Definir o calendário de execução de Projecto;

ii. Emitir parecer sobre a proposta de Projecto (Modelo GESP.0012); iii. Nomear os júris para a avaliação de Projecto.

8.4 . O texto não deve ultrapassar os 120 mil caracteres (cerca de 100 páginas). 8.5 O estudante deverá dirigir-se ao GESP para iniciar o processo de admissão

ao Projecto, até ao final do primeiro semestre (Modelo GESP.011).

8.6 . O Projecto decorre durante o normal período lectivo e a respectiva defesa deverá realizar-se até 31 de Dezembro do ano lectivo de conclusão do curso em que o aluno se encontra inscrito.

8.7 . Antes da defesa, o orientador de Projecto deverá levantar no GESP o Certificado de Projecto (Modelo GESP.013).

9. DISPOSIÇÕES FINAIS

9.1. O presente regulamento entra em vigor após a sua aprovação e homologação e aplica-se com carácter de obrigatoriedade a todos os estágios/projectos iniciados após aquela data.

9.2. As unidades curriculares de Estágio e Projecto não são passíveis de avaliação por exame.

9.3. Todas as situações decorrentes do regime de transição do anterior regulamento para o que actualmente se encontra em vigor, assim como eventuais dúvidas ou omissões, serão apreciadas pela Direcção da Escola. 9.4. Os documentos referidos no presente regulamento encontram-se

Referências

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