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1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

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Academic year: 2021

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PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Artes Visuais

Professores: Daniel Bruno Momoli

Período/ Fase: VII Semestre: I Ano: 2012

Disciplina: História da Arte Brasileira e Catarinense Carga Horária: 30 2. EMENTA

Manifestações artísticas no Brasil colonial; O Barroco; O academismo; O movimento modernista. Aspectos metodológicos da história da Arte Brasileira para a educação básica.

3. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA

Construir um espaço de discussão em torno da produção de arte no Brasil, desde as representações simbólicas dos índios, perpassando até a produção atual, e dialogando com a produção de arte catarinense, como forma de habilitar o licenciando em arte a uma compreensão critica da produção de arte nacional. .

4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA

* Apresentar aos discentes um conjunto de conceitos estéticos e imagéticos, para que se possa compreender as características da produção de arte nacional; * Discutir a produção artística brasileira relacionando com a produção de arte catarinense para que se possa entender as aproximações e distanciamentos entre os dois sistemas;

* Elaborar um memorial das aulas de forma a constituir uma síntese do conteúdo e apresentar um comportamento investigativo no decorrer da disciplina;

* Realizar leituras, e analises de imagem, de forma a entender visualmente as características da produção de arte local nos períodos academicistas, modernistas e contemporâneos;

* Proporcionar um espaço reflexivo e investigativo a partir dos conteúdos e referenciais bibliográficos articulando os conteúdos de história da arte com a educação básica.

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5. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES

A presente disciplina pretende investigar, a produção de arte no Brasil, partindo das manifestações dos indígenas, como a cerâmica, a cestaria, a pintura corporal, passando pelo período barroco e a produção da estatuaria em pedra, madeira e terracota, bem como as construções arquitetônicas, principalmente as igrejas. Posteriormente far-se-á uma discussão em torno do estilo acadêmico e a re-estruturação do gosto da colônia, pautando-se no estilo neoclássico influenciado pelo imperador , pela Missão Artística Francesa, e pela Academia Imperial de Belas Artes. Bem como as modificações do cenário nacional a partir do século XX, e a produção de arte moderna e contemporânea no Brasil, e as reverberações na produção catarinense. Diante desse panorama que necessita de leituras da história social, da literatura, faz-se necessário buscar, aportes teóricos em estudos culturais e sociológicos, bem como nas demais disciplinas que compõe o semestre letivo, como: Cerâmica, e construções poéticas tridimensionais, na qual o aluno poderá fazer um processo trandisciplinar entre experiências práticas e teóricas, entendendo as produções indígenas e coloniais. As disciplinas de cunho didático como Estágio e Metodologia do ensino da arte, também estão no bojo desta troca de experiências, já que a partir das discussões teóricas da disciplina os alunos podem buscar outras formas de pensar a docência e o entendimento da historia da arte brasileira.

6. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO

A história da arte constituiu-se como uma narrativa da produção européia e de acordo com um sistema clássico e elitista, assim a partir da disciplina de História da Arte brasileira e catarinense espera-se que o acadêmico possa conhecer a produção nacional e estadual, e entender o circuito das artes, enquanto uma produção que por muitas vezes fica fora de produções teóricas pesquisas na área. Para isso será importante que o aluno realize leituras básicas e complementares a disciplina, o que também o auxiliara na construção de seu memorial, e na analise de imagens dos períodos estudados. Será dada ênfase significativa nas imagens e no conhecimento destas, pois pretende-se que o aluno possa compreender as especificidades e a importância da produção de arte do país e do estado, entendendo-a dentro de suas singularidades e não rejeitando-a, ou excluindo de sua rotina na educação básica.

7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

10 e 11 de fevereiro (Sexta-Feira: noturno e Sábado Matutino e Vespertino)

Sexta-Feira: Apresentação da disciplina. Aproximações com as discussões de arte na América Latina. O Brasil dos Índios. A produção colonial (Barroco e Rococó). Missão Artística Francesa.

Sábado: Neoclássico – Construção iconoclasta do Brasil. Modernismo.

05 de março (segunda-feira) Leitura Dirigida: A querela do Brasil: Carlos Zílio. E analise de Imagem.

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8. ESTRATÉGIAS DE ENSINO

A construção de conhecimento se faz de uma forma dialética, e se constrói com ações recíprocas dos sujeitos do processo, assim propõe-se que os alunos devem analisar os discursos que compõe o espaço de narrativa acadêmica, principalmente a partir de imagens. Dessa forma serão utilizadas como estratégias para esta disciplina, aulas teóricas de cunho expositivo com interface de imagens para debates e reflexões. Aulas práticas com leitura e analise de imagens e a produção de um memorial como forma de criar um espaço de construção de saberes em práticas em torno da arte. Também será utilizada como estratégia a organização de perguntas norteadoras paras aulas, afim de que o aluno compreenda o percurso teórico de cada encontro e suas reflexões, que possibilite a formação critica e investigativa lhe dando aporte para sua formação para a docência.

9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO

A avaliação permite analisar o processo de aprendizagem desencadeado pelo professor e articulado pelo aluno por isso de acordo com a Resolução CONSUN N° 13 art. 6° será aprovado o aluno que obtiver assiduidade não inferior de 75% durante o período letivo da disciplina e nota igual ou superior a seis. Sendo que para estas o aluno terá três momentos de avaliação sendo o primeiro momento constituído da elaboração de um Artigo investigativo de imagens e interfaces teóricas. Segundo Momento Atividades em grupo na qual serão avaliados o trabalho em equipe e a articulação dos conceitos com os demais componentes do grupo e organização e gestão das atividades. Terceiro Momento avaliação individual a partir de comportamento critico ético e investigativo, na qual a base epistemológica é o processo evolutivo do aluno ao longo da disciplina acompanhada de avaliação processual a partir de atividades cotidianas, a qual evidenciará a construção do conhecimento e a utilização e aplicação que o acadêmico faz durante seus exercícios de aprendizagem.

Instrumentos de Avaliação

Memorial: O memorial será produzido em aula a partir das falas e discussões

tecidas ao longo dos encontros da disciplina. Poderá também se fazer pesquisas e leituras complementares na produção deste registro das aulas. A entrega deverá ser feito no ultimo dia de aula.

Analise de Imagem: A analise será feita a partir de imagem entregue pelo professor

em sala de aula, será correspondente a aula de 05 de março. A analise deverá ser acompanhado de leitura da imagem, e pesquisa em torno do artista e da produção em estudo deverá ser entregue no dia 23 de março de 2012.

Resenha: Texto: A querela do Brasil de Carlos Zílio deverá ser entregue no dia 23

de março de 2012.

Critérios de Avaliação: Organização das idéias ao longo do texto (clareza,

objetividade e cientificidade); Considerações sobre os conteúdos e discussões; Síntese e coerência das idéias. Originalidade do Trabalho. Produção dentro das normas cultas da produção cientifica (ABNT).

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Observações Importantes:

Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;

Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos;

Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet;

Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:

1. Qualidade das idéias: fundamento das idéias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;

2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.

3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do (a) acadêmico (a).

Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.

10. BIBLIOGRAFIA

ANDRADE, João Evanvelista, Arte contemporânea em SC. Florianópolis: Museu de Arte de Santa Catarina 2001.

BEUTTENMÜLLER, Alberto. Viagem pela arte brasileira. São Paulo: Aquariana, 2002. BUENO, Eduardo. Brasil: uma história. São Paulo: Ática, 2002.

CALABRIA, Carla Paula Brondi. Arte, história e produção: arte brasileira. São Paulo: FTD, 1997.

FARIAS Agnaldo. Arte Brasileira Hoje. São Paulo: Publifolha, 2002.

FRANS, Terezinha Sueli. Educação Para a compreensão da Arte. Florianópolis: Insular, 2001.

SANTA CATARINA Fundação Catarinense de Cultura: Bortolin, Nancy, Terezinha, Indicador catarinense de Artes Plástica, 2ed. Itajaí, Univalli, 2001.

SCHWARTZ, Jorge. Da antropofagia a Brasília: Brasil 1920-1950. São Paulo: Cosac & Naify, 2002.

Bibliografia complementar:

ACQUARONE, Francisco. História das artes plásticas no Brasil. Rio de Janeiro: Edição do atualizador, 1980.

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Eliana. Entre o escândalo e o sucesso: A semana de 22 e o Armory Show. Campinas-SP: Editora da UNICAMP, 1991.

GARCEZ, Lucília. Explicando a arte brasileira. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003. MANGE, Marilyn Diggs. Arte brasileira para crianças. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

NAVES, Rodrigo. A forma difícil: ensaio sobre a arte brasileira. São Paulo: Ática, 2001.

SANTA CATARINA – Governo do Estado Primeiro Mapeamento de Artes Plásticas em Santa Catarina, 2000

TINHORÃO, José Ramos. Cultura popular: temas e questões. São Paulo: Ed. 34, 2001.

(Vários autores) Arte e artistas plásticos no Brasil 2000. São Paulo: Metalivros, 2000

Referências

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