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Eixo Temático – Cidadania e Direitos da Mulher – sala nº 38 (RESUMO)

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Academic year: 2021

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XIV ERIC – (ISSN 2526-4230)

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XIV ERIC – (ISSN 2526-4230) MOVIMENTO FEMINISTA: A LUTA PELOS DIREITOS DAS MULHERES

Ana Carolina Monteiro; Ana Eliza Bassetto de Carvalho Fundação Faculdade de Ciências Filosofia e Letras de Mandaguari [email protected]; [email protected] Orientadora: Professora Doutora Judith Bedê COMUNICAÇÃO ORAL

O Direito é diretamente proporcional a historia, ou seja, estes são harmônicos mesmo em suas mudanças constantes, se a historia sofre mudança o direito também. Pode se comprovar este fato ao observar que cada vez mais as mulheres ganham um espaço maior na sociedade, devido a uma constante luta contra o estereótipo de que a mulher é inferior ao homem.

A ideia de superioridade masculina vem desde a pré- história, onde o homem saia para caçar e sua esposa ficava em casa cuidando de seus filhos. Durante a antiguidade, a mulher era apenas um meio de procriação e também um modo de alianças econômicas entre famílias por intermédio de um casamento arranjado. Na idade media a figura feminina deveria saber ler apenas para fins religiosos. Durante o século XIX houve a Revolução Francesa, que implicava na garantia de direito dos homens, neste contexto surge então o Movimento Feminista, tal qual implicava na busca de direitos iguais para ambos os sexos.

Apesar de ser uma luta difícil pode se observar que graças a este movimento, hoje muitas mulheres possuem papeis sociais tão prestigiados quanto aos dos homens, entretanto ainda há uma grande divergência entre esses direitos, que as mulheres de hoje lutam para que próximas gerações de mulheres possam ter uma qualidade de vida melhor e mais justa.

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XIV ERIC – (ISSN 2526-4230) A LEI MARIA DA PENHA NO COMBATE À VIOLÊNCIA

DOMÉSTICA CONTRA A MULHER

FARIA, Ellen Thaily Modos de - FAFIMAN No Brasil do século XXI, a violência ainda atinge dois milhões de mulheres por ano. Uma brasileira a cada 15 segundos sofre com o terror doméstico. Uma a cada cinco brasileiras é vítima de violência doméstica ou familiar. Assim a Lei 11.340, de 7 de agosto de 2006, que muito significativamente recebeu o nome da Lei Maria da Penha, em homenagem à mulher que fez do combate à violência de que foi vítima uma razão para viver e para lutar pela dignidade humana e pela justiça social é uma lei, efetivamente, em apoio na luta por um Brasil melhor, mais digno e mais justo para as mulheres.

Com o surgimento da Lei Maria da Penha, o papel que as mulheres desempenham na história da humanidade foi mudando. A cada dia, novos espaços são conquistados nas relações com avanços significativos em termos de consolidação dos Direitos das Mulheres Brasileiras nos últimos anos. Para além daqueles direitos tradicionalmente consagrados na legislação brasileira, novas perspectivas se vislumbraram a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988, que consagrou a plena igualdade entre homens e mulheres em direitos e obrigações. No entanto, o Brasil passou a contar com um instrumento moderno e científico para enfrentar os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher com o advento da Lei nº 11.340/06 (MATA, 2006).

Assim a Lei Nº 11.340 de 7 de agosto de 2006 cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8o do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Violência contra a Mulher, da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher e de outros tratados internacionais ratificados pela República Federativa do Brasil; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; e estabelece medidas de assistência e proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar.

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XIV ERIC – (ISSN 2526-4230) EFICIÊNCIA POLICIAL DIANTE DE UM DENUNCIA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

(MARIA DA PENHA)

Matheus Specian Fortunato Wanderlei Lukachewski Junior - Orientador

INTRODUÇÃO – TEMA E PROBLEMATIZAÇÃO

Ao longo dos tempos cada vez mais mulheres vêm sofrendo humilhações abusivas e agressões, verbais ou físicas, e em sua grande maioria essas agressões são proferidas por parte de seus parceiros íntimos, esposos, namorados e conviventes.

Diante de tais fatos, o legislador, em meados do ano de dois mil e seis, formulou e outorgou a Lei 11.340/2006 denominada “Lei Maria da Penha”. Essa Lei tem o escopo de proteger as mulheres contra as agressões sofridas no âmbito familiar.

Contudo, devido ao grande número de denúncias relacionadas a esse tipo de violência, fica impossível o Estado garantir a segurança de todas as mulheres. As Polícias Civis e Militares não sustentam a proteção imediata das mulheres. Essa proteção se baseia em um simples documento solicitado através do Delegado de Polícia, onde este requer ao Magistrado para que o mesmo conceda as Medidas Protetivas de Urgência, através da denúncia recebida por parte da mulher que tenha sido vítima. Entretanto, não existe uma forma de segurança que garanta a integridade física dessa mulher.

Com isso, questiona-se se será mesmo possível garantir a segurança das mulheres brasileiras, através de uma proteção por escrito ou seria apenas uma forma de tranquilidade psicológica.

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XIV ERIC – (ISSN 2526-4230) O DIREITO DO CONSUMIDOR E AS PECULIARIDADES NO COMERCIO

ELETRONICO

Ricardo de Canini Fundação Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari – FAFIMAN

[email protected]

Orientadora: Prof Me. Juliane Kerkhoff Palavras-chave: direito civil, direito do consumidor, e-commerce.

O presente artigo abrange o direito do consumidor, e como ele é aplicado nas compras pela internet. O direito do consumidor, não nasceu junto com a Lei 8.078 de 1990 como muitos pensam, o direito do consumidor foi sendo conquistado aos poucos, que veio ganhando forca desde logo após a revolução industrial, onde o mercado começou a crescer, e com isso, houve o aumento de produtos sendo comercializado, e então, aumentando cada vez mais a chance de haver algum defeito no produto, e quando isso ocorria, o consumidor não tinha muito o que fazer, a não ser adquirir um outro. No Brasil, o direito do consumidor ganhou forca no século XX, onde houveram vários movimentos em luta de direitos para o consumidor, que estava sendo lesado o tempo todo por fornecedores. A Lei 8.078, apenas regulamenta o direito do consumidor, mas ele já existia antes dessa sansão. Quando houve essa proteção ao consumidor final, estimulou o comercio, aumentando as vendas em todos os setores, pois o consumidor que se deparasse com algum defeito, tinha um amparo legal para sua proteção. Com o comercio físico (lojas) aumentando suas vendas, e crescendo ano a ano, a internet que vinha sendo cada dia mais acessada, montou suas vitrines online, expondo suas mercadorias, e entregando no endereço desejado pelo consumidor. Porém, não havia uma regulamentação especifica para este tipo de comercio, e caso o produto apresentasse defeito, o consumidor não tinha a loja física para fazer a troca, o que começou a lesar esse cyber-consumidor. Sendo assim, foi sancionado o decreto Lei 7.962, de 15 de Marco de 2013, que impõe regras para se poder comercializar os produtos na internet, exigindo todos os dados da empresa, e todas as características do produto que está sendo oferecido, obtendo cada vez mais, maior segurança para os consumidores do e-commerce.

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XIV ERIC – (ISSN 2526-4230) ANÁLISE CRÍTICO-JURÍDICA DAS MUDANÇAS APLICADAS AOS INTERVALOS

INTRAJORNADA TRAZIDAS PELA REFORMA TRABALHISTA DE 2017

CURCIO, Luana Araujo Fundação Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari [email protected] BEDÊ, Judith Aparecida de Souza

O objetivo do respectivo trabalho é analisar as mudanças referentes aos intervalos intrajornada após a reforma trabalhista de 2017, conceituando sua previsão legal apontando a legislação antes e após a reforma, analisar criticamente os reflexos negativos a saúde do trabalhador, bem como, abordar o princípio do não retrocesso social.

Os intervalos intrajornada consistem no espaço laboral de tempo garantido ao empregado para que ele possa se alimentar, higienizar e repor suas energias antes de retornar ao exercício da função.

Os intervalos antes da reforma trabalhista de 2017, eram interpretados como meio de saúde, higiene e segurança dos trabalhadores conforme Artigo 7° inciso XXII da Constituição Federal. Havia também a previsão de que o trabalho cuja a duração exceda 6 horas era obrigatório o intervalo de no mínimo 1 hora.

Após a reforma Trabalhista de 2017, incluiu-se a redação dos artigos 611-A e 611-B, onde dispõe que os acordos e convenções coletivas tem prevalência sobre a lei quando dispuserem de intervalo intrajornada, além de não considerar os intervalos como normas de saúde, higiene e segurança do trabalho.

Observa-se que com a possibilidade de redução dos intervalos intrajornadas para 30 minutos podem acarretar problemas físicos e psicológicos a saúde do trabalhador, bem como, um retrocesso social frente a mudanças realizadas após a reforma, contudo será abordado de forma mais detalhada no decorrer do trabalho.

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XIV ERIC – (ISSN 2526-4230) ABANDONO AFETIVO INVERSO E A APLICABILIDADE DE DANO MORAL

FUNDAÇÃO FACULDADE DE FILOSOFA, CIÊNCIAS E LETRAS DE MANDAGUARI. BARROS, Regiane Cristina KERKHOFF, Juliane Aparecida [email protected]

O presente artigo busca analisar a possibilidade de indenização por danos morais em relação ao abandono afetivo ao idoso. Pretende se abordar pontos importantes em relação ao abandono afetivo que tem se tornado casa dia mais comum em nossa sociedade.

Faremos uma analise de como a doutrina e a jurisprudência tem se comportado perante o abandono afetivo ao idoso, a fim de contribuirmos com a sociedade acerca do que pode ser feito para que se alcance uma sociedade mais humanizada.

Apesar de não existir no ordenamento jurídico uma lei específica sobre o assunto, os direitos e as formas de proteção ao idoso contida na Constituição Federal e na Lei 8.842/94, conhecida como Política Nacional do Idoso, não foram suficientes para que a pessoa idosa pudesse ter uma digna qualidade de vida ao envelhecer. Para garantir e assegurar que tais medidas fossem praticadas, foi criada a Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, nomeada como Estatuto do Idoso.

A possibilidade de indenização por dano moral por abandono afetivo ainda é bastante controvertido, mas ultimamente vem sendo admitido nas doutrinas e jurisprudências de nossos Tribunais O objetivo do trabalho é abordar essa possibilidade uma vez que ainda não há jurisprudência específica sobre esse tema.

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XIV ERIC – (ISSN 2526-4230) UMA ANÁLISE À EFETIVIDADE DO DIREITO À ADOÇÃO NO BRASIL

Autora: Maria de Andrade Rizzo1 Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari - Fafiman

E-mail: [email protected] Orientadora: Heloisa Ap. Sobreiro Moreno2

E-mail: [email protected] RESUMO: Esta pesquisa busca fazer uma análise sobre a real efetividade e celeridade do direito à adoção. Será analisado o direito à adoção dentro da evolução histórica até a atualidade. Objetivou-se investigar os fatores que foram responsáveis pela evolução do direito da adoção, que no início era garantido apenas aos que não podiam ter filhos para que os filhos adotados dessem continuidade ao culto doméstico, evoluindo ao longo dos séculos para a proteção dos interesses do adotado. Analisar-se-á a burocratização exacerbada e falta de estrutura estatal como mitigadores dos direitos do adotando, visto que tais elementos levam adotantes e adotados ficarem numa extensa fila de espera. Com base em fundamentos constitucionais e no Estatuto da Criança e do Adolescente, busca-se afirmar a importância da desburocratização dos procedimentos de adoção visando a celeridade do processo, com o fito de garantir os direitos do adotado em prol do princípio da proteção integral da criança e do adolescente. A importância desta investigação se revela pela constatação de que a burocratização procedimental da adoção e a falta de estrutura do Estado, afeta diretamente os direitos os direitos do adotado, violando a dignidade da pessoa humana, visto que a longa espera em estabelecimento institucional tira da criança e do adolescente o direito constitucional e infraconstitucional de crescer e ser criado no seio familiar, interferindo até mesmo na sociedade.

Palavras Chaves: Adoção. Dignidade da Pessoa Humana. Proteção integral da criança e do adolescente. Burocratização Procedimental.

1 Acadêmica do 5º ano do curso de Direito da Faculdade de Ciências e Letras de Mandaguari, no PR. 2 Especializada em Direito do Estado e Direito da Integração e do Comércio Internacional pela

Universidade Estadual de Londrina, possui mestrado em Direitos da Personalidade pelo Centro de Ensino Superior de Maringá. Atualmente é professora de Direito Civil III: Direito da Família e Sucessões – Direito Previdenciário, Difusos e Coletivos e Ética Geral e Ética Jurídica – Fundação Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari.

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XIV ERIC – (ISSN 2526-4230)

ASPECTOS DO AUXÍLIO MATERNIDADE NO INSTITUTO NACIONAL DA SEGURIDADE SOCIAL

BUTIERI, Reginaldo(autor).

[email protected] MORENO, Heloísa Apda. Sobreiro(orientador).

[email protected] FAFIMAN - Mandaguari Este artigo objetiva examinar o Benefício Auxilio - maternidade no Instituto da Previdência Social INSS. A previdência Social é um segmento da seguridade social que se ocupa estritamente com os trabalhadores e seus dependentes econômicos. É um direito social, previsto no art. 6º da Constituição Federal no título dos Direitos e Garantias Fundamentais, que visa, entre várias garantias, a renda não inferior ao salário mínimo ao trabalhador e a sua família nas situações previstas no rol do art. 201 da Carta Magna. Os benefícios da Previdência Social estão compilados na Lei 8.213/91 tais como, Aposentadoria por tempo de contribuição; Aposentadoria por idade e invalidez; Pensão Por morte; Auxilio - doença; Auxilio - acidente; Salário maternidade; entre outros. O Auxilio - maternidade é um direito a remuneração do período de repouso da segurada que se licencia do serviço em virtude do nascimento de seu filho ou concedido à segurada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção da criança tendo como prazo de 120 dias. Em casos excepcionais os períodos de repouso anterior e posterior ao parto podem ser aumentados de mais duas semanas mediante atestado médico. Para ter direito ao benefício o segurado deve atender aos seguintes requisitos; carência de 10 meses para o trabalhador contribuinte individual, facultativo e segurado especial. Sendo isento de carência as seguradas empregadas domesticas e avulsas. Para recebimento do salário maternidade faz-se a comprovação da gravidez mediante atestado médico ou certidão de nascimento do filho em caso de aborto não criminoso comprovado mediante atestado médico a segurada terá direito ao benefício por duas semanas.

Referências

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