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REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO 2012/2013 CRECHE

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REGULAMENTO INTERNO DE

FUNCIONAMENTO

2012/2013

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INTRODUÇÃO

A Fundação Vida Nova não tem fins lucrativos, orienta-se por princípios cristãos, sem qualquer discriminação religiosa, social ou outra, possibilitando a educação, segundo os princípios bíblicos cristãos. Neste momento existem em funcionamento na Fundação Vida Nova três valências:

 A Creche – espaço dedicado às crianças com idades compreendidas entre os três meses e os três anos de idade, com o objectivo de lhes proporcionar estabilidade emocional, carinho e segurança nas horas em que os seus pais se encontram nos respectivos trabalhos. Está sob a tutela do Ministério da Solidariedade Social, através de um acordo de cooperação desde 1999.

 O Jardim de Infância – espaço dedicado às crianças com idades compreendidas entre os três anos e o ingresso no 1º ciclo do Ensino Básico, propocionando condições de desenvolvimento individual, social, moral e académico, sob a tutela dos Ministérios da Educação e da Solidariedade Social, com acordo de cooperação desde 2001.

 O A.T.L. “Arca de Noé” – espaço dedicado às actividades de ocupação de tempos livres para as crianças em idade de frequentar o 1º ciclo do Ensino Básico. Está sob a tutela do Ministério da Solidariedade Social, através de um acordo de cooperação desde 1997.

Tem também ao dispor dos seus utentes e familiares o Consultório Social com a especialidade de Psicologia.

Objectivos gerais de acção educativa:

 Incrementar a informação e colaboração com a família das crianças de forma a procurar o desenvolvimento integral e harmonioso de cada uma;

 Desenvolver as capacidades pessoais de cada criança nos âmbitos cognitivas, afectivo e psicomotor.

 Proporcionar o bem-estar e desenvolvimento integral das crianças num clima de segurança física e afectiva, através de um atendimento individualizado;

 Proceder à despistagem de inadaptações ou deficiências e promover a melhor orientação e encaminhamento da criança;

 Promover o desenvolvimento pessoal, social e espiritual da criança, com base em experiências de vida democrática numa perspectiva de educação para a cidadania segundo os princípios bíblicos cristãos;

Estimular o desenvolvimento global de cada criança, no respeito pelas suas características individuais, incutindo comportamentos que favoreçam aprendizagens significativas e

diversificadas, contribuindo para a igualdade de oportunidades no acesso à escola e para o sucesso na aprendizagem;

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3 CAPÍTULO I

DISPOSIÇÕES GERAIS/DEFINIÇÕES NORMA l

A Fundação Vida Nova, estabelecida pela Igreja Baptista de Alcobaça, Instituição Particular de Solidariedade Social registada na Direcção Geral de Acção Social sob o nº 24/98, fls 156 vs e 157 do livro nº5 das Fundações de Solidariedade Social em 30/7/1998, com acordo de cooperação para a resposta social de Creche, celebrado com o Centro Distrital de Leiria, em 29-9-1999, e rege-se pelas seguintes normas.

NORMA Il - Legislação Aplicável

Este estabelecimento prestador de serviços rege-se pela Portaria nº 262/2011, de 31 de Agosto que revoga o Despacho Normativo nº 99/89, de 27 de Outubro, a Circular Normativa nº3 de 3 de Maio de 1997 e a Circular normativa nº 7, de 14 de Agosto de 1997, da ex Direcção Geral da Acção Social (DGAS), o Decreto Lei nº 99/2011 de 28 de Setembro que veio alterar o Dcreto-Lei nº 64/2007 de 14 de Março e o Guião Técnico da Creche datado de Dezembro de 1996.

NORMA IIl - Objectivos do Regulamento

O presente Regulamento Interno de Funcionamento visa:

1. Promover o respeito pelos direitos dos clientes e demais interessados;

2. Assegurar a divulgação e o cumprimento das regras de funcionamento da F.V.N.;

3. Promover a participação activa dos clientes ou seus representantes legais ao nível da gestão das respostas sociais

NORMA IV - Serviços Prestados e Actividades Desenvolvidas

1. A F.V.N. assegura a prestação dos seguintes serviços: 1.1 Alimentação

1.2.Actividades Lúdicas

1.3 Acompanhamento ao Exterior

1.4 Acompanhamento Psicológico Individual e Familiar 1.7 Outros

2. A F.V.N. realiza ainda as seguintes actividades:

2.1 Aconselhamento Psicológico Individual e Familiar 2.2 Acções de Formação Parental

2.3 Viagens Organizadas / Passeios e Visitas de Estudo 2.4 Outros

7. Além das actividades diárias e típicas do trabalho com crianças a F.V.N. realiza ainda as seguintes acções e / ou actividades:

 Promove a prática voluntária da Oração de Agradecimento pelos alimentos antes de cada refeição;

 Conta às crianças, uma vez por semana, uma história bíblica;

 Realiza actividades com vista à celebração significativa das seguintes datas: o Natal – Nascimento de Cristo;

o Páscoa – Morte e Ressurreição de Cristo;

o Dia das Mães – na 6ª feira anterior ao 2º Domingo de Maio; o Dia dos Pais – 19 de Março;

o Dia Mundial da Criança – 01 de Junho o Festa de Fim de Ano – No final de Julho

 Promoverá, no mínimo, 15 dias de praia, durante o mês de Julho para os grupos a partir da Sala de 1 ano;

 Não realiza actividades especiais por altura do Carnaval

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PROCESSO DE ADMISSÃO DOS CLIENTES NORMA V - Condições de Admissão

São condições de admissão na F.V.N.

1. Ter idade compreendida entre 3 meses e meio e 3 anos de idade;

2. O disposto no número anterior poderá ser ajustado em casos especiais, devidamente fundamentados.

3. Residir no Concelho de Alcobaça, ou outro concelho limítrofe;

NORMA VI - Candidatura ou Renovação

1. Para efeitos de admissão, o cliente deverá candidatar-se através do preenchimento de uma ficha de identificação que constitui parte integrante do processo de cliente, devendo fazer prova das declarações efectuadas mediante entrega da cópia dos seguintes documentos:

1.1 Cartão de Cidadão da criança e do seu representante legal;

1.2 Na falta do Cartão de cidadão deverão ser apresentados os seguintes documentos: 1.1. Bilhete de Identidade da criança e do seu representante legal;

1.2. Cartão de Contribuinte da criança;

1.3. Cartão de Beneficiário da Segurança Social da criança; 1.4. Cartão dos Serviços de Saúde da criança;

1.3. Boletim individual de vacinas e comprovativo médico da situação clínica da criança; 1.4. Comprovativo de Rendimentos do seu agregado familiar (IRS);

1.5. Outra documentação tida por necessária.

2. O período de candidaturas decorre no mês de Junho na secretaria da Instituição das 9h00 às 18h30. 3. O Período das renovações decorre no mês de Maio.

4. A Ficha de identificação e os documentos referidos no número 1 deverão ser entregues na Secretaria da F.V.N.

5. Em situações especiais pode ser solicitada a Certidão de Sentença Judicial que regule o poder paternal ou determine a tutela.

6. Em caso de admissão urgente, pode ser dispensada a apresentação de candidatura e respectivos documentos, devendo todavia ser desde logo inciado o processo de obtenção dos dados em falta.

7. As candidaturas e renovações são limitadas à capacidade instalada.

8. As candidaturas e renovações são consideradas efectivadas após o pagamento da respectiva Taxa. 10. Na instrução do processo de candidatura ou renovação será entregue aos responsáveis legais pela criança uma cópia do Regulamento Interno de Funcionamento.

NORMA VIl - Critérios de Admissão

São critérios de prioridade de admissão na F.V.N. 1. Ser filho de funcionários da F.V.N.;

2. Ter irmãos a frequentar alguma valência na F.V.N.;

3. Crianças em situações de risco ou pertencentes a agregados de mais fracos recursos económicos; 4. Ausência ou indisponibilidade dos pais em assegurar aos filhos os cuidados necessários;

5. De acordo com o estabelecido no estatuto dos bombeiros voluntários, os filhos destes em caso de acidente mortal do pai.

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NORMA VIlI - Admissão

1. Recebida a candidatura, a mesma é analisada pelo responsável técnico da F.V.N., a quem compete elaborar a proposta de admissão, quando tal se justificar, a submeter à decisão da autoridade competente.

2. É competente para decidir a Directora Técnica/Pedagógica da F.V.N.

3. Da decisão será dado conhecimento ao representante legal da criança, no prazo máximo de 5 (cinco) dias.

4. No acto de admissão há uma Taxa de Inscrição – Utilizada no pagamento do Seguro Escolar e demais despesas administrativas, sendo calculada em 25% da mensalidade a pagar pelo cliente.

5. A admissão na F.V.N. implica, por parte do representante legal, a total aceitação das normas regulamentares e dos objectivos educacionais propostos.

NORMA IX - Acolhimento a novos clientes

1. Sempre que se verifique a entrada de novos clientes será realizada uma visita guiada às instalações, durante a qual os seus responsáveis legais terão oportunidade de conhecer o espaço e as rotinas de funcionamento da F.V.N.

2. Após a admissão do utente, terá lugar uma entrevista com a Educadora responsável pela sala, a fim de obter dados que permitam um melhor conhecimento da criança, do seu ambiente familiar e hábitos, tendo em vista a construção de um plano de trabalho mais adequado e personalizado, bem como o de programar a melhor forma de integração da criança na sala.

3. Sempre que se verifique a entrada de novos utentes deverá ser apresentada aos seus representantes legais a equipa pedagógica que prestará os serviços contratados.

NORMA X - Processo Individual do Cliente

A F.V.N. organizará processos individuais de cada cliente, em suporte de papel e suporte informático, dos quais deverão constar, para além da identificação pessoal, elementos sobre a situação social e financeira, necessidades específicas dos uetntes, bem como outros elementos relevantes. Farão parte do processo a entrevista de acolhimento, as avaliações e os planos individuais de desenvolvimento criados pela educadora e família.

NORMA Xl - Lista de Espera

1. Caso não seja possível proceder à admissão da criança, por inexistência de vagas, poderá o seu representante legal, decidir a sua inscrição na lista de espera.

2. Caso o representante legal decida a inscrição na lista de espera deverá ser-lhe comunicado na mesma altura, a posição que este ocupa na referida lista.

CAPÍTULO III

INSTALAÇÕES E REGRAS DE FUNCIONAMENTO NORMA XII - Instalações

1. A Fundação Vida Nova está sediada na Rua Dr. Afonso Lopes Vieira, nos números 38 a 42 em Alcobaça, e as suas instalações são compostas pela cave do número 38, pela cave do número 40, rés-do-chão do número 42 e primeiro andar do mesmo.

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2. Nas referidas instalações funcionam as valências de Jardim de Infância e ATL com as suas respectivas salas e instalações sanitárias. Funcionam também os Gabinetes da Direcção de Serviços e da Direcção Pedagógica, Secretaria, Cozinha e salão de Ginástica.

3. A Instituição tem possui ainda na Urbanização dos Ganilhos - Lote 7, um imóvel onde funciona a valência de Creche com Berçário, Sala de um ano e Sala dos dois anos, Cozinha e Refeitório próprios.

NORMA XIII - Horários de Funcionamento

1. A F.V.N. presta serviços de segunda a sexta feira, a partir das sete horas e trinta minutos e até às dezanove horas e trinta minutos.

2. A entrada da criança deverá ser combinada com a educadora responsável a fim de se estabelecer a melhor rotina para a criança e os pais. Esta rotina deverá ter em conta a idade da criança, dinâmica da sala onde a criança está integrada bem como horário das refeições.

3. A entrada deverá ser sempre feita com o acompanhamento de um dos encarregados de educação do cliente, até à entrega da criança à pessoa responsável.

4. A saída deverá ser feita sempre até às dezanove horas e trinta minutos para cumprimento dos horários de pessoal. Após este período poderá ser aplicada uma taxa de cinco euros, por criança, por cada dia em que o horário fôr ultrapassado.

5. À saída, a criança só será entregue aos pais, detentores do poder paternal, tutores ou representantes legais, ou a quem por estes autorizado, com o conhecimento prévio da F.V.N.

6.Não se entregam crianças a outros menores.

NORMA XIV - Horários de Entrada de Visitas e Contacto Telefónico

1. Entre as onze horas e trinta minutos e as quinze horas e trinta minutos as visitas e o contacto telefónico com as salas e as crianças será realizado com restrições, de modo a não perturbar o período de alimentação e de repouso das crianças.

NORMA XV - Pagamento da Mensalidade

1. O pagamento da Mensalidade é feito entre o dia um e o dia oito do mês a que diz respeito, na Secretaria da F.V.N. ou por transferência Bancária.

2. O valor da mensalidade engloba, além da frequência, o custo de alimentação, material didáctico e pedagógico.

3. O pagamento de quaisquer outros serviços contratados, não incluídos no valor da mensalidade, deverá ser pago no mesmo período.

NORMA XVI - Tabela de Comparticipações / Preçário de Mensalidades

1. A tabela de comparticipações familiares foi calculada de acordo com a legislação em vigor e encontra-se afixada na entrada da instituição.

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2. De acordo com o disposto na Circular Normativa n.º 3 de 02 de Maio de 97 e na Circular Normativa n.º 7, de 14 de Agosto do mesmo ano, da Direcção Geral de Acção Social (DGAS), o cálculo do rendimento

per capita do agregado familiar é realizado de acordo com a seguinte fórmula:

R = RF – D Sendo que: R = Rendimento per capita

N RF = Rendimento Mensal Ilíquido do Agregado Familiar D = Despesas Fixas

N = Número de Elementos do Agregado Familiar No que respeita às despesas mensais fixas, consideram-se para o efeito;

 O valor das taxas e impostos necessários à formação do rendimento líquido, designadamente do imposto sobre rendimento e da taxa social única.

 O valor da renda da casa ou da prestação mensal devida pela aquisição de habitação própria;

 As despesas com aquisição de medicamentos de uso continuado em caso de doença crónica.

3.Para efeitos de cálculo da Mensalidade / Comparticipação Familiar de crianças que tenham irmãos a frequentar a Instituição será introduzida uma bonificação de 20% no cálculo das segundas mensalidades. 4. Quando se verificar uma ausência igual ou superior a duas semanas seguidas devida a doença, medicamente justificada, o valor da mensalidade será reduzido em 25%. Essa redução será processada aquando da liquidação da mensalidade do mês seguinte áquele em que se verificou a ausência.

5. A liquidação do mês de Agosto será realizada em dez prestações a adicionar à liquidação do valor das mensalidades referentes aos meses de Setembro a Junho.

6. Quando se verificar um atraso superior a 15 (quinze) dias no pagamento das mensalidades, sem que tenha sido dado qualquer tipo de justificação à F.V.N. , a mesma reserva-se ao direito de decidir a cessação, temporária ou definitiva, da prestação dos serviços contratados.

7. Em caso de alteração à tabela de comparticipação familiar em vigor, esta deverá ser comunicada com antecedência de um mês através de comunicado escrito.

NORMA XVII - Refeições

1. Aquando da sua entrada diária a criança deverá já ter tomado o pequeno almoço.

2. A F.V.N. fornecerá diariamente, consoante a idade da criança e os horários das actividades, uma pequena refeição ao meio da manhã e ao fim da tarde, o almoço e um lanche.

3. A ementa dos almoços e dos lanches estará afixada em local visível, à entrada, devidamente assinada pela pessoa responsável pela sua elaboração.

4. Na eventualidade da existência de alergias a qualquer alimento, deverá este facto ser comunicado à F.V.N. pelo encarregado de educação e devidamente comprovado com declaração médica.

5. Sempre que se justifique a necessidade de uma dieta personalizada deverá esta ser solicitada pelo encarregado de educação, ou pela educadora da sala. Sempre que possível a F.V.N. fornecerá essa refeição sem custos adicionais para o cliente.

6. As refeições serão servidas respeitando o seguinte horário:

 Berçário: Cumprindo um intervalo de 3 ou 4 horas entre as refeições, conforme indicação dos pais

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 Sala Amarela: Almoço às 12h00m e Lanche às 16h00m

NORMA XVIII - Calendarização das Actividades e Saúde e Higiene

1. A prestação dos serviços será sempre interrompida nos dias feriados nacionais obrigatórios, assim como na Quinta-feira Santa, na Segunda e Terça-feira de Carnaval, na Véspera de Natal (24 de Dezembro), e Véspera de Ano Novo (31 de Dezembro).

2. A prestação dos Serviços será, também, interrompida nos últimos quinze dias do mês de Agosto, altura em que a F.V.N. se encontra encerrada para proceder à desinfecção e manutenção dos espaços.

3. Tendo em conta a defesa da saúde de todos os utentes dá-se conhecimento aos encarregados de educação e representantes legais que:

 Não será permitida a entrada ou estada de crianças que apresentem sintomas de doença, tais como, vómitos, diarreia, febre superior a 38,5º, etc;

 Em caso de febre, e sempre que não seja possível contactar o encarregado de educação ou o representante legal, será administrado Ben-u-Ron, salvo indicação expressa de alergia.

 Em caso de Doença infecto-contagiosa, devem apresentar, quando a criança estiver apta para regressar, uma declaração médica que o comprove;

 Em caso de acidente ou doença súbita recorrer-se-á ao Hospital mais próximo, avisando de imediato a família, encarregado de educação ou representante legal, que poderá determinar outra solução, assumindo assim a inteira responsabilidade da decisão;

 Não se administram antibióticos sem a cópia da respectiva receita médica, devendo estar devidamente indicado na embalagem respectiva o nome da criança, horário e dosagem da toma;

 Aconselha-se a administração em casa de qualquer tipo de medicamentos de rotina ou suplementos, tais como ferro, vitaminas, fluor e outros.

 Serão sempre afastadas, temporariamente, da frequência dos serviços da F.V.N., conforme indicação médica, as crianças que padeçam de doenças transmissíveis, como papeira, difeteria, escarlatina, febre tifóide, hepatite, meningite, rubéola, sarampo, tosse convulsa, varicela, tubercolose, e outras;

 Quando se verificar que a criança tem piolhos será esse facto comunicado ao encarregado de educação ou representante legal, não podendo a criança frequentar os serviços da F.V.N. enquanto persistir a infestação.

 Não será permitida a entrada de crianças com manifesta falta de higiene, sendo que quando a situação se verificar a F.V.N. se reserva ao direito de dar banho à criança, salvaguardando não só o bem estar desta mas também de todas as outras crianças a frequentar a F.V.N.;

 Quando se verificar qualquer uma destas situações, descritas nas alíneas anteriores, qualquer funcionário da F.V.N., após devida consulta à Directora Pedagógica da Instituição, estará autorizado a não receber a criança.

3. Durante as actividades desenvolvidas no âmbito de acção da F.V.N. todo os clientes estão abrangidos por um seguro.

4. A participação dos pais e encarregados de educação reveste-se de extrema importância em todas as áreas, pelo que qualquer pedido de informação poderá ser tratado na Secretaria da F.V.N., em horário normal de funcionamento, com a educadora da sala ou com um membro da Direcção.

5. Terão lugar reuniões com os pais, encarregados de educação ou representantes legais dos clientes integradas na planificação das actividades a desenvolver ao longo do ano e do projecto pedagógico e educativo.

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NORMA XIX - Passeios ou Deslocações

1. Sempre que se verifique a realização de passeios ou deslocações dentro do Concelho de Alcobaça não será pedida a respectiva autorização aos encarregados de educação ou respresentantes legais das crianças, pois estas deslocações estão inerentes às actividades pedagógicas da Instituição

2. Sempre que se verifique a realização de passeios ou deslocações para fora do Concelho de Alcobaça será sempre pedida a respectiva autorização aos encarregados de educação ou representantes legais das crianças.

3. Sempre que se verifique a realização de passeios ou deslocações para fora do Concelho de Alcobaça será sempre fornecida aos encarregados de educação ou representantes legais das crianças a informação acerca do motivo da deslocação, destino, itenerário, meio de transporte e eventuais despesas com o mesmo e hora prevista de chegada.

4. Caso não haja autorização por parte do encarregado de educação e a criança não participe do passeio ou deslocação, a Instituição não será obrigada a assumir a guarda da criança, cabendo aos pais, encarregados de educação ou seus representantes legais a procura de uma solução para a criança durante a realização da actividade.

5. Quando o passeio ou deslocação tenha lugar com recurso a viaturas que façam parte do parque automóvel da Instituição poderão ser pedidos aos pais, encarregados de educação ou representantes legais os dispositivos de retenção consagrados na legislação e no Código da Estrada, vulgarmente conhecidos como “cadeirinhas”.

6. Sempre que o passeio ou deslocação tenha lugar com recurso a outros veículos que não façam parte do parque automóvel da instituição, tais como autocarros, poderá ser pedido aos pais, encarregados de educação ou representantes legais uma comparticipação no custo de aluguer do veículo.

NORMA XX - Quadro de Pessoal

1. O quadro de pessoal da F.V.N.encontra-se afixado em local bem visível na entrada da Instituição, contendo a indicação do número de recursos humanos (direcção técnica, equipa técnica, pessoal auxiliar e voluntários), formação e conteúdo funcional, definido de acordo com a legislação e normativos em vigor. 2. O Quadro de Pessoal da F.V.N. é composto por: uma Directora Técnica e Pedagógica, Educadoras de Infância, Psicóloga, Ajudantes de Acção Educativa, uma Cozinheira, Ajudante de Cozinha e Auxiliares de Serviços Gerais.

NORMA XXI - Direcção Técnica

A Direcção Técnica da F.V.N. compete a um técnico cujo nome, formação e conteúdo funcional se encontra afixado na entrada da instituição.

CAPÍTULO IV DIREITOS E DEVERES

NORMA XXII - Direitos dos Clientes

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 Ser tratados com imparcialidade, independentemente da sua raça, origem, credo ou situação sócio-económica;

 Ter a sua opinião sobre o funcionamento e estrutura da F.V.N.;

 Manifestar a sua opinião sobre o funcionamento e estrutura da F.V.N.;

 Ver respeitadas as suas escolhas;

 Ser tratados com civismo e urbanidade;

 Solicitar uma reunião com a Direcção da F.V.N.;

 Participar activamente nas actividades especiais

NORMA XXIII - Deveres dos Clientes

1. Todos os clientes, e seus encarregados de educação ou representantes legais, têm o dever de:

 Aceitar todas as normas e regras constantes deste “Regulamento Interno de Funcionamento”;

 Respeitar as indicações e decisões do Conselho de Administração e da Direcção da F.V.N.;

 Tratar todos colaboradores da F.V.N. com civismo e urbanidade;

 Cumprir os prazos estabelecidos para o pagamento das mensalidades e outros serviços;

 Comparecer para actividades ou reuniões quando para tal solicitados pela Direcção da F.V.N. ou Equipa Pedagógica

NORMA XXIV - Direitos da F.V.N.

1. A F.V. N. tem o direito a:

 Decidir acerca de todas as questões internas de funcionamento da instituição;

 Determinar e alterar a estrutura interna de funcionamento;

 Escolher os profissionais que com ela colaboram;

 Decidir, de acordo com a legislação aplicável, acerca da gama de serviços e actividades disponibilizadas;

 Decidir, de acordo com a legislação em vigor, o valor e as mensalidades a cobrar pelos serviços prestados;

 Receber pontual e atempadamente, dos pais, encarregados de educação ou representantes legais, o pagamento das mensalidades pelos serviços prestados;

 Solicitar a participação dos pais, encarregados de educação ou representantes legais das crianças em actividades extraordinárias ou projectos especiais;

 Impedir a frequência das actividades da F.V.N. por crianças cujos pais, encarregados de educação ou representantes legais não tenham cumprido os seus deveres para com a instituição, nomeadamente o disposto no número um da norma XXIII.

NORMA XXV - Deveres da F.V.N.

1. A F.V.N. tem o dever de:

 Respeitar as escolhas dos pais, encarregados de educação e representantes legais das crianças;

 Prestar integralmente os serviços contratados;

 Tratar as crianças, pais, encarregados de educação ou representantes legais com civismo e urbanidade;

 Tratas as crianças, pais, encarregados de educação ou representantes legais com imparcialidade, independentemente da sua raça, origem, credo ou situação sócio-económica

 Marcar uma reunião com os pais, encarregados de educação ou representantes legais das crianças quando solicitada;

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NORMA XXVI - Depósito de Bens à Guarda da F.V.N.

1. A F.V.N. não se responsabiliza pelo desaparecimento ou dano em objectos de uso pessoal.

2. Não deverão ser trazidos objectos ou brinquedos de valor, telemóveis, jogos electrónicos (consolas,

gameboys, etc.), ou brinquedos como pistolas facas, espadas ou similares.

NORMA XXVII - Interrupção da Prestação de Serviços por Iniciativa do Cliente

1. A prestação dos serviços e cuidados poderá cessar a todo o tempo por iniciativa do cliente, seu encarregado de educação ou representante legal.

2. Quando esta situação se verificar deverá ser feita a denúncia do contrato de prestação de serviços existente, com a antecedência de 15 (quinze) dias interpolados mediante carta dirigida ao Presidente do Conselho de Administração da Fundação Vida Nova.

3. Considera-se efectivada a cessação do contrato após preenchimento de formulário próprio para o efeito.

4. Quando este tempo não fôr respeitado será cobrado o valor da mensalidade do mês seguinte ao da cessação

NORMA XXVIII - Contrato

Nos termos da legislação em vigor, entre o representante legal do cliente e a F.V.N. deve ser celebrado, por escrito, um contrato de prestação de serviços.

NORMA XXIX - Interrupção da Prestação de Serviços por Iniciativa da F.V.N.

1. A prestação dos serviços e cuidados poderá cessar a todo o tempo por iniciativa da F.V.N. para tal deverá ser feita a denúncia do contrato de prestação de serviços existente, com a antecedência de 15 (quinze), dias mediante carta registada e com aviso de recepção dirigida ao Encarregado de Educação ou responsável legal do cliente em causa.

2. Considera-se efectivada a cessação do contrato no quinto dia após a data de recepção da carta

3. Esta situação poderá verificar-se quando se registar incumprimento das regras contratuais por parte do cliente, seu encarregado de educação ou rerpresentante legal, nomeadamente, a não liquidação dos valores da mensalidade nos prazos estabelecidos ou a ausência injustificada por um período igual ou superior a duas semanas.

NORMA XXX - Livro de Reclamações

1. Nos termos da legislação e normativos em vigor, a Fundação Vida Nova possui um livro de reclamações, que poderá ser solicitado junto da Secretaria da F.V.N. sempre que desejado.

2. Existe ao dispôr dos clientes e seus respresentantes legais um formulário com vista à recepção e comunicação de sugestões de melhoramento da prestação dos serviços e reclamações acerca dos mesmos na entrada da Instituição.

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12 CAPÍTULO V DISPOSIÇÕES FINAIS

NORMA XXXI - Alterações ao Regulamento Interno de Funcionamento

1. Nos termos do regulamento da legislação em vigor, os responsáveis da Fundação Vida Nova deverão informar e contratualizar com os clientes e/ou seus representantes legais sobre quaisquer alterações ao presente regulamento com a antecedência mínima de trinta dias relativamente à data da entrada em vigor, sem prejuízo do direito à resolução do contrato que a estes assiste.

2. Quaisquer alterações ao presente regulamento Interno de Funcionamento apenas produzirão efeitos a partir do mês de Setembro ou do mês de Janeiro de cada ano lectivo.

3. Estas alterações deverão ser comunicadas à entidade competente para o licenciamento/ acompanhamento técnico da resposta social.

NORMA XXXII - Integração de Lacunas

Em caso de eventuais lacunas, as mesmas serão supridas pela F.V.N. tendo em conta a legislação e normativos em vigor sobre a matéria.

NORMA XXXIII - Decisões Complementares

1. Todos os casos omissos serão levados pela Direcção da F.V.N. para decisão pelo Conselho de Administração da mesma.

2. As normas constantes deste regulamento deverão ser entregues aos encarregados de educação e / ou representantes legais no início de cada ano lectivo durante o processo de admissão.

NORMA XXXIV – Entrada em Vigor

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