• Nenhum resultado encontrado

Universidade da Beira Interior

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Universidade da Beira Interior"

Copied!
50
0
0

Texto

(1)

Universidade da Beira Interior

Departamento de Informática

Serviços de Acesso Remoto a

Sistemas e Ficheiros

Unidade Curricular

Administração de Sistemas

(2)

Cap. 3 - Sumário

ü

TELNET

ü

Remote Login (RLOGIN)

ü

Secure Shell (SSH)

ü

Remote Shell (rsh)

ü

File Transfer Protocol (FTP)

ü

Trivial FTP

ü

Remote Copy (rcp)

(3)

TELNET

Telnet - Telecommunications Network

Protocol

Descrito no RFC 854

Serviço normalizado de acesso remoto a

sistemas sobre redes TCP/IP

Serviço de funcionalidade reduzida,

simples de utilizar e omnipresente

(4)

TELNET

Suficientemente genérico para poder

funcionar com qualquer tipo de

computador

Implementado sobre outras arquitecturas

protocolares (SNA, DNA, etc.)

Modo de comunicação bidireccional e em

modo carácter-a-carácter, com eco

gerado pelo servidor. (Opcionalmente

pode funcionar em modo linha-a-linha)

(5)

TELNET

Usa o porto 23 do TPC

Funcionamento baseado no modelo

cliente-servidor

Faz o uso do conceito Network Virtual

Terminal (NTV).

(6)

TELNET - Cliente

Corre no sistema local

É lançado pelo utilizador cliente

Faz o acoplamento entre o

terminal-driver e uma ligação TCP

O utilizador dialoga com o

(7)

TELNET - Servidor

Reside no sistema remoto

É activado em background no

arranque da máquina (deamon)

Faz o acoplamento entre um pseudo

terminal-driver e uma ligação TCP

O pseudo terminal-driver dialoga com

(8)

TELNET – Cliente/Servidor

Terminal driver TCP/IP Cliente telnet Utilizador no terminal kernel Pseudo Terminal driver TCP/IP Servidor telnet kernel Ligação TCP Interpretador de comandos

•  O pseudo terminal driver faz com que a “login

shell” pense que foi invocada no servidor, e que qualquer programa executado por ela pense

(9)

TELNET – Network Virtual Terminal

•  Dispositivo imaginário que fornece, através da rede,

uma representação normalizada de um terminal canónico em modo de carácter (ASCII).

•  O sistema local e o sistema remoto fazem o

mapeamento entre o NTV e os seus terminais “reais”. •  O sistema local faz o mapeamento do terminal do

utilizador no NTV.

•  O sistema remoto faz o mapeamento do NTV no tipo

de terminal que ele suporta.

•  Elimina a necessidade de os sistemas remotos

serem informados das características do terminal local.

(10)

TELNET – Negociação de Opções

•  Todos os NVTs suportam um conjunto

mínimo de capacidades.

•  Alguns terminais possuem mais

capacidades do que o conjunto mínimo. •  Os sistemas local e remoto negoceiam

um conjunto de opções mutuamente

aceitáveis (conjunto de caracteres, modo de eco, tamanho da janela).

(11)

TELNET

versus

telnet

TELNET é o protocolo.

  telnet

é uma aplicação que suporta

o protocolo TELNET sobre TCP.

Existem outros protocolos da

camada de aplicação que utilizam o

TELNET.

(12)

Comando

telnet

•  O comando telnet invoca o protocolo

TELNET. O formato deste comando é o seguinte:

Sintaxe: telnet [host]

Exemplo: telnet 192.168.1.1

telnet unix.ubi.pt

•  Se o comando for executado sem opções

entra-se em modo de comando. Neste modo, podem executar-se diversos

subcomandos.

(13)
(14)

Cap. 3 - Sumário

ü

TELNET

ü

Remote Login (RLOGIN)

ü

Secure Shell (SSH)

ü

Remote Shell (rsh)

ü

File Transfer Protocol (FTP)

ü

Trivial FTP

ü

Remote Copy (rcp)

(15)

rlogin

•  Descrito no RFC 1282.

•  Serviço normalizado de acesso remoto

entre máquinas UNIX/LINUX sobre redes TCP/IP.

•  Modo de comunicação bidireccional e em

modo carácter-a-carácter com eco gerado pelo sistema remoto.

•  Mais simples e eficiente que o TELNET.

(16)

rlogin

•  O rlogin usa o porto 513 do protocolo TCP.

•  Possibilita login remoto sem necessidade

de especificar uma password.

•  A autenticação do pedido de login remoto é

feita verificando os ficheiros /etc/

hosts.equiv e ~/.rhosts no sistema remoto. •  Se o nome do sistema local não estiver em

algum destes ficheiros, o utilizador terá de introduzir a password.

(17)

rlogin

•  A sintaxe do comando rlogin é:

rlogin [-l username] hostname

•  A opção -l username é usada quando o

nome do utilizador no sistema remoto é diferente do nome no sistema local.

(18)

rlogin

•  Exemplo do ficheiro hosts.equiv:

neve

diamante_gold joel + david

- maria

•  Todos os utilizadores da máquina neve podem

utilizar o rlogin sem password.

•  O utilizador joel a partir da máquina diamante_gold

não necessita de password no rlogin.

•  O utilizador david pode utilizar o rlogin de

qualquer máquina sem password.

(19)

Cap. 3 - Sumário

ü

TELNET

ü

Remote Login (RLOGIN)

ü

Secure Shell (SSH)

ü

Remote Shell (rsh)

ü

File Transfer Protocol (FTP)

ü

Trivial FTP

(20)

Secure Shell - SSH

•  É um programa que permite efectuar “login”

numa máquina remota, executar comandos e copiar ficheiros.

•  Fornece autenticação forte e comunicações

seguras sobre redes inseguras.

•  O telnet, rlogin e ftp efectuam toda a

comunicação em ASCII simples,

tornando-se muito vulneráveis em termos de segurança.

(21)

Secure Shell - SSH

•  O SSH efectua a encriptação de toda a informação

(pode opcionalmente também efectuar a compressão da informação).

•  É um produto comercial, tendo custos para

implementações comerciais.

•  É grátis para outras utilizações.

•  Foi desenvolvido na Finlândia (http://www.ssh.fi).

•  Os protocolos SSH estão disponíveis em:

http://www.ietf.org/html.charters/secsh-charter.html

(22)

SSH – Versão 1

Usa encriptação RSA (Rivest, Shamir,

Adir), 3DES (Triple Data Encryption

Standard) e Blowfish

Algumas implementações também usam

IDEA (International Data Encryption

Algorithm), contudo o OpenSSL não a

utiliza.

Usa CRC (Cyclic redundancy checking)

(23)

SSH – Versão 2

Usa encriptação DSA (Digital Signature

Algorithm), melhor implementado na

versão comercial do SSH.

Usa uma abordagem diferente

relativamente ao CRC.

SSH1 and SSH2 não são compatíveis

(24)

SSH – Versão 3

•  Apresenta funcionalidades de autenticação

melhoradas.

•  Possui funcionalidades PKI (Public Key

Infrastructure) avançadas.

•  Testado e certificado para actuar com CAs

(Certification Authorities) como o SSH Certifier e RSA Security Keon® PKI, de modo a integrar-se facilmente com os sistemas PKI actuais.

•  Suporte adicional para OCSP (Online Certificate

Status Protocol) melhorando a segurança

efectuando verificações em tempo real da validade dos certificados.

(25)

SSH – Versão 3

•  Suporte para Servidores Windows

•  Funcionalidades PKI semelhantes às versões UNIX

•  Grande segurança e funcionalidade, com melhoria

substancial do desempenho.

•  Redução significativa da utilização da CPU em

transferências de ficheiros.

•  Suporte para SFTP (Secure File Transfer Protocol)

com registo das acções dos utilizadores em ficheiros de log.

•  Aceita Anonymous SFTP

(26)

Open SSH

•  Implementação do protocolo SSH

•  Freeware

•  Suporta as versões SSH1, SSH2 e SSH3

•  O OpenSSH está actualmente na

Versão 4.2

(27)

SSH - Comandos

•  ssh – Programa cliente Telnet/rlogin.

•  sshd – Programa Servidor (daemon) que

permite o acesso.

•  ssh-agent – Agente de autenticação

para guardar chaves privadas.

•  ssh-add – Ferramenta usada para

adicionar chaves ao agente.

•  sftp – Programa tipo FTP que funciona

(28)

SSH - Comandos

•  scp – (Secure file copy) Programa

semelhante ao rcp.

•  ssh-keygen – Ferramenta para gerar

chaves.

•  sftp-server – Servidor FTP que funciona

sobre SSH inicializado automaticamente por sshd.

•  ssh-keyscan – Ferramenta usada para

aceder às chaves públicas existentes em servidores SSH.

(29)

Alguns clientes SSH

ssh

PuTTy

TeraTerm Pro with SSH extentions

SecureCRT

WinSCP (implementação do SCP

(30)

FTP Seguro

•  O SSH através da aplicação sftp (secure FTP) permite transferir ficheiros de um

modo semelhante ao ftp através de um meio de comunicação encriptado (ssh). •  Pode usar a autenticação de chave

pública e compressão.

•  O sftp efectua a ligação a um servidor

passando depois a actuar em modo de comando interactivo semelhante ao ftp normal.

(31)

FTP Seguro

•  Pode descarregar ficheiros

automaticamente se não for usado um

método de autenticação interactivo, caso contrário só o pode fazer depois da

autenticação.

•  Pode ser inicializado a partir de uma

(32)

FTP Seguro

•  Sintaxe:

–  sftp [[utilizador@]máquina[:ficheiro

[ficheiro]]]

–  sftp [[utilizador@]máquina[:directoria[/]]]

•  Opções:

–  C envia dados comprimidos

(33)

Cap. 3 - Sumário

ü

TELNET

ü

Remote Login (RLOGIN)

ü

Secure Shell (SSH)

ü

Remote Shell (rsh)

ü

File Transfer Protocol (FTP)

ü

Trivial FTP

(34)

Remote Shell (rsh)

•  Execução remota de comandos UNIX.

•  Sintaxe abreviada:

rsh “maquina_remota” “comando_remoto”

•  Autenticação: na directoria do utilizador, na

máquina remota, deve existir um

ficheiro .rhosts com a lista das máquinas autorizadas a executar comandos remotos.

(35)

Cap. 3 - Sumário

ü

TELNET

ü

Remote Login (RLOGIN)

ü

Secure Shell (SSH)

ü

Remote Shell (rsh)

ü

File Transfer Protocol (FTP)

ü

Trivial FTP

(36)

File Transfer Protocol (

ftp

)

•  Definido nas RFCs 959, 2228 e 2640.

•  Funciona no modelo cliente/servidor.

•  Oferece os elementos básicos para

partilha de ficheiros entre máquinas (acesso e manipulação de ficheiros locais e remotos).

– Envio (upload) de ficheiros

– Recepção (download) de ficheiros

– Outras operações sobre o sistema de ficheiros.

(37)

File Transfer Protocol (

ftp

)

•  Serviço normalizado de acesso remoto a

ficheiros sobre redes TCP/IP.

•  É necessário uma conta no servidor ou o

servidor permitir FTP anónimo (anonymous FTP).

•  Utiliza duas ligações TCP:

– Ligação de controlo - para a troca de

comandos e respostas;

(38)

File Transfer Protocol (

ftp

)

•  O servidor fica escuta de pedidos no

porto 21 (ligação de controlo).

•  A ligação de controlo é mantida até ao

fim da sessão.

•  A ligação de dados é estabelecida

sempre que for necessário transferir um ficheiro.

(39)
(40)
(41)

Cap. 3 - Sumário

ü

TELNET

ü

Remote Login (RLOGIN)

ü

Secure Shell (SSH)

ü

Remote Shell (rsh)

ü

File Transfer Protocol (FTP)

ü

Trivial FTP

(42)

Trivial FTP

•  Descrito nos RFCs 783 e 1350.

•  Serviço normalizado de acesso remoto a

ficheiros sobre redes UDP/IP, pode

também funcionar sobre outros protocolos de transporte.

•  Serviço com funcionalidades muito

reduzidas e de utilização simples.

•  Simples, fácil de implementar e pode

(43)

Trivial FTP

•  Sem segurança.

•  Não é necessário especificar o user_name e a password.

•  Esta característica foi utilizada por crackers para copiar o ficheiro de

passwords de sistemas Unix, podendo

(44)

Trivial FTP

•  Para prevenir esta falha de segurança,

os sistemas passaram apenas a permitir o acesso por TFTP a uma só directoria. •  Não permite a listagem dos ficheiros

existentes no servidor.

•  O cliente tem de saber à partida qual o

(45)
(46)

Cap. 3 - Sumário

ü

TELNET

ü

Remote Login (RLOGIN)

ü

Secure Shell (SSH)

ü

Remote Shell (rsh)

ü

File Transfer Protocol (FTP)

ü

Trivial FTP

ü

Remote Copy (rcp)

(47)

Remote Copy (

rcp

)

•  Cópia remota de ficheiros e directorias

entre sistemas UNIX. •  Sintaxe abreviada:

rcp maquina_remota:ficheiro_remoto ficheiro_local

rcp ficheiro.local

maquina_remota:ficheiro_remoto

(48)

Cap. 3 - Sumário

ü

TELNET

ü

Remote Login (RLOGIN)

ü

Secure Shell (SSH)

ü

Remote Shell (rsh)

ü

File Transfer Protocol (FTP)

ü

Trivial FTP

ü

Remote Copy (rcp)

(49)

X Windows

Descrito no RFC 1013.

Acesso remoto em modo gráfico, em

ambiente cliente-servidor.

Servidor X: aplicação de gestão do

monitor gráfico, teclado e rato.

Pode ser totalmente implementado

em hardware (terminais X).

(50)

X Windows

Clientes X: aplicações locais ou

remotas que usam o programa

servidor.

Utiliza TCP para comunicações

remotas.

Quando o servidor e os clientes

estão na mesma máquina, a

comunicação é feita através da

comunicação entre processos.

Referências

Documentos relacionados

ACESSÓRIOS PVC-C PRESSÃO - CPVC PRESSURE FITTINGS 36 PV C -U PV C -C V álvulas Industriais PP PE100 Sobresselentes TÊ 90º REDUÇÃO 90º REDUCING TEE Colar solvent socket CP... PV C

1) Programa de Iniciação Científica – PIBIC, tem o objetivo de apoiar a criação e consolidação de grupos de pesquisa, despertar a vocação científica de

A ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) é uma organização sem fins lucrativos, criada em 2002 por pacientes e familiares, com a missão de oferecer ajuda e

**Braçadeira semirrígida M/L (22-42 cm) A tecnologia Intelli Wrap, aplicada à braçadeira, exclusiva da Omron, elimina a imprecisão causada pelo posicionamento incorreto da

• Em termos lógicos, a comunicação na Internet se baseia na família de protocolos TCP/IP. • Os protocolos TCP/IP foram criados

iluminarem as práticas sociais (FAIRCLOUGH, 2003, trad. A definição de linguagem na lingüística sistêmico-funcional se baseia na lingüística instrumental, o estudo da linguagem

A materialização do relato de experiência: o ensino de legislação educacional por meio da PBL. Como já dito, meu relato de experiência procurou estabelecer um

Embora submetidas a diversos tipos de impactos resultantes dos tipos de usos da terra, predominantemente relacionados com o cultivo da cana-de-açúcar e da laranja, além das